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      <title>Minhas composições by Fatima do Carmo</title>
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      <description>Criado com amor e versos!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-10 16:16:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>enfdocarmo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Crônica&nbsp; 2021</div><div>Autora: Fatima do Carmo&nbsp;<br>Flores</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na sacada da casa não parece viva diante dos meus olhos e nem aos olhos de outrem, mas vivas estão, e transparecem na folhagem em avenidas simbólicas do eu. Quimeras! Quisera eu poder perceber em cada pétala, a perfeição distinta do alguém que plantara o que da semente fora feito imensos jardins. Vai mundo sem gritos e no silêncio, trazem no perfume, o exalar da natureza, e bailando estão em cada suspiro do vento, quais pássaros em coreografias livres a beijarem cada flor na colheita farta do pólen semeado. Foram dias de sol com lindos entardecerem, posteriormente, vieram chuvas e estou eu farta da beleza que não me fatiga e viva da fonte infinita, te trago... Trago-te flores da estrada, deixo livres os versos soltos na cascata ainda em flor, delas tiro o alvejar da pedraria, mansueta, de tão bela juventude e sorriso entrelaçado que não mitiga madura. De muitas eras advindas, chegadas e partidas, vão livres agora na emoção com o fato que de cada momento, deixa exposto a rolar na lágrima facial, em cada rosto de momento pandêmico, e mesmo momento alhures... Risos... Sorrisos... Gargalhadas de uma histórica e festiva história, e, lá estão as flores a enfeitarem os laços eternos de lindas histórias. São flores espalhadas pela natureza, em árvores frondosas ou plantas simples... São flores delicadas e fortuitas com transparência e solicitude... Enfeitam o jardim da nossa alma... São flores que de flores colhemos: o cheiro; os versos; a beleza e palavras no silencio da vida, emitidas por quem as criou! São flores... Somos flores, somos vida e irradiamos esta energia esplendorosa.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:31:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>enfdocarmo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sejam bem vindos a este Padlet!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:36:16 UTC</pubDate>
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         <title>Floresça</title>
         <author>enfdocarmo2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>Espalhe amor, irradie energia boa, se elabore, não é lance.<br><br></div><div>Sorria, inspire, alegre-se, ouça música, se elabore.<br><br></div><div>Capriche no visual, busque paz, viva mais, dance!<br><br></div><div>Lembre-se do maior sentimento, o amor que há, colabore!<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Espalhe amor e floresça! O frio faz parte, mas é parte! Não pereça!<br><br></div><div>Os espinhos, já são algumas vezes pesados fardos que é dó...<br><br></div><div>Mas faz parte da linda flor, bem com tudo de Criador.<br><br></div><div>Floresça, espalhe flores pelo caminho, aqueça...<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Foram dias longos em delongas convenientes ou não...&nbsp;<br><br></div><div>O céu está sempre no mesmo lugar ainda que em luta esteja!<br><br></div><div>Foi-se o tempo e chega a tempo verdade, elucidação.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Não desista da retidão, da certeza da vida, há imensidão.<br><br></div><div>Permaneça em virtude, pro labore. Há must. Pondere!<br><br></div><div>Há esplendor em nossa culpa, santidade redenção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 20:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>Literário                                                   Sobre o subjetivismo do autor!     Primeiramente o escritor tem uma história pregressa que o fez chegar até ali, ou seja, até o ponto culminante da obra concluída ou não. Partindo do princípio que nos remete a um profundo mimetismo, onde &quot;a vida imita a arte e a arte imita a vida&quot; pode-se pensar também que nitidamente os meios influenciam os fins e vice-versa. A subjetividade parte da realidade do escritor, desde sua infância, e o molda em tudo que vivencia, dado que está circunscrito em seu cotidiano, sua infância, adolescência, influências paternas, maternas e fraternas, juntamente com os amigos, adversários e convivas, seu estudo ou não, estão fortemente impregnados no seu eu, se faz mister, convir que a religião, a política e a cultura, a sociedade da época em que está situado, também transforma e o faz moldado à sua época; às épocas anteriores por influência, por que não? Sendo assim, faz com que seja formado em sua virtude integralmente: ser humano revelado através do livro de sua vida, que em sua casa mental, abre-nos a janela e nos mostra um leque para a vida. (incluir citação). Dentro de sua cosmovisão podemos adentrar, portanto, outros paradigmas ficcionais ou não. Mas, sua subjetividade será sempre um singular, ainda que sejam semelhanças, elas serão mais elementares, devido à individualidade humana, pois, cada um é cada um, porque têm características próprias e similares por intermédio do criador e criação.</title>
         <author>enfdocarmo2</author>
         <link>https://padlet.com/enfdocarmo2/cqv3ixiuej6kscyr/wish/1653785961</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 16:44:53 UTC</pubDate>
