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      <title>Remake of Manuela Gomes E1T8118 by Nelita Maria</title>
      <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy</link>
      <description>Sou professora de EMRC no Agrupamento de escolas do Carregado e tenho um interresse pessoal por Relações Interpessoais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-06 20:39:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-26 16:58:27 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Módulo 1&amp;nbsp;</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/131219393</link>
         <description><![CDATA[<div>Opção B – Vídeo escolhido: <em>Never give up, believe in yourself<br></em><br></div><div>Novo título: Persista, insista e nunca desista!<br><br></div><div><strong>“Se não poder voar, corra. Se não pode correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer forma.” Martin Luther King<br></strong><br></div><div>Este vídeo pode inspirar mentores/tutores e tutorandos<br><br></div><div>O processo de ajuda tutorial pode não resultar de imediato, por isso este vídeo serve de inspiração e apoio no decorrer no mesmo. Quando o tutor se apercebe que a sua intervenção não está a surtir efeito e pensa que já não consegue chegar ao tutorando. No entanto, este momento de reflexão é crucial neste processo, pois é o ponto de partida para repensar o apoio e estruturá-lo de outra forma. Tal como refere (Topping, 2000. P3) “Os tutores têm que saber como podem ajudar e quando não estão a fazer.” <br><br></div><div>A tutoria visa potenciar o projeto e o sentido de vida daquele que é acolhido (tutorando) contribuindo para que todas as suas competências sejam despertadas e estimuladas (Azevedo&amp;Nascimento, 2007, p6) para que um dia mais tarde, perante uma adversidade consiga reagir como o urso do vídeo, não desistindo do seu objetivo.<br><br></div><div>Este será um caminho longo a percorrer, baseado em pequenos objetivos, onde o tutorando terá de aprender a conhecer-se; a controlar melhor as suas emoções e a superar os obstáculos que lhe vão surgindo ao longo desta caminhada. Só com a <strong>persistência</strong>, força de vontade (<strong>insista</strong>) e sem pensar em <strong>desistir</strong> se consegue atingir o objetivo delineado. Este último pensamento foi o ponto de partida para a atribuição do um novo título ao vídeo apresentado. �D��I� <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 16:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/131220014</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa - Competência de relação interpessoal no âmbito da tutoria<br></strong><br></div><div><strong>Opção A – Pensando num tutor que está a iniciar o seu processo, indique 3 conselhos/sugestões para a prática da tutoria.<br></strong><br></div><div><strong>“A adolescência é como uma casa em dias de mudança: uma desordem temporária.”</strong></div><div><strong><em>Julius Warren</em></strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Todos nós temos ”receitas” para solucionar o problema do outro, por isso se diz que “somos os melhores educadores dos filhos dos outros”. Porque não somos nós que o estamos a vivenciar, limitamo-nos simplesmente a dar “palpites”, da mesma forma os conselhos que apresentarei serão apenas teóricos e poderão não ser os mais adequados às situações a que o tutor virá a estar sujeito.<br><br></div><div>Segundo (Schunk &amp; Mulle, 2012) “O processo de mudança deve seguir etapas curtas mas prudentes: os tutorandos devem ser capazes de ensaiar o primeiro de uma série de passos ou ações que assegurem o sucesso do passo seguinte e, em última análise, da resolução do problema. As experiências de sucesso, principalmente no início do processo de ajuda, são fundamentais para promover sentimentos do domínio e capacidade que alimentam a motivação e o compromisso no processo de mudança.”<br><br></div><div>&nbsp;1-Autoexploração do tutorando</div><div>Relativamente a este objetivo, a minha sugestão de ajuda ao tutor sem experiência, é que seja um bom ouvinte, empático e assertivo para começar a fomentar a confiança entre tutor e tutorando.</div><div><br></div><div>Preparar uma atividade em que os jovens interajam de forma descontraída falando das suas preocupações, sendo o mote, por exemplo, o visionamento de um filme; chuva de ideias; uma música, etc. No fundo fazer um levantamento do está a condicionar cada um destes alunos para depois planear e estruturar as próximas sessões para que estes jovens, consigam passo a passo começar a obter pequenas mudanças que lhes dêem autoconfiança para prosseguir o seu caminho. &nbsp;<br><br></div><div>2-Compreensão e envolvimento do tutorando<br><br></div><div>“Não há vento favorável para aquele que não sabe para onde vai.”