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      <title>Diário de Si by Mariana Moreira</title>
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      <description>Momentos de reflexões</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-03 00:16:25 UTC</pubDate>
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         <title>02 de setembro de 2021</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 00:21:47 UTC</pubDate>
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         <title>VII Diálogos sobre a Educação Infantil / VIII Seminário Estadual de Educação Infantil 16/09/2021</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>O seminário começa com uma grande reflexão da importância do exercício de escuta que devemos às crianças, com a leitura do livro Rinocerontes não comem panquecas de Anna Kemp (2011). Nele despertei que devemos reconhecer e se conectar com a realidade de cada criança, com suas vivências e experiências.<br><br>Como primeira convidada tivemos a professora Mighian Danae, que fala sobre os cuidados para se fazer uma pesquisa na Educação Infantil. Para que possamos planejar como faremos, e o que fazer durante nossa pesquisa na escola. Da necessidade de realizarmos uma pesquisa com qualidade, de conhecermos a historia das professoras, da educação infantil e das crianças envolvidas. Sair do método rotineiro e ser mais intima com a pesquisa, descrever o passo a passo dado para chegar a conclusão da pesquisa realizada. <br><br>O segundo convidado, professor Rodrigo Carvaho, me fez lembrar o texto discutido na aula do dia 02 de setembro, História social da criança e da família de Ariés. Ele fala do adultocentrismo, que não levamos a vontade da criança em consideração, que ela só é vista como individuo quando chega a idade adulta. Aqui ele também reforça a fala da professora Mighian Danae, da necessidade de conhecermos quem são as crianças das nossas pesquisas, e de que modo elas são representadas. <br><br>A professora Marlene fecha o encontro, a qual destaca a também importância de escutar os docentes da educação infantil. Pois são elas a frente do processo de educar, seus pontos de vistas enriqueceram a pesquisa, não são apenas coletas ou um fantoche que utilizaremos para realizar o trabalho final. <br><br>Os conselhos dados foram de extrema importância não só para quando iniciarmos nossas atividades em campo, mas também, para quando nos tornamos professoras. De sermos atentas e envolvidas com os pequenos a nossa volta.</sup>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 20:29:48 UTC</pubDate>
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         <title>ENELUD 2021 - Mesa Redonda 1 - Internacional - 15/09/2021</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>A professora Maria Santos ( UFSCAR) me levou aos tempos de escola, em que a cada serie que evoluímos são atribuídas responsabilidades e modos de convivências sociais que não mais nos cabe as brincadeiras em nossa vivencia. Quando ela fala que brincadeira não é só para crianças, que os adultos também devem brincar penso no quanto de risadas perdi por crescer e não mais me juntar aos pequenos.&nbsp;<br>Aqui ela aponta as marcas sociais que cada criança possui conforme seu meio social em que estão inseridas, onde muitas já desenvolvem o preconceito racial e religioso, o machismo e outros de acordo com o seu meio, os quais devem-se ser trabalhados para que sejam compreendidos e abandonados pelas crianças desde cedo não quando elas crescerem.&nbsp;<br><br>A apresentação da criação do Baú brincante foi maravilhosa. A professora Cristina d'Avila (GEPEL/UFBA), exibiu o quanto de conquista obteve com essa produção.&nbsp; O baú brincante teve diversas colaboradoras mas o principal foi o resultado. Levou inúmeras crianças a conquistar o seu direito de brincar, a abandonar a insatisfação pela escola colaborando com o aumento da criatividade e participação de todos os envolvidos no projeto.&nbsp;<br><br>Para finalizar tivemos nossa professora Antonete Xavier (UNEB), que trouxe a importância do ambiente lúdico e a cibercultura. Trouxe a reflexão do resultado da pandemia, fora as inúmeras mortes,&nbsp;a impossibilidade das crianças poderem sair para brincar. Muitos estão em casa, frente a computadores e televisões impedidas de se divertirem. Isso me fez lembrar dos meus vizinhos que reclamam dos filhos por não ficarem quietos e os reclamam por ficam demais nos aparelhos eletrônicos. kkkkkkk, muito confuso.&nbsp; As crianças precisam brincar, é&nbsp; através das inúmeras brincadeiras que se desenvolvem, adquirem autonomias e reflexões do ambiente ao redor, e nos como adultos e educadores devemos lutar, miliar sobre o direito da criança brincar na escola</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 23:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação dia 18/11/2021</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 23:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>07 de outubro 2021</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[<div><sub>A prof. Eugenia Pereira foi a convidada do dia para falar sobre as infâncias e educação infantil do/no campo.&nbsp;<br><br>A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96) deixa claro que a Educação Infantil faz parte da Educação Básica independente se os sujeitos são do campo ou da capital, todas as crianças tem o direito à educação. Mas, infelizmente, as crianças pertencentes aos povos do campo sofrem com a falta de políticas educacionais de qualidade e ainda com a dupla desvalorização: por serem crianças e por serem do campo.&nbsp;<br><br>A prof. Eugenia trouxe para a turma a reflexão da importância do respeitar a singularidade de cada indivíduo, principalmente em seus primeiros anos de vivencia social. Precisa-se compreender que as crianças também possuem uma diversidade inimaginável, em que, cada uma vive imersa em muitas culturas, crenças, e em diferentes localidades, convivendo com diferentes adultos e crianças.&nbsp;<br>Milhões de crianças brasileiras que moram em áreas rurais trazem marcas específicas do modo de viver de suas famílias, possuem suas próprias formas de brincar, de construir<br>seus brinquedos, muitos são descendentes de povos excluídos, e é possível identificar que em determinadas situações não conseguem acompanham o ritmo vivenciado nas áreas urbanas e acabam não sendo valorizadas o que contribui para, ainda mais, a exclusão e sua desvalorização.<br><br>Apesar de gostar dos interiores não nasci em um e não tenho parentes dessas regiões, então, acredito que essa seja uma das causas de não perceber a invisibilidade que a criança do campo sofre não só nas políticas públicas mas também nas produções artísticas, e quando há alguma representação é sempre trazendo-as como caipira.&nbsp;<br><br>Compreendo que a&nbsp; escola precisa abarcar as diversas culturas, principalmente as escolas do campo, que precisam olhar para suas crianças como seres capazes, que carregam consigo uma culturas rica de saberes. É preciso potencializar na creche e na escola práticas relacionadas aos saberes e valores comunitários para que as crianças ao sair de seus ambientes não se sintam inferiores aos demais.&nbsp;<br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 23:17:49 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha - Pedagogia profana</title>
         <author>marriana001</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 20:45:13 UTC</pubDate>
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