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      <title>FORUM DE NEURO TRAUMATO by Fisioterapia 2020</title>
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      <description>GRUPO: LILIANE, LIZANDRO, URSULA, VINICIUS.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-12 01:13:57 UTC</pubDate>
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         <title>ESPONDILITE ANQUILOSANTE</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>ETIOLOGIA</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
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         <description><![CDATA[<div>é uma doença sistêmica crônica de etiologia indeterminada com forte predisposição genética, caracterizada pelo acometimento da coluna vertebral, principalmente das articulações sacroilíacas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>DEFINIÇÃO</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
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         <description><![CDATA[<div>A espondilite anquilosante é uma doença incurável, que afeta as articulações do esqueleto axial, podendo causar (nos casos mais graves) lesões nos olhos, coração, pulmão, intestinos e pele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:22:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
         <link>https://padlet.com/fisioterapia20152nassau/cohqn182q5eo25me/wish/1076738444</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta etiopatogenia pouco conhecida, porém mecanismos multifatoriais como genéticos (interação familiar e HLA-B27), ambientais e infecciosos parecem estar envolvidos, provavelmente modulando uma resposta imunológica alterada. O HLA-B27 (expresso em 7% da população europeia ocidental sadia) pode estar presente em até 80 a 90% dos casos de EA, mas é baixo (35 a 75%) nas espondiloartropatias enteropáticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:31:46 UTC</pubDate>
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         <title>MECANISMOS QUE LEVAM O ACOMETIMENTO NO ORGANISMO PELA DOENÇA</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos quadros mais graves, podem ocorrer lesões nos olhos (uveíte), coração (doença cardíaca espondilítica), pulmoões (fibrose pulmonar), intestinos (colite ulcerativa) e pele (psoríase).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:36:00 UTC</pubDate>
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         <title>QUADRO CLÍNICO</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
         <link>https://padlet.com/fisioterapia20152nassau/cohqn182q5eo25me/wish/1076755776</link>
         <description><![CDATA[<div>Dor e rigidez na parte inferior das costas (lombar) e quadris, que podem afetar até a parte de trás das coxas. Comumente, a dor é incômoda e espalhada, ou seja, não é em um ponto específico. Geralmente ocorre pela manhã, após períodos de repouso e melhora com a prática de exercicíos físicos. Algumas pessoas se sentem totalmente doentes, com dor no pescoço e cansaço, até perda de apetite e peso.<br>Dor na sola dos pés, principalmente ao se levantar da cama pela manhã.<br>Dor no peito, que pode ou não aparecer por conta da inflamação das articulações entre as costelas. Esta dor piora ao realizar uma respiração profunda. <br>Uveíte (inflamação dos olhos) é uma doença que frequentemente acompanha a espondilite anquilosante. Cerca de 1/3 (um terço) das pessoas com EA têm inflamação no olho pelo menos uma vez. Os sintomas da uveíte são dor nos olhos, visão embaçada e sensibilidade à luz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADE!!!</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
         <link>https://padlet.com/fisioterapia20152nassau/cohqn182q5eo25me/wish/1076760673</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora a dor nas costas seja um dos principais sintomas, em uma minoria de pessoas, a dor pode começar em alguma outra articulação como tornozelo, cotovelo, joelho, calcanhar ou ombro. Algumas pessoas com espondilite anquilosante também podem apresentar dor abdominal, devido uma inflamação intestinal, que pode estar associada à doença de Crohn ou à colite ulcerativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>DIAGNÓSTICO</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
         <link>https://padlet.com/fisioterapia20152nassau/cohqn182q5eo25me/wish/1076766141</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Exame físico:</strong> neste momento, o médico verifica se há dor e/ou sensibilidade nas costas, nos ossos pélvicos (bacia), nas articulações sacro-ilíacas (parte baixa das costas), no peito e nos calcanhares. O especialista também verifica se há limitações de mobilidade na coluna.</div><div> <strong>Histórico médico:</strong> o médico poderá perguntar se você já teve outras doenças ou outros sintomas que podem estar relacionados com a espondilite, como uma uveíte (inflamação do olho), distúrbios gastrointestinais (doença de Crohn ou colite ulcerativa), bem como se você anda se sentindo cansado ou se perdeu peso. Ele também irá investigar se alguém da sua família já foi diagnosticado com espondilite anquilosante e outras doenças.</div><div> <strong>Exames laboratoriais:</strong> as radiografias podem auxiliar o médico a verificar alterações nas articulações e ossos, embora muitas vezes não consiga ver os sinais de espondilite anquilosante no início da doença. A ressonância magnética, embora mais cara, é mais sensível para verificar essas possíveis alterações. Um exame de sangue pode verificar a existência do gene HLA-B27. Porém, é importante saber que o teste HLA-B27 não é um teste diagnóstico para espondilite anquilosante. A associação entre a presença do gene HLA-B27 e a ocorrência da doença varia muito entre diferentes grupos étnicos e raciais.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:47:50 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO</title>
         <author>fisioterapia20152nassau</author>
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         <description><![CDATA[<div> o objetivo do tratamento é controlar a doença, aliviando os sintomas dolorosos e reduzindo o risco de deformidades. Assim como melhorar a mobilidade da coluna onde estiver rígida, permitindo ao paciente ter uma vida normal. Para tanto, recorre-se tanto ao uso de medicamentos quanto a sessões de fisioterapia, correção postural e exercícios, que devem ser adaptados a cada paciente. Além disso, a cirurgia pode ser necessária caso haja necessidade de substituir a articulação do quadril. Dentre os medicamentos mais indicados estão os anti-inflamatórios não-esteroides, os analgésicos e os relaxantes musculares, para o alívio da dor e da rigidez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-12 01:53:16 UTC</pubDate>
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