</div><div><em>Sêneca</em></div><div><br></div><div>Não dar respostas nem conselhos ao tutorando, ser empático, ajuda-lo simplesmente a pensar acerca da solução do seu problema/preocupação, para este perceba e compreenda o que o está a condicionar para atingir o objetivo a que se propõe, caso contrário podemos cair no risco de apresentar respostas com as quais eles já se tinham deparado e que não funcionaram, pondo em risco o sucesso da próximas sessões. Segundo, jovem de 20 anos, ex-aluno da EBI do Carregado, o tutor deverá ser capaz de conseguir mostrar aos tutorando que: “somos seres capazes de fazer qualquer coisa a partir do nada, somos chamados a partir em busca e algo que não sabemos o que é nem onde está. Temos o poder de transformação mesmo no poder do nosso peito e nas palmas das nossas mãos.” (Azevedo, Gonçalo, Chiado Editora, 2016)<br><br></div><div>3_Ação do tutorando<br>Propor ao novo tutor que planeie, como base nas informações que foi recolhendo dos pontos anteriores, de forma rigorosa, estruturada e faseada um plano que irá apresentar ao tutorando. Este plano deverá ser seguido pelo mesmo, mas será também importante ressalvar que o tutorando terá sempre um papel principal no seu desenvolvimento. “Contudo, é importante perceber que cada um de nós não deve ser um cordeiro que segue sem intenção, mas sim pastores de nós próprios, fazendo a grande diferença na nossa pequena existência. Sonhar é deixar então essa marca de que caminhamos!” (Azevedo, Gonçalo, Chiado Editora, 2016) ZmMw˵�2&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 16:44:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/131220014</guid>
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         <title>Módulo 2                  Tipo de Conhecimento               </title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/132813485</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Opção C<br></strong><br></div><div>Tal como é referido na literatura que nos apoia nesta tarefa, os processos de aprendizagens ajudam os alunos a questionar a sua forma de pensar, tendo o professor um papel fundamental para que os alunos consigam adquirir os conhecimentos (o professor tem que conhecer muito bem as estratégias de aprendizagem dos alunos).<br><br></div><div>Comentando a banda desenha de Calvine  &amp;  Hobbes , penso que o primeiro desenho demonstra-nos <strong>o Conhecimento Declarativo </strong>(o que é). Este conhecimento facilita o armazenamento da informação. Segundo Gupta&amp;Cohen, o desenvolvimento do conhecimento declarativo sobre um conteúdo implica aprender concretamente <strong>o que é</strong>.<br><br></div><div>Mas parece que Calvine, não entendeu “<strong>o que é</strong>”, neste caso o <strong>Conhecimento Declarativo</strong> deve preceder o <strong>Conhecimento Procedimental </strong>“<strong>o como</strong>”. Calvine não tem consciência plena do que está a fazer, ainda não construiu o caminho da sua aprendizagem, ele tem que testar as aprendizagens que melhor se ajustam às suas características individuais e ao contexto onde se insere.<br><br></div><div>Calvine, tem que saber exatamente qual a tarefa que tem que realizar, possuir o conhecimento sobre a matéria (conhecimento declarativo) e dominar a utilização de estratégias de aprendizagem (conhecimento procedimental).<br><br></div><div> Calvine ainda não adquiriu a flexibilidade cognitiva “<strong> Conhecimento Condicional”</strong>, ele tem necessidade do feedbak no seu desempenho. Este conhecimento “exige uma grande flexibilidade cognitiva, uma vez que se relaciona com a compreensão dos aspetos do conhecimento que são mais ou menos apropriados em função de um determinado espaço e tempo” (Rosário&amp;González-Pienda, 2007).<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 18:24:19 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3  Competências de relação interpessoal no âmbito da tutoria</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/134157781</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na relação de tutoria é fulcral que o tutor adquira três competências de atendimento: empatia, respeito e afetividade (base relacional). Este processo ajuda a promover o processo de auto exploração.</div><div><br></div><div><strong>Empatia: <br></strong>Uma das competências de extrema importância para um tutor é a empatia. Por palavras muito simples, empatia é ver as coisas pelos olhos do outro, tentando entender os seus sentimentos, emoções e pensamentos. O objetivo é a aproximação ao tutorando, saindo do nosso próprio modo de ver e de pensar, é "entrar no mundo dele" e "sair do nosso". Por isso se usa a expressão "ver com a lente do outro" para que nos possamos colocar no seu lugar.</div><div><br></div><div>Ao contrário do que pode parecer ser empático não significa ser simpático, estar de acordo com o outro, submeter-nos à sua opinião, ter compaixão ou algum tipo de sentimento de paternalismo, mas sim clarificar o nosso entendimento acerca da situação, afastando os nossos pré-conceitos.<br><br></div><div><strong>Situação:</strong> O aluno no corredor, ao dirigir-se para a tutoria diz: "Eu tenho o direito de escolher o lugar onde me sinto melhor, não me apetece vir à tutoria!"   <br><br></div><div><strong>Resposta empática:</strong> Perante esta situação o tutor deve primeiro tentar perceber o porquê desta reação do aluno e não deve entender a sua afirmação como uma ofensa à sua pessoa.<br><br></div><div>Tutor: Sentes sempre isso quando vens à tutoria, ou hoje está especialmente sem vontade? (o tutor tentar perceber as razões, do aluno, tenta entrar no mundo dele, sem fazer juízos de valor)  <br><br></div><div>É normal que te estejas a sentir assim, está um belo dia de sol! Eu ia sentir-me feliz se entrasses e conversássemos sobre o teu dia! Que te parece? <br><br></div><div><strong>Resposta não empática:</strong> Deves julgar que és mais que os outros teus colegas, não?! Entra e senta-te que temos muito para conversar!