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      <title>Diário reflexivo by RAFAELLA RIBEIRO LAHOZ</title>
      <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz</link>
      <description>O que é ser professor da educação superior nos dias atuais? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-25 18:00:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-08-29 15:09:39 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Conceito: Docência</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3528891554</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong><mark>docência </mark></strong>na contemporaneidade é compreendida como uma prática marcada por tensões históricas, políticas e epistemológicas. A docência não é apenas uma atividade técnica ou transmissora de conteúdos, mas sim uma ação formativa intencional, atravessada por um compromisso ético e político com a formação humana e com a transformação da sociedade (Jesus, 2009). </p><p><br/></p><p>Nesse sentido, podemos entender que o trabalho docente envolve diversos fatores, como: </p><ul><li><p><strong>mediação pedagógica entre conhecimentos e sujeitos;</strong></p></li></ul><ul><li><p><strong>elaboração crítica e contextualizada da prática pedagógica;</strong></p></li><li><p><strong>atuação consciente diante das desigualdades sociais.</strong></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-25 19:23:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato Pessoal</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3528893339</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu olhar estava muito voltado para a teoria, especialmente para a pedagogia histórico-crítica, mas de forma ainda pouco conectada com o cotidiano concreto do trabalho docente.<strong> Eu entendia que existiam diferentes abordagens pedagógicas, mas não refletia profundamente sobre o que significava ser docente hoje</strong>, em um contexto tão atravessado por desigualdades sociais, mudanças tecnológicas e desafios éticos.</p><p><br></p><p>Comecei a entender que a docência <strong>vai muito além de ensinar conteúdos:</strong> é um posicionamento no mundo, uma ação formativa marcada por escolhas éticas, políticas e sociais. A leitura dos textos, especialmente os que abordam a docência como <strong>práxis transformadora</strong>, me fizeram perceber o quanto a atuação docente está profundamente relacionada à mediação crítica entre o conhecimento e a realidade dos estudantes. <strong>Não se trata apenas de planejar aulas ou dominar conteúdos, mas de compreender o meu papel na formação de sujeitos capazes de pensar, questionar e transformar o mundo em que vivem.</strong></p><p><br></p><p>Após esse percurso<strong>, enxergo a docência como uma escolha consciente e comprometida com a transformação social. </strong>Ser docente, para mim, significa estar atenta às necessidades reais dos estudantes, reconhecendo-os como sujeitos históricos e potentes, capazes de criar novos sentidos para o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-25 19:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Inicial :)</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3528894611</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste primeiro eixo, nos debruçamos sobre os sentidos da docência na contemporaneidade, reconhecendo que ser professor ou professora vai muito além do domínio de conteúdos ou de técnicas de ensino. <strong>Ser docente é, sobretudo, assumir uma postura ética, crítica e comprometida com a formação humana e com a transformação social.</strong></p><p><br/></p><p>Aqui, refletimos sobre dois conceitos centrais: <strong>docência</strong> e <strong>perspectivas teóricas</strong>. Ao explorarmos diferentes concepções e trajetórias da prática docente, revisitamos nossas próprias ideias, inquietações e propósitos, percebendo que ensinar é também um processo de constante formação e autoformação. Compreender as <strong>perspectivas teóricas que embasam o fazer pedagógico</strong> nos ajuda a dar sentido ao que ensinamos, por que ensinamos e para quem ensinamos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-25 19:36:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Docência</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532296950</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Paulo Freire, a <strong>docência é um ato ético, político, criativo e transformador</strong>. Ensinar não se reduz à transmissão de conteúdos, mas implica <strong>reflexão crítica constante sobre a prática</strong>, comprometimento com a <strong>formação permanente</strong> e uma relação dialógica com os estudantes. O docente é visto como alguém inacabado, em constante aprendizagem, que ensina enquanto aprende, e aprende enquanto ensina (Silva; Barbosa, 2019). </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 17:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Perspectivas Teóricas</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532306716</link>
         <description><![CDATA[<p>As <strong><mark>perspectivas teóricas</mark></strong> podem ser entendidas como os <strong>fundamentos conceituais que orientam a prática pedagógica</strong>, ou seja, são os modos pelos quais compreendemos o papel da educação, da escola, do ensino, da aprendizagem, do conhecimento e da própria função do professor. Cada perspectiva é sustentada por <strong>determinadas concepções de mundo, ser humano, sociedade e educação</strong>, que definem como o ato educativo deve ocorrer.</p><p><br/></p><p>As perspectivas teóricas educacionais não surgem do acaso, mas de <strong>contextos históricos e lutas sociais específicas</strong>. Elas representam <strong>projetos de sociedade</strong> e, por isso, a escolha de uma tendência pedagógica é sempre também uma <strong>posição ética e política</strong> (Libâneo, 1992).</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 17:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Perspectivas Teóricas</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532307592</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletindo sobre as<strong> perspectivas teóricas...</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>São formas de<strong> interpretar e orientar a prática educativa</strong>;</p></li><li><p>São construídas <strong>historicamente e ideologicamente</strong>;</p></li><li><p>Refletem disputas sobre os rumos da sociedade e da <strong>formação humana</strong>;</p></li><li><p><strong>Determinam o papel do professor, do estudantes e do conhecimento</strong>;</p></li><li><p>Devem ser <strong>conhecidas criticamente pelo docente</strong>, para que sua prática seja consciente e coerente.