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      <title>Disciplina Extensão em Geografia: Atividade Estratégias participativas na Geografia  by MARIA DO SOCORRO FERREIRA DA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo</link>
      <description>Car@ estudante, neste mural virtual você poderá apresentar as estratégias participativas na Geografia a partir da pesquisa que realizou em artigos científicos. 
Na atividade você precisará:  registrar as estratégias com breve descrição; incluir imagens referentes às estratégias pesquisadas; anexar o arquivo do artigo pesquisado; e incluir o link do artigo de acesso ao artigo. 
Cada estudante deverá criar uma coluna para postar as informações solicitadas. Para inserir a coluna no mural, basta clicar no sinal de (+), situado no canto inferior direito da tela, postar digitar as informações solicitadas e clicar em publicar. Bom trabalho! 
Saudações cordiais, Professora Maria do Socorro Ferreira da Silva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-25 10:32:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-27 19:59:54 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
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         <url>https://blog.tremeterra.com.br/wp-content/uploads/2017/12/bussola-como-funciona-historia-e-mais-5.jpeg</url>
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      <item>
         <title>Educação, ambiente e aprendizagem social: metodologias participativas para geoconservação e sustentabilidade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079399207</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A pesquisa teve como objetivo</strong>: promover o estudo do patrimônio geológico, ambiental e cultural do Geoparque Ciclo do Ouro, em Guarulhos-SP e propor o uso de metodologias participativas no desenvolvimento de propostas/projetos socioeducativos.<br>As <strong>metodologias participativas</strong> realizadas, foram: <br><strong><em>Mapeamento:</em></strong> a atividade teve como objetivo representar os elementos socioambientais observados na paisagem (vegetação, tipo de solo, curso de água, erosão, esgoto, lixo, tipos de moradia/ocupação etc.) ; destacar no mapa os locais ou situações que mais chamaram atenção e/ou que considerou mais problemáticos; e tiveram que descrever área mapeada, ressaltando tudo o que foi visto, com destaque para o que considerou mais relevante.&nbsp;</div><div><strong><em>Jogo de papéis</em></strong>: nesta atividade, os participantes se organizaram em grupo e simularam diferentes atores sociais. Os jogadores discutiram o papel de cada ator social em face do desafio de promover a valorização dos patrimônios locais. Em uma segunda etapa de diálogos, os participantes se reorganizaram em novos grupos, mistos, com a participação dos diferentes representantes (atores sociais) reunidos.</div><div><strong><em>Word café</em></strong>: foi utilizado para discutir as questões/conflitos levantados nas atividades anteriores, buscando aprofundar as reflexões. Essa atividade ainda teve por objetivo estabelecer relações entre os conhecimentos geocientíficos abordados no curso e as aprendizagens resultantes do desenvolvimento das referidas metodologias, a fim de construir novos significados e possibilidades didático-pedagógicas. <br>Os<strong> resultados alcançados na pesquisa </strong>mostraram que a experiência analisada pode contribuir significativamente para educar no ambiente,nas seguintes direções: Formação de professores, tanto inicial quanto continuada;&nbsp; Implantação de geoparques e/ou projetos voltados à proteção de patrimônios geoambientais e socioculturais;&nbsp; Aprimoramento de metodologias participativas, ressignificandoras no estudo do lugar/ambiente como práticas de educação para sustentabilidade e na administração e resolução de conflitos e busca de soluções conjuntas, técnica e socialmente adequadas, por técnicos e gestores públicos, por meio da promoção do diálogo com diferentes atores sociais envolvidos.&nbsp;<br><br><br><br>Diana Aparecida P. Moreira<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/rbeped/a/Mmk6PMNQGLwnWfWV4jJ3tPh/?format=pdf" />
