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      <title>Microbiologia Clínica by Ana Carolina Divina Batista Cunha</title>
      <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-21 12:08:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-29 01:20:39 UTC</lastBuildDate>
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         <title>COLETA DE AMOSTRAS DO TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3652740276</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi coletada amostras da nasofaringe. Para cuidados com essa coleta o paciente tem estar em posição confortável, com a cabeça virada levemente para trás de preferência apoiada na parede, o paciente tem que remover o excesso de secreção ou exsudato nasal utilizando um lenço para evitar contaminações, além disso, o swab não pode tocar no céu da boca ou do paciente para também evitar contaminação.</p><p>Foi semeado por esgotamento semear em ágar sangue (AS) e ágar MacConkey (MC).</p><p>A nasofaringe é uma região naturalmente colonizada por uma microbiota mista com Gram-positivos e Gram-negativos, por isso, é importante usar um meio enriquecido (AS) para bactérias mais exigentes e Gram-positivas e um meio seletivo (MC), para identificar possíveis gram-negativas patogênicas. O ágar sangue é um meio de cultura enriquecido e não seletivo,<strong> </strong>que permite o crescimento de uma grande variedade de bactérias, incluindo as bactérias exigentes (fastidiosas) que podem estar presentes na nasofaringe, como Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Haemophilus spp., e Neisseria spp, além de favorecer o crescimento, o ágar sangue permite observar reações hemolíticas (α, β ou γ-hemólise), o que auxilia na identificação preliminar das espécies bacterianas (exemplo: <em>e. pneumoniae</em> → α-hemólise coloração esverdeada, <em>s. pyogenes</em> → β-hemólise halo claro ao redor das colônias). Já O ágar MacConkey é um meio seletivo e diferencial voltado para o crescimento de bactérias gram-negativas, especialmente bacilos entéricos, ele contém sais biliares e cristal violeta, que inibem o crescimento de gram-positivos, permitindo o isolamento apenas de gram-negativos.</p><p>A imagem mostra as 5 placas que foram semeadas com a amostra, onde foi feito a semeadura com só uma estria em zigue-zague placas com MC na 1, 2 e 3, e semeadura por esgotamento no AS nas placas 1, 2 e 3 </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 15:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação inicial dos microrganismos/coloração de Gram. Placa com amostra 1, 2 e 3 de AS </title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3652807300</link>
         <description><![CDATA[<p>Seguindo o resultado da amostras da orofaringe, as 3 amostras cultivada em ágar sangue apresentou colônias com beta-hemólise, caracterizada por uma zona clara ao redor das colônias, indicativa de lise completa das hemácias, beta-hemólise no ágar sangue é característica clássica de bactérias gram-positivas, e na amostra 3 houve maior crescimento comparado com a 1,  porém eu só não  imagem da placa 2, mas houve o mesmo resultado que as demais</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 15:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação inicial dos microrganismos/coloração de Gram. Placa com amostra 1, 2 e 3 de MC</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3652936240</link>
         <description><![CDATA[<p>A ausência de crescimento no meio ágar MC nas 3 amostras (na A3 eu não tirei foto, mas não houve crescimento) indica que o microrganismo isolado não pertence ao grupo das bactérias gram-negativas, uma vez que esse meio contém substâncias que inibem seu desenvolvimento. Esse resultado sugere tratar-se de uma bactéria gram-positiva, compatível com o crescimento observado em ágar sangue e com o padrão de beta-hemólise evidenciado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 17:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provas para identificação de Cocos - Coloração de gram</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653006742</link>