</p></li></ul><p><br/></p><blockquote><p>A virada do milênio é razão oportuna para um balanço sobre práticas e teorias que atravessaram os tempos. Falar de “perspectivas atuais da educação” é também falar, discutir, identificar o “espírito” presente no campo das idéias, dos valores e das práticas educacionais que as perpassa, marcando o passado, caracterizando o presente e abrindo possibilidades para o futuro (Gadotti, 2000). </p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 17:48:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Relato Pessoal</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532310578</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo das diferentes tendências pedagógicas me revelou que as perspectivas teóricas <strong>não são neutras</strong>, e que compreender seus fundamentos é essencial para que o <strong>ato de educar seja consciente e comprometido.</strong> A aula que abordou a trajetória histórica da educação e das teorias didáticas foi um marco para mim: percebi como os projetos formativos estão diretamente conectados às lutas sociais, às concepções de sujeito e aos contextos históricos de onde emergem. A pedagogia histórico-crítica, que antes eu valorizava de forma quase intuitiva, passou a fazer ainda mais sentido dentro de um cenário mais amplo, em que o <strong>conhecimento é visto como construção social e o professor como sujeito histórico.</strong></p><p><br></p><p>Assim, adotar uma perspectiva teórica é uma escolha política, é dizer ao mundo o tipo de educação que defendo, o tipo de sociedade que desejo ajudar a construir, e <strong>o papel que quero exercer como docente. </strong>As perspectivas teóricas deixaram de ser, para mim, um conjunto de ideias distantes, e passaram a ser ideias que orientam minhas decisões pedagógicas e me ajudam a interpretar criticamente a realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 17:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Referências do eixo</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532323222</link>
         <description><![CDATA[<p>GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. <strong>São Paulo em perspectiva</strong>, [<em>s. l.</em>], v. 14, n. 2, 2000.</p><p><br/></p><p>JESUS , Adriana Regina de. <strong>Gênero e Docência</strong>: Infantilização e feminização nas representações dos discentes do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Londrina. 2009. Tese (Doutorado em Educação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2009.</p><p><br/></p><p>LIBÂNEO, José Carlos. Tendências pedagógicas na prática escolar. In: ________ . Democratização da Escola Pública – a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: <strong>Loyola</strong>, 1992.</p><p><br/></p><p>SILVA, Karina da; BARBOSA , Viviane Almeida. Paulo Freire: Saberes da docência no ensino superior, uma reflexão na prática. <strong>Revista ensino de ciências e humanidades </strong>, [<em>s. l.</em>], ano 3, v. V, n. 2, 2019.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:30:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um pouquinho sobre mim...</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532325291</link>
         <description><![CDATA[<p>oieee! meu nome é Rafaella Ribeiro Lahoz, tenho 23 anos e sou formada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Durante minha graduação fui uma estudante bolsista de Iniciações Científicas, o que me fez chegar aqui, no Mestrado em Educação!</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:36:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Uma música </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3532326204</link>
         <description><![CDATA[<p>Você pode escutar essa música enquanto aprende lendo esse lindoooo mural de estudos! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:39:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um livro</title>
         <author>lahozrr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Leia, por favor! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:41:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eu amo, p.1</title>
         <author>lahozrr</author>
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         <description><![CDATA[<p>O meu se chama Pitico!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:45:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eu amo, p.2</title>
         <author>lahozrr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quem não gosta de plantinhas não é normal...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 18:45:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Inicial :) </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534193812</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste eixo, o foco está na compreensão do <strong>planejamento e do ensino</strong> como dimensões indissociáveis da prática docente. Muito além de uma exigência burocrática, o planejamento é um ato intencional, ético e político, que <strong>organiza a ação educativa com base em objetivos formativos, no compromisso com os sujeitos da aprendizagem e nas finalidades sociais da escola</strong>.</p><p><br/></p><p>Planejar é antecipar caminhos, mas também é estar aberto ao inesperado, ao diálogo com a realidade e às transformações que emergem do cotidiano escolar. É nesse processo que o professor se coloca como <strong>autor de sua prática</strong> e não apenas como executor de propostas alheias.</p><p><br/></p><p>O ensino, por sua vez, não se limita à transmissão de conteúdos, mas envolve <strong>mediação, construção coletiva, escuta e significação</strong>. Ensinar é um gesto formador que exige intencionalidade, conhecimento teórico, sensibilidade pedagógica e consciência de que <strong>todo ato de ensino carrega um projeto de ser humano e de sociedade</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 15:56:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Planejamento </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534195623</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong><mark>planejamento</mark></strong> é compreendido como um <strong>ato sistemático, consciente e racional</strong>, que articula ações e meios com a finalidade de alcançar determinados fins. No contexto educacional, ele é uma <strong>mediação fundamental</strong> entre a realidade existente e a realidade que se deseja construir.