         <pubDate>2022-03-05 19:27:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia - Uma experiência do Mapa Falado.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079410768</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Qual o objetivo da pesquisa?</strong><br>Demonstrar a importância das metodologias participativas no ensino da geografia a partir do trabalho realizado com o Mapa Falado, sendo utilizada na construção dessa pesquisa um acervo bibliográfico e uma atividade prática realizada em uma escola municipal da região, gerando aprendizagem e integração entre os alunos. <br><strong>Qual foi a metodologia participativa utilizada no desenvolvimento dessa pesquisa?</strong><br>A metodologia participativa utilizada, que é descrita e experienciada, no trabalho em questão trata-se do Mapa Falado. Essa técnica é um valioso recurso didático visto que utiliza de diversas ilustrações, como fotografias, croquis, plantas ou também produções usando cartolinas, lápis de cor e tintas. Sendo assim representadas diversas escalas e perspectivas do espaço produzidas pelos estudantes envolvidos nessa ação. <br><strong>Quais foram os resultados obtidos?</strong><br>A partir das atividades realizadas na escola municipal, os alunos foram apresentados a dinâmicas de ocupação do espaço de uma forma didática e simplificada possibilitando a compreensão do conceito geográfico de lugar. As atividades realizadas também incorporaram na perspectiva dos estudantes o aspecto social para além do entendimento turístico. <br>As metodologias participativas agem incorporando o público alvo no desenvolvimento direto das ações e nesse caso específico foi de grande valor a escolha dessa vertente metodológica, considerando que concentrou a atenção dos alunos do 8º ano e proporcionou uma amplitude maior do que as obtidas em metodologias tradicionais. <br><br>Disponível em: <a href="https://www.seer.ufal.br/index.php/educacaogeografica/article/view/4421">https://www.seer.ufal.br/index.php/educacaogeografica/article/view/4421</a><br><br>Giovanna Reges Leal Bernardes<br>180101463</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1614410807/211f8b4e075af244542e5ac1bee71c67/As_contribui__es_das_metodologias_participativas_no_ensino_de_Geografia___Uma_experi_ncia_do_Mapa_Falado.pdf" />
         <pubDate>2022-03-05 19:53:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O uso de mapa tátil no ensino de cartografia e na formação de uma consciência espacial do cidadão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079505992</link>
         <description><![CDATA[<div>A inclusão de estudantes com deficiências visuais é o principal<strong> objetivo desta proposta</strong> dado que, é garantida em lei normal convivência de PNE e PCD no ambiente escolar, e na maioria das situações, o material didático não contempla as necessidades deste público.<br>A<strong> metodologia participativa</strong> que foi utilizada se trata de uma representação cartográfica multissensorial apresentada aos professores como alternativa para inclusão de estudantes cegos, um mapa construído tridimensionalmente e com texturas diversas, que capacita a troca de conhecimentos de forma inclusiva e igualitária.<br>Os<strong> resultados</strong> giram em torno do crescimento da discussão e inovação nas formas de pensar o processo de ensino e aprendizado da geografia e do espaço em uma sociedade integradora, onde as necessidades se tornam meios para equalizar as diferenças e assim, materiais didáticos de cartografia inicialmente criados para pessoas capazes de ver, tornam-se visíveis ao toque dos cegos.<br><br><br><br><br><strong>Disponível </strong>em:<br>http://periodicos.unesc.net/seminarioECPE/article/viewFile/5427/4814&nbsp;<br><br>Luís Felipe Pinheiro de Medeiros<br>150016247</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1614497864/c92856336197f59732e5050fe8e453fd/image.png" />
         <pubDate>2022-03-06 00:13:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A formação da Agricultura Familiar nos assentamentos rurais de Ituiutaba -MG e a ação extensionista da Universidade Federal de Uberlândia em parceria com a FAPEMING</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079506113</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Objetivo da pesquisa: </strong>Apresentar as características dos assentamentos de&nbsp; - MG e a interação entre a Universidade Federal de Uberlândia e a comunidade a partir de um projeto extensionista que funcionou como um DRP (Diagnóstico Rural Participativo).