<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Minha experiência com a aquisição de linguagem by Janaina Marques</title>
      <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv</link>
      <description>Compartilhe como foi a sua experiência de aquisição de linguagem da(s) língua(s) adicional(ais) que já adquiriu. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-12 15:34:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-10-01 19:06:15 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Lembrem de colocar seus nomes no título para que saibamos quem escreveu a mensagem - Janaina Marques</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/762504612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2020-09-20 23:22:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/762504612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773715313</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sou a Ana e Minha experiência na aquisição da segunda língua começou relativamente cedo com 6 anos. Minha mãe me transferiu para uma escola pequena no qual o dono tinha esse projeto inovador, na época, de dar aulas de Inglês para crianças. Logo na primeira aula fiquei encantada em aprender os numbers e lembro que ao sair da aula queria contar a todos que sabia contar até 10 em Inglês. A cada aula era uma descoberta...uma experiência diferente e lembro que meu pai e meu avô eram grandes incentivadores. Colocavam músicas em Inglês e faziam a brincadeira de tentar identificar alguma palavra conhecida. Meu avô dividia comigo as revistas Speak Up e até me deu um Walkman para ouvir as fitas que vinham.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-23 20:18:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773715313</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773716332</link>
         <description><![CDATA[<div>Aos 9 me mudei para São Paulo e minha mãe me matriculou em uma escola de idiomas do bairro. As aulas foram das mais variadas. Tive professores que brincavam em aula, tive professores mais sérios, tive professores que eram feras em gramática e tinham aqueles que foram ótimos para uma boa conversa. Fiz o curso desde o primeiro nível infantil até o avançado. E com 15 para 16 anos a diretora do curso me convidou para ajudar nos plantões de dúvidas. As aulas em si me ajudavam a adquirir a parte formal do Inglês, as regras, as estruturas, mas eu como gostava muito do inglês, buscava sempre estar em contato com o idioma. Ouvia muita música, assistia a muitos filmes (lembro de colocar cartolina preta na televisão para ocultar a legenda dos filmes) . E acredito que esse conjunto de atitudes que partínham parte do curso e também de mim fizeram adquirir o que sei hoje de Inglês. Com o Alemão e o Frances segui mais ou menos o mesmo estilo de aprendizado. Sempre tentando ter um maior contato ou o máximo de contato possível com o idioma.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-23 20:18:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773716332</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diandra Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773716784</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu aprendizado da língua inglesa começou de forma não sistemática começou aos 9, 10 anos, através de músicas internacionais. Com acesso restrito a internet, eu buscava ouvir atentamente aos sons e tentava reproduzi-los, contato algumas vezes com a versão escrita das músicas contida nos encartes dos CDs. Ao decidir estudar o idioma de forma mais sistemática, passei a utilizar a tradução como um recurso de aprendizado, a fim de entender o que o música queria dizer. Este processo aumentou consideravelmente o meu vocabulário e me permitiu estabelecer algumas associações acerca da gramatica a partir da recorrência de estruturas. Cantar em voz alta e ler textos em voz alta (após ouvi-las muitas vezes) era a minha estratégia pra praticar a pronuncia. A expressão oral e escrita eram dois aspectos que comecei a desenvolver efetivamente ao começar um curso livre. Neste período, me concentrei bastante no estudo da gramatica. Como forma de "imersão" no idioma, passei a assistir seriados americanos, a fim de ter uma noção de como nativos falavam "na vida real". Da minha experiência, levo para a minha sala de aula (que ate o momento é uma sala de aula baseada no CLT) a importância de aumentar o seu vocabulário de forma continua, de buscar aprimorar sua pronuncia (a fim de se expressar e compreender os outros melhor) e de oportunizar ao máximo momentos de interação para produção menos controlada em Língua Inglesa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-23 20:18:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/773716784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Juliana Santana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/781023288</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Juliana e sou do Rio, e residente do interior de SP há 5 anos. A minha experiência na aquisição da segunda língua começou aos 9/10 anos no curso de idiomas de bairro na cidade em que morava. Era legal pois meus amigos da escola também faziam lá, e esse cursinho acabou sendo uma extensão da escola. Além ainda dos professores utilizarem de músicas da época, que estavam na moda, para nos interessar pelo idioma. Depois