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      <title>My terrific shelf by </title>
      <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60</link>
      <description>Made with a creative frenzy</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-10 14:04:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Fluxos de lava&quot;</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/312919323</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade laboratorial realizamos uma experiência com o mel para simular a viscosiadade da lava </div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/-XXJeXUAMaVE/UWiF3_aCLEI/AAAAAAAAU0g/x4h3ChCW-Dg/s1600/Italy%2527s+Mount+Etna+erupts_08.jpg" />
         <pubDate>2018-12-10 14:07:04 UTC</pubDate>
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         <title>Lavas basicas</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/312920270</link>
         <description><![CDATA[<div>Com baixo teor de sílica (inferior ou igual a 50%). Apresenta temperaturas elevadas (1100 °C a 1200 °C), fração volátil reduzida e baixa viscosidade, fluindo com facilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 14:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Lava acida</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/312970276</link>
         <description><![CDATA[<div>Com alto teor de sílica (superior a 70%). Apresenta temperaturas pouco elevadas (800 °C a 1000 °C), fração volátil significativa e elevada viscosidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 15:25:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Teoria da tectonica de placas </title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/313348468</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenvolvida por Alfred Wegner afirmava que a litosfera está dividida em placas.<br>Os movimentos das placas são alimentados pelo calor interno da Terra. As principais placas são:<br>•Placa do Pacífico <br>•Placa de Nazca<br>•Placa Norte Americana<br>•Placa sul amerocana<br>•Placa da Antártida <br>•Placa indo-australiana <br>•Placa euro-asiática<br>•Placa africana </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 12:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura de um vulcão</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/313349826</link>
         <description><![CDATA[<div>Um vulcão é constituído por um cone vulcânico, uma cratera, uma chaminé vulcânica que permite a ascensão do magma, material rochoso em fusão que quando perde os gases nele dissolvidos dá origem a lava.<br>Este magma encontra se acumulado na câmara magmática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 12:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Lava intermédia </title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/314087847</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta características intermédias entre as lavas básicas e as lavas ácidas. Os teores de sílica oscilam entre 50% e 70%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-12 23:51:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347977844</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade experimental foram vistos ao microscópio óptico dois tipos de células:<br>As células animais (do epitélio da lingua) e as células vegetais (epiderme da cebola). <br>Foram também utilizados vários corantes nas preparações de modo a serem salientadas determinadas partes das células. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:16:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microscópio</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347977968</link>
         <description><![CDATA[<div>Para realizarmos as seguintes atividades temos, primeiro, de conhecer e saber como trabalharemos um microscópio ótico composto. Através deste microscópio conseguimos ampliar uma determinadas estruturas impossíveis de ver a olho nu com, a ajuda de lentes.<br>Desta forma, o MOC é formado duas partes:<br>A<strong> componente mecânica</strong> que suporta e permite controlar a <strong>componente ótica </strong>que é responsável pela ampliação da imagem.<br>Cada uma destas partes é constituída por algumas componentes, que juntas formam o MOC</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347979406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Componente mecânica<br></strong><br></div><ul><li><strong>Pé ou Base – </strong>suporta o microscópio, assegurando a sua estabilidade </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Braço – </strong> – peça fixa à base, na qual estão aplicadas todas as outras partes constituintes do microscópio. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Platina –</strong> base que fixa a preparação. Tem uma abertura central que possibilita a passagem de luz. Possui duas pinças que ajudam à fixação da preparação. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Revólver –</strong> suporta as objetivas. Permite a troca das objetivas rodando sobre um eixo;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Tubo ou Canhão – </strong> suporta os sistemas de lentes, localizando-se na extremidade superior a ocular e na inferior o revólver com objectivas. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Parafuso Macrométrico – </strong>permite o movimento da platina de grande amplitude. é indispensável para fazer a focagem.