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      <title>Ação Humana by João Machado 10A esrg</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-10 12:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>                                           Acontecimentos e Ações</title>
         <author>joao11machado23</author>
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         <description><![CDATA[<div>    Um <strong>acontecimento</strong> é algo que acontece que ocorre num determinado tempo e lugar e que é<strong> </strong>capaz de afetar o sujeito. Uma <strong>ação</strong> é, filosoficamente, um certo tipo de coisa que uma pessoa pode fazer, como por exemplo ir ao cinema.Assim, não se deve estabelecer uma distinção muito rígida entre acontecimentos e ações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 11:47:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joao11machado23</author>
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         <description><![CDATA[ ]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 11:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>                                    Introdução à  Ação Humana</title>
         <author>joao11machado23</author>
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         <description><![CDATA[<div>    A filosofia da ação é uma área que procura analisar em que consiste uma ação e saber como é possível explicá-la, tendo em conta os motivos pelo qual o agente a realiza. <br>&nbsp; &nbsp; A ação humana é todo o acto que fazemos de um modo <strong>voluntário,</strong> com <strong>intenção</strong> e <strong>consciente</strong>, ou seja, algo por vontade própria e que faz com que haja um <strong>responsável</strong>. Intenção é todo o decorrer da ação ou do objetivo que o responsável pretende atingir ao realizar a ação ou acontecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 11:53:06 UTC</pubDate>
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         <title>                                         Conceitos Nucleares</title>
         <author>joao11machado23</author>
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         <description><![CDATA[<div>Razões, fins, projetos, motivos, desejos, deliberação, decisão, determinismo, liberdade, ação, condicionantes fisico-biológiccas, condicionantes histórico-culturais, agente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 12:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>                                 Liberdade e responsabilidade</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232642345</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Dá-se o nome de <strong>agente</strong> ao autor de qualquer ação. Este, realizando um conjunto de ações e/ou uma simples ação mas de forma consciente e intencional, pode ser responsabilizado. Existe uma relação direta entre <strong>liberdade </strong>e <strong>responsabilidade:<br>&nbsp; &nbsp; -Liberdade: </strong>quando o agente é livre e tem total liberdade de realizar a sua ação.<br>&nbsp; &nbsp; <strong>-Responsabilidade:</strong> após o realizar da ação, o agente tem que ter responsabilidade para assumir as consequências do seu ato.<br>&nbsp; &nbsp; Assim, liberdade e responsabilidade estão diretamente relacionadas uma vez que ao responsabilizar-mos o agente da sua ação é pressupor que este é livre o suficiente para a realizar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 02:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>                                            Livre Arbítrio</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232643037</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O significado de liberdade que temos em conta é a que corresponde ao<strong> livre-arbítrio</strong>, isto é, à possibilidade de <strong>escolha</strong> e de <strong>autodeterminação</strong>, à ação voluntária e autónoma do agente, independente de qualquer tipo de obrigação ou força, interna ou externa. Essas forças internas e externas, seja a nível biológico ou sociocultural, faz-nos duvidar de que tenhamos livre-arbítrio.<br>&nbsp; &nbsp; O objetivo da ciência é detetar as <strong>regularidades da natureza</strong>, a fim de prever os <strong>fenómenos.</strong> Muitos cientistas asseguram que tudo na natureza se encontra determinado, obedecendo a <strong>relações de causas e efeitos</strong>. Será que o mesmo se passa com ações humanas? Se sim, teremos de negar a liberdade e a responsabilidade do agente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 02:37:24 UTC</pubDate>
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         <title>                                                Intenção e Desejo</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232643837</link>
         <description><![CDATA[<div>    A <strong>intenção</strong> mostra a razão de uma ação específica ou de uma palavra na qual a razão é totalmente subjetiva uma vez que faz parte da consciência de outra pessoa. Geralmente feita conscientemente.<br>    O <strong>desejo </strong>é considerado uma <strong>atitude mental </strong>na qual tem um fim pela pessoa que deseja. Ao contrário da intenção, o desejo é muitas vezes realizado de forma inconsciente.<br>    As <strong>ações intencionais</strong> podem ser originadas por motivos, desejos, crenças, interesses e ambições.<br>    Também pode se dividir as ações em:<br>-<strong>Ação básica</strong>: realizada diretamente e intencionalmente;<br>-<strong>Ação não básica</strong>: é toda a ação que necessita de ações básicas primeiramente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 03:00:44 UTC</pubDate>
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         <title>                                   Motivo e Finalidade ou meta</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232717666</link>
