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      <title>Charge - linha do tempo by Juliana Uratsuka</title>
      <link>https://padlet.com/julianauratsuka/canjica</link>
      <description>Juliana Mika n15 9C, Bruna Brandalise n3 9D, Diana Braga n04 9D, Julia Hirae n15 9D, Laura Lorenzo n18 9D ♥</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-21 14:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianauratsuka/canjica/wish/691466774</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Década de 30  (Segunda Guerra Mundial - Expansão da Alemanha Nazista)<br></strong>Bruna Brandalise n3 9D<br> A charge faz uma referência ao período entre 1934 e 1939, no qual Alemanha dominava cada vez mais países e regiões, entre eles a região do Sarre, a Austrália, a Tchecoslováquia (havia sido feito um acordo na Conferência de Munique que apenas Sudetos seriam dominados, no entanto o império nazista de Hitler dominou-na por completo) e entre muitos outros. Para isso ela mostra à esquerda Hitler, representado pelo símbolo nazista em seu braço e por seu característico bigode, abrindo um saco de presentes no qual há escrito "para a Alemanha", com mais de uma dezena de locais invadidos pela mesma, como se todas as outras pátrias estivessem dando tudo para a nação.<br>  A grande crítica da imagem é o fato de nenhum país ter feito nada a respeito dessa política expansionista alemã, temia-se o início de uma Segunda Guerra Mundial, consequentemente, ninguém queria enfrentar o governo alemão, adiando, ao invés de evitar, um dos maiores conflitos de toda a história da humanidade, o nome desse tipo de pensamento é política de apaziguamento.<br><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 14:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>Década de 40</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>                  A tirinha faz referência clara a um dos ataques de guerra mais memoráveis, considerando o terror espalhado quando o mundo descobriu o poder das armas nucleares, a explosão de Hiroshima e Nagasaki é o maior exemplo de poder das armas nucleares.<br><br></div><div>                No quadro é possível analisarmos uma televisão a esquerda, que aborda o aniversário do acontecimento, ao lado um garoto esta assistindo e esta acompanhado do que julgamos ser seu pai pela proximidade física e aparência de ser um homem realmente mais velho, logo o menino pergunta qual grupo terrorista foi o culpado por tal atrocidade cometida, dando a entender que na cabeça dele aquela situação não era diferente de ataques terroristas, portanto eram fáceis de serem confundidas.<br><br></div><div>                Bons anos depois do massacre no Japão, quando as poucas vítimas estavam se recuperando das sequelas tanto mentais quanto psicológicas, os Estados Unidos foram vítimas de um ataque terrorista ao o ponto turístico World Trade Center, desde então o medo que os estadunidenses sentem pelos imigrantes cresceu assim como sua xenofobia. Acima de tudo, as entidades dos EUA temem um ataque terrorista acontecer, semelhante ao o que causaram em 1945 no Japão.<br><br></div><div>                Com a charge e o ponto de vista inocente do menino, a crítica se refere a hipocrisia e ao mesmo tempo monstruosidade da atitude tomada na época, eles, anos atrás tomaram a mesma decisão de espalhar o caos e o terror entre civis inocentes por uma rivalidade que até então não teve base em armas atômicas, mas anos depois quando um cenário não tão similar se repete (até porque seria ridículo comparar duas bombas atômicas com dois aviões de transporte) os EUA se fecharam ainda mais do mundo e culparam os terroristas por qualquer desvantagem, chegaram a expulsar famílias e separar crianças de mães apenas por serem estrangeiros e logo imigrantes são terroristas. Afinal analisando do ponto de vista dos japoneses que tiveram suas vidas ou membros perdidos ou de uma criança que vê essa cena pela primeira vez, os estadunidenses são o que mais odeiam e temem.<br><br></div><div>                O artista retrata essa ideia em apenas em um quadrinho, mas ele é o suficiente para expor sua opinião de forma aberta e de certa forma direta, usando da ferramenta visual e escrita com excelência. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 14:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>Década de 60 (Ditadura Militar)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Diana Braga -N05- 9 ano D</div><div>A Charge faz uma crítica ao período ditatorial militar, que aconteceu no Brasil entre os anos de 1964 e 1985.<br>Na charge é possível ver um soldado, que  representa os ditadores da época, censurando as informações com o sangue de seus presos políticos, o que faz uma alusão a opressão gerada em cima dos opositores, com finalidade de ocultar perante a sociedade aa práticas irregulares da ditadura. </div><div>Infelizmente, durante esses anos, uma prática muito utilizada para manter o regime militar, foi o uso da censura a imprensa , que tinha como objetivo não desestabilizar o governo e a sua reputação, a partir de notícias que delatassem ou se opusessem a seus crimes, bem como foi também utilizada a prática da tortura que, pelos ditadores, seguia uma lógica de acabar com o “inimigo” antes que ele adquirisse capacidade de luta para então se rebelar contra o regime.</div><div>Esse tipo de comportamento criminoso, permeou por todo o regime militar, e acabou por ceifar mais de 434 vidas brasileiras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 14:34:51 UTC</pubDate>
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         <title>Década de 40 a 90 (guerra-fria)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianauratsuka/canjica/wish/691516566</link>
