<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Saberes Indígenas by Luiza Gravina</title>
      <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-04 16:52:06 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-07-07 12:19:07 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Olá, me chamo Luiza Gravina</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2282086433</link>
         <description><![CDATA[<div>atualmente curso o sexto período de Pedagogia na Universidade Federal Fluminense e sou estagiária da Educação Infantil na Vivinfância. Sou uma curiosa do mundo e entusiasta das&nbsp;Decolonialidades.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1012715750/d963e0125c5d3be48fbcc2fc8b80e663/WhatsApp_Image_2022_09_04_at_14_09_02.jpeg" />
         <pubDate>2022-09-04 17:12:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2282086433</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá, me chamo Emily</title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2282121033</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente curso o sexto período de Pedagogia na Universidade Federal Fluminense e sou estagiária do ensino fundamental no Maia Vinagre. Gosto de estudar e me procurar pelo mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/995888952/25aba91a1bae29da336110c85d13c009/WhatsApp_Image_2022_09_04_at_15_25_32.jpeg" />
         <pubDate>2022-09-04 18:31:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2282121033</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá, me chamo Luiza Val</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2299032188</link>
         <description><![CDATA[<div>atualmente&nbsp;curso o sexto período de Pedagogia na Universidade Federal Fluminense. Ao longo da minha formação estagiei em educação infantil, ensino fundamental e escolas de arte. Sou curiosa e apaixonada pelas infâncias e seus modos de interlocução com as artes. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1789053335/195d30c8a40e9061246869b067609d77/AirBrush_20220405223529.jpg" />
         <pubDate>2022-09-15 22:12:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2299032188</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2300704081</link>
         <description><![CDATA[<div>Discutindo o mito da homogeneidade da língua portuguesa, o texto "A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente" explora a perspectiva do preconceito linguístico no país. Desconsiderando as diferenças e pluralidades sócio-linguísticas, apagam-se dialetos e diversidades sob a ótica de uma língua comum, elemento atravessador da escola, com uma formalização unânime e consequente afastamento de educandos que não dominam as regras da língua padrão.<br>Como, em um país com dimensões continentais, abismos sociais, culturais e econômicos, ainda pensamos uma língua comum? A questão abordada pelo mito perpassa tais elementos, sendo o Brasil, de fato, constituído pela língua portuguesa falada com alto grau de diversidade e variabilidade.<br>O texto nos relembra que a Constituição Federal de 1988 afirma que "todos os indivíduos são iguais perante a lei", porém essa lei aparece redigida em uma língua a qual somente parte da população acessa, excluindo, portanto, os falantes das variedades linguísticas desprestigiadas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-17 03:15:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2300704081</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2300708239</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O livro "medo e ousadia", durante o diálogo entre Freire e Ira Shor, são abordados alguns conceitos referentes à atuação do professor em sala de aula. O primeiro deles é a ideia de diálogo.&nbsp;<br>Em um primeiro momento, o "dialogo" é entendido como um privilégio de classe onde quanto melhor a situação financeira do estudante, maior será a possibilidade dele exercer o diálogo com o professor. Atrelado a isso, é feito também uma crítica à metodologia de ensino tradicional.&nbsp;<br>Neste sentido, o ponto chave desse primeiro momento do capítulo é entender como o método diálogo apresenta um modelo diferente de aprendizagem e de conhecimento.&nbsp; Para tanto, Freire entende que o diálogo serve como uma espécie de ponte capaz de "selar o relacionamento entre os sujeitos cognitivos proporcionando a transformação da realidade.&nbsp;<br>Na perspectiva da educação diálogica, existe uma bilateralidade, uma troca entre alunos e professores. Dessa forma, o docente não é visto como o detentor do conhecimento, mas sim como um participante em um jogo onde a troca beneficia todas as partes envolvidas.&nbsp;<br>No decorrer do capítulo quatro, Freire chama atenção para algo que pode complementar o processo dialógico: a pedagogia situada. Esta metodologia busca proporcionar análises que sejam capazes de instruir o aluno a problematizar temas que ainda não foram analisados por eles. Paulo Freire reconhece que existe uma tensão entre a reflexão do professor e a observação dos alunos. É esta relação que caracteriza uma aula dialógica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1012715750/5efe29fa47d1e505a6b33dcbdf86edaf/O_di_logo_deve_ser_entendido_como_algo_que_faz_parte_da_pr_pria_natureza_dos_seres_humanos___1_.png" />