         <description><![CDATA[<p>A técnica de Gram é uma coloração diferencial para separar bactérias gram-positivas e gram-negativas, além de permitir a separação das mesmas através da morfologia (cocos, bacilos) e do arranjo (em cadeia, cachos, aos pares, etc.).</p><p>A coloração de gram, o resultado depende da estrutura da parede celular bacteriana, sendo bactérias gram-positivas têm uma parede espessa de peptidoglicano, que retém o corante cristal violeta mesmo após a etapa de descoloração com álcool ou acetona, por isso, permanecem roxas ao final da coloração. Já bactérias gram-negativas têm uma camada fina de peptidoglicano e uma membrana externa lipídica, elas perdem o corante violeta na descoloração e, após o uso da safranina (contracorante), ficam rosadas ou avermelhadas.</p><p>Portanto, como todas as amostras A1, A2 e A3 apresentam bactérias coradas de roxo, o resultado é confirmado gram-positivo, nas amostras 1 e 2 tema arranjos mais agrupados, e na amostra 3 tema arranjos mais espaçados e cadeias mais curtas isoladas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 17:55:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação Microbiológica – Urocultura - CLED e MC</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653012678</link>
         <description><![CDATA[<p>Cuidados com a coleta de urina</p><p>A qualidade dos resultados microbiológicos depende diretamente da forma como a amostra é coletada, uma coleta inadequada pode levar a contaminação e falsos resultados, comprometendo o diagnóstico.</p><p>O tipo de amostra mais comum para urocultura é a urina do jato médio da primeira urina da manhã, pois apresenta maior concentração bacteriana</p><p>Cuidados importantes, higienização prévia, o paciente deve realizar a higiene da região genital com água e sabão antes da coleta, para reduzir a contaminação por microbiota da pele e mucosas. Descarte do primeiro jato, o primeiro fluxo de urina deve ser descartado, coletando-se o jato médio diretamente no frasco estéril. Uso de recipiente adequado, o frasco deve ser estéril, seco e de boca larga, devidamente identificado com nome, data e horário da coleta. Transporte rápido: a amostra deve ser enviada ao laboratório em até 2 horas após a coleta. Caso isso não seja possível, deve ser refrigerada a 4 °C por no máximo 24 horas.</p><p>As amostra 1 e 2 foram semeadas com o meio cled e Mc, todas as amostras tiveram mais de ≥100.000 UFC/Ml</p><p>CLED: Meio não seletivo, mas diferencial pela fermentação da lactose. É comumente usado em urocultura, pois permite o crescimento de a maioria dos patógenos urinários e inibe o <em>swarming</em> (espalhamento) de <em>Proteus</em>.</p><p>MC (MacConkey Agar):<strong> </strong>meio seletivo (para gram-negativos) e diferencial pela fermentação da lactose.</p><p>A1 - CLED: apresenta crescimento de colônias amarelas em um fundo que também se tornou amarelo, indica, microrganismo lactose-Positivo (fermenta a lactose). Isso pode ser compatível com bactérias como <em>Escherichia coli</em>, <em>Klebsiella</em> spp., <em>Enterobacter</em> spp., ou <em>Staphylococcus</em> spp., entre outras.</p><p>A2 - CLED, apresenta crescimento de colônias que parecem ser de cor verde-azulada ou da cor original do meio, sem mudar o fundo para amarelo, indica microrganismo lactose-Negativo (não fermenta a lactose). Isso é compatível com bactérias como <em>Proteus</em> spp., <em>Pseudomonas</em> spp., ou outros bacilos Gram-negativos não fermentadores.</p><p>A1 - MC, apresenta crescimento de colônias vermelhas/rosas intensas no meio, indica: Microrganismo lactose-Positivo, isso confirma o resultado do CLED para a amostra A1 e indica que o microrganismo é um bacilo Gram-negativo.</p><p>A2 - MC, apresenta crescimento de colônias que parecem ser incolores/amareladas pálidas no meio, sem a cor rosa/vermelha característica, indica microrganismo lactose-negativo. Isso confirma o resultado do CLED para a amostra A2 e indica que o microrganismo é um bacilo Gram-negativo.</p><p>Conclusão Presuntiva:</p><p>Amostra A1, o microrganismo isolado é um bacilo gram-negativo, fermentador de lactose. O patógeno mais comum com esse perfil em urocultura é a <em>Escherichia coli</em>.</p><p>Amostra A2: O microrganismo isolado é um bacilo gram-negativo, não fermentador de lactose, patógenos comuns com esse perfil em urocultura incluem <em>Proteus</em> spp. ou <em>Pseudomonas</em> spp.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 17:59:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provas para identificação de coccos - Identificação staphylococcus spp - TESTE DA CATALASE</title>
