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      <title>PIBID -Subprojeto História by </title>
      <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria</link>
      <description>Registros de atividades formativas, diálogos, reuniões e atividades no Colégio Estadual Professor Edgar Santos, feito por Nalbhert Dantton, graduando em História pela UFRB e bolsista do PIBID (Programa de Iniciação a Docência) 2024-2026.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-13 00:21:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-04-16 18:40:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Encontro do PIBID do dia 27/03</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3407397645</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes da nossa segunda reunião no dia 27/03 nos foi apresentado um formulário, com questões referentes ao nosso papel e nosso futuro diálogo nas escolas do Recôncavo. Dadas as respostas, na quinta (27/03/2025) a turma 02 se encontrou no Nudoc junto ao professor Henrique, que nos trouxe reflexões muito pertinentes a respeito do espaço escolar a partir das noções que carregamos conosco e que expusemos nos formulários, o foco era pensar a escola como um lugar múltiplo que devemos observar e nos esforçar para compreender, para então nos engajar no trabalho em nosso projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 01:29:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palestra e  Reunião Inicial do Pibid  feita pela professora Jamille Oliveira feita no dia 20/03</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3414345562</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia abrimos presencialmente o projeto com a palestra da Prof(a) e Dr(a) Jamille Oliveira, que nos fez refletir sobre o ensino de história indígena, ancestralidade e outras questões, na perspectiva de aproximar estes temas da realidade que encararemos ao longo do projeto. Este diálogo foi central para o Subprojeto História para imergirmos sobre os debates atuais sobre a cosmovisão indígena, africana e afro-brasileira. Além disso, foi importantíssimo ter esse diálogo para no habituarmos ao contato entre pibidianos, alguns supervisores e coordenadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 21:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 03/04 - Com Henrique Sena</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3414348119</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor Henrique deu continuidade ao debate sobre a pluralidade escolar, frisando a importância de percebermos a cultura escolar com algo dinâmico, histórico e social. Neste dia houve um debate mais aberto com os pibidianos, alguns puderam relatar suas experiências nos estágios, nos antigos pibid's e na antiga residência pedagógica, o que abriu um leque de possibilidades para se pensar as atuações nos colégios e outras questões. Acredito que foi um dia bastante produtivo, visto que pudemos conciliar a experiência de alguns veteranos com a curiosidade de alguns calouros. Várias coisas ficariam explícitas e muitas experiência foram expostas de maneira múltipla, para que pensássemos os limites e as produções que os colégios nos permitem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 21:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 10/04-Encontro com Professora Jussiana e Professor Borges</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3414351618</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia tivemos os diálogos com Professor Borges que trabalha do Colégio Edgar Santos na cidade de Mangabeira e Professora Jussiana que trabalha no Colégio Rômulo Galvão, ambos nos trouxeram suas trajetórias nos colégios, explicando como trabalharam temáticas afro-brasileiras, indígenas e africanas em sala de aula. Nos trazendo propostas de desconstrução do conhecimento falho do senso comum, falando da autonomia de seus discentes e dos interesses deles que guiaram seus projetos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 22:06:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dia 29/05 - Palestra de Kabengele Munanga</title>
         <author>juvenal1</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3472637906</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor Kabengele Munanga problematizou as estratégias coloniais que reduzem a política africana a tribalização. Diminuindo a atuação das comunidades africanas e limitando as políticas autônomas africanas. O professor fala da divisão que o colonialismo promove dentro de algumas castas africanas, apontando que esta divisão desenvolve guerras civis. O professor enfatiza o conflito Congo Belga nessa relação, expondo as estratégias coloniais de conquistar e dividir os africanos, a partir das noções políticas coloniais e dá exemplo da concepção de "nação" que é produzida pelos colonizadores e aplicada no contexto africano com fim de exercer domínio político e ideológico.</p><p><br></p><p>De modo geral, o professor fala dos impactos do colonialismo como fator preponderante para formação de conflitos, embates políticos e econômicos em diversos territórios da África.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 14:19:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dia 26/05 - Encontro com as Supervisoras Gleysa Texeira e Kátia Santos</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3472823722</link>
         <description><![CDATA[<p>Professora Gleysa Texeira, profissional que trabalho no Edwaldo Brandão de Cachoeira, relatou sobre a experiência de sua pesquisa, tratando de Cabeluda, figura bastante conhecida na cidade de Cachoeira por ser dona de uma casa de entretenimento adulto, feitora de algumas contribuições para a comunidade cachoeirana. Explorou as entrevistas das prostitutas da Casa de Cabeluda, abordando a importância da história oral e da antropologia, além de explicitar sua vivência no Mestrado de Ciências Sociais, abordando a necessidade do estudo de etnografia.</p><p>A professora contou a resistência de Cabeluda com as primeiras entrevistas, até ela adquirir “jogo de cintura” para ela se abrir mais e contar sobre a vida dela. Gleysa centraliza as leituras em sua vida e o quanto importante elas foram para que ela amadurecesse sua perspectiva sobre a “brega” de Cabeluda, ela cita vir de família conservadora e que acreditava que Cabeluda foi um divisor de águas na sua vida, te proporcionando outros olhares. A professora trabalha a trajetória de Cabeluda através da cartografia, identificando as principais bregas da cidade, enfatizando o papel da urbanização no deslocamento do bregas da cidade, migrando para proximidades da rua 7 de setembro.</p><p><br></p><p>Depois a professora Kátia Santos, atuante do Colégio Edgar Santos, iniciou o diálogo falando da sua trajetória como mãe e mulher negra, problematizando o racismo que atravessou e atravessa seu dia a dia. Ressaltando sua luta no Coletivo Angela Davis e na sua atuação como professora, na montagem de projetos para a escola, no seu livro escrito no Mestrado. A professora falou da atuação das meninas do seu colégio no seu projeto, frisando a importância do empoderamento capilar para formação da própria identidade.