         <pubDate>2022-09-17 03:26:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2300708239</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2314430707</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/995888952/a41ba3172d8790eddd31df382f4ed630/Emily_Goncalves_Emerik___ATIVIDADE_1___RELATO_DE_EXPERI_NCIA_.docx" />
         <pubDate>2022-09-26 21:44:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2314430707</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá, me chamo Danyel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2318198351</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1802333058/57dbe9559e2d1be86ce5ba4360dff273/Screenshot_20220924_125153_Gallery.jpg" />
         <pubDate>2022-09-28 19:59:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2318198351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação de Jovens e Adultos Trabalhadores: políticas e práticas pedagógicas</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2318346441</link>
         <description><![CDATA[<div>"Projetos educacionais são projetos de sociedade!", a fala da professora Inez Muniz durante sua participação na mesa que discutia perspectivas da Educação de Jovens e Adultos Trabalhadores no primeiro dia da Semana da Pedagogia me provocou reflexões acerca da modalidade, dos sujeitos e dos horizontes socioeducacionais vividos.&nbsp;<br>Na realidade da EJA, que caminha na contramão da realidade do ensino básico regular, a experiência não parte da sala de aula, mas chega à ela, nas vivências compartilhadas pelos educandos, nas histórias de vida e nos saberes cotidianos e populares que atravessam as relações estebelecidas por educadores e educandos. A formação docente, por sua vez, carece de discussões e disciplinas que abordem as especificidades da modalidade em questão, fato que corrobora para a manutenção de uma prática infantilizada e de transposição de conteúdos herdada das experiências prévias e dos acervos teóricos e pedagógicos acessados pelos docentes.&nbsp;<br>Que sociedade buscamos construir? A EJA como ato político, não como viés assistencialista ou modalidade provisória, é a possibilidade de garantir direitos que foram negados à uma parcela social, é a prática de uma Pedagogia do Oprimido, como pensava Paulo Freire, uma pedagogia da escuta de si e do outro, uma educação como política.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-28 23:01:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2318346441</guid>
      </item>
      <item>
         <title>É possível ver nas instituições escolares a lógica do silenciamento, para você como se perpetua a lógica do silenciamento e as hieraquizações sociais e linguísticas no cotidiano escolar?</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320203654</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-30 00:00:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320203654</guid>
      </item>
      <item>
         <title>De que forma a possibilidade da relação dialógica, segundo a perspectiva de Paulo Freire, pode contribuir para a diminuição dos limites impostos pela utilização da norma culta dentro de sala de aula?</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320206445</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-30 00:03:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320206445</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320208209</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade cultural que ocorreu na sexta-feira, uma peça teatral que criticou as opressões sociais e mortes das pessoas LGBTQIA+ relaciona-se à escola por suas características discriminatórias de manutenção da exclusão e opressão a esses indivíduos, matando direta e indiretamente tanto pisicologicamente e em casos abruptos físicos. Freire, menciona a importância do professor ter uma escuta sensível estimulando nos discentes o dialogo , pois é a partir deste que os indivíduos se reconhecem como pares. Sendo assim, a escola e a relação pessoais não se tornam pesos, pois a partir da fala e da escuta que se tornam humanizados.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-30 00:05:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2320208209</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rodizio entre os mitos.</title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2324334341</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 30 ocorreu um rodizio entre os mitos onde cada um pode falar das suas experiencias com o tema escolhido. Interessante destacar que os mitos entre si se relacionam criando uma visão bastante aprofundada. Entre os grupos discutimos como os mitos de uma forma geral da língua culta como padrão perpetua pelo Brasil, gerando consequências graves não somente na escola como na sociedade. Chegando a conclusão que baseando-se em uma língua padrão ocorrem comportamentos xenofóbicos por exemplo. Sendo muito importante discutir a pluralidade cultural e linguística nas escolas para que isso seja rompido.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-03 18:13:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2324334341</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2336286475</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1012715750/f88992571cae734e0fc6a7181bcb0d0a/Relato_de_experi_ncia.docx" />