de uns 2 anos desisti. Aos 17 migrei para o espanhol pois acreditava que conseguiria mais pontos na hora do Vestibular. Depois das provas quando entrei para a faculdade também parei. O inglês voltou para a minha vida depois que,  meu noivo, foi fazer um intercâmbio, na Nova Zelândia e depois de uns 3 meses lá,  ele viu que tínhamos condições de emigrar e ter uma vida confortável neste país.  7 meses depois estava eu embarcando para a NZ. Mas, 3 meses antes, fiz um curso "emergencial" com um professor particular para me ajudar a chegar lá e me virar. <br>Chegando na Nova Zelândia, vi que não sabia nada. E se iria viver neste país, eu teria que aprender "na marra" esse idioma. Me joguei! Fiz os cursos de inglês, vi muito desenhos infantis e filmes para me ajudar. Vi, que precisava praticar e que o trabalho poderia me ajudar. Trabalhei com Nanny, Waitress e em lojas de departamento que me deu muito repertório e vivência. Tive que estudar ainda mais, pois queríamos a residência, e para tal e teria que fazer a prova do IELTS(General, nota média 5,5). Estudei e fiz. Conseguimos a residência. Depois de anos a cidadania. A estabilidade, decidimos nos casar e ter um filho. Assim o fizemos. E depois de participar de alguns "Coffee groups" com mães, decidi fazer um curso de Early childhood education para me ajudar a "ajudar" meu filho. AMEI. Decidi fazer a faculdade lá. Mas para entrar na faculdade teria que fazer o IELTS novamente e tirar 7 em todos os eixos. Fiz cursos preparatórios e consegui. Fiz minha faculdade de Early childhood na NZ Tertiary College. E ao mesmo tempo comecei a trabalhar na área. E desde então nunca mais parei de ter contato com o idioma.<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-26 01:33:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/781023288</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O meu processo de ensino-aprendizagem referente à língua inglesa não foi tão eficaz no começo quanto é atualmente (sim, considero-o ativo ainda já como professora, pois continuo estudando e aprendendo!), desde quando conheci a abordagem comunicativa. A ausência de foco na habilidade linguística Fala, não prioridade à prática oral, conversação, e a conteúdos significativos, que fizessem sentido para mim na minha vida cotidiana, não favoreceram a minha fluência e limitaram a minha capacidade referente à comunicação eficaz em Inglês. Atualmente, com todos estes aspectos presentes na minha formação continuada e prática docente, sinto-me cada vez mais capaz de estruturar e aplicar o meu conhecimento, e formar os meus alunos verdadeiros bilíngues.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/782368090</link>
         <description><![CDATA[<div>JÚLIA MICHELETTI</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-27 13:37:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/782368090</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Karine Torres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/785342272</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência com Inglês começou bem cedo!<br>Minha mãe não era fluente mas sabia bastante e volta e meia falava uma coisa ou outra comigo e meus irmãos!<br>Qd fiz 9 anos ela comprou uma coleção de livros tipo Enciclopédia para eu estudar em casa! Eram livros bons com muita gramática e vocabulário! Eu amava passar horas folheando aqueles livros!<br><br>Com 12 entrei no CCAA e segui por lá até os 19 qd terminei o curso!<br>Qd adolescente era apaixonada por música pop americana e vivia na tv de frente pra MTV e acompanhando as letras na Revista Bizz!<br><br>Depois disso fui fazer faculdade de Comunicação Social e o Inglês ficou meio de lado, mas sempre amei tudo que se refere a cultura americana (especialmente), porém nunca curti muito o sotaque britânico e nem a formalidade daquelas terras.<br><br>Qd meu filho nasceu uma das minhas maiores preocupações era q ele tivesse contato com a língua logo cedo, então sempre tivemos muitos livros infantis em Inglês em casa.<br><br>Em 2010 fui morar fora do país e precisei colocar o Inglês em prática! Vivi 6 anos falando Inglês no Oriente Médio, o que fez com que adquirisse um resquício do “Arabês” (Inglês meio árabe) que eles falam!<br><br>Hoje escrevo, leio e interpreto muito bem, dificilmente tenho erros em gramática e ortografia, mas gostaria de ter tido, qd adolescente, aulas que me estimulassem mais a falar e que tivessem exercitado mais minha pronúncia, pois depois de tantos anos, vejo que algumas correções se tornam cada vez mais difíceis!<br><br>By the way, sou uma amante do Inglês! E o que tento passar aos meus alunos, antes de qq coisa, é essa paixão pelo idioma! Pq qd a gente gosta de algo, aprender deixa de ser obrigação e vira diversão!!! 😍</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-28 17:43:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/785342272</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carol Medeiros</title>
         <author>carolmedeirosenglishteacher</author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/785920532</link>
