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      <title>Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket</link>
      <description>Professora Yasmin (Turma C)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-12 17:12:26 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1518407893</link>
         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 17:12:26 UTC</pubDate>
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         <title>As  escolhas para conseguir a entrada no curso de  medicina</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1519228209</link>
         <description><![CDATA[<div>Não foi fácil meu período de cursinho pré-vestibular, passei por diversos conflitos para tomar decisões que produzissem resultados. O começo de tudo, foi uma pequena perdição sobre o que era essencial e o que deveria fazer ou não. Em muitos momentos houveram questões, como essas: Devo sair ou não? Estudo no final de semana? A partir disso, ao longo dos meses que se passaram fui percebendo que essas perguntas não faziam sentido e que minha produtividade dependia de uma excelente saúde mental aliada a bastante estudo focado. Nesse contexto, passei a me "autorresponsabilizar" por minhas atitudes e erros, me dedicar ainda mais e sair sempre que possível. Então, controlei minha ansiedade e angariei a minha aprovação, com a certeza de que a minha escolha de cuidar de mim mesmo e parar de me questionar tanto foi significativa para alcançar meu sonho de cursar a Medicina.<br>Ass: Mauricio Vieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 21:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>peripécias para a entrada no curso </title>
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         <description><![CDATA[<div>Chegar em Salvador e ir para o cursinho foi um período bem maluco. Era tudo bem diferente do habitual, e minha rotina se tornou uma loucura. Apesar de sempre ter sido um bom aluno na escola, percebi que estava passos atrás para me tornar realmente competitivo no vestibular. Por isso, em minha enorme imaturidade, passava boa parte do meu dia no cursinho na esperança de aumentar a quantidade de horas úteis no estudo, já que em minha casa me dispersava facilmente. Essa rotina que já era pesada, piorava bastante no mês antes das provas. Era uma verdadeira maratona. A conversa de trazer uma cama para o cursinho era recorrente entre os amigos. Brincadeira com fundo de realidade. Tudo isso passava longe de ser algo saudável, comia mal, descansava pouco… E esse ciclo se repetiu algumas vezes, já que passava na primeira fase, mas não na segunda. E toda vez era um martírio. Sentia que eu vivia num looping infinito, assistindo as mesmas aulas, com os mesmos professores…Eu, que sentava nas cadeiras da frente quando entrei no cursinho, comecei a sentar nas ultimas, sinal da pessoa que realmente não aguentava mais. Decidi, então, mudar de cursinho. E, lá, conheci pessoas que ja estavam na fase de realmente levar com a barriga. Já sabíamos muito, mas batíamos na trave. A gente faltava aula pra jogar, ficar conversando, dar muita risada e, por incrível que possa parecer, era disso que eu precisava. Estava totalmente “de boas”. No final do semestre consegui passar. Agradeço real a Deus por ter conhecido essa galera, inclusive alguns estão nessa turma( olá, amigos KKK). Me ajudaram muito a tornar o processo mais leve.&nbsp;</div><div>-Luiz Gustavo Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 13:45:25 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso (estudo) e primeiro ano</title>
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         <description><![CDATA[<div>Depois que entendi que o curso de Medicina era altamente concorrido e que eu precisava dar o meu máximo para alcançá-lo, isso se tornou prioridade na mina vida. Durante o período de cursinho, minha vida esteve resumida aos estudos (hoje percebo que não foi a decisão mais coerente e me arrependo de ter abandonado outras áreas da minha vida por esse tempo). Durante as aulas, eu não viajava, não saia com os amigos, estudava no meu aniversário, nos feriados, não ia para festas (até mesmo o São João que sempre foi tradição para mim), não usava redes sociais... Enfim, meu mundo girava em torno dos meus estudos. Não desenvolvi nenhum transtorno, mas hoje me arrependo muito dos momentos que deixei de viver. Acredito que o tempo que passei no cursinho me garantiram maturidade para enfrentar