</p><p><br/></p><blockquote><p>Planejamento é uma ação sistemática e consciente, que pressupõe a racionalização, a organização e coordenação de um processo, neste caso, do processo ensino e aprendizagem. Ainda que indispensável à prática docente, não pode e nem deve ser confundido como uma fórmula mágica para a obtenção de resultados (Orso, 2015, p.267). </p></blockquote><p><br/></p><p>Nesse sentido, o planejamento:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Não é neutro</strong>: carrega intencionalidade, concepções de homem, sociedade e mundo.</p></li><li><p><strong>É flexível e dinâmico</strong>: deve permitir ajustes e adequações conforme a realidade exige.</p></li><li><p><strong>Está vinculado a contextos históricos e sociais</strong>: muda de acordo com a época, local e sociedade.</p></li><li><p><strong>Exige estudo e reflexão crítica</strong>: o planejamento bem feito pressupõe domínio da realidade e constante aperfeiçoamento.</p></li><li><p><strong>Deve articular os elementos internos da prática docente</strong>: objetivos, conteúdos, metodologias, estratégias e formas de avaliação.</p></li></ul><p><br/></p><p>Desse modo, o planejamento é concebido como uma atividade intencional, articuladora e reflexiva, voltada à organização do trabalho pedagógico de forma crítica e contextualizada. Planejar é construir caminhos educativos que levem em conta os sujeitos da aprendizagem, seus contextos sociais e culturais, e as finalidades formativas assumidas pela escola. O planejamento ganha, assim, uma dimensão de resistência e autonomia, na medida em que se opõe às lógicas de padronização e controle que precarizam o trabalho docente (Lopes, 2014). </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 16:05:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Planejamento </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534199148</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Diante do atual contexto social, marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais e pelo crescente uso das inteligências artificiais, torna-se pertinente refletir sobre as possibilidades de incorporação desses recursos no processo de construção de um planejamento pedagógico qualificado.</strong></p><p><br></p><p>É fundamental destacar que o uso da inteligência artificial não deve ser compreendido como substitutivo do papel docente, tampouco de sua autonomia intelectual e criativa. Ao contrário, trata-se de uma ferramenta potencializadora, capaz de auxiliar na elaboração de propostas pedagógicas inovadoras e contextualizadas, ampliando o repertório de estratégias e experiências de ensino e aprendizagem.</p><p><br></p><p>Vamos explorar essas possibilidades.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 16:22:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato Pessoal</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534202164</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante os estudos entendi que o planejamento é <strong>uma prática viva e estratégica</strong>, que exige reflexão profunda sobre a realidade, conhecimento do contexto escolar e compromisso com os sujeitos da aprendizagem. Compreendi que planejar é mais do que organizar conteúdos, é <strong>decidir com intencionalidade o que, por que, como e para quem ensinar</strong>, considerando os desafios do nosso tempo.</p><p><br></p><p>o planejamento se tornou para mim um <strong>exercício de autoria e resistência</strong>, sendo  uma ferramenta de luta contra a precarização e padronização do trabalho docente. Planejar é afirmar que a educação pode, e deve, ser transformadora, e o professor tem um papel ativo e criativo nesse processo. Assim, é nesse espaço de elaboração que posso me reconhecer como educadora comprometida com a realidade e com a formação crítica dos estudantes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 16:34:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Ensino </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534205526</link>
         <description><![CDATA[<p>Para definirmos o conceito de Ensino, irei utilizar como base os pressupostos da Pedagogia Histórico-crítica! </p><p><br/></p><p>O<strong><mark> ensino</mark></strong>, nessa perspectiva, é compreendido como uma <strong>atividade intencional, sistemática e mediadora</strong>, cujo objetivo é promover a apropriação do saber científico e historicamente acumulado pela humanidade, de modo a formar sujeitos conscientes, críticos e capazes de intervir na realidade. Diferentemente de práticas meramente transmissivas ou espontaneístas, o ensino histórico-crítico parte da compreensão de que a escola tem o dever de garantir o acesso ao conhecimento sistematizado como um direito humano fundamental e condição para a emancipação social (Gasparin, 2012). </p><p><br/></p><p>Para tanto, essa concepção parte do princípio de que <strong>ensinar é mediar a relação entre o estudante e o conhecimento</strong> por meio de uma prática organizada em cinco momentos pedagógicos: prática social inicial, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. Esses momentos organizam o processo de ensino e aprendizagem em um movimento dialético entre a realidade empírica e o conhecimento elaborado, permitindo ao educando transformar suas experiências espontâneas em conceitos científicos e, com isso, agir de forma mais consciente sobre o mundo (<em>Idem</em>, 2012). </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 16:51:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534205526</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Ensino </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534206635</link>