</p><p>Kátia ainda situou a importância de combatermos o racismo a partir da compreensão da negação da raça, usos de “moreno claro” e outros servem para ilustrar a negação da própria raça social e para formação autodeclaração e aceitação da própria identidade que foi muito importante para que ela trabalhasse em cima disso no colégio onde atua. A professora explicita sua luta e o quanto é difícil continuar mostrando que mesmo desacreditada pretende continuar mostrando muita força num discurso muito forte e inspirador, deixando claro que o combate ao racismo num colégio com 89% dos alunos autodeclarados negros é fundamental para a promoção de autonomia, empoderamento e autoafirmação que são imprescindíveis para a adolescência, contribuindo para formação de um adulto mais bem instruído sobre si e sua experiência de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 24/04 - História e Cultura Indígena com André Rêgo</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3472835152</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia pudemos discutir sobre as pesquisas sobre a atuação indígena no Recôncavo da Bahia. O professor André Rêgo nos trouxe um debate com documentos coloniais, onde pudemos analisar e perceber a presença da resistência indígena, suas articulações e suas ações contra coloniais durante o período colonial de exploração das terras do Recôncavo.</p><p><br></p><p>Inúmeros fatores puderam ser refletidos, como o uso da tecnologia indígena e suas ações militares, de subsistência e as migrações deles, assim como suas permanências e o conflitos entre povos indígenas. Este último que foi um fator importantíssimo utilizado pelos colonizadores combaterem os indígenas. Depois destes debates e explanações, o professor sugeriu que formulássemos diálogos históricos pedagógicos a partir de algumas perguntas, a fim de nos preparar para atuar no PIBID, na rede pública de educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:50:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Encontro com professor Juvenal, no dia 05/06/2025</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3521560988</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O Professor Juvenal abordou os seguintes temas:</strong></p><p><br/></p><p><strong>Trabalhando os princípios:</strong></p><p>Juvenal comenta dos 14 países em guerra na África em relação aos 55 países do continente, e a ideia de a “África em está em guerra” comentada pelo professor Kabengele Munanga. Juvenal opõe essa ideia expondo como a minoria não representa o continente.</p><p>O professor comenta ainda como os africanos lidam com a adversidades com criatividade e originalidade.</p><p>Juvenal comenta da ancestralidade, como uma chave poderosa para se trabalhar na escola. Comenta como foi estruturante das realidades africanas e como isso esteve presente na formação da nossa sociedade.</p><p><br/></p><p><strong>Tempos: </strong>Construção Histórica, não natural e social.</p><p>Outra forma de lidar com o tempo, de lidar com os processos, rompendo com a linearidade. Nos forçando a repensar passado, presente e futuro.</p><p>“O que morreu, não morreu, mudou e continua presente”</p><p>Pensar o tempo como as sociedades que estamos estudando é importante.</p><p><br/></p><p><strong>Legado e Herança: </strong>Conhecimentos, Tecnologias, Economia e Política. Assim como as artes, crenças e costumes, mas não só eles.</p><p><br/></p><p><strong>Arte</strong> é uma perspectiva de contemplação ocidental, aquilo produzido nas sociedades africanas tem um significado e sentido nas sociedades. Até ser tirada de contexto e limitada a contemplação.</p><p><br/></p><p><strong>Humanidade dos Africanos: </strong>“A humanidade implica toda experiência humana”, limitar a visão sobre africanos as coisas ruins desumanizam eles. Precisamos fazer o esforço para entender aquela sociedade.</p><p><br/></p><p><strong>África não é brasil: </strong>Não possível conhecer a África porque conheço o Brasil.</p><p><br/></p><p><strong>Representação e Poder, Hegemonia: </strong>“As estruturas de poder no Brasil são racialmente estabelecidas”. O racismo que estrutura as relações de poder do Brasil (cita o exemplo Grécia e África, e a não dificuldade de aplicar o conteúdo grego).</p><p><br/></p><p><strong>Repensar a educação.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Lei 10.639 e a superação de limites – </strong>Formação dos Professores, material didático.</p><p><br/></p><p><strong>Superar as representações hegemônicas: </strong>&nbsp;Fugir do folclore, trabalhar para inserir o conteúdo de história da África no cotidiano. Utilizar os temas da grade curricular para inserir a África no cotidiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 23:30:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 10/07 - Palestra da Professora Eliane Cavalleiro na Fundação Hansen</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3521567591</link>
         <description><![CDATA[<p>Os seguintes tópicos foram abordados pela professora Eliane: </p><p><br></p><p><strong>Socialização Primária</strong> – Aprendizado em sociedade.</p><p><br></p><p>Discordância, Amadurecimento (Não pertencimento na USP em 1994, quando ingressou na pós)</p><p>A professora alega que sua permanência na universidade foi dificultada por ideologia racista, e apontou que sua manutenção no espaço ocorreu por conta da rede de apoio com outras pessoas negras. Socialização colocou nela lentes para enxergar o mundo.</p><p><br></p><p>A professora comentou que nasceu no Capão Redondo, e teve que lidar com empobrecimento e vulnerabilidade social e impacto que:</p><p>“Para sair dessa situação precisa que eu alguém acredite em você e te seduza a sair disso, estudar, prestar concurso”</p><p><br></p><p><strong>Os pontos abaixo foram centrais na sua discussão:</strong></p><p><br></p><p><strong>Agentes de Socialização</strong></p><p>Família, Escola, Amigos e Grupos de Pares, Mídias, Instituições Religiosas e Políticas</p><p>“Da família vai sair a mulher submissa e o homem machista”</p><p>Conversar com amigos para que eles nos deem toque (do que sofremos).</p><p><br></p><p><strong>Quando a instituição precisa responder pelo racismo-Aquele racismo feito é institucional.</strong></p><p><br></p><p><strong>O racismo vai nos atravessar e é preciso que saibamos como lidar com isso.</strong></p><p>O que na minha disciplina serve para diminuir o racismo na sociedade ou está servindo para reforçar.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Preconceito – </strong>Subproduto do Racismo</p><p><strong>A professora evidenciou a valorização da cultura afrobrasileira, e  a educação antirracista para as crianças brancas.</strong></p><p><br></p><p><strong>Porque a gente ainda experiencia racismo hoje?</strong></p><p>300 anos de escravidão, pessoas socializadas com o olhar da inferioridade das pessoas negras.</p><p><br></p><p><strong>Racismo Recreativo e Banalização.</strong></p><p><br></p><p><strong>Ela usou uma Música de Lazzo Matumbi: </strong>14 de maio.</p><p><br></p><p><strong>Imagens de escravização (pelourinho e Anastácia): </strong>Imagem usa mais para submeter (reforçar) do que para problematizar a escravidão.</p><p><br></p><p><strong>Violência Contínua: </strong>Homens negros presos e vistos como “sempre perigosos”.</p><p><br></p><p><strong>Concretizar a educação: </strong>Os pais aconselham os filhos a estudarem e não são vistos estudando, ou seja, essa socialização não reforça o estudo.</p><p><br></p><p><strong>Desigualdades e Privilégios: </strong>Eliane mostra como desde a década de 30 a 70, como os anos de escolaridade de pessoas negras e brancas aumenta, mas aponta que as pessoas negras não alcançam as brancas em anos de escolaridade.</p><p><br></p><p><strong>Políticas públicas: </strong>Pensadas de forma uniforme, universalizadas, Eliane aponta que é diferente ser um estudante negro de Salvador e um estudante branco de St. Catarina, evidenciando a falha das propostas de educação.</p><p><br></p><p><strong>Negros e negras: </strong>Busca por Direitos e Participação</p><p>O Protocolo de educação tem que ser pensado para crianças brancas e negras</p><p><br></p><p><strong>Lei de Cotas: </strong>Reconhecer que o processo foi iniciado por estudantes negros. Pensar a política de cotas, apoio da UNEB, da UFRJ (Grupo Denegrir) e a Universidade de Brasília (Grupo Enegrecer).</p><p><br></p><p>&nbsp;<strong>Conivência</strong> <strong>do Racismo</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 23:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>08/07 - Visita ao CEPES (Colégio Estadual Professor Edgar Santos) em Mangabeira</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3521584272</link>
