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      <title>História da Educação Prazo para responder de 07/06 a 14/6 by JOSYARA FERREIRA</title>
      <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw</link>
      <description>HISTÓRIA E EDUCAÇÃO TERRITÓRIOS EM CONVERGÊNCIA Gondra</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-02 18:50:45 UTC</pubDate>
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         <title>De acordo com o autor como compreendemos o processo da  Educação no Brasil século XIX (século da invenção)</title>
         <author>josyaraferreira</author>
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         <pubDate>2021-06-02 21:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Discrimine Escola -disciplina x regulamentação</title>
         <author>josyaraferreira</author>
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         <pubDate>2021-06-02 21:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Processo e modelo de escolarização</title>
         <author>josyaraferreira</author>
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         <pubDate>2021-06-02 21:21:18 UTC</pubDate>
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         <title>Com base no texto (GONDRA, 2007), conceitue e exemplifique a escolarização e o governo das multidões.</title>
         <author>josyaraferreira</author>
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         <pubDate>2021-06-05 18:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>De acordo com Gondra (2007) cite, conceitue e argumente sobre os regulamentos para uma forma de escola a partir de 1854 no Brasil.</title>
         <author>josyaraferreira</author>
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         <pubDate>2021-06-05 18:48:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Além das Escolas , era comum o Ensino Domiciliar ( nobreza) através de preceptores , pais , e professores particulares</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 19:10:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Além das escolas ,era comum na Educação oitocentista o ensino domiciliar( nobreza)</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Além das escolas, havia disseminação do ensino domiciliar ,na educacao oitocentista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 19:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca Dantas</title>
         <author>rebecadantas3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Foucault, uma sociedade normalizada consiste em um modelo no qual se cruzam conforme uma articulação ortogonal, a norma da disciplina e a norma da regulamentação - que se constitui em uma nova forma de exercício sobre a população.<br><br>(Rebeca)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 23:37:07 UTC</pubDate>
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         <title>Lyceu Paraibano (Maria Natalia da Silva Luiz)</title>
         <author>marianathyhta</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história do "Lyceu Paraibano", no passado um colégio de humanidades onde padres-mestres concentravam os ensinamentos em latim e em filosofia, fascina até hoje centenas de pessoas. Já em 1839 – três anos após a sua fundação – o Lyceu Paraibano complementara as cadeiras criadas anteriormente. O Inglês passou a fazer parte da grade curricular. Mais tarde, as cadeiras de Gramática da Língua Nacional e do Comércio. Dez anos depois, com a sua primeira reforma, o colégio já disponibilizara disciplinas como Álgebra, Aritmética, Filosofia Racional, Francês, Geografia, História, Latim, Moral, Poética, Retórica e Trigonometria. Em 1850, Desenho. Naqueles tempos, muito mais do que nos dias atuais, ser aluno da mais tradicional e mais conceituada escola pública da Paraíba era uma honra. O colégio foi por mais de um século a matriz intelectual da Paraíba, na expressão do professor da UFPB <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Rafael_de_Menezes">José Rafael de Menezes</a>, que publicou em 1983 a obra: <em>História do Lyceu Paraibano</em>. O prédio atual, na avenida Getúlio Vargas, Centro da Capital, foi inaugurado em 1937, pelo governador <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argemiro_de_Figueiredo">Argemiro de Figueiredo</a>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 12:13:08 UTC</pubDate>
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         <title>PERÍODO IMPERIAL (Maria Natalia da Silva Luiz)</title>