         <description><![CDATA[<p>Será que as bases psicológicas nos possibilitam entender mais sobre nosso papel como professores e como queremos possibilitar o processo de ensino e aprendizagem? </p><p><br></p><p>Eu acredito que sim, e, se você que esta lendo também, que tal descobrirmos um pouco mais sobre a Psicologia histórico-cultural, uma das bases da Pedagogia Histórico-crítica? Bora lá! </p><p><br></p><p>Trago aqui um relato rápido e simples, disponível no tik tok. Da para aprender vendo tik tok também em!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 16:57:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534206635</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Ensino </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534210421</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir de demais autores, entendemos que o ensino na contemporaneidade não pode mais ser pensado apenas como <strong>transmissão de saberes</strong> ou como <strong>continuidade natural da pesquisa</strong>, mas sim como uma <strong>prática relacional, dialógica e ética</strong>, que exige a reconstrução dos espaços educativos. Nóvoa <em>et al</em> (2023) critica o “ensino livresco”, baseado na repetição e na memória, e propõe uma <strong>pedagogia do encontro</strong>, centrada na relação face a face entre professores e estudantes, valorizando o tempo partilhado, a escuta ativa e a construção conjunta do conhecimento.</p><p><br/></p><p>Nóvoa defende um ensino que se realiza <strong>no entre-lugar da formação e da profissão</strong>, num “terceiro espaço” que rompe com a separação entre teoria e prática, pesquisa e docência, universidade e escola. Esse ensino requer a superação do isolamento docente e a valorização da <strong>dimensão coletiva da profissão</strong>, com foco na colaboração, na convergência de saberes e na construção de uma “casa comum” da formação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 17:19:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534210421</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relato Pessoal </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534212283</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o avanço da disciplina percebi que <strong>ensinar é, acima de tudo, um gesto humano e intencional</strong>. É construir pontes, mediar significados, escutar o outro, olhar para a realidade e se comprometer com ela. Compreendi que o ensino é <strong>um ato de encontro</strong> com o outro, com o saber e com o mundo. Nesse processo, me perguntei com mais profundidade: <em>que tipo de ser humano desejo formar com a minha prática docente? </em></p><p><br></p><p>Quero formar sujeitos que pensem criticamente, que saibam duvidar, que consigam agir com sensibilidade diante das dores do mundo e que reconheçam seu papel na construção de uma sociedade mais justa. Isso significa que o ensino, para mim, deve ser <strong>um ato de resistência e de cuidado</strong>, capaz de romper com lógicas autoritárias, competitivas e excludentes. Essas ideias mexeram profundamente com as minhas convicções iniciais. Elas me fizeram perceber que não basta ensinar com competência técnica, é preciso <strong>ensinar com propósito, com coragem, com escuta e com presença</strong>.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 17:30:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Referências do eixo</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534213986</link>
         <description><![CDATA[<p>Bons estudos!</p><p><br></p><p>GASPARIN, João Luiz. <strong>Uma didática para pedagogia histórico-crítica</strong>. 5. ed. rev. Campinas: Autores associados, 2012.</p><p><br></p><p>LOPES, Ângela Ribeiro. <strong>A importância do planejamento para o sucesso escolar</strong>. 2014. Monografia (Especialista em Gestão Pública Municipal) - UNILAB, Redenção, 2014.</p><p><br></p><p>NÓVOA, António <em>et al</em>. Desafios e perspectivas contemporâneas da docência universitária: um diálogo com o professor António Nóvoa. <strong>Revista docência do ensino superior</strong>, Belo Horizonte, v. 13, 2023.</p><p><br></p><p>ORSO, Paulino José. Planejamento escolar em tempos de precarização da educação. <strong><em>Revista HISTEDBR On-line</em></strong>, Campinas, n. 65, p. 265-279, out. 2015.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-02 17:42:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Inicial :)</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534465527</link>
         <description><![CDATA[<p>Este eixo propõe uma reflexão crítica sobre o contexto contemporâneo e suas implicações no campo educacional, especialmente diante da crescente presença das tecnologias digitais.</p><p><br></p><p>Vivemos em uma <strong>realidade marcada por ambivalências</strong>, na qual os avanços tecnológicos não podem ser analisados sob uma lógica dicotômica de “bem” ou “mal”. <strong>É fundamental compreender que as tecnologias, por si só, não são neutras: seus impactos, positivos ou negativos, dependem diretamente das intencionalidades e modos de uso. </strong>Assim, discutir o papel das tecnologias na educação exige uma postura crítica, capaz de reconhecer tanto seus potenciais emancipatórios quanto os riscos de uso descontextualizado ou acrítico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-03 14:50:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vai uma ajudinha ai? </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534466168</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O uso das tecnologias digitais, em especial das inteligências artificiais, pode ser um recurso valioso no processo de aprendizagem, desde que utilizado de maneira consciente e estratégica.</strong> </p><p><br></p><p>Ao explorar essas ferramentas com criticidade, é possível ampliar o acesso à informação, diversificar formas de estudo e potencializar o desenvolvimento de novas habilidades.</p><p><br></p><p>A seguir, apresento algumas sugestões que podem contribuir para tornar sua trajetória de estudos mais eficiente e estimulante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-03 14:53:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Cibercultura </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534469727</link>
