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      <title>TRIBOS INDÍGENAS NO BRASIL  by JULIO CESAR DOS SANTOS SILVA</title>
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      <description>REGISTRE AQUI UM RESUMO COM AS INFORMAÇÕES: NOME DA TRIBO, ORIGEM, ONDE VIVEM, CULTURA, CURIOSIDADE E UMA FOTOGRAFIA.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-19 17:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mirelle, Esther, Yasmin V, João M   Bororos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome da tribo: Bororos<br>origem:Os <strong>Bororos são</strong> uma tribo indígena do estado do Mato Grosso. Há registros da presença desta população, inicialmente contabilizada em 10 mil indivíduos, ocupando uma extensa região que incluía, além das margens do Rio Xingu, a Bolívia e a região centro sul de Goiás.<br>onde vivem: Mato grosso<br>Cultura:Tradicionalmente coletores e caçadores, adaptaram suas práticas com o passar do tempo e têm hoje na agricultura o seu meio principal de subsistência. Outras atividades econômicas presentes na rotina <strong>Bororo</strong> são o comércio de artesanato, a pesca e a prestação de serviços nas propriedades rurais da região.<br>fonte:http://bororo.museuvirtual.unb.br/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:29:13 UTC</pubDate>
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         <title>Flavio Flavia 8D :)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Tribo Guarani<br><br>( origem )O povo <strong>Guarani</strong> foi um dos primeiros a serem contatados após a chegada dos europeus na América do Sul, há cerca de 500 anos. No Brasil, vivem atualmente cerca de 51.000 indígenas <strong>Guarani</strong>, em sete estados diferentes, tornando-os a etnia mais numerosa do país. Muitos outros <strong>Guarani</strong> vivem no Paraguai, Bolívia e Argentina.<br><br>( cultura ) A <strong>cultura</strong> tupi-<strong>guarani</strong> é formada pelas contribuições dos povos indígenas que falam essa língua. Isso se deve ao fato de que o termo tupi-<strong>guarani</strong> não designa uma nação específica. Pelo contrário, trata-se de uma expressão genérica que contempla um variado grupo de línguas indígenas encontradas na América do Sul.<br><br>( onde vivem? )&nbsp; povo indígena <strong>Guarani</strong> está localizado em cinco países sul-americanos: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Não há um censo absoluto capaz de contabilizar exatamente a população <strong>Guarani</strong> na América do Sul.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Genifer/Nicoly/Mikaelly 8°D  Araras de rondônia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ORIGEM DA TRIBO</strong>: Os araras-de-rondônia são um <strong>povo indígena brasileiro</strong>. Também conhecidos como araras-caros, araras-do-ji-paraná, araras-do-rio-machado, araras-gaviões, caros, araras-tupis, etc.<br><br><strong>ONDE VIVEM:</strong> Ocupando a região do divisor de águas, entre o oeste Xingu, o leste do Tapajós e o sul do baixo Amazonas.<br><br><strong>CULTURA: </strong>Os <strong>Arara</strong> tradicionalmente vagavam por uma área vasta da floresta. Constantemente em trânsito, eles ocupavam áreas com agriculturas itinerantes no período “úmido” e caçavam na período “seco”, vivendo em cabanas temporárias que construíam na floresta.</div><div><br></div><div><br>https://brasil.mongabay.com/2016/07/indios-arara-finalmente-obtem-direito-terras/</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:35:06 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda,Manuela 8D</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome da tribo</strong>: Zoés<br>são um grupo indígena que habita a Terra Indígena Zoé, entre os rios Erepecuru, Cuminapanema e Curuá, nos municípios de Óbidos e Oriximiná, no noroeste do estado do Pará, no Brasil. A sua população em 2010 era de 256 indivíduos. O seu povo é do tipo tupi–guarani e fala a língua Zo'é. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Zo%C3%A9s">Wikipédia</a><br><strong>Fonte: Cartagenehttps://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Zo'%C3%A9</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:39:51 UTC</pubDate>