o primeiro ano do curso de Medicina na pandemia. Conseguir passar por essa fase de uma forma mais tranquila e mais saudável. Aprendi que tudo tem seu tempo e que, apesar d ser necessário abdicar de algumas coisas, meu descanso e lazer não devem ser postos em segundo plano. Hoje consigo administrar bem a minha rotina e ter tempo para tudo... academia, alimentação saudável, vida social, descanso e estudos! ;))) Estou mt feliz e realizada<br>-Karina Andrade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 18:43:28 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>O terceiro ano foi com absoluta certeza o pior ano da minha vida. Eu que sempre fui uma pessoa socialmente ativa: saia todo final de semana, via minha família todo domingo, e de repente cortei todo meu convívio social. Já estava com dificuldade de regular meu sono e meu ritmo de estudo pós retorno do intercâmbio, juntando com a nostalgia de querer estar com meus amigos e largar os módulos pro ar, minha saúde mental foi despedaçada.<br>Conheci o curso de biomedicina por uma palestra dada no meu colégio e descobri a possibilidade de fazer uma prova interna e transferir para o curso de medicina. No fina do ano, fiz os dois vestibulares. O de medicina, o qual eu colocava uma pressão enorme em mim pra passar, não fui nem pra segunda fase, já o de biomedicina, passei em 3º lugar.<br>Decidi cursar biomed e fazer cursinho ao mesmo tempo (quem fez cursinho sabe o quão louca foi minha decisão). Não comia direito, dormia 2/3 horas por dia porque usava a madrugada pra estudar, desenvolvi gastrite nervosa, ou seja, eu me lasquei por completo. No segundo semestre decidi me envolver mais com a faculdade, entrei pra liga de imunologia, fui aprovada pra uma bolsa de iniciação científica na FIOCRUZ e segui meu curso.<br>Quando chegou a época de fazer o PROSETIN, eu também comecei um trabalho temporário, e pra poder descansar e não me sobrecarregar, decidi abdicar umas saídas com meus amigos e família por 2 semanas. Também parei de me cobrar, o que tivesse que ser seria, fui com a cabeça mais leve pra prova e acabei passando conseguindo, finalmente, realizar meu sonho.<br>Giulia Botelho</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1537409567</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu entrei no ensino médio já sabendo que queria cursar medicina. Meu terceiro ano, por conta de toda pressão perto do vestibular, foi marcado por quatro idas ao hospital por algum sintoma de ansiedade como refluxo. Meu estado emocional me tirava tanto do eixo, que no meio do terceiro ano quando fui fazer a prova da Bahiana, eu passei mal antes de entrar na sala e quase não fiz a prova. Acabei não passando e veio o ano seguinte: o começo do cursinho. Sempre fui uma pessoa de sair muito e de encontrar meus amigos e minha família. No primeiro semestre do cursinho abdiquei de tudo isso, comecei a fazer intensivo e estudar de domingo a domingo. Resultado: não passei no meio do ano e longe de passar. Segundo semestre decidi fazer diferente. Decidi me adaptar à minha forma de estudar e como eu gostava. Fiz algumas matérias isoladas em diferentes lugares, pois aquele ambiente de cursinho e aula tradicional todo dia não funcionava comigo, ficava sem concentração rápido. Decidi, também, não parar de sair como eu gostava. Estudava muito de segunda a sexta e no final de semana tirava um tempo para mim e meus amigos. Foi assim, respeitando meu modo de ser e cuidando da minha saúde mental, que consegui a tão sonhada aprovação.<br><br>Alice Lemos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Durante o ensino médio, eu ainda tinha muitas dúvidas sobre qual curso iria escolher. Pensei em várias áreas mas as que eu mais me identificava eram a da engenharia e a de medicina.<br>Por algum tempo fiquei no cursinho tentando passar em medicina, porém no meio do semestre fui aprovado em Engenharia mecânica e decidi cursar. Durante o tempo fazendo engenharia percebi que na verdade não me identificava tanto com aquela área quanto eu pensava e no final do semestre tranquei o curso. Depois disso entrei novamente no cursinho para, definitivamente entrar em medicina. Após algum tempo passei na bahiana.<br>Logo durante as primeiras semanas do primeiro semestre me apeguei bastante ao curso e a faculdade, porém após o carnaval de 2020 veio a pandemia que separou os alunos da faculdade, e cá estamos até agora.