         <author>erickas2636</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653137051</link>
         <description><![CDATA[<p>Ficamos com a amostra 3 na qual o teste da catalase foi realizado com o objetivo de verificar a presença da enzima catalase, responsável pela degradação do peróxido de hidrogênio (H₂O₂) em água e oxigênio. A amostra analisada apresentou resultado negativo, não ocorrendo liberação de bolhas após a adição do reagente. Esse resultado indica ausência da enzima catalase, sendo compatível com microrganismos dos gêneros Streptococcus ou Enterococcus, diferenciando-se, assim, dos Staphylococcus, que são catalase-positivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 19:31:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provas para identificação de coccos - Identificação staphylococcus spp - Teste da Coagulase</title>
         <author>erickas2636</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653165793</link>
         <description><![CDATA[<p>As cepas de S. aureus possui a coagulase ligada (ou fator aglutinante) na superfície da parede celular, que reage com o</p><p>fibrinogênio do plasma → fibrina → causando a coagulação do mesmo. A prova da coagulase é</p><p>utilizada para identificar Staphylococcus aureus e diferenciá-lo de outras espécies do gênero. A enzima coagulase está presente em duas formas: na forma livre e na forma ligada à célula. A coagulase ligada à célula é detectada pelo método da lâmina e a livre pelo método do tubo.A prova da coagulase é</p><p>utilizada para identificar Staphylococcus aureus e diferenciá-lo de outras espécies do gênero.  O teste de tubo consiste na mistura de uma cultura em meio líquido de um dia para o outro ou de colônias de um meio ágar com o plasma.</p><p>O teste da coagulase foi realizado para diferenciar espécies de <em>Staphylococcus</em>.<br>A amostra A1 apresentou formação de coágulo, caracterizando resultado positivo, compatível com <em>Staphylococcus aureus</em>.<br>Já a amostra A2 permaneceu líquida, indicando resultado negativo, característico de <em>Staphylococcus coagulase-negativo</em> (SCN), como <em>S. epidermidis</em> ou <em>S. saprophyticus</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 19:58:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provas para identificação de Cocos - Identificação γ-HEMOLÍTICOS- Prova de Bile-Esculina</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653285611</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse teste é usado para identificar bactérias capazes de hidrolisar a esculina na presença de bile, o que é uma característica de alguns enterococos e do grupo D dos estreptococos.</p><p>Amostra A1 (imagem de cima o tubo escurecido), o meio está escuro, quase preto, isso indica um teste positivo para bile esculina, a reação positiva ocorre porque a bactéria hidrolisou a esculina, liberando esculetina, que reage com os íons de ferro do meio, formando um complexo escuro (preto).</p><p>Resultado positivo: a bactéria hidrolisa a esculina na presença de bile, possíveis gêneros: <em>Enterococcus</em> ou <em>Streptococcus</em> do grupo D.</p><p>Amostra A2 (imagem de baixo – meio amarelado/sem escurecimento), o meio permanece claro/amarelado, sem formação de precipitado escuro, isso significa que não houve hidrólise da esculina.</p><p>Resultado negativo: a bactéria não é capaz de hidrolisar a esculina na presença de bile.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 22:31:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provas para identificação de coccos - Identificação staphylococcus spp </title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653302430</link>