         <pubDate>2022-10-12 02:40:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2336286475</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2356972251</link>
         <description><![CDATA[<div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Alteridade:</strong> espaço de construção das individualidades, entre o “eu” e o “outro”.</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Responsividade:</strong> capacidade de resposta presente em todo ato.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Pravda:</strong> verdade da vida vivida, surge da experiência.</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Istina:</strong> verdade construída, surge da ciência.</div><div>5.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Cronotopos:</strong> relações estabelecidas entre passado, presente e furuto, inscritos no espaço.</div><div>6.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Polifonia:</strong> existência de duas vozes em uma só palavra.</div><div>7.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Plurivocalidade:</strong> carga emotivo-volitiva presente nas palavras.</div><div>8.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Heteroglossia:</strong> interação de múltiplas perspectivas sociais e individuais na linguagem.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-26 09:29:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2356972251</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2389781233</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1789053335/1b1d34f6086f62ddc6124bfd15578698/Screenshot_20221118_083830.jpg" />
         <pubDate>2022-11-18 11:39:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2389781233</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Psicologia pedagogica -Lev Semionovich Vigotsky </title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2391690909</link>
         <description><![CDATA[<div>VIGOTSKI. L. V. Psicologia Pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2001. (Capítulo 13).<br>- A educação estética<br>. A estética a serviço da pedagogia &nbsp;<br>Nesse tópico, falamos sobre os conflitos que existem em relação a estética, pois alguns cientistas a questionam, considerando que a estetica se redmiu a um simoles prazer e gozo. considerar especialmente, que se resume a conhecimento,sentimento e moral atrasou as dimensões das teorias das esteticas.<br>-+A Moral e a Arte&nbsp;<br>" o sentimentalismo não passa da estupidez do sentimento."pg 226&nbsp;<br>" A literatura infantil geralmente é um brilhante exemplo de falta de gosto, de alteração profunda do estilo artistico e da mais desoladora incompreensçao do psiquismo infantil." pg 226<br>" Temos de rejeitar o critério de que, supostamente, as vivencias estéticas possuem certa relação direta com as morais e que toda obra de arte contém uma especie de estimulo para o comportamento moral" pg 226&nbsp;<br>** livro como modulador e imposição de ideiais e morais facistas.<br>qual será a influencia moral de um determinado livro.<br>* é preciso pensar como essa moral se passa na pisique das crianças. ora , talvez perguntando e refletindo...<br>A poesia se perdeu na fábula, pois consideram que o sentimento e a reflexão profunda não está de acordo paara a maturidade infantil.<br>+ regra moral e transferência somente no que a moral quer dizer.&nbsp;<br>&nbsp;- A arte e o estudo da realidade&nbsp;<br>" A educação estética , não menos prejudicial, foi impor a estética tarefas e fins alheios , não de caráter moral , mas social e cognitivo." pg 14<br>"ampliar o conhecimento do aluno."<br>" Em vez de estudar os fenonemos e fatos literarios estuda-se a história da intelicuatde e do pensamento social temas que na verdade são alheios e estranhos a educação estetica." pg 14<br>" Ao mesmo tempo nessa forma de ensino&nbsp; corremos o risco de compreendermos mal a realidade, bem como excluir os aspectos puramente esteticos." pg 15<br>- A arte como fim em si mesma&nbsp;<br>" Reduzir a estetica ao sentimento do agradvel, ao prazer da obra da arte , vendo nisso um fim de si mesmo." pg 15<br>" A particularidade da idade infantil reside justamente no fato de que a força direta de uma vivencia real e concreta é muito mais significativa para a criança que a força de uma emoção nescessaria." pg 14/15<br>- A passividade e atividade na vivencia estética<br>" Não resta duvida de que certo grau de passividade e desinteresse são a premissa psicológica infaltavel do ato estético." 