         <description><![CDATA[<div>    O <strong>motivo</strong> é tudo o que é capaz de mover a vontade de agir, é a razão consciente do agir, tornando a ação intencional compreensível, ao responder à pergunta “porquê?”. Distingue-se do <strong>móbil</strong>, que significa um impulso da sensibilidade, por vezes inconsciente. Tal como o desejo pode ser consciente ou inconsciente, também o motivo pode ser <strong>voluntário</strong>, ao referir-se a razões ou crenças, ou <strong>involuntário</strong>, enquanto se aproxima do desejo, sobretudo do desejo inconsciente, e igualmente do móbil.<br>    A <strong>finalidade</strong> ou <strong>meta</strong> da ação é tudo aquilo que ativa, orienta e dirige a ação, respondendo à pergunta “para quê?”. Muitas vezes é difícil separar a finalidade do motivo. <strong>Motivos</strong> e <strong>fins</strong> podem ser ainda englobados pela noção de <strong>projeto</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>                                       Deliberação e Decisão</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232718692</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>deliberação</strong> é o processo de reflexão e de ponderação que, em princípio, atencede a decisão. A <strong>decisão</strong> consiste na escolha de alternativas possíveis em função de determinadas razões e motivações. Mas nem todas as ações são deliberadas, já que, muitas vezes, não há reflexão breve ao agir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:17:34 UTC</pubDate>
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         <title>               A Ação Humana- Análise e compreensão do agir</title>
         <author>joao11machado23</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>                      Determinismo e liberdade na ação humana</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232720350</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>                               Discussão sobre Livre-Arbítrio</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232722270</link>
         <description><![CDATA[<div>O livre-arbítrio é composto por um problema que consiste em saber se a liberdade humana, em termos de possibilidade de optar, é ou não compatível com outras forças que a parecem anular. Há três teses que procuram dar resposta ao problema: <strong>deterministas</strong>, <strong>compatibilistas</strong> e <strong>libertistas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:39:46 UTC</pubDate>
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         <title>                                             O Determinismo</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232723736</link>
         <description><![CDATA[<div>    O <strong>determinismo</strong> é a doutrina segundo a qual tudo o que acontece tem uma causa, todos os fenómenos estão necessariamente ligados uns aos outros por meio de relações causais. <br>    O <strong>determinismo radical</strong> não permite a liberdade da vontade, o comportamento é constrangido, tudo já está determinado. Os deterministas radicais rejeitam o livre-arbítrio e afirmam que tudo no universo é constituído por partículas que obedecem a <strong>leis causais invariáveis</strong>. As leis naturais que regem o universo não deixam espaço para a liberdade de escolha.<br>     O <strong>determinismo geográfico ou ambiental</strong> colocava o homem numa condição de submissão aos aspectos naturais (<strong>a natureza é que determina a ação humana</strong>), ou seja, sugeria que é o meio ambiente em que uma pessoa vive que define suas características físicas e psicológicas. Em oposição às conclusões dos behavioristas, há quem afirme o carácter decisivo da componente genética- <strong>determinismo hereditário</strong>. Na filosofia, houve pensadores que sustentaram uma visão determinista, por exemplo Espinosa, com o seu sistema monista : todas as coisas e ações são governadas por uma absoluta necessidade- <strong>determinismo metafísico</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:48:55 UTC</pubDate>
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         <title>                                                O Compatibilismo</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232727842</link>
         <description><![CDATA[<div>    O <strong>Compatibilismo</strong> é a crença de que não há verdadeiramente conflito entre determinismo e livre-arbítrio e que, na verdade, são ideias compatíveis. O compatibilismo assenta na distinção entre ações livres- resulta da vontade - e ações não livres - resultam de algo forçado. Livre significa que o agente ao realizar a sua ação foi isento de obrigação/força exterior, o que não quer dizer que as ações não sejam causadas pelo passado, pelo temperamento e até por fatores que não controlamos. Mesmo as nossas ações sejam causadas, podemos sempre agir de outro modo. Isto é suficiente para podermos ser responsabilizados por uma ação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 18:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>                                                  O Libertismo</title>
         <author>joao11machado23</author>
         <link>https://padlet.com/joao11machado23/joao11machado2/wish/232729330</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O <strong>libertismo</strong>, é a corrente filosófica que faz referência aos indivíduos que têm real liberdade de escolha sobre as suas decisões e ações que irão ou não fazer. Em suma, o libertismo defende a existência do livre-arbítrio, ou seja, da <strong>livre decisão.</strong><br>&nbsp; &nbsp; Os libertistas apoiam-se em dois argumentos: o argumento da experiência e da responsabilidade - sabemos que somos livres e, por conseguinte, responsáveis, porque nos apercebemos de tudo isso de cada vez que efetuamos uma escolha consciente e ao avaliarmos as ações - e o de que o Universo não constitui um sistema determinista - é impossível prever os fenómenos a partir de causas determinantes, pelo que se recorre às noções de acaso e aleatoriedade - <strong>perspetiva indeterminista.</strong><br>&nbsp; &nbsp; São <strong>objeções</strong> ao libertismo as seguintes: o facto de termos experiência da liberdade e de abtribuirmos responsabilidades não prova que elas existam: elas podem ser ilusórias; se é o acaso que conduz as ações humanas&nbsp; imprevisíveis, então elas também não são livres, nem o agente&nbsp; é responsável; finalmente, esta doutrina não nos fornece grandes explicações relativamente àquilo que produz as nossas decisões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 18:25:12 UTC</pubDate>
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