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      <title>Reconstruindo histórias: práticas pedagógicas étnico raciais e sustentabilidade. by Luisa Rezende</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-27 14:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo da Memória de palavras afro-brasileiras</title>
         <author>luisarezende2</author>
         <link>https://padlet.com/luisarezende2/cuc8atbchzex5oh/wish/2787317356</link>
         <description><![CDATA[<p>O jogo da memória de palavras afro-brasileiras surge a partir da demanda de alunos de uma escola localizada na Gávea, em que frequentemente os alunos, quando incomodados com outro, utilizavam termos como "moleque" ou "babaca". </p><p>Tal episódio nos alertou para a importância de se falar sobre a oralidade e as palavras que falamos mas não sabemos os significados, sobretudo, as de origem afro-brasileira. Lélia Gonzalez nos ensinou que somos bilíngue "[...] Não sacam que tão falando pretoguês. E por falar em pretoguês, é importante ressaltar que o objeto parcial por excelência da cultura brasileira é a bunda (esse termo provém do quimbundo que, por sua vez, e juntamente com o ambundo, provém do tronco linguístico bantu que “casualmente” se chama bunda)." </p><p>A prática inicia então com uma pesquisa digital das crianças sobre palavras afro-brasileiras, elas escolheram as que mais chamaram atenção para que possamos construir o jogo. </p><p>Não tendo recurso financeiro e pensando em reciclar nosso próprio lixo, decidimos juntamente com as crianças em como criar o material, segue abaixo:</p><p><br></p><p>O que precisaremos?</p><ul><li><p>Caixa de papelão</p></li><li><p>Tinta (guache ou acrílica)</p></li><li><p>Tesoura</p></li><li><p>Papel contact</p></li></ul><p><br></p><p>Como fazer? </p><ul><li><p>Recortar o papelão em quadrados médios</p></li><li><p>Pintar os quadrados recortados de uma cor única frente e verso</p></li><li><p>Escrever a palavra escolhida em um quadrado e o significado em outro (preferência que o quadrado da palavra e o significado não sejam da mesma cor)</p></li><li><p>Embalar os quadrados e as cartas estarão prontas</p></li></ul><p><br></p><p>Observação: <strong>o jogo deve ser jogado em roda.</strong> Os alunos podem além de escrever as palavras, fazer algumas pinturas tribal afro ao redor para enfeitar. </p><p><br></p><p>Conforme alguns  dos valores civilizatórios afro-brasileiros de Azoilda Loreto, o jogo resgata a ludicidade, comunitarismo, memória, oralidade, ancestralidade e circularidade. </p><p><br></p><p>O jogo pode ser elaborado e jogado com qualquer faixa etária do Ensino fundamental - anos iniciais. Segundo a BNCC para Língua Portuguesa no ensino fundamental, no eixo Oralidade, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.</p><p><br></p><p>Referências Bibliográficas:</p><p><br></p><p><br></p><p>BRASIL. Base Nacional Comum Curricular – Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf">http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf</a>&gt; Acesso em 13 de novembro de 2023.</p><p><br></p><p>GONZALEZ, Lélia Por um feminismo afro-latino-americano : ensaios, intervenções e diálogos / organização Flavia Rios , Márcia Lima.. — 1a ed. — Rio de Janeiro : Zahar, 2020.</p><p><br></p><p>MEC− Valores afro-brasileiros na Educação. Boletim, v. 22, 2005</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 13:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>Herança Africana- Jogo de tabuleiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisarezende2/cuc8atbchzex5oh/wish/2801143728</link>
         <description><![CDATA[<p>O tabuleiro Herança Africana é um jogo de perguntas e respostas, que representa o mapa da Pequena África e seus locais culturais e turísticos mais importantes. Para aplicação em sala de aula, seria ideal utilizá-lo enquanto material lúdico após contextualização da história do Rio de janeiro, explorando os locais de grandes acontecimentos na Pequena África e sobretudo evidenciando a importância de pessoas negras para construção social, histórica e territorial do Rio de Janeiro.  O jogo também é todo feito com material reciclável, foi utilizado caixa de papelão para o tabuleiro e cartas, meio do rolo de papel higiênico para fazer o dado e botões de roupa para representar os jogadores.</p><p><br></p><p>A faixa etária indicada para o jogo é a partir dos 8 anos.</p><p><br></p><p>Como jogar:</p><p>As cartas do jogo possuem níveis de fácil a difícil, cada jogador escolhe seu botão e joga o dado em sua vez, a quantidade de números do dado será a quantidade de casa que o jogador deverá andar, caso caia em uma casa vermelha, o jogador deverá retirar uma carta e responder, se houver acerto, andará a quantidade de casas descrita na própria carta. Vence o jogador que chegar no final primeiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-24 00:17:39 UTC</pubDate>
