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      <title>PESQUISA OXFAM BRASIL/DATAFOLHA
PERCEPÇÕES SOBRE DESIGUALDADES NO BRASIL by Izabel Herika G. M. Cronemberger</title>
      <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95</link>
      <description>QUAL A SUA PERCEPÇÃO SOBRE AS DESIGUALDADES NO BRASIL?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 10:45:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-01 11:49:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Minha percepção das desigualdades no Brasil, escrito por Carlos Henrique S. Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3347778393</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre os vários pontos que me chamaram atenção, gostaria de enfatizar algumas questões que considero bem marcante na pesquisa "Nós e as Desigualdades" da Oxfam Brasil/Datafolha, como o fato de que a percepção da desigualdade no Brasil é enraizada na sociedade, mas, ao mesmo tempo, muitas pessoas não têm noção plena da profundidade do problema. Há um reconhecimento geral de que existe desigualdade e que é um fator limitante para o desenvolvimento do país, mas as opiniões sobre as suas causas e soluções são bastante divergentes.</p><p>Além disso, outra problemática impactante foi perceber como muitos brasileiros acreditam no mérito individual como principal fator para o sucesso, ignorando as barreiras estruturais que dificultam o acesso a oportunidades para grande parte da população. Sem contar que há um abismo entre a percepção e a realidade quando se trata da distribuição de renda, com muitas pessoas subestimando o nível de concentração de riqueza no país.</p><p>Por fim, outro dado muito importante que não poderia deixar de comentar é sobre o reconhecimento da discriminação racial na sociedade brasileira, já que a própria pesquisa revela que 79% das pessoas acreditam que a justiça é mais severa com os negros, enquanto 75% consideram que a cor da pele influencia nas oportunidades de emprego. Isso mostra que, apesar dos avanços no debate sobre a desigualdade racial, o racismo estrutural ainda é uma realidade marcante no país e se não forem criadas políticas públicas eficientes que visem a resolução desses problemas na sociedade, isso só irá acarretar na perpetuação dessas estigmas, criadas por nossa história marcada por desigualdades de diferentes maneiras e níveis ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-02 07:00:14 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa Oxfam Brasil/ Datafolha, escrito por Lísia Victória </title>
         <author>lisiavictoriaferreiradesousa</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3349708017</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa Oxfam Brasil/Datafolha – Percepções sobre Desigualdades no Brasil revela dados impactantes sobre como os brasileiros enxergam a desigualdade social, econômica e racial no país. O que mais chama a atenção é:</p><p><br></p><p>1. <strong><em>Reconhecimento da Desigualdade</em></strong> – A maioria dos brasileiros reconhece que a desigualdade é um grande problema e que há uma concentração excessiva de riqueza. </p><p><br></p><p>2. <strong><em>Papel do Estado </em></strong>– Muitos acreditam que o governo deve atuar ativamente para reduzir as desigualdades, seja por meio de políticas públicas, tributação progressiva ou investimentos em áreas essenciais como saúde e educação.</p><p><br></p><p>3. <strong><em>Desigualdade Racial e de Gênero</em></strong> – A pesquisa destaca que a população percebe barreiras estruturais que dificultam o acesso de mulheres e pessoas negras a melhores oportunidades no mercado de trabalho e educação.</p><p><br></p><p>4. <strong><em>Impostos e Riqueza</em></strong> – Há uma percepção de que os mais ricos deveriam pagar mais impostos para equilibrar as diferenças sociais, algo que reforça debates sobre tributação progressiva e justiça fiscal.</p><p><br></p><p>Esses pontos mostram que a desigualdade não é apenas uma questão econômica, mas também política e social.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-03 21:57:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Observações com base na Pesquisa  Oxfam Brasil, escrito por Sarah Pereira  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3349839000</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa trata sobre análise das desigualdades no país e a percepção popular dessa realidade, em especial as diferenças de raça, gênero e econômica no Brasil. Entre vários pontos que chamam a atenção foi a noção da maior parte da sociedade reconhecer que existe desigualdades, mas não se aprofundam tanto nesse cenário. Além disso, é importante a analise de que o acesso ao estudo é um divisor de águas para perceber esse contexto, porém ainda não é acessível em igualdade para todos. Outro fator, é o reconhecimento popular de que o Estado tem papel fundamental na redução dessa realidade, mas ainda não o faz de maneira efetiva e sofre influencia pelo período político vigente no momento, como por exemplo as dificuldades enfrentadas durante a pandemia de Coivd-19 pelas pessoas de classe mais baixa , em soma com o aumento de pessoas na extrema pobreza. </p><p>Ademais, vale ressaltar que a desigualdade de gênero e o racismo estrutural ainda são bem presentes na sociedade, mesmo com pequenos avanços no campo social, porém não são tão efetivos, como a pesquisa destaca que a população reconhece o tratamento diferenciado. Além disso,  cabe destacar, que  existe a percepção de que os impostos e as riquezas devem ser equilibrados com a renda pessoal, com intuito de reduzir as discrepâncias sociais no Brasil.</p><p>Por fim,  toda a pesquisa demostra as desigualdades que o país enfrenta são reforçadas pelo contexto econômico, político e social, em conjunto com o fator de ser algo já enraizado na sociedade.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 00:52:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões acerca da Pesquisa Oxfam Brasil, escrito por Nilene Pachêco.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351138468</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pesquisa feita pela Oxfam Brasil, a maioria dos entrevistados reconhece as desigualdades e acredita que é responsabilidade do governo garantir melhores recursos. No entanto, surge um questionamento essencial: se a pesquisa demonstrou a consciência da população sobre esses problemas, por que eles ainda persistem?</p><p>Em minha visão, isso ocorre porque vivemos em um sistema estatal amplamente controlado por uma minoria poderosa, composta por elites sociais, enquanto a maioria da população permanece à margem do processo decisório. Ainda que tenham consciência das injustiças, muitos carecem dos meios para enfrentá-las efetivamente, sobretudo devido à ausência de apoio e de uma formação básica que os capacite para a luta e para o engajamento político. Esse suporte deveria ser proporcionado precocemente no ambiente escolar, uma vez que a educação é uma das únicas ferramentas, de fato, capazes de desafiar e combater essa estrutura de poder enraizada.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 18:02:27 UTC</pubDate>
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         <title>Percepção sobre a pesquisa OXFAM BRASIL/ DATAFOLHA, escrito por Maria Celina Mendes.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351270788</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>“Nós e as desigualdades”</strong> é um ponto importante a se mencionar de início, visto que, faz uma relação direta da sociedade com as desigualdades, que estão cada vez mais próximas da nossa realidade, ou seja, se faz presente como “algo comum” e que muitas vezes esse assunto é deixado de lado seja por políticos ou pessoas de alto poder aquisitivo.</p><p>A <strong>OXFAM BRASIL</strong> revela questões consolidadas de percepção da sociedade brasileira sobre as desigualdades presentes no país são essas:</p><p><strong>1- Às diferenças de oportunidades e realidades vivenciadas por mulheres e homens, pessoas brancas e negras.</strong></p><p><strong>2- À necessidade de ação prioritária do Estado para a redução da distância entre ricos e pobres.</strong></p><p><strong>3- A população brasileira apoia medidas como a lei de cotas raciais nas universidades para equalizar oportunidades </strong></p><p><strong>4- Uma das prioridades de brasileiros e brasileiras para um futuro mais próspero, é o emprego e renda.</strong></p><p>As desigualdades estão diretamente relacionadas a âmbitos políticos, sociais e econômicos no qual essas pessoas que vivem nessa realidade não tem oportunidades de emprego como citado na pesquisa “que muitos brasileiros afirmam que ter um emprego e renda é destaque para uma melhora na qualidade de vida” , além de não terem acesso a educação, saúde e lazer.</p><p>Outro ponto de destaque na pesquisa é sobre gênero e raça no qual são as desigualdades mais visíveis na vida cotidiana, onde mulheres muitas vezes não tem o seu lugar de fala e posicionamento, principalmente na política e isso é abordado na pesquisa com cerca de 71% de afirmações “acham que mulheres têm menos chances de serem eleitas para governos e legislativos por serem MULHERES”, outras 59% concordam que “negros ganham menos” e 68% acreditam que “negros têm menos chances de serem eleitos para governos por serem negros”. Isso não é uma história distante ou apenas uma história ficcional é a realidade de muitos brasileiros que enfrentam desafios constantemente para uma vida próspera.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 19:56:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Percepções acerca da Pesquisa OXFAM Brasil/DATAFOLHA-Aspectos sobre desigualdades no Brasil-Escrito por Luisa Teixeira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351316228</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa busca compreender como os brasileiros percebem a desigualdade no País e as percepções que a sociedade tem sobre essa abordagem. Abordando entre vários temas como desigualdade de renda, racial, de gênero, acesso à educação e saúde, oportunidades de trabalho e políticas públicas para reduzir as desigualdades. Alguns dos resultados mostram que a desigualdade é percebida como um problema grave pela maioria dos brasileiros. A renda vem sendo considerada como um dos fatores primordiais para o agravamento da discrepância social no Brasil, seguida pela cor da pele e gênero. Ademais, a maioria dos entrevistados apoiam políticas públicas para minimizar esse cenário, como a implementação de programas de melhoria do acesso á educação e saúde. O Estado se torna muito negligente na resolução desse contexto , uma vez que não vem investindo de maneira eficaz e correta na educação que é um dos pilares para a conversão desse problema-pois garante conhecimento e autonomia para a população, podendo assim realizar e participar de decisões importantes para a sociedade- desse modo contribuindo para a perpetuação das desigualdades no Brasil, prejudicando os mais pobres e marginalizados.</p><p>-Acesso à educação: 63% dos entrevistados concordam que a qualidade da educação é um dos principais fatores que contribuem para a desigualdade no Brasil.</p><p>A pesquisa também revela que as desigualdades é vista como um obstáculo para o desenvolvimento pessoal e para a redução da pobreza. Além disso, a maioria dos entrevistados acredita que a participação cidadã e o engajamento social são fundamentais para minimizar esse contexto.</p><p>Dados importantes presentes da pesquisa da Oxfam Brasil em parceria com o Instituto do Datafolha:</p><p>- Desigualdade de renda: A maioria dos brasileiros (86%) acredita que o progresso no Brasil está condicionado à redução da desigualdade entre pobres e ricos .</p><p>- Desigualdade racial: 59% dos entrevistados concordam que negros ganham menos por serem negros, e 79% acreditam que a Justiça é mais dura com negros .</p><p>- Desigualdade de gênero: 64% dos entrevistados concordam que o fato de ser mulher impacta negativamente na renda .</p><p>- Soluções: A maioria dos entrevistados apoia o aumento dos impostos para pessoas mais ricas (85%) e 94% concordam que o imposto pago deve beneficiar os mais pobres.</p><p>- Percepção da sociedade: A sociedade brasileira tem uma percepção consolidada das desigualdades no país e defende uma ação prioritária do Estado para reduzir a distância entre os mais ricos e os mais pobres.</p><p>A pesquisa "Percepções sobre Desigualdade no Brasil" da Oxfam Brasil mostra que a desigualdade é um problema grave e complexo que requer ações conjuntas do governo e da sociedade civil para ser reduzida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 20:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões acerca da pesquisa de percepção - Clara Holanda </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351328635</link>
         <description><![CDATA[<p>De início, é necessário ressaltar que, apesar de haver um entendimento entre a maioria parte da população de que há uma necessidade de redução de desigualdade entre ricos e pobres para o progresso do país, grande parte dessa população possui uma percepção distorcida em relação aos patamares de pobreza e sobre sua identificação de classe.</p><p>Nesse sentido, de acordo com o IBGE (dados referentes à 2020) cerca de 5,7% da população vivia em extrema pobreza, sobrevivendo com uma renda per captam de R$155,00 por mês. 24,1% vivia na pobreza com renda per capta de R$450,00 por mês. Vale ressaltar que essas porcentagens representam um aumento em relação à 20919 devido ao pagamento do auxílio emergencial, representando em números a importância de ações do Governo para a diminuição da pobreza e consequentemente da desigualdade. Enquanto isso, a população considera salários entre R$1000-R$2000 como a linha de pobreza, variando conforme o rendimento do entrevistado ( sendo quanto maior o salário, maior a linha). A falta de entendimento a respeito da composição das classes sociais no país pode ser influenciada por fatores como o consumismo e o individualismo, além de fortalecer as desigualdades sociais, impedindo o desenvolvimento de políticas públicas eficazes de melhoria na distribuição de renda no país. </p><p>É importante ressaltar, também que a mobilidade social está diretamente relacionada à oportunidades de trabalho, grau de escolaridade e estrutura familiar, ressaltando, mais uma vez, a importância do Governo de estabelecer uma melhor educação em locais perifericos e melhores oportunidades de trabalho,visando um aumento na mobilidade da população e diminuição da desigualdade. </p><p><br/></p><p>Em relação às influências das mudanças climáticas e tecnológicas, é destacado que apesar do conhecimento de que metade da população do planeta vive em zonasde perigo de inundações, secas, tempestades extremas e incêndios florestais, ainda continuamos negligenciando ações para mitigar os empecilhos relacionados à problemática como o uso de combustíveis fósseis, fator esse que decorre tanto a apatia social quanto a falta de educação no tema. Ademais, durante a pandemia de Covid-19 foi visível o impacto da tecnologia na vida da população, seja na educação, seja nos trabalhos a distância, refletindo a desigualdade existente nesse meio. Entretanto enquanto pessoas com até 1 salário mínimo, com ensino fundamental completo, brasileiros identificados como pobres, pessoas que seguem religião afro, etc, estão entre os 75% que concordam que as mudanças tecnológicasestão deixando os ricos mais ricos e os pobres ainda mais pobres. Entre os 23% que discordam da afirmação, a maioria possui ensino superior completo e renda acima de 5 salários mínimos,  representando um cenário de invisibilidade e marginalização aos problemas enfrentados pela classe mais desfavorecida economicamente. </p><p>Em relação à meritocracia e à lei de cotas para diminuir desigualdades, também é revelado que entre os 22% que discordam da sua aplicação,estão presentes homens brasileiros com 60 anos ou mais, pessoas que seguem consideram classe média alta e pessoas que recebem mais de 5 salários mínimos. Essa discordância revela que uma parte do país possui uma visão individualista que vê o vestibular como uma prova neutra, sem levar em conta as condições sociais dos outros, é fatores como emprego, precariedade de ensino,mobilidade urbana dificultosa e falta de local adequado para estudos. </p><p>Os dados da pesquisa confirmam,também, que as desigualdades de gênero e raça continuam sendo uma realidade no Brasil, afetando a qualidade de vida de grande parcela da população. O reconhecimento desse empecilho, que segue aumentando a cada ano,pela totalidade da sociedade unido a instituição de medidas concretas é um passo essencial para a sua resolução. Medidas como a igualdade salarial,ampliação de cotas em universidades e empresas, maior fiscalização contra a discriminação e incentivo à participação feminina e negra na política são fundamentais para reduzir as desigualdades. O avanço na percepção popular pode contribuir para uma maior pressão popular por transformações sociais e duradouras, ressaltando mais uma vez a importância do esforço contínuo do Governo e da população para a redução das desigualdades sociais. </p><p><br/></p><p>Por fim, as percepções sobre políticas sociais e tributação esclarecem que é necessário a instituição de políticas que garantam proteção social, principalmente diante de crises, como a agravada pela pandemia de Covid -19 que podem causar alta taxa de desemprego,aumento dos casos de violência doméstica,condicoes precarias de trabalho, e uma maior vulnerabilidade de diversos grupos sociais. Infelizmente, diante da realidade do país, grande parte dos brasileiros discorda que o Governo tem trabalhado de maneira eficaz para garantir esses direitos da população, sendo necessária uma melhoria das políticas públicas, de programas de transferência de renda e de tributação sobre o patrimônio. Na tentativa de diminuir as desigualdades e a injustiça no país, seguindo a Constituição de 1988 e assegurando o bem-estar geral.