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      <title>Seminário Temático III by GABRIELA OLIVEIRA REIS SANTOS</title>
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      <description>Olá , me chamo Gabriela, sou estudante do curso de Licenciatura em Letras( Língua Portuguesa e Literaturas da Língua Portuguesa) na UNEB, Campus XXI. 

Sempre fui “amante” da literatura, e sempre tive apreço pela gramática no ensino médio, então o curso de Letras é onde eu me identifico profissionalmente. Esse padlet foi criado com o intuito de repassar a tod@s, todo conteúdo aprendido e discutido sobre o tema SEXUALIDADE, no componente curricular de Seminário Temático III, ministrado pela professora; Sayonara Miranda.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-06 18:37:43 UTC</pubDate>
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         <title>A história da sexualidade- 12/03</title>
         <author>252210003</author>
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         <description><![CDATA[<p>Freud conceituou a sexualidade como a principal origem das neuroses devido as suas experiências e estudos, em que todos os indivíduos durante suas queixas sempre chegam a se relacionar a esse tema. A <strong>história da sexualidade</strong> sempre foi tratada como se não passasse de um tabu. Freud decisivamente transformou esses conceitos, a fim de que, em processos analíticos terapêuticos, esses assuntos possam ser abordados com naturalidade.</p><p><br/></p><p>As <strong>disfunções sexuais são muitas</strong>, por isso, cabe ao Psicanalista analisar essas questões juntamente com outros profissionais (sexólogos, médicos), pois essas causas podem ser de origem orgânica, psicológica ou medicamentosa.</p><p>As disfunções e transtornos sexuais são muitas e não serão relatados as suas problemáticas aqui, porém, fica aberta a pesquisas as causas de cada uma citada:</p><ol><li><p>Transtornos do desejo sexual</p></li><li><p>Transtornos da excitação sexual</p></li><li><p>Transtornos do orgasmo (Anorgasmia)</p></li><li><p>Transtornos de dor Sexual</p></li></ol><p><br/></p><p>Temos, também, as Parafilias ou distúrbios sexuais, sendo que os especialistas divergem em considerá-las (todas) como sendo transtornos, tais como:</p><ol><li><p>Exibicionismo</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.psicanaliseclinica.com/fetichismo/">Fetichismo</a></p></li><li><p>Frotteurismo</p></li><li><p>Sadismo ou Masoquismo</p></li><li><p>Voyeurismo</p></li><li><p>Fetichismo Transvéstico</p></li><li><p>Necrofilia</p></li><li><p>Zoofilia</p></li><li><p>Urofilia</p></li><li><p>Cropofilia e Clismafilia</p></li><li><p>Parcialismo (contato oral)</p></li><li><p>Escatologia telefônica</p></li><li><p>Masturbação.</p></li></ol><p><br/></p><p>A forma de ver a sexualidade e seus transtornos muda com o passar do tempo, sendo que há uma tendência científica de cada vez mais evitar patologizar os comportamentos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 19:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura do Estupro 26\03</title>
         <author>252210003</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chamar uma determinada prática social de cultura implica atribuir-lhe uma série de fatores que exprimem que essa conduta caracteriza-se, entre outras coisas, por ser algo feito de maneira corriqueira e não listado como raras exceções, colocando essa ação como uma atividade humana. Nessa concepção, adotamos a referência de Marilena <strong>CHAUI (1986</strong>) acerca do termo cultura que, segundo ela, “em sentido amplo, cultura […] é o campo simbólico e material das atividades humanas” (p. 14).</p><p><br></p><p>Esse tipo de entendimento é muito importante para que outras formas de violação sejam ou não classificadas no quadro do estupro, considerando que, por muito tempo, o entendimento de estupro concebeu apenas casos onde a conjunção carnal fosse comprovadamente forçada e com penetração vaginal. Tal concepção mostra-se exclusivamente falocêntrica, ignorando outras práticas de violências sexuais como o sexo oral, anal, masturbação, beijo e qualquer prática sexual que não contemple a penetração vaginal. Tudo isso demonstra uma valoração excessivamente fálica e heteronormativa que classifica apenas como violação aquela praticada com o pênis, desconsiderando qualquer outro tipo de ato, por exemplo, qualquer outro ato sexual praticado até mesmo por alguém do mesmo sexo que a vítima. Essas ideias acerca do ato do estupro seriam válidas se toda e qualquer atividade sexual humana tivesse como único fim a reprodução, de onde se faz necessária a penetração do pênis na vagina; o que é um pensamento ultrapassado, já que, na atualidade, a sexualidade é aceita não apenas para fins de procriação, mas, também, para socialização, satisfação de prazeres, estabelecimento de relações amorosas, relações sociais, recreação, entre outros. Tendo em vista isso, é importante compreender que a realização do desejo sexual do agressor pode se manifestar de várias formas, mas nenhuma delas respeita a vontade e a dignidade da vítima.