         <author>marianathyhta</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1592670502</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a Independência, a educação, anteriormente concebida como um dever do súdito, passou a ser compreendida como um direito do cidadão e um dever do Estado. Desde então, Tornava-se necessário dotar o país com um sistema escolar de ensino que correspondesse satisfatoriamente às exigências da nova ordem política, habilitando o povo para o exercício do voto, para o cumprimento dos mandatos eleitorais, enfim, para assumir plenamente as responsabilidades que o novo regime lhe atribuía. Esta aspiração, conquistou os espíritos esclarecidos e converteu-se na motivação principal dos grandes projetos de reforma do ensino no decorrer do Império.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A Assembleia Constituinte e Legislativa, reunida&nbsp; em 1823, cuidou da instrução pública. Na Fala do Trono, em três de maio, o Imperador D. Pedro I declarou:<br>&nbsp;<br>&nbsp;“<em>Tenho promovido os estudos públicos quanto é possível, porém, necessita-se para isto de uma legislação particular. Todas estas coisas devem merecer-vos suma consideração</em>”.<br> <br> Encarregada da elaboração dessa “legislação particular”, a Comissão da Assembleia apresentou dois projetos de lei: Tratado de Educação para Mocidade Brasileira e Criação de Universidades. Muito se discutiu sobre o número de Universidades, e também, sobre a respectiva localização. Finalmente aprovado, o projeto determinava a criação de duas Universidades, uma na cidade de São Paulo e outra na cidade de Olinda; de imediato, porém, haveria apenas dois cursos jurídicos. Educação como dever do Estado e graduação do processo educativo eram as ideias principais desse documento.<br> Por sua vez, a Comissão Constituinte, no tratamento da educação como matéria constitucional, acatou a ideia de um sistema de ensino para o Brasil, já defendida por José Bonifácio. Propunha-se, então, em âmbito nacional, uma organização sistemática de educação, desde as escolas de primeiras letras às universidades. Assim, a primeiro de setembro de 1823, a Comissão Constituinte apresentou à Assembleia o projeto de Constituição que, prevendo a difusão da instrução pública de todos os níveis, no Art. 250 dispunha:<br> <br> “<em>Haverá no Império escolas primárias em cada termo, ginásio em cada comarca e universidades nos mais apropriados locais</em>”.<br> <br> O Art. 252 instituía, a liberdade de ensino, consignada nestes termos:<br> <br> “<em>É livre a cada cidadão abrir aulas para o ensino público, contanto que responda pelos abusos</em>”.<br>&nbsp;<br> O regime constitucional efetivado na Carta de 1824 representou, inegavelmente, uma conquista. O poder moderador confiado ao Soberano. A ideia da educação como um direito do cidadão e como um dever do Estado saiu vitoriosa. Referente aos direitos e garantias civis, o Art. 179 postulava que a instrução primária fosse gratuita para todos os cidadãos, e que em colégios e universidades se ensinassem os elementos das ciências, belas-artes e letras. Abaixo imagem da&nbsp;<em>Escola Polytécnica</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 12:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>CRIAÇÃO DA ESCOLA</title>
         <author>deisesilva1920</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1593295382</link>
         <description><![CDATA[<div>A criação das escolas como agência de governo das multidões mobilizou, difenciadamente, as forças distintas da sociedade, tendo sido objeto de tensão entre elas e também no interior de cada uma delas.&nbsp;<br><br>DEISIANE.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 15:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Oitocentistas</title>
         <author>deisesilva1920</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1593491961</link>
         <description><![CDATA[<div>postado&nbsp; por DEISIANE </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:01:31 UTC</pubDate>
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         <title> Postado por DEISIANE</title>
         <author>deisesilva1920</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1593554518</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O fenômeno de escolarização deve ser compreendido em sua própria historicidade, podendo vir a funcionar como gabarito de inteligibilidade de processos históricos&nbsp; menos específicos.&nbsp; Desse modo análise do processo de estatização da escola não pode ser no interior do debate das relações entre a chamada "educação natural" e "educação do estado" o que supõe pôr em cena instituições como a família, a escola, asilo, hospital, e rodas, cada uma com a gente&nbsp; a&nbsp; elas associados (pais, professores,&nbsp; diretores, médicos, juristas, cléricos, etc)&nbsp; estratégias desenvolvidas e práticas engendradas.&nbsp; portanto análise do controle aqui a escola passa a ser submetida, por parte do Estado deve considerar o próprio modelo de estado, os projetos formulados para instituições criadas e/ou redimensionadas, mecanismos postos em uso e as reações a eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:23:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MARIA NATALIA DA SILVA LUIZ</title>
         <author>marianathyhta</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1593609046</link>
         <description><![CDATA[<div>http://www.mprj.mp.br/documents/20184/1330165/Educacao_poder_e_sociedade_no_imperio_brasileiro.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:41:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MARIA NATALIA DA SILVA LUIZ</title>
         <author>marianathyhta</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1593615213</link>
