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      <title>Nadia Ferreira by Nadia Ferreira E1T3E2</title>
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      <description>Professora de Matemática e Ciências Naturais do 2.º ciclo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-09 21:26:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-27 03:26:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/129364318</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Eu sou a Nadia Ferreira! Sou professora de Matemática desde 2000. Ao longo dos anos conheci muitos alunos que precisavam&nbsp; de acima de tudo de desenvolver competências sociais e pessoais e a escola até agora respondia com apoios de natureza disciplinar... Enfim, parece-me que estas tutorias são um novo movimento com muitas mais valias!</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-09 21:29:26 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1</title>
         <author>nadiadferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1.6.<br><strong>Opção C </strong>– O que diria, em poucas palavras, a um colega que lhe manifestasse grande desconforto por lhe ter sido atribuída a função de professor-tutor...&nbsp;<br><br></div><div><em>“Disseram-me para ser tutor, mas não sei exatamente o que significa a tutoria.”&nbsp;<br></em><br></div><div>A tutoria tem como propósito ajudar e apoiar a aprendizagem dos alunos. Principalmente deve"<em>d) Apoiar o aluno no processo de aprendizagem, nomeadamente na criação de hábitos de estudo e de rotinas de trabalho; e) Proporcionar ao aluno uma orientação educativa adequada a nível pessoal, escolar e profissional, de acordo com as aptidões, necessidades e interesses que manifeste;"&nbsp;</em>DN 4-A/2016.<br>Para tal temos que trabalhar aspetos relativos à metacognição de uma forma interativa, sistemática e significativa.&nbsp;<br>Para tal temos que realizar um diagnóstico do processo vivido pelo aluno até então e conhecer o seu contexto, forças e fragilidades. Em seguida deve planificar as ações a desenvolver de modo ajustado ao indivíduo. As ações devem ser estruturadas cuidadosamente monitorizando e ajustando a ação de modo a ser eficiente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 20:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1</title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/130999118</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 2.3.<br><strong>Opção B </strong>– Dos três objetivos do processo de tutoria apresentados, qual representará para si o maior desafio? Justifique. <br>A tutoria é um processo de ajuda que inclui uma base relacional entre tutor e tutorando de elevada importância. Esta é orientada por três objetivos principais sendo que o que considero mais complexo de concretizar será o de promover a ação do tutorando pois implica um comprometimento com a mudança e a implementação de um plano de ação para a alcançar. Muitos alunos neste processo têm que romper com rotinas instaladas e simultaneamente à tentativa de mudança podem viver viver processos de insucesso que o tutor tem que analisar com o tutorando de modo a que este compreenda que este é um processo com avanços e recuos e que por vezes não se refletem em sucessos de imediatos. Muitas vezes os alunos desenvolvem ações em linha com o que estabeleceram mas não vêm reflexos do seu esforço nas notas. Temos que trabalhar com o aluno salientado que apesar da classificação não ser a esperada na verdade existem sucessos a valorizar por muito pequenos que pareçam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 21:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo motivacional</title>
         <author>nadiadferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Simplesmente adoro este vídeo!<br>https://youtu.be/wm2d93vG39 M?list=PL_Y- 60C2FBpb5tICUrVbWESwKZfun 7rIf&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 21:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2- Tarefa 1.7: Tipos de conhecimento</title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/132547562</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Calvin sente que a nova informação lhe é familiar porque reconhece uma das palavras “Pedal” mobilizando o seu conhecimento prévio do tipo declarativo sem que perceba que é desadequado ao contexto. Como tal denuncia falta de conhecimento procedimental e condicional. </div><div> </div><div>Hobbes corrige Calvin substituindo a única palavra reconhecida e não constrói um diálogo que permita que Calvin compreenda a sua instrução. Como resultado o Calvin sente-se novamente perdido.</div><div> </div><div>Muitas vezes os docentes não estão alertados para a importância da construção do conhecimento, pelos os alunos, através de um questionamento que guie essa mesma construção. Durante esse questionamento temos que desconstruir ideias prévias e significados nem sempre adequados ao contexto. </div><div> </div><div>No caso da Matemática temos muitos alunos que têm domínio dos procedimentos de cálculo mas porque não compreendem porque os fazem utilizam-nos erradamente ou fazendo generalizações erróneas (ex: quando multiplicamos dois números o resultado é sempre maior que os números envolvidos. Esta afirmação é apenas verdadeira para os números naturais). Assim, na Matemática o conhecimento conceptual ou seja o conhecimento relativo à compreensão e ao estabelecimento de relações entre factos é muito importante. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-23 15:50:18 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 – Tarefa 1.7.</title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/135646296</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Opção A - </strong>Escreva cinco exemplos de expressões que já ouviu alunos a verbalizarem quando se confrontam com os seus sucessos e/ou insucessos. Caracterize o tipo de atribuições causais e comente as suas implicações no comportamento dos alunos.<br><br></div><div>Exemplo 1: “O teste era muito difícil!” – Causalidade externa, estável, incontrolável. O aluno sente que a solução a esta questão não está em si mas em razões externas estáveis e não controladas por si. O feedback será orientar o aluno no sentido de se preparar sempre para testes difíceis de modo a estar preparado para qualquer tipo de avaliação. Devemos sempre estar preparados para o máximo e não trabalhar para os mínimos.<br><br></div><div>Exemplo 2: “Tive azar e a professora fez a questão-aula no dia em que não estudei!”. – Causalidade externa, instável e incontrolável. O aluno sente que não pode controlar a questão por ter sido um acontecimento imprevisto e sente falta de controle. A questão a explorar será que devemos estar preparados todos os dias para a avaliação seja ela formal ou informal. Todas as situações são de avaliação e aprendizagem e temos que estar atentos nas aulas, expondo dúvidas de modo a estar constantemente preparados.<br><br></div><div>Exemplo 3: “A professora de XXX não gosta de mim e faz sempre as perguntas difíceis a mim!”. – Causalidade externa, estável e controlável. O aluno coloca o outro no centro da má relação sem que atribua a si as razões de tal relação. Podemos tentar explorar o tipo de perfil de aluno que a professora gosta, confrontar com o perfil do alunos e levá-lo a perceber o que ele pode fazer para melhorar a relação. O movimento é centrar o aluno em razões intrínsecas, estáveis e controláveis e agir em conformidade.<br><br></div><div>Exemplo 4: “ Não sou um bom aluno a Matemática!” – Causalidade interna, estável e incontrolável. O aluno sente que independentemente do que possa fazer não pode alterar a situação. Para explorar a situação podemos trazer situações do quotidiano onde o aluno é bem sucedido e que envolvem capacidades da matemática levando o alunos a compreender que tem capacidade para levar a cabo as tarefas pedidas na disciplina. Entretanto o tutor deve colocar a situação ao professor de Matemática que deve propor tarefas onde o aluno possa ser bem sucedido sem que a Matemática seja explicita e apenas no final deve explicitar as questões matemáticas envolvidas de modo a surpreender o aluno com as suas capacidades.&nbsp;<br><br></div><div>Exemplo 5: “Nesta disciplina não preciso de estudar porque acabo sempre por passar” - Causalidade interna, estável e controlável. O aluno sente que controla a situação e não percepciona as consequências para o seu comportamento. O tutor deve levar o tutorando a dar-se conta das consequências do seu comportamento e se quer viver com as consequências. Deve analisar diferentes cenários e apoiar o aluno na escolha de novos caminhos e opções (mais positivos).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-06 23:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4- Tarefa 1.4. </title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/137231437</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Opção A </strong>- Imagine que é o professor responsável por realizar uma peça de teatro/jornal da escola com os seus alunos. Descreva como procederia, utilizando o modelo PLEA.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;| <strong>Fases</strong> | <strong>Descrição</strong><br> | Planificação | Inicialmente definia os objetivos do projeto e planeava com os alunos as diferentes fases do trabalho e respetiva calendarização. Nesta fase de planeamento “partia” o projeto em tarefas concretizáveis e estabelecíamos espaços, materiais e distribuíamos tarefas.<br> | Execução | Durante esta fase monitorizava o trabalho questionando os alunos sobre as tarefas realizadas, se existiam dúvidas e pedindo que registassem um balanço do trabalho já realizado. Caso fosse necessário pensaríamos se era necessário alterar o plano inicial e voltávamos a planear e calendarizar as tarefas a realizar.&nbsp;<br> | Avaliação | A fase de avaliação não deve ser entendida como uma fase final mas como algo que se vai realizando ao longo do processo. No entanto no final teríamos que realizar um balanço sobre o trabalho realizado confrontando o conseguido com o que foi planeado. Deste modo, todos devem repensar o que correu menos bem e congratular-se com os sucessos identificados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-13 22:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5- Tarefa 1.3.