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Parafuso Micrométrico – </strong>permite movimentos da platina, lentos e de pequena amplitude. Permitem uma focagem precisa da imagem</li></ul><div><br></div><div>Componente ótica<br><br></div><ul><li>  Oculares e  Objetivas - lentes que permitem a ampliação da imagem. A ampliação total dada pelo microscópio é igual ao produto da ampliação da objetiva pela ampliação da ocular. </li><li> Fonte Luminosa - iluminação da preparação, possibilitando a sua visualização</li><li> Diafragma – regula a intensidade luminosa no campo visual do microscópio </li><li> • Condensador – distribui regularmente, no campo visual do microscópio, a luz que atravessa o diafragma. </li></ul><div><br>Fonte: <a href="http://files.comunidades.net/albertocaeiro/MOC.pdf">http://files.comunidades.net/albertocaeiro/MOC.pdf</a><br><br>Fonte: imagem- <br><a href="http://mundodacana.blogspot.com/2009/09/aula-terca-feira-dia-15-de-setembro-de.html">mundodacana.blogspot.com</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:22:51 UTC</pubDate>
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         <title>Letra F</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347981721</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira parte da atividade consistia em:</div><ul><li>A partir de um jornal procurar a letra F;</li></ul><div><br></div><ul><li>Colocar numa lâmina uma gota de água;</li></ul><div><br></div><ul><li>Com a ajuda de uma pinça colocar a letra na água e, lentamente, deixar cair uma lamela por cima desta;</li></ul><div><br></div><ul><li>Colocar tudo isto no microscópio e ajustar a imagem com o auxilio dos parafusos micro e macrométricos.</li></ul><div>A imagem observada era ampliada, invertida e simétrica, como podemos ver na fotografia seguinte.  </div><div><br><br>A.T- 4x10=40.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:31:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabelos</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347985612</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi feita também uma preparação semelhante à anterior, mas desta vez com dois curtos fios de cabelo, um mais claro e um mais escuro, em que um estava pousado por cima do outro, dando volume à preparação.<br><br><br>Focagem do cabelo castanho (A.T- 4x10)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347986384</link>
         <description><![CDATA[<div>Focagem do cabelo loiro (A.T- 10x10)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 09:48:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347989499</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade, pretendíamos observar células animais e células vegetais, de modo a observar as diferenças entre as duas. Para isso, utilizámos células do epitélio bocal e células da epiderme da cebola, respetivamente. Utilizámos também corantes para melhor evidenciar os seus constituintes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:00:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de células vegetais - Água iodada</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347989744</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:01:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347991617</link>
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         <pubDate>2019-04-03 10:09:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347991775</link>
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         <title>Azul Metileno</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347992041</link>
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         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347992122</link>
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         <title>Vermelho neutro</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <pubDate>2019-04-03 10:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Observação de células animais do Epitélio bocal</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347993308</link>
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         <pubDate>2019-04-03 10:16:40 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347994116</link>
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         <pubDate>2019-04-03 10:20:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conclusões </title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347994217</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas células da cebola, cada corante permitiu fazer uma observação diferente: a água iodada permitiu-nos observar a membrana, a parede e o núcleo das células; com o azul de metileno foi possível a observação dos núcleos; e com o vermelho neutro foi possível vermos os vacúolos das células. Nas células animais apenas foi usado o azul de metileno, pois não faria sentido usar os outros corantes, uma vez que este tipo de células não tem nem parede celular nem vacúolos de grandes dimensões.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347995547</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste 2º Período introduzimos o estudo da biologia, e para tal, o nosso professor propôs um pequeno trabalho sobre uma espécie existente na Península Ibérica em vias de extinção, o <strong>Lince-Ibérico</strong>. Haviam 3 temas diferenciados e foram atribuídos a cada um dos grupos de cada turno. Os temas propostos eram os seguintes:</div><div>- <strong><em>1 </em></strong>– Caracterização do lince-ibérico e seu posicionamento na hierarquia biológica e na estrutura do ecossistema, exatamente <strong>o tema atribuído ao meu grupo.