16<br>- A importância biológica da atividade estética&nbsp;<br>Spencer : Lei da economia das forças criativas&nbsp;<br>" O significado das obras de arte e do prazer que elas proporcionam se explicam totalmente por meio da economia de forças espirituais , pela economia da atenção que acompanha toda percepção da arte . A vivencia artistica é a mais economica e vantajosa para o organismo, rende o maior efeito com um gasto minimo de energia e esse ganho de energia é o que se constitui o prazer artístico." essa lei tem suas problemáticas, porque não explica de todo a arte.<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-11-20 21:14:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2391690909</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A construção da enunciação e outros ensaios Valentin Nikolaevich</title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2391691862</link>
         <description><![CDATA[<div>- O que é linguagem<br>A origem da linguagem<br>" Existem, pois, leis linguísticas que não podem ser infringidas ou a compreensão reciproca se torna impossível."&nbsp; 132<br>" O escritor não trabalha com um material físico destuido de significado, mas com partes que se encontram elaboradas , com elementos linguísticos preparados, com os quais pode constituir uma totalidade somente se tem presente todas as leis e regras que não devem ser transgredidas quando dessa organização desse material verbal." 133<br>*A linguagem é particular da criatividade artística. &nbsp;<br>Reflexão: A linguagem ela deve conter um sentido. E ter funcionalidade para alguem ou que lugar de acordo com o contexto.<br>A linguagem no século XVII acreditava que era algo sobrenatural e invenção mediata e consciente .<br>Teorias mais recentes sobre a linguagem.<br>onomatopeia e interjeições.<br>Onomatopeia---&gt; os homens trataram de reproduzir os sons pelos animais ou fenonemos naturais.&nbsp;<br>Interjeições- AS primeiras linguagem humanas foram exclamações, interjeições,&nbsp;<br>Teorias ultrapassadas.&nbsp;<br>1976--&gt; Engls<br>" A linguagem e a vida do intelecto nascem da atividade conjunta dirigida por um objetivo comum, do do trabalho primitivo dos nossos antepassados." pg 10<br>Reflexão: Pelo que eu entendi a linguagem vai nascendo conforme as necessidades induvial<br>" teoria javética."&nbsp;<br>Nascida no processo de luta obstinada do homem contra a natureza ( linguagen.)<br>* linguagem gestual.<br>Mimica e tals. podia conter sons e expressões fortes para expressar a emoção.<br>A linguagem por meio da arte tais como dança, canto e teatro.<br>a linguagem representada por meio da arte representavam como uma nescessidade econonomica e organizativa do processo de trabalho.&nbsp;<br>* Os primeiros objetos que tiveram uma designação verbal eram aqueles que estavam mais perto dos homens.<br>Magia X trabalho<br>A primeira palavra dita no mundo foi " Mão" A mão do homem trabalhador.<br>2 etapa da língua: Conjunção de frases&nbsp;<br>" Acrescentaram determinadas partículas verbais que definem a relação da palavra que tem na frase."<br>A linguagem é " é o produto da atividade humana coletiva e reflete em todos os seus elementos tanto a organização econômica como sociopolítica que gerou."&nbsp;<br>- A&nbsp; função da linguagem na vida social<br>&nbsp;"a comunicação cria uma solide raridade mais estreita. uma comunicação estreita"<br>pelo o que eu entendi era preciso que se criasse uma comunicação que significasse somente ago restrito.<br>os homens se compreendessem reciprocamente.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-11-20 21:16:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2391691862</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Música Um índio - Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Maria Bethânia</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400960435</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jqMZXuFHjjk" />
         <pubDate>2022-11-28 21:52:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400960435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Música É Tudo Pra Ontem - Emicida e Gilberto Gil</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400961318</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=1QCKodg0-UM" />
         <pubDate>2022-11-28 21:53:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400961318</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista de Sônia Guajajara para o especial Amazônia Resiste</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400963148</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=amyJDPiFfwk" />
         <pubDate>2022-11-28 21:56:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400963148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista de David Kopenawa para o especial Amazônia Resiste</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400964000</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=F06NAxZxebY" />