</p><p>De maneira geral, a educação da população, unida à uma aumento da empatia e de ações do Governo do país, são extremamente necessárias para uma melhoria do quadro atual. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 21:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais me chamou atenção…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351421111</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama a atenção na pesquisa da Oxfam Brasil/Datafolha é a ampla percepção da sociedade sobre a gravidade da desigualdade no país e o forte apoio a políticas públicas para reduzi-la. Destacam-se os dados de que 86% dos brasileiros acreditam que o progresso depende da redução da desigualdade entre ricos e pobres e que 94% concordam que o imposto pago deve beneficiar os mais pobres. Isso demonstra que a população reconhece a desigualdade como um entrave ao desenvolvimento e espera uma atuação mais eficiente do Estado.</p><p>Outro ponto relevante é a dimensão racial e de gênero na desigualdade de renda. 59% acreditam que negros ganham menos por serem negros, e 79% percebem que a Justiça é mais dura com negros, enquanto 64% veem impactos negativos na renda das mulheres pelo fato de serem mulheres. Isso reforça que a desigualdade não se limita à questão econômica, mas está enraizada em estruturas sociais discriminatórias.</p><p>A pesquisa evidencia que, apesar da consciência social sobre o problema, ainda há desafios na implementação de políticas eficazes. A falta de investimentos adequados em educação, por exemplo, é apontada como um fator que perpetua a desigualdade. Isso mostra que, embora exista uma percepção consolidada da necessidade de mudança, há um descompasso entre essa demanda social e as ações concretas do Estado.</p><p>Esse cenário sugere que o combate à desigualdade no Brasil exige não apenas políticas públicas mais robustas, mas também um esforço contínuo da sociedade civil para cobrar e fiscalizar tais medidas. A conscientização já é um avanço, mas precisa ser traduzida em ações efetivas para promover um país mais justo e equitativo.</p><p><br/></p><p>Nome : Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:05:42 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais me chamou atenção nesse texto foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351426216</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a forma como ele evidencia a percepção generalizada da desigualdade como um problema grave no Brasil e a forte relação entre renda, cor da pele e gênero na ampliação dessas disparidades. Além disso, destaca-se o fato de que a maioria dos brasileiros apoia políticas públicas para reduzir essas desigualdades, mas o Estado é visto como negligente na implementação de medidas eficazes, especialmente na educação, que é apontada como um pilar fundamental para a transformação social. Isso reforça a ideia de que a falta de investimentos adequados contribui para a perpetuação das desigualdades, afetando principalmente os mais pobres e marginalizados.</p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:13:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que mais me chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351428072</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é como a desigualdade se tornou algo “comum” na sociedade, muitas vezes sendo ignorada por políticos e pela elite econômica. Também é marcante o destaque para a necessidade de ação do Estado na redução das desigualdades, especialmente por meio de políticas como as cotas raciais e a criação de oportunidades de emprego e renda. Além disso, o fato de a pesquisa reforçar que a população reconhece essas desigualdades e apoia medidas para combatê-las mostra uma consciência social que contrasta com a inércia de quem tem o poder de promover mudanças.</p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:17:11 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais me chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351429562</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a clareza com que a sociedade brasileira reconhece as desigualdades e defende mudanças para reduzi-las. Os dados são impactantes, especialmente o fato de 86% dos brasileiros acreditarem que o progresso do país depende da diminuição da desigualdade entre ricos e pobres. Também impressiona a percepção consolidada sobre desigualdade racial e de gênero, como a maioria reconhecer que negros ganham menos por serem negros e que mulheres enfrentam impactos negativos na renda. Além disso, o forte apoio a políticas de tributação mais justa—com 85% defendendo impostos mais altos para os mais ricos e 94% concordando que esses impostos devem beneficiar os mais pobres—mostra um consenso social sobre a necessidade de maior justiça econômica.</p><p> </p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:19:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que mais lhe chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351431360</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a forma como ele destaca a percepção generalizada da desigualdade como um problema grave no Brasil, especialmente a influência da renda, cor da pele e gênero na ampliação dessas disparidades. Além disso, é impactante a crítica à negligência do Estado na resolução dessas questões, principalmente na falta de investimentos eficazes em educação, que é apontada como um pilar fundamental para a transformação social. A pesquisa reforça que a desigualdade não apenas persiste, mas também se perpetua devido à inação do poder público, afetando diretamente os mais pobres e marginalizados.</p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351432986</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a percepção generalizada de que a desigualdade é um problema grave no Brasil, com a renda sendo apontada como um dos principais fatores de ampliação das disparidades, seguida pela cor da pele e pelo gênero. Além disso, o texto evidencia a negligência do Estado na resolução dessas desigualdades, especialmente na falta de investimentos eficazes em educação, que é vista como um pilar essencial para reduzir essas diferenças e promover autonomia para a população. O apoio da maioria dos entrevistados a políticas públicas para minimizar essas desigualdades também se destaca, mostrando um consenso social sobre a necessidade de mudanças estruturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:24:52 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351434190</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a forte percepção da desigualdade como um problema estrutural no Brasil, agravado principalmente pela renda, cor da pele e gênero. Também se destaca a crítica à negligência do Estado, especialmente na falta de investimentos eficazes na educação, que é vista como um pilar essencial para reduzir as desigualdades e proporcionar mais autonomia à população. Além disso, a pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros apoia políticas públicas para enfrentar esse cenário, evidenciando uma consciência coletiva sobre a necessidade de mudanças estruturais para minimizar essas disparidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 23:26:53 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais me chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351602643</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a ênfase na percepção da desigualdade como um problema grave no Brasil, com a renda, a cor da pele e o gênero sendo apontados como fatores determinantes para essa disparidade. Além disso, destaca-se a crítica à negligência do Estado, especialmente na falta de investimentos eficazes na educação, que é vista como essencial para reduzir desigualdades e proporcionar autonomia à população. O apoio da maioria dos entrevistados a políticas públicas para minimizar esse cenário também se sobressai, evidenciando uma preocupação coletiva com a busca por soluções para um problema estrutural do </p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 01:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>O que mais chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção nesse texto é a forma como a desigualdade é percebida como um problema estrutural e grave no Brasil, sendo influenciada principalmente pela renda, cor da pele e gênero. Além disso, a pesquisa destaca a negligência do Estado na resolução dessas desigualdades, especialmente na falta de investimentos eficazes em educação, que é apontada como um dos principais fatores que contribuem para a manutenção dessas disparidades. Outro ponto relevante é a consciência social demonstrada pela maioria dos entrevistados, que apoiam políticas públicas para minimizar o problema, reconhecendo a desigualdade como um obstáculo para o desenvolvimento do país</p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 01:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que mais chamou atenção foi…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3351610742</link>
         <description><![CDATA[<p>medidas como a lei de cotas raciais nas universidades para equalizar oportunidades.</p><p>Uma das prioridades de brasileiros e brasileiras para um futuro mais próspero é o emprego e a renda.</p><p>O que mais chama atenção nesse texto é a naturalização da desigualdade na sociedade, ao ponto de ser vista como algo comum e, muitas vezes, ignorada por políticos e pela elite econômica. Além disso, a pesquisa evidencia a percepção da população sobre a desigualdade de oportunidades entre diferentes grupos sociais e a necessidade de ação do Estado para reduzir essa disparidade. O forte apoio a políticas afirmativas, como as cotas raciais, e a priorização do emprego e da renda para um futuro melhor mostram que a sociedade brasileira reconhece as desigualdades e demanda soluções concretas para combatê-las.</p><p><br/></p><p>Nome: Isadora de Sousa Carvalho Costa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 01:33:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>análise do relatorio da Oxfam brasil &quot; NÓS e a desigualdade&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352509949</link>
         <description><![CDATA[<p>análise feita pela aluna Izadora Bizerra Moita</p><p>Analisando o relatório da Oxfam Brasil, o que mais me chamou atenção foram as percepções sobre a desigualdade no país, especialmente o ceticismo em relação à mobilidade social e a prioridade de ter um emprego em meio ao desemprego e à queda na renda.</p><p>O ceticismo quanto à mobilidade social pode ser desmotivador, levando a um ciclo de desesperança no qual as pessoas deixam de acreditar que podem melhorar de vida e, consequentemente, reduzem seus esforços para isso. Além disso, essa descrença pode minar o apoio a políticas públicas voltadas à promoção da igualdade de oportunidades, como programas de educação e treinamento.</p><p>O relatório também destaca a desigualdade como um fenômeno multifacetado, incorporando novas dimensões, como as mudanças climáticas e o avanço tecnológico. As mudanças climáticas impactam desproporcionalmente as populações mais vulneráveis, enquanto o acesso desigual à tecnologia exclui grupos vulneráveis do desenvolvimento de habilidades digitais essenciais para ingressar no mercado de trabalho e acessar serviços básicos.</p><p>Outro ponto abordado é a ilusão da meritocracia. Em teoria, todos têm a possibilidade de alcançar o sucesso, independentemente de sua origem. No entanto, na prática, a probabilidade de uma pessoa pobre atingir esse sucesso é muito menor do que a de uma pessoa rica, pois fatores estruturais, fora do controle do indivíduo, influenciam diretamente suas oportunidades. A desigualdade de acesso a educação de qualidade, redes de contato e condições básicas de vida cria barreiras que tornam injusto comparar o esforço de pessoas de contextos tão diferentes.</p><p>Por fim, o relatório evidencia que, no Brasil, ter um emprego não deveria ser visto como um privilégio ou a maior aspiração da população, mas sim como uma condição básica para uma vida digna. O fato de o emprego ser tratado como uma conquista revela que muitas pessoas estão lutando para suprir suas necessidades mais fundamentais, como alimentação, moradia e saúde. Após essa leitura ,levo na minha bagagem de conhecimento ; a capacidade de analisar criticamente a ilusao da meritocracia , a consciência da importancia das percepções da população e o entendimento do impacto das mudanças climáticas e o avanco tecnológico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 13:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões acerca da pesquisa de percepção. Luma Morais. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352619105</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>De uma análise geral dos resultados, a maioria considera a desigualdade um entrave para o progresso do Brasil, crescente pessimismo sobre mobilidade social, reconhecimento dos impactos da desigualdade racial e de gênero. A pesquisa revela que a percepção sobre desigualdade e pobreza se manteve estável nos últimos anos. Há pessimismo em relação à redução das desigualdades e otimismo individual em queda.</p><ul><li><p>Percepções sobre Desigualdades e Mobilidade Social</p></li></ul><p>Desigualdade e progresso: 85% acreditam que a redução das desigualdades é essencial para o desenvolvimento do país. Pobreza e riqueza: Percepção distorcida sobre quem é considerado pobre ou rico. Otimismo individual vs. ceticismo social: Maioria acredita que pode melhorar de vida, mas não vê o Brasil reduzindo desigualdades. Meritocracia: 62% discordam da ideia de que esforço individual é suficiente para superar a pobreza.