</strong><br><br>-<em> </em><strong><em>2 </em></strong>– Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção.<br><br>- <strong><em>3</em></strong> – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.<br><strong>Lince ibérico:</strong></div><div><strong>Reino</strong>: Animalia<br><strong>Filo</strong>: Chordata<br><strong>Classe</strong>: Mammalia<br><strong>Ordem</strong>: Carnívora<br><strong>Família</strong>: Felidae<br><strong>Género</strong>: Lynx<br><strong>Nome científico </strong>: Lynx pardinus<br><br><strong>- Origem:<br><br></strong>O Lince Ibérico habita o nosso planeta há mais de 1 milhão de anos. Atualmente, no mundo, existem quatro espécies de linces:<br><br>- lince canadiense (Lynx      Canadensis);<br>- lince vermelho (Lynx Rufus);<br>- lince do norte (Lynx Lynx);<br>- lince ibérico (Lynx Pardinus)<br><br></div><div><strong>Caracterização do Lince</strong></div><div><strong>- Morfologia:</strong><br>O Lince Ibérico tem entre 80-110 cm de comprimento, uma altura entre 50-70 cm. Um macho pode pesar entre 12–16 kg e a fêmea pode pesar 9-11 kg.<br>O Lince Ibérico apresenta:<br>· Uma cabeça relativamente pequena;<br>· Penachos nas pontas das orelhas;<br>· Pelos faciais alongados que se tornam mais notáveis no Inverno;<br>· Uma pelagem longa e sedosa com uma coloração castanha avermelhada ou cinzenta, com manchas negras<br>· Uma aparência robusta com pernas sólidas das quais as de trás são notavelmente mais compridas do que as da<br>frente;<br>· Garras grandes.<br><br><strong>- Alimentação:</strong><br>A dentição dos linces-ibéricos é constituída por um número reduzido de dentes bastante aguçados. Estas<br>características evidenciam a grande especialização existente nesta espécie de felídeo no que toca à dieta e à<br>alimentação. Sendo um animal carnívoro, a sua atenção dirige-se para presas muito específicas.<br>Dentro das presas disponíveis nos habitats mediterrânicos da Península Ibérica, o lince seleciona fortemente o<br>coelho-bravo que constitui entre 80 a 100% da sua alimentação. Outros vertebrados como roedores, lebres, perdizes e outras aves podem também ser predados pelo lince. No<br>entanto, em níveis significativamente inferiores aos do coelho.<br><br><strong>- Reprodução:</strong><br>Tal como muitos outros felinos, o lince-ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fêmeas na época da<br>reprodução, quando estas entram no cio. Após o acasalamento, o macho regressa ao seu território, não tendo mais<br>contacto com a fêmea nem quaisquer cuidados parentais com as suas crias. Por esta altura a fêmea procura uma toca em<br>cavidades naturais, como o tronco oco de uma grande árvore ou uma zona rochosa, para ter as suas crias, numa área<br>longe da perturbação humana e com alimento e água disponíveis na proximidade.<br><br>-<strong>Época de reprodução:</strong> janeiro a julho, com um pico entre janeiro e fevereiro<br>-<strong>Época de nascimentos: </strong>março a abril<br>-<strong>Gestação: </strong>cerca de 2 meses.<br>-<strong>Tamanho da ninhada:</strong> 2-3 crias.<br>-<strong>Sobrevivência até à independência:</strong> 1-2 crias por fêmea.<br>-<strong>Idade de independência:</strong> 7 a 10 meses.<br>-<strong>Idade da primeira reprodução:     .Fêmeas: </strong>primeiro inverno; .<strong>Machos: </strong>aos dois anos.<br>-<strong>Longevidade: </strong>Até 16 anos.</div><div><br></div><div><strong>- Distribuição Geográfica:<br></strong>Estima-se que, atualmente, o número de linces ibéricos existentes em liberdade seja de 589 exemplares<br>distribuidos em oito núcleos populacionais da Península Ibérica. <br>Na década de oitenta a área de ocorrência em Portugal e Espanha , foi drasticamente reduzida e fragmentada. A<br>População tornou-se restrita a núcleos relativamente isolados.<br>Entre 2015 e 2017 foram libertados 27 animais no Vale do Guadiana. Desde 2016 que há reprodução na natureza<br>e a maioria dos animais apresenta território estável.<br><br><strong>- Habitat Natural:<br></strong>O lince-ibérico seleciona habitats de características mediterrânicas, como bosques, matagais e matos densos.<br><br>Os requisitos ecológicos do lince-ibérico podem resumir-se da seguinte forma:</div><ul><li> O seu habitat potencial tem condições adequadas de alimento e água, disponíveis ao longo do ano, vegetação adequada para abrigo/reprodução e tranquilidade;</li></ul><div><br></div><ul><li> Mais de 50-60% do coberto vegetal dos seus territórios é composto por matagal e cerca de 20% por orlas entre pastagens e matagal, formando uma estrutura em mosaico;<br><br></li><li>Nos seus territórios, durante a época de reprodução, a densidade de coelho-bravo é superior a 4,5 indivíduos/hectare;</li></ul><div><br></div><ul><li> A conectividade entre os diferentes núcleos é fundamental para a dinâmica da espécie</li></ul><div><br></div><div><strong>- Hierarquia Biológica:<br></strong>O Lince-Ibérico é um mamífero multicelular constituído por vários sistemas de orgãos interdependentes. O ecossistema onde se encontra são as áreas de floresta mediterrânea.