         <description><![CDATA[<div>Para DURKHEIN a educação deve formar indivíduos que se adapte a estrutura social vigente instituindo os caminhos e normas que cada um deve seguir, tendo sempre como horizonte a instituição e manutenção da ordem social, a educação é um forte instrumento de coesão social e cabe ao estado ofertá-la e supervisioná-la. Para KARL MARX a educação deve ser vista como um instrumento de transformação social e não uma educação reprodutora dos valores do capital, para MARX a uma necessidade de uma escola politécnica estabelecendo três pontos principais: o ensino geral que é o estudo da literatura, ciências, letras etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 17:44:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1594777165</link>
         <description><![CDATA[<div>POSTADO POR MARCO SIMI</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 03:57:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1594783532</link>
         <description><![CDATA[<div>POSTADO POR MARCO SIMI..SUMÁRIO DO.LIVRO SOBRE EDUCAÇÃO DOMICILIAR NA ERA OITOCENTISTA NO BRASIL</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 04:01:44 UTC</pubDate>
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         <title>POSTADO POR MARCO SIMI. SUMÁRIO DO LIVRO QUE TRATA SOBRE  EDUCACAO DOMICILIAR OITOCENTISTA NO BRASIL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1594786987</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 04:04:02 UTC</pubDate>
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         <title>A Estatização da escola </title>
         <author>andreleader50</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1596318489</link>
         <description><![CDATA[<div>Pelo artigo 209 da Constituição brasileira, a educação é livre à iniciativa privada, devendo ser autorizada e podendo ser avaliada pelo poder público. Nos últimos dez anos, o MEC e seus burocratas emitiram milhares de portarias e enviaram grande número de projetos de lei ao Congresso, sempre alegando que a escola privada precisa ser avaliada. Na prática, eles vêm invadindo a liberdade da escola privada e anulando o direito dos brasileiros a uma opção que não seja a escola única e una  a escola pública.<br><br>A cartada final está no Congresso Nacional, com o Projeto de Lei n.° 4.372/2012, que pretende criar mais um órgão público, o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação do Ensino Superior (Insaes). Trata-se da maior aberração jurídico-política dos burocratas do MEC e com grande risco para a democracia brasileira, caso seja aprovada. Está na Câmara com prioridade e o governo tem pressa. O projeto reserva para a escola privada uma verdadeira estatização. Nem as universidades federais que são mantidas pelo MEC com nossos impostos sofrem tantas interferências e ingerências, mas para a iniciativa privada a proposta do governo prevê de multas a intervenção, com toques de perversidade, como o pagamento de altíssimas taxas para sustentar a burocracia e comprometer a gerência financeira das escolas. Tudo isso aliado a um tratamento excessivamente rigoroso dispensado às escolas privadas, diferentemente do que se vê com o ensino público  afinal, se o mesmo rigor proposto para as escolas particulares fosse aplicado às escolas públicas, a qualidade delas melhoraria.<br><br>O governo não percebe, não entende ou não quer entender que a educação privada é feita de milhares de pequenas instituições de educação infantil, ensino fundamental e médio, cursos técnicos e faculdades espalhadas por esse imenso Brasil e que contribuem decisivamente para o pouco desenvolvimento que temos nos últimos anos; que empregam formalmente milhares de educadores de nível superior; que colaboram decisivamente para o desenvolvimento das cidades onde atuam.<br><br>A estatização da escola privada está a caminho e corremos um grande risco de entrar para a história por acabar com a única escola democrática do Brasil, a escola particular. Outros países enfrentaram o mesmo dilema. E, onde se preservou o pluralismo de ideias, o respeito à iniciativa privada e o direito à liberdade de escolha, venceu a democracia. Esta é a grande lição que os burocratas do MEC se recusam a aprender.(GAZETA DO POVO)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 16:49:58 UTC</pubDate>
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         <title>Memória viva da Educação</title>
         <author>andreleader50</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1596354681</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nossa primeira escola foi fundada pelos jesuítas em 1542, na Bahia. O objetivo era propagar a fé e catetizar os índios. Menos de 200 anos separam a partida dos jesuítas expulsos do Brasil pelo marquês de Pombal em 1759 do inicio do curso de magistério em 1930 (NOVAESCOLA)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:03:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rwns</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1598848925</link>