</p><p><br/></p><p>O Gráfico 12 apresenta a percepção da sociedade brasileira sobre a ideia de que "as mulheres deveriam se dedicar somente a cuidar da casa e dos filhos, e não trabalhar fora". Os resultados mostram que 88% da população discordam dessa afirmação, enquanto apenas 12% concordam. Isso indica um forte rechaço à visão tradicional e machista que limita o papel da mulher ao ambiente doméstico.</p><p>A discordância é ainda maior entre:</p><p><br/></p><p>Jovens de 16 a 24 anos (93%)</p><p>Pessoas com ensino superior (95%)</p><p>Moradores de grandes cidades (+500 mil habitantes, 91%)</p><p>Mulheres brancas (90%)</p><p>Por outro lado, a concordância é mais alta entre:</p><p><br/></p><p>Pessoas com 60 anos ou mais (21%)</p><p>Pessoas com ensino fundamental (22%)</p><p>Moradores de cidades pequenas (até 50 mil habitantes, 16%)</p><p>Homens com renda de até um salário-mínimo (18%)</p><p>Os dados indicam uma mudança de mentalidade na sociedade brasileira, com os mais jovens e escolarizados rejeitando a ideia de que o papel da mulher deve ser restrito ao lar. Entretanto, ainda há resistência entre alguns grupos, especialmente entre os mais velhos e menos escolarizados.</p><p><br/></p><p>- a percepção da população brasileira sobre políticas de proteção social, destaca o forte apoio a programas governamentais que garantam assistência para os mais vulneráveis.</p><p>Os principais pontos incluem:</p><p>Apoio massivo às políticas sociais: A maioria dos brasileiros acredita que o Estado deve garantir proteção social para reduzir desigualdades.</p><p>Programas de transferência de renda: São vistos como essenciais para combater a pobreza e promover oportunidades.</p><p>Estado atuante: A população considera que o governo deve desempenhar um papel ativo na redução das desigualdades, oferecendo serviços públicos de qualidade.</p><p>A pesquisa indica que a maioria dos brasileiros defende um Estado forte e presente, com políticas públicas que garantam dignidade e proteção social para os mais pobres.</p><p><br/></p><ul><li><p> Percepções sobre Gênero e Raça</p></li></ul><p>69% acreditam que mulheres ganham menos apenas por serem mulheres, 59% concordam que negros recebem salários menores devido à cor da pele, 86% percebem que a cor da pele influencia abordagens policiais.</p><ul><li><p>Políticas Sociais e Tributação</p></li></ul><p>Ampla aceitação de programas sociais e políticas públicas universais.</p><p>85% defendem que a tributação de ricos deve financiar essas políticas, 75% acreditam que mudanças tecnológicas aumentam desigualdade.</p><p><br/></p><p>O Gráfico 16, apresenta a percepção dos brasileiros sobre o papel dos governos (federal e estaduais) na garantia de emprego, renda e proteção social. Os principais resultados são:</p><p><br/></p><p>Governo Federal:</p><p>59% dos brasileiros acreditam que o governo federal não tem feito o suficiente para garantir emprego, renda e proteção social.</p><p>40% estão satisfeitos com as ações do governo nessa área.</p><p>A insatisfação é maior entre jovens de 16 a 24 anos (61%), pessoas com ensino superior (70%) e aqueles que ganham mais de cinco salários-mínimos (68%).</p><p>Governos Estaduais/Distrital:</p><p>62% dos brasileiros reprovam as ações dos governos estaduais e do Distrito Federal nessa área.</p><p>Apenas 36% aprovam.</p><p>A desaprovação é mais alta entre brasileiros de 35 a 44 anos (67%), pessoas com ensino superior (74%) e moradores da região Sudeste (69%).</p><p>Aprovação por Grupos Específicos:</p><p>A aprovação das ações do governo federal é maior entre aqueles com ensino fundamental (50%), moradores das regiões Centro-Oeste (48%) e Norte (48%), beneficiários do Auxílio Brasil (49%) e homens brancos (44%).</p><p>Já a aprovação dos governos estaduais é mais alta entre quem tem ensino fundamental (47%), moradores da região Sul (45%) e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada – BPC/LOAS (44%).</p><p>Esses dados mostram que a população em geral considera insuficiente a atuação dos governos na redução da desigualdade, especialmente em termos de proteção social e geração de emprego​</p><p><br/></p><ul><li><p>Caminhos para a Redução das Desigualdades</p></li></ul><p>Investimentos públicos em educação e saúde são vistos como essenciais.</p><p>Aumento da oferta de empregos e combate à corrupção também são prioridades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 14:49:35 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório após leitura do livro nós e as desigualdades oxfam Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352680035</link>
         <description><![CDATA[<p>Analise feita pelo aluno Carlos Rafael Santos Oliveira da Silva, analisando o relatório da oxfam Brasil. Após a leitura podemos observar a importância que a sociedade brasileira dá a redução das desigualdade como passo fundamental para o progresso do país, além de observar que uma desigualdade na distribuição de renda no Brasil. Entendem também que as mulheres e pessoas negras reforçam essas teses acima mencionadas onde mulheres ganham menos por serem mulheres e a cor de pele influencia negativamente na renda, tendo como agravante na contratação de empresas e aumentar as chances de abordagem policial. Existe uma necessidade de redução de desigualdade entre ricos e pobres para o progresso do país onde muito dinheiro se concentrar na mão de poucos. E para 65% dos brasileiros essa distância entre mais ricos e mais pobres no país deve aumentar nos próximos anos por causa das mudanças climáticas, que estão sendo acusadas pelo aquecimento global. Um dos temas que acho importante è o estudo para essas crianças pobres como um caminho para vencer esses números de serem pobres e continuarem na pobreza, com programas de cotas para pessoas com baixa renda podem ajudar esse desenvolvimento. Tendo um papel importante onde 74% das pessoas concordam. Para muitos ter qualidade de vida é ter esses direitos em seus dias fè religiosa, estudar e ter um emprego. Os números mostram que o nosso país ainda é bem racista onde em tornar de 84% dos entrevistados acreditam que a cor de pele atrapalha na decisão de contrato, em uma abordagem policial, justiça seja mais dura com negros e pobres negros sofrem mais que pobres brancos. Mulheres tem menos chances de representar na política e acreditamos que è papel do governo diminuir essas diferenças ou desigualdades com políticas públicas, melhorando a saúde, educação com escolas públicas de qualidade e garantindo acesso para aqueles que mais necessitam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 15:32:11 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão após a leitura do livro &quot;Nós e as Desigualdades&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352778833</link>
         <description><![CDATA[<p>Li o livro "Nós e as Desigualdades" da Oxfam e fiquei impactado com as questões levantadas sobre desigualdade no mundo. O livro fala como a riqueza está concentrada nas mãos de poucos, enquanto milhões de pessoas lutam contra a pobreza. É alarmante perceber que essa desigualdade não só afeta a economia, mas também limita o acesso a direitos básicos, como saúde e educação.Ele traz à tona a conexão entre desigualdade e poder, mostrando que quem possui riqueza muitas vezes influencia desproporcionalmente as políticas que afetam nossas vidas. Além disso, ele critica sistemas econômicos que perpetuam essas desigualdades e sugere soluções práticas, como uma tributação mais justa e investimentos em serviços públicos.No geral, "Nós e as Desigualdades" me fez refletir sobre a importância de lutar por uma sociedade mais justa e igualitária. É um chamado à ação para todos nós, para que possamos trabalhar juntos em prol de um futuro melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 16:43:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PESQUISA OXFAM BRASIL/DATAFOLHA PERCEPÇÕES SOBRE DESIGUALDADES NO BRASIL.                            Débora Ohana Paulo.</title>
         <author>ohanadeboraa</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352859085</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O relatório da Oxfam Brasil/Datafolha traz uma visão muito clara sobre as desigualdades no Brasil e como a população enxerga esse problema. O que mais me chamou atenção foi a percepção geral de que a desigualdade social precisa ser combatida para que o país progrida. A maioria dos brasileiros acredita que é responsabilidade do governo garantir assistência social e reduzir a diferença entre ricos e pobres. Além disso, há um grande apoio à taxação dos mais ricos para financiar políticas públicas.</p><p>Outro ponto interessante é que, apesar do otimismo individual de muitas pessoas em relação ao próprio futuro financeiro, a maioria não acredita que as desigualdades diminuirão nos próximos anos. Isso mostra um certo ceticismo sobre mudanças estruturais no país.</p><p>A pesquisa também evidencia o impacto das desigualdades de gênero e raça. A maioria concorda que mulheres ganham menos pelo simples fato de serem mulheres e que negros enfrentam dificuldades maiores para conseguir emprego e ascender socialmente. Além disso, há um consenso de que a cor da pele influencia abordagens policiais e decisões da Justiça.</p><p>Outro tema que chamou minha atenção foi a percepção sobre meritocracia. Muitos brasileiros não acreditam que apenas o esforço individual seja suficiente para garantir uma vida melhor, e o apoio às políticas de cotas nas universidades reforça essa ideia. Isso mostra que há um entendimento crescente de que é preciso oferecer oportunidades reais para equilibrar as condições sociais.</p><p>Por fim, a pesquisa reforça que emprego e renda são as principais preocupações da população. Muitas pessoas colocam o trabalho como prioridade para melhorar de vida, o que faz sentido, já que o desemprego e a queda na renda foram marcantes nos últimos anos.</p><p>No geral, os dados mostram um Brasil consciente da necessidade de combater a desigualdade, mas ainda cético quanto a mudanças concretas. A população apoia políticas sociais e espera que o governo tome medidas para garantir um país mais justo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 17:43:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões acerca da pesquisa de percepção. Isadora Carvalho.</title>
         <author>isadoraccosta19</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352863402</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa da OXFAM Brasil/Datafolha sobre a percepção das desigualdades no Brasil levanta reflexões importantes sobre a realidade social do país e a forma como a população enxerga esse problema estrutural.</p><p><br/></p><p><strong>1. A naturalização da desigualdade</strong></p><p><br/></p><p>Um dos pontos mais marcantes da pesquisa é a forma como a desigualdade se tornou algo comum e, muitas vezes, ignorado por quem tem poder para promover mudanças. Isso reflete um ciclo histórico de exclusão, em que a falta de acesso a oportunidades, educação de qualidade e renda justa se perpetua. A desigualdade não é apenas um dado estatístico, mas uma condição vivida diariamente por milhões de brasileiros.</p><p><br/></p><p><strong>2. O impacto da renda, raça e gênero</strong></p><p><br/></p><p>A pesquisa mostra que a desigualdade de renda é um dos principais fatores que ampliam a discrepância social, mas destaca também as diferenças raciais e de gênero. A constatação de que pessoas negras ganham menos e são mais penalizadas pelo sistema de justiça, assim como o fato de mulheres receberem salários menores, expõe a necessidade de políticas públicas mais eficazes para combater essas injustiças.</p><p><br/></p><p><strong>3. O papel do Estado e as políticas públicas</strong></p><p><br/></p><p>Outro ponto relevante é a percepção de que o Estado tem sido negligente na resolução dessas desigualdades. A falta de investimentos eficazes em educação, saúde e oportunidades de emprego contribui para a manutenção do problema. O fato de a maioria da população apoiar medidas como cotas raciais e tributação progressiva para os mais ricos mostra que há um desejo coletivo de mudança, mas que esbarra na falta de comprometimento político.</p><p><br/></p><p><strong>4. O futuro e a importância do engajamento social</strong></p><p><br/></p><p>A pesquisa reforça que a desigualdade não é apenas uma barreira econômica, mas um obstáculo para o desenvolvimento do país. O apoio popular a políticas de equidade demonstra que a sociedade já reconhece a necessidade de mudança, mas a transformação só será possível com ações concretas e um maior engajamento da população na luta por direitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 17:47:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo a respeito do livro “Nós e as desigualdades” Tamires De Brito Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352884812</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro “Nós e as desigualdades” retrata como os brasileiros enxergam as desigualdades sociais presentes no país. Essa percepção fica evidente, pois 85% dos brasileiros entrevistados acreditam que o Brasil só avançará se reduzir a desigualdade. Além disso, a pesquisa evidencia que a maioria das pessoas reconhece as diferenças entre ricos e pobres, homens e mulheres, brancos e negros. Por exemplo, 69% dos entrevistados concordam que as mulheres ganham menos no mercado de trabalho apenas por serem mulheres. O estudo também aponta que a cor da pele influencia significativamente as chances de contratação por empresas e a probabilidade de abordagem policial, afetando, ainda, o tratamento pela justiça e dificultando a vida de quem já está em situação de pobreza. Ademais, a cada 10 brasileiros, 9 acreditam que o governo deve agir para reduzir essas desigualdades, 85% concordam com o aumento de impostos para os mais ricos, com o objetivo de financiar políticas sociais. No geral, o livro ressalta a percepção da população sobre as desigualdades existentes e a necessidade de políticas públicas eficazes para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 18:04:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livros &quot;Nós e as Desigualdades&quot; por Maria Rita Rodrigues</title>
         <author>mariarita350</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352902530</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a leitura do livro Nós e as Desigualdades, resultado de uma pesquisa da Oxfam Brasil em parceria com o Instituto Datafolha, o que mais me chamou atenção foi a percepção da sociedade brasileira em relação às desigualdades econômicas, sociais, de gênero e de raça. O estudo revela um corpo social que enxerga a desigualdade como um obstáculo para o progresso e que acredita na necessidade de um Estado mais ativo na promoção da justiça social. Isso fica evidente pelo fato de que a pesquisa constatou que 85% dos brasileiros acreditam que o país só pode avançar se reduzir a diferença entre ricos e pobres. Além disso, 86% concordam que cabe ao governo tomar medidas para diminuir essa desigualdade, demonstrando um forte apoio a políticas públicas que busquem maior equilíbrio na distribuição de renda. Entretanto, mesmo reconhecendo a necessidade da redução das desigualdades e o papel fundamental do Estado nesse processo, a maioria da população não acredita que haverá, de fato, uma diminuição das desigualdades, demonstrando um sentimento generalizado de desesperança em relação ao futuro.</p><p>Outro ponto crucial nessa discussão é como o gênero e a raça são fatores fundamentais na análise das desigualdades, o que se evidencia nos seguintes dados:</p><p>•69% dos entrevistados concordam que mulheres ganham menos do que os homens pelo simples fato de serem mulheres.</p><p>•59% reconhecem que pessoas negras recebem salários menores pelo fato de serem negras.</p><p>•86% acreditam que a cor da pele influencia a abordagem policial.</p><p>•79% dizem que a Justiça é mais dura com pessoas negras.</p><p>Além disso, a discussão tributária abordada na pesquisa também é de fundamental importância. 96% dos entrevistados defendem que o governo deve garantir recursos para programas de assistência social, 87% apoiam um aumento da tributação sobre os mais ricos para financiar políticas públicas, e há um amplo apoio à universalização do acesso à saúde e educação. Esses dados indicam que a sociedade brasileira vê um sistema tributário mais justo como uma forma eficaz de combater as desigualdades.</p><p>No geral, acredito que, através desse livro, fica evidente que, apesar de grande parte da população possuir consciência de classe e ver a necessidade de reduzir as disparidades socioeconômicas, são poucos os que acreditam em uma mudança efetiva, e me fez refletir sobre como devemos agir na luta contra a desigualdade, buscando ações concretas para garantir oportunidades reais para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 18:18:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352902530</guid>