         <description><![CDATA[<p>Para <strong>Pierre Lévy</strong>, a <strong><mark>cibercultura</mark></strong> é o <strong>conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, atitudes, valores e modos de pensamento</strong> que se desenvolvem com o crescimento do <strong>ciberespaço</strong>, entendido como o novo meio de comunicação resultante da interconexão mundial dos computadores.</p><p><br></p><p>Mais do que um fenômeno técnico ou tecnológico, Lévy afirma que a cibercultura é uma <strong>dimensão cultural complexa, dinâmica e histórica</strong>, marcada pela emergência das <strong>tecnologias intelectuais da informática</strong>. Essas tecnologias (como a informática, as redes digitais e a hipertextualidade) não apenas ampliam nossas capacidades cognitivas e comunicacionais, mas <strong>transformam a maneira como produzimos, acessamos e compartilhamos conhecimento</strong> (Beutler; Teixeira, 2015). </p><p><br></p><p>A cibercultura não nasce simplesmente com a criação da internet, mas sim com um <strong>movimento social de base cultural</strong>, principalmente protagonizado por <strong>jovens à margem do sistema</strong> que buscavam democratizar o acesso à informação e à comunicação. Para Lévy, é nesse processo que surge o <strong>ciberespaço</strong>, não como estrutura técnica, mas como ambiente simbólico e coletivo onde se manifesta a <strong>inteligência coletiva</strong> (<em>Idem,</em> 2015). </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-03 15:08:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cibercultura e Educação</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3534472902</link>
         <description><![CDATA[<p>A<strong> cibercultura</strong> não se trata apenas de um novo ambiente técnico ou digital, mas de uma <strong>mudança paradigmática na forma como nos comunicamos, aprendemos e ensinamos</strong>. A lógica comunicacional da cibercultura rompe com o modelo tradicional de ensino baseado na transmissão linear de informações e propõe uma <strong>dinâmica de interatividade, autoria e co-criação de conhecimento</strong> (Silva, 2008). </p><p><br></p><p>Assim, é possível criarmos cenários que  <strong>favoreçam a participação ativa dos estudantes</strong>, a <strong>autoria colaborativa</strong> e o uso de <strong>interfaces interativas</strong>. O professor deixa de ser apenas um transmissor e passa a ser um <strong>articulador de percursos, mobilizador de inteligências coletivas e mediador de experiências significativas</strong> (<em>Idem</em>, 2008). </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-03 15:20:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Parceria Intelectual </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535310425</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong><mark>parceria intelectual</mark></strong><mark> </mark>refere-se à relação cooperativa entre um ser humano e um recurso externo (como outra pessoa, uma ferramenta digital ou um sistema inteligente), com o objetivo de <strong>ampliar e potencializar os processos cognitivos</strong> envolvidos em tarefas complexas. Essa ideia parte da premissa central da <strong>cognição distribuída</strong>, segundo a qual o conhecimento não está localizado apenas na mente do indivíduo, mas <strong>se distribui entre sujeitos, artefatos e ambientes</strong> (Salomon <em>et al</em>, 1991).</p><p><br></p><p>Segundo Salomon <em>et al</em> (1991), uma parceria intelectual ocorre quando uma tecnologia ou outro agente externo <strong>não apenas facilita uma tarefa</strong>, mas também <strong>colabora ativamente com o sujeito no processo de pensar, aprender ou resolver problemas</strong>. Como exemplo podemos pensar no uso de softwares interativos, mapas conceituais, calculadoras ou  colegas de grupo, que ajudam não apenas a executar, mas a <strong>reconfigurar o modo como pensamos e aprendemos</strong>.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 21:07:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Parceria Intelectual</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535313827</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir de experiência realizada por Ferreira<em> et al</em> (2023) a parceria intelectual foi compreendida como uma relação construída no processo coletivo de planejamento e execução de uma formação continuada, em que <strong>as ações, decisões e construções cognitivas são distribuídas entre os membros do grupo</strong>. </p><p><br></p><p>Ou seja, não há um único centro de decisão ou um detentor do saber, mas sim uma <strong>teia de interações mediadas por tecnologias e pelo diálogo constante</strong>, onde cada sujeito contribui com suas experiências, saberes e modos de pensar.</p><p><br></p><p>As autoras e autores mostram que, ao desenharem uma formação com base nos princípios da <strong>cognição distribuída</strong>, não apenas os formadores e os cursistas passaram a interagir de maneira mais ativa e horizontal, mas também <strong>os próprios formadores atuaram em constante parceria intelectual entre si</strong>, compartilhando decisões, reorganizando materiais, rediscutindo rotas e cocriando os instrumentos formativos.</p><p><br></p><p>Essa parceria se efetiva por meio da <strong>colaboração mediada pelas tecnologias digitais</strong>, como Google Meet, Google Docs, WhatsApp e outras plataformas. Tais ferramentas <strong>não apenas facilitam a comunicação, mas atuam como elementos cognitivos da própria construção do conhecimento</strong>, ou seja, são parte da inteligência distribuída entre os participantes.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-04 21:19:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato Pessoal </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535320697</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreendi que a cibercultura <strong>não se limita à internet ou aos recursos digitais</strong>, mas constitui <strong>uma nova ecologia cultural e cognitiva</strong>, marcada pela inteligência coletiva, pela virtualização do conhecimento e pela interatividade como valor. </p><p><br></p><p>Assim, enxergo a cibercultura como <strong>um campo potente de criação, articulação e transformação educativa</strong>. Não vejo mais a tecnologia como algo externo ao processo pedagógico, mas como parte da própria construção do conhecimento. Essa compreensão ampliou minha responsabilidade como futura docente: <strong>ensinar na cibercultura é formar sujeitos capazes de navegar criticamente no ciberespaço</strong>, de se posicionar, de criar, de colaborar, de participar ativamente da sociedade digital. Dado isso, deixo aqui uma leitura extra sobre Educação Midiática! </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 21:40:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato Pessoal</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535322737</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estudo da Teoria da cognição distribuída compreendi que a parceria intelectual <strong>vai muito além de dividir tarefas ou usar artefatos digitais</strong>. Ela se constitui quando há <strong>uma relação intencional</strong>, ou seja, quando eu e o outro (seja pessoa ou artefato) pensamos juntos de forma a <strong>ampliar a capacidade de refletir, analisar, decidir ou criar</strong>. Foi marcante perceber que <strong>as tecnologias também pensam comigo</strong>, no sentido de organizar ideias, gerar conexões e provocar novas compreensões.</p><p><br></p><p>Entendo a <strong>parceria intelectual como um dos pilares de uma prática docente mais humana, coletiva e conectada com os desafios contemporâneos da educação</strong>. Desejo construir <strong>ambientes de aprendizagem em que estudantes, professores, tecnologias e materiais didáticos formem redes de pensamento</strong>, e não apenas relações hierárquicas. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-04 21:48:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535322737</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências do eixo</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535327558</link>