<br><br><strong>- Posição do Lince na estrutura do ecossistema:<br></strong>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em<br>movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície,<br>nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em<br>estabelecer-se numa determinada área e dominar um território. Este tipo de estrutura na paisagem é provavelmente o<br>tipo de habitat selecionado pelo coelho nas zonas florestais, e oferece ao lince um abrigo e uma maior facilidade na<br>captura dos mesmos. O lince é um predador e tem como principal presa o coelho bravo (relação de predação).<br>Quando um habitat reúne todas estas características com uma elevada existência de coelhos, o tamanho do território<br>do lince pode ser inferior a 300 ha. Se, eventualmente, este tipo de ecossistema não se encontrar disponível, o lince<br>ibérico pode vir a ocupar áreas com uma qualidade mais baixa, embora possam existir presas suficientes, a área é<br>mais extensa rondando os 1000 a 2000 ha.<br><br></div><div>                <strong>Conclusão:</strong></div><div>Em síntese, com a realização deste pequeno trabalho adquiri conhecimentos sobre o <strong>lince-ibérico,</strong> nomeadamente sobre o tema à qual eu e o meu grupo de trabalho pesquisamos, mas também sobre os restantes temas (Tema 2 e Tema 3) à qual os restantes grupos de trabalho pesquisaram e apresentaram, para além de também nos esclarecerem algumas dúvidas. Além disto compreendi melhor a introdução ao tema da biologia, nomeadamente à hierarquia biológica e à posição de espécies no ecossistema. <br><br>Membros do meu grupo: Ana Valéria; Ana Luísa; Bea Leite; Clara Teixeira <br><br>Fonte: imagem- <br><a href="https://www.lpn.pt/pt/conservacao-da-natureza/programa-lince">Liga para a Protecção da Natureza</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:28:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é?</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347996610</link>
         <description><![CDATA[<div>É o processo de difusão de fluidos através de paredes porosas ou pouco permeáveis que separam soluções do mesmo solvente de diferentes concentrações<br><br>Fonte: imagem- <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/osmose.htm">Mundo Educação</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:34:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Osmose </title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desta vez, em laboratório, realizamos uma experiência onde a partir de pétalas de uma Camélia, pretendíamos ver o que acontecia aos vacúolos das pétalas quando colocados em água destilada (com pouca concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico em relação à célula) e em água salgada (com muita concentração de cloreto de sódio - meio hiperbólico em relação à célula). Antes de passarmos à parte desta experiência, devemos primeiramente conhecer melhor a célula, começando pela membrana celular que onde é se dá a entrada e saída de água no meio intracelular da célula, onde se localiza o seu vacúolo que vai sofrer transformações.<br><br><strong>Membrana celular:</strong><br>A membrana celular delimita a célula, seja procariótica ou eucariótica, constituindo uma barreira seletiva entre o meio intracelular e o meio extracelular. Através da membrana a célula realiza trocas de matéria e de energia com o meio envolvente.<br><br>Fonte: imagem- <a href="https://www.caracteristicas.co/membrana-celular/">caracteristicas.co</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/341348652/2673de2f24abb496500d891b631d37d5/membrana_celular_e1459556510807.jpg" />
         <pubDate>2019-04-03 10:38:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade laboratorial - Osmose</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347998839</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> Material:</strong></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong> Procedimento:<br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e também cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos;<br><br>Fonte: Manual Biologia 10</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:44:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347999219</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a realização desta atividade experimental, verifiquei que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada, meio hipotónico, o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e possuía grandes dimensões. Pode-se concluir, que através do processo de osmose, a água entra para o meio intracelular, fazendo com que o vacúolo aumente de tamanho e com que o vermelho ficasse menos concentrado. Nesta situação, a célula ficou em estado de turgescência, devido à menor concentração de pigmentos<br>Quanto à lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada, meio hipertónico (grande concentração de soluto), o vacúolo das células diminui de tamanho e fica com uma cor mais intensa. Com este resultado, pude concluir que a água moveu-se do meio intracelular para o meio extracelular por osmose, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e os pigmentos se concentrassem, ficando com uma cor mais intensa. Neste caso pode-se afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:46:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observações- célula plasmolisada</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/347999340</link>