<br><br>Gileno Falcon Carvalho<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 22:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre soube que queria cursar Medicina, então me preocupo com os estudos desde muito novinha. Porém, quando vim para Salvador no ensino médio, tive que me esforçar muuuito mais e, junto à toda pressão, desenvolvi ansiedade - o que acabou me atrapalhando bastante.&nbsp;<br>Apesar de todo o esforço, não consegui passar no fim do terceiro ano para Medicina, mas passei para Engenharia Civil na UFBA. Era um curso que eu tinha muito interesse também, mas sabia que não era meu sonho.&nbsp;<br>Então, me matriculei no cursinho. Todo esse processo foi muito doloroso pra mim na época, mas agora percebo que a experiência do pré-vestibular me trouxe muitos aprendizados, além de amigos que vou levar pra vida toda.&nbsp;<br>Depois de um ano, consegui entrar na Bahiana e tive plena certeza da minha escolha, além de que estava muito mais madura e preparada emocionalmente pra cursar uma faculdade.&nbsp;<br>Tudo ocorreu no momento certo e como tinha que ser.&nbsp;<br><br>- Beatriz Mercês</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 23:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de alguns momentos de dúvidas, que surgiam de vez em quando e que considero normal para esse tipo de escolha, desde novinho eu já havia me decidido que iria cursar Medicina e também sempre quis que fosse na Bahiana.&nbsp;<br>Foram muitos os desafios desse processo, fiquei longe da família quando me mudei de cidade para estudar o ensino médio, fiz cursinho tradicional, fiz isoladas, assinei diversas plataformas online e até pensei que não conseguiria ser aprovado nunca. Eu tinha "parado de viver" e aquela rotina me fazia muito mal, mas somente depois de amadurecer mais um pouco e aprender a equilibrar as responsabilidades com o lazer (e a importância disso, pois nem tudo se resume à apenas estudar) além é claro de aceitar que cada um tem seu momento e que minha hora também iria chegar, foi que eu consegui levar as coisas de maneira mais leve e tornar tudo mais proveitoso.<br>Hoje olho pra trás e vejo o quanto esses desafios valeram a pena e o quanto me fizeram crescer.<br><br>Adler Lima Cardoso</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:23:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[
•	]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:39:21 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde muito nova eu sonho em fazer medicina. Em poder entrar na universsidade e me dedicar à um propósito maior: salvar vidas. Na minha cabeça o meu ensino médio estava me preparando para passar fácil pelo vestibular. Mas não foi isso que aconteceu.&nbsp;<br>&nbsp;Nos meus primeiros dois anos de cursinho pré-vestbular eu me dedicava 100% ao ENEM. Passei a abdicar dos momentos de lazeres, de passeios, saidas e festas. Vários amigos da época da escola foram sendo aprovados e eu comecei a ficar ansiosa pela minha aprovação. No final do segundo ano de cursinhho veio mais uma derrota: o quase. Quase fui aprovada, por pouco não passei. Me sentindo um fracasso, sem entender a razão para continuar perdendo e me questionando sobre qual o melhor caminho a tomar. Foi ai que tomei uma decisão: vou para Salvador fazer um cursinho melhor. Na época acreditei que a mudança de ares, ir para m lugar onde o foco seria maior e com outra forma de aprendizado poderia me ajudar. Decidi também começar a fazer o vestibular da bahiana. No primeiro semestre de 2019, meu 3 ano de cursinho, eu comecei com todo o gás, me dediquei o dobro. E como resultado eu não passei. Mais uma vez eu tinha que lidar com a frustação, com o desalento e a sensação de perdida, o que eu fazia de tão errado? Conversando com minha tia eu percebi que não estava sabendo lidar com a prova, não o conteúdo, minha ansiedade e insegurança me atrapalhavam demais, então comecei uma terapia.Além disso, ir para salvador me permitiu conhecer pessoas incríveis que guardo no meu coração, pessoas que me ajudaram a acreditar em mim, pude contar com  apoio da minha familia, que me deu suporte necessário, além da presença constante da minha melhor amiga me motivando. Fiz a prova da bahiana mais uma vez e finalmente tive o resultado dos sonhos: APROVADA.<br><br>(Ana Delkely Santos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:09:03 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>O meu terceiro ano foi uma etapa de grande dedicação e abdicação de lazeres. Provavelmente foi o momento que estudei por mais tempo, mas não tenho arrependimentos em relação a ter deixado de fazer algo com os amigos, pois sei que foi necessário para tudo ocorrer da forma que foi.