      </item>
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         <title>Reflexão sobre a percepção das desigualdades por Hosana Araújo. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3352907310</link>
         <description><![CDATA[<p>A Percepção das Desigualdades: Entre a Ilusão da Meritocracia e a Urgência por Transformação</p><p><br/></p><p>No imaginário social, o Brasil muitas vezes se apresenta como um país de oportunidades, onde o esforço individual é suficiente para garantir ascensão econômica e social. No entanto, uma análise cuidadosa dos dados revela que essa crença se sustenta mais na idealização do que na realidade concreta. O livro Nós e as Desigualdades demonstra, com base em estatísticas e reflexões profundas, como a desigualdade estrutural impõe barreiras quase intransponíveis à mobilidade social, desmentindo a narrativa da meritocracia como fator determinante para o sucesso.</p><p><br/></p><p>A crença na meritocracia como motor da equidade social é amplamente contestada pela pesquisa apresentada no livro. Em 2022, 62% da população discordavam da afirmação de que “uma pessoa de família pobre que trabalha muito tem a mesma chance de ter uma vida bem-sucedida que uma pessoa nascida rica e que também trabalha muito” . Essa percepção reflete a realidade de um país onde o ponto de partida determina, em grande medida, o percurso e o destino dos indivíduos. A educação, que tradicionalmente é vista como a principal ferramenta de ascensão social, também não se configura como um fator de equiparação de oportunidades. O mesmo levantamento revelou que 54% dos brasileiros discordam da ideia de que “uma criança de família pobre que consegue estudar tem a mesma chance de ser bem-sucedida que uma criança nascida em uma família rica” .</p><p><br/></p><p>Aprofundando-se nessa questão, a pesquisa aponta para um sistema econômico que reforça desigualdades em vez de corrigi-las. A ascensão social, quando ocorre, é significativamente mais frequente entre aqueles que já possuem vantagens estruturais, como uma rede de apoio familiar, acesso a uma educação de qualidade e oportunidades de trabalho bem remuneradas. Enquanto isso, a parcela mais vulnerável da população enfrenta um ciclo de exclusão que se perpetua por gerações.</p><p><br/></p><p>O papel das políticas públicas, nesse contexto, se torna central para romper esse ciclo. A Lei de Cotas (nº 12.711/12), por exemplo, tem sido um dos principais instrumentos na democratização do acesso ao ensino superior. Em seus dez anos de vigência, os resultados foram inegáveis: as mulheres negras passaram a representar o maior grupo nas universidades públicas do país . Esse dado reafirma a necessidade de ações afirmativas e políticas redistributivas para garantir um mínimo de equidade dentro de uma sociedade profundamente marcada por desigualdades raciais e econômicas.</p><p><br/></p><p>Além da educação, a estrutura tributária do Brasil também desempenha um papel determinante na perpetuação das desigualdades. O sistema regressivo penaliza as camadas mais pobres da população, que proporcionalmente pagam mais impostos do que os mais ricos. A pesquisa revela que há um crescente apoio à tributação progressiva como mecanismo de justiça social: 88% das pessoas que ganham até um salário-mínimo defendem que os mais ricos devem pagar mais impostos para financiar políticas públicas essenciais .</p><p><br/></p><p>Diante desses dados, torna-se evidente que as desigualdades no Brasil não são apenas resultado de diferenças individuais de esforço ou mérito, mas de um sistema estruturalmente desenhado para favorecer determinados grupos em detrimento de outros. O discurso meritocrático, ao ignorar essa realidade, não só mascara a verdadeira raiz das desigualdades, como também dificulta a implementação de políticas públicas eficazes que possam promover justiça social.</p><p><br/></p><p>Para romper o ciclo das desigualdades enraizadas no Brasil, é fundamental ir além de medidas paliativas e implementar mudanças estruturais que garantam justiça social e oportunidades reais para todos. A educação, um dos principais motores da mobilidade social, precisa ser fortalecida desde a base, com investimentos que garantam qualidade e acesso igualitário. Isso significa expandir o ensino integral, capacitar professores de forma contínua e garantir infraestrutura adequada, especialmente em regiões periféricas e rurais. Além disso, políticas como a Lei de Cotas têm desempenhado um papel importante na inclusão de grupos historicamente marginalizados no ensino superior, mas precisam ser acompanhadas por programas de permanência, como bolsas de estudo, mentorias e suporte psicopedagógico, para garantir que esses estudantes consigam concluir seus cursos e entrar no mercado de trabalho em condições competitivas.</p><p><br/></p><p>A reforma tributária surge como um instrumento essencial para reduzir a concentração de riqueza, garantindo que a carga fiscal não recaia desproporcionalmente sobre os mais pobres. Hoje, o Brasil tem um sistema regressivo, no qual quem ganha menos paga proporcionalmente mais impostos do que os mais ricos. Para mudar essa realidade, é necessário reduzir a taxação sobre bens e serviços essenciais e aumentar impostos sobre grandes fortunas, heranças e lucros extraordinários. Além disso, é fundamental implementar mecanismos eficazes para combater a evasão fiscal de grandes empresas e milionários, fechando brechas que permitem a sonegação e garantindo que aqueles que mais lucram contribuam de maneira justa para o financiamento das políticas públicas.</p><p><br/></p><p>As políticas de proteção social, como o Bolsa Família, demonstraram ser eficazes na redução da pobreza extrema e na garantia de direitos básicos para milhões de brasileiros. No entanto, para que esses programas não sejam apenas soluções temporárias, é necessário integrá-los a estratégias de longo prazo. A transferência de renda precisa vir acompanhada de programas de capacitação profissional, inserção produtiva no mercado de trabalho e acesso facilitado a serviços de saúde e assistência psicológica, garantindo que as famílias beneficiadas tenham reais condições de romper o ciclo de vulnerabilidade social e conquistar autonomia financeira.</p><p><br/></p><p>O combate à desigualdade racial e de gênero também deve ser uma prioridade. O mercado de trabalho ainda reflete um sistema que privilegia homens brancos em detrimento de mulheres e pessoas negras, o que limita as possibilidades de ascensão social desses grupos. Para enfrentar essa realidade, é essencial criar incentivos para a contratação de mulheres e negros em cargos de liderança, além de tornar obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas, promovendo uma educação mais inclusiva e voltada para a desconstrução do racismo estrutural. Além disso, a criação e o fortalecimento de órgãos fiscalizadores são fundamentais para garantir a aplicação de leis que punam discriminação racial e de gênero no ambiente de trabalho e em outros espaços sociais.</p><p><br/></p><p>Outro ponto crucial é a descentralização do desenvolvimento econômico. O crescimento das grandes cidades tem gerado um contraste entre regiões superdesenvolvidas e outras esquecidas pelo poder público. Para combater essa desigualdade, é necessário investir na infraestrutura de cidades do interior, garantindo acesso à internet de qualidade, incentivos fiscais para empresas que decidam se instalar em regiões menos desenvolvidas e melhorias no transporte público, permitindo que trabalhadores das periferias tenham mais oportunidades de emprego sem enfrentar dificuldades extremas de deslocamento.</p><p><br/></p><p>O avanço do Brasil depende da implementação de políticas eficazes que enfrentem essas questões estruturais. A ideia de meritocracia, amplamente questionada pelos dados, só poderá ser viável quando todos tiverem as mesmas condições de partida. Enquanto isso não for realidade, cabe à sociedade cobrar mudanças que promovam um país mais justo, onde as oportunidades não sejam um privilégio de poucos, mas um direito garantido a todos.</p><p><br/></p><p>Assim, para que o Brasil avance, é fundamental que haja um compromisso real com a redução das desigualdades, e isso passa por uma reavaliação das políticas econômicas, educacionais e sociais. Somente com a construção de um Estado que efetivamente garanta oportunidades equitativas será possível transformar a ilusão da meritocracia em um projeto concreto de justiça e inclusão.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 18:22:20 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a percepção das desigualdades no Brasil, por Kauan Veiga.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353036521</link>
         <description><![CDATA[<p>As desigualdades no Brasil são em grande parte, consequências de uma estrutura social que historicamente favoreceu a concentração de renda e a exclusão de grandes parcelas da população. A pesquisa, revelou dados que chamam atenção sobre como a população percebe essas desigualdades, especialmente em relação à distribuição de renda, raça e gênero. A maior parte dos brasileiros concorda que o país possui uma grande disparidade de renda, com a esmagadora maioria dos entrevistados concordando que poucas pessoas ganham muito dinheiro enquanto muitos ganham pouco.</p><p>A desigualdade econômica no Brasil é um dos maiores problemas do país, com uma minoria concentrando a maior parte da riqueza, enquanto grande parte da população vive em condições precárias. A pesquisa confirma essa realidade, mostrando que a desigualdade de renda está diretamente associada a outras formas de exclusão social, como o racismo e o machismo. O estudo mostrou que boa parte dos entrevistados acreditam que ser mulher é um fator que afeta negativamente a renda, e que as mulheres negras enfrentam uma sobrecarga adicional de desafios para acessar o mercado de trabalho e garantir igualdade salarial.</p><p>A pesquisa revelou que a população negra continua sendo a mais afetada. A pesquisa aponta que as pessoas negras enfrentam maior vulnerabilidade em diversos aspectos, como acesso à saúde, educação e no mercado de trabalho, onde são desproporcionalmente representadas nos cargos mais baixos. </p><p>Para enfrentar essas desigualdades, o Brasil tem implementado algumas políticas afirmativas que ''buscam corrigir'' essas disparidades estruturais. O sistema de cotas<strong> </strong>, por exemplo, tem aumentado o acesso de negros, indígenas e estudantes<strong> </strong>de escolas públicas às universidades.</p><p>Embora as políticas afirmativas ajudem no seu objetivo, as desigualdades no Brasil ainda são muito mais profundas e complexas. A desigualdade de renda, a discriminação racial e a desigualdade de gênero São problemas que impedem a construção de uma sociedade justa. A redução dessas desigualdades exige não só políticas públicas mais eficazes, mas também um compromisso da sociedade  para promover a inclusão independentemente de qualquer diferença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 20:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão acerca da pesquisa “Percepções sobre desigualdades no Brasil”, Sara Aguiar. </title>
         <author>saraaguiarc30</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nós e as desigualdades: A hiprocrisia por trás do discurso meritocrático, e como o período escravista do Brasil Colonial ainda está enraizado no atual cenário do país, corroborando com o triste quadro de desigualdade.</p><p><br></p><p>A Pesquisa Oxfam Brasil/DataFolha: Percepções sobre desigualdades no Brasil ressalta dados e informações essenciais para o entendimento do contexto atual do Brasil no que diz respeito às desigualdades e a maneira como os próprios brasileiros enxergam esse cenário. De início, é destacado o papel do Estado em relação ao combate dessas desigualdades, haja vista que a própria Constituição Federal de 1988 preconiza a erradicação da pobreza e da marginalização, além de assegurar todos os direitos básicos para garantir qualidade de vida aos brasileiros, apesar de que substancial parcela da população ainda vive sob condição de vulnerabilidade social e desconhece seus direitos como cidadãos por nunca terem desfrutado desses recursos. Análogo a isso, há uma obra a qual gosto muito de Gilberto Dimenstein, jornalista brasileiro, chamada “O cidadão de Papel” que pontua que a legislação brasileira se transforma em letras mortas, tendo em vista que aquilo que está completo na teoria não se cumpre na prática.</p><p>Considerável porcentagem da população ainda possui uma percepção distorcida sobre os patamares de pobreza e a respeito das classes sociais, segundo os dados expostos pela própria pesquisa. Isso se faz perceptível,&nbsp; por exemplo, no tópico 1.3 “A ilusão da meritocracia”, que ao meu ver foi o de maior relevância dentro da pesquisa, levando em consideração que muitas pessoas ainda acreditam e defendem o discurso meritocrático. Mas, como podemos falar sobre meritocracia em um país cujas oportunidades não são as mesmas para todos? Não podemos! 43% dos brasileiros ainda concordam que “uma criança de família pobre que consegue estudar tem a mesma chance de ter uma vida bem-sucedida que uma criança nascida em uma família rica”, sendo que as discrepâncias se fazem nítidas desde o ensino. Infelizmente, a realidade das unidades de ensino público do país é deturpante em relação as unidades privadas devido à falta de ações da parte do próprio Estado. Uma criança que cresce em lar estruturado, com o apoio e investimento da família e acesso a recursos, enfrentará sem dúvida alguma menos dificuldades que uma pessoa que cresceu sem um lar estruturado, sem apoio de familiares, sem investimentos e sem nenhum acesso a meios para conquistar aquilo que almeja -sem esquecer daquelas que se quer chegam a frequentar a escola devido o meio em que vivem e suas condições-. Urge acentuar a necessidade da existência da lei de cotas, que mesmo tendo sido sancionada em 2012, ainda é visível que o maior número de estudantes dentro das universidades públicas do país são pessoas de classe social elevada, que tem acesso a transporte para locomoção, recursos para cobrir as despesas e que puderam se preparar em cursinhos pré-vestibulares. Outros pontos que acho importante frisar, são os impactos da pandemia de COVID-19, que levou muitas pessoas a passarem a trabalhar diretamente de suas casas, o mundo tecnológico se expandiu, fortalecendo a inteligência artificial e o trabalho de maquinários em indústrias por exemplo. E quanto as pessoas que não tiveram acesso a aparelhos digitais? ou não tinham conhecimento de como manusear? Isso explica o agravo no número de desempregos e a crise econômica que o país enfrentou e ainda enfrenta no contexto pós-pandemia. Há muitos outros fatores que impactam na pertinência dessas desigualdades, como gênero e raça, que mesmo após passar por tantas lutas e revoluções continua perdurando desde a época escravocrata na colonização do país até os dias atuais, construindo um estereótipo que segrega as pessoas segundo sua raça, onde é possível notar que pessoas negras ainda estão em maior número entre os brasileiros que vivem sob condições de vulnerabilidade, mulheres que muitas vezes ainda são desvalorizadas no mercado de trabalho e a ausência de representação política.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:28:18 UTC</pubDate>