         <description><![CDATA[<p>A visita ao CEPES (Colégio Estadual Professor Edgar Santos) foi tranquila, a professora Diana Souza junto ao Coordenador&nbsp; do PIBID Juvenal Carvalho nos conduziu pelo colégio, apresentando os espaços e os profissionais de cada setor. As pessoas foram bastante acolhedoras com a gente, além disso, o tamanho do colégio me surpreendeu, há muito espaço para os alunos transitarem, o espaço para almoçar é bem confortável e o teatro do colégio é muito bem feito. Pudemos andar bastante, coletar muitas informações e ver tudo, pudemos ver algumas salas e interagir rapidamente com alguns alunos. Foi uma ótima visita que nos proporcionou muito ânimo para atuar no colégio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 00:01:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/07 Professora Martha Rosa e Atividade Formativa com a Utilização de Jornais Negros</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3521629504</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora Martha Rosa propôs a utilização de jornais negros do séc. XX em sala para abordar a formação e os ideais políticos negros. Diante disso, nos desafiou a montar um plano de aula ou sequência didática com jornais do site <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://negritos.com.br/">Negritos</a>. A minha abordagem dialogou com uma matéria que incentivava pessoas negras a repensar seu voto durante a formação da Constituição de 1888. Minha proposta foi utilizar a matéria para produzir pesquisas de materiais percentuais, audiovisuais e informativos em sala de aula que evidenciassem o lugar que as pessoas negras ocupavam durante o período, para relacionar com a matéria e refletir sobre a importância da população negra ter seus representantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 00:34:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 15/05 - Palestra da Professora Joseane</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3521652269</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora Joseane palestrou no auditório do Cahl, sobre o ensino de história e uso de tecnologias. Foi uma palestra muito enriquecedora para pensar a produção dos materiais didáticos de história, as dificuldades e possibilidades de aplicação. A professora nos mostrou alguns de seus projetos e o que mais chamou atenção foi a aplicação e produção de um jogo feito por ela em sala de aula, utilizando um universo semelhante ao minecraft. Ela no contou que o uso dessa tecnologia se tornou tradicional na escola onde atua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 00:50:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 17/07 - Roda de Diálogo da Professora Maria José dos Santos</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3522508086</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora introduziu sua roda de diálogo apontando o vínculo do racismo com as estruturas sociais, além de argumentar que a cultura é um forte aliado para manutenção e diminuição do racismo. </p><p><br/></p><p><strong>Xirê Epistêmico: </strong>Um processo em que todo mundo consegue se visualizar por estar em círculo, sem horizontalidade e nem verticalidade.</p><p><br/></p><p>A professora destacou a prática de ensino dos terreiros, evidenciando sua circularidade. Sendo protagonizada pelas Yiás que se reúnem, conversam, discutem sobre suas práticas e seu dia a dia.</p><p><br/></p><p><strong>Práticas Docentes: </strong>A professora apontou que a experiência de professoras negras com vínculo em religiões de matriz afro-brasileiras permitiu aprendizados que contribuem na prática e aplicação da Lei 10.639.</p><p>Segundo ela, essas experiências servem para repensarmos o currículo educacional, que precisa ser alterado, ampliando a aplicação de temas e experiências afrobrasileiras. Havendo uma necessidade de reforma da educação para maior eficácia da incorporação dos debates sobre negritude, cultura negra e combate ao racismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 17:20:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico do Colégio Professor Edgar Santos - 14/07</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3527259169</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA CULTURA ESCOLAR</strong></p><p><br></p><p><strong>Nome da Escola:</strong> Colégio Estadual Professor Edgard Santos - CEPES.</p><p><strong>Endereço:</strong> R. Manoel Machado Pedreira, 320, Gov. Mangabeira - BA, 44350-000.</p><p><strong>Prédio próprio e feito para a escola: </strong>Sim.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Dados da escola:</strong></p><p><strong>Modalidades e etapas de ensino:</strong></p><p>Ensino Médio – Integral ou Parcial</p><p>EJA – Noturno</p><p><strong>Índices de:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aprovação: 89,6%</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conservação (Reprovação?): 3,1%</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evasão: 3,1%</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Matrícula: 969</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Expulsão: Não há expulsão, eles aplicam medidas sócio educativas autorizadas pela SEC BA e ECA.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Suspensão: Não há suspensão, eles aplicam medidas sócio educativas autorizadas pela SEC BA e ECA.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transferidos: 4,2%</p><p><br></p><p><strong>Quantidade de turmas:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 16 turmas no matutino (sendo 04 turmas de ensino integral e 10 no ensino parcial).</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 06 turmas no vespertino (sendo às 06 ensino parcial)</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 04 turmas no noturno para o EJA na sede</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 02 turmas no noturno para o EJA no anexo</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 02 turmas de Fluxo</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 01 Turma logística</p><p><br></p><p><strong>Quantidade de alunos:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alunos: 882 (Matutino: 418), (Vespertino: 115)</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alunos EJA: 184 (Sede: 118), (Anexo: 66)</p><p><br></p><p><strong>Currículos implementados:</strong></p><p><strong>Projetos da escola ou em parceria desenvolvidos e/ou em desenvolvimento:</strong></p><p>O Colégio Estadual Professor Edgar Santos desenvolve e participa de importantes projetos e parcerias que fortalecem a relação entre escola, universidade e comunidade. Um dos destaques é a parceria com o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), por meio do qual professores da escola atuam como supervisores de estudantes de licenciatura da (UFRB). Essa interação contribui tanto para a formação prática dos futuros docentes quanto para o enriquecimento das práticas pedagógicas na escola.