         <description><![CDATA[<p>Na amostra A1, cultivada em ágar sal manitol, observou-se a mudança de coloração do meio de vermelho para amarelo nas regiões onde ocorreu crescimento bacteriano. Essa alteração indica a fermentação do manitol, processo no qual são produzidos ácidos capazes de reduzir o pH do meio, promovendo a mudança de cor do indicador vermelho de fenol. Esse resultado caracteriza um teste positivo para fermentação do manitol, sendo indicativo da presença de <em>Staphylococcus aureus</em>, espécie conhecida por apresentar essa capacidade metabólica.</p><p>Na amostra A2, cultivada em ágar sangue, foi possível observar um halo translúcido ao redor das colônias, caracterizando hemólise beta. Esse tipo de hemólise ocorre devido à lise completa das hemácias presentes no meio, sendo também uma característica típica de <em>Staphylococcus aureus</em>.</p><p>Portanto, a associação dos resultados obtidos fermentação positiva do manitol e hemólise beta, sugere que o microrganismo analisado é Staphylococcus aureus, uma bactéria Gram positiva, coagulase positiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 22:58:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação Microbiológica – Urocultura/Coprocultura - Meio EMB</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653372072</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas amostras 1 e 2 o meio não deu muito certo, esse verde no meio era pra ficar na colônia, o que não aconteceu, ficou bem espaçado entre as colônias.</p><p>No EMB também dar para ver fermentação de lactose, quando fermenta fica um roxo escuro ou até preto, e quando não fermenta fica claro ou transparente. E a amostra 3, de fezes, foi a única das 3 que deu certo, e teve crescimento </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 00:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação Microbiológica –Coprocultura, A3 de MC, SS, HE e EMB</title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653453058</link>
         <description><![CDATA[<p>A coleta de fezes para cultura deve ser realizada idealmente no início dos episódios de diarreia (até 7 dias) e antes de qualquer tratamento com antibióticos, pois o número de bactérias eliminadas diminui com o tempo e o medicamento.</p><p>A amostra ideal corresponde a 1 a 2 gramas de fezes. O paciente deve evacuar em um recipiente limpo e seco, evitando a contaminação com urina ou água do vaso sanitário. É crucial não utilizar papel higiênico na coleta, pois ele pode estar impregnado de substâncias inibidoras (como sais de bário). A amostra deve ser transferida para um frasco sem conservante ou, de preferência, utilizando um meio de transporte líquido com swab. Ao usar o meio de transporte, o swab deve ser mergulhado nas fezes recém-colhidas, inserido no meio e encaminhado ao laboratório em temperatura ambiente.</p><p>RESULTADOS DAS PLACAS:</p><p>A3 - MC (MacConkey): cresceu, mas não fermentou. Confirmação: bacilo gram-negativo e não Fermentador de lactose. As colônias são incolores/amarelas pálidas e o meio manteve a cor âmbar original, indicando que não houve produção de ácido pela fermentação da lactose.</p><p>A3 - SS (Salmonella Shigella): cresceu e tem colônias pretas, indica produção de H2S característico de <em>Salmonella</em>. Confirmação: bacilo gram-negativo, não fermentador de lactose e produtor de H2S. O tiossulfato de sódio e o citrato férrico de amônio no meio reagem com o H2S produzido, formando precipitado de sulfeto ferroso preto no centro das colônias. Este é um resultado clássico de <em>Salmonella</em>.</p><p>A3 - HE: cresceu, não fermentou porque ficou verde, tem colônias pretas, produção H2S. Confirmação: bacilo Gram-negativo, não fermentador e produtor de H2S, o meio HE tem cor verde original. O crescimento de colônias verde-azuladas ou transparentes com centro preto reforça a característica de não fermentador de carboidratos e a produção de H2S. Este perfil é altamente sugestivo de <em>Salmonella</em>.</p><p>A3 - EMB: cresceu, ficou com colônia transparente, indica que não fermenta lactose, além de ser seletivo para gram-negativo assim como o MC. Confirmação, bacilo gram-negativo e não fermentador de lactose. As colônias incolores/transparentes (sem o brilho metálico ou a cor roxa) indicam que o microrganismo não fermentou a lactose, o que é compatível com <em>Salmonella</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 00:56:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Identificação Microbiológica –Coprocultura - Teste de Oxidase </title>
