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      <title>Dinâmica de RPG - exemplo by África nas Artes</title>
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      <description>O jogo baseia-se no modelo  “Reacting to the past”, que consiste em fazer com que os jogadores interpretem personagens a partir da leitura e preparação prévia de textos chave sobre arte africana. Como texto principal temos “Será o pós em pós-modernismo o pós em pós-colonial” de Kwame Anthony Appiah, dependendo da personagem escolhida os jogadores devem consultar outros textos (indicados na bibliografia, e na ficha de personagem). Cada jogadores deve interpretar artistas, curadores e colecionadores, no contexto de uma exposição de co-curadoria coletiva sobre arte africana. Além de cada jogador escolher as obras (cada jogador deve escolher aproximadamente de 2 a 5 obras, considerando o número de jogadores) que estarão na exposição (a partir de um conjunto de 50 a 100 imagens, a depender novamente do número de participantes), deve-se chegar a um consenso sobre qual será o eixo curatorial que guia a exposição e as escolhas. Os jogadores devem preparar-se para argumentar a favor ou contra um eixo curatorial, bem como se posicionar e argumentar perante as obras. Será avaliado o conhecimento, bem como a consistência dos argumentos, sua coerência com o perfil do personagem escolhido.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-26 20:59:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Chika Okeke, nasci em Umuahia na Nigeria em 1996, atualmente moro em Nova Jersey. Sou artista, curador e historiador da arte, especialista em história e teoria indígena, também em arte moderna e contemporânea africana. Escrevi alguns livros entre eles, Modernismo pós-colonial: Arte e descolonização na Nigéria do século XX (Duke, 2015); Fiz curadoria de exposições na 1.a Bienal de Joanesburgo, organizando a seção nigeriana, co-organizei Sete Histórias sobre Arte Moderna na África na Whitechappel gallery em Londres, e Malmö Konsthall, Suécia.&nbsp; Em 2001, co-organizei, com Okwui Enwezor, O Século Curto: Movimentos de Independência e Libertação em África, 1945-1994, no Museum Villa Stuck, Munique, Haus der Kulturen der Welt / Martin Gropiusbau, Berlin, Museu de Arte Contemporânea , Chicago e PS1 / MOMA, Nova York.&nbsp; Ainda com Okwui Enwezor organizei El Anatsui: Escala Triunfante na Haus der Kunst, Munique, MATHAF: Museu Árabe de Arte Moderna, Kunstmuseum, Berna e Guggenheim Bilbao. Busco através dos meus estudos, pesquisas e trabalhos como curador descolonizar as questões de África universalizadas, mostrando a sua potência na diversidade que é o continente, focando principalmente em arte moderna e contemporânea.</div><div><a href="https://artandarchaeology.princeton.edu/people/faculty/chika-okeke-agulu?fbclid=IwAR3ZIEeA39MoAZVS5dPLUJ79KF7tEbrr4fV-TgdpzDpOfH8uFOeafzvXyMs">https://artandarchaeology.princeton.edu/.../chika-okeke...</a></div><div><a href="https://chikaokeke-agulu.blogspot.com/?fbclid=IwAR1DFhcIvYMERLpCuI0nGl83gLAaXxxE3tozqx4mI__DhikIs4ntuZ3jrW0">http://chikaokeke-agulu.blogspot.com/</a></div><div><a href="https://www.instagram.com/chikaokekeagulu/?hl=pt-br&amp;fbclid=IwAR06ZNbKAaYAfBwBZAfD_yQb_09OhqD0gIdHeBgzkebkpTKa09TNjGjbLiE">https://www.instagram.com/chikaokekeagulu/?hl=pt-br</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-26 21:30:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira obra escolhida seria a série de fotografias "Faces and Phases" , de Zanele Muoli, 2008-13, que inclui um auto-retrato da artista visual. Considero potente a discussão que pode ser gerada a partir da obra, onde podemos provocar o público e discutir as questões já trazidas pela própria artista, pensando o sujeito africano em sua complexidade para além do discurso colonial e questionando a branquitude, a heteronormatividade na manutenção dos discursos coloniais. Outras provocações podem ser geradas pensando o reconhecimento e autodeterminação dos corpos lésbicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-26 21:32:08 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Robert Farris Thompson, nasci em 30 de dezembro de 1932, El Paso, Texas, sou um americano historiador e escritor especializado na arte de África e do mundo Afro-Atlântico, membro do corpo docente da Universidade de Yale desde 1965 e atualmente atuo como o Coronel John Trumbull Professor de História da Arte . Defendo a importância do contexto original da arte e sua validação estética no interior de sua lógica cosmogônica não ocidental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 11:54:54 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para Robert Thompsom, a cultura negra é enigmática e cheia de simbologias. Os olhos serrados da escultura e a feição séria da boca representam reflexão e meditação, as mãos em sinal de oferenda, simboliza a generosidade. Para a cultura Yorubá, se uma pessoa morre e ela foi uma pessoa generosa, seu nome não será esquecido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 11:56:18 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A máscara transforma o corpo do bailarino que conserva sua individualidade e, servindo-se dele como se fosse um suporte vivo e animado, encarna a outro ser; gênio, animal mítico que é representando assim momentaneamente. Uma máscara é um ser que protege quem a carrega. Está destinada a captar a força vital que escapa de um ser humano ou de um animal, no momento de sua morte. A energia captada na máscara é controlada e posteriormente redistribuída em benefício da coletividade. Como exemplo dessas máscaras destacamos as Epa e as Gueledeé ou Gelede.