<br><br><strong>Metodologias ativas que compuseram a pesquisa:</strong> As metodologias participativas utilizadas foram divididas em fases, após a primeira que consistiu em um estudo prévio sobre assentamentos e histórico da região, a partir de um levantamento bibliográfico. Já na segunda fase essas metodologias começam a fazer parte, denominada como fase Alfa, nela foi realizado o diagnóstico e a imersão na realidade local a partir de uma pesquisa participativa, ou seja, que se deu com a participação da comunidade, criou-se então o DRP (Diagnóstico Rural Participativo), uma das formas utilizadas foi entrevistas para coletar as informações para construção desse diagnóstico. Com isso começa a fase 3, Beta, na qual incia-se a socialização, debate e encaminhamentos sociopolíticos, nessa fase os relatórios realizados na fase anterior são apresentados a partir da metodologia participativa de reuniões coletivas, a partir dessas reuniões foi criada a “Comissão de famílias assentadas por assentamento” com 5 membros, o papel era procurar entidades responsáveis pelos assentamentos, como o INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e apresentar as pendências dos assentamentos da Ituiutaba levantadas em conjunto. A última fase recebe o nome de Ômega, seu foco é a formação e capacitação dentro da comunidade além do trabalho sobre sustentabilidade e renda, nessa fase houve a sensibilização das famílias a partir da formação político - social que foi sendo construída a partir da descrição e vivências das próprias famílias dos problemas enfrentados por elas, foram desenvolvidos cursos e oficinas, a participação da comunidade foi tão efetiva que após a primeira remessa dessas cursos e oficinas as mulheres que participaram tornaram-se tutoras das próximas “turmas”, participando então ativamente do processo de formação política de sua comunidade. <br><br><strong>Resultados das metodologias: </strong>A comunidade conseguiu maior visibilidade diante das entidades responsáveis pelo políticas públicas para a agricultura familiar, como os assentamentos, possibilitando a chegada de subsídios como acesso ao crédito, financiamento de custeio de investimentos, a partir de organizações como INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e o PRONAF. Outro benefício foi a ampliação na forma de conquistar renda, como com&nbsp; os cursos de picles e conservas e de bolos, pães e doces. Por último, a formação político-social a partir da sensibilização da comunidade em relação às problemáticas que se fazem presente nos assentamentos.&nbsp;<br><br><br>Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistainterfaces/article/view/19033<br><br>Giovanna Da Silva Souza - 180017691<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1543653063/72376876dec22455211da829bcc29f25/Texto_do_artigo_extens_o.pdf" />
         <pubDate>2022-03-06 00:14:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por uma geografia das comunidades tradicionais: metodologias participativas para a compreensão dos etnosolos na Colônia Z-29, Jaramataia-Alagoas. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079605118</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Qual o objetivo da pesquisa?</strong></div><div>Discutir a importância do uso de metodologias participativas em pesquisas relacionadas a comunidades tradicionais, essas que possuem expressões culturais, e, por isso mesmo, a pesquisa estuda comunidades indígenas, quilombolas, camponesas, pesqueiras, entre outras, essas que mantêm relações sócio espaciais singulares em seus territórios. &nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Qual foi a metodologia participativa utilizada no desenvolvimento dessa pesquisa?</strong><br>Como metodologias participativas foram realizadas rodas de conversas(círculos de cultura) essas que potencializaram o uso da técnica mística, buscando conhecer de forma relevante para a pesquisa as cosmologias pesqueiras com relação aos solos, registradas em um diário de campo do método geo etnográfico. Destacou-se também a abordagem etno-pedológica, essa que serviu para classificar os solos partindo dos saberes tradicionais, mas que também refletiu a identidade, a coletividade e a ancestralidade de um povo que precisava de uma escrita acadêmica tão potente quanto suas oralidades.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Quais foram os resultados obtidos?</strong><br> A partir das atividades realizadas na Colônia Z-29, no Povoado São Pedro, em Jaramataia, Alagoas os moradores foram apresentados a dinâmicas como rodas de conversas, essas que tiveram apresentação didática com resultados significativos a respeito de uma nova abordagem com relação aos saberes tradicionais, esses que são de extrema relevância social e cultural, tendo reflexo no desenvolvimento dessa comunidade tradicional ligadas a sua ancestralidade e trabalhando assim o desenvolvimento da metodologia ali aplicada.&nbsp;<br><br></div><div>Disponível em: https://diversitasjournal.com.br/diversitas_journal/article/view/1010/926<br><br>Lorena Gontijo Marmori Mota&nbsp;<br>180139134<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1614619174/6275961509a555683817bbfd1e5e0287/1010_Arquivo_contendo_o_artigo_sem_a_identifica__o_dos_autores_3369_4004_10_20200129.pdf" />
