<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Pielonefrite by Natalia Lima</title>
      <link>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-23 13:34:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-23 14:33:13 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Pielonefrite</title>
         <author>natalialimaconc</author>
         <link>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133370444</link>
         <description><![CDATA[<p>A pielonefrite é uma inflamação aguda ou crônica dos rins que geralmente começa no túbulo intersticial e depois se espalha para afetar os túbulos, cuja infecção ocorre por via hematogênica ou por via ascendente. Os agentes etiológicos dominantes são os bacilos Gram-negativos, que são habitantes normais do trato gastrointestinal. A pielonefrite crônica é um distúrbio no qual a inflamação túbulo-intersticial crônica e a cicatrização renal estão associadas com o envolvimento patológico dos cálices e da pelve, enquanto a pielonefrite aguda é uma inflamação supurativa aguda do rim causada por infecções bacterianas e algumas vezes virais. Como complicação da pielonefrite, podemos destacar o choque séptico, caracterizado por hipotensão sistêmica devido à redução do débito cardíaco ou pela redução efetiva do volume sanguíneo circulante. O quadro de choque pode ser dividido em estágio inicial não progressivo; estágio progressivo e estágio irreversível. Caso não haja a intervenção terapêutica necessária, o agravamento clínico quase inevitavelmente resulta em óbito.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2721507128/faa62f73fbf964e3b680dce5215f927a/Pielo_1.jpg" />
         <pubDate>2024-09-23 13:44:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133370444</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Sintomas da Pielonefrite </title>
         <author>natalialimaconc</author>
         <link>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133411628</link>
         <description><![CDATA[<p>O diagnóstico é, geralmente, realizado pelo exame clínico e complementado pela avaliação laboratorial. A evolução clínica clássica é caracterizada pelo início abrupto de calafrios; temperatura corpórea elevada; e dor no flanco ou no ângulo costo-vertebral, exacerbada pelo punho-percussão lombar, acompanhada ou não por disúria, polaciúria e urgência miccional.7 O sedimento urinário pode revelar leucocitúria, hematúria, proteinúria e nitritos, além de cilindrúria. A urocultura revela crescimento de 105 colônias/mL. O hemograma apresenta leucocitose e aumento da proteína C reativa. Os exames de imagens são sempre recomendados, principalmente para os que requerem internação hospitalar, para diagnosticar anormalidades do trato urinário e acompanhar o possível desenvolvimento de complicações. É necessária, inicialmente, a realização da Ultrassonografia renal (US), que indicará outros exames como, tomografia computadorizada, ressonância magnética, uretrocistografia miccional.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=PuRGmoN8tG8" />
         <pubDate>2024-09-23 13:59:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133411628</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Recomendações Nutricionais</title>
         <author>natalialimaconc</author>
         <link>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133467111</link>
         <description><![CDATA[<p>A alimentação é fundamental no tratamento desses pacientes independentemente do estágio, já que pode retardar a progressão da doença e diminuir os sintomas dos pacientes. Nos que estão em tratamento conservador, é importante dar uma atenção aos alimentos fontes de proteína como: carnes, ovos, leites e derivados. Eles não devem ser retirados totalmente da dieta, mas devem ser indicados a quantidade e qualidade da proteína a ser consumida, para que o estado nutricional do paciente não seja prejudicado. É recomendável a restrição de sal e, em alguns momentos, pode ocorrer restrição de alimentos que contenham teor elevado de potássio e fósforo.</p><p>Os ajustes na alimentação serão realizados de acordo com a progressão da doença, pois pode ser necessário fazer maior restrição de proteína. Até mesmo a utilização de uma suplementação, os cetoácidos, de acordo com a indicação e orientação do médico nefrologista, visto que pode funcionar como tentativa de retardar a progressão da doença.</p><p>Enquanto nos pacientes com doença renal em tratamento hemodialítico, a depleção nutricional está fortemente presente variando de 40% até 80% desses indivíduos. Logo, devemos estar atentos a oferta adequada de alguns nutrientes. Por exemplo: proteína de alto valor biológico para garantir principalmente a manutenção da massa muscular, já que ocorre perdas significativas durante o processo de hemodiálise; garantir o aporte adequado de carboidrato e lipídeos para que as proteínas não sejam utilizadas como fonte energética; a ingestão de sódio, potássio, fósforo deve ser controlada, pois podem ficar acumulados no sangue devido a dificuldade de eliminação podendo ocasionar fraqueza muscular, palpitação, entre outros sintomas.</p><p>Assim, podemos observar que o planejamento dietético de pacientes com doença renal crônica, seja em tratamento conservador ou hemodialítico, possui várias particularidades. O acompanhamento individualizado com um (a) Nutricionista é fundamental para garantir adequação do tratamento de forma eficaz, e manutenção/recuperação do estado nutricional e da massa magra. Quando está com pielonefrite, pode ser importante comer alimentos que ajudem a eliminar bactérias e a combater a infecção, como:&nbsp;</p><ul><li><p>Alimentos diuréticos, como melancia, melão, pêra, beterraba, pepino, cenoura, uva, aspargo, banana e abóbora&nbsp;</p></li><li><p>Verduras verde escuras, como couve e rúcula&nbsp;</p></li><li><p>Comidas ricas em fibra, como aveia, batata-doce, abacate, grão-de-bico e lentilha&nbsp;</p></li><li><p>Vegetais crucíferos, como couve-de-bruxelas, couve, couve-flor, brócolis e repolho&nbsp;</p></li><li><p>Própolis, que é antioxidante, anti-inflamatório e contribui para a melhora do sistema imune&nbsp;</p></li><li><p>Alho, que possui alicina, que tem ação anti-inflamatória e antioxidante&nbsp;</p></li><li><p>Ovos, feijão, grão-de-bico, lentilha e carnes magras, como o frango e a tilápia&nbsp;</p></li></ul><p>É importante evitar alimentos que irritam a bexiga, como o café e bebidas com cafeína.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2721507128/d729b92af56a82dcfc9e2ca89bb3cc75/alim_rim.png" />
         <pubDate>2024-09-23 14:19:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/natalialimaconc/cw1k9z4lcgmrh6yl/wish/3133467111</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