</p><p>Além disso, durante o período em que estive na instituição, observei o desenvolvimento de um projeto voltado para o Mês da Consciência Negra, com ações que promovem o debate sobre identidade, história e cultura afro-brasileira.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Recursos Humanos/Estrutura Administrativa:</strong></p><p><strong>Quadro de funcionários/as (professores/as, administrativo e serviço);</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Professores: 37</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Professores de História: 6 professores, sendo 1 REDA</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Servidores: 27 (terceirizados), 02 (REDA)</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vigilantes: 02</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diretora: 01</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vice-diretores: 02</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Coordenadores pedagógicos: 03</p><p><br></p><p><strong>O corpo diretivo está completo? </strong>Sim.</p><p><strong>A quantidade de pessoal de apoio é suficiente? </strong>Nem sempre, mas o que mais atrapalha a escola ter esse apoio são os atrasos em alguns repasses obrigatórios de fundos.</p><p><strong>Quantidade de:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; PST’s:</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Redas: 4</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IEL:</p><p><br></p><p><strong>Funções e setores de organização escolar (Colegiado Escolar, Grêmio estudantil, Associação de Pais): </strong>Colegiado escolar.</p><p><strong>O repasse de verbas é suficiente para atender as demandas da escola?</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Por se tratar de uma escola estadual, os recursos financeiros disponíveis nem sempre são suficientes para atender a todas as demandas. Apesar disso, a equipe gestora tem conseguido administrar bem os recursos que recebe. Vale ressaltar que, com a implementação do tempo integral em algumas turmas, o tempo de permanência dos estudantes na escola aumentou, porém a verba destinada à unidade ainda não foi reajustada para acompanhar essa nova realidade.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Estrutura Física da Escola</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Salas e outros espaços:</strong> Sim, 16 salas, 1 secretaria, 1 direção, 1 laboratório de informática</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Presença de laboratórios: </strong>1</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Biblioteca:</strong> 1</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Quadra de esporte:</strong> 2</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Auditório:</strong> 1 (teatro)</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong> Espaço de convivência:</strong> Vários, espaço amplo</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Cantina:</strong> Sim</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Restaurante:</strong> 1 refeitório</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Área verde:</strong> Sim, inclusive hortas</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sala de professores/as:</strong> Sim, uma</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Dispõe-se de internet?</strong> Sim, embora ainda não seja suficiente para a demanda escolar.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Computadores, televisões e outros aparelhos eletrônicos:</strong> Sim, há em algumas salas projetor e um quadro de projetores disponíveis na secretaria.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Qual o ano da última reforma pela qual passou a escola?</strong> 2024</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Estrutura Pedagógica</strong></p><p><strong>A escola possui:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong> Regimento escolar</strong>: Sim.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Coordenação pedagógica no quadro</strong>: Sim.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Modelo pedagógico adotado:</strong></p><p><strong>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se apresenta Projeto Político Pedagógico – PPP:</strong> Modelo desenvolvido e atualizado pelos envolvidos no processo pedagógico.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>AC (Atividade de Coordenação e a sua regularidade e dia da AC de humanas): </strong>as AC’s são realizadas uma vez por semana pelas áreas do conhecimento, sendo humanas ás terças feiras, contando com os profissionais na instituição.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Projetos e/ou parcerias, quais:</strong> Há no mínimo três por ano, que além de projetos de médio e grande porte como, por exemplo, o da Consciência Negra, ocorrem também os Projetos Estruturantes que são específicos da Rede Estadual e voltados para arte ( música, teatro, poema, vídeo, pinturas) onde os estudantes produzem dentro dessas categorias, sendo que precisam atender o critério de obra autoral. Passam por uma seleção na escola e podem concorrer a etapa regional e estadual.&nbsp;</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além disso, ocorrem mine projetos/ atividades por área, por componentes ou associadas a temas de pertinência local, estadual, federal, mundial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 23:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico - 14/07 - Parte 2</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3527259633</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp; <strong>Ocorrem visitas e atividades extraclasses para:</strong> museus, cidades históricas (Cachoeira, Salvador), para fábricas, arranjos produtivos locais (fábrica de limão, associações locais, por exemplo), a Instituições de nível superior (UNIMAM, UFRB, etc), viagem com 3° ano ( Maceió, Aracaju, Porto Seguro, entre outras), visitas técnicas a: setores públicos (secretaria de Agricultura por exemplo), Comunidades remanescente de quilombo (Cachoeira e Cruz das Almas).</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A escola possui 04 professores substitutos. A substituição ocorre em caso de licença ou aposentadoria.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Possui recuperação paralela:</strong> após o fechamento das notas de cada unidade os docentes verificam a aprendizagem por meio das médias alcançadas, caso estejam menores que a média instituída pela SEC para aprovação mínima, o profissional realiza atividades para verificar onde está a dificuldade maior e aplica um instrumento definido pela área ou por ele próprio para realinhar o aprendizado e oportunizar o estudante alcançar a média. Há reunião de pais e mestres no início do ano por segmento e por turno, e por turmas no decorrer do ano. A escola segue o regimento da rede, em relação a códigos disciplinares, ou seja, o código disciplinar está instituído por meio da rede de escolas estaduais da SEC BA.