         <description><![CDATA[<div>"Assim, nessa linha, analisar a escola e o processo de escolarização não se constitui apenas em uma arte de fazer um tipo de história específica. Configura-se, ao mesmo tempo, em uma arte de fazer historia geral da sociedade e da cultura. Ou , como diria Certeau (1994), a operação historiográfica consiste em uma prática de fazer uma certa historia muda"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:19:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah Barbosa</title>
         <author>sarahophbras</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1599138229</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses dois conjuntos de mecanismo, um disciplinar, o outro regulamentar não estão no mesmo nível. Lhes permite, precisamente, não se excluírem e poderem articular-se um com o outro. Pode-se mesmo dizer que, na maioria dos casos, que os mecanismos disciplinares de poder e os mecanismos regulamentares disciplinares de poder e, os mecanismos disciplinares do corpo e os mecanismos regulamentadores da população, são articulados um com o outro (FOUCAULT,1999a, p.297).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Damalis Pereira</title>
         <author>marisrvadosenhor</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1599470853</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto,as articulações associadas a normalização do indivíduo e sociedade, era a utilização de dois mecanismos: a disciplina e a regulamentação. Sendo que ambos dependem um do outro.&nbsp;<br>"Esses dois conjuntos de mecanismos, um disciplinar, o outro regulamentador não estão no mesmo nível. Isso lhes permite, precisamente, não se excluírem e podem articular-se um ao outro..." (FOUCALT,1999a,p.297)<br>Para FOUCALT, "uma sociedade normalizada consiste em um modelo no qual se cruzam conforme uma articulação ortogonal, a norma da disciplina e a norma da regulamentação."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:34:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Damalis Pereira</title>
         <author>marisrvadosenhor</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1599505557</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme o texto, o fenômeno da escolarização deve compreendido em sua própria historicidade. Desse modelo, a análise do processo de estatização da escola não pode se dar no exterior do debate das relações entre a chamada "educação Natural" e a "educação do estado".<br>Portanto a análise do controle a que a escola passa a ser submetida, por parte do Estado, deve considerar o próprio modelo de Estado, os projetos formulados para as instituições criadas e/ou redimencionafas, mecanismos postos em uso e as reações a eles.<br>Assim, nessa linha, analisar a escola e o processo de escolarização não se constitui apenas em uma arte de fazer um tipo de história específica. Configura -se, ao mesmo tempo, em uma arte de fazer história geral da sociedade e da cultura. Ou como diria Certeau(1994), a operação historiográfica consiste em uma prática de fazer dizer uma certa "história muda".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:53:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1602102005</link>
         <description><![CDATA[<div>A criação da escola moderna no Brasil se constituiu no século XIX. Onde tinha um modelo de intervenção na ordem social que é descrito como um modelo que separava crianças, jovens e adultos de seus núcleos primários para recolhe-los, em um espaço fechado onde tinham que passar por um determinado número de dias e horas do ano. A criação da escola como agência do governo das multidões mobilizou, diferenciadamente as forças distintas da sociedade, tendo sido objeto de tensão entre elas e também no interior de cada uma delas.<br><br><strong>AMANDA RAQUEL CORTEZ CAVALCANTE&nbsp;</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-12 00:50:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Lúcia da Silva Albuquerque</title>
         <author>analualbuq30</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1602778875</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto de Gondra, durante o&nbsp; Século XIX, no Brasil constituiu-se a invenção do formato de escola moderna, modelo de intervenção na ordem social que no limite pode ser descrito como um dispositivo que separa, crianças, jovens e adultos de seus núcleos sociais primários para recolhe-los em espaços fechados por um determinado número de horas e dias do ano, seguindo uma rotina programada para cada di<br>a implicando desse modo a submissão dessa população a autoridade de um ou mais professores.<br>Ana Lúcia da Silva Albuquerque.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 20:09:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poder disciplinar e biopoder</title>
         <author>silvatharcy57</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1603455444</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tharcyane Marculino</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 15:33:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tharcyane Marculino</title>
         <author>silvatharcy57</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1603465368</link>