         <pubDate>2022-11-28 21:57:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400964000</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crônica Mapa-múndi/2 de Eduardo Galeano em O Livro Dos Abraços</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400967443</link>
         <description><![CDATA[<div>No Sul, a repressão. Ao Norte, a depressão. Não são poucos os intelectuais do Norte que se casam com as revoluções do Sul só pelo prazer de ficarem viúvos. Prestigiosamente choram, choram a cântaros, choram mares, a morte de cada ilusão; e nunca demoram muito para descobrir que o socialismo é o caminho mais longo para chegar do capitalismo ao capitalismo. A moda do Norte, moda universal, celebra a arte neutra e aplaude a víbora que morde a própria cauda e acha qué é saborosa. A cultura e a política se converteram em artigos de consumo. Os presidentes são eleitos pela televisão, como os sabonetes, e os poetas cumprem uma função decorativa. Não há maior magia que a magia do mercado, nem heróis mais heróis que os banqueiros. A democracia é um luxo do Norte. Ao Sul é permitido o espetáculo, que não é negado a ninguém. E ninguém se incomoda muito, afinal, que a política seja democrática, desde que a economia não o seja. Quando as cortinas se fecham no palco, uma vez que os votos foram depositados nas urnas, a realidade impõe a lei do mais forte, que a lei do dinheiro. Assim determina a ordem natural das coisas. No Sul do mundo, ensina o sistema, a violência e fome não pertencem à história, mas à natureza, e a justiça liberdade foram condenadas a odiar-se entre si.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-11-28 22:01:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400967443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crônica A desmemóris/4 de Eduardo Galeano em O Livro Dos Abraços</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400968420</link>
         <description><![CDATA[<div>Chicago está cheia de fábricas. Existem fábricas até no centro da cidade, ao redor do edifício mais alto do mundo. Chicago está cheia de fábricas, Chicago está cheia de operários. Ao chegar ao bairro de Heymarket, peço aos meus amigos que me mostrem o lugar onde foram enforcados, em 1886, aqueles operários que o mundo inteiro saúda a cada primeiro de maio. — Deve ser por aqui — me dizem. Mas ninguém sabe. Não foi erguida nenhuma estátua em memória dos mártires de Chicago na cidade de Chicago. Nem estátua, nem monolito, nem placa de bronze, nem nada. O primeiro de maio é o único dia verdadeiramente universal da humanidade inteira, o único dia no qual coincidem todas as histórias e todas as geografias, todas as línguas e as religiões e as culturas do mundo; mas nos Estados Unidos, o Primeiro de maio é um dia como qualquer outro. Nesse dia, as pessoas trabalham normalmente, e ninguém, ou quase ninguém, recorda que os direitos da classe operária não brotaram do vento, ou da mão de Deus ou do amo. Após a inútil exploração de Heymarket, meus amigos me levam para conhecer a melhor livraria da cidade. E lá, por pura curiosidade, por pura casualidade, descubro um velho cartaz que está como que esperando por mim, metido entre muitos outros cartazes de música, rock e cinema. O cartaz reproduz um provérbio da África: Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorifícando o caçador&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-11-28 22:02:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400968420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Documentário Mulheres da Floresta</title>
         <author>luizagravina</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400969986</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário Mulheres da Floresta explora a perspectiva das vivências femininas em terras amazônicas, propondo um atravessamento entre as questões de gênero e a floresta, entendida, na película, como ser feminino. Partindo das plavras chave resistir, força, liberdade e coragem, diferentes mulheres amazonenses apresentam e discutem a realidade da floresta, que como mulher, é violentada de diferentes formas.&nbsp;<br>O patriarcado, o machismo e o espaço restrito para mulheres em locais de poder também se estendiam até as aldeias e sociedades indígenas, nesse sentido, surge a necessidade de organização de mulheres para a preservação da floresta e luta por espaços de pertencimento. A floresta, como discutido no filme, estabelece uma relação intrínseca com o conceito de ancestralidade, um legado de antepassados, da hereditariedade, que sofre violências diretas da grilagem, garimpo e extração de madeira ilegais, invasão de terras, além de políticas públicas ainda baseadas em ideais colonizadores, descomprometidas com o reconhecimento das reais condições de vida dos povos originários e alinhadas com o sufocamento e fim de direitos.<br>A relação da floresta, das mulheres e da ancestralidade se dá como um compromisso com a memória, na contramão dos processos de desmatamento e invasão, aos quais surgem como processos de desmemorização. O olhar específico da mulher para a natureza, o comprometimento com os direitos humanos e a compreensão da Amazônia como múltipla e diversa dão tom ao espaço feminino na floresta e na luta.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=I1VF1qglffA" />