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         <title> Percepções sobre o livro &#39;&#39;Nós e as Desigualdades&#39;&#39;, por Vanessa Monteiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353142814</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo sabendo quais são os fatores que marcam as desigualdades no Brasil, ao analisar a pesquisa "Nós e as Desigualdades" da Oxfam, os dados estatísticos chamam a atenção. A população tem percepções relativas sobre riqueza e pobreza, mas o verdadeiro problema começa quando não sabemos identificar a qual classe pertencemos dentro da distribuição de renda, ignorando que existe uma concentração dessa renda nas mãos de um pequeno grupo.</p><p>A pesquisa também indica que, embora a educação e o trabalho sejam vistos como fontes essenciais para a melhoria de vida, ainda encontramos profundas desigualdades mesmo nessas áreas. Fatores como raça, gênero, região e questões políticas influenciam diretamente as oportunidades de ascensão social, criando barreiras invisíveis que dificultam a mobilidade de grandes parcelas da população.</p><p>Um dado significativo da pesquisa é que a maioria da população é favorável à tributação de pessoas muito ricas para financiar políticas sociais. Aproximadamente 85% dos entrevistados concordam com o aumento de impostos para os mais ricos, reconhecendo que isso poderia contribuir para reduzir as desigualdades no país. Isso demonstra que existe um forte apoio popular a políticas públicas que busquem uma redistribuição mais justa da riqueza e promovam um Brasil mais equitativo.</p><p>Aluna: Vanessa Vitória Monteiro Moura Seabra</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Percepção sobre a pesquisa &quot;Nós e as Desigualdades&quot;, realizada pela Oxfam Brasil por Maria Clara Cruz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353245587</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa oferece uma análise aprofundada sobre as percepções dos brasileiros em relação às desigualdades sociais no país.Revela que a desigualdade de renda é um dos principais pontos de preocupação para a população. Cerca de 90% dos entrevistados se percebem como pertencentes à metade mais pobre da sociedade brasileira, o que demonstra uma forte consciência da desigualdade econômica. Embora muitos reconheçam a desigualdade como uma consequência das condições de mercado, também existe um entendimento crescente de que o Estado tem um papel fundamental na redução dessa disparidade e na promoção de políticas públicas que beneficiem as camadas mais vulneráveis da população.</p><p>Além disso, a pesquisa demonstra que a população está amplamente favorável a medidas que envolvem a redistribuição de recursos para combater essas desigualdades, com 86% dos brasileiros acreditando que a redução da desigualdade econômica é crucial para o progresso do país. O apoio à implementação de um sistema tributário mais progressivo, onde os mais ricos paguem mais impostos para financiar políticas sociais, é uma das soluções mais apoiadas. De maneira geral, a pesquisa indica que os brasileiros acreditam que os impostos devem ser utilizados de forma a beneficiar as camadas mais pobres, com 94% defendendo que os recursos arrecadados pelo governo devem ser usados para promover uma maior justiça social.</p><p>Em suas conclusões, a pesquisa revela uma população consciente das desigualdades que afetam o Brasil, com um claro apoio à adoção de políticas públicas que possam corrigir essas disparidades. Há um entendimento de que as desigualdades são profundas e estruturais, exigindo reformas amplas no sistema educacional e tributário, além de um maior esforço por parte do Estado na implementação de políticas sociais inclusivas. Em suma, a pesquisa "Nós e as Desigualdades" destaca que a sociedade brasileira está disposta a apoiar ações concretas para enfrentar as desigualdades econômicas, raciais e de gênero, mas também aponta para a necessidade de um debate mais profundo sobre as causas estruturais dessas disparidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão acerca da pesquisa &quot;percepções sobre desigualdades no Brasil&quot;,por Gislana Andrade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353247354</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da minha leitura percebi que a pesquisa da Universidade de Oxford sobre nós e a desigualdade destaca como as disparidades sociais, econômicas e educacionais afetam diferentes grupos ao redor do mundo. Sendo elas: a desigualdade de renda-no qual a riqueza está cada vez mais concentrada entre os mais ricos-. O acesso à educação e oportunidades-apontando que os mais ricos possuem mais oportunidades e qualidade de ensino-. Saúde e expectativa de vida- que,segundo a pesquisa,as pessoas de baixa renda mostram difuldade em acessar serviços de saúde e quando conseguem nem sempre é o de melhor qualidade,o que resulta em uma menor expectativa de vida e aumento das doenças. Desigualdade de Gênero e Raça- onde no no mundo em que vivemos ainda existe muito preconceiro ,tendo de enfrentar barreiras no mercado de trabalho,desigualdade nos salários e de cargos. E o impacto da Tecnologia e da Globalização- que mesmo modernizando o mundo,muitas pessoas não possuem oportunidades de desprover dessas tecnologias,além de deixar muitos trabalhadores vulneráveis ao desemprego.</p><p><br/></p><p>O estudo enfatiza a necessidade de políticas públicas eficazes para reduzir essas desigualdades, como melhores sistemas de tributação, acesso universal à educação e saúde, e medidas para garantir equidade no mercado de trabalho. Ou seja o Estado brasileiro precisa realizar medidas urgentes para a redução da desigualdade e essa pesquisa ajudou a mostrar o mundo desigual que vivemos e que precisa de ajuda.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:28:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353249788</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais me chamou atenção foi a evidente a importância que a sociedade brasileira dá à redução das desigualdades como passo fundamental para o progresso do país. A visão dada como fatores dessa desigualdade às diferenças de oportunidades e realidades vivenciadas por mulheres e homens, pessoas brancas e negras, e à necessidade de ação prioritária do Estado para a redução da distância entre ricos e pobres. Ao mesmo tempo que afirma que é obrigação de governos garantirem renda e assistência social a quem mais precisa, e que o aumento de impostos para pessoas muito ricas deve contribuir para isso, e ressalta ainda o apoio às políticas públicas de saúde e educação.</p><p>Como solução para transformar esse cenário, de pobreza e de fome, ressalta a necessidade de políticas públicas consistentes e bem financiadas. E que os recursos devem ser obtidos por meio de uma maior tributação sobre os mais ricos. O combate à corrupção&nbsp; se faz necessário. Mecanismos de prestação de contas e transparência e o fortalecimento das instâncias de participação da sociedade civil deve ser implementados na busca desse objetivo.</p><p><br/></p><p>Laurimary Caminha Veloso</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Kemilly Karolany - minha percepção do livro: Nós e as desigualdades </title>
         <author>n4hzzktbyc</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353254076</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção na pesquisa “Nós e as Desigualdades” da Oxfam Brasil/Datafolha é a percepção da sociedade sobre a necessidade de reduzir desigualdades para o progresso do país. Alguns pontos marcantes incluem:</p><p>1. Apoio maciço à intervenção do Estado – 96% dos brasileiros acreditam que o governo deve garantir recursos para programas de transferência de renda e assistência social, principalmente para quem mais precisa .</p><p>2. Trabalho como prioridade – O aumento da oferta de empregos e o crescimento profissional são vistos como fundamentais para a melhoria de vida .</p><p>3. Ceticismo sobre meritocracia – 60% dos entrevistados não acreditam que apenas o trabalho seja suficiente para equalizar as oportunidades dos mais pobres, e 52% duvidam que a educação por si só seja suficiente para garantir uma vida bem-sucedida .</p><p>4. Impacto de gênero e raça – 74% concordam que a cor da pele influencia a contratação por empresas, 84% acreditam que afeta abordagens policiais e 78% dizem que a justiça é mais dura com negros .</p><p>5. Apoio à tributação progressiva – 85% dos entrevistados concordam que o governo deve aumentar os impostos dos mais ricos para financiar políticas sociais .</p><p>6. Desigualdade como barreira ao progresso – 85% dos brasileiros afirmam que o país só pode avançar se reduzir a diferença entre ricos e pobres .</p><p><br/></p><p>A população tem uma forte percepção das desigualdades e apoia medidas estruturais para combatê-las, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas para equidade e justiça social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>Minha reflexão sobre a pesquisa&#39;&#39;Nós e as desigualdades&#39;&#39;,por Janacelly Barbosa Alencar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353261589</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pesquisa da OXFAM BRASIL, Nós e as desigualdades, revela o retrato fiel da desigualdade social, econômica e racial existentes na sociedade brasileira através de uma pesquisa detalhada em várias regiões brasileiras, sendo possível compreender como a população enxerga essas questões e quais caminhos considera necessários para a construção de um Brasil mais justo e igualitário. Entre as questões&nbsp; abordadas na pesquisa tem a disparidade de gênero, pois mulheres que trabalham a mesma quantidade dos homens&nbsp; ganham menos, ou seja, padecem com salários menores mesmo com a mesma ocupação de cargos, bem como desproporção de perspectiva futura entre negros e brancos ,já que e pessoas negras sofrem com a falta de oportunidades e de ascensão social. Logo, por meio da pesquisa aludida, é notório que fatores como raça e gênero ainda são determinantes ao acesso aos direitos básicos como trabalho e renda, por isso fica evidente que é preciso a elevação do salário mínimo, investimentos e incentivos no setor educacional, a relevância de conceder mais oportunidades de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:37:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão a cerca da pesquisa  &quot;Nós e as Desigualdades&quot;, realizada pela Oxfam Brasil e Datafolha- por Ludimila Sampaio Dantas Pereira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353275428</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pesquisa "Nós e as Desigualdades", realizada pela Oxfam Brasil e Datafolha, vários pontos chamaram bastante minha atenção, especialmente em relação à percepção dos brasileiros sobre as desigualdades sociais no país. O dado que mais me impactou foi o fato de que 85% das pessoas entrevistadas são a favor de aumentar os impostos para os mais ricos, com o objetivo de financiar políticas sociais que ajudem a reduzir as desigualdades. Isso é muito relevante, porque demonstra que, apesar da crise econômica e das dificuldades enfrentadas por muitos, a população ainda acredita em soluções estruturais para combater a desigualdade. Esse apoio popular a uma tributação mais justa para os mais ricos indica uma crescente percepção de que o modelo atual não está funcionando e que mudanças são necessárias para promover uma maior equidade social.</p><p>Outro aspecto que me chamou a atenção foi o reconhecimento de que as desigualdades no Brasil não são apenas econômicas, mas também estão fortemente ligadas à raça e ao gênero. A pesquisa revelou que a maioria dos brasileiros concorda que o Brasil é um país com profundas desigualdades raciais e de gênero, o que demonstra a conscientização crescente sobre esses problemas estruturais. Isso me fez refletir sobre como a luta contra as desigualdades no Brasil não pode ser apenas focada na questão econômica, mas também deve incluir ações afirmativas para diminuir as disparidades que afetam especificamente as populações negras, indígenas e as mulheres.</p><p>Além disso, o estudo mostra que há uma grande expectativa de que o Estado tome a responsabilidade de combater essas desigualdades. A maioria dos brasileiros acredita que é obrigação do governo criar políticas públicas eficazes para enfrentar essas questões e promover uma sociedade mais justa. Isso reflete a percepção de que o sistema atual, por si só, não é capaz de gerar as mudanças necessárias e que é preciso um esforço concentrado do governo para reverter essa situação.</p><p>Esses dados mostram como a sociedade está cada vez mais consciente das desigualdades estruturais no Brasil e como há uma forte demanda por mudanças. O apoio à tributação progressiva e à maior atuação do Estado são indicativos claros de que a população deseja um Brasil mais igualitário e justo para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão após a leitura do livro &quot;Nós e as Desigualdades&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353279672</link>