         <pubDate>2022-03-06 04:11:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia: Uma experiência do Mapa Falado.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2079623203</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sobre a metodologia</strong>: A metodologia utilizada foi a do Mapa Falado, esta metodologia consiste na produção de mapas amadores (figuras) pelos estudantes que exercita a capacidade de representação e o olhar geográfico permitindo que eles exercitem a percepção de espaço e identifiquem elementos que influenciam na dinâmica do espaço. <br><strong>Como a atividade foi realizada:</strong> A articulação foi feita pelo professor, o procedimento é: explicar a atividade e, através de perguntas e provocações, fazer os alunos entrarem na temática da aula ou aguçar seus olhares para certos aspectos da realidade da área escolhida. A aplicação do Mapa Falado aconteceu em uma turma com 17 estudantes e foi realizada em 45 minutos pelo professor da disciplina de Geografia com suporte de um projeto desenvolvido ainda na Universidade. Antes dos estudantes começarem a confecção dos Mapas Falados, foram apresentados para eles mapas profissionais que dariam algum senso de localização para eles e para exemplificar o que seria a confecção de um mapa de localização, após isso, os estudantes foram indagados sobre conceitos geográficos e após isso os materiais para a confecção dos mapas (folhas de papel madeira, cola, lápis de cor, pinceis) foram entregues e junto com materiais que eles levaram de casa (areia, folhas e pedras) eles começaram a confeccionar os mapas. Após a confecção dos mapas, houveram discussões onde a classe chegou no ponto que o professor planejava, mas por conta própria e sem comando explícito do professor.<br><br>Marcelo Luiz Rodrigues Lucas de Souza<br>190047356<br><br><br>Referência: DINIZ, Eloiza Lima e Souza; VIEIRA, Joária de Araújo. As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia: Uma experiência do Mapa Falado. <strong>Anais do I Colóquio Internacional de Educação Geográfica e do IV Seminário Ensinar Geografia na Contemporaneidade</strong>, Maceió, ano 2018, v. 1, ed. 1, p. 1-12, 7 mar. 2018. Disponível em: &lt;https://www.seer.ufal.br/index.php/educacaogeografica/article/view/4421&gt;. Acesso em: 19 fev. 2022.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1543764748/255473b3d82b3053a18e1776c3ae3f82/4421_Texto_do_Artigo_16041_1_10_20180307.pdf" />
         <pubDate>2022-03-06 04:56:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação, ambiente e aprendizagem social: metodologias participativas para geoconservação e sustentabilidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2083077447</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O artigo tem como os seguintes objetivos</strong>:</div><div>-realizar&nbsp; reflexões de uma pesquisa de pós-doutorado que analisou a contribuição do ensino em geociências com uso de metodologias participativas focadas no (re)conhecimento do ambiente local para&nbsp;</div><div>a promoção de processos de educação e aprendizagem social destinados à geoconservação e à sustentabilidade;</div><div>-Identificar a emergência de processos participativos mediados pela escola no contexto de um projeto de implantação de geoparque na região metropolitana de São Paulo;</div><div>-Relacionar educação e ambiente numa perspectiva crítica, participativa e corresponsável;</div><div>-Promover o estudo do patrimônio geológico, ambiental e cultural do município tomando por referência as estruturas de lavra de ouro do período colonial e propor o uso de metodologias&nbsp;</div><div>participativas no desenvolvimento de propostas/projetos socioeducativos. <br><br><strong>As metodologias participativas&nbsp; </strong>desenvolvidas basearam-se em realizar diferentes instituições de ensino e pesquisa e de gestão pública, visava a&nbsp; educação ambiental, mesclando diferentes atividades teórico-práticas, associando o estudo de geossítios à atuação de diferentes atores sociais locais.<br>As propostas escolares relacionaram educação e ambiente numa perspectiva crítica, dialogada, participativa e corresponsável, visando ao desenvolvimento de práticas colaborativas <br>para proteção de patrimônios geoambientais e socioculturais.