<br>O cursinho foi uma fase de focar na prova da bahiana em si, uma vez que já tinha uma bagagem considerável do colégio. Esse processo foi difícil, mas todo ocorreu no seu tempo.<br><br>-Francisco Da Cunha Castelo Branco</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:19:16 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Cheguei a cursar por um breve momento Engenharia Civil, porém não gostava do curso. Após muita reflexão, resolvi trancar a faculdade para tentar o curso de medicina. Durante a infância/adolescência nunca sonhei em fazer medicina, não era uma área que eu tinha interesse. No entanto a medida em que fui amadurecendo acreditei que o curso seria uma boa opção para mim, afinal sempre gostei de estudar muito e com o tempo desenvolvi um enorme apreço pela área das ciências. Assim então, após trancar a faculdade, entrei no cursinho e comecei a estudar de forma consistente e determinado, de uma maneira que nunca tinha feito antes. No primeiro vestibular da Bahiana que fiz, após 6 meses de cursinho, quase passei, porém fui mal na redação, oque atrapalhou minhas chances de adentrar no tão almejado curso. Não me deixei abalar e continuei persistindo, até que no final do ano tive êxito em meu objetivo.<br>(Dimitri Porto)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso </title>
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         <description><![CDATA[<div>Quando eu estava na 8ª série, decidi que medicina era o curso que queria para mim. Até mudei de escola no ensino médio para focar mais nos estudos e garantir um melhor direcionamento para o vestibular. Porém, o terceiro ano foi um ano de muitas mudanças e acabei ficando muito confusa com essa decisão. Cheguei a ficar em dúvida de 3 cursos: odontologia, arquitetura e medicina. Tinha muita pressão envolvida e eu sabia que se fosse realmente medicina, teria que me dedicar o dobro para conquistar meu objetivo. Nesse período, cheguei a fazer vestibular para odonto, mas quando vi meu nome na lista, percebi que não era o que queria. Depois disso, continuei meio indecisa quanto a arquitetura, mas, no fundo, sabia que medicina era minha verdadeira escolha, só estava preocupada com o percurso. No fim do ano, fiz a bahiana e não passei por muito pouco, o que me deixou até surpresa, porque sabia que não tinha me dedicado o suficiente naquele ano. Isso me deu motivação para correr atrás no ano seguinte. Acabei fazendo dois anos de cursinho e não posso dizer que foi fácil, mas sei que foi fundamental para meu amadurecimento pessoal. No fim de 2019, quando fiz a prova da bahiana novamente, fiquei morrendo de medo do resultado, mas tinha uma sentimento lá no fundo que já me dizia que aquele era o meu momento. Enfim, não podia ter ficado mais feliz e realizada ao ver meu nome na lista de aprovados 20.1. Tudo acontece no momento certo!<br><br>-&nbsp;Juliana Pedral</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 02:43:12 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso (estudo).</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1539123575</link>
         <description><![CDATA[<div>Como eu falava desde criança que queria fazer faculdade de Medicina, meus pais sempre buscaram me colocar em colégios que fossem me dar uma boa base para isso. No ensino medio, essa busca envolveu sair de um colégio que eu gostava muito para ir para um novo colégio com um perfil completamente diferente que tinha acabado de chegar aqui em Salvador. A rotina lá era exaustiva,&nbsp; aulas das 7 as 12:40, almoçava rapidamente algo que trouxe de casa ate 13:00 e ficava estudando na sala de estudo sem intervalod até as 20:30. Isso nos dias que nao tinha aulas de tarde,&nbsp; nesses dias voltava para casa a noite e estudava ate 00:00. Alem disso,&nbsp; fazia aula extra de redação pela noite uma vez por semana, simulados todos os sábados de tarde e aula extra de fisica todo domingo de manhã. Foi muito cansativo.&nbsp;<br>-Giuliana Potthoff Passos&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 11:41:07 UTC</pubDate>
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         <title>Entrada no curso</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1539169546</link>