         <description><![CDATA[<p>Alissya Rodrigues </p><p><br/></p><p>Li o livro "Nós e as Desigualdades" da Oxfam e fiquei impactado com as questões levantadas sobre desigualdade no mundo. O livro fala como a riqueza está concentrada nas mãos de poucos, enquanto milhões de pessoas lutam contra a pobreza. É alarmante perceber que essa desigualdade não só afeta a economia, mas também limita o acesso a direitos básicos, como saúde e educação.Ele traz à tona a conexão entre desigualdade e poder, mostrando que quem possui riqueza muitas vezes influencia desproporcionalmente as políticas que afetam nossas vidas. Além disso, ele critica sistemas econômicos que perpetuam essas desigualdades e sugere soluções práticas, como uma tributação mais justa e investimentos em serviços públicos.No geral, "Nós e as Desigualdades" me fez refletir sobre a importância de lutar por uma sociedade mais justa e igualitária. É um chamado à ação para todos nós, para que possamos trabalhar juntos em prol de um futuro melhor.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 00:49:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão a cerca do texto &quot;nós e as desigualdades&quot;-por Julia Naylda Passos Castello Branco Carvalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353340807</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa "Nós e as Desigualdades" da Oxfam Brasil/Datafolha de 2022 é uma radiografia clara das preocupações e percepções dos brasileiros sobre as desigualdades estruturais do país. Para mim, ela reflete uma sociedade que, em grande parte, tem uma compreensão crítica da realidade, mas ao mesmo tempo carrega algumas distorções.</p><p>A pesquisa  revela uma visão confusa sobre o que realmente constitui "pobreza" e "riqueza" no Brasil. Muitos entrevistados se veem como mais pobres do que são, o que sugere uma falta de clareza sobre os níveis reais de pobreza e desigualdade. Isso também pode ser reflexo da instabilidade econômica e da queda da renda média que o Brasil enfrentou, criando uma sensação de empobrecimento generalizado.</p><p>Quando o assunto é desigualdade de gênero e raça, a pesquisa reforça a percepção de que ser mulher ou ser negro impacta negativamente a renda e as chances de sucesso. A maioria concorda que mulheres ganham menos por serem mulheres (69%) e que negros ganham menos por serem negros (59%). Além disso, há uma forte percepção de que a cor da pele influencia nas contratações, abordagens policiais e no tratamento pela justiça. Esses dados apontam para uma sociedade que, embora reconheça a discriminação, ainda luta para superar essas barreiras históricas.</p><p><br/></p><p>No geral, minha percepção é que a pesquisa pinta o retrato de um país que está profundamente consciente de suas desigualdades, mas que ainda não encontrou soluções claras para resolvê-las. Há um forte apoio para ações do Estado, como políticas de proteção social e tributação dos mais ricos, mas também existe uma desilusão com o potencial de mudança no curto prazo. O pessimismo sobre a mobilidade social e a diminuição das desigualdades nos próximos anos reflete essa sensação de incerteza sobre o futuro.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 01:26:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro “ Nós e a as desigualdades” </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353348405</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Larissa Guimarães Damasceno </p><p><br/></p><p><br/></p><p>O livro Nós e as Desigualdades, da Oxfam Brasil, me fez refletir muito sobre a realidade social do país. A pesquisa mostra como a maioria dos brasileiros enxerga a desigualdade como um obstáculo para o progresso e acredita que o Estado tem um papel fundamental na redução dessa diferença, principalmente por meio da tributação dos mais ricos para financiar políticas sociais.</p><p>Outro ponto que me chamou a atenção foi a percepção sobre gênero e raça. Os dados reforçam algo que já é evidente no dia a dia: mulheres e pessoas negras enfrentam barreiras muito maiores no mercado de trabalho e na política. Além disso, a pesquisa também aponta um ceticismo crescente sobre a ideia de meritocracia, já que muitos entendem que não basta apenas se esforçar para ter sucesso – as oportunidades não são distribuídas de forma igualitária.</p><p>Achei interessante também a relação entre desigualdade e mudanças climáticas. A pesquisa indica que os impactos ambientais afetam mais os pobres, ampliando ainda mais a disparidade social. Da mesma forma, a tecnologia, que poderia ser uma ferramenta de inclusão, muitas vezes acaba beneficiando os mais ricos e precarizando o trabalho dos mais pobres.</p><p>No geral, o livro traz um retrato muito realista do Brasil e reforça a importância de discutir e agir contra a desigualdade. Não dá para ignorar esses dados, principalmente porque mostram que grande parte da população quer mudanças concretas para construir um país mais justo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 01:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro &quot;Nós e as desigualdades&quot;-Oxfam Datafolha-Isabele Raulino</title>
         <author>isabeleraulino03</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353366171</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro Nós as Desigualdades, da Oxfam Brasil e Datafolha, analisa a percepção dos brasileiros sobre desigualdades sociais. A maioria da população considera a redução das desigualdades essencial para o progresso do país e reconhece que fatores como gênero, raça e renda impactam oportunidades. O otimismo em relação à mobilidade social diminuiu, enquanto o ceticismo sobre a meritocracia aumentou. Nesse sentido, há um amplo apoio a políticas de redistribuição de renda, incluindo tributação dos mais ricos e programas sociais. O racismo estrutural e a desigualdade de gênero são amplamente reconhecidos, com barreiras evidentes para negros e mulheres no mercado de trabalho, na política e na justiça. Além disso, novos fatores de desigualdade, como mudanças climáticas e avanços tecnológicos, são apontados como desafios crescentes. O estudo reforça a necessidade de políticas públicas eficazes para combater essas desigualdades e promover um desenvolvimento mais justo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-06 01:41:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a pesquisa “nós e as desigualdades” por Aylla Vitória Pereira De Souza </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353372919</link>
         <description><![CDATA[<p>No relatório “ nós e as desigualdades” é retratado a percepção dos brasileiros sobre as desigualdades econômicas, sociais e raciais e como grande parte da população tem consciência do quão profundamente desigual o Brasil é. Os dados mostram que quase todos os brasileiros acreditam que o governo deve atuar para reduzir essas desigualdades, seja por meio de políticas sociais, seja por uma tributação mais justa. No entanto, o que me chama atenção é que, apesar dessa consciência coletiva, ainda existe uma certa ilusão sobre meritocracia e mobilidade social. A pesquisa aponta que mulheres e negros continuam sendo os mais prejudicados, tanto em termos de salário quanto de oportunidades, o que só reforça que a desigualdade no Brasil é estrutural e não apenas uma questão individual. Enquanto não houver mudanças, tanto políticas quanto percepções sociais, a desigualdade seguirá sendo um dos maiores entraves para o desenvolvimento do país. </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-06 01:45:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro “nós e a desigualdade”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353373737</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro "Nós e as Desigualdades", da Oxfam, o que me chamou mais atenção foi como as desigualdades sociais e econômicas estão se aprofundando. A obra apresenta dados que mostram que uma pequena parcela da população global detém uma parte desproporcional da riqueza, enquanto milhões de pessoas vivem na extrema pobreza.</p><p>O livro discute sobre alguns fatores que contribuem para essas desigualdades, incluindo políticas econômicas injustas, a falta de acesso à educação de qualidade e cuidados de saúde, além da discriminação baseada em gênero e raça. Eu percebi como essas desigualdades não afetam apenas algumas pessoas, mas também a sociedade como um todo, comprometendo o desenvolvimento econômico e social.</p><p><br/></p><p>Kayla Akeme Bastos Santana </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 01:46:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro “Nós e as Desigualdades” </title>
         <author>brunamendes8808</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353387842</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais chama atenção neste arquivo é a clara percepção da população brasileira sobre a necessidade de redução das desigualdades sociais e econômicas no país. A pesquisa revela um forte apoio a políticas públicas universais, como saúde e educação, e uma demanda por maior tributação sobre os mais ricos para financiar essas políticas. Além disso, há uma crescente conscientização sobre as desigualdades de gênero e raça, com a maioria reconhecendo que mulheres e negros enfrentam desvantagens no mercado de trabalho e na representação política. A pesquisa também destaca o ceticismo em relação à meritocracia e a importância de programas de transferência de renda, como o Auxílio Brasil, para combater a pobreza e a fome. Esses resultados refletem uma sociedade que valoriza a justiça social e espera ações concretas do Estado para reduzir as desigualdades.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Bruna Freire Mendes Ramos </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-06 01:54:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise sobre o relatório &quot;Nós e a Desigualdades&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353438343</link>
         <description><![CDATA[<p>O relatório “Nós e as Desigualdades”, da Oxfam, apresenta de maneira impactante a realidade das desigualdades sociais e econômicas no Brasil. A pesquisa evidencia que as desigualdades de gênero e raça ainda permanecem de forma significativa, demonstrando que mulheres e pessoas negras recebem salários inferiores, possuem menos oportunidades no mercado de trabalho e enfrentam obstáculos adicionais para o crescimento profissional. No entanto, um aspecto positivo destacado pelo estudo é que essas questões estão cada vez mais em debate, e a maioria da população reconhece a necessidade de medidas efetivas para combatê-las.</p><p>Além disso, o relatório aponta que a sociedade busca, de forma contínua, um modelo mais justo, baseado na igualdade de oportunidades para todos, especialmente nas áreas de educação, saúde e mercado de trabalho. No entanto, é notado uma lacuna considerável entre a percepção das desigualdades e a implementação de políticas públicas eficazes para enfrentá-las. De maneira geral, o relatório não apenas evidencia as desigualdades que caracterizam o país, mas também apresenta um perspectiva das medidas que a população considera essenciais para sua superação. Dessa forma, cabe às autoridades, aos legisladores e à sociedade como um todo atuar de maneira concreta para transformar essas expectativas em realidade.</p><p><br/></p><p>Erdenyse Scott Maia. </p><p><br/></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 02:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro &quot;Nós e as Desigualdades&quot;- Ana Victória </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353460112</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro “Nós e as Desigualdades” é perceptível as desigualdades existentes no território brasileiro. Ao decorrer da leitura é evidenciado à importância que a sociedade brasileira dá para diminuir as desigualdades sociais como um passo fundamental, mas não é demonstrado nas ações. A quantidade de pessoas com falta de esperança na mudança foi exibido na diminuição do percentual de indivíduos otimistas, visto que não há melhora do quadro.</p><p>Em complementariedade queria destacar, o pensamento arcaico, do homem ser o provedor da família, que ainda é muito enraizado no Brasil, fomentando os diferentes tipos de desigualdades. Em virtude disso, é evidente as dificuldades enfrentadas pelas mulheres, principalmente, as negras em ocupar cargos importantes, de receber corretamente pelo seu trabalho, de ser escutada com respeito. Os homens negros também sofrem ao serem parados na rua para uma abordagem do “cotidiano”.</p><p>Nesse contexto, é notória a maioria da população apresentar uma definição distorcida sobre o que é ser pobre, haja vista muitos acreditam que a pobreza começa em um valor próximo de um salário mínimo. Diante disso, muitos acreditam que a meritocracia na realidade não acontece, impactando no futuro dos estudantes de classe baixa.</p><p>Então, cheguei a conclusão de que as desigualdades precisam ser vistas pelos dois lados e entendidas, para que assim possam mitigar as discrepâncias vivenciadas, mais intensamente, pela classe frágil e com isso o País possa ter o progresso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-06 02:38:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão após a leitura do livro “ Nós e as Desigualdades” // Isadora da Silveira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353490086</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro Nós e as Desigualdades, publicado pela Oxfam Brasil, aborda as profundas desigualdades sociais, econômicas e de poder que existem no Brasil e no mundo. A obra analisa como essas desigualdades afetam a vida das pessoas e perpetuam a exclusão social, discutindo temas como a concentração de riqueza, a disparidade entre classes sociais e a desigualdade de gênero.</p><p>O livro destaca a relação entre a concentração de poder e a desigualdade, apresentando dados sobre como uma pequena elite acumula grandes riquezas enquanto uma grande parte da população vive em condições de vulnerabilidade. A Oxfam propõe que, para combater essas desigualdades, é necessário repensar políticas econômicas, sociais e ambientais que promovam uma distribuição mais justa da riqueza e do poder.</p><p>Além disso, a obra chama atenção para as soluções possíveis, como a implementação de políticas públicas que priorizem a justiça social, a redistribuição de renda e o fortalecimento de sistemas de proteção social. O livro também reforça a importância da mobilização social e da participação ativa da população na construção de um futuro mais igualitário.</p><p>Entre os meus principais achados do relatório incluem:</p><p><br/></p><p>Percepção sobre a pobreza: 53% dos entrevistados acreditam que a linha de pobreza está entre R$ 701 e R$ 1.000. </p><p>Autoclassificação econômica: 85% se consideram parte da metade mais pobre da população. </p><p><br/></p><p>Pessimismo quanto ao futuro: 57% não acreditam que as desigualdades diminuirão nos próximos anos. </p><p><br/></p><p>Impacto de gênero e raça na renda: 64% concordam que ser mulher impacta negativamente na renda, e 52% acreditam que negros ganham menos por serem negros. </p><p>Influência da cor da pele em oportunidades: 72% acreditam que a cor da pele influencia na contratação por empresas, 71% concordam que a justiça é mais dura com negros, e 81% acreditam que a cor da pele influencia a decisão de uma abordagem policial. </p><p><br/></p><p>Papel do governo: 84% concordam que é obrigação dos governos diminuir a diferença entre muito ricos e muito pobres. </p><p><br/></p><p>Tributação progressiva: 77% concordam com o aumento dos impostos de pessoas muito ricas para financiar políticas sociais, e 94% acreditam que os impostos pagos devem beneficiar os mais pobres. </p><p><br/></p><p>Políticas públicas universais: 73% defendem a universalidade do atendimento em postos de saúde e hospitais, e 75% apoiam a universalidade do ensino público fundamental e médio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 02:57:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro &quot;nós e as Desigualdade&quot; - Evaldo Da Silva Júnior.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353537115</link>
