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      <title>Coiso Coisado by EDUARDO DE FREITAS</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-22 11:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>AVENTURAS DE TINTIN</title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229863350</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é uma tira da série de quadrinhos *As Aventuras de Tintin*, mostrando uma cena com Tintin e alguns personagens negros. A narrativa é sobre um chapéu de palha roubado, com dois personagens negros discutindo quem roubou, enquanto Tintin tenta resolver a disputa.  A resolução, segundo um dos personagens negros, é justa pois Tintin divide o chapéu entre eles. Há um certo tom de humor na situação e na representação dos personagens.</p><p>É importante notar que a representação de personagens negros em obras antigas de Hergé, o criador de Tintin, é considerada hoje como racista e estereotipada.  As imagens refletem os preconceitos da época em que foram criadas, e não devem ser vistas como um reflexo de valores modernos e aceitávei</p><p>s.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 11:29:28 UTC</pubDate>
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         <title>O FARDO DO HOMEM BRANCO</title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229866863</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta imagem é uma caricatura de Victor Gillam publicada na revista *Judge* em 1898, intitulada "The White Man's Burden". Ela satiriza o poema de Rudyard Kipling com o mesmo nome, que justificava o imperialismo americano e europeu.</p><p><br/></p><p>A caricatura mostra duas cenas contrastantes:</p><p><br/></p><p>* **À esquerda:** Um grupo de homens de aparência asiática e africana, representando povos colonizados, carregam um cesto cheio de vícios e males sociais (vício, crueldade, canibalismo, etc.) e sobem uma montanha em direção à "Civilização".  Eles são ajudados por homens brancos que parecem ser missionários ou administradores coloniais.</p><p><br/></p><p>* **À direita:** O Tio Sam, personificação dos Estados Unidos, luta para carregar um cesto maior e mais pesado cheio de pessoas de cor, representando as populações dos territórios recém-adquiridos como Cuba e as Filipinas.  Ele está lutando para subir uma montanha com obstáculos como "Ignorância", "Oposição" e "Barbárie".</p><p><br/></p><p>A caricatura critica o imperialismo, mostrando o peso que representa para os colonizadores e a visão eurocêntrica de que a civilização ocidental deve "salvar" povos considerados inferiores. A dificuldade do Tio Sam em carregar o seu fardo contrasta com a facilidade aparente com que os homens na cena à esquerda parecem carregar o deles, sugerindo uma hipocrisia no discurso sobre o "fardo do homem branco".  A imagem subverte o significado positivo pretendido no poema de Kipling, apresentando-o como uma tarefa opressora e </p><p>irônica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 11:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>A DOENÇA DO SONO</title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229872293</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta imagem é uma caricatura política que retrata a Partilha da África no final do século XIX e início do século XX.  Ela mostra um homem africano gigante e prostrado, representando o continente africano, sobre o qual várias potências europeias se dividem, representadas por pequenas figuras que marcam o território com bandeiras e instrumentos de medição.  A palavra "ÁFRICA" está escrita no chão, sob os pés do gigante.</p><p><br></p><p>A caricatura demonstra a brutalidade e a falta de consideração das potências europeias com relação ao continente africano e seus povos. O gigante negro, subjugado e passivo, simboliza a colonização e a exploração sofrida pelo continente. As pequenas figuras europeias, ocupadas em dividir o território como se fosse um jogo, representam a apropriação desconsiderada dos recursos e da soberania africana.</p><p><br></p><p>A imagem critica o imperialismo europeu, expondo sua natureza predatória e a desumanização do povo africano durante o processo de colonização.  O tamanho desproporcional do gigante em relação às pequenas figuras europeias acentua a ideia da superioridade numérica e do poder das potências colonizadoras e a vulnerabilidade da África diante desse po</p><p>der.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 11:38:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229872293</guid>
