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      <title>at bio 1 by pietro gabriel</title>
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      <pubDate>2023-03-13 21:48:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa realizada no RN encontra primeiro caso de cavalo infectado com protozoário da Doença de Chagas no BrasilUma pesquisa realizada por um médico-veterinário do Rio Grande do Norte encontrou o primeiro caso, no Brasil, de um cavalo infectado com o protozoário trypanosoma cruzi, responsável pela Doença de Chagas. Esse também é um dos primeiros casos descritos pela ciência no mundo.O estudo ocorre no laboratório de biologia dos parasitos, dentro do Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).De acordo com o médico-veterinário, a ideia da pesquisa é entender o ciclo da transmissão da doença de chagas para humanos e a importância também dos animais domesticados nesse processo. A maior parte das pesquisas apontam para a infecção dos insetos no contato com animais silvestres.“O barbeiro não nasce infectado. Quando ele surge em uma casa, infectado, e não tinha ninguém daquela casa já infectado, a gente tem que entender onde é que esse besouro teve contato com o trypanosoma cruzi. É por isso que começamos a investigar os animais. Eu já tinha relatado casos em cães e agora, no meu doutorado, em caprinos, ovinos e no cavalo”, explica o profissional.O médico-veterinário ressalta que a presença do agente etiológico da Doença de Chagas nos animais não impede o consumo de carne, leite e outros derivados dos animais. Ele ressalta que a doença só é transmitida pelo inseto barbeiro.“É importante deixar muito bem claro que os animais não são os vilões. Eles estão inseridos no ciclo de transmissão do qual inclusive o homem faz parte. Então não adianta matar animal, nem maltratar o animal. Ele é apenas uma sentinela. Se as autoridades em saúde querem saber se a doença está ativa em algum lugar, primeiro olhem os animais, porque se os animais estiverem infectados, muito provavelmente em um espaço de tempo você conseguirá identificar pessoas doentes também. Essa é a importância do nosso estudo: mostrar esses animais como sentinelas de novos casos”, afirmou o pesquisador.A Doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida ao homem através do inseto conhecido como barbeiro (Triatoma infestans). Ela pode afetar o coração e o sistema digestivo.A transmissão pode ocorrer no contato com as fezes contaminadas do barbeiro, por via oral (com a ingestão de alimentos contaminados), de forma vertical (em que a mãe passa para o filho durante a gestação ou parto), transfusional ou até mesmo acidental.Segundo o Ministério da Saúde (MS), a doença de Chagas pode se manifestar de em duas fases, sendo a aguda com apresentação de sintomas, ou não, e a crônica, que se torna mais crítica.Na fase aguda, os sintomas que podem aparecer são:•	febre prolongada•	dor de cabeça•	fraqueza e mal-estar•	inchaço no rosto e nas pernasNa fase crítica, a doença pode apresentar problemas cardíacos e digestivos.Prevenção e tratamentoPara evitar o contato com o inseto barbeiro, vetor da Doença de Chagas para os seres humanos, as autoridades de saúde alertam para que a população fique atenta com os cuidados dentro de casa.Caso encontre o barbeiro, não o esmague ou manipule com as mãos. A orientação do MS é acionar equipes técnicas da Vigilância de Saúde locais para eliminar o inseto ou possíveis colônias.https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2022/08/04/pesquisa-realizada-no-rn-encontra-primeiro-caso-de-cavalo-infectado-com-protozoario-da-doenca-de-chagas-no-brasil.ghtml</title>
         <author>pguedes118</author>
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         <pubDate>2023-03-13 21:51:09 UTC</pubDate>
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         <title>CNIDARIOS - Acidentes por Águas-vivas e CaravelasÁguas-vivas (ou medusas) e caravelas são animais aquáticos simples e de vida livre que pertencem ao Filo Cnidaria, assim como as anêmonas e corais. Estes animais possuem um complexo ciclo de vida, sendo as águas-vivas a forma adulta, e os pólipos uma das fases intermediárias. Caravelas, porém, são agrupamentos de pólipos, não sendo águas-vivas verdadeiras. Os pólipos, que geralmente são sésseis, vivem fixados ao substrato. Os cnidários são divididos em cinco Classes, estando as águas-vivas inseridas nas Classes Scyphozoa e Hydrozoa, e as caravelas na Classe Hydrozoa. As medusas da Classe Cubozoa são extremamente peçonhentas, estando incluídas nesta Classe as vespas-marinhas (Chironex fleckeri), responsáveis por diversos óbitos na região do Indo-Pacífico e as espécies Tamoya haplonema e Chiropsalmus quadrumanus, presentes no Brasil.No litoral brasileiro, as medusas que mais causam envenenamentos são a