         <description><![CDATA[<p>A busca da igualdade social vem sempre sendo discutida ao logos de décadas, para isso foram executadas varias pesquisa para identificar o nível de pobreza em nosso pais.  O processo de do Brasil esta condicionado a redução de desigualdade entre ricos e pobres de 85% dos Brasileiros. o que me chama à atenção que um grupo de brasileiro que chegam a 5,7%, vivem na extrema pobreza essa porcentagem da em media 12 milhões que vivem em media com R$ 155 por mês, como essa população vai sobreviver com esses valores. Podemos também citar que a desigualdade e muito grande por motivos de Escolaridade , gêneros e raças, mas para isso foram criada políticas publica para poder melhora cada vez mais a distribuição de renda em nosso pais. Levando em consideração observamos que as distribuições de menores renda esta situada nas regiões Norte e Nordeste do pais valore de R$841,00 por mês como essa população vai ter uma vida de estabilidade dentro da sua região e seu estado. Dentro da pirâmide podemos citar que 10% da classe rica tem um valor R$ 5,212, em valores reais.Mais tudo isso podemos relatar que o aumento da desigualdade, e o aumento da inflação e da crise econômica em nosso pais, as divisões de valores entre mulheres negras  que infelizmente ganham muito menos em relação as mulheres brancas. com a pandemia do covid-19 , poderíamos  dizer que tivemos um avanço e uma perca social, mais com a pandemia tivemos um grande avanço na tecnologia devido no isolamento social, por um lado esse isolamento social teve ganhos e perda. mais isso teve  a questão do inicio da pré vacina, e também dentro da pandemia tivemos novas linha de trabalho para poder ter a divisões de renda. A meritocracia  tem um relato sobre a Educação supera entre grupos  de 45 a 59 anos. e dentro meritocracia temos grupos de pessoa de 60 ano que só tem o fundamental e nesse caso sempre nas regiões menos desfavorecida que moram norte do pais.</p><p>com todas essas discrepância da distribuição de renda temos que aumento na política publica para poder melhora a distribuições de renda em nosso pais. Mas temos que aumento também o avanço na nossa educação e abertura de nova universidade para que a população mais carente tenha mais acesso para melhora o conhecimento para saber a importâncias das política publica e social em nosso pais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 03:27:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o livro “ Nós e as Desigualdades “ </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353645720</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos pontos que mais chamou a minha atenção foi a crítica às visões tradicionais que naturalizam a desigualdade. Ela reflete sobre como as elites brasileiras, em grande parte, possuem uma visão distorcida de sua própria posição social, acreditando que sua ascensão é fruto apenas de méritos individuais, enquanto ignoram as vantagens estruturai e históricas que possuem. Esse olhar sobre o “ mérito “ foi algo que realmente me fez repensar como a meritocracia, muitas vezes é um mecanismo estrutural que beneficia poucos e exclui muitos.</p><p>Outro fator importante que é retratado no livro, é a abordagem que o autor faz sobre o racismo estrutural. Ele fala que o racismo no Brasil não se resume a atos explícitos de discriminação, mas é algo que está impregnado nas instituições, nas práticas cotidianas e nas próprias percepções culturais. Essa visão me ajudou a perceber que a luta contra a desigualdade racial no Brasil vai além de combater atitudes racistas evidentes, sendo também necessária uma desconstrução de como o racismo se materializa nas estruturas sociais que moldam as oportunidades e o acesso a direitos, trabalho e educação.</p><p>O livro me fez perceber que a desigualdade no Brasil é muito mais do que uma questão econômica; ela é alimentada por uma série de práticas culturais, psicológicas e políticas que sustentam e legitimizam o sistema de exclusão social. A obra se torna, assim, um convite para refletirmos sobre as mudanças necessárias não apenas nas políticas públicas, mas na forma como pensamos a sociedade, as relações sociais e a justiça. Para que possamos realmente avançar em direção a uma sociedade mais igualitária, é preciso romper com as narrativas que sustentam a desigualdade e trabalhar para uma transformação profunda das estruturas sociais que ainda dividem o Brasil.</p><p><br/></p><p>Nome: Nicoly Nathaly </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 04:59:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro “ Nós e as desigualdades “ Suelen Christina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3353747932</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a leitura do livro “Nós e as Desigualdades”, observei que o autor aborda a disparidade social e econômica, destacando como essas desigualdades estão enraizadas desde o período da colonização e ainda se mantêm na estrutura atual da sociedade. O texto evidencia que o poder aquisitivo permanece concentrado nas mãos de poucos, criando uma competição pelo dinheiro que, muitas vezes, ignora os pilares e as pessoas que contribuem para a geração de riqueza.</p><p>As desigualdades são tratadas não apenas pelo viés econômico, mas também por aspectos sociais e emocionais. O autor ressalta como indivíduos de baixa renda, em geral, possuem uma perspectiva limitada de ascensão financeira, chegando, em alguns casos, a se autoperceberem como incapazes de atingir determinados padrões econômicos.</p><p>Outro ponto relevante abordado no livro é a questão do mérito. O autor critica a visão meritocrática que atribui o sucesso exclusivamente ao esforço individual, desconsiderando as condições estruturais e as pessoas que sustentam esse processo. Um exemplo claro está no ambiente empresarial, onde, muitas vezes, o empresário atribui seu êxito apenas ao próprio trabalho, ignorando o papel essencial dos funcionários que viabilizam seu crescimento financeiro. Essa visão individualista pode reforçar a desigualdade ao alimentar a crença de que quem está em uma posição de destaque é mais inteligente ou astuto, gerando uma percepção de superioridade em relação aos demais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 06:15:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro “nós e as desigualdades”Thanandra </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354163995</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura do livro "Nós e as Desigualdades" oferece uma reflexão sobre as diversas formas de desigualdade presentes em nossa sociedade. O autor nos faz olhar para questões sociais, econômicas e culturais, promovendo um diálogo sobre as experiências e desafios enfrentados por diferentes grupos.Um dos pontos interessantes abordados é como as desigualdades se entrelaçam e afetam a vida das pessoas de maneiras interconectadas. Exemplo a relação entre classe social, raça e gênero mostra que as desigualdades não podem ser analisadas separadamente, mas sim como um todo. Essa visão ampla nos leva a uma compreensão mais profunda das injustiças que permeiam nossa sociedade.</p><p>E o livro também provoca uma reflexão sobre nossa responsabilidade como indivíduos e coletividade. Ele nos faz  pensar em como podemos contribuir para a mudança, seja por meio de ações diretas, engajamento cívico ou promoção de políticas públicas que visem a equidade.</p><p>Basicamente, "Nós e as Desigualdades" é uma obra que faz o leitor a confrontar suas próprias percepções e a buscar um entendimento mais claro e empático das realidades dos outros. Essa reflexão é fundamental para fomentar um ambiente de diálogo e transformação social, onde todos possam ter acesso a oportunidades justas e igualitárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 12:00:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro “Nós e as desigualdades” </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354239007</link>
         <description><![CDATA[<p>Li o livro 'Nós e as Desigualdades', da Oxfam, e fiquei profundamente impactada por suas revelações sobre as desigualdades que permeiam nossa sociedade. A obra apresenta dados consistentes que mostram como a riqueza está concentrada nas mãos de uma minoria, enquanto bilhões de pessoas ainda enfrentam condições de vida precárias. </p><p>Ao longo da leitura, percebi que essas desigualdades não são apenas números; elas afetam diretamente o acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação e oportunidades de trabalho. A Oxfam destaca como a desigualdade econômica se traduz em desigualdade social, perpetuando ciclos de pobreza e exclusão, importante frisar que aprendi que enfrentar a desigualdade não é apenas uma questão moral, mas uma necessidade urgente para garantir um futuro mais justo e sustentável para todos. Senti que é nosso dever agir e exigir mudanças, pois só assim poderemos construir uma sociedade onde todos tenham as mesmas oportunidades.</p><p>- Letícia Morais Zeidan </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 13:01:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexão do livro &quot;Nós e as Desigualdades&quot; - André Luiz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354382144</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Nós e as Desigualdades</em> é um retrato do Brasil visto pelos próprios brasileiros. O livro mostra que a maioria da população acredita que o país só poderá progredir se reduzir as desigualdades entre ricos e pobres, mas ao mesmo tempo, há um ceticismo crescente sobre essa possibilidade. A mobilidade social parece um sonho distante para muitos, e o discurso da meritocracia não convence mais, já que fatores como gênero e raça continuam influenciando diretamente as oportunidades.</p><p>Mulheres ainda ganham menos que os homens, e pessoas negras enfrentam barreiras no mercado de trabalho, na política e até no sistema de justiça. Além disso, a desigualdade também se reflete no impacto das mudanças climáticas e na evolução da tecnologia, que muitas vezes ampliam ainda mais a distância entre os mais ricos e os mais pobres.</p><p>Apesar do pessimismo, há um forte apoio a políticas públicas que garantam direitos básicos, como saúde, educação e programas de transferência de renda. A maioria dos brasileiros defende que o Estado deve atuar para reduzir desigualdades e que os mais ricos deveriam pagar mais impostos para financiar essas políticas.</p><p>O livro nos deixa com uma reflexão poderosa: a desigualdade não é um acaso, mas sim resultado de escolhas políticas e sociais. Se queremos um Brasil mais justo, é preciso agir para transformar essa consciência coletiva em mudanças concretas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 14:34:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão do livro &quot;Nós e as desigualdades&quot; - João Victor Gualberto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354399166</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro "Nós e as Desigualdades", oferece uma análise profunda das percepções dos brasileiros sobre as desigualdades sociais no país. Conduzida pela primeira vez em 2017, esse livro se tornou uma ferramenta importante para entender como a população enxerga as disparidades econômicas, sociais e raciais que ainda prevalecem no Brasil. Através de entrevistas com uma amostra representativa da população, o estudo explora as opiniões dos cidadãos sobre a concentração de riqueza e a necessidade de políticas públicas mais justas e eficazes para combater essas desigualdades.</p><p>Os resultados indicam que a grande maioria dos brasileiros acredita que o país é extremamente desigual, com 88% dos entrevistados se considerando parte da metade mais pobre da sociedade. Além disso, uma parte significativa da população acredita que, para pertencer ao grupo dos 10% mais ricos, é necessário ter um rendimento superior a R$ 20 mil por mês. Essa percepção reflete a desigualdade estrutural presente nas diversas esferas da vida social e econômica, com a maioria das pessoas ciente das enormes disparidades que existem entre as diferentes classes sociais.</p><p>O livro também mostrou que há um apoio expressivo à adoção de políticas redistributivas. Cerca de 71% dos entrevistados defendem a ideia de aumentar os impostos para os mais ricos, com o objetivo de financiar serviços públicos essenciais como saúde, educação e moradia. Esse apoio a uma tributação mais progressiva revela a disposição da população em buscar soluções que promovam maior equidade, reconhecendo que a concentração de riqueza no topo da pirâmide social é um fator chave para a manutenção das desigualdades.</p><p>Além disso, o estudo abordou as desigualdades de raça e gênero, destacando que a discriminação contra negros e mulheres é amplamente reconhecida pelos entrevistados como um problema estrutural na sociedade brasileira. A "pesquisa" indica que existe um grande apoio à implementação de políticas públicas afirmativas para combater essas desigualdades, refletindo uma crescente conscientização sobre a necessidade de ações mais assertivas para promover a igualdade racial e de gênero.</p><p>Em sua essência, o livro "Nós e as Desigualdades" busca oferecer uma compreensão mais profunda das percepções da sociedade sobre o cenário de desigualdade no Brasil e, ao mesmo tempo, servir de base para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes. Através da análise das respostas dos brasileiros, a pesquisa reforça a necessidade urgente de uma abordagem mais justa e inclusiva por parte do governo, com foco em combater a concentração de riqueza e garantir que todos os cidadãos tenham acesso a condições mínimas de dignidade e bem-estar.</p><p><br/></p><p>• João Víctor de Oliveira Gualberto</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 14:44:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro “Nós e as desigualdades” </title>
         <author>drianfontinele</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354440475</link>
         <description><![CDATA[<p>Em “Nós e as Desigualdades”, a Dra. Marilena Chauí, uma das principais filósofas brasileiras, apresenta uma análise crítica e profunda sobre as raízes das desigualdades que marcam a sociedade do país. A obra investiga como fatores históricos, estruturas econômicas e relações de poder se entrelaçam para criar disparidades relativas a classe, raça, gênero e acesso a direitos fundamentais, evidenciando que tais desigualdades não surgem por acaso, mas são construídas e reproduzidas ao longo do tempo.</p><p><br/></p><p>Chauí argumenta que o sistema capitalista, aliado a políticas públicas muitas vezes ineficazes, contribui para a manutenção de um cenário de exclusão social, onde as oportunidades e recursos são distribuídos de forma desigual. Ao questionar a tradicional concepção de cidadania, a autora propõe que uma visão mais crítica e reflexiva é essencial para compreender e, consequentemente, transformar os mecanismos que perpetuam as injustiças sociais.</p><p><br/></p><p>Para ela, a educação e a consciência crítica desempenham papéis fundamentais na luta por uma sociedade mais justa e equitativa. A obra convida o leitor a repensar não apenas as estruturas institucionais, mas também os hábitos culturais e os valores que, silenciosamente, reforçam a exclusão e a desigualdade. Dessa forma, “Nós e as Desigualdades” se estabelece como um convite à reflexão e à ação, apontando caminhos para superar as barreiras históricas e construir um futuro com menos disparidades e maior inclusão social.</p><p>-Ian Gabriel Monteiro Fontinele </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 15:06:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REFLEXÃO SOBRE A PERCEPÇÃO DAS DESIGUALDADES Por Italo Machado </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354459137</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>      Reflexão sobre o livro “Nós e as Desigualdades”</strong></p><p><br/></p><p>O livro <strong>"Nós e as Desigualdades"</strong>, da Oxfam, não apenas apresenta dados sobre a desigualdade social, mas questiona de maneira latente <strong>como nos enxergamos dentro desse sistema</strong>. Em vez de tratar o tema como uma estatística fora da nossa realidade, a obra nos desafia a perceber <strong>nossa própria posição e papel na perpetuação ou na redução dessas disparidades</strong>.</p><p>A narrativa não foca somente na economia; ela expande o debate para <strong>relações de poder, privilégios invisíveis e barreiras estruturais</strong> que impedem mudanças significativas. O livro nos tira da nossa zona de conforto, nos faz nós questionarmos: <strong>será que o mérito pessoal explica o sucesso, ou apenas reforçamos vantagens históricas?</strong> Além disso, traz exemplos concretos de como políticas públicas e ações coletivas podem transformar realidades, mostrando que a desigualdade <strong>não é um fenômeno natural, mas uma construção que pode ser desconstruída</strong>.</p><p>Mais do que informar, a obra convida à <strong>responsabilidade e à ação</strong>, tornando impossível ler sem questionar <strong>o que cada um de nós está (ou não) fazendo para mudar esse cenário</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 15:18:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise sobre o livro “Nós e as desigualdades”.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354504677</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra busca entender como as desigualdades não são apenas econômicas, mas também culturais, raciais e históricas, enraizadas em processos de exclusão e marginalização.</p><p>Uma das principais reflexões do autor é sobre a necessidade de descolonizar o pensamento e as formas de ver o outro. As desigualdades estão intimamente ligadas à forma como as sociedades definem a alteridade, ou seja, as diferenças entre os grupos sociais, muitas vezes de maneira hierarquizada. Viveiros de Castro propõe que uma compreensão mais complexa e respeitosa das outras culturas, povos e formas de vida é essencial para superar essas divisões.</p><p>A obra também critica a ideia de um "progresso linear" imposto pelo modelo ocidental, que invisibiliza outras formas de organização social e modos de vida que não se encaixam na visão eurocêntrica. O autor destaca que as desigualdades são, em grande parte, consequência de um sistema que valoriza certas formas de conhecimento, riqueza e poder, enquanto marginaliza outras.</p><p>Em suma, "Nós e as Desigualdades" nos convida a refletir sobre as múltiplas facetas da desigualdade, não só como uma questão econômica, mas como um fenômeno cultural e social profundo, que exige uma reconfiguração dos paradigmas de convivência, respeito e valorização da diversidade.</p><p><br/></p><p>ALUNO:ARLLEY FURTADO FERREIRA</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 15:49:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão da pesquisa  Nós e as Desigualdades da Oxfam escrito por Erik Vitor  </title>