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         <title>AS COLÔNIAS FRANCESAS</title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229890250</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é um pôster propagandístico francês do final do século XIX ou início do século XX, que glorifica o imperialismo francês e a colonização. O título, "Les Colonies Françaises", indica claramente seu tema.</p><p><br/></p><p>A cena central representa uma alegoria da França (Mariannne, personificada como uma figura feminina em armadura, coroada com raios de sol e segurando um ramo de oliveira, símbolo de paz) oferecendo "Progrès" (Progresso) e "Civilisation" (Civilização) aos povos colonizados.  Ela está numa embarcação, sugerindo a chegada e imposição da cultura francesa.</p><p><br/></p><p>Ao redor de Marianne, há figuras representando diversos povos colonizados pela França, que parecem acolhê-la e seus “presentes”.  Há soldados franceses, também, reforçando a presença militar e o controle.  Um navio de guerra ao fundo reforça o poderio militar francês.</p><p><br/></p><p>A imagem utiliza uma iconografia que idealiza e romantiza a colonização, representando-a como uma missão civilizadora e progressista, ocultando a violência, exploração e opressão que caracterizaram a colonização francesa. É uma propaganda que justifica o imperialismo francês e mostra uma visão eurocêntrica e etnocêntrica da época.  A linguagem visual reforça a superioridade da cultura francesa em relação às culturas colonizadas, mostrando-as como necessitadas de "civiliz</p><p>ação".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 11:54:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229890250</guid>
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         <title>O PEQUENO DIÁRIO </title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229895875</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é a capa de um suplemento ilustrado do jornal francês *Le Petit Journal*, datado de 19 de novembro de 1911.  Ela retrata uma alegoria da França, personificada como uma figura feminina imponente e vestida à moda clássica, semelhante a uma deusa romana ou grega, que derrama abundância (provavelmente ouro ou trigo) sobre um grupo de marroquinos.  A mulher veste uma toga branca com detalhes dourados e uma faixa tricolor (azul, branco e vermelho), representando a bandeira francesa.</p><p><br/></p><p>A cena sugere a ideia de que a França está trazendo civilização, riqueza e paz ao Marrocos. Os marroquinos na imagem estão retratados como receptivos, mas em posições submissas em relação à figura monumental da França. A presença de soldados franceses ao fundo reforça o contexto colonial da imagem.</p><p><br/></p><p>A legenda na parte inferior ("La France va pouvoir porter librement au Maroc la civilisation, la richesse et la paix") traduz-se como: "A França poderá levar livremente ao Marrocos a civilização, a riqueza e a paz". Essa mensagem retrata o ponto de vista francês sobre sua intervenção colonial no Marrocos, promovendo a ideia de um projeto civilizatório benéfico.</p><p><br/></p><p>No entanto, a interpretação da imagem é complexa e sujeita a diferentes perspectivas.  A representação da França como uma figura dominante e os marroquinos como receptores passivos refletem uma visão eurocêntrica e colonialista do evento, ignorando as complexidades políticas e sociais da época e o impacto do colonialismo no Mar</p><p>rocos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 11:59:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PARTILHA DA CHINA</title>
         <author>eduardofreitas17</author>
         <link>https://padlet.com/eduardofreitas17/csamkmx6y0aruv6e/wish/3229899154</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é uma caricatura política que representa a Divisão da China entre as potências europeias no final do século XIX.  Ela retrata líderes de várias nações europeias, representados de forma caricatural, dividindo um mapa da China com facas.</p><p><br/></p><p>Podemos identificar:</p><p><br/></p><p>* **Uma figura que representa a China:** No topo, um homem chinês furioso, em roupas tradicionais, parece protestar contra a divisão de seu país.</p><p><br/></p><p>* **Representantes das Potências Europeias:**  Vemos representantes de Alemanha (com um capacete prussiano), possivelmente Rússia (com um uniforme militar), possivelmente França (pela mulher com roupa de estilo francês), Reino Unido (representado pela Rainha Vitória, possivelmente), e possivelmente Japão (o homem com cabelo penteado para cima, representando o início de seu imperialismo).</p><p><br/></p><p>* **A Ação:** Todos estão reunidos em torno de um mapa da China, cortando-o com facas, simbolizando o desmembramento territorial e a perda de soberania do país.</p><p><br/></p><p>A caricatura ilustra a política imperialista do final do século XIX e início do XX, onde as grandes potências europeias (e o Japão) buscavam controlar territórios e recursos na Ásia, especialmente na China enfraquecida pela rebelião Taiping e outras instabilidades internas.  A imagem mostra de forma satírica e crítica como essas potências impunham seu poder e exploravam a China, sem levar em consideração os interesses chineses. A agressividade na postura dos personagens reforça a natureza predatória da</p><p> situação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 12:03:00 UTC</pubDate>
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