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         <title>Mbiás/Ruan 8D</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nome da tribo: Mbiás<br><br>Onde vivem: <strong>Rio Apa até o rio Paraná ao sul do Paraguai mais também espalhados pelo papagaio&nbsp; de Guairá <br><br>Origem: </strong>Apesar de se reconhecerem cotidianamente pela forma "Mbyá", sua autodenominação é<strong> Nhandeva</strong>, termo que quer dizer "nós" ou "nossa gente", sendo também a autodenominação de vários outros grupos guaranis<br><br>Cultura: A palavra tem uma importância central na cultura mbiá. Sendo uma cultura tradicionalmente<strong> ágrafa, a palavra é o único meio de transmissão dos costumes e do conhecimento</strong>. É na conversa em volta do fogo, acompanhada do chimarrão e do cachimbo (petyngua), e também nos rituais realizados na casa de reza, que o saber é transmitido<br><br>fonte: https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=3fb2883f05c3835387e6d12a427c5e50e150493676fd2a0538441c7fadd356aaJmltdHM9MTY1MDQwMDY0NCZpZ3VpZD00NjIzNzA5YS05NWIwLTQxZmMtOWY3Zi0xZWE0ZDRhMTE4NTQmaW5zaWQ9NTQ1MA&amp;ptn=3&amp;fclid=84d6aa5b-c020-11ec-b8a5-39c9b9f38aa9&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9wdC53aWtpcGVkaWEub3JnL3dpa2kvTWJpJUMzJUExcyM6fjp0ZXh0PUElMjBwYWxhdnJhJTIwdGVtJTIwdW1hJTIwaW1wb3J0JUMzJUEybmNpYSUyMGNlbnRyYWwlMjBuYSUyMGN1bHR1cmEsY2FzYSUyMGRlJTIwcmV6YSUyQyUyMHF1ZSUyMG8lMjBzYWJlciUyMCVDMyVBOSUyMHRyYW5zbWl0aWRvLj9tc2Nsa2lkPTg0ZDZhYTViYzAyMDExZWNiOGE1MzljOWI5ZjM4YWE5&amp;ntb=1<strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:40:32 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro &amp; Cauã 8D</title>
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         <description><![CDATA[<div>tupinambás, <strong>Recôncavo Baiano até ao atual Rio de Janeiro, no suldo estado da Bahia, </strong>moravam em malocas. Cada grupo local ou "tribo" tupinambá se compunha de cerca de 6 a 8 malocas. A população dessas tribos girava em torno de 200 indivíduos, mas podia atingir até 600. <strong>Viviam da caça, coleta, pesca, além de praticarem a agricultura, sobretudo de tubérculos, como a mandioca e a horticultura,&nbsp;</strong>Uma característica marcante dos tupinambás é <strong>a pratica do canibalismo</strong>. Acreditavam que ao consumirem a carne de pessoas, poderiam adquirir suas qualidades (inteligência, coragem, habilidades bélicas, etc.).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>JAMINAUAS-PABLO 8D</title>
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         <description><![CDATA[<div>NOME:jaminauas<br>ORIGEM:grupo indigena do Alto <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Purus">Rio Purus</a>, da Cabeceira do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Acre">Rio Acre</a>, Jaminawa do Igarapé Preto, Jaminawa Arara do Rio Bagé e Mamoadate<br>ONDE VIVEM:acre,perú e bolívia.<br>CULTURA:da pintura corporal à cantos xamânicos e etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>Caiapós: os primeiros habitantes de Franca e região/Eduardo/Daniel p.</title>
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         <description><![CDATA[<div>O 19 de abril é marcado como o Dia do Índio no Brasil. A data é para relembrar e homenagear as tradições indígenas que fazem parte da formação étnica-cultural do país. A data comemorativa foi decretada em 1943, por Getúlio Vargas, e foi escolhida em menção ao Primeiro Congresso Indigenista ocorrido no México, em 1940.<br><br>Para contextualizar a influência dos povos nativos da região, o <strong>GCN</strong> conversou com a chefe do Departamento de História da Unesp Franca, Ana Raquel Portugal. Ela narrou a história dos Caiapós, tidos como os primeiros habitantes de Franca e das cidades ao redor.<br><br>De acordo com a professora, os Caiapós viviam entre os rios Pardo e Sapucaí, que hoje é a região de Batatais. A cidade foi batizada com este nome justamente por uma das especialidades deste povo: a plantação de batatas. Além de batatas, eles cultivavam milho e mandioca. Até hoje uma das principais características dos Caiapós é o uso de boquetes no lábio inferior e nas orelhas. Eles também pintam seus corpos, de acordo com a idade.