         <description><![CDATA[<div>Sempre tive inglês na escola desde cedo e demonstrava facilidade para aprender, mas foi aos 11 anos que a minha mãe me colocou em curso de Inglês. Logo depois fui convidada para ser monitora na escola de Português e Inglês, e ajudar meus colegas no contra turno. Depois que adolescência chegou passei a ter professores que não me tocaram. Comecei a achar a matéria chata e muito sistemática e repetitiva. Continuava a ser boa aluna, mas sem valorizar. No Ensino Médio, passei a aprender Espanhol também, e a amar, pois era a língua das músicas que meu pai ouvia quando eu era pequena. No 2º ano do E.M. troquei de escola, e passei a ir muito mal em Espanhol porque não gostava da professora, então minha mãe me matriculou num curso de Espanhol e novamente no de Inglês. O Espanhol deslanchou, passei a amar, a entender e querer saber tudo sobre o idioma. Logo depois tranquei o curso de Inglês, porque não curtia o método. Quando comecei a fazer Letras Português/Espanhol já estava nos finalmente do curso, então decidi voltar pro curso de Inglês, e foi daí que realmente passei a amar o Inglês também, graças a uma professora que soube encantar. Cheguei a estudar alemão e italiano, mas não consegui ir muito adiante. Com o francês quase terminei o curso, mas estou perdendo porque não pratico. <br>Depois de anos trabalhando com Espanhol, Inglês e Português para estrangeiros, atualmente só me dedico ao Inglês. Foi uma pressão do mercado do trabalho? Talvez tenha sido, mas me sinto muito feliz com a minha escolha. Tudo que aprendi me fez ir além e a pensar nesses sistemas fascinantes que são as línguas; faço conexões, encontro semelhanças que muitos não enxergam. <br>Por ter me dedicado a várias coisas ao mesmo tempo, agora procuro me concentrar em aperfeiçoar minha formação em língua inglesa, mas confesso que meu idioma mais amado de todos os tempos é o italiano que já combinei de aprender de verdade quando me aposentar! HAHAHA</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-28 20:46:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/785920532</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Juliana Salatino </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/794409925</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha aprendizagem foi desde os 4 anos de idade. Eu morei e fiz parte da pré escola nos Estados Unidos e desde então não parei com o inglês.  Quando voltei pro Brasil o inglês não saiu da minha vida e está até hoje. Eu fiz dois intercâmbios,  fiz parte do high school nos EUA,  fiz vários cursos de inglês (cultura inglesa), estudei em escola Bilíngue também.  E além disso, namorei durante quase 7 anos um gringo. Então, o inglês realmente não sai de mim, além de eu ser apaixonada pela língua. E sei também um pouco de espanhol e alemão.  Infelizmente o alemão era avançado,  mas como não uso, acabou apagando um pouco.  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-01 13:02:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/794409925</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Heloísa</title>
         <author>helopius</author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/795965341</link>
         <description><![CDATA[<div>Sempre fui apaixonada pela língua inglesa! Meu aprendizado sistemático (1 aula, 1 vez por semana) nesse idioma só teve início na 7ª série (o que chamamos hoje de 8º ano!) com o método gramática e tradução. Porém  minha  trajetória com a aprendizagem informal de inglês iniciou por volta dos 10 anos de idade. Eu sentia um grande fascínio por músicas em língua inglesa. E foi assim que tudo começou, tendo o rádio e o gravador de fitas k7 como principais ferramentas de aprendizagem: gravava as músicas que eu gostava e depois ouvia inúmeras vezes, tentando cantar junto.  Quando tive acesso à internet foi maravilhoso! Tive acesso às letras das músicas que tanto gostava! Além das aulas de inglês do colégio, só tive a oportunidade de fazer um curso livre de inglês aos 23 anos (Cultura Inglesa) durante minha graduação em Letras -Português/Inglês. Quando fiz o placement test consegui entrar direto no nível upper-intermediate e me senti muito feliz por ter conseguido chegar tão longe com condições muito limitadas. Meu primeiro intercâmbio (Inglaterra) aconteceu aos 28 anos.  Procuro mostrar para meus alunos que a força de vontade, esforço e dedicação são fundamentais para atingir nossos objetivos e que nunca é tarde para começar. Se algo não foi possível  ou muito difícil da primeira vez, em outro momento será melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-01 18:40:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/795965341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sarah Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/795969580</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde uns 14 anos fiz cursos de Inglês em escolas de idiomas. Tive muita dificuldade de falar, sempre quis, mas lia, escrevia e não falava. Entrei no curso da Wise Up quando estudava o Ensino Médio. Tudo era em Inglês e isso me ajudou muito. Comecei a construção da fala e pude entrar em uma empresa internacional. Trabalhei muitos anos no Exterior na minha primeira área que é Psicologia e isso me trouxe uma paixão por línguas. Fiz o TESOL na Pensilvânia o que me habilitou para dar aulas de Inglês e ingressei na área.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-01 18:41:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/janaina7/cjr6y36exm6yqwnv/wish/795969580</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