         <author>brunasoaress1421</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653490581</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O teste de oxidase detecta a enzima citocromo oxidase; resultado (+) é roxo/azul; resultado (-) é sem alteração de cor, ele é utilizado para identificar a presença da enzima citocromo c oxidase em organismos gram-negativos; resultado (+) roxo/azul. As bactérias pertencentes à família Enterobacteriaceae são gram-negativas, apresentam resultado negativo frente ao teste da enzima oxidase.</em></p><p><em>Resultado: </em>deu negativo nas 3 amostras em questão, pois a fita não apresenta a mudança de cor. Este resultado é compatível com a família Enterobacteriaceae. Como a <em>Salmonella</em> pertence à família Enterobacteriaceae, ela é tipicamente oxidase negativa.</p><p>Portanto, o resultado da oxidase negativa reforça a identificação presuntiva de salmonella spp, que já era fortemente sugerida pelos resultados dos meios seletivos e diferenciais (MacConkey, SS e Hektoen, onde a amostra cresceu como não fermentadora de lactose e produtora de H2S.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:16:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653501405</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Meio Rugai</p><p>Finalidade:<strong><mark> </mark></strong>O meio Rugai é utilizado para avaliar a fermentação de carboidratos (glicose e lactose), a produção de gás e de H₂S, além da atividade da urease. É um meio diferencial importante para identificação de enterobactérias.<br>Interpretação: Houve fermentação da glicose nos três tubos, evidenciada pela coloração amarela na base. Nos tubos 2 e 3 foram observadas bolhas e rachaduras, indicando produção de gás. Também nos tubos 2 e 3 ocorreu escurecimento do fundo, confirmando a produção de H₂S. A reação da urease foi positiva apenas em um tudo com a coloração azulada. Esses resultados sugerem uma bactéria fermentadora de glicose, produtora de gás, H₂S e urease.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653507178</link>
         <description><![CDATA[<p>Meio LMI</p><p>Finalidade<strong>:</strong> O meio LMI (Lisina, Motilidade e Indol) permite avaliar a descarboxilação da lisina e da ornitina, além da motilidade bacteriana e produção de indol. É utilizado para diferenciar espécies de enterobactérias. Hidrólise da ureia:</p><p>Na amostra 3 não foi observada nenhuma mudança na cor do meio no fundo do tubo, indicando que a bactéria não é capaz de sintetizar a enzima urease. Portanto, o resultado foi negativo. Desaminação do L-Triptofano:</p><p>Na amostra 3 não foi observada a coloração verde-garrafa típica dessa reação, indicando ausência de atividade enzimática relacionada. Portanto, o resultado foi negativo.</p><p>Fermentação da glicose:</p><p>Na amostra 3, a fermentação da glicose apresentou-se parcialmente mascarada.</p><p>Mesmo assim, constatou-se crescimento bacteriano, evidenciado pela alteração na coloração do meio. Caso não houvesse crescimento, o meio teria permanecido verde e inalterado.</p><p>Dessa forma, o resultado é positivo, demonstrando que a bactéria é capaz de fermentar a glicose.</p><p>Produção de gás:</p><p>Na amostra 3 foi possível observar a formação de bolhas no meio de cultura, além de uma leve coloração amarelada, o que confirma a liberação de gás pela bactéria.</p><p>Assim, o resultado é positivo.</p><p>Produção de H₂S:</p><p>A amostra 3 apresentou escurecimento na base do tubo, evidenciando a produção de sulfeto de hidrogênio (H₂S).</p><p>Portanto, o resultado é considerado positivo.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:24:17 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Citrato de Simmons verifica se a bactéria consegue utilizar o citrato como única fonte de carbono e o íon amônio como fonte de nitrogênio.