</title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/138947695</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Opção B </strong>– Baseando-se nos conteúdos do presente módulo, comente o discurso de um pai de um aluno do 9.o ano. <br><br></div><div><em>“Não percebo o meu filho... Tem os melhores resumos da turma seguramente. Fiz-lhe a papinha toda e mesmo assim não chega à positiva”. <br></em><br></div><div>Considerando que o processo autorregulatório da aprendizagem é dimensional é importante que o tutor vá explicitando as suas estratégias e respetivas funções. <br><br></div><div>Assim, este encarregado de educação, como alternativa, à realização dos resumos deveria começar por analisar com o seu filho porque é importante realizar resumos e como até determinada altura o aluno estava a fazê-los. Em seguida deveria explicar como se fazem resumos tornando explícitos os diferentes passos da sua construção (ler a informação, sublinhar os aspetos mais importantes e reconstruir a informação sublinhada dando coerência às ideias e ao texto - Regime de observação.<br><br></div><div>Em seguida seria importante a construção de um resumo com o apoio do adulto - registo de imitação. Esta construção conjunta deve ser realizada com o apoio progressivamente menor do adulto e com um papel ativo cada vez maior do aluno. No final do processo o aluno deve realizar o resumo de modo autónomo e o adulto deverá dar um feedback formativo do trabalho realizado guiando o aluno e levando o aluno a assumir o controlo da tarefa – registo de autocontrolo.<br><br></div><div>Dá-se como finalizado o processo quando o aluno realiza a tarefa, quando considera que é necessário, de modo autónomo e realizando a sua própria avaliação da tarefa reconstruindo o trabalho e melhorando a sua qualidade -  registo de autorregulação. <br><br></div><div>Neste processo através de uma instrução direta constitui-se um conhecimento declarativo, seguido de um conhecimento procedimental e finalmente, quando a aluno transfere as suas aprendizagens para outras situações, um conhecimento condicional com um foco no objetivo final. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 17:35:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 6 - Tarefa 1.7</title>
         <author>nadiadferreira</author>
         <link>https://padlet.com/nadiadferreira/nadiaferreiraE1T3E2/wish/138972704</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Opção A<br></strong><br></div><div><em>Cerca de 75% da população cigana não completou o ensino básico. Em Portugal os dados refletem níveis baixos de envolvimento escolar relativamente aos valores e normas escolares (e.g., faltar às aulas para ajudarem os pais nas feiras) expressos em elevado insucesso no ensino básico (45%) e taxas de abandono preocupantes (15%) (Nicolau, 2010), mesmo quando comparadas com outras minorias (e.g., comunidade PALOP) (Magano, 2012).&nbsp;<br></em><br></div><div>Tendo em conta o que aprendeu sobre o envolvimento escolar, comente esta afirmação e apresente soluções para a dimensão comportamental.&nbsp;<br><br></div><div>A comunidade cigana nem sempre dá significado às aprendizagens realizadas no contexto escolar. As razões para tal serão variadas e podem passar pelo facto de os adultos não terem vivido processos de aprendizagem significativos na escola e considerarem que ainda assim tiveram percursos de sucesso. Estes percursos de sucesso têm como base valores culturais diferentes dos defendidos na escola. Assim, os encarregados de educação não valorizam a escola como um contexto que proporciona uma progressão social dentro da comunidade e na sociedade em geral.<br><br></div><div>Quando as crianças da comunidade cigana começam a frequentar a escola evidenciam muitas vezes possible selves não alinhadas com o percurso escolar. Por outro lado, quando têm frequências escolares intermitentes tendem a viver situações de insucesso escolar, quando se comparam com o pares. Estas vivências promovem o aparecimento de Possible selves Temidos, como o medo de errar por exemplo, o que leva a quererem evitar as tarefas propostas e como tal, a não quererem frequentar a escola.<br><br></div><div>Por outro lado, o envolvimento escolar fica comprometido no que respeita ao envolvimento comportamental e emocional. O primeiro fica evidente nas faltas dos alunos e na compreensão das regras de comportamento que podem ser dissonantes entre a escola e o meio familiar. O envolvimento emocional fica comprometido quando os alunos não se sentem pertencentes à escola e sentem que a cultura dominante é muito diferente da sua refugiando-se na comunidade e fugindo da escola.<br><br></div><div>De modo a ultrapassar estas questões é importante trazer os alunos à escola e promover processos de aprendizagem significativos e de sucesso. Deste modo, começamos por trabalhar o seu envolvimento emocional promovendo mudanças de comportamento que permitam que se desenvolvam mais e melhor quer emocionalmente quer adoptando comportamentos mais assertivos. Para tal&nbsp; é importante de tomem consciência do seu papel no estabelecimento de objetivos a curto prazo e que os levem a cabo de modo cada vez mais autónomo. Deste modo a longo prazo adquirem capacidades autorregulatórias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 23:21:30 UTC</pubDate>
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