         <pubDate>2022-11-28 22:04:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2400969986</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lili entrevista/ Ailton Krenak </title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414504211</link>
         <description><![CDATA[<div>-- o vídeo foi feito durante a pandemia.<br><br>-- As perspectivas de vida e morte para as culturas indígenas e que na pandemia não foi respeitado.&nbsp;<br><br>" Corpos que&nbsp; não são tratados de acordo com a cultura sobre morrer." Para os indígenas eles aprenderam a morrer , porque não existe um abismo entre a vida e a morte .<br><br>- incidentes ecológicos produzido por escolhas antigas&nbsp; dos homens que acreditam que a natureza é algo para servir e os humanos para incidir.<br><br>- Povos Yanomami desrespeitados pelos garimpeiros na política .<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=GIz0hRuRXqc" />
         <pubDate>2022-12-08 15:45:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414504211</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Slides </title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414508765</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/995888952/52218d643b8a534e4a245175d9301ce5/Trabalho_final__Comunica__o_e_Linguagem.pdf" />
         <pubDate>2022-12-08 15:49:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414508765</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Intervenção estética</title>
         <author>emilyemerik</author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414512227</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/1xl-5gjfNca5vub7g3IAl5ytug1x7X_DK/view?usp=drivesdk" />
         <pubDate>2022-12-08 15:52:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2414512227</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Oralidades e infâncias indígenas - Entrevista com Algemiro Karai Mirim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2419775188</link>
         <description><![CDATA[<div>A Aldeia Sapukai localizada em Angra dos Reis, possui aproximadamente de 420 habitantes guaranis divididos em 80 famílias e abriga em seu território a Escola Karaí Kuery Renda, na qual a língua portuguesa é transpassada pelo Guarani.<br>Na entrevista, o professor Algemiro traz à tona a importante disputa pela interculturalidade e pelo bilinguismo dentro e fora da aldeia. Relatando a importância do professor bilíngue, questiona a precariedade na formação dos mesmos, o que distancia o multiculturalismo tão presente. Esse questionamento possui relação direta com o multiculturalismo teorizado por Bakhtin, no qual fortalece as subjetividades e a diversidade linguística, afirmando a necessidade de se dispor ao lugar do outro e minimizando o abismo linguístico imposto.<br>Outra relevante pauta discutida, diz respeito ao questionamento da figura capitalizada e comercializada do indígena como uma generalização personificada. Algemiro Karai Mirim aborda a normalidade do avanço da tecnologia nas aldeias e a importância de reconhecer o indígena como constituinte da sociedade, mesmo perpetuando suas tradições. Nos informa ainda, a utilização dos celulares como um importante meio de comunicação nas aldeias e o intenso avanço de aplicativos de mensagens na língua guarani.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=btnuav51Xgw" />
         <pubDate>2022-12-13 20:54:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2419775188</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2425240078</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Universidade Federal Fluminense<br>Disciplina: Comunicação e Linguagem<br>Discente: Danyel Caetano<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;Relato de experiência</strong><br><br>O meu relato de experiência, infelizemente, é algo que vivencio até hoje. Durante o meu ensino fundamental e médio presenciei diversos momentos em que o sotaque de alguns colegas eram tidos como inferior. Nesse caso, o sotaque nordestino era o mais afetado. Eram comum os alunos nordestinos serem&nbsp; chamados, pejorativamente, de "paraíbas". Entretanto, o preconceito não se limitava ao sotaque. Sempre que alguém falava alguma palavra fora da norma culta era tido como menos inteligente. Isso se refletia também na condição socioeconômica do aluno(a) que visivelmente se sentia envergonhado.<br>Durante a realização dos meus estáagios pude perceber que todo esse processo continuava, mas dessa vez pude intervir por meio de conversas com alguns alunos. E funcionou! As problematizações feitas geraram reflexões que foram capazes de mudar a forma que esses adolescentes alhavam para os seus colegas. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-19 22:36:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizagravina/cko5fn7g0lb0tlg7/wish/2425240078</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