<br>As contribuições das metodologias de participação buscam promover a participação, o diálogo e a corresponsabilização entre vários atores sociais e revelando diferentes percepções, tendências e conflitos locais. <br>Essas atividades foram desenvolvidas&nbsp; por meio de :<br><strong>-Trabalhos de campo</strong> -&nbsp; Com base nas especialidades de cada formador e suas diferentes expectativas, foi proposta a criação de roteiros e atividades de campo capazes de propiciar aos professores uma visão integrada dos diferentes aspectos que configuram um geoparque. O desafio proposto aos formadores foi articular conhecimentos e informações no mesmo lugar/ambiente. Assim, roteiros tradicionalmente pensados de forma separada (o roteiro geológico e o roteiro histórico, por exemplo) foram reestruturados, surgindo, então, os roteiros “geobiosocioambientais”, que contam a história do ciclo do ouro no município integrando diferentes geossítios:geológicos/geomorfológicos,arqueológico, ambientais, históricos e culturais.<br><strong>-Práticas de mapeamento socioambiental</strong> - Foi produzido um kit com diferentes mapas topográficos e geológicos, imagens de satélite e canetas coloridas para os registros. A atividade contemplou a exploração de diferentes pontos/locais em um mesmo roteiro :<br>-observados na paisagem (vegetação, tipo de solo, curso de água, erosão, esgoto, lixo, tipos de moradia/ocupação etc.);<br>-Destaque no mapa os locais ou situações que mais chamaram atenção e/ou que considerou mais problemáticos;<br>-Descreveram a área mapeada, ressaltando tudo o que foi visto.<br><strong>-world café</strong> - Tem por objetivo facilitar o diálogo entre pessoas, de modo a fazer emergir uma sabedoria coletiva para o entendimento e a criação de propostas que visam a soluções de problemas complexos.<br>Ponderando que a construção da consciência socioambiental <br><strong>-jogo de papéis</strong> - os jogadores interpretam um personagem criado dentro de um determinado cenário/contexto, simulando situações e debates reais, com vistas a aprendizagens em relação ao tema abordado. <br><strong>-etc -</strong>&nbsp; entrevistar moradores locais, conhecer suas percepções, dificuldades e expectativas.<br><br><strong>Resultados</strong><br><br>As atividades realizadas foram muito significativas para pensar a complexidade das relações sociais, interesses e conflitos presentes na região do futuro geoparque. Mostraram a importância do (re)conhecimento do lugar/ambiente, do diagnóstico local, tanto para entender os problemas e conflitos locais como para problematizar as implicações desses na configuração do lugar/ambiente, bem como suas ameaças à geoconservação e à sustentabilidade. E, sobretudo, evidenciaram a importância de inserir a comunidade local nas discussões/projetos voltados à sua realidade. <br><br><br><strong>Referência do artigo com o link e data de acesso. </strong><br><br>SANTOS, V. M. N. dos .;JACOBO, P. R.<br>Educação, ambiente e aprendizagem social: metodologias participativas para geoconservação e sustentabilidade.<br>Revista brasileira Estudos pedagógicos, Brasília, v. 98, n. 249, p. 522-539, maio/ago. 2017. DOI: 10.24109/2176-6681.rbep.98i249.2758. Disponível em:https://www.scielo.br/j/rbeped/a/Mmk6PMNQGLwnWfWV4jJ3tPh/?format=html.Acesso em: 3 mar. 2022.<br><br>Geórgia Martins de Sousa<br>Matrícula 170034585<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 03:05:09 UTC</pubDate>
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         <title>METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS EM ESCOLAS DE CAMPINAS (SP) E ÁREAS DE ENTORNO: UMA ABORDAGEM TEÓRICO-METODOLÓGICA SOBRE O MEIO AMBIENTE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2084500806</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo da pesquisa foi inserir aos estudantes de escolas em Campinas e regiões do entorno noções básicas da importância da preservação e conservação da natureza por meio de metodologias participativas.&nbsp;<br>A metodologia participativa utilizada foi a metodologia de Mapeamento Ambiental Participativo onde alunos elaboraram cerca de 35 mapas, utilizando do conhecimento do bairro e dos arredores da escola, inclusive com percurso para observações em campo.</div><div>Um outro trabalho utilizando o mesmo método foi utilizado em outra escola em Campinas e promoveu atividades com seus alunos por meio de trabalho de campo e posterior produção de mapas com ênfase em riscos ambientais em torno de escola localizada às margens do Ribeirão das Anhumas.<br>A proposta de ensino implementada proporcionou mapas denominados de perceptivos e participativos, que possibilitaram trabalhar conteúdos escolares, por meio de ações educativas que considerem a história e as relações do aluno com o local.