</p><p><br></p><p>Considerar o comportamento predatório do agressor sexual vai muito além de classificá-lo através do crime previsto no código penal ou como o portador de qualquer doença, transtorno ou anomalia prevista na medicina psiquiátrica vigente. Isso porque os estupradores encontram-se em todos os lugares e classes da sociedade.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 19:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade sexual: uma leitura do impacto do estigma e discriminação na adolescência </title>
         <author>252210003</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O detalhamento das informações apontou que:</strong></p><ul><li><p>94,8% da população brasileira adulta se autoidentifica como heterossexual;</p></li><li><p>É maior a proporção de homens (1,4%) que de mulheres (0,9%) autodeclarados homossexuais;</p></li><li><p>Já as mulheres têm maior proporção (0,8%) que os homens (0,5%) entre os bissexuais;</p></li><li><p>A autoidentificação homossexual ou bissexual é maior entre quem tem nível superior (3,2%) e maior renda (3,5%);</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 19:12:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gênero e Sexualidade- 02\04</title>
         <author>252210003</author>
         <link>https://padlet.com/252210003/cs4dcyh2q02zoxnz/wish/3020562041</link>
         <description><![CDATA[<p>Gênero é o termo utilizado para designar a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/sociologia/construcao-social/">construção social</a> do sexo biológico. Este conceito faz uma distinção entre a dimensão biológica e associada à natureza (sexo) da dimensão social e associada à cultura (gênero). Apesar das sociedades ocidentais definirem as pessoas como homens ou mulheres desde seu nascimento, com base em suas características físicas do corpo (genitálias), as ciências sociais argumentam que gênero se refere à organização social da relação entre os sexos e expressa que homens e mulheres são produtos do contexto social e histórico e não resultado da anatomia de seus corpos.</p><p>Se a expressão social de comportamentos de homens e mulheres é puramente baseada na natureza dos órgãos genitais, nas quais uma mulher é quem tem um aparelho reprodutor feminino, por que existem expressões como “isso não é coisa de mulher”? No mesmo sentido, se ser homem é ter um pênis, por que existem tantas coisas que “não são de homem”? Esses questionamentos apontam que ser homem ou mulher é muito mais complexo do que nascer com um pênis ou uma vagina, extrapola os atributos físicos, envolvendo diversas regras sociais de comportamento que são expressas através de feminilidades, masculinidades e dos padrões de gênero.</p><p><br></p><p>A sexualidade envolve as práticas eróticas do ser humano, suas escolhas de relação afetiva e objetos de desejo. Do mesmo modo que gênero, a sexualidade é culturalmente estabelecida e tem distinções em diferentes grupos e culturas. O conceito de sexualidade, no ocidente, está intimamente ligado ao de gênero. Na hierarquia das sociedades ocidentais em geral, a heterossexualidade ocupa a posição superior e, logo, a homossexualidade é socialmente compreendida como inferior. Em outras palavras, na sociedade em que vivemos, considera-se normal ser heterossexual. Podemos falar então que a sexualidade é marcada por práticas heteronormativas.</p><p>A heteronormatividade é definida como um conjunto de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/sociologia/norma-social/">normas sociais</a> compulsórias à heterossexualidade que orienta a sexualidade e as expectativas, possibilidades e obrigações sociais e históricas formadas a partir do pressuposto da heterossexualidade como natural. A heterossexualidade como padrão estabelece normas de poder e de controle das condutas ditas normais e assim, qualquer desvio dessas regras é considerado fora dos padrões de normalidade.</p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 19:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>sexualidade 09/04 : perspectiva histórica e significado cultural </title>
         <author>252210003</author>
         <link>https://padlet.com/252210003/cs4dcyh2q02zoxnz/wish/3020966079</link>