         <description><![CDATA[<p>BEUTLER, Dário Lissandro; TEIXEIRA, Adriana Canabarro. As complexidades da cibercultura em Pierre Lévy e seus desdobramentos sobre a educação. <strong>XXI Workshop de Informática,</strong> [<em>s. l.</em>], 2015.</p><p><br></p><p>FERREIRA, Camila Fernandes de Lima <em>et al</em>. Reflexões de uma experiência formativa a luz da cognição distribuída: a visão dos formadores. <strong>II Encontro de didáticas e tecnologias</strong>, Londrina, 2023.</p><p><br></p><p>SALOMON, Gavriel <em>et al</em>. Partners in Cognition: Extending Human Intelligence with Intelligent Technologies. <strong>Educational Researcher</strong>, [<em>s. l.</em>], 1991.</p><p><br></p><p>SILVA, Marco. Cibercultura e educação: a comunicação na sala de aula presencial e online. <strong>Revista Famecos</strong>, Porto Alegre, n. 37, 2008.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 22:05:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encerramento &lt;3</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535331505</link>
         <description><![CDATA[<p>Chegamos ao fim de uma jornada intensa de aprendizados e reflexões. </p><p><br></p><p>Espero que as experiências que deixei aqui toquem quem estiver lendo de alguma forma, assim como tocaram a mim.</p><p><br></p><p>E para finalizar, deixo uma recomendação cinematográfica que, depois de tudo que vivemos e debatemos, faz ainda mais sentido:</p><p><br>🎬 <strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo: </strong>Um filme que, entre dimensões paralelas e crises existenciais, nos lembra que mesmo nas teorias mais complexas, o afeto, o vínculo e o sentido de estar junto continuam sendo a chave.</p><p><br></p><p>Muito obrigada por fazerem parte dessa caminhada. Nos encontramos por aí. talvez em outra sala, outro semestre ou outro universo! <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 22:18:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🎬 Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535331965</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que essa cena demonstre todos os meus sentimentos. Além de fazer com que vocês fiquem com vontade de ver o filme todoooo! hahaha </p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.tiktok.com/@spatodea/video/7267758330196528389?_r=1&amp;_t=ZM-8ybjTE0J1Jo" />
         <pubDate>2025-08-04 22:20:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3535331965</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Inicial :)</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536275198</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste eixo, vamos refletir sobre o papel da <strong>avaliação</strong> no processo educativo, compreendendo-a não como um fim em si mesma, mas como parte essencial da construção da aprendizagem. Trabalharemos os conceitos de <strong>avaliação</strong>, <strong>autorregulação</strong> e <strong>instrumentos avaliativos</strong>, analisando como eles podem ser utilizados de maneira ética, dialógica e formativa.</p><p><br/></p><p>Mais do que verificar acertos e erros, avaliar é <strong>escutar o percurso do estudante</strong>, reconhecer suas conquistas, suas dificuldades e suas singularidades. É um ato pedagógico que exige sensibilidade, intencionalidade e compromisso com a formação integral. Ao refletirmos sobre como avaliamos, também revisitamos nossas concepções de ensino, aprendizagem e de sujeito.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ln7pcf1Th3M&amp;t=382s" />
         <pubDate>2025-08-05 21:51:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Avaliação </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536305561</link>
         <description><![CDATA[<p>A<strong><mark> avaliação</mark></strong> é um <strong>ato pedagógico</strong> que vai além da simples medição de resultados. <strong>Ela considera o estudante como um ser em desenvolvimento, acompanhando não apenas o que foi aprendido, mas como se aprende e como melhorar esse processo</strong> (Luckesi, 1998; 2005). Assim, de acordo com o autor, avaliar é um ato dinâmico que busca compreender e transformar, enquanto verificar (ou examinar) é estático, apenas mede e classifica. A escola brasileira, em sua maioria, ainda opera na lógica da verificação, o que limita o potencial formativo da avaliação.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Na perspectiva defendida por Jussara Hoffmann (1991; 1994),<strong> a avaliação é um processo contínuo, multidimensional, subjetivo e interativo, que visa acompanhar, compreender e promover a aprendizagem dos estudantes, respeitando suas singularidades e oferecendo-lhes melhores oportunidades de desenvolvimento. </strong>Não se trata apenas de medir desempenhos ou atribuir notas, mas de agir pedagogicamente a partir da observação, análise e intervenção, promovendo um ensino inclusivo, ético e dialógico. Nesse sentido, exige reflexão e intenção pedagógica, não sendo o bastante apenas observar ou aplicar instrumentos, sendo necessário analisar criticamente os dados obtidos e planejar ações educativas ajustadas a cada estudante.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 22:05:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536305561</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências do eixo</title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536305856</link>