<br> Identifica bactérias que possuem a enzima citratase, como <em>Enterobacter</em> e <em>Klebsiella</em>.<br>Interpretação: Nos tubos 2 e 3 o meio ficou azul, indicando resultado positivo — ou seja, essas bactérias utilizam o citrato. Já o tubo 1 permaneceu verde garrafa, sendo negativo. Portanto, apenas as amostras 2 e 3 possuem a enzima citratase.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meio MIO</p><p>Finalidade: O meio MIO avalia três características: motilidade, produção de indol e descarboxilação da ornitina.<br>Interpretação: Observou-se turvação total em todos os tubos, indicando que as amostras são móveis (motilidade positiva). Apenas o tubo 3 apresentou anel vermelho após adição do reagente, confirmando produção de indol — ou seja, esta bactéria consegue degradar o triptofano. As demais amostras foram negativas para o teste do indol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:25:18 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653509922</link>
         <description><![CDATA[<p>VM/VP (Vermelho de Metila)</p><p>Finalidade: O teste de vermelho de metila (VM) verifica a capacidade de a bactéria realizar fermentação mista, produzindo grande quantidade de ácidos estáveis.<br>Interpretação<strong>:</strong> Todos os tubos ficaram vermelhos após adição do reagente, indicando reação positiva. Isso demonstra que as bactérias fermentam glicose com formação de ácidos fortes e estáveis, o que reduz o pH do meio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ágar Fenilalanina:</p><p>Finalidade: Esse meio é usado para verificar se a bactéria é capaz de desaminar a fenilalanina, produzindo ácido fenilpirúvico.<br>Interpretação: Somente um tubo apresentou coloração verde após adição do reagente, caracterizando resultado npositivo em apenas uma amostra. Assim, as bactérias testadas em apenas um tubo possue a enzima fenilalanina desaminase.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653510710</link>
         <description><![CDATA[<p>Meio Rhamnose</p><p>Finalidade: Este meio serve para verificar a capacidade da bactéria em fermentar o açúcar rhamnose, produzindo ácido.<br>Interpretação<strong>:</strong> A coloração amarela em dois tubos indicam fermentação positiva da rhamnose. Isso significa que as bactérias testadas são capazes de metabolizar esse carboidrato, gerando ácido e reduzindo o pH do meio. O meio roxo (tubo do meio) indica fermentação negativa da rhamnose.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 01:25:51 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação das provas bioquímicas para enterobactérias:</title>
         <author>anac3474_</author>
         <link>https://padlet.com/anac3474_/cw7k4bhvuxd91st4/wish/3653639659</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a realização das práticas laboratoriais de microbiologia clínica, foram realizados testes bioquímicos utilizando o kit de identificação de enterobactérias da LABORCLIN, com o objetivo de determinar o agente bacteriano presente na amostra 3 de coprocultura. Cada teste foi cuidadosamente analisado e, posteriormente, seus resultados foram comparados com a tabela de interpretação fornecida pelo fabricante do kit.</p><p>A partir dessa análise, observou-se que o conjunto de reações obtidas corresponde ao código 1944, o qual, segundo a tabela de referência, indica a presença provável da bactéria Salmonella enteritidis. Essa espécie é um importante patógeno entérico pertencente à família Enterobacteriaceae, frequentemente associada a casos de gastroenterite e infecções alimentares em humanos.</p><p>O resultado confirma que a amostra analisada contém um bacilo Gram-negativo, não fermentador de lactose e móvel, características compatíveis com o gênero Salmonella. Dessa forma, os testes realizados demonstraram a eficácia dos métodos bioquímicos na identificação bacteriana e reforçam a importância do uso de kits padronizados para a obtenção de resultados confiáveis no diagnóstico microbiológico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 02:25:44 UTC</pubDate>
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