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Como a disciplina História compõe a grade curricular:</strong> A carga de História compreende 1 ou 2 aulas de acordo com a matriz curricular.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong> Interação Docente e discente: </strong>Mesmo em um contexto de crescente aumento da violência escolar que tem sido exposta pelas redes, observa-se que a relação entre docentes e discentes ainda se caracteriza pelo respeito mútuo, demonstrando a importância do ambiente escolar como espaço de diálogo e convivência saudável.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cada docente acompanha uma turma por ano na condição de coordenador/a e faz esse diálogo mais próximo, faz a avaliação quantitiva/ qualitativa nos Projetos emitindo a compartilhando as notas com os demais. Cada turma possui um líder e um vice-líder escolhidos por eleições diretas e estes são responsáveis nos repasses de informações para as turmas, ou seja, fazem a interlocução entre turmas, coordenador (professor), direção e coordenação Pedagógica.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Projetos relacionados ao desenvolvimento sustentável e/ou consciência ecológica: </strong>Encontramos projetos relacionados ao desenvolvimento sustentável como a plantação de plantas frutíferas e uma horta feita pelos próprios estudantes, além de lixeiras de reciclagem.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A escola é militarizada:</strong> Não.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(projetos sobre Educação Sexual; se apresenta algum projeto sobre Bullying; sobre tolerância religiosa, diversidade cultural; sobre a educação antirracista, sobre temáticas das relações de gênero e feminismo; se existe algum curso de formação continuada para os/as professores/as; se apresenta calendário de reunião de Pais e Mestres; se possui Códigos Disciplinares).</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Dimensões pedagógicas</strong></p><p><strong>Identificar se há:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Reuniões de alinhamento da coordenação:</strong> No início do ano e ao final de cada unidade escolar. Também para reorganizar percursos escolares e para definição de trabalhos e projetos pedagógicos.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong> Interação de docentes e discentes com os projetos:</strong> reuniões obrigatórias no início do ano letivo e ao final de cada unidade.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>O local onde ocorrem as práticas pedagógicas e a frequência delas:</strong> Auditório.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Existência de atividades extraclasse e o seu local de ocorrência; formas e instrumentos de avaliação:</strong> As avaliações podem variar de acordo com a liberdade pedagógica e garantida pela LDB, porém seguem parâmetros para que haja equilíbrio e constância para aferição dos resultados.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Existência de orientação geral da escola sobre a avaliação:</strong></p><p>-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 6 pontos distribuídos em avaliações diversas definidas pelo componente curricular ou pela área. ex; testes, trabalhos escritos, seminários, atividades de fixação, atividades avaliativas, projetos culturais, etc..</p><p>-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4 pontos para avaliação final de unidade por área. Esta avaliação segue estilo simulado ENEM. Assim são realizados três simulados ENEM por área durante o ano para todas as turmas.</p><p><br></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Se existem ações e atividades interdisciplinares:</strong> Todos os projetos culturais/pedagógicos são interdisciplinares.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Cultura digital escolar</strong></p><p><strong>Identificar:</strong></p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Se tem e permite uso de TDIC (tecnologia digitais da informação e comunicação): </strong>Sim, possuem 1 laboratório de informática.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong> Se o uso do celular é permitido e em que situações:</strong> é permitido com a autorização do docente.</p><p>⮚&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Como a escola tem se posicionado perante a lei 15.100/2025 que dispõe sobre o uso de celular nas escolas:</strong> Cumpre dentro do currículo e também com o desenvolvimento dos projetos educacionais e culturais desenvolvidos pela instituição.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fontes de pesquisa:</strong></p><p>Conversas com a supervisão; relatórios de bolsistas de PIBID e RESIDÊNCIA dos últimos 5 anos (conversar com bolsistas das últimas edições); relatórios de estágio de bolsistas dos últimos 5 anos (conversar com colegas que já estagiaram nas escolas e com docentes do componente Estágio I); materiais e produtos didáticos desenvolvidos pela escola ou em parceria nos últimos 5 anos (conversar com coordenadores/as das últimas edições do PIBID/RESIDÊNCIA) dados oficias escolares: IDEB, Censo escolar (conversar com a supervisão para ter acesso aos dados oficiais).</p><p>A maior parte das informações foram coletadas pelos discentes do PIBID na secretaria, coordenação e direção da escola</p><p>SILVA, Luís Carlos Borges da. ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA: ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR EDGARD SANTOS – CEPES (2014-2018)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 23:15:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3527259633</guid>
      </item>
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         <title>Primeira Observação de Aula no CEPES - 13/08</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3556056436</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira observação da turma de fluxo, na disciplina de Literatura Afro diaspórica foi bem tranquila, haviam poucos estudantes na sala, o que me foi explicitado pela supervisora posteriormente, a turma é pequena por ser composta de alunos que apresentam mais dificuldade e que estão "atrasados" em relação a sua formação, além disso, nem todos frequentam com regularidade. Inicialmente na aula a professora Diana deu instruções e incentivou que me apresentasse, aproveitei e comentei um pouco do processo de acompanhamento. Depois disso, a professora deu continuidade a aula.</p><p><br/></p><p>A professora pôs um questionário no quadro e pediu para os alunos copiarem, separou partes do primeiro capítulo do livro "Como ser um educador antirracista?" da Bárbara Carine e entregou-as para os alunos, pedindo para lerem e interpretarem e assim responderem as perguntas.</p><p><br/></p><p>Professora Diana foi num grupo de meninos insistir que se concentrassem na atividade, porque alguns estavam dispersos e a pedido dela eles se concentraram, depois disso ela foi até outro aluno tirar algumas dúvidas e aproveitou para frisar a todos como queria que os alunos compreendessem as perguntas interpretando o texto cedido. O término da atividade eu não pude acompanhar porque o intervalo bateu e o horário da aula se acabou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:10:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3556056436</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação do 03/09/2025 da disciplina de Literatura Afro diaspórica no CEPES</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3567591671</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro momento da aula foi destinado a levar a turma para o corredor para observar uma apresentação do terceiro ano sobre a biografia de Epicuro e o epicurismo, orientada pela professora Noely.