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      <title>Território Brasileiro by SOFIA SOBRINHO</title>
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      <description>Sofia , Caio , Gabriel,  Alana Vidal  , Alex , Sara , Lara Rafaela </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-18 12:08:51 UTC</pubDate>
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         <title> 1 - Motivos socioeconômicos que levaram os colonizadores a ocupar o território</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2056911433</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O processo de colonização do Brasil foi conseqüência do já desenvolvido processo de expansão marítima realizado pelos portugueses. Durante o século XV, os portugueses ocuparam regiões estratégicas da Ásia e da África que poderiam ser utilizadas como foco de expansão comercial. Posteriormente, o controle dessas áreas abrira espaço para que as primeiras práticas colonizadoras fossem empreendidas nas Ilhas de Açores e Madeira.<br><br>A conquista de rotas comerciais com o Oriente, tido até então principal área de fluxo comercial das nações européias, fez com que a descoberta das terras brasileiras não fosse de muito interesse para a Coroa. Nos primeiros trinta anos de colonização, as únicas atividades se limitavam a realizar a extração do pau-brasil nas regiões litorâneas do país. Tal empreendimento contava com a colaboração dos índios, que em troca de alguns produtos e utensílios, realizavam a derrubada e o armazenamento da madeira.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 01:07:38 UTC</pubDate>
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         <title> 2- Expandir e alterar o território brasileiro ao longo do tempo</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2056912585</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Considerando-se como marco inicial da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Descobrimentos_portugueses">expansão marítima europeia</a> a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conquista_de_Ceuta">conquista de Ceuta</a>, no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Norte_de_%C3%81frica">norte da África</a>, em 1415, a baixa lucratividade daquela conquista levou a que Portugal empreendesse a busca das fontes de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ouro">ouro</a> presumidas ao sul do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto_do_Saara">deserto do Saara</a>, projeto coordenado pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Infante_D._Henrique">Infante D. Henrique</a> (1394-1460). As descobertas resultantes, os altos investimentos exigidos e o desejo da exclusividade dos lucros resultantes, diante da disputa com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Castela">Castela</a>, conduziram à mediação pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_S%C3%A9">Santa Sé</a>, verdadeira autoridade supranacional reconhecida pelos reinos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo">cristãos</a>. Desse modo, em janeiro de 1450 o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Nicolau_V">Papa Nicolau V</a> confirmou os direitos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a> a todas as terras novamente descobertas, concedendo ao Infante D. Henrique o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Monop%C3%B3lio">monopólio</a> da exploração até à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia">Índia</a>. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bula_pontif%C3%ADcia">bula</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romanus_Pontifex"><em>Romanus pontifex</em></a> (8 de Janeiro de 1454), do mesmo pontífice, legitimou os objetivos expansionistas portugueses, definindo a conquista colonial como um instrumento da expansão do cristianismo, ao conceder ao rei de Portugal e ao Infante o direito a todas as suas conquistas marítimas, nomeadamente a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira">Madeira</a>, os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ores">Açores</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_Verde">Cabo Verde</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9_e_Pr%C3%ADncipe">São Tomé e Príncipe</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_territorial_do_Brasil#cite_note-1"><sup>[nota 1]<br></sup></a><br></div><div><br>Uma nova etapa iniciou-se após a morte do Infante. Foi marcada pela negociação e assinatura do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Toledo">Tratado de Toledo</a> (6 de Março de 1480), entre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_V_de_Portugal">Afonso V de Portugal</a> e os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reis_Cat%C3%B3licos">Reis Católicos</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_II_de_Arag%C3%A3o">Fernando de Aragão</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isabel_de_Castela">Isabel de Castela</a>. Por este diploma, em troca da posse do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquip%C3%A9lago">arquipélago</a> das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Can%C3%A1rias">Canárias</a> para a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha">Espanha</a>, estes soberanos deixavam para Portugal todas as terras descobertas ou por descobrir das "Canárias para baixo, contra a Guiné". Este tratado confirmava o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Alc%C3%A1%C3%A7ovas">Tratado de Alcáçovas</a> (ou das "Parcerias do Moura"), que encerrou a guerra dinástica na Península Ibérica (4 de Setembro de 1479) e foi ratificado pela bula <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Aeterni_Regis&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Aeterni regis</em></a>, do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Sisto_IV">Papa Sisto IV</a> (21 de Junho de 1481).<br><br>Insatisfeito com a arbitragem pontifícia, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_II_de_Portugal">João II de Portugal</a> negocia diretamente com os Reis Católicos e assina, na povoação castelhana de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tordesillas">Tordesillas</a>, o Tratado denominado oficialmente como "<em>Capitulación de la partición del mar Oceano</em>" (7 de Junho de 1494).<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_territorial_do_Brasil#cite_note-2"><sup>[nota 2]</sup></a> Este novo diploma dividia o mundo descoberto e a descobrir, estabelecendo um meridiano a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde entre as Coroas de Portugal (a quem cabia o Este) e da Espanha (a quem cabia o Oeste), preservando os interesses de cada uma das Coroas. Pelo novo Tratado, pertenceriam a Portugal parte das terras do Brasil, que só seriam descobertas seis anos mais tarde, em 1500. Assinado dois anos após o descobrimento da América por Colombo, e seis anos antes da descoberta do Brasil por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vicente_Y%C3%A1%C3%B1ez_Pinz%C3%B3n">Vicente Yáñez Pinzón</a>, este diploma assegurava os interesses de Portugal no périplo africano e na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Descoberta_do_caminho_mar%C3%ADtimo_para_a_%C3%8Dndia">descoberta do caminho marítimo para a Índia</a>.