<br><br>Matheus Pereira Araujo Santos - 190043865</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-08 17:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>O uso de geotecnologias associado a metodologias participativas no ensino: aplicação em escolar municipais do primeiro distrito de Petrópolis. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2088990853</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivo da pesquisa:</strong> <br>O objetivo do artigo é apresentar como as geotecnologias, quando associadas às metodologias participativas, podem abrir espaço para um ensino de cartografia escolar mais significativo e ativo, permitindo que os alunos participem ativamente na produção de informações geográficas e na confecção de mapas. Dessa forma, é facilitada a compreensão do conteúdo de geografia e cartografia escolar, ajudando no desenvolvimento da capacidade da leitura do espaço pelos alunos a partir da realidade vivenciadas por eles.<br><br><strong>Metodologia Participativa utilizada:<br></strong>A metodologia participativa que foi utilizada foram as oficinas práticas para o desenvolvimento de um mapa interativo online, no qual os alunos inseriram pontos de interesse e/ou turístico do Município de Petrópolis, especificamente do Distrito de Petrópolis, colocando informações que eram pertinentes sobre os pontos de acordo com a visão de cada aluno. A geotecnologia escolhida para o desenvolvimento da atividade foi o software <em>Google My Maps</em>, por ser uma tecnologia de fácil manuseio e acesso. As oficinas práticas em cada escola foram aplicadas de diferentes formas, levando em consideração as necessidades de cada escola e dos alunos. Na escola E.M Dr. Rubens de Castro Bomtempo foram realizados três encontros, onde foi apresentada uma explicação sobre a ferramenta e a sua função, uma aplicação de questionários com as informações que seriam inseridas manualmente pelos alunos e posteriormente uma apresentação de seminários dos alunos sobre os pontos escolhidos. Na escola E.M. Paroquial Bom Jesus, foi explicado sobre a proposta metodológica da Oficina e os conceitos necessários para entender o conteúdo e realizar a oficina e posteriormente os alunos realizaram a atividade no Laboratório de Cartografia do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.<br><br><strong>Resultados obtidos:&nbsp;<br></strong>Os resultados alcançados com as oficinas práticas, foram a elaboração de mapas interativos e informações relevantes sobre os pontos escolhidos e também de mapas analógicos visualizado a partir do software Google Earth. A partir da atividade propostas, os alunos conseguiram ter contato com geotecnologias e também puderam ampliar a sua percepção geográfica sobre o espaço em que vivem e se locomovem, estimulando a suas próprias percepções sobre espaço geográfico em que eles estão inseridos, dando significado e sentindo. Além, de ampliar o conhecimento sobre o ensino da cartografia escolar e das geotecnologias para os alunos, dando uma nova percepção para eles sobre a importância do conteúdo e das ferramentas. <br><br><strong>Disponível em:</strong>&nbsp;<br>https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/tamoios/article/view/38081&nbsp;<br><br>Maria Eduarda Silva Prudente Cicci&nbsp;<br>180127217<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/tamoios/article/view/38081" />
         <pubDate>2022-03-10 19:03:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2088990853</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia: Mapa falado </title>
         <author>limapri80</author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2089526940</link>
         <description><![CDATA[<div>Partiu de um projeto de metodologias participativas do programa de pós-graduação em geografia com a finalidade contribuir no processo de ensino e aprendizagem de geografia. A escolha da escola e da turma foi do professor de geografia. A atividade foi realizada em 45 minutos com 17 alunos presentes.