</p><p><br/></p><p>No segundo momento a professora Diana passou uma atividade sobre cientistas negras e suas biografias, um tipo de material preparatório para o projeto da Consciência Negra do CEPES. A proposta foi que os alunos lessem a biografia e achassem as palavras de destaque num caça palavras, depois apresentassem rapidamente o que haviam entendido da trajetória das mulheres.</p><p><br/></p><p>O material parece ter tido uma boa resposta, alguns terminaram bem rápido e acharam as palavras sem muita dificuldade. Não pudemos ver a apresentação deles porque o intervalo bateu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 20:32:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação no CEPES do dia 10/09/2025 - Literatura Afrodiaspórica</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3583394511</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta de aula da professora Diana era uma montagem de cartaz, contendo cientistas negras. A professora disponibilizou o cartaz, tintas, pincéis, tesoura, lápis de cor e aproveitou atividades que já tinha aplicado em sala para que os alunos montassem o cartaz.</p><p><br></p><p>A tarefas foram divididas em quatro partes pelo que observei, 4 alunos organizavam o cartaz, estendendo-o nas mesas para esticá-lo e cortá-lo. Um outro aluno dava conta de pintar as mulheres que estavam em imagens preto e branco. A terceira tarefa ficou para outro menino que cortava os rostos e nomes das cientistas para colar no cartaz, eram imagens com cor impressa. A última tarefa foi destinada a dois alunos, menino e menina, que cortavam as atividades (caça palavras e textos) para colar no cartaz.</p><p><br></p><p>Sobre a interação deles, o cartaz concentrou um apoio coletivo maior, eles discutiram sobre cortar e quais cores colocar, além de outros elementos e ajustes. Três alunos chegaram a pintar as bordas do cartaz juntos, enquanto isso tanto eu quanto professora Diana comentávamos sobre algumas coisas do material e dávamos sugestões a eles. Enquanto isso outros que já tinham terminado suas tarefas se aproximaram e a interação foi ficando maior.</p><p><br></p><p>Sobre a observação que fiz das outras tarefas, a pintura das mulheres cientistas foi a que mais houve debate sobre as cores, um dos alunos sugeriu que uma delas fosse pintada com vitiligo e eu pesquisei sobre para ajudar ele ter uma referência, para ele incentivar um outro colega a pintar, foi interessante ver como a inclusão esteve representada pelo desejo de um dos meninos nesse caso. Além disso, as cores usadas foram bem variadas, deu para ver muita criatividade deles.</p><p><br></p><p>As outras tarefas foram mais rápidas e exigia só continuidade no corte do material, observei pouco. Mas de modo geral foi um momento bastante produtivo, tanto pela interação quanto por ser um momento preparatório para o evento da Consciência Negra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 22:53:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Observação do dia 17/09</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3629704280</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia a professora Diana escreveu um texto em diálogo com a temática do Projeto da Consciência Negra do CEPES, expondo a trajetória tecnológica no Brasil, copiando o texto no quadro e pedindo para que todos copiassem.</p><p><br></p><p>No meio da aula metade dos alunos da sala foi chamada para a diretoria, aparentemente eles tiveram algumas questões entre eles, que se passaram anteriores a aula. Ficamos todos questionando o que poderia ser, mas não houve conclusão nenhuma do ocorrido, quando voltaram três ou quatro levaram suspensão, no decorrer do tempo o assunto foi deixado de lado.</p><p><br></p><p>Depois disso, alguns procuraram Diana para falar sobre passar de ano, dificuldades e expectativas. Foi uma boa interação, deu para perceber a preocupação deles com o rumo escolar com bastante sobriedade. Assim se encerrou a aula</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-13 12:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina do dia 24/09 no CEPES de Mangabeira.</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3629724914</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia aplicamos a oficina, Eu e Iana, com ajuda da professora Diana. Montamos uma cruzadinha sobre intelectuais negros do século XVIII ao XIX, recorte do projeto do CEPES para turma de 2º ano, afim de incentivar os meninos a pensarem em alguns nomes para o projeto.</p><p><br/></p><p>Abrimos explicando o que tínhamos montado, dando as orientações com colaboração da professora Diana. Depois entregamos os papéis com as cruzadas, tivemos um empecilho inicial com internet, eu e Iana roteamos para alguns alunos enquanto a professora pegava outro código de internet no colégio. Em 10 minutos deu para todos iniciarem as pesquisas, nas primeiras dúvidas fomos nas carteiras e depois fomos escrevendo no quadro aquelas dúvidas que podiam ser gerais.</p><p><br/></p><p>A continuidade da pesquisa teve que ser conduzida pela professora, por conta do horário de término da aula, demos a cruzadinha com as repostas certas para ela, afim de facilitar a pesquisa dos meninos no segundo horário. Conversamos no final para falar de ajustes e questões do acompanhamento e nos despedimos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-13 13:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>22/10 - Atividade no CEPES</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3684939355</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora Diana passou uma atividade sobre tecnologias africanas. Com objetivo de fazer com que os alunos lessem e interpretassem as questões propostas no verso da atividade.</p><p><br/></p><p>A atividade tratava de diferentes lugares de África, a fim de abordar diversidade étnica e tecnológica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 18:36:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/10 - Observação de Aula no Auditório</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3684940136</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia a professora Diana nos direcionou para o auditório do colégio, para fazer uma atividade de pesquisa com os alunos. A escolha pelo auditório se deu para deixá-los mais a vontade e incentivá-los a colaborar estando próximos, num tipo de roda.</p><p><br/></p><p>A pesquisa solicitava buscas pela internet por mídias que houvessem pessoas negras e pessoas brancas, a fim de desvelar com essas figuras eram representadas nesses meios. A atividade visava um levantamento da quantidade de pessoas negras e brancas que eram representadas, sua estética, posição de poder e outros elementos, com objetivo de fazê-los refletir sobre racismo nos meios midiáticos, depois da pesquisa seria feita uma discussão sobre a percepção deles daquilo que foi levantado. Acabamos não acompanhando a discussão, porque ficou para outra aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 18:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>04/11 - Reunião de ajustes para Semana da Consciência Negra</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3684940706</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia fizemos uma reunião online com todos integrantes do núcleo, via meet, com a professora supervisora Diana e coordenador Juvenal. Para definir as tarefas de cada um para o evento da Consciência Negra no CETIPES. Demos um feedback da nossa atuação até o momento, descrevemos as observações e as nossas funções. A minha e de Iana foi apoiar montagem de banner de uma turma do noturno.