<br><br></div><div><br>Embora o Tratado tenha sido aprovado pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_J%C3%BAlio_II">Papa Júlio II</a>, em 1506, através da bula <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ea_Quae_Pro_Bono_Pacis&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Ea quae pro bono pacis</em></a>, os seus termos jamais foram reconhecidos pelas demais potências europeias, por ele excluídas das conquistas e riquezas do Novo Mundo. Adicionalmente, a indeterminação do meridiano<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_territorial_do_Brasil#cite_note-3"><sup>[nota 3]</sup></a> e subsequentes conflitos gerados na América (pela posse da bacia do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_da_Prata">rio da Prata</a>) e no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Pac%C3%ADfico">Oceano Pacífico</a> (pela posse das ilhas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhas_Molucas">Molucas</a>), levaram à aquisição das Ilhas Molucas (inclusive as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filipinas">Filipinas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Timor">Timor</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Solor">Solor</a>) por Portugal à Espanha através da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capitula%C3%A7%C3%A3o_de_Sarago%C3%A7a">Capitulação de Saragoça</a> (23 de Abril de 1529).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 01:10:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3 - implícitas e explícitas em ações de defesa e proteção das áreas brasileiras.de fronteiras</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2056914112</link>
         <description><![CDATA[<div>Na defesa dos interesses nacionais, as <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/estado-maior-conjunto-das-forcas-armadas/forcas-armadas"><strong>Forças Armadas</strong></a> têm atuado de modo integrado com outros setores do Estado. Essa coordenação de esforços é visível em ações como as destinadas a garantir a segurança das fronteiras brasileiras.<br><br></div><div>Em junho de 2011, o Governo Federal lançou o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), destinado a reforçar a presença do Estado nas regiões de divisa com dez países vizinhos.&nbsp;<br><br></div><div>Com o plano, ações executadas por diversos entes estatais na prevenção e combate a crimes transfronteiriços – como a entrada de armas e drogas no país – passaram a ser integradas, ampliando seu impacto.&nbsp;<br><br></div><div>Sob a coordenação direta do vice-presidente da República, o Plano Estratégico de Fronteiras é formado por duas operações: a Sentinela e a <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/exercicios-e-operacoes/operacoes-conjuntas/operacao-agata"><strong>Ágata</strong></a>.&nbsp;<br><br></div><div>A Operação Sentinela, coordenada pelo <a href="http://www.justica.gov.br/"><strong>Ministério da Justiça</strong></a>, tem ações centradas no trabalho de investigação e inteligência e na atuação conjunta de órgãos federais de segurança (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança).<br><br></div><div>Já a <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/exercicios-e-operacoes/operacoes-conjuntas/operacao-agata"><strong>Operação Ágata</strong></a> – coordenada pelo Ministério da Defesa, por intermédio do <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/composicao/estado-maior-conjunto-das-forcas-armadas-emcfa/emcfa"><strong>Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas</strong></a> (EMCFA) – mobiliza efetivos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para atuar, de forma episódica, em pontos estratégicos da fronteira.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 01:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>4 - influência dos povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos para a diversidade sociocultural brasileira</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2056914814</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>cultura brasileira</strong>, assim como a formação étnica do povo brasileiro, <strong>é vasta e diversa</strong>. Nossos hábitos culturais receberam elementos e influências de povos indígenas, africanos, portugueses, espanhóis, italianos e japoneses, entre outros, devido à colonização, à imigração e aos povos que já habitavam aqui.São elementos característicos da cultura brasileira a música popular, a literatura, a culinária, as festas tradicionais nacionais, como o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/carnaval/historia-do-carnaval.htm">Carnaval</a>, e as festas tradicionais locais, como as <a href="https://brasilescola.uol.com.br/folclore/cavalhadas.htm">Cavalhadas de Pirenópolis</a>, em Goiás, e o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/aspectos-culturais-regiao-norte.htm">Festival de Parintins</a>, no Amazonas.<br><br></div><div>A<strong> </strong>religião, como elemento cultural, também sofreu miscigenação, formando o que chamamos de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/religiao/as-religioes-afrobrasileiras-sincretismo.htm"><strong>sincretismo religioso</strong></a>. O sincretismo religioso brasileiro reúne elementos do candomblé, do cristianismo e das religiões indígenas, formando uma <strong>concepção religiosa<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 01:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>5-Pobreza no Brasil</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2060345570</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a pesquisa, 19,3% apontaram pobreza e desigualdade social como maior <strong>problema do Brasil hoje em dia</strong>; 16,7% citaram a inflação; 9,8% apontaram impostos altos e Estado ineficiente; 6,8% elegeram o desemprego; e 6,5% apontaram o ritmo de crescimento econômico como principal questão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 11:02:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>6-Solução da pobreza no Brasil</title>
         <author>33371121</author>
         <link>https://padlet.com/33371121/Bookmarks/wish/2060348685</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil Sem Miséria aponta para três ações combinadas: ampliação das capacidades dos mais <strong>pobres</strong>; inclusão dos mais <strong>pobres</strong> nos setores de maior produtividade da economia; ampliação da produtividade dos setores ocupados pelos mais <strong>pobres</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 11:04:48 UTC</pubDate>
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