</div><div>De primeira os alunos ficaram acanhados e com vergonha, mas posteriormente se apresentaram e assim iniciou a atividade. Primeiramente foram apresentados dois mapas, o mapa América e Nordeste, e foi solicitado para que os alunos se localizassem no mapa. Na sequência foi questionado o que os alunos entendiam como lugar, e a resposta foi que lugar é onde se vive. A partir dessa resposta foi entregue o mapa falado, onde foi dividido grupos de 4 pessoas e entregue também material didático ( duas folhas de papel madeira, colas, lápis colorido, pincéis atômicos e solicitado ao grupo o uso de materiais primários como areia, folhas e pedras para a construção do mapa). aos alunos foi pedido que desenhassem o local onde vivem. Os alunos interagiram entre eles, e saíram frases do tipo "É um lugar bonito, tem praia, tem mangue”. Na segunda parte do processo, os alunos já estavam conseguindo expressar a paisagem onde vivem e alguns elementos importantes como igreja, escola, espaços comunitários e também conseguiram expor&nbsp; problemas da cidade como o uso e ocupação indevido de empresas e pessoas. Na terceira e última fase do processo de ensino, os alunos já estavam integrados na metodologia, o que facilitou a compreensão e discussão do assunto abordado.<br>Referencia do artigo com o link:<br>https://docs.google.com/document/d/15sxv56Ikidz2cYFg_vF3chRSJb12U-2KvGT7-9pt89g/edit</div><div>https://docs.google.com/document/d/15sxv56Ikidz2cYFg_vF3chRSJb12U-2KvGT7-9pt89g/edit<br>Priscilla Barrozo Lima&nbsp;<br>190036851<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/document/d/15sxv56Ikidz2cYFg_vF3chRSJb12U-2KvGT7-9pt89g/edit" />
         <pubDate>2022-03-11 01:50:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2089526940</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIÁLOGOS URBANOS NO TERRITÓRIO PAULO FREIRE: Políticas Públicas e Construção do Direito à Cidade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2089641060</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo escolhido tem como objetivo apresentar o projeto DIÁLOGOS URBANOS NO TERRITÓRIO PAULO FREIRE: Políticas Públicas e Construção do Direito à Cidade. Esse projeto traz debates que visam o <strong>fortalecimento da identidade e o empoderamento de lideranças comunitárias, diretores de escolas, agentes comunitários e demais moradores</strong> residentes no espaço denominado Território Paulo Freire - Programa de Extensão da UNESC. Por meio desse projeto é possível construir um consenso mediante as necessidades pontuadas durante cada encontro com os participantes. <br>No caso do artigo, o projeto foi aplicado na 	EMEIEF Padre Carlos Wecki (escola do bairro Mineira Velha, em Criciúma, Santa Catarina).<br><strong>Os professores e bolsistas do projeto exerceram o papel de mediação das situações e contatos para que a comunidade soubesse com quem entrar em contato para que os problemas fossem resolvidos de forma definitiva.<br></strong><br>As metodologias participativas utilizadas foram: <strong>Dinâmica do novelo de lã, linha do tempo, percepção socioespacial por imagens, muro das lamentações, árvore dos sonhos, eleição de prioridades e matriz de planejamento.</strong><br>	A Dinâmica do novelo de lã foi utilizada para conhecer e integrar o grupo. Já a&nbsp; linha do tempo, a percepção socioespacial por imagens e o muro das lamentações foram usados para conhecer o bairro. Por fim, a árvore dos sonhos, a eleição de prioridades e a matriz de planejamento se voltaram para o planejamento de ações.<br>	 Na elaboração da linha do tempo foram utilizados relatos de moradores, sendo possível o compartilhamento cronológico de fragmentos da historicidade do bairro, o que gerou reflexões sobre a participação das pessoas e sobre o tempo.<br>	Para o muro das lamentações as pessoas escreveram em blocos aquilo que as afligia pessoalmente e no território da Mineira Velha, o que permitiu a visualização dos problemas e qual o papel das pessoas nesses.<br>	Já na árvore dos sonhos os participantes explicitaram seus desejos e sonhos. Em seguida, foram votados e elencados os sonhos que teriam maior prioridade, o que permitiu um direcionamento para as conquistas. Sendo que o que teve maior prioridade foi a Coleta Seletiva (19).<br><br>A partir do uso dessas metodologias observou-se a <strong>construção de um consenso de necessidades e uma participação ativa, com integração do grupo e troca de ideias e saberes.</strong><br><br>Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/199203/UNESC%20-%20Di%C3%A1logos%20Urbanos.pdf?sequence=1&nbsp;<br><br>Luíze Bueno Karia<br>180023357</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1542163533/3f3396e16ebd11ebcf2a4c709787d1df/DI_LOGOS_URBANOS_NO_TERRIT_RIO_PAULO_FREIRE_Pol_ticas_P_blicas_e_Constru__o_do_Direito___Cidade_.pdf" />
         <pubDate>2022-03-11 02:53:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2089641060</guid>
      </item>
