<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Mural de tecnologia na educação by Amanda Menezes</title>
      <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-25 12:28:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-28 09:07:24 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4262603843/f0af929805a128bf85333c5d2e0b26cb/padlet_crane_logo.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Sobre mim</title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3553815533</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Amanda Menezes, tenho 19 anos! </p><p>Sou do Rio de Janeiro, criada na Zona Norte com meus pais e meus irmãos sempre juntinhos. </p><p>Amo tudo que envolve educação e gosto muito de aprender coisas novas.</p><p>Sou muito feliz por estar cursando pedagogia na UERJ, e trabalhar com o que eu gosto é o que me motiva.</p><p>Minha mãe alfabetizou por muito tempo, meus avôs professores também e crescer com essas influências foi base pro meu amor pela educação. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4262603843/b4add826c938c18fa65c0e44b9b4b1b3/1000342140.jpg" />
         <pubDate>2025-08-25 12:28:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3553815533</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O homem e as máquinas de Lúcia Santaella</title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3553815534</link>
         <description><![CDATA[<p>A gente sempre fala de tecnologia como se fosse algo distante, quase inimigo, mas será que não somos parte dela também?</p><p>É engraçado pensar que cada máquina que criamos acaba mudando também a forma que vivemos, pensamos e sentimos. Não é só sobre "usar" uma máquina, mas sobre como ela passa a ser parte da gente e de quem a gente é.</p><p>Será que as máquinas nos desumanizam ou nos aproximam ainda mais do que é ser humano? 🤔</p><p>É confuso kkkk mas a resposta está no meio, porque as vezes a gente se perde no automático e preso nas telas, mas também é fantástico como podemos criar laços e expressar ideias e transformar o mundo graças a essas invenções.</p><p>Acho que no fim a gente percebe como o homem e a máquina nunca andaram separados. A diferença é que cabe a nós escolhermos se queremos que essa relação nos torne criativos ou só dependentes..</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet.com/zap9/post-something-about-where-you-are-from-92wqcyr2jpzywuyq" />
         <pubDate>2025-08-25 12:28:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3553815534</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entre proibições e invenções: qual é o futuro do celular na escola? </title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3589643546</link>
         <description><![CDATA[<p>Lendo o texto da professora Tânia sobre a proibição dos celulares nas escolas eu acho que sempre que esse assunto aparece, parece que tem dois times bem definidos: o time da proibição total, que acha que o celular só atrapalha, e o time da liberação, que acredita que dá pra usar de forma positiva.</p><p>O texto mostra que o celular já faz parte da vida dos alunos. Não é só para mandar mensagem ou ver vídeo no TikTok, mas também para pesquisar, se informar, criar e se expressar. Então, se ele já está tão presente no dia a dia, faz sentido a escola simplesmente fechar os olhos para isso? </p><p>Claro que por outro lado, o celular pode atrapalhar a concentração, gerar desigualdade (já que nem todos têm acesso a aparelhos e internet de qualidade) e até virar fonte de distração constante ou seja não é um vilão absoluto, mas também não é um herói pronto.</p><p>Eu acho que o futuro do celular na escola depende da nossa capacidade de criar novas formas de uso. Em vez de gastar energia só com regras de proibição, que tal pensar em projetos em que o celular seja uma ferramenta de pesquisa, de produção de conteúdo, de registro de experiências? Assim virando um aliado no processo de aprendizagem.</p><p>A discussão não é sobre liberar ou proibir, mas sobre como educar para o uso consciente.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-17 11:02:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3589643546</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Humanidade e tecnologia: evolução, vida digital e pós-humanismo</title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3589661580</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto ela descreve exatamente esse mundo que a gente vive, meio humano, meio digital.</p><p>Desde o começo da nossa história nós nunca estivemos sozinhos: sempre tivemos ferramentas. Primeiro foi a pedra lascada, depois a escrita, a prensa, a eletricidade e agora a internet. Cada uma dessas invenções não só ajudou, mas mudou a forma como vivemos e pensamos. E isso me fez perceber que a tecnologia nunca foi só “acessório”, ela sempre esteve moldando quem somos.</p><p>Hoje tudo passa por telas: conversar, estudar, trabalhar, pedir comida, até conhecer gente nova usamos as telas como exemplo o tinder, aplicativo de relacionamento. O digital não é só uma ferramenta externa, ele já faz parte de como pensamos e de como construímos nossas relações. </p><p>O texto diz também sobre o pós- humanismo.</p><p>Santaella mostra que estamos entrando numa fase em que a fronteira entre humano e tecnologia já não é tão nítida. Como próteses biônicas, realidade virtual, chips implantados, inteligência artificial que cria textos e imagens. Isso não é mais ficção científica — já está acontecendo, na série black mirror diz muito disso.</p><p>Nós somos seres em constante transformação junto com ela.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4262603843/e885ee7f08bad99212b3015e5dc235d0/1000364849.jpg" />
         <pubDate>2025-09-17 11:17:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3589661580</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo do Felca sobre adultização </title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3634656921</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistindo o vídeo do felca, é muito chocante porque conhecia ele como um influenciador de comédia, incrível a pauta que ele abriu e foi extremamente corajoso tendo coragem de falar o que ninguém ousou em falar.</p><p>O vídeo mostra como cada vez mais o algoritmo das redes favorece conteúdos que expõem crianças de um jeito estranho sexualizado, mesmo que de forma “disfarçada”. </p><p>São fotos, vídeos, dancinhas, que parecem inofensivas à primeira vista, mas que acabam servindo de prato cheio pra gente mal-intencionada. </p><p>E o pior isso gera engajamento, visualização, dinheiro. É um ciclo absurdo, e ninguém quer olhar pra isso.</p><p>O vídeo me fez repensar várias coisas, o que eu consumo, o que eu curto ou até mesmo o que eu ignoro.</p><p>No fundo, o vídeo do Felca não é só sobre internet. </p><p>É sobre responsabilidade, sobre infância sobre o tipo de sociedade que a gente está construindo quando fecha os olhos pra esse tipo de coisa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4262603843/696d04a954b63df1a8ae413e995d0622/1000379440.jpg" />
         <pubDate>2025-10-16 00:38:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3634656921</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que dizem os memes da educação na pandemia?</title>
         <author>amandamenezes0902</author>
         <link>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3640800758</link>
         <description><![CDATA[<p>É um artigo de tema atual, achei a forma de como os autores usaram os memes que é uma linguagem tão presente hoje em dia, especialmente durante a quarentena, para analisar a educação na pandemia foi muito interessante.</p><p>Os memes retrataram muito de forma bem humorada, mas crítica, o desespero dos professores, alunos e pais com a mudança de ensino.</p><p>Eu gostei muito das conclusões que o texto traz, por exemplo a principal delas é que os computadores e a internet sozinhos não vão mudar o jeito de ensinar e aprender. A tecnologia é só uma ferramenta.</p><p>Eles também dizem que a pandemia, apesar de tudo, pode ser uma coisa boa. Ela dá uma chance para os professores pensarem e mudarem a forma como dão aula. A internet, nesse tempo de ficar em casa, pode virar um lugar divertido e bom para aprender, se for bem usada.</p><p>É como se a pandemia tivesse forçado uma reflexão pedagógica. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4262603843/dcc8c2437c660720773443279d895e41/1000383434.jpg" />
         <pubDate>2025-10-20 10:49:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amandamenezes0902/crlgeuoe2ob7kbgs/wish/3640800758</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