<br><br>As mulheres eram responsáveis por cuidar dos plantios e afazeres domésticos. Os homens se empenhavam na caça, guerra, rituais e em questões políticas. As aldeias possuíam vários chefes. Cada um em uma casa comunitária. Não era uma questão hereditária, mas sim de aprendizado com os mais velhos. Era tradição também a relação de respeito com a floresta, com a natureza. Antes de sair para caçadas, os homens Caiapós realizavam rituais de proteção. Na volta, era preciso fazer um novo ritual. Este, de agradecimento.<br><br>Apesar do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) contar 305 pessoas em Franca que se autodeclararam indígenas, Ana Raquel afirma que não há mais povos na região. “Eles foram paulatinamente sendo empurrados para outras áreas, principalmente para o Centro-oeste e Norte do Brasil. Possivelmente estes 305 são descendentes e não povos originários”, afirmou.<br><br>Outra atividade comum para os povos Caiapós era a construção de igaraçavas, as urnas funerárias. Segundo Portugal, há diversas destas construções em Patrocínio Paulista e também no caminho para Ibiraci, mas que não são facilmente exploradas. “Infelizmente são poucas as pessoas que poderiam auxiliar na localização desses locais. Pessoas idosas que quando partirem levarão esse conhecimento com eles”, lamentou.<br><br>A historiadora ainda conta uma curiosidade sobre herança dos povos indígenas na região. O sobrenome “Carrijo” é de origem Caiapó.<br><br>Por fim, a professora levantou uma reflexão sobre o Dia do Índio. “Infelizmente, há uma tendência a negar raízes indígenas Triste, mas é um fenômeno de todo o continente. Raros são os povos nativos que têm orgulho de sua ancestralidade.”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>xavantes </title>
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         <description><![CDATA[<div>nome da tribo xavante origem imdigina omde vive mato grosso </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vitoria / Yasmim Barbosa 8D</title>
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         <description><![CDATA[<h1><strong><em>Tribo Uaiuais</em></strong></h1><div><br></div><div><em>Origem</em><em><del><br></del></em><br></div><div>Os uaiuais (Waiwai, Mawayana ou Karapayna) são um grupo indígena que habita o sudeste do estado brasileiro do Roraima, na fronteira com Guiana (na Área indígena Wai-wai), o nordeste do Amazonas e o noroeste do Pará (na Terra indígena Trombetas-Mapuera e Área indígena Nhamundá-Mapuera)&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:47:11 UTC</pubDate>
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         <title>charruas joao vitor daniel soares </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Pouca informação se tem sobre sua religiosidade, mas, durante fartas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Liba%C3%A7%C3%A3o">libações</a>, invocavam um ser superior que, algumas vezes, poderia se tornar visível. Aos médicos-feiticeiros, atribuíam o poder de curar doenças, transbordar os rios, parar as feras; também havia velhas que curavam chupando a pele nos lugares doloridos. O funeral era entregue a uma velha que se encarregava de descarnar os ossos e sepultar. As mulheres de parentesco mais próximo (esposas e filhas), na perda do familiar, amputavam-se uma falange, além de cravarem, em si mesmas, flechas que tinham pertencido ao morto. O costume de amputação de falange também é encontrado em povos indígenas da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Indon%C3%A9sia">Indonés</a>ia</div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abayub%C3%A1"><em>Abayubá</em></a> - novela indigenista que exalta um legendário chefe desta tribo que ficou conhecido pela bravura na luta contra os conquistadores europeus em 1574.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 20:47:20 UTC</pubDate>
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