         <description><![CDATA[<div>Juliana Mika n°15 9°C<br>Título (não sei se precisava):<strong> Sputnik VI, uma possibilidade nem tão distante</strong><br><br>Publicada em 10 de julho de 2019 no endereço virtual http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/06/, a charge apresentada é originária do artista identificado pelo pseudônimo Arionauro Cartuns e, apesar de ser datada aos tempos atuais, retrata um período histórico do século passado marcado por tensões globais e competições entre as duas maiores potências da época e vencedoras da Segunda Guerra Mundial, conflito esse que se estendeu de 1939 a 1945, os Estados Unidos da América e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou simplesmente União Soviética, que buscavam, incansavelmente, a supremacia mundial nas mais diversas conquistas possíveis para uma nação, abrangendo desde avanços tecnológicos às competições esportivas, pois assim comprovariam qual, entre suas ideologias, respectivamente o capitalismo e o comunismo, era a soberana. </div><div>Esse confronto de potências, qual compreendeu os anos entre 1947 e 1991, ficou conhecido como Guerra Fria, dado que as nações envolvidas nunca entraram em conflito bélico direto, e veio a ser responsável por várias notáveis conquistas do homem, como a chegada do ser humano à Lua em 1969 na célebre missão “Apollo 11” da agencia espacial americana NASA, fruto da corrida espacial, contudo, embora tais avanços em meios científicos tenham ocorrido, muitos inocentes foram atingidos nessa busca de hegemonia mundial, a afamada foto da menina vítima da Guerra do Vietnã, outra consequência dessa disputa, correndo nua após ter sido queimada por uma substância química lançada pelo exército norte-americano.</div><div>Na ilustração, é possível identificar, a esquerda, uma águia, que além de ser reconhecida como símbolo dos Estados Unidos da América, está adereçada com o chapéu recorrentemente vestido por Tio Sam, o senhor quem é identificado como símbolo norte-americano associado, também, ao nacionalismo desse país, a ave traja-se, ainda, com, o que pode ser interpretado como, um colete estampado com a bandeira estadunidense. O animal está agarrando e disputando a posse do globo terrestre, que, por sua vez, encontra-se centralizado na imagem, com um urso pardo, marca da União Soviética por ser um mamífero típico do território de sua mais importante nação, a Rússia, e representar força, de vestimentas típicas do Oriente europeu, o acessório de cabeça felpudo e alto, por exemplo. É observável que o mundo encontra-se rachado devido à violência usufruída por ambas nações durante a luta para possuir o planeta para si, tendo os norte-americanos mantendo o Ocidente sob domínio enquanto almejam a conquista o Oriente visando espalhar a ideologia capitalista e os soviéticos realizando o inverso, dado que desejavam obter o Ocidente. </div><div>A charge demonstra, por fim, como a doentia perseguição da hegemonia mundial baseia-se no uso direto ou indireto de competições absurdas, com o intuito de provar, apenas, a sua superioridade em relação a outro país e que tais disputas violentam muito mais do que os envolvidos no conflito, para exemplificar, temos atualmente a formação de uma nova concorrência entre algumas das nações mais desenvolvidas do globo, grande parte fundamentada no mérito de ser o responsável pela vacina contra o vírus que assombra o planeta desde o início do ano de 2020, visto que a tentativa russa, por exemplo, foi batizada com o mesmo nome da primeira aeronave a ir ao espaço, fato ocorrido durante a Guerra Fria, Sputnik V, mudando somente a numeração da nomenclatura utilizada para a corrida espacial . Estaria a humanidade se aproximando de mais uma corrida tecnológica, todavia, dessa vez, dentro dos limites da atmosfera terrestre? </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 14:52:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Década de 80 (Conferência de Berlim)</title>
         <author>laurapietrorenzo</author>
         <link>https://padlet.com/julianauratsuka/canjica/wish/715814473</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Laura Silva Lorenzo n18 9D</em></strong><br>Publicada em 1885, a charge acima nos mostra uma representação da Conferência de Berlim do mesmo ano, não sendo difícil de notar os elementos que nos conduzem a esta interpretação. Podemos ver Otto Von Bismarck, chanceler alemão que conduziu a conferência, dividindo o que está posto na mesa, nomeado Afrique, para os outros líderes, representantes da Inglaterra, França, Portugal, Itália, Espanha e Bélgica, todos sedentos por um “pedaço”.</div><div><br></div><div>A charge faz uma crítica clara sobre seu tema, apresentando a conferência como uma refeição, onde cada país está sedento por um pedaço da torta. Mesmo apresentando em outro contexto, a charge fala muito das intenções da conferência por si só. Primeiramente, na época do acontecimento, os países europeus estavam em grande desenvolvimento, procurando cada vez mais terras para a extração de matéria-prima e procura de mercado consumidor, logo se deparando com a África, continente enorme e com grande potencial aos seus olhos.</div><div><br></div><div>Quando o continente africano veio em pauta, os países tornaram a dividi-lo entre eles, sem nunca considerar seus povos ou culturas uma única vez. Isso foi chamado de neocolonialismo. Por isso, podemos ver que não há alguém representando a África como uma pessoa, pois, primeiramente, nunca foi convidada as reuniões, e além disso, para os participantes, ela não passava de uma terra em que poderiam usufruir do povo e matéria-prima.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-02 18:08:37 UTC</pubDate>
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