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         <title>Verso e reverso em miméticos anafásicos.      As más pessoas vêm efeitos vermes e venenos tentando devorar a carne tecnologia, nesse sucinto ato devaneador de derribar o sistema operacional do smartphone. A presente expectativa do fim ecoa, na voz castelhana, ou na voz inglesa, contudo imensamente expressa na voz da portuguesa. Algo inusitado, inconstante momento de desespero, mero ato, simples fato, grande erro de dano e cobiça. Clareia a clareira luminosa da fonte infinita do amor e apregoa o que de lá já é meio apregoado, a cruz, símbolo questão, mesmo no auge da vida, não é alucinação. Enlameiam com sordidez absoluta, sonhando castelo de areia, em tremendos atos desordeiros tirando paz, sossego e desmoronam no momento seguinte ao passo da situação. A impureza o vento também leva, aborrecem-se nitidamente, a sujeira a água lava e as mãos se erguem pedindo em graça. Conturbados atos, frívolos momentos de sentimentos horríveis. A carta expressa, o jogo veneno, sobre a mesa revela que teu ódio não é pequeno e incendeia feito o inferno a aturdir noites adentro em ruas escuras e hoje vazia do não que aturdia. A fúria humana, mesmo que devassadora, ainda é menor do que a d&#39;Aquele que se enfurece, por causa da sua estampada fúria escondida, no tapete da política, cuja conduta evade, explode e revela a bomba que exauria da suntuosa atitude, luxuosa virtude, imbricada ira na ira exposto n jogo do azar, que a, cena da maldade insiste em se aturdir. Essa fase anafórica deixa em segredo, a retórica transposta na chaga transparente, ópio do dano da barra entorpecente, que não me cega, não te cega e nem encoraja em empresa ou sociedade. Nosso eu inconstante, na constante vida transparente, vivida à flor da pele ou na sentida a frio na derme, nessa epiderme da calma.Leia mais: https://viver-e-viver.webnode.com/  </title>
         <author>enfdocarmo2</author>
         <link>https://padlet.com/enfdocarmo2/cqv3ixiuej6kscyr/wish/1653788724</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 16:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>O Livro Aberto</title>
         <author>enfdocarmo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Autora: Fatima do Carmo Data: 23/07/2021. O livro aberto O livro aberto é algo, que envolve que enriquece o conhecimento, bem como a vida humana, pois, pessoas são como livros abertos livros abertos, mas não são livros, porém, ad libitum fica a história da vida, que dia a dia se estende ou se encolhe em laços fluidos ou não. É certo que tudo tem consequência. Choveu! Vai molhar! Vai molhar algo em que as gotas de águas da desta chuva caíra sobre. Faz sol! Vai secar algo em conjunto com o vento, ou simplesmente na ausência da queda aquífera. Então, nesse passar dos dias, vai livre cada página, cada palavra, cada vírgula, e nunca; nunca há o ponto final! Opa! Nunca? Questione a si mesma! Rsrs. Bem! Como em toda regra há exceção; estejamos com isto, atentos à morte! Morte! Morte é algo inevitável quando se trata da cessação do ar vitalício por completo, do corpo material. Entretanto, a morte é carnal! O que é isto? – Hum! Bom! O espírito é eterno, mas o corpo, a carne, esta... É perecível e morre. Contudo, se pensares pelo lado bom, de uma de uma mesma história boa, há êxito, todavia, alhures, ou mesmo aqui, sabe-se do extremismo, das desventuras vividas e causadas que geram incertezas, e derrotas. Em se tratando de humanos! Mas e os animais? Ah! Essas vidas canibais! Canibais? Algumas espécies são. Os irracionais apresentam sempre uma inteligência rudimentar, algo próprio, mas é o suficiente para viverem a vida deles, uns são mais agressivos, outros não, e alguns são mansos, dóceis, amigáveis, etc., e a história se efetiva, se perpetua em cada espécie a cada dia. Em se falando do mundanismo, ih! Há que se ponderar! Em suma, a bagagem é histórica e cada paginada vida é um dia na vida humana formando o livro aberto, clara para Deus, meio nítida para todos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 17:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>As palavras e ponto</title>
         <author>enfdocarmo2</author>
         <link>https://padlet.com/enfdocarmo2/cqv3ixiuej6kscyr/wish/1666010772</link>
         <description><![CDATA[<div>Autora: Fatima do Carmo<br><br></div><div> Data: 27/07/2021.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>As palavras e o ponto<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;| A</div><div>s palavras são como um ponto, a famosa pontuação, que finda a frase, mas deixam suas marcas de expressão, de sentimentos caros, mansos, indefesos, alegres, fervorosos, rancorosos, triste, etc., mas são palavras, pontuam uma história. O ágil indivíduo caracteriza o trecho da história e o termo cotidiano, elabora, e permanece atento, intento em meio começo, início e meio fim. Os rumores da trajetória categorizam a classe a que pertencem, e seu jeito torpe ou coerentemente moral vem entrelaçando a vida alargando horizonte e às vezes demonstrando feridas. Vejamos: Afirmação! A cátedra da firmeza, algo que chegou, caiu ou saiu da boca ou pensamento de alguém. O grito! Há silêncio. As gargalhadas! Há silêncio. As duras palavras, nas duras pedras do caminho. Há revolta, porém, sobretudo, há compreensão. Pontua. Exclamação. Há!... Que ponto lindo! Se dito, escrito ou expressado em doces palavras, manuscritas em cordialidade leal à Lei Universal, bem como, os outros pontos em palavras leais. Interrogação. Hein?&nbsp; Há.&nbsp; Ah! Esta interrogação! Veja! Olha a mímica face. Expressa e pontua. Não?... Negativo? E a negação? Você pode perguntar...&nbsp; O Negativo é algo um tanto intrigante, desconcertante, todavia, por vezes concertante. &nbsp; Entretanto, se entre palavras leais à Lei Universal, dentro da proporção educada que lhe cabe e com o grau harmônico que merece, bem como os outros pontos em palavras, leais, o melhor que possa doar e obter, em juntura ou não com os demais pontos em identidade ou não a ele, coesiva e coerentemente, floreiam, é uma constante. Doces palavras em doces alinhos em linha reta, as palavras são como ponto, se expressam e revelam a mímica da face, como a Interrogação, por exemplo! E isto, quase sempre, pois conseguem se esconder apesar de caírem no pensamento ou da boca do ser humano.&nbsp; Exclamação: São palavras! Em afirmativo: Não são sinais de pontuação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 18:54:38 UTC</pubDate>
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