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      <title>Doença Arterial Periférica  by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-25 19:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia - Didi</title>
         <author>maldonado0901</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2199836919</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;doença arterial periférica apresenta uma prevalência de 10 a 25% na população acima de 55 anos e cerca de 70 a 80% dos pacientes acometidos com a doença são assintomáticos. Pacientes com DAOP têm risco aumentado de morte por doença cardiovascular, como acometimento coronariano e cerebrovascular. Em 10 anos este risco aumenta quatro vezes quando comparado com pacientes sem DAOP.</div><div>A sua manifestação mais frequente é a claudicação intermitente, que é caracterizada por desconforto muscular no membro inferior, produzido pelo exercício, e que alivia com o repouso.<br><br></div><div>Nos Estados Unidos da América e na Europa efetuaram-se estudos de prevalência da DAP na população geral, em que foi utilizada a determinação do índice tornozelo-braço (ITB) como método de triagem. Com este teste verificou-se que, para cada doente com claudicação intermitente, existiam três a quatro com deterioração do ITB, mas que não referiam sintomas. Este fato pode ser explicado por estes doentes se encontrarem em estágios precoces da doença e terem boa compensação colateral.<br><br></div><div>No Brasil, os dados relacionados à prevalência de DAOP e seus fatores de risco são escassos e restritos a populações específicas, praticamente todos realizados na Região Sudeste do país. Dentre eles, destacam-se dois estudos de base populacional: O projeto Bambuí, que avaliou 1.485 idosos ( &gt; 65 anos) residentes em Bambuí (Minas Gerais), e demonstrou prevalência de 2,5% de claudicação intermitente e o Estudo Epidoso, que avaliou por meio do índice tornozelo-braço , 176 idosos (&gt;75 anos) residentes na cidade de São Paulo e encontrou prevalência de 36,4% de DAOP. Um estudo mais recente, também realizado em Minas Gerais, encontrou 37,5% de DAOP entre portadores de doença renal crônica pré-dialítica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:20:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores de risco </title>
         <author>maldonado0901</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:21:15 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestações clínicas </title>
         <author>maldonado0901</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2199837583</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:21:41 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução da doença - Marina</title>
         <author>maldonado0901</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2199838407</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>claudicações intermitentes&nbsp;</li></ul><div>Pode&nbsp; indicar uma isquemia, ou seja, diminuição de circulação mais leve, tendo um risco de amputação relativamente baixa.&nbsp;</div><div>As artérias possuem a função de aumentar a oferta de oxigênio para os músculos durante o exercício, por exemplo quando caminhamos,&nbsp; a musculatura das pernas acaba gastando mais oxigênio em relação ao período que estamos parados, se as artérias possuem algum grau de obstrução, esse aumento da oferta não acompanha o aumento do consumo de oxigênio,&nbsp; provocando assim a dor. Essa dor surge comumente na panturrilha. Sendo caracterizada por uma dor com sensação de aperto ou cãibras.</div><div>Além das claudicações outros sinais podem também estar presentes como a diminuição de pelos nas pernas e atrofia muscular.&nbsp;</div><ul><li>40 a 60% dos doentes com DAP possui simultaneamente doenças coronárias e cerebrovascular, sendo a maior gravidade das doença arterial periférica&nbsp;</li><li>Sendo mais frequente os eventos cardiovascuar, incluindo o infarte agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral.</li><li>Doenças coronárias é a causa de morte mais frequente nas DAP sendo de 40 a 60% e a cerebrovascular é responsável por 10 a 20% das mortes&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas vezes a doença arterial periférica não é diagnosticada ou pode ser identificada em fases mais avançadas quando surgem as feridas. O doente também pode ter um estilo de vida sedentário e não caminhar o suficiente para apresentar as queixas de claudicação intermitente.&nbsp;</div><div>Por isso, as queixas do doente, a presença de fatores de risco e um exame médico feito cuidadosamente são quase sempre suficientes para o diagnóstico. No exame medico, pode ser feito a avaliação da presença ou ausência de pulsos em diversos pontos da perna como virilha, joelho e tornozelo. Já o médico cirurgião vascular pode ser utilizado um aparelho chamado DOPPLER PORTÁTIL que avalia o tipo de fluxo e cálcula o índice doppler tornozelo-braquial. Este índice tornozelo- braquial compara a pressão arterial nos braços e nas pernas, é o principal exame para diagnosticar a DAP. Se a pressão for menor nos membros inferiores com uma diferença igual ou maior do que 0,9 e é provável que a DAP esteja instalada.</div><div>Podem ser solicitados outros exames para diagnosticar a DAP, como o eco-doppler arterial que e uma ecografia que estuda as artérias identificando o local das obstruções e as características do fluxo, ou também a angioTC, angiorressonâcia ou a arteriografia são exames de segunda linha, para planejar a intervenção cirúrgica&nbsp;<br><br></div><div>Portanto o diagnostico precoce, ajuda a evitar as consequências desse problema. Fique de olho nos sintomas e acima de tudo converse com um médico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:39:07 UTC</pubDate>
