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      <title>Brasil Colônia  by Faecia Batista</title>
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      <description>Criado com carisma</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-13 18:47:11 UTC</pubDate>
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         <title> Basil colônia </title>
         <author>faeciab</author>
         <link>https://padlet.com/faeciab/cp57rdquexklow7a/wish/2642868878</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Brasil Colônia</mark><br>Brasil Colônia foi o período da história brasileira em que Portugal dominou e explorou o Brasil. Teve fim em 1822, quando ocorreu a independência do Brasil.<br><br> <br>A mão de obra escravizada negra foi uma realidade durante o Brasil Colônia.<br>O Brasil Colônia correspondeu ao período em que Portugal colonizou a porção leste da América 7hrs udo Sul, que hoje corresponde à grande parte do território brasileiro. De 1500 até 1822, os portugueses colonizaram o Brasil, explorando suas riquezas para atender às demandas do mercado europeu. Apesar disso, a historiografia recente reconhece o período anterior à colonização efetiva dos portugueses como Pré-Colonial, equivalente ao período de 1500 a 1530 e à primeira fase da colonização&nbsp; <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><em><mark>&nbsp;economia,implantação &nbsp;</mark></em></div><div>A economia colonial consistia na exploração de riquezas para atender aos interesses do mercado externo por meio da mão de obra escravizada. A partir de 1808, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, deu-se início ao processo de independência, rompendo-se os laços políticos entre colônia e metrópole.<br><br></div><div><em><mark>Implantação</mark></em> <br>O Brasil Colônia correspondeu ao período em que Portugal colonizou a porção leste da América do Sul, que hoje corresponde à grande parte do território brasileiro. De 1500 até 1822, os portugueses colonizaram o Brasil, explorando suas riquezas para atender às demandas do mercado europeu <br><br>°●<mark>A Igreja Evangélica de Confissão</mark> Luterana desembarcou no Brasil em 1824 para acompanhar os imigrantes alemães. Na segunda metade do século XIX, quem chegou foram os missionários americanos da Igreja Evangélica Luterana. Eles criaram escolas para divulgar o modo de ser protestante: Fundamentalmente três grandes grupos étnicos, o indígena, negro africano e o branco europeu, principalmente o português,<br><br><br><br>●<mark>Consequências da colonização</mark><br>A cultura indígena foi suprimida, já que os europeus acreditavam que a sua linhagem era superior. A Colonização do Brasil foi o período em que a Coroa Portuguesa enviou expedições a fim de povoar as terras brasileiras para evitar que fossem dominadas por outra nação.<br><br><br>●<mark>Movimentos sociais:</mark> as revoltas nativistas mais importantes são Revolta de Beckman, Guerra dos Emboabas, Guerra dos Mascates e a Revolta de Filipe dos Santos. São revoltas separatistas: Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-11 18:08:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>faeciab</author>
         <link>https://padlet.com/faeciab/cp57rdquexklow7a/wish/2647316370</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Bandeirantes</mark> é a denominação dada aos sertanistas do período colonial, que, a partir do início do século XVI, penetraram no interior da América do Sul em busca de riquezas minerais, sobretudo o ouro e a prata, abundantes na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos. Contribuíram, em grande parte, para a expansão territorial do Brasil além dos limites impostos pelo Tratado de Tordesilhas, ocupando o Centro Oeste e o Sul do Brasil.[1] Também foram os descobridores do ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.[2]<br><br><br>Ciclo da caça ao índio, quadro de Henrique Bernardelli, exposto no Museu Paulista da USP.<br>Segundo Carvalho Franco, a maioria dos bandeirantes eram descendentes de primeira e segunda geração de portugueses em São Paulo, sendo os capitães das bandeiras de origens europeias variadas, havendo não só descendentes de portugueses, mas também de galegos, castelhanos e cristãos novos, além de alguns casos de parentescos genoveses, bascos, sarracenos, napolitanos e toscanos, entre outros.