         <description><![CDATA[<div>Descrição da foto: pétala da camélia (preparação B) encontra-se em contacto com a solução aquosa de cloreto de sódio. Podemos ver os vacúolos com uma cor intensa e de pequena dimensão.<br><br>A.T- 40x10</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:47:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação - célula em turgescência</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/348000007</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem podemos ver a preparação A, onde a pétala da camélia se encontra em contacto com a água destilada. Aqui podemos ver os vacúolos muito dilatados e com uma cor pouco intensa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 10:49:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transpiração e trocas gasosas nas plantas</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367143982</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais de 90% da água obtida pelas plantas do solo é perdida na transpiração foliar, principalmente durante o dia. Isto ocorre nos estomas.<br>Os estomas são estruturas formadas por um conjunto de células que se localizam, normalmente, na parte inferior das folhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:36:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367144239</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estomas são estruturas microscópicas presentes nas plantas, maioritariamente na parte inferior das suas folhas, que podem abrir ou fechar de modo a controlar as trocas gasosas entre o meio interno da planta e o meio externo. Estas trocas incluem O2, CO2e H2O. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:37:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição dos estomas</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367144378</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada estoma é constituído por células guarda, células de companhia e um ostíolo.<br><br>-<strong>Células guarda: </strong>estas células controlam a abertura e o fecho dos estomas, quando se encontram túrgidas, o estoma abre, quando se encontram plasmolisadas, os estoma fecha. A sua forma está adaptada a estes fenómenos, uma vez que as suas paredes não apresentam sempre a mesma espessura, deste modo, são mais espessas junto ao ostíolo e menos espessas junto das células de companhia. A parte menos espessa é mais elástica e, assim, permite que a célula reaja às diferentes pressões osmóticas, para controlar a abertura e o fecho dos estomas.<br><strong><br>-Ostíolos: </strong>os ostíolos são aberturas nos interior dos estomas (apenas um em cada estoma), delimitado pelas células guarda e é o pela comunicação entre o interior do estoma e o meio exterior.<br><br>-<strong>Células de companhia:</strong> estas células rodeiam todo os conteúdo do estoma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:38:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como é controlada a abertura dos estomas ?</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367144485</link>
         <description><![CDATA[<div>O grau de abertura dos estomas é condicionado pela quantidade de água presente nas células-guarda, determinante do seu grau de turgescência.  Os ostíolos ficam abertos enquanto as células-guarda se mantiverem túrgidas, com consequente deformação das suas paredes celulares. Quando perdem água, a pressão de turgescência diminui e as células-guarda aproximam-se, encerrando o ostíolo. A abertura dos estomas é condicionada por fatores como a concentração de iões (como K+), a disponibilidade de dióxido de carbono, a luz, a temperatura, o vento ou a quantidade de água no solo.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:39:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferença da quantidade de estomas</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367144835</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa folha de uma planta, encontramos uma maior quantidade de estomas na parte inferior da folha do que na superior, isto porque, a parte superior da folha está mais exposta a fatores climatéricos, como o calor, o vento, a humidade, a chuva... Ao ter mais estomas na parte inferior, o controlo das trocas gasosas e da transpiração pelos estomas é facilitado. Além disso a distribuição dos estomas na folha não é homogénea pelo que se restringirmos a contagem apenas a uma área, essa pode não traduzir o número médio real de estomas. Quanto maior o número de estomas, maior a taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:41:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367147195</link>