         <author>erikvitor05</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354510187</link>
         <description><![CDATA[<p>O&nbsp;estudo&nbsp;realizado&nbsp;pela&nbsp;Oxfam Brasil/Datafolha&nbsp;indica&nbsp;que a maioria dos&nbsp;cidadãos&nbsp;brasileiros&nbsp;considera&nbsp;fundamental&nbsp;a&nbsp;diminuição&nbsp;das desigualdades para o&nbsp;avanço&nbsp;da&nbsp;nação.&nbsp;Existe&nbsp;um&nbsp;forte&nbsp;respaldo&nbsp;a políticas sociais e&nbsp;a&nbsp;taxação&nbsp;dos mais&nbsp;abastados, além de&nbsp;uma&nbsp;desconfiança&nbsp;em relação à&nbsp;ideia de&nbsp;meritocracia. A&nbsp;investigação&nbsp;afirma&nbsp;que&nbsp;as&nbsp;mulheres e&nbsp;os&nbsp;negros enfrentam&nbsp;diferenças&nbsp;salariais e&nbsp;têm&nbsp;menor&nbsp;presença&nbsp;na&nbsp;política. Também&nbsp;destaca&nbsp;as&nbsp;preocupações&nbsp;a&nbsp;respeito&nbsp;dos&nbsp;efeitos&nbsp;das mudanças climáticas e tecnológicas&nbsp;sobre&nbsp;a&nbsp;desigualdade.&nbsp;Emprego&nbsp;e&nbsp;rendimento&nbsp;são&nbsp;questões&nbsp;prioritárias&nbsp;para a população, que&nbsp;apoia&nbsp;um&nbsp;governo&nbsp;mais&nbsp;atuante&nbsp;na&nbsp;erradicação&nbsp;da pobreza.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-06 15:53:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre as desigualdades no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354518979</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro nós e as desigualdades, aborda uma situação ainda agravante no país, a crise de desigualdade social, que mesmo mudando e obtendo a cada ano uma evolução na base da pirâmide, ainda sim, é perceptível a porcentagem de pessoas em situação de pobreza. Isso advém tanto de questões sociais quanto política, que conjuntamente não se alinham para equilibrar de forma justa a base da pirâmide, o topo é visivelmente mal distribuído para uma parcela notavelmente pequena.</p><p><br/></p><p>1.2 percepções sobre pobreza</p><p>1.2.1 sobre pobreza</p><p>Brasileiros que tem cerca de 5 salários mínimos acreditam que uma pessoa pobre tem renda de mais de R$1000.</p><p>Isso diz muito sobre uma evolução na desigualdade social, pois se os próprios brasileiros não tem uma percepção de renda e&nbsp; abrangente do quão pobre pode ser uma pessoa, e se essas pessoas que ainda sim, não são ricas, 5 salários mínimos não está, nem perto, do sinônimo de riqueza, tem uma percepção de que quem é pobre ainda recebe um dinheiro “bom”( 1000), isso não é culpa dos próprios brasileiros, é apenas o retrato da bolha em que cada indivíduo vive e não se permite enxergar além e pra fora.</p><p> </p><p>Pontos que achei mais interessante:</p><p>1.3 A ilusão da meritocracia</p><p><br/></p><p>Em 2022, 62% da população discordavam e 37% concordavam que “uma pessoa de família pobre que trabalha muito tem a mesma chance de ter uma vida bem-sucedida que uma pessoa nascida rica e que também trabalha muito”.</p><p><br/></p><p>Oque me admira nessa pesquisa é ainda ter mais 10% de pessoas que concordam com essa fala meritocráticas, como se salário fosse sinônimo de trabalho duro, como se uma pessoa que passa um dia inteiro em uma roça ou limpando a cidade que eles sujam, em uma fábrica, recebessem mais que um advogado que passa o dia no ar condicionado ou um juiz que tem 50% do salário de benefícios extras. Salário não é sinônimo de trabalho duro, renda não está equivalente ao esforço que se faz, e enquanto a sociedade, mesmo que mínima, pense isso, a sociedade não sai da mesmice, e o pobre ainda vai ter seu salário inferior ao seu esforço.</p><p>Maria Alice Silva Pereira </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 15:59:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Percepçoes sobre o livro nós e as desigualdades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354521788</link>
         <description><![CDATA[<p>Percebi que durante a leitura, as desigualdades sociais, tem como base pensamento retrógrados fundados desde a nossa colonização como: machismo estrutural, racismo, preconceitos de gêneros onde as mulheres não possam exercer funções igual as dos homens. Estudos e trabalho são meios para o crescimento do padrão de vida e melhoria. Falam sobre as taxação do aumento de imposto para os mais ricos, para utilizar com políticas sociais as pessoas mais necessitadas. A maiorias do brasileiros reconhece que as desigualdades existem e que exige esforços de todos, desde a população  e </p><p><br/></p><p><br/></p><p>principalmente dos poderes públicos. Acham que esses esforços são poucos e deveriam aumentar as ações na busca pela redução das desigualdade.  O sistema atual favorece a permanência dessa estrutura e manutenções privilégios. Esse estudo serve como um alerta para a necessidade de políticas públicas eficazes e um compromisso concreto com a justiça social. </p><p>Luciana Ribeiro de Holanda </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:00:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nós é as desigualdades. Escrito por Arthur Gonçalves Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354525533</link>
         <description><![CDATA[<p>“Nós e as Desigualdades”, da Oxfam Brasil, mostra que os brasileiros reconhecem a desigualdade, mas nem todos concordam sobre as causas e soluções. Muitos acreditam no esforço individual, mas percebem que nem todos têm as mesmas oportunidades. A discriminação racial e de gênero é reconhecida, mas há resistência a mudanças. Apesar do apoio a políticas públicas, existe desconfiança no governo. A maioria defende mais impostos para os ricos, mas nem sempre entende como o sistema atual favorece os mais ricos. O estudo indica que, além de políticas, é preciso mudar a forma como a sociedade vê a desigualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:03:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÃO DO RELATÓRIO NÓS E AS DESIGUALDADES DA OXFAM BRASIL.    Lucas Lopes Rocha Macedo</title>
         <author>lucasmacedo01655</author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354528652</link>
         <description><![CDATA[<p>Explora as desigualdades sociais no Brasil, focando em como elas afetam diversas esferas da vida, incluindo os direitos básicos da população. O estudo é uma análise crítica da distribuição desigual de riqueza e poder no país, destacando as grandes disparidades sociais. O livro mostra como a desigualdade impacta a qualidade de vida de diferentes grupos, especialmente dos mais vulneráveis. Ele também traz à tona a relação direta entre desigualdade e acesso à saúde, apontando que pessoas em situação de vulnerabilidade enfrentam mais dificuldades para acessar serviços de saúde básico. Dessa forma, percebe-se que o livro, Nós e as Desigualdades, busca sensibilizar sobre como as desigualdades estruturais no Brasil afetam a vida das pessoas de diversas maneiras, incluindo o acesso à saúde, e como a construção de um sistema mais justo é fundamental para melhorar as condições de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:05:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do livro nós e as desigualdades | Por Ellen Gomes Cavalcante </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354537822</link>
         <description><![CDATA[<p>Para mim, o relatório Nós e as Desigualdades da Oxfam Brasil deixa claro o que já é visível no dia a dia: o Brasil é um país profundamente desigual, e a maioria das pessoas reconhece isso. A pesquisa mostra que grande parte da população acredita que o governo tem a responsabilidade de reduzir essas desigualdades por meio de políticas públicas e um sistema tributário mais justo. No entanto, o que me chama atenção é que, ao mesmo tempo que muitos entendem o problema, ainda há uma crença equivocada na meritocracia e na ideia de que basta esforço pessoal para superar barreiras sociais.</p><p><br/></p><p>No fim, a pesquisa reforça a necessidade urgente de mudanças estruturais para combater a desigualdade no Brasil. A população está cada vez mais consciente desse problema, mas o grande desafio é transformar essa percepção em pressão real para que políticas mais justas sejam adotadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:12:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a pesquisa &quot;Nós e as Desigualdades&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354545553</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da pesquisa “Nós e as Desigualdades" , conseguimos perceber que a desigualdade no país está se perpetuando, onde cerca de sessenta e cinco por cento da população acredita que a disparidade socioeconômica não reduzirá. Essa desigualdade se ressaltam quando se tem, por exemplo, avanços tecnológicos e aquecimento global, onde as pessoas que têm mais poder aquisitivo conseguem se modificar melhor a realidade. No mais, há um forte apelo por políticas públicas mais eficazes e uma reforma tributária que aumente a taxação dos ricos para investir em políticas sociais como o combater a pobreza no Brasil.</p><p>-Iasmim de Oliveira Rodrigues </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:17:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354586792</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletindo: NÓS E AS</p><p>DESIGUALDADES</p><p>PESQUISA OXFAM BRASIL/DATAFOLHA</p><p>PERCEPÇÕES SOBRE DESIGUALDADES NO BRASIL</p><p>O estudo traz uma série de dados sobre como os brasileiros veem as disparidades entre diferentes grupos sociais e qual a importância de políticas públicas para combater essas desigualdades. Quanto à questão fiscal, 85% dos entrevistados apoiam o aumento de impostos sobre os ricos para financiar políticas sociais. O apoio popular à tributação progressiva indica que há uma crescente conscientização de que as desigualdades não podem ser resolvidas apenas com políticas públicas que favoreçam os pobres, mas também com uma reestruturação do sistema fiscal.</p><p><br/></p><p>Sobre a percepção racial, 79% afirmam que a justiça é mais severa com negros, e 75% acreditam que a cor da pele influencia nas contratações no mercado de trabalho. A persistência das desigualdades raciais no Brasil é um reflexo de um sistema que historicamente marginalizou a população negra, e esse dado mostra a necessidade de ações afirmativas, como cotas.</p><p><br/></p><p>Quanto ao gênero, 69% acreditam que ser mulher impacta negativamente na renda, evidenciando a falta de oportunidades e a maior carga de trabalho, especialmente no que se refere aos cuidados domésticos. A pesquisa aponta a necessidade de equidade de gênero, especialmente no campo econômico, com ênfase em garantir igualdade salarial e maior representação feminina em cargos de liderança. </p><p> “Nós e as Desigualdades” traz à tona uma série de reflexões importantes sobre as desigualdades estruturais no Brasil. Ela revela que a maioria da população está ciente dessas disparidades e apoia mudanças fiscais e políticas públicas que busquem a equidade. Porém, ela também evidencia o quanto as desigualdades de raça e gênero ainda marcam a realidade do país, o que requer uma ação urgente e efetiva. O desafio é encontrar formas de implementar políticas públicas que não apenas abordem as desigualdades econômicas, mas também aquelas que têm raízes profundas em questões históricas, como o racismo e o sexismo.</p><p>O apoio popular a uma maior intervenção estatal, como o aumento de impostos para os mais ricos e o fortalecimento das políticas sociais, demonstra que a sociedade brasileira tem se conscientizado da necessidade de transformar as estruturas que perpetuam essas desigualdades.</p><p><br/></p><p>Fernanda Miranda Costa</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 16:46:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a PESQUISA OXFAM BRASIL/DATAFOLHA PERCEPÇÕES SOBRE DESIGUALDADES NO BRASIL - Mickael Germano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/izabelherika/ck6ocunf5obo7w95/wish/3354885523</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa <em>Oxfam Brasil/Datafolha sobre Percepções sobre Desigualdades no Brasil</em> revelou diversas questões que chamam bastante atenção sobre as desigualdades sociais e econômicas no país. Um dos pontos mais impactantes foi a percepção dos brasileiros sobre a desigualdade de renda, onde muitos apontaram que as desigualdades estão cada vez mais profundas e visíveis. A maior parte da população acredita que as políticas públicas não têm sido eficazes para combater essa disparidade, o que evidencia um distanciamento entre as necessidades da população e as ações governamentais. Outro dado relevante é que, embora as desigualdades raciais e de gênero ainda sejam grandes problemas, a percepção sobre as desigualdades econômicas também se relaciona com a questão do acesso a direitos e serviços essenciais, como saúde e educação, além da grande concentração de riqueza nas mãos de poucos, que é uma das causas mais citadas para a manutenção das desigualdades. A pesquisa revelou ainda um dado importante sobre a confiança das pessoas nas instituições políticas, apontando uma percepção de frustração com a forma como o sistema funciona, o que pode contribuir para uma sensação de impotência frente à luta por mais igualdade.</p><p>Esses aspectos evidenciam não apenas a magnitude da desigualdade no Brasil, mas também o sentimento de insatisfação da população com as soluções que estão sendo propostas para reduzir essas disparidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 21:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o livro “ nós e as desigualdades”, por Angelo Carvalho</title>
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         <description><![CDATA[<p>Ao analisar a pesquisa da Oxfam, os dados estatísticos sobre desigualdades no Brasil são chocantes. É válido destacar. como culturalmente muitos cidadãos brasileiros tem enraigados a convivência com a desigualdade,  muitas vezes tornando essas situações banais apesar de que boa parte população tenha noção de riqueza e pobreza, muitos não sabem qual classe pertencem, ignorando a concentração de renda nas mãos de poucos. A educação e o trabalho são vistas como fundamentais para melhorar a vida, mas ainda existem profundas desigualdades. Fatores como raça, gênero, região e política influenciam as oportunidades de ascensão social, criando barreiras invisíveis que limitam a mobilidade social. Destacando que as minorias sócias, como negros e indígenas,  são os que sentem mais fortemente os estigmas da desigualdades, pois apresentam constantemente o cerceamento de seus direitos básicos com o direito a  moradia ,  a uma alimentação de qualidade e até mesmo uma educação e uma saúde de qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 11:49:58 UTC</pubDate>
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