[3] Compunham minoritariamente[4] as tropas segmentos de índios (escravos e aliados) e caboclos (mestiços de índio com branco),[4] normalmente chegando a, no máximo, vinte por cento do contingente total,[5] e executando as tarefas secundárias da tropa, tal qual a manutenção dos mantimentos e cuidados dos animais de abate.[5] Informa Afonso d'Escragnolle Taunay, citando uma carta do jesuíta Justo Mancila, que a segunda bandeira, a de Nicolau Barreto, em 1602, foi composta por 270 portugueses, número elevado, considerando que São Paulo tinha poucos habitantes: "No ano de 1602, saiu de São Paulo a buscar e trazer índios, Nicolau Barreto com o pretexto de buscar minas e levou em sua companhia 270 portugueses e três clérigos".[6]Bandeirantes é a denominação dada aos sertanistas do período colonial, que, a partir do início do século XVI, penetraram no interior da América do Sul em busca de riquezas minerais, sobretudo o ouro e a prata, abundantes na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos. Contribuíram, em grande parte, para a expansão territorial do Brasil além dos limites impostos pelo Tratado de Tordesilhas, ocupando o Centro Oeste e o Sul do Brasil.[1] Também foram os descobridores do ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.[2]<br><br><br>Ciclo da caça ao índio, quadro de Henrique Bernardelli, exposto no Museu Paulista da USP.<br>Segundo Carvalho Franco, a maioria dos bandeirantes eram descendentes de primeira e segunda geração de portugueses em São Paulo, sendo os capitães das bandeiras de origens europeias variadas, havendo não só descendentes de portugueses, mas também de galegos, castelhanos e cristãos novos, além de alguns casos de parentescos genoveses, bascos, sarracenos, napolitanos e toscanos, entre outros.[3] Compunham minoritariamente[4] as tropas segmentos de índios (escravos e aliados) e caboclos (mestiços de índio com branco),[4] normalmente chegando a, no máximo, vinte por cento do contingente total,[5] e executando as tarefas secundárias da tropa, tal qual a manutenção dos mantimentos e cuidados dos animais de abate.[5] Informa Afonso d'Escragnolle Taunay, citando uma carta do jesuíta Justo Mancila, que a segunda bandeira, a de Nicolau Barreto, em 1602, foi composta por 270 portugueses, número elevado, considerando que São Paulo tinha poucos habitantes: "No ano de 1602, saiu de São Paulo a buscar e trazer índios, Nicolau Barreto com o pretexto de buscar minas e levou em sua companhia 270 portugueses e três clérigos".[6]Bandeirantes é a denominação dada aos sertanistas do período colonial, que, a partir do início do século XVI, penetraram no interior da América do Sul em busca de riquezas minerais, sobretudo o ouro e a prata, abundantes na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos. Contribuíram, em grande parte, para a expansão territorial do Brasil além dos limites impostos pelo Tratado de Tordesilhas, ocupando o Centro Oeste e o Sul do Brasil.[1] Também foram os descobridores do ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.[2]<br><br><br>Ciclo da caça ao índio, quadro de Henrique Bernardelli, exposto no Museu Paulista da USP.<br>Segundo Carvalho Franco, a maioria dos bandeirantes eram descendentes de primeira e segunda geração de portugueses em São Paulo, sendo os capitães das bandeiras de origens europeias variadas, havendo não só descendentes de portugueses, mas também de galegos, castelhanos e cristãos novos, além de alguns casos de parentescos genoveses, bascos, sarracenos, napolitanos e toscanos, entre outros.[3] Compunham minoritariamente[4] as tropas segmentos de índios (escravos e aliados) e caboclos (mestiços de índio com branco),[4] normalmente chegando a, no máximo, vinte por cento do contingente total,[5] e executando as tarefas secundárias da tropa, tal qual a manutenção dos mantimentos e cuidados dos animais de abate.[5] Informa Afonso d'Escragnolle Taunay, citando uma carta do jesuíta Justo Mancila, que a segunda bandeira, a de Nicolau Barreto, em 1602, foi composta por 270 portugueses, número elevado, considerando que São Paulo tinha poucos habitantes: "No ano de 1602, saiu de São Paulo a buscar e trazer índios, Nicolau Barreto com o pretexto de buscar minas e levou em sua companhia 270 portugueses e três clérigos".