         <description><![CDATA[<p>Entender a sexualidade em uma perspectiva histórico-cultural, e não mais em uma perspectiva estritamente biológica, tem sido o principal fundamento dessas críticas. E aqui não podemos deixar de ressaltar a contribuição dos estudos de Michel Foucault. Foucault (1988) critica a hipótese repressiva sobre a sexualidade que agiria principalmente pela negação da sexualidade e de seu silenciamento. Ela não explica, por exemplo, a proliferação de discursos sobre a sexualidade que vivemos hoje com a constante exposição do tema na mídia e as confissões da vida sexual produzidas pelos ícones midiáticos (atores/atrizes e modelos) que estão expostas na internet, nos programas de TV e nas revistas voltadas ao público adolescente. Para Foucault, na modernidade desenvolveram-se outras técnicas de controle sobre a sexualidade que não passam mais pelo seu silenciamento, mas justamente pela sua confissão, pela incitação ao discurso da sexualidade, pela sua visibilidade:</p><p><br/></p><p>Em todo caso, a hipótese de um poder de repressão que nossa sociedade exerceria sobre o sexo e por motivos econômicos revela-se insuficiente se for preciso considerar toda uma série de reforços e de intensificações</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 05:24:27 UTC</pubDate>
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         <title>23/04 Corpo Brincante: a presença travesti nas  performances dos quilombos de Reisado</title>
         <author>252210003</author>
         <link>https://padlet.com/252210003/cs4dcyh2q02zoxnz/wish/3020983064</link>
         <description><![CDATA[<p>Atuação, presença, história, educacao, representação, pesquisa, criação, corpo, filosofia, dança, gênero, memória. São algumas das palavras cheve que o texto nós traz.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>No objetivo de refletir sobre a performance e suas formas animadas, considera-se uma das passagens da cartografia que segue em curso pelas dissidências sexuais e de gênero nos Reisados cearenses, em que se acompanhou o quilombo do grupo Sagrada Família entre a performance de gênero e a animação da brincadeira. Por meio da rota de uma das primeiras Mestras travestis, aponta-se o encantravar do corpo brincante como caminho para, nas espirais do tempo brincado, louvar o corpo travesti.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 05:46:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Caravanas 14/05 Chico Buarque </title>
         <author>252210003</author>
         <link>https://padlet.com/252210003/cs4dcyh2q02zoxnz/wish/3020998985</link>
         <description><![CDATA[<p>A letra descreve a chegada de grupos de pessoas das periferias, comparando-as a uma invasão de muçulmanos, para ilustrar o olhar preconceituoso da sociedade. Essa comparação evidencia a xenofobia e a estigmatização dos moradores de favelas, vistos como estranhos e perigosos pela elite.</p><p><br/></p><p>Os primeiros versos nos revelam o cenário: um dia de muito sol e a praia de Copacabana, cuja água é comparada ao mar de cor turquesa de Istambul. Também observamos outras menções geográficas, como no verso “um dia de real grandeza”, que se refere ao túnel que liga Botafogo a Copacabana, entre as ruas Real Grandeza e Siqueira Campos, bem como ao Jardim de Alah, que consiste num conjunto de praças que fazem limite entre os bairros do Leblon e Ipanema, ladeado por um canal que une a lagoa Rodrigo de Freitas ao Oceano Atlântico.</p><p><br/></p><p>Logo em seguida somos apresentados ao outro foco da narrativa: o deslocamento das pessoas, que vem dos subúrbios, bairros distantes da zona sul da cidade do Rio de Janeiro, em direção à praia. Nas cidades litorâneas, ir à praia é uma ótima opção de lazer, pois como se trata de um espaço público, não há pagamento de ingresso para frequentá-la, no entanto, nem sempre o banho de mar foi visto como algo prazeroso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 06:03:11 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação </title>
         <author>252210003</author>
         <link>https://padlet.com/252210003/cs4dcyh2q02zoxnz/wish/3021004724</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema sexualidade é um tema que deve e é preciso ser discutido em âmbitos educacionais, para mim foi muito agradável e interessante as aulas de seminário temático a decorrer deste específico tema . A disciplina foi muito importante para construção de pensamentos positivos sobre o assunto , me fez abrir um leque de curiosidade para que eu pudesse buscar e estudar mais sobre o assunto e foi fundamental para o nosso desenvolvimento no curso de letras. Eu gostei muito e pude entender bastante . </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 06:09:27 UTC</pubDate>
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