         <description><![CDATA[<div>Os mecanismos citados no texto para a normalização da população se dá de uma distinção desenvolvida por Foucault que é a regulamentação e a disciplina, que são tecnologias de poder que se articulam para controlar o indivíduo e a população.<br><br><br>Para Foucault, a norma também pode se aplicar a um corpo que se quer disciplinar quanto a uma população que se quer regulamentar. Em sua opinião, a norma é o elemento que circula entre o ato regulamentar e o ato disciplinar, que vai ser aplicado da mesma forma ao corpo e à população.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-13 15:47:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tharcyane Marculino</title>
         <author>silvatharcy57</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1603478777</link>
         <description><![CDATA[<div>É no esforço de organizar, fazer funcionar e prolongar a vida de um organismo social moderno, que a crença na maleabilidade e educabilidade do homem foi adquirindo uma legitimidade progressiva, terminando por criar condições para a emergência, legitimidade e legalidade da ordem escolar no Ocidente. No século XIX, no Brasil, pode-se afirmar, que constitui-se no século da "invenção" da forma escolar moderna, modelo de intervenção na ordem social que pode ser descrito como um dispositivo que divide crianças, jovens e adultos de seus núcleos sociais primários para recolhe-los em um espaço fechado, por um determinado número de horas e dias do ano, seguindo uma rotina programada para cada dia, implicando desse modo, a submissão desta população à autoridade de um ou mais professores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 16:08:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tharcyane Marculino</title>
         <author>silvatharcy57</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1603519057</link>
         <description><![CDATA[<div>A escolarizalização deve ser entendida em sua própria historicidade. Desse modo, a verificação do processo de estatização da escola não pode se dar no exterior do debate das relações entre a chamada "educação do Estado" e a "educação natural".&nbsp; Logo a análise do controle que a escola passa a ser submetida pelo estado, deve considerar o próprio modelo de estado, os projetos produzidos para as instituições criadas e/ou redimensionadas, mecanismos postos em uso e a reação a eles. Assim, nessa linha, analisar a escola e o processo de escolarização não se constitui apenas em uma arte de fazer um tipo de história específica. Configura-se em uma arte de fazer história geral da sociedade e da cultura.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-13 17:02:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tharcyane Marculino</title>
         <author>silvatharcy57</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1603593389</link>
         <description><![CDATA[<div>Observar outras camadas e outros níveis do processo de regulamentação consiste em um rico exercício de poder sustentar a tese de que a história do processo de escolarização e de governo das multidões é uma história das lutas travadas por homens e mulheres que nem sempre se dobram a força do Estado. Ter isso em mente deve funcionar como combustível para continuar acreditando ser possível transformar a escola e a sociedade, para poder pensar que é possível construir uma escola que ainda não existe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 18:45:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Steyce Helen</title>
         <author>steyccceh</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606008790</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 20:49:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A criação da escola como </title>
         <author>carolinemorais3</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606015541</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 20:54:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victorlins1194</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606044860</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste esforço de organizar, fazer funcionar e prolongar a vida de um organismo social moderno que a crença na maleabilidade e escalabilidade do homem foi adquirindo uma professora legitimidade,terminando por criar condições para a emergência, legitimidade e legalidade da ordem escolar no ocidente.<br>No Brasil, pode-se afirmar, constitui-se no século da "invenção da forma escolar moderna, modelo de intervenção na ordem social que, no limite, pode ser descrito como um dispositivo que separa crianças, jovens e adultos de seus núcleos sociais para recolhê-los, em um espaço fechado, por um determinado número de horas e dias do ano, segundo uma rotina programada para cada dia, implicando, desse modo,, a submissão dessa população à autoridade de um ou mais professores. - Postado por Victor Lins</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 21:19:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victorlins1194</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606052103</link>