[6]</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-18 17:13:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>faeciab</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Reforma Protestante</mark> é o nome dado ao movimento reformista que surgiu no cristianismo no século XVI. Esse movimento iniciou-se a partir de Martinho Lutero, um monge católico que estava insatisfeito com algumas práticas e questões teológicas defendidas pela Igreja Católica.<br><br><br><br>Causas da Reforma Protestante<br>A Reforma Protestante teve causas relacionadas a aspectos políticos, econômicos e teológicos e resultou da corrupção existente na Igreja Católica. Além disso, teve resultado de interesses políticos oriundos de nobres que viram na reforma uma possibilidade de romper o vínculo de autoridade com o papa. Por fim, foi imposta a questão dos interesses econômicos, uma vez que a Igreja estipulava a cobrança de impostos de todos seus fiéis.No aspecto teológico, o ponto imediato a ser destacado é a insatisfação de Martinho Lutero com as práticas da Igreja Católica. A Igreja de Roma era, naquele período, a maior autoridade da Europa Ocidental e detinha um imenso poder, uma vez que era dona de terras e riquezas gigantescas.Além disso, a autoridade do papa impunha-se além do campo religioso, alcançando o campo secular (político). Os reis da Europa tinham seu poder sustentado pela autoridade da Igreja, uma vez que era praticamente impossível manter-se no comando sem a aprovação do papa. Sendo assim, a Igreja Católica possuía o monopólio da vida política e religiosa europeia.Focando no aspecto teológico, muitos começaram a questionar as posições da Igreja. Antes mesmo de Lutero, já havia existido na Europa movimentos religiosos e figuras do clero católico que questionavam determinados princípios do catolicismo. A longo prazo, pode-se ressaltar, por exemplo, os valdenses, que surgiram na França no final do século XII.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-18 17:18:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>faeciab</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Revolução Inglesa foi um conjunto <br><br>A Revolução Inglesa foi um conjunto de guerras civis e mudanças de regime político que ocorreram na Inglaterra, Escócia e Irlanda entre 1640 e 1688.<br><br>Estas revoluções marcaram a ascensão da burguesia e consolidaram a monarquia parlamentarista na Inglaterra.&nbsp; &nbsp;<br><br>Consequências da Revolução Inglesa<br>A Revolução Inglesa teve duas consequências principais:<br><br>Estabeleceu um modelo de monarquia parlamentarista, com o centro de poder se deslocando para o parlamento (como é até hoje);<br>Abriu caminho para que a burguesia nacional prosperasse; um primeiro passo para a Revolução Industrial Inglesa no século seguinte.<br><br><mark>Causas da Revolução Inglesa</mark><br>Concentração do poder pela nobreza, representada pela dinastia Stuart;<br>Disputa por maior poder político pela burguesia puritana;<br>Descontentamento social da pequena burguesia e do campesinato;<br>Disputas religiosas de fundo entre católicos e protestantes.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-18 17:20:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>faeciab</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Contrarreforma, ou Reforma Católica, é o movimento criado pela Igreja Católica a partir de 1545, e que, segundo alguns autores, teria sido uma resposta à Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero. Wikipédia<br><br>Como foi a Contrarreforma?<br><br><mark>A contrarreforma</mark> é entendida como a reação da Igreja Católica ao avanço do protestantismo pela Europa. Ela se deu por meio de uma série de ações realizadas pela Santa Sé, que incluíram a catequização de pessoas por meio dos jesuítas, a reativação do tribunal da Inquisição, a proibição de certos livros etc.<br><br>https://youtu.be/j3VRD6Q_Z1Q</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-18 17:24:53 UTC</pubDate>
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