</p><p><br/></p><p>Outras tarefas foram direcionadas, como produção de vídeo do PIBID e montagem de banner do PIBID, designadas a outros bolsistas do nosso núcleo, ficou acordado também que faríamos avaliação dos banners dos alunos no dia do evento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 18:38:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>05/11 - Observação de aula no Cetipes</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3684941202</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia da aula foi passada uma atividade sobre a Maria Carolina de Jesus, havendo biografia dela e um trecho do "Quarto de Despejo" para que os alunos tivessem um contato com a autora e pudessem compreender suas condições de vida.</p><p><br/></p><p>A atividade tinha perguntas que promoviam reflexões a cerca da história de vida da autora e faziam repensar o contexto de sua escrita. Incentivando o aluno a interpretar e idealizar a vida da autora.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 18:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>10/11 - Elaboração de Banner</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3684943700</link>
         <description><![CDATA[<p>O Banner que apoiamos na montagem era da Etapa VII A do noturno, se inseria na temática de egressos negros do Cetipes que seguiram formação no Ensino Superior. </p><p><br/></p><p>O egresso escolhido pela turma foi o Sidnildo Rodrigues, formado em Ciências Contábeis. Nosso trabalho foi fazer ajustes na organização do banner, verificar as exigências e organizar de acordo com os critérios do evento, verificamos o tamanho das letras, as cores dos tópicos, o distanciamento entre linhas, os tamanhos das fotos, as legendas e o design. Depois de terminado, enviamos para professora Diana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 18:41:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>19/11 - Dia do evento da Consciência Negra</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3685115553</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia chegamos as 7:40 para lidar com os preparatórios do evento, Diana e Borges estavam organizando as fichas de avaliação das turmas, que seriam entregues a nós pibidianos. Cada dupla de bolsistas avaliaram turmas, eu e Iana ficam com 5 turmas, uma de fluxo, três de segundo ano e uma de terceiro</p><p><br/></p><p> No primeiro momento ficamos no estande do PIBID, explicando nossas produções para os visitantes, uma dificuldade perceptível no primeiro momento foi dialogar com tanto barulho ao fundo. Um dos professores falava no microfone enquanto o evento rola, o que dificultou nosso trabalho, depois de um tempo isso parou e as coisas melhoraram.</p><p><br/></p><p>Quando fomos avaliar os estandes foi muito bom, a maioria dos alunos tinha estudado muito bem, tinha montado bem seu estande, tinha estruturado bem seus banner's. Destaco uma turma de segundo ano que falou de Maria Odília, com três meninas vestidas a caráter, com bom domínio e com lembrancinha que reconstruía a ideia de medicamento.</p><p><br/></p><p>Destaco outra turma de segundo ano que falou de Kush, vestidas com roupas ligadas a estética africana, boa apresentação, bom domínio e boa montagem de estande.</p><p><br/></p><p>Acredito que a única turma que demonstrou mais dificuldade foi a de fluxo 1 e 2, pareciam mais envergonhados para falar e uma das meninas se destacava mais para abordar o tema, mas havia menos articulação na apresentação como um todo, havia pequenos erros no banner. De modo geral as apresentações foram ótimas e todas muito bem organizadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 23:32:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3685115553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reunião de avaliação de 2025 e planejamento dos meses de Dezembro a Fevereiro - Dia 11/12/2025</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3719332795</link>
         <description><![CDATA[<p>A reunião contou com a presença dos núcleos do CEAG e do CETIPES, no primeiro momento os bolsistas apresentaram suas visões sobre as experiências, as dificuldades, os pontos positivos. De modo geral os comentários foram felizes.</p><p><br/></p><p>No segundo momento o professor Borges teceu suas percepções do projeto, deu dicas de reavaliação e comentou de algumas atuações dos pibidianos. Juvenal aproveitou os comentários para trazer suas observações do projeto e seus ajustes.</p><p><br/></p><p>No final organizamos os planejamentos as tarefas do ano seguinte, que consiste em assistir filmes do levantados no início do ano e produzir análises das obras, relacionando elas a bibliografias e experiências em sala, essa produção tem como finalidade ser publicada. Eu, Iana e Cleidimeire ficamos com filme Keita, o legado griot de 1996, dirigido por Dany Kouyaté.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-11 14:00:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo e Análise de Keita, legado do griot 29/12/2025 a 31/01/2026</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3771775255</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong></p><p><br/></p><p>&nbsp;O filme se inicia com Djelibá Kouyaté saindo de sua comunidade em Wagadu e fazendo uma longa viagem até a cidade, ele se estabelecer na casa dos Keita com objetivo de contar as histórias dos ancestrais a Mabo Keita, o filho da família.</p><p>Seguindo a tradição, Djelibá vive a cidade mantendo todos os hábitos tradicionais da sua comunidade, focando no seu contato com Mabo, que se mostra muito interessado em saber a origem de sua família e de seu nome, adorando o mito de Sundjata Keita. Os encontros do sábio e do garoto ocorrem quando o segundo volta da escola, geralmente numa rede no quintal da casa dos Keita, o menino se mostra muito dedicado a ouvir, questionar e refletir horas sobre as histórias contadas pelo griot, resultando na principal tensão do filme.</p><p>O foco de Mabo nas histórias dos ancestrais tem como consequência a distração e queda de desempenho dele no colégio, incomodando seu professor, Sr. Fofana, que se dirige a casa da família para tentar entender o que passa com o menino e é nesse momento que as disputas do filme se iniciam, o pai de Mabo deseja que o filho continue seguindo os ensinamentos tradicionais e a mãe defende a visão do professor, Sr. Fofana, e prefere que que o filho priorize a escola, deixando os ensinos de Djelibá para depois.</p><p>O griot mesmo quando questionado por Fofana sobre seu papel se recusa abdicar do ensino de Mabo, entendendo que sua atuação é mais importante naquele contexto, alegando ainda que era um equívoco do professor ensinar que o ancestral do garoto era um espécime em comum com o macaco. No decorrer do filme o menino se envolve tanto com a história contada por Kouyaté que passa a contá-la também para seus colegas, seguindo a tradição oral de seu povo, isto causa um desagrado ainda maior no professor que se movimenta em direção às famílias de todos os alunos envolvidos, a fim de dar um basta nas histórias do griot.