caravela Physalia physalis, a hidromedusas Olindias sambaquiensis, a cifomedusa Chrysaora lactea. A maioria dos cnidários adultos apresentam tentáculos que contém células especializadas chamadas cnidócitos. Os tentáculos podem medir até 30 metros. Nestes cnidócitos estão localizadas uma organela secretória chamada cnidocisto, que é capaz de injetar peçonha, utilizada para a captura de presas e defesa do animal, sendo uma mistura de vários polipeptídeos que tem ações tóxicas e enzimáticas.Um aumento súbito da população de cnidários em um local é chamado de afloramento de medusas (bloom). São fenômenos naturais, mas alguns fatores têm contribuído para um aumento desses afloramentos nas últimas décadas, como o aumento da temperatura das águas oceânicas e alterações dos ambientes praianos. Em um afloramento no verão 2011/2012 no litoral do Paraná causou a ocorrência de mais de 20.000 acidentes por uma espécie de água-viva (Chrysaora lactea), segundo dados coletados pelo Corpo de Bombeiros local. Outro fator importante no aumento de envenenamentos por cnidários no Sul do país é o aumento de turistas nos períodos de veraneio, que foi exponencial nos últimos vinte anos. Os surtos de envenenamentos no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são causados pelas medusas Olindias sambaquiensis e Chrysaora lactea, em surtos sempre causados por uma das duas espécies.O contato com tentáculos de cnidários podem causar ardência e/ou dor intensa no local, que podem durar de 30 minutos a 24 horas. Placas e pápulas urticariformes lineares aparecem precocemente, podendo dar lugar a necrose superficial, bolhas e necrose importante em cerca de 24 horas. A regressão pode causar máculas hipercrômicas que podem persistir no local por meses. Quando há absorção de doses maiores de peçonha (em crianças ou cnidários grandes, por exemplo) pode acontecer um quadro sistêmico, com cefaleia, mal-estar, náuseas, vômitos, espasmos musculares, febre, arritmias cardíacas. A gravidade depende da extensão da área comprometida. •	Evite áreas onde há presença de águas-vivas e caravelas. Pergunte ao guarda-vidas sobre a presença destes animais no local. Alguns estados adotam uma bandeira lilás no posto do guarda-vidas como indicativo da presença de águas-vivas e caravelas. Outro indicativo da presença de cnidários é o avistamento destes animais na areia da praia;•	Não toque nestes animais, mesmo mortos;•	Ao caminhar na praia, procure utilizar calçado, evitando assim pisar em tentáculos de águas-vivas e caravelas;•	Ao praticar mergulho, considere utilizar roupa de mergulho que cubra a maior parte possível da pele; Em seguida deve-se realizar a remoção dos tentáculos aderidos à pele, que deve ser realizada de forma cuidadosa, preferencialmente com uso de pinça, lâmina ou mão enluvada e o local deve ser lavado abundantemente com ácido acético a 5% (vinagre, por exemplo), sem esfregar a região acometida.</title>
         <author>pguedes118</author>
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         <title>Cientistas alemães descobrem como esponjas gigantes crescem nas profundezas do ÁrticoUm grupo de cientistas alemães descobriu recentemente como as esponjas marinhas gigantes conseguem se desenvolver nas águas geladas e profundas do Oceano Ártico. De acordo com as pesquisas, esses poríferos sobrevivem se alimentando de restos de vermes e animais extintos há milhares de anos. A descoberta das esponjas no Ártico aconteceu quando alguns pesquisadores começaram a tirar fotos e filmar as profundezas do gelo. O objetivo era realizar a exploração do local e buscar novas formas de vida. Com isso, conseguiram fotografar a presença de poríferos no fundo do oceano.A grande quantidade de esponjas em um local com temperaturas extremamente frias, com pouco acesso a recursos alimentares e baixa quantidade de luz chamou a atenção dos pesquisadores. Além disso, o tamanho dos animais era considerável. De acordo com Teresa Morganti, do Instituto Max Planck de Microbiologia Marinha, em Bremen, na Alemanha, alguns destes poríferos chegavam até um metro de diâmetro.Segundo Antje Boetius, professora do Instituto Alfred Wegener, em Bremerhaven, na Alemanha, há muitos outros tipos de &quot;vida alienígena&quot; nos mares cobertos por gelo. No entanto, ainda não há tecnologia adequada para acessar estes ambientes. Outra preocupação da pesquisadora é o recuo do gelo marinho no Ártico decorrente das mudanças climáticas, o que pode ocasionar o desaparecimento de algumas espécies.Medições científicas mostraram um declínio tanto na espessura quanto na extensão do gelo marinho do Ártico nos últimos 30 anos. Para Antje, com este cenário, se faz ainda mais necessário desenvolver pesquisas que possam ajudar na preservação da biodiversidade.</title>
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