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 11:56:59 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A segunda obra: escolhi uma pintura que leva o título de Aube (Dawn), do artista Marroquino Farid Belkahia, dimensões físicas: 30 x 36 cm, compõe a coleção do Barjeel Art Foundation. Seguindo a minha lógica curatorial, considero o trabalho do artista muito interessante, porque podemos perceber através dos elementos e simbologia dos trabalhos uma valorização do tradicional posta em uma ideia de modernismo, além da possibilidade de discussão sobre a abstração, de que forma a arte moderna africana se encontra nos caminhos modernos, onde artistas são postos em lugares canônicos que atribuem a eles uma constante necessidade de explicações e significados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 11:59:33 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ativista, Artista e um dos representantes da geração Born-Free, sou Kudzanai Chiurai , zimbabuano de 39 anos, uso da arte para apontar questões sociais, políticas e culturais do meu eu país.</div><div>Os meus trabalhos trazem a atualização de uma África violentada que não se assemelha com a felicidade e esperança contidas nos trabalhos de arte em 1960 e1970 .&nbsp; usando uma estética marcante são as cenas presentes no cotidiano que acentuam o meu trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:03:33 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Check Point Prosfygika. 1934–2034. 2016–2017 (2017), do artista ganês Ibrahim Mahama. É uma performance dividida em duas partes. O trabalho examina as relações entre espaços de produção: os sacos são fabricados na Ásia e usados em Gana para transportar grãos, depois são distribuídos na América e Europa. "É a lógica capitalista que, de alguma forma, acaba unindo a classe trabalhadora internacional, pois aqueles que teceram, embalaram, carregaram e transportaram os sacos, deixaram seu suor e marcas neles." O trabalho de costurar os sacos para formar um enorme tecido tem a finalidade de criar capas para cobrir edifícios, emblematicos. Isso configura a segunda parte do trabalho, intitulado Check Point Sekondi Loco. 1901–2030. 2016–2017 (2016–17). Dessa forma, Mahama subverte a política desses prédios os ressignificando e lhes dando novas formas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:04:29 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Nancy Graves. Nasci em Pittsfield, Massachusetts, em 23 de dezembro de 1939. Meu interesse pela arte foi surgindo a partir das várias visitas ao Museu Berkshire, onde meu pai era assistente do diretor. Me formei em Literatura Inglesa. Recebi uma bolsa de estudos para a Escola de Verão de Música e Arte de Yale em Norfolk, Connecticut, o à minha matrícula na Escola de Arte e Arquitetura de Yale. Em 1964 fui premiada com uma bolsa Fulbright-Hayes para estudar pintura em Paris. Trabalho com escultura e pintura. Sobre meus trabalhos, destaco minha participação numa exposição que o Centro de Arte Africana de Nova Iorque organizou, exposição essa intitulada “Perspectivas: ângulos sobre a arte africana”. Eu fui a única mulher entre 10 pessoas. Aos 9 homens, foram apresentadas mais de 100 fotografias de “arte africana” muito variadas, o que nos levou a uma pesquisa mais minuciosa e aprofundada na intenção de encontrar os termos e as origens de cada uma delas com relação à história da arte africana e as interpretações formuladas sobre o tema. Meu exercício foi o de observar como historiadores, antropólogos e demais especialistas analisaram a abordagem da história africana pelo sistema do qual a arte moderna africana funciona. O resultado do diálogo revela que, apesar das indicações encontradas, uma longa lacuna se apresenta quando acontece uma mudança de direção da arte europeia no século XX, no momento em que os artistas ocidentais descobriram objetos "etnográficos" da África e da Oceania, e reconheceram as potencialidades que eles ofereciam para mudanças formais na pintura, esculturas europeias e, sobretudo, no mercado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:06:29 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre a curadoria da exposição, pensei em obras que fossem modernas/contemporâneas, mas que sua estética nos remetesse, de certa forma, ao que as pessoas têm e vêm como "arte primitiva", a arte pré-colonial. Trago a artista Zanele Muholi. Zanele nasceu em 19 de julho de 1972, e é uma artista e ativista visual sul-africana, que desenvolve trabalhos sobre suportes como a fotografia e a performance. O temas dos seus trabalhos concentram-se em raça, gênero e sexualidade, com um ampla produção focada e ligada a pessoas negras LGBT's (gays, lésbicas, transgêneros e transexuais.) Zanele tem um projeto de auto retratos, que foi o que me fez pensar na ideia da exposição. Seus auto retratos são fotos com altíssimo contraste, fazendo com que sua pele realce bastante com relação aos outros elementos na fotografia. Ela usa objetos cotidianos como ornamentação do próprio corpo (pregadores, balões, presilhas, cordas, pneus, tapetes, etc.), e a junção de todos esses elementos me remete muito à algumas máscaras Chokwe. Daí a ideia de artistas contemporâneos que, ainda que não façam trabalhos nessa perspectiva, suas produções sejam vistas e associadas, ainda que rapidamente, à estátuas africanas (de modo generalizado). Uma exposição que conteste implicitamente sobre essas breves associações diretas sobre artistas negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:07:13 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante a vida atuei como vice-presidente do Conselho Consultivo do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e do Comitê da UNESCO sobre a criação da Convenção sobre a Transferência Ilícita de Bens Culturais (1970) e a Preservação de Bens Culturais Mundiais (1974). Fui um curador da Fundação Leakey para Pesquisa das origens do homem.