<br><br></div><div> <strong>Respeito<br></strong>Esta capacidade vai-se desenvolvendo à medida que a relação entre tutor e tutorando vai avançando no tempo e cresce, conforme o tutor vai descobrindo os esforços que ele faz nos diversos aspetos da sua vida, e portanto nas suas capacidades. O tutor tem de ser capaz de acreditar no tutorando e de mostrar o respeito por ele através de um atendimento adequado.</div><div><br></div><div><strong>Situação: </strong>O tutorando ao ser questionado sobre o seu comportamento na aula de matemática diz: "Eu até me porto bem, o professor marcou-me!"<br><br></div><div><strong>Exemplo eficaz: </strong>Eu acredito que vais conseguirresolver esse problema com o professor de matemática. Vamos falar com o Francisco, ele passou por uma situação idêntica, os três vamos conversar e depois vais conseguir chegar a bom porto.  <br><br></div><div><strong>Exemplo não eficaz: </strong>Pois tu nunca vais ser capaz de te comportares como deve ser! Tens sempre a mania que és o palhaço da turma e depois a culpa é do professor.<br><br></div><div><strong>Afetividade<br></strong>A afetividade pode ser demostrada através de comportamentos ou verbalmente. Por exemplo, ao receber um tutorando com um sorriso. Esta competência está intimamente ligada com as duas anteriores, pois qualquer ser humano tem tendência a sentir estima e a preocupar-se com as pessoas que conhece e com as quais estabeleceu uma relação de empatia.</div><div><br></div><div><strong>Situação </strong>O Tutorando entra na sala para a tutoria com um ar chateado, irritado.<br><br></div><div><strong>Exemplo eficaz </strong>O tutor recebe o aluno com um sorriso, coloca o braço por cima dos seus ombros e diz "Olá João! Que bom ver-te outra vez!" <br><br></div><div><strong>Exemplo não eficaz </strong>Lá vens tu com esse ar de infeliz! Quantos alunos queriam ter um apoio tão personalizado como o teu e não podem! És um ingrato. <br><br></div><div> <br><br></div><div>Tal como Rosário nos diz “Os objetivos sociais podem favorecer ou inibir a motivação para a aprendizagem e realização. Por outro lado, podem desempenhar outras funções importante, nomeadamente funções de adaptação, que constituem, em si mesmas, uma finalidade educativa paralela à aprendizagem das matérias escolares.” <br><br></div><div>O tutor deve olhar para o seu tutorando, de uma forma global, para o ultimo alcançar o sucesso escolar tem que se encontrar como “pessoa”. Ao tutor cabe potenciar o sentido de vida do seu tutorando, ajudando a estimular e despertar o seu “Eu”, para que este se assuma como o construtor da sua própria história de vida. De acordo com Reeve (2012), a satisfação das necessidades psicológicas energizará o envolvimento escolar do aluno.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-31 09:15:19 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/136090611</link>
         <description><![CDATA[<div>A tarefa consiste na realização de uma pequena peça de teatro com os alunos do curso&nbsp;</div><div>Vocacional de Animação, sobre” Alimentação Saudável” (João e as bolachas de chocolate); o público-alvo será os alunos do 1º ciclo. Para a execução desta atividade vou utilizar o modelo PLEA.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 14:12:31 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade extra</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/136970509</link>
         <description><![CDATA[<div>Partilho uma atividade que realizei com os meus alunos de Apoio Tutorial de um Curso de Educação Formação, na fase de facilitação.<br><br></div><div>Começando a construir uma base relacional com estes alunos, e indo ao encontro dos seus problemas/ preocupações decidi levar para a aula uma canção do “ Agir” cujo título é “regresso às aulas” música e cantor que este nível etário se identifica.<br><br></div><div>Primeiro, e depois de fotocopiar a letra da canção, cortei-a em pequenos versos que dividi pelos elementos do grupo. Seguidamente pedi a cada um que lesse o verso que tinha. Após a leitura, projetei toda a letra no ecrã, analisamos a letra, falamos, desabafamos, etc……… reviram-se na letra, pensaram sobre a sua vida, onde poderiam mudar, o que podiam melhorar nas suas vidas ………………………. Ouvi-os atentamente, não fiz juízo de valores. Perante o seu entusiasmo nesta atividade, limitei-me a dizer que acreditava neles e estava ali para ajudar.<br><br></div><div>Terminamos a sessão a cantar a canção (várias vezes).<br><br></div><div>Aqui fica o link da canção <a href="https://www.letras.mus.br/agir/1610813/">https://www.letras.mus.br/agir/1610813/<br></a><br></div><div> ˀW��#~5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-11 10:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5 - Estratégias de autorregulação de aprendizagem - Opção- B</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/137418994</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 15:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 6 - Opção B</title>
         <author>manelagomes</author>
         <link>https://padlet.com/manelagomes/cir9wgw2dpsy/wish/139021496</link>
         <description><![CDATA[<div>Que tipos de Envolvimento Escolar identifica e porquê?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-21 09:03:09 UTC</pubDate>
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