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         <title>Cirurgia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2199854683</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A intervenção cirúrgica permite melhorar o fluxo sanguíneo aos tecidos, podendo ser retirada a placa de aterosclerose nas artérias. Ou também podem utilizar tubos sintéticos ou veias que criam um caminho alternativo (by-pass) a essas artérias ocluídas, para o fluxo sanguíneo chegar nesses locais.&nbsp;</div><div>Outro método alternativo é o tratamento endovascular que é menos invasiva, conhecida como cateterismo que faz a dilatação das artérias ocluídas, é um balão que dilata as artérias e stent que mantem as artérias abertas, permitindo a circulação do sangue.&nbsp;<br><br></div><div>A última opção é a amputação, mas ela é usada para tratar uma infecção não controlada ou uma dor isquêmica intensa que não cede aos analgésicos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:42:52 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia - Marina</title>
         <author>maldonado0901</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2200171410</link>
         <description><![CDATA[<div>Sua prevalência é de 12% nos EUA, sendo que homens são mais comumente afetados do que as mulheres, possuindo fatores de risco semelhante aos da aterosclerose, sendo eles:<br>• Tabagismo<br>• Diabetes<br>• Dislipidemia<br>• Pré-disposição genética<br>• hipertensão&nbsp;<br>• Idade avançada<br>• Sexo masculino<br>• Obesidade.</div><div>De 50 a 75% dos pacientes com DAP possuem doenças coronarianas ou cerebrovascular, sendo clinicamente significativas, entretanto a doença coronariana age silenciosamente, pois a DAP impede que os pacientes realizem esforços com intensidade suficiente para deflagrar angina.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 01:49:27 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>matheus961999</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2202968421</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos sobre tratamentos para pacientes portadores de doença vascular periférica é rotineiro pensarmos no tratamento medicamentoso, onde comummente é feito uso dos remédios para controlar a Diabetes, Hipertensão e Agentes Antiplaquetários como a aspirina (reduz o risco de eventos isquêmicos).&nbsp;<br><br></div><div>Temos também o método endo vascular onde um cateter é introduzido até a placa esclerótica e um balão se infla modelando a placa de ateroma e restituindo um diâmetro de luz satisfatório<br><br></div><div>Quando falamos sobre os métodos cirúrgicos o mais antigo é o endarterectomia, neste tratamento a artéria é aberta e é feita uma retirada das placas de ateroma e dos antigos trombos&nbsp;<br><br></div><div>A fisioterapia vascular também traz resultados ótimos para estes pacientes, o tratamento para estes pacientes consiste em 3 etapas, a 1 etapa é o alongamento dos membros inferiores, a 2 etapa consiste em cinesioterapia vascular utilizando exercícios resistidos para a panturrilha a 3 etapa foi um relaxamento e o método escolhido foi a massagem de DLM ( drenagem linfática) como por exemplo: diminuição de edema significativo em membros inferiores, aumento da amplitude de movimento, melhora na qualidade de vida, diminuição de dor e melhora no aspecto social, emocional e mental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 14:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução - Dani</title>
         <author>matheus961999</author>
         <link>https://padlet.com/maldonado0901/cpiglwgor60fwlwj/wish/2203064149</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença arterial periférica, conhecida também por DAP, é caraterizada por ser uma doença de natureza estenosante e ou obstrutiva do lúmen arterial provocada por acúmulo de gordura ou perda de flexibilidade nas paredes dos vasos sanguíneos, além de excesso de inflamação local que resulta num déficit de fluxo sanguíneo aos tecidos. Essa doença pode se apresentar de forma assintomática ou manifestar uma variedade de sintomas e sinais. Em 90% dos casos o componente obstrutivo desta doença pode estar associado a fenómenos exclusivos de aterosclerose, essa prevalência varia de 3-10% e aumenta de 15-20% em adultos com mais de 70 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 17:56:24 UTC</pubDate>
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