</div><div>Fui o primeiro Diretor indígena das Antiguidades, dirigindo o Museu com paixão e compromisso ao serviço de sua pátria</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:23:35 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pensando artes derivadas da influência de antiguidades</div><div>Escolhi a obra de Koko Komégné, pintor e escultor autodedata, camaronês. Começou a pintar em 1966, após ter frequentado durante vários meses o atelier de um pintor amador francês de reprodução de paisagens. Ele reproduzia obras das vanguardas constantemente, e desconstruia, buscando obter o resultado desejado com suas obras.</div><div>Acho interessante como ele faz essa desconstrução, Koko não descreve sua obra como imitação, más descreve como a desconstrução. Suas obras não são tão bonitas e nem o artista quer que seja, más seu intuito através da sua obra é levar a reflexão, pois ao descontruir ele mescla sua escultura com o estudo da cultura africana de vários territorios, construindo assim sua identidade artistica. Sua obra, pois ele se apropriou primeiro das vanguardas para montar sua identidade. Tenho o intuito de trazer a tona através dessa exposição, a influência de obras da antiguidades na construção de novas artes, no caso na aquisição de novos artistas dessas obras como referência para novas obras, como ocorreu nas vanguardas , visto que há o montante e influências de vários âmbitos, se Picaso utilizou da arte africana para a construção de um estilo, os africanos também não podem ser reconhecidos por fazer o mesmo?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:24:04 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Simon Njami - sou escritor e curador, fui um dos co -fundadores da revista Revue Noire em 1991 - uma da primeiras revistas dedicadas à arte contemporânea africana. Fui curador da exposição "África Remix" (2004-2007) que itinerou por quatro continentes e considerada um marco na virada da história da arte global e presença africana no sistema das artes.&nbsp; Fui diretor artístico dos Rencontres de Bamako - Bienal africana de fotografia entre 2001 e 2007. Dentre outras exposições sob minha curadoria, posso destacar: Pavilhão Africano na Bienal de Veneza (2007), JNB Joburg Art fair (África do Sul, 2008 ),Bienal de Lubumbashi (R.D.Congo, 2010), duas edições da Bienal de Dakar (Dak'Art - Senegal, 2016 e 2018) e da 4a Kampala Biennale (Uganda, 2020). Minhas pesquisas e curadorias se centram em mostrar a diversidade e a força da arte contemporânea africana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:27:57 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das obras escolhidas por mim é "Money tree" ("Árvore de dinheiro, 2002) de Meschac Gaba (nascido no Benim e radicado na Holanda), obra integrante da instalação "Architecture room" (sala da arquitetura) da proposta maior "Museum of Contemporary African Art" (Museu de Arte Contemporânea Africana). Um trabalho conceitual que invoca a dimensão das diversas camadas de sentido e poder que envolvem a arte africana - cujo clichê foi em larga medida fabricado nos museus e coleções ocidentais. O trabalho traz notas de dinheiro que trazem efígies de artistas consagrados da arte moderna ocidental como Picasso, Brancusi e Giacometti - que se inspiraram na dita "arte africana tradicional" para reinventar as formas do modernismo. Como a arte africana participou da reinvenção do cânone modernista, ao mesmo tempo em que a arte participa de processos de comodificação no contexto contemporâneo e da globalização. A ideia de signos e valores que encarnam diversos fluxos, encontros, poder simbólico e monetário se fazem presente neste</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:30:23 UTC</pubDate>
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         <author>africanasartes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O segundo trabalho é a vídeo instalação "Oye Oye" (2002) da artista franco-congolesa Michele Magema. As telas duplas que se confrontam trazem em uma delas imagens de arquivo das paradas e comemorações de Mobutu Sese Seko e imagens do ditador do então Zaire, com sua política da autenticidade e invenção de uma nação no qual o corpo da mulher era objeto que servia à propaganda mobutista. Na outra tela, vemos o corpo da própria artista sem a cabeça que veste o uniforme azul - incorporando memórias de sua infância no Zaire - que marcha mecanicamente. Histórias e memórias individuais e coletivas se cruzam para pensar o lugar do corpo, da mulher e relações de poder. Trata-se de uma obra que ganhou prêmio na Bienal de Dakar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 12:31:32 UTC</pubDate>
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