         <description><![CDATA[<div>Na atividade laboratorial que realizamos no 3.º período abordamos um dos temas do nosso programa, “As trocas gasosas nas plantas”. Anteriormente, nas aulas teóricas, estudámos de que maneira as plantas funcionam e como processam algumas reações metabólicas essenciais à sua sobrevivência como a fotossintese, a transpiração e a respiração celular. Estas reações estão claramente dependentes da atividade dos estomas, uma vez que são estes os responsáveis pelas trocas gasosas ocorrentes nas plantas. Foi aqui que a nossa experiência incidiu: observar estes componentes das plantas, perceber como eles funcionam, inter-relacionando as suas características físicas com alguns fatores abioticos (como a luminosidade, salinidade) de modo a explicar o seu comportamento perante as necessidades da planta<strong>.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>Material</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Folhas verdes frescas de Tradescantia</li><li>Pinça </li><li>Bisturi </li><li>Conta-gotas </li><li>Lâminas </li><li>Lamelas </li><li>Papel de filtro </li><li>Água destilada </li><li>Solução de cloreto de sódio a 12% </li><li>Soro fisiológico</li><li>Microscópio ótico compsto</li><li>Candeeiro de mesa</li></ul><div><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>Procedimento:<br><br></strong><em> 1.</em>Coloque duas folhas de Tradescantia debaixo da luz direta de um candeeiro durante alguns minutos (evitar uma exposição prolongada ao calor). <br><em>2.</em>Coloque outras duas folhas de Tradescantia no escuro pelo menos durante 30 minutos. <br><em>3.</em>Faça, com um bisturi, um golpe na epiderme inferior de uma folha que esteve exposta à luz. <br><em>4.</em>A partir deste golpe destaque, com uma pinça, uma película de espessura reduzida da epiderme da folha. <br><em>5.</em>Coloque a película sobre uma lâmina com uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico, de tal forma que a epiderme fique completamente distendida.<br><em> 6</em>. Cubra a preparação com uma lamela. <br><em>7.</em>Observe a preparação ao microscópio, usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x.<br><em> 8.</em>Desenhe e legende um estoma e algumas células da epiderme circundante. <br><em>9.</em>Conte o número de estomas que se encontram no campo de visão. Repita o procedimento em duas outras áreas da preparação. Registe as observações. <br><em>10.</em>Repita os procedimentos 3. a 9., mas com a epiderme superior da folha.<br><em>11.</em>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando uma folha que esteve às escuras. <br><em>12.</em>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando água destilada como meio de montagem. <br><em>13.</em>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando solução de cloreto de sódio como meio de montagem<strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:56:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão </title>
         <author>adrianosalgado42</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em contacto com a água destilada as células-guarda abrem, uma vez que o seu meio interno é hipertónico em relação ao meio externo, resultando na entrada de água por osmose e comsequente abertura do ostíolo devido ao efeito de turgescência.<br>No meio salino acontece o oposto. As células-guarda apresentam um meio interno hipotónico em relação ao meio exterior e assim ocorre a saída de água por osmose. Com isto as células-guarda passam a um estado de plasmólise, o que leva ao fecho do ostíolo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 10:59:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão pessoal</title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367148982</link>
         <description><![CDATA[<div>A realização desta atividade foi muito importante na medida em que permitiu ampliar os nossos conhecimentos acerca da estrutura dos estomas assim como o seu mecanismo de fecho e abertura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 11:03:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367259788</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Abertura dos estomas sem luz</strong></div><div>Ampliação 10x10=100<br>(Fotografia tirada na aula)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 20:00:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260100</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Abertura dos estomas sem luz <br></strong>Ampliação 20x10=200<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 20:02:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260241</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Abertura dos estamos sem luz<br></strong>Ampliação de 40x10=400</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 20:03:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260465</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Representação em desenho </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 20:05:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260622</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Observação dos estomas com luz<br></strong>Ampliação 10x10=100<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 20:06:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260755</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Observação dos estomas com luz <br></strong>Ampliação 20x10=200<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322906361/8c080fc6daaf37a5a363fa2093f7cc63/estomas_cluz_20x10.jpg" />
         <pubDate>2019-06-12 20:07:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>adrianosalgado42</author>
         <link>https://padlet.com/adrianosalgado42/ck4yhs5her60/wish/367260950</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Observação dos estomas com luz <br></strong>Ampliação 40x10=400<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322906361/32a184848513d4c0ed669e9ca1893171/estomas_c_luz_40x10.jpg" />
         <pubDate>2019-06-12 20:08:44 UTC</pubDate>
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