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         <title>As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia: Uma experiência do Mapa Falado.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2090960975</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo da pesquisa:&nbsp; apresentar a importância das metodologias participativas a partir aplicação do mapa falado.<br>&nbsp;<br>Aplicação da metodologia participativa: Foi realizado uma pesquisa bibliográfica e uma atividade prática de mapa falado com uma turma de 8° ano da Escola Municipal Luzia Bonifácio de Souza localizado na APA da Reserva da Ponta do Tubarão do Município de Macau – RN.&nbsp; Durante atividade prática do mapa falado os alunos conseguiram compreender os conhecimentos geográficos sobre o lugar, os aspectos sociais para além de uma paisagem turística. Desse modo, foi possível constatar que as metodologias participativas são agregadoras e geradoras de resultados positivos tanto no campo da aprendizagem como na integração dos alunos. <br><br>Técnica do mapa falado: é um desenho representativo do espaço ou território que está sendo objeto de reflexão. É uma ferramenta que permite discutir diversos aspectos da realidade de forma ampliada.<br><br>Resultados: A aplicação dessa metodologia se mostrou positiva pois provocou a participação integral dos alunos de forma criativa e motivadora o que possibilitou um maior conhecimento sobre questões geográficas da Reserva Ponta do Tubarão - Macau/RN.<br><br>Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/educacaogeografica/article/view/4421 . <br><br>LIMA, Eloiza; DINIZ, Souza; DE ARAÚJO VIEIRA, Joária. As contribuições das metodologias participativas no ensino de Geografia: Uma experiência do Mapa Falado. <strong>Anais do I Colóquio Internacional de Educação Geográfica e do IV Seminário Ensinar Geografia na Contemporaneidade</strong>, v. 1, n. 1, p. 200-212, 2018.<br><br>Carollina da Silva Ferreira Lima - 170125688<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1612474602/c82ca9eb56bfeec4db7002afd9e58c51/As_contribui__es_das_metodologias_participativas_no_ensino_de_Geografia___Uma_experi_ncia_do_Mapa_Falado.pdf" />
         <pubDate>2022-03-11 18:53:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Participação popular na prevenção e enfrentamento de desastres ambientais: resultado de um estudo piloto em Santa Catarina, Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/msocorro1/d0w8dpt62tys63fo/wish/2094970991</link>
         <description><![CDATA[<div>- Objetivos:&nbsp;</div><div>investigar as percepções de risco de comunidades do litoral sul-catarinense e do vale do Itajaí, acerca dos desastres ambientais; organizar a elaboração de mapeamentos participativos dos riscos na região; elaborar roteiros de ação que promovam educação, formação e capacitação das comunidades em termos de prevenção e enfrentamento de desastres&nbsp;<br><br>- Metodologias:&nbsp;<br>&nbsp;foram aplicados questionários-piloto a uma amostra de habitantes da região, mesclando a coleta de dados quantitativos e qualitativos, que iam do âmbito dos desastres vivenciados e impactos produzidos e da noção/percepção de risco e causas de desastres ambientais, visando&nbsp; a participação popular na prevenção e enfrentamento de desastres.<br>Outro método participativo interessante que foi sugerido é o da utilização da ferramenta SIG-P&nbsp; (Sistema de Informação Geográfica-Participativo), que proporciona uma real fusão do saber técnico-científico com o saber comunitário, numa interface de pesquisa e ação que inova ao integrar a Geografia Física e a Geografia Humana, &nbsp; ao integrar o saber científico-técnico e o saber comunitário, promovendo uma verdadeira ecologia de saberes.<br><br>- Resultados:&nbsp;<br>com o resultado do questionário, percebe-se que é estabelecido um vínculo entre as emoções e sentimentos daqueles que vivenciaram desastres naturais e o desenvolvimento de percepções de risco ambiental, podendo essas experiências serem fator limitante a capacidade de resposta em situações futuras, ou responsáveis pelo engajamento da população com as ações voltadas à resolução dessas problemáticas.&nbsp;<br>Trata-se de um estudo piloto, cujas conclusões limitam-se à amostra considerada, mas servem de base para o desenvolvimento de estratégias de participação popular e educativas de prevenção, além da correção de comportamentos inadequados e implementação participativa de planejamento&nbsp;<br><br>Disponível em:&nbsp;<br>https://www.redalyc.org/pdf/4517/451744820710.pdf<br><br>Lucah Sampaio Guarany<br>170121763<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.redalyc.org/pdf/4517/451744820710.pdf" />
         <pubDate>2022-03-15 01:54:06 UTC</pubDate>
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