         <description><![CDATA[<div>O governo das escolas primárias e secundárias da Corte é tomado como ponto de partida, de modo a poder debater as articulações ortogonais entre disciplina e regulamentação, com base no estudo do processo de escolarização, condição para se poder analisar a estrutura e o funcionamento das escolas e a cultura que se produz a partir daí, como elementos que podem ajudar a refletir acerca das representações desse fenômeno testadas e praticadas na cidade do Rio de Janeiro, no século XIX, a partir de 11 de fevereiro de 1854. Essa data se refere àpromulgação do regulamento da instrução primária e secundária da Corte na gestão do ministro Luiz, pedreira do Couto Ferraz. - Postado por Victor Lins</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 21:25:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carolinemorais3</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606086863</link>
         <description><![CDATA[<div>Os mecanismos da disciplina e da regulamentação são articulados pra controlar o indivíduo e a população em níveis diferentes. Essa articulação é associada a garantia da "normalização" da sociedade ou da população, consistindo em um modelo cruzado conforme uma articulação ortogonal.<br>Caroline Morais<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 21:54:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mikaelly Oliveira</title>
         <author>myka5445</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606270958</link>
         <description><![CDATA[<div>As articulações foram os conjuntos de mecanismo, um disciplinar de poder, o outro regulamentador de poder, podendo um articular com o outro. um mecanismo disciplinar de corpo e outro mecanismo regulamentador da população, segundo FOUCAULT. Essa articulação encontra-se associada a garantia de normalização da sociedade pois consiste em um modelo no qual se cruzam conforme uma articulação ortogonal, a norma da disciplina e a norma regulamentação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 00:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poder Disciplinar e Biopoder - em Foucault
</title>
         <author>steyccceh</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606306131</link>
         <description><![CDATA[<div>Steyce Helen</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 00:46:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Resumo: Educação no Brasil Império</title>
         <author>steyccceh</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606341607</link>
         <description><![CDATA[<div>Steyce Helen</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:04:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Memorial Escola Antiga</title>
         <author>myka5445</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606344326</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:05:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A história da educação no Brasil começa em 1549 com a chegada dos primeiros padresjesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura ecivilização do País. Movidos por intenso sentimento religioso de propagação da fé cristã,durante mais de 200 anos, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil.Embora tivessem fundado inúmeras escolas de ler, contar e escrever, a prioridade dosjesuítas foi sempre a escola secundária, grau do ensino onde eles organizaram uma redede colégios de reconhecida qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecermodalidades de estudos equivalentes ao nível superior.Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias, abrindo um enormevazio que não seria preenchido nas décadas subsequentes. As medidas tomadas peloMinistro de D. José I - o Marquês de Pombal - sobretudo a instituição do SubsídioLiterário, imposto criado para financiar o ensino primário, não surtiram nenhum efeito. Sóno começo do século seguinte, em 1808, com a mudança da sede do Reino de Portugal ea vinda da Família Real para o Brasil-Colônia, a educação e a cultura tomariam um novoimpulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dosprimeiros cursos superiores (como os de Medicina nos Estados do Rio de Janeiro e daBahia).</title>
         <author>silviaallanna9</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606348388</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:07:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>primeira escola normal criada em Niterói município do Rio de Janeiro </title>
         <author>myka5445</author>
