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      <title>Ciências Humanas - Formação do Brasil - Aula 3 by 4ano azul</title>
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      <description>As questões históricas relativas às migrações - Os processos migratórios para a formação do Brasil: os grupos indígenas, a presença portuguesa e a diáspora forçada dos africanos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Povos africanos no Brasil</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os negros africanos foram importantes na formação do povo brasileiro. Porém, eles não vieram por vontade própria para o Brasil; foram trazidos à força para trabalhar como escravos, sendo separados para sempre de suas famílias, de seu povo e do seu solo.<br><br>A <strong>escravidão no Brasil</strong> iniciou-se por volta da década de <strong>1530</strong>, quando os portugueses implantaram as bases para a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/colonizacao-brasil.htm">colonização</a> da América portuguesa, para atender, mais especificamente, à demanda dos portugueses por mão de obra para o trabalho na lavoura, substituíndo a escravização indígena.<br><br>O comércio de pessoas da África para o Brasil pelo Oceano Atlântico é chamado de<strong><mark> tráfico atlântico</mark></strong>.<br><br>Foram mais de 300 anos de escravidão africana durante a era colonial. Tal ciclo foi determinante para a constituição da economia material brasileira, mas também para a formação cultural do que viriam a ser as futuras gerações brasileiras. Indígenas, africanos e europeus: assim constitui o alicerce da composição da população do Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>A viagem</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de capturados, os negros vinham acorrentados nos navios em porões superlotados, úmidos e com pouca ventilação, havia doenças, falta de higiene, pouco alimento e água. Quase metade deles morria no decorrer da viagem. <br><br>Ao desembarcarem no Brasil, examinados e comercializados nos mercados da Bahia, do Rio de Janeiro, do Maranhão e de Pernambuco, onde sua mão-de-obra era empregada na monocultura canavieira, monocultura cafeeira, na mineração e em trabalhos domésticos.<br><br>O valor dos escravos era determinado pelo sexo, idade e condição dos dentes, tal qual se avaliavam os animais na hora compra. O preço dos escravos mais jovens, fortes e saudáveis poderiam ser o dobro daqueles mais fracos e mais velhos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>O trabalho</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os portugueses passaram a cultivar a cana-de-açúcar e para isso exploraram a mão de obra escrava. <br><br>Os africanos realizavam trabalho forçado, sem pagamento, mediante relação de subsistência e sob ameaças e violência.<br><br>Trabalhavam de doze a quinze horas por dia. <br><br>Existiam escravos que trabalhavam no campo, nas residências e nas cidades.<br><br>Os do campo eram extremamente mal vestidos, e muitos não tinham contato direto com seu senhor, apenas com o feitor. Os escravos domésticos tinham roupas melhores e contato direto com o senhor e sua família. Os escravos urbanos trabalhavam em diferentes ofícios.<br><br>Os homens trabalhavam como agricultores, carpinteiros, ferreiros, pescadores, carregadores e em várias outras funções. As mulheres cultivavam a terra, cuidavam dos doentes, colhiam e moíam a cana, lavavam, passavam, faziam partos, vendiam doces e salgados, entre outros afazeres.<br><br>Os escravos eram alojados em galpões úmidos e sem condições de higiene, chamados <strong>senzala</strong>.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Violência e castigos</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os escravizados eram vigiados de perto e castigados por qualquer pequena falta, como conversar ou se distrair no trabalho. Os castigos eram muitos: entre eles, estavam o pelourinho, onde os escravizados eram amarrados e chicoteados; a palmatória, usada para golpear as mãos; e a máscara de flandres, que permitia à pessoa respirar, mas a impedia de se alimentar.<br><br>Além disso, eles viviam acorrentados para evitar fugas, não tinham direitos, não possuíam bens e constantemente eram castigados fisicamente. O regime de escravidão no Brasil foi marcado por uma rotina de trabalho pesado e violência, onde os escravizados sofriam punições públicas com frequência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Senzala doméstica - Fazenda Nossa Senhora da Conceição - Jundiaí - São Paulo</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mas, onde houve escravidão, houve resistência. No Brasil, os escravizados se revoltaram sobretudo contra:<br>1. o excesso de trabalho<br>2. os castigos corporais<br>3. o fato de o senhor não cumprir com a palavra quando um escravizado conseguia juntar dinheiro para comprar sua carta de alforria.<br>Os escravizados também resistiam jogando capoeira, promovendo festejos, como o jongo, e fugindo sozinhos ou em grupo e formando quilombos.<br>Carta de alforria: documento de libertação obtido geralmente após longos anos de trabalho.<br>Quilombos: agrupamentos de pessoas fugidas da escravidão.<br><br>O mais famoso foi o de Palmares, que ficava em Alagoas e durou quase cem anos. <br><mark>Atualmente, há cerca de 3 mil comunidades quilombolas no Brasil.</mark><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Para saber mais!</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Para saber mais! Museu em São Paulo!</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Você já o conhece?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>As leis abolicionistas</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, a abolição ocorreu de maneira gradual, através de leis que foram beneficiando os escravos:<br><br></div>]]></description>
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         <title>A contribuição dos africanos na formação do povo brasileiro</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Aos poucos, os africanos se adaptaram a uma nova língua, novos costumes e a um novo país. Foram se misturando com os brancos europeus colonizadores e com os índios da terra, formando a população brasileira e sua cultura, como também aconteceu em outros países da América.<br><br>Os negros africanos contribuíram para a formação da cultura brasileira: na alimentação, na língua, na música, na dança, na prática religiosa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Para saber mais!</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acesse o link e conheça mais sobre o assunto!</div>]]></description>
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         <title>Sugestão!</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <title>Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro:</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <title>A influência dois africanos na culinária brasileira:</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <title>A influência dos africanos na música (tipos e instrumentos musicais):</title>
         <author>4anoazul</author>
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         <title>A influência doa africanos na dança:</title>
         <author>4anoazul</author>
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