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         <title>RE-MOVA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O RE-MOVA é uma atividade educativa realizada pela equipe da Escola do Olhar do Museu de Arte do Rio. A proposta deles é provocar os visitantes a indagação: pode um museu de arte discutir política pública? A partir de um tabuleiro com mapas, o visitante precisa mover peças relacionadas aos indicadores sociais de uma região do território do Rio de Janeiro para outro, buscando soluções equilibradas para as desigualdades sociais e geográficas.</p><p><br></p><p><br></p><p>Com isso, entendemos que a proposta do RE-MOVA, dialoga diretamente com o espaço que o museu está, que é a região portuária do Rio de Janeiro, onde houve revitalizações e passa por um processo de gentrificação constante devido aos grandes eventos esportivos que recebemos nos últimos anos no RJ. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-24 20:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>Diga onde você vai que eu vou varrendo: o que fazer com o lixo do samba da Pedra do Sal?</title>
         <author>jhademendessr</author>
         <link>https://padlet.com/luisarezende2/cuc8atbchzex5oh/wish/2808857246</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos pontos turísticos mais famosos do Rio de Janeiro é a Pedra do Sal, localizada na região central da cidade. </p><p>Conhecido como o “berço do samba”, a região abriga diversos bares, carrega muita história e tradição. As rodas de samba atraem um público gigantesco, que vai lá pra sambar, cantar, se divertir e beber. </p><p>Aos arredores do Largo da Prainha, existe a Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso.  Caminhando até a escola às segundas-feiras, alunos e professores se deparam com a quantidade absurda de lixo produzido pelos frequentadores do local, copos, latas, canudos, tampinhas, entre outras coisas. </p><p>Pensando nisso, criamos para a escola o projeto “Diga aonde você vai que eu vou varrendo: o que fazer com o lixo do samba da pedra do sal?” </p><p><br></p><p>Para que esse projeto tenha êxito, a escola precisa estar vinculada com a comunidade local, em parceria com a Comlurb e ambulantes.</p><p><br></p><p>Inicialmente sugerimos que assistam alguns documentários com os estudantes que falem sobre como é feito o recolhimento e o tratamento do lixo na cidade. Um relevante é o “Lixo Extraordinário” do artista plástico Vik Muniz. Nele, Vik se reúne com os trabalhadores do “lixão” de Gramacho para reproduzirem imagens única e exclusivamente com materiais recicláveis. </p><p>A ideia do projeto é unir a história, o samba e o lixo. É importante que os alunos tenham já um conhecimento acerca do próprio território da escola, sobre a história da Pedra do Sal e da região Pequena África Carioca, assim como sobre a origem do samba, sobre como ele se mantém até hoje como resistência e caracteriza a comunidade local. Ouvir grandes nomes do samba como Donga, João da Baiana e Pixinguinha, que fazem parte dessa história também é necessário. Nessa jornada de aprendizado, debater com os alunos sobre o racismo ambiental também é imprescindível.</p><p><br></p><p>Visando todo esse resgate histórico, é hora da ação!</p><p><br></p><p><br></p><p>Retirar 1 dia por mês para ir à Pedra do Sal, numa segunda-feira, acompanhados dos alunos e algum docente, devidamente equipados com luvas e sacos de lixo e iniciar a procura por materiais recicláveis. Depois de conseguir um número considerável de materiais recolhidos e levar para a escola, o projeto segue para produção de arte utilizando esses materiais.  É possível desenvolver quadros representando o Largo de São Francisco da Prainha, a Pedra do Sal, e imagens de sambistas famosos do local, assim como maquetes representando algum local da Pequena África ou até mesmo as comunidades da região.</p><p><br></p><p>O projeto pode ser exposto na escola e abrir visitação para moradores da Pequena África ou até mesmo realizar uma exposição de arte externamente, seja no anualmente ou semestralmente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 10:48:33 UTC</pubDate>
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         <title>Centro, Rio de Janeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade da Exclusão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:13:18 UTC</pubDate>
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