         <link>https://padlet.com/josyaraferreira/cwj0as2dx2yyocsw/wish/1606351842</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:09:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>educação</strong> que foi desenvolvida no Brasil durante os três séculos de colonização era restrita, inicialmente, a alguns filhos de colonos e a índios aldeados. Até meados do século XVIII, as bases do que se ensinava na <strong>Colônia</strong> consistiam nos métodos da <strong>educação</strong> <strong>jesuítica.</strong> Os missionários da Ordem fundada por Inácio de Loyola que atuavam na conversão dos povos nativos da América eram herdeiros da escolástica tardia, que predominava na região da Península Ibérica no início da Idade Moderna e acabou sendo refletida na cultura dos colonos brasileiros.<br><br></div><div>A educação dos jesuítas centrava-se nos princípios da educação liberal da Idade Média, isto é, no método do <em>Trivum</em> e do <em>Quadrivium. </em>Entretanto, o que se ensinava no Brasil Colônia era basicamente a primeira parte: as disciplinas associadas ao <em>Trivium</em>, como gramática e retórica. Esse tipo de aplicação simplificada do método medieval implicou uma formação, segundo alguns autores, profundamente literária e estilizada. Como bem apontam os historiadores Arno e Maria José Vehling:<br><br></div><div>“O método pedagógico utilizado seguia as normas do Colégio de Évora, de 1563, e da <em>Ratio</em> <em>Studiorum</em>, manual pedagógico jesuíta do final do século XVI. Nos cursos inferiores valorizava-se a gramática, considerada indispensável à expressão culta, e a memorização como procedimento para a aprendizagem; nos superiores, subordinava-se a filosofia à teologia. Para alguns intérpretes a educação jesuítica teria deixado marca excessivamente literária na formação brasileira.” (Wehling, Arno; Wehling, Maria José C. De M. <em>A formação do Brasil Colonial</em>. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. p. 287.)<br><br></div><div>A pedagogia jesuítica tinha um caráter tridentino, ou seja, remetia ao Concílio de Trento da Igreja Católica, organizado no século XVI e com propósitos contrarreformistas, e contrapunha-se ao modelo de ensino que se apregoava em outros países da Europa, influenciados pela ciência moderna e pelo racionalismo. Essa incompatibilidade acirrou-se no século XVIII com o advento da filosofia iluminista, sobretudo aquela que se desenvolveu na França. Portugal, que se caracterizava por suas raízes medievais, teve que empreender uma reforma cultural e educacional nesse período, que foi comandada pelo <strong>Marquês</strong> <strong>de</strong> <strong>Pombal.<br>Bárbara Melo</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 02:19:32 UTC</pubDate>
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         <title>Organização da escola </title>
         <author>jacielezica</author>
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         <description><![CDATA[<div>O homem mordeno , efeito de forças que compõe e se relacionam de modo vasto, complexo não uniforme e heterogêneo o tecido social também deveria ser objeto de um programa educativo. Programa igualmente vasto, complexo, não uniforme e heterogêneo. É portanto, neste esforço de organizar, fazer funcionar e prolongar a vida de um organismo social moderno que a crença na maleabilidade e educabilidade do homem foi adquirido uma progressiva legitimidade, terminando por criar condições para a emergência,legitimidade e legalidade da ordem escolar no Ocidente.<br><br>Aluna-Jaciele Penha&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 14:01:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jacielezica</author>
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         <description><![CDATA[<div>A crianção da escola como agência de governo das multidões mobilizou, difereciadamente, forças distintas da sociedade, tendo sido objeto de tensão entre elas e também no interior de cada uma delas .Essa se constitui em umas&nbsp;<br>segunda hipótese com a qual trabalho<br><br>-Jaciele penha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:04:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O sistema escolar moderno funcionava como uma hierarquia, separando as crianças, jovens e adultos, tendo os adultos sempre como uma figura de autoridade que passavam os conhecimentos determinados.&nbsp;<br>Aluna: Maria Gabriella Rodrigues nobrega</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-28 22:16:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silviaallanna9</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na modernidade, as formas de exercícios de poder foram redistribuídas, instaurando novas modalidades, criando, para tanto, instituições a elas correlatas ou redefinindo funções de outras já existentes.&nbsp; Esse novo modo de fazer política consolidou a necessidade das ordens econômica, religiosa, familiar, médica, militar, dentre as que se pode atribuir maior relevo para o funcionamento da sociedade. Necessidade que se desdobrou também no nível da formação do homem que se queria adaptado aos tempos modernos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 02:09:38 UTC</pubDate>
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         <title>Andre A. Amorim</title>
         <author>andreleader50</author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;modelo de escola moderna, implicou em prescrições voltadas para aspectos tais como a estrutura administrativa, idade e condição dos alunos, raio de ação das escolas e saberes a serem ensinados, a questão dos métodos e dos problemas de formação e recrutamento de professores, arquitetura escolar, distribuição de tempo, regime de inspeção das escolas públicas e particulares, gratuidade e obrigatoriedade escolar&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 16:27:28 UTC</pubDate>
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