</p><p>Fofana leva pais de alunos até a casa dos Keita, insistindo para que o ensino das tradições se encerre e deixe de “atrapalhar” seus alunos, gerando um conflito familiar, já que o pai de Mabo segue firme em relação a manutenção do ensino enquanto a mãe se opõe. Este conflito faz com que a esposa decida sair de casa, decisão que é estopim para que Kouyaté não dê continuidade ao seu trabalho de griot, entendendo que isto poderia destruir a casa dos Keita. Decidido a ir embora, o sábio se despede da família e segue seu caminho, Mabo corre atrás dele, mas não o encontra. Após dar a uma volta num baobá, o jovem se conforma com a partida do griot e se senta debaixo de uma árvore, lugar onde tem a visão de um caçador que lhe aconselha e explica um pouco mais sobre a importância dos griots, sugerindo que procure por outros para ter a oportunidade de conhecer a origem de seu nome por completo, permitindo que se conheça ainda mais.</p><p><br/></p><p><strong>Sobre o Diretor:</strong></p><p><br/></p><p>O filme é dirigido por Dani Kouyaté, nascido em 1961 em Bobo-Dioulasso, Burkina Faso. Ele cresceu em família de griots e foi nesse contexto que desenvolveu paixão pelas histórias. Dani Kouyaté iniciou sua trajetória acadêmica no<em> Institut Africain d'Education Cinématographique</em> em Ouagadougou, se formando em cinema. Ele também se tornou Mestre em Animação Cultural e Social pela <em>Sorbonne Université</em> e ser formou na <em>École Internationale d'Anthropologie de Paris</em>. Em 1992, Dani Kouyaté junto a Abdoulaye Dao e Lacina Ouédraogo fundou a Sahelis Productions, onde dirigiu seu primeiro longa-metragem “Keita, o legado do griot”, digno que algumas premiações, ganhando a melhor primeira obra no Fespaco, o Grand Prix Cannes Junior e outras. Sua trajetória abarca outras obras como <em>Ouaga Saga (2005)</em>, <em>Soleils</em> (2013), <em>Medan vi leve </em>(2015), <em>Katanga – La Danse des Scorpions </em>(2025) e outros.</p><p>Além de ser diretor e ator, Dani Kouyaté exerce papel de professor na Universidade de Uppsala no Departamento de Antropologia Cultural e Etnologia e na <em>Wiks Folkhögskola</em> em Uppsala, no departamento de cinema e teatro.</p><p><br/></p><p><strong>Reflexões sobre o filme:</strong></p><p><br/></p><p>O filme constrói uma série de oposições para evidenciar, numa mesma Burkina Faso, o choque entre o mundo tradicional e o mundo colonizado moderno: o campo versus a cidade; a comunidade versus a casa da família; a rede versus o quarto; o comer de mão versus o comer de talher; o griot versus o professor; o pai versus a mãe. Segundo Isaac Bernat (2013), estes e outros elementos marcam a diferença de temporalidade do apogeu do Império Mandinga e sua tradição, em contraste com a modernidade, o que revela a importância do conhecimento africano, mas também expõe sua diluição no mundo atual.</p><p>Por estes fatores, <em>Keita, o legado do griot</em> traz debates interessantes acerca dos conflitos entre tradição, colonização e modernidade. A tensão gerada pelo incômodo do professor com os contos de Djelibá Kouyaté revela uma lógica de poder que a educação promove ao colocar um saber acima do outro, do seu transmissor, da sua cultura e da história a serem transmitidas. Considerando que, no filme, há uma imposição sobre o griot, Mabo e seu pai para que renunciem ou posterguem o ensino tradicional, há, nessa relação, uma estrutura que estabelece uma prioridade para a educação formal em detrimento dos contos de Kouyaté, tratando-os como saberes menores ou irrelevantes. Maria Isaura de Queiroz (2014), ao refletir sobre a situação colonial e as relações de dominação-subordinação na cultura das sociedades dominadas, aponta para a educação como instrumento colonizador que perpetua uma continuidade de poder baseando-se nos valores das metrópoles, aspecto que é reforçado no filme. Em contrapartida, ela enxerga na ação do subordinado um anticolonialismo, quando resiste, veladamente ou não, à imposição de poder.</p><p>Esta resistência se dá na representação feita no filme quando Boicar (pai de Mabo) nega despachar o griot do começo ao fim do filme. Para quem seguia a tradição Keita, o griot ocupava um lugar central e incontestável, figura de autoridade simbólica e histórica, seguindo a tradição mandinga. Em oposição a Boicar estava sua esposa, que não fora iniciada na tradição dos Keita, sendo, no seu mundo, o conhecimento formal técnico-científico um fator de prestígio e necessidade, levando-a a inferiorizar as tradições da família do marido. Este é um conflito do mundo moderno que é feito com muita sobriedade pela película, expondo que a tradição não se limita ao passado, convergindo e divergindo com o mundo atual, tendo seu lugar apesar das dificuldades e da inferiorização.</p><p>Estes fatores que colocam o saber tradicional num lugar menor valorizam ainda mais o griot, que detém, mantém e transmite os saberes dos povos e comunidades numa sociedade que prioriza formas homogêneas e eurocentradas de viver. Isaac Bernat (2013) diz que o griot, como um mediador, é o melhor indivíduo para conciliar este conflito, já que olha o mundo conhecendo a tradição e o moderno. Em contato com Sotigui Kouyaté, ator e griot que interpreta Djelibá no filme, Bernat entende que o cinema amplia a transmissão do mito dos Keita, tornando-se mais acessível para os jovens africanos e para o público do mundo de modo geral, assumindo, pela linguagem cinematográfica, a função histórica do sábio griot. Para além disso, ele também aponta o cinema africano como lugar necessário para desvelar o mundo a partir das várias culturas e imaginários do continente, visto que a tela permite trabalhar o presente, o passado e o diálogo entre eles.</p><p><em>Keita, o legado do griot</em> possui críticas explícitas às estruturas coloniais da sociedade, mas também valoriza o saber tradicional e, em certa medida, promove diálogo entre formas tão distintas de ver o mundo. O filme traz reflexões pertinentes sobre como os povos africanos devem enxergar seu passado, enaltece e incentiva a busca pelo saber orgânico das sociedades pré-coloniais, além de propor um diálogo deste com a modernidade, entendendo que o retorno ao passado não é possível. Deste modo, a película amplia criticamente nosso olhar sobre o mundo, ao questionar hierarquias coloniais de saber e afirmar a permanência da tradição como força viva, e não como resíduo do passado.</p><p><br/></p><p><strong>Referências:</strong></p><p><br/></p><p>BERNAT, Isaac. <strong>Encontros com o griot Sotigui Kouyaté</strong>. 1ª Edição. Pallas. Rio de Janeiro. 2013.</p><p>Keita, o legado griot. Direção: Dani Kouyaté. Duração: 94 minutos Sahelis Productions. Burkina Faso. 1995. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=EHeGi1l9nCg&amp;t=1s">https://www.youtube.com/watch?v=EHeGi1l9nCg&amp;t=1s</a> Acesso: 22/01/2025</p><p>QUEIROZ, M. I P. Educação como uma forma de colonialismo. Cadernos ceru, série 2, v. 25, n. 1, junho de 2014</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-01 00:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reunião do dia 16/04/2026</title>
         <author>danttonhs</author>
         <link>https://padlet.com/danttonhs/pibidsubprojetohistoria/wish/3871162968</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-04-16 18:40:41 UTC</pubDate>
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