         <description><![CDATA[<p>GONÇALVES , Adair Vieira; NASCIMENTO , Elvira Lopes. Avaliação Formativa: Autorregulação e controle da textualização. <strong>Trab. Ling. Aplic</strong>, Campinas, 2010.</p><p><br/></p><p>HOFFMANN, Jussara. Avaliação e construção do conhecimento.<strong> Educação e realidade</strong>, Porto Alegre, 1991.</p><p><br/></p><p>HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento. In: HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. <strong>Avaliação do rendimento escolar</strong>. São Paulo: FDE, p. 51-9, 1994.</p><p><br/></p><p>LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: visão geral. <strong>Caderno Colégio Uirapuru</strong>, Sorocaba, 2005.</p><p><br>LUCKESI, Cipriano Carlos. Verificação ou Avaliação: O que pratica a escola?.<strong> Caed</strong>, Ceará, 1998.</p><p><br/></p><p>MORAES , Dirce Aprecida Foletto de. A prova formativa na educação superior: Possibilidade de regulação e autorregulação. <strong>Est. Aval. Educ</strong>, São Paulo, v. 25, n. 58, 2014.</p><p><br/></p><p>PIMENTEL, Mariano; CARVALHO, Felipe. Cinco equívocos sobre avaliação da aprendizagem. <strong>SBC Horizontes</strong>, ago. 2021. ISSN 2175-9235.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-05 22:06:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536305856</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Avaliação </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536944146</link>
         <description><![CDATA[<p>Assim, nossa visão de avaliação se enquadra como: </p><p><br></p><ul><li><p><strong>Contínua, diagnóstica e processual</strong>: não ocorre apenas ao final de um ciclo, mas acompanha o desenvolvimento do estudante;</p></li></ul><ul><li><p><strong>Tem caráter qualitativo</strong>: mais importante do que quantificar acertos é compreender o sentido e o progresso da aprendizagem;</p></li><li><p><strong>É ética e compromissada com o sujeito</strong>: não busca punir, mas apoiar o estudante em sua trajetória;</p></li><li><p><strong>Pressupõe escuta e sensibilidade</strong>: o professor precisa reconhecer os diferentes tempos, ritmos e formas de aprender;</p></li><li><p><strong>Orienta intervenções pedagógicas</strong>: a avaliação deve alimentar o ensino e promover avanços concretos na aprendizagem.</p></li></ul><p><br></p><blockquote><p>Levando a pedagogia do exame ao extremo, a coisa mais importante para o aluno se torna passar na prova ao final da disciplina/curso, e rapidamente ela se torna a única coisa que realmente importa e todo o processo educacional se transforma em uma preparação para a prova. Passar na prova para passar para o próximo nível, transforma o sistema educacional em uma corrida com obstáculos, do fundamental até o final do doutorado, em que as pessoas vão desistindo ao longo de um percurso sem muito sentido (Pimentel, 2021, p.6). </p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-06 14:02:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Autorregulação </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536948788</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong><mark>autorregulação</mark></strong><mark> </mark>é compreendida como a <strong>capacidade do estudante de refletir criticamente sobre sua própria aprendizagem, identificar dificuldades e traçar estratégias para superá-las, de forma autônoma e consciente.</strong> Essa habilidade está profundamente relacionada a uma <strong>perspectiva formativa da avaliação</strong>, que se distancia do caráter meramente classificatório e se aproxima de um processo contínuo de reflexão, revisão e reconstrução dos saberes (Moraes, 2014).</p><p><br></p><p>A autorregulação não ocorre de forma isolada, mas <strong>é estimulada por práticas avaliativas que promovem feedbacks significativos, a análise dos próprios erros e a proposição de ações concretas para o avanço da aprendizagem.</strong> A prova, quando utilizada de forma formativa, torna-se um instrumento potente para a autorregulação ao oportunizar que o estudante compreenda onde errou, por que errou e o que pode fazer para modificar esse cenário. <strong>Isso requer que o estudante compreenda os objetivos da tarefa, os critérios de avaliação e planeje suas ações de forma consciente, desenvolvendo, assim, autonomia intelectual e autorresponsabilidade pelo seu processo formativo </strong>(<em>Idem</em>, 2014). </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 14:09:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536948788</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Autorregulação </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536957990</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Quais recursos podem favorecer a autorregulação?</strong></p><ul><li><p><strong>Fichas de avaliação</strong> com critérios claros.</p></li><li><p><strong>Listas de verificação</strong> e controle. </p></li><li><p>Uso de <strong>portfólios</strong> que permitem acompanhar a evolução ao longo do tempo.</p></li><li><p><strong>Feedbacks descritivos e individualizados</strong>, que orientam o avanço (Gonçalves; Nascimento, 2010).</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Quais são os objetivos?</strong></p><ul><li><p><strong>Ampliar a consciência</strong> do estudante sobre seu processo de aprendizagem.</p></li><li><p><strong>Tornar visíveis os avanços, as lacunas e os caminhos possíveis.</strong></p></li><li><p>Promover <strong>autonomia intelectual</strong>, engajamento e autoaperfeiçoamento (<em>Idem</em>, 2010). </p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 14:23:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536957990</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Instrumentos Avaliativos </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536965397</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Aviso inicial: A construção desse conceito foi estruturada a partir da aula e do material disponibilizado pela professora. </strong></p><p><br></p><p><strong>Os <mark>instrumentos avaliativos</mark></strong> são recursos e estratégias utilizadas para diagnosticar, acompanhar e favorecer o processo de aprendizagem dos estudantes. Na perspectiva da <strong>avaliação formativa</strong>, esses instrumentos não se limitam a medir resultados, mas servem para <strong>promover aprendizagens significativas</strong>, oferecendo devolutivas, intervenções e espaços de autorreflexão (Moraes, s.d.)</p><p><br></p><p><strong>Características fundamentais dos instrumentos avaliativos </strong></p><p><br></p><ul><li><p>São elaborados <strong>com base em objetivos de aprendizagem claros</strong>.</p></li><li><p>Devem estar <strong>atrelados a critérios bem definidos e comunicados previamente</strong> aos estudantes.