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      <title>Argumentação e retórica by Beatriz Correia</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-13 17:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e retórica 
O discurso argumentativo – principais tipos de argumento e principais falácias.</title>
         <author>beacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/beacorreia/cqxeh393kszi/wish/341005977</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1- Argumentação </div><div>O discurso argumentativo obedece a regras afim de que a nossa mensagem apresentada de forma clara e sustentar por boas razões. Para esse efeito o orador deverá. </div><div> </div><ul><li>Definir claramente o tema apresentado; </li></ul><div> </div><ul><li>Planificar cuidadosamente a exposição a fazer ter uma noção clara da conclusão apresentada; </li></ul><div> </div><ul><li>O discurso argumentativo apresenta em geral: </li></ul><div> </div><div>Estrutura básica do discurso argumentativo </div><div> </div><div>1º momento - Introdução </div><div>Tema (subtemas) </div><div>Definir claramente o que se pretende analisar e debater. </div><div> </div><div>2º momento – Desenvolvimento do campo argumentativo </div><div>Argumento 1- </div><div>Argumento 2- </div><div>Argumento n- </div><div>Justificar e fundamentar as teses, torná-las inteligíveis ao auditório, prever e refutar possiveis objeções, orientado progressivamente o auditório para a conclusão. </div><div> </div><div>3º momento - Conclusão </div><div>Síntese final </div><div>Apresentar uma sintese das razões mais relevantes para a adesão ao auditório. </div><div><br> a. Primeiros tipos de argumentos não dedutivos. </div><div>Os principais tipos de argumentos não dedutivos. </div><div> </div><ul><li>Argumentos dedutivos - generalizações e previsões. </li><li>Argumentos por analogia. </li><li>Argumentos de autoridade. </li><li>Argumentos causais ou sobre causas. </li></ul><div><br></div><div>      a. Argumentos indutivos. </div><div> </div><div>São indutivos a maior parte dos raciocínios que fazemos no dia-a-dia. Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas articulares. </div><div>De premissas desse tipo é, por vezes, inferido: </div><div> </div><ul><li>Uma conclusão universal – neste caso trata-se de uma <strong>generalização</strong>; </li></ul><div> </div><ul><li>As <strong>generalizações </strong>são, argumentos indutivos da forma “alguns A são B, logo, todos os A são B”, em que a conclusão é mais geral da que as premissas; </li></ul><div> </div><ul><li>As previsões, são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular projetado para o futuro: </li></ul><div> </div><div>    Um <strong>bom argumento indutivo </strong>por mais convincente que possa ser, não garante a verdade da conclusão, e, embora seja pouco provável, não é importante que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão seja falsa. </div><div>    São <strong>argumentos bons ou fortes</strong>,<strong> </strong>os argumentos em que a conclusão, tem um bom suporte de justificação que torna improvável que a conclusão venha revelar-se falsa. </div><div>    São <strong>argumentos maus ou fracos</strong>, os argumentos cuja probabilidade de a conclusão ser verdadeira é reduzida. </div><div>    Constituem <strong>suporte de justifição </strong>a quantidade e a representatividade de casos observados, bem como o facto de existirem ou não contratempos. </div><div>Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os <strong>seguintes critérios:</strong> <br><br></div><ul><li>Verificar se se baseiam em exemplos representativos, ou se existem <strong>contra tempos;</strong> </li></ul><div> </div><ul><li>Evitar confundir uma generalização quando as premissas são menos gerais que a conclusão (como uma previsão); </li></ul><div> </div><ul><li>Quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular futuro; </li></ul><div><br> b.Argumentos por analogia. </div><div> </div><div>Os argumentos por analogia estabelecem uma comparação entre 2 realidades, baseadas em características comuns. Num argumento por analogia uma das premissas, afirma semelhança entre 2 coisas (S E em P) e a outra enuncia uma característica própria de uma das coisas semelhantes (S E R) a conclusão infere com base na semelhança existente entre as 2 coisas que o outro (P) também possui a mesma característica (P E R). </div><div>A avaliação de um argumento deve ter em conta os seguintes critérios: </div><div> </div><ul><li>Quantidade de propriedades comuns; </li></ul><div> </div><ul><li>Relevância das propriedades isto é, a pertinência das propriedades ou a sua adequação á conclusão que se pretende; </li></ul><div> </div><ul><li>Que não deve haver diferenças fundamentais relativamente aos aspetos que estão a ser comparados; </li></ul><div><br>  c. Argumentos de autoridade </div><div> </div><div>São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas de alguém conhecido e respeitado pela sua particular competência numa determinada área. A sua fórmula lógica é “A” disse P, logo, P. </div><div>Para poderem ser considerados bons argumentos,temos de ter em conta os seguintes critérios: </div><div> </div><ul><li>Não deve haver discordâncias significativas entre os especialistas, quanto há matéria em discussão; </li></ul><div> </div><ul><li>Os especialistas não devem ter afirmações pessoais na afirmação em causa; </li></ul><div>
</div><div>  d. Argumentos causais ou sobre causas. </div><div> </div><div>Estes argumentos estabelecem – que causa efeitos entre fenómenos. Considera-se que existe uma relação necessária ao que sempre que um deles acontece (causa) ocorre pelo outro (efeito) a esta relação de necessidade entre dois acontecimentos em que um é a causa e o outro o efeito, chama-se relação de causalidade. </div><div>Regras para construir bons argumentos causais: </div><div> </div><ul><li>Não confundia a relação de casualidade com a ocorrência de 2 fenómenos um a seguir ao outro; </li></ul><div> </div><ul><li>Não confundir a causa com o efeito; </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 17:41:15 UTC</pubDate>
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