         <description><![CDATA[<div>Nunca tive uma certeza muito grande sobre o que queria fazer depois da escola, mas as áreas com as quais eu mais me identificava eram saúde e exatas. Logo após o colégio eu passei em Farmácia na federal, que era uma das minhas principais opções de curso, mas acabei não me matriculando porque não senti que aquele era o momento certo, uma coisa bem intuitiva mesmo. Então no primeiro semestre de cursinho eu estudei muito, tinha acabado de me mudar pra Salvador em uma realidade totalmente diferente da que eu vivia, mas estava super empolgada, até que eu não passei e a empolgação acabou. Estudei no segundo semestre muito menos focada e animada pois fiquei totalmente desmotivada, saía muito mais com os meus amigos que antes, comecei a fazer terapia e academia, mas acabei estudando bem menos que no primeiro semestre, e então veio a aprovação S2.<br><br>- Lara Peixoto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 12:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Peripécias para a entrada no curso</title>
         <author>gabrielapinto201</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1539224005</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha fase de colegial foi no interior, apesar de tirar boas notas, meu estudo era sempre voltado para fazer as provas e não para o aprendizado em si, o que complicou muito para entrar de cara na faculdade fazendo com que eu viesse para Salvador fazer cursinho. No início, estudava intensamente e descanso era basicamente só nas férias, depois de um ano de cursinho sem alcançar a tão sonhada aprovação, no semestre seguinte passei a ter crise de ansiedade severas, não conseguia dormir, me alimentava muito mal, perdi 6 quilos o que pra mim (magrinha desde sempre) era muito, crises de falta de ar e desespero, que me impediam de estudar o que gerava mais aflição e mais crises e assim vivia num ciclo. Dessa forma, meu desempenho na prova foi muito pior do que o habitual e a partir daí me desprendi do medo da reprovação e deixei a vida se organizar por conta própria. Parei de estudar loucamente, resolvia apenas questões e no cursinho perdia várias aulas para ficar me distraindo com meus amigos, foi no semestre de menor empenho e dedicação que consegui o que mais queria. Levar a vida com mais leveza foi a chave.<br><br>Gabriela Cardoso Pinto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 12:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>Peripécias para entrada do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde sempre, eu quis fazer Medicina e tive uma bagagem muito boa. No meu terceiro ano, foquei apenas para a prova do ENEM, porém não passei. Depois do primeiro dia da prova, tive uma crise alérgica ligada ao meu estado emocional, que estava bem fragilizado na época e precisei ir para a emergência. Fui para o cursinho no ano seguinte e comecei a fazer terapia também. Era uma rotina muito exaustiva, pois o local em que escolhi estudar era bem longe da minha casa, eu comecei a fazer cursos extras e passei mais tempo fora de casa, mas ao mesmo tempo foi uma época muito boa, porque estava cercada de pessoas incríveis. Em abril, resolvi me dedicar para a Bahiana também e passei no final do ano. Saí todo fim de semana com meus amigos, diferentemente do ano anterior, e também não estudei nos domingos e senti que minha disciplina durante a semana aumentou. Inclusive cheguei a viajar um mês antes do ENEM, pro Rio, para ir em um festival com meu irmão, algo que eu não consideraria nunca no ano anterior também. Foi um ano bem cheio, mas de muito aprendizado: hoje eu sei da importância de uma saúde mental equilibrada pra vida e quando olho para trás, sinto orgulho por tudo que já passei. Acho que tudo acontece no momento certo.&nbsp;<br><br>Ana Emanuela Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 12:37:54 UTC</pubDate>
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         <title>Peripécias para entrada do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu entrei no meu terceiro ano já sabendo que queria fazer medicina. Minha rotina era exaustiva, eu tinha aula das 7 da manhã até às 3 da tarde pelo meu colégio, e ainda fazia outros cursinhos focados para a bahiana. O momento que mais me marcou foi quando eu fiz a revisão do único, cerca de 1 mês antes da prova. Nessa época, eu tinha aula das 7 da manhã até às 15h pelo meu colégio e ainda tinha as aulas da revisão das 18h até às 21, fora as isoladas que eu fazia nesse meio tempo entre essas 