</p></li><li><p>Fornecem <strong>feedbacks durante o processo</strong>, e não apenas ao final.</p></li><li><p><strong>Valorizam o processo de aprendizagem</strong>, mais do que o produto final.</p></li><li><p><strong>Diversificam as atividades avaliativas</strong> para contemplar múltiplas dimensões da aprendizagem (cognitiva, atitudinal, procedimental).</p></li><li><p>Estimulam a <strong>autoavaliação e a autorregulação</strong> dos estudantes.</p></li><li><p>Possibilitam <strong>intervenções pedagógicas intencionais</strong>, com foco na melhoria contínua.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 14:34:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536965397</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceito: Instrumentos Avaliativos </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536984860</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Exemplos de instrumentos e propostas avaliativas!</strong></p><p><br></p><p><strong>Autoavaliação</strong></p><ul><li><p>Pode ser individual (Google Forms, questionários reflexivos) ou coletiva (Padlet, Jamboard).</p></li><li><p>Promove o desenvolvimento metacognitivo e a consciência sobre o próprio processo de aprendizagem.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Prova formativa</strong></p><ul><li><p>É utilizada como instrumento diagnóstico e orientador.</p></li><li><p>Deve oferecer feedbacks claros e apontar caminhos para a superação das dificuldades.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Diário ou registros reflexivos</strong></p><ul><li><p>Instrumento de acompanhamento contínuo das aprendizagens.</p></li><li><p>Permite expressar reflexões pessoais, avanços, dificuldades, dúvidas e descobertas.</p></li><li><p>Pode ser feito em texto, áudio, vídeo, imagens, entre outros formatos.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Produções colaborativas multimodais</strong></p><ul><li><p>Ex: podcasts, vídeos, sites, blogs, projetos coletivos.</p></li><li><p>Envolvem autoria, criatividade, diálogo e construção conjunta do saber.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Portfólio</strong></p><ul><li><p>Registra o percurso de aprendizagem do estudante ao longo do tempo.</p></li><li><p>Pode ser digital (Instagram, Facebook, Google Sites) ou físico.</p></li><li><p>Favorece a organização, reflexão e sistematização do conhecimento.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Mapas mentais e mapas conceituais</strong></p><ul><li><p>Recursos visuais que organizam informações, conceitos e relações.</p></li><li><p>Estimulam a compreensão profunda e a elaboração do pensamento.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Coavaliação ou avaliação entre pares</strong></p><ul><li><p>Estimula a aprendizagem colaborativa.</p></li><li><p>Valoriza a troca de percepções e o respeito aos saberes do outro.</p></li><li><p>Favorece a criação de uma cultura de aprendizagem compartilhada.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 14:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos Avaliativos: Algumas ideias </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536988685</link>
         <description><![CDATA[<p>Aqui são encontrados 4 aplicativos diferentes e de fácil acesso para você e seus estudantes começarem um podcast maravilhoso!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/zvt8gWZ_IL0?si=_AFQvg0EKbO3JVGe" />
         <pubDate>2025-08-06 14:50:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos Avaliativos: Algumas ideias </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536989013</link>
         <description><![CDATA[<p>Ainda com dúvidas sobre a diferença entre mapas mentais e mapas conceituais? Veja esse vídeo e aprenda de uma vez por todas como criar um bom mapa conceitual! </p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/F54SWctP7-E?si=7a_5LoFtV_GVkim2" />
         <pubDate>2025-08-06 14:51:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos Avaliativos: Algumas ideias </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536991571</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse diário foi feito por mim durante uma disciplina na graduação! :) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 14:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Relato Pessoal </title>
         <author>lahozrr</author>
         <link>https://padlet.com/lahozrr/diariorafaellalahoz/wish/3536999951</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletir sobre a avaliação no ensino superior me fez perceber o quanto esse processo, por vezes, é reduzido a uma etapa meramente classificatória e punitiva, quando, na verdade, <strong>deveria ser uma das dimensões mais potentes da formação universitária</strong>. A partir dos estudos e das leituras realizadas ao longo da disciplina, compreendi que <strong>avaliar da e para a aprendizagem</strong> significa assumir a avaliação como uma <strong>ação pedagógica intencional, ética e formativa</strong>, que acompanha o estudante ao longo do percurso e não apenas o “mede” ao final.</p><p><br></p><p>A avaliação <strong>da </strong>aprendizagem deve reconhecer o estudante como sujeito ativo e singular do processo formativo, com seus próprios tempos, trajetórias e modos de aprender. Já a avaliação <strong>para</strong> a aprendizagem precisa oferecer condições reais para que ele <strong>reflita sobre suas dificuldades, identifique seus avanços e redesenhe seus caminhos</strong> com autonomia e consciência crítica.</p><p><br></p><p>Além disso, compreendi que os <strong>instrumentos avaliativos</strong> têm papel decisivo nessa lógica. A diversidade de propostas, como diários reflexivos, coavaliações, portfólios, mapas mentais, produções multimodais, <strong>amplia as formas de expressão do estudante e valoriza diferentes saberes e linguagens</strong>. Esses instrumentos não são apenas “modos de avaliar”, mas são também <strong>modos de aprender</strong>, quando bem articulados aos objetivos e aos critérios previamente definidos e discutidos com os estudantes.</p><p><br></p><p>Assim, compreendo que <strong>avaliar no ensino superior é escutar, acompanhar, dialogar e intervir</strong>, sempre com o compromisso de favorecer o crescimento intelectual, humano e ético do estudante.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 15:07:36 UTC</pubDate>
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