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      <title>&quot;Frei Luís de Sousa&quot; de Almeida Garrett by Marta Nogueira e Costa</title>
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      <description>Personagens; Ação e Estrutura; Espaço; Tempo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-06 11:06:19 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens</title>
         <author>a81161</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>D. Madalena de Vilhena</strong><br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Infeliz e angustiada;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Vive perseguida com dor por amar D. Manuel enquanto era casada com D. João;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É romântica, sensível e sonhadora;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mãe preocupada;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ama D. Manuel e desafia as regras da sociedade.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Manuel de Sousa Coutinho</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fidalgo de bom primor;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É racional, vertical (honrado, “sempre de cabeça erguida”) e nacionalista;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ama D. Madalena e desafia as regras da sociedade.<br><br><br></div><div><strong>Telmo Pais</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É um escudeiro valido e bom aio;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não acredita na morte de D. João;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Vive dominado pelo Sebastianismo alimenta a dor de D. Madalena e as fantasias de Maria;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Acredita em presságios e ele próprio os faz;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ama incondicionalmente Maria.</div><div><br></div><div><strong>Maria de Noronha</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Perspicaz e tem um crescimento débil devido à sua doença;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É culta, visionária e sebastianista;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tem em Telmo Pais o melhor amigo e um grande protetor;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apesar de ter 13 anos assume-se com uma maturidade acentuada;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Morre de desgosto (e de tuberculose).</div><div>&nbsp;</div><div><strong>D. João de Portugal&nbsp;</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É um cavaleiro e é gentil;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi cativo de Alcácer Quibir durante 20 anos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Regressa na figura do Romeiro (que não é reconhecido);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Acaba por se arrepender, mas não a tempo de provocar a tragédia;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Amigo incondicional de Telmo Pais.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Frei Jorge</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É a personagem moderadora do conflito;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ouve as confidências, tanto de D. Madalena como de seu irmão D. Manuel;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É um homem fiel aos seus princípios, é sereno, exerce a função de coro.</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 11:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo e Espaço</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Espaço<br></strong><br><strong>Alcácer-Quibir (batalha do desaparecimento) </strong><br>&nbsp;<strong>Portugal – Palácio de Manuel de Sousa Coutinho (Ato I)</strong>:<br><br>◊ Acolhedor, luxuoso, com muita luminosidade;<br>◊ Presença do retrato de D. Sebastião&nbsp;</div><div><br><strong>Palácio de D. João de Portugal (Ato II)</strong>:<br><br>◊ Salão antigo, melancólico, opressivo; &nbsp;</div><div>◊ Evoca um passado ameaçador que inviabiliza o presente e, também, o futuro;</div><div>◊ Presença do retrato de D. João de Portugal.<br><br><strong>Palácio de D. João de Portugal – parte inferior – CAPELA (escuridão)</strong>:</div><div><br>◊ Afunilamento do espaço acompanhando a tragédia.<br><br><strong>Tempo<br></strong><br>◊&nbsp; Situa-se, genericamente,&nbsp; nos finais do séc. XVI, início do séc. XVII;<br><br></div><div>◊&nbsp; “Fim da tarde” - (tempo da representação) – visão de Manuel de Sousa (sexta-feira)<br><br>&nbsp;◊&nbsp; Batalha de Alcácer-Quibir, 4 de Agosto de 1578 (2ª fala de D. Madalena, Ato I, cena II);<br><br></div><div>◊&nbsp; O " (...) D. João ficou naquela batalha (...) como durante sete anos (...) o fiz procurar" (1578 + 7 = 1585) sexta-feira, sete anos depois – casamento de D. Madalena com Manuel Sousa Coutinho ;<br><br></div><div>◊&nbsp; " (...) a que se apega esta vossa credulidade de sete... e hoje mais catorze =&nbsp; vinte &nbsp; e&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; um&nbsp; anos"&nbsp; (1585 + 14 =1599);<br><br></div><div>◊&nbsp; " (...) vivemos seguros, em paz e felizes...&nbsp; há catorze anos!”;<br><br>◊ &nbsp; Vinte e um anos depois, regresso de D. João de Portugal como Romeiro, numa sexta-feira;<br><br></div><div>◊ &nbsp; Concentração do tempo de representação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 11:31:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ação e Estrutura</title>
         <author>kikosparky</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Estrutura Externa<br></strong><br></div><div>Organização de forma tripartida, regular e harmoniosa.<br><br></div><div>&nbsp;Texto principal (falas das personagens) = diálogo + Texto secundário (didascálicas)&nbsp;<br><br></div><div>• Texto em prosa (característica do drama romântico);&nbsp;<br><br></div><div>• Divisão em três atos;&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Ato I — doze cenas;<br>Ato II — quinze cenas;&nbsp;<br>Ato III — doze cenas;<br><br></div><div>Momentos importantes:&nbsp;<br><br></div><div><strong>Ato I<br></strong><br></div><div>● Dona Madalena apresenta-se angustiada , pois pressente algo de terrível , após anos de procura pelo seu marido (D. João de Portugal que acaba por desaparecer na batalha de Alcácer-Quibir) casa com Manuel de Sousa Coutinho de quem tem uma filha;<br><br></div><div>● Quando regressa a casa, Manuel de Sousa Coutinho toma conhecimento de que os governadores Castelhanos querem ir para o seu palácio e, numa atitude nacionalista, incendeia o seu palácio;<br><br></div><div>● Obriga toda a família a fugirem para o palácio de D. João de Portugal.<br><br></div><div><strong>Ato II<br></strong><br></div><div>●&nbsp; Já no palácio de D. João de Portugal, Maria recorda o incêndio, manifestando um certo agrado pelo mesmo;<br><br></div><div>● Maria revela a Telmo Pais o interesse pelo retrato de D. João de Portugal<br><br></div><div>● Manuel de Sousa Coutinho manifesta a intenção de ir a Lisboa e Maria pretende acompanhá-lo;<br><br></div><div>● Madalena expressa a sua inquietação e o seu desassossego devido à presença da família naquele palácio e aos agouros;<br><br></div><div>● Madalena está com frei Jorge, quando chega o Romeiro com uma mensagem para ela;<br><br></div><div>&nbsp;● Romeiro descreve-se como «Ninguém», apontando para o retrato de D. João;<br><br></div><div>● Reconhecimento do Romeiro como sendo D. João de Portugal.<br><br></div><div><strong>Ato III&nbsp;<br></strong><br></div><div>● Parte baixa do palácio de D. João de Portugal, Manuel de Sousa Coutinho, assumindo a sua culpa, manifesta a decisão de entrar na vida conventual;<br><br></div><div>● Telmo (o seu grande amigo e aio) reconhece o Romeiro como D. João de Portugal;<br><br></div><div>● O Romeiro, arrependido, mostra a intenção de remediar o mal causado pela sua chegada;<br><br></div><div>● Madalena tenta, em vão, convencer Manuel de Sousa a evitar a separação;<br><br></div><div>● Madalena resigna-se a entrar para o convento;&nbsp;<br><br></div><div>● Morte de Maria em cena devido ao grande desgosto;<br><br></div><div>&nbsp;● Tomada do hábito por Manuel e Madalena (morte para a sociedade) e desfecho da família;<br> ● Frei Jorge exerce a função de coro, característica da tragédia clássica.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Estrutura Interna<br></strong><br></div><div>Nela há a considerar três partes ou momentos:</div><div><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Exposição – Ato I, Cenas I a IV<br></strong><br></div><div>&nbsp;Momento onde é apresentado as personagens principais e os antecedentes da acção;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Conflito – Cenas V a XII do Ato I,-Ato II e até à Cena IX do Ato III<br><br></strong>Desenrolar gradual dos acontecimentos, em que se vivem momentos de tensão e de expetativa – no caso de FLS, desde o conhecimento de que os governadores espanhóis escolheram o palácio de Manuel de Sousa para se instalarem até ao reconhecimento do Romeiro (Clímax) – e que desencadearam uma série de peripécias.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Desenlace – Ato III, Cenas X a XII<br></strong><br></div><div>&nbsp;Desfecho motivado pelos acontecimentos anteriores – dá-se a consumação da tragédia familiar: religiosa de D. Madalena e D. Manuel em que Maria morre e os seus pais se veem obrigados a separar-se, morrendo um para o outro assim como para a vida terrena – entram para a vida nos conventos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 15:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Frei Luís de Sousa&quot; de Almeida Garrett</title>
         <author>mnogueiraecosta</author>
         <link>https://padlet.com/mnogueiraecosta/Bookmarks/wish/2209106700</link>
         <description><![CDATA[<div>Obra que pertence ao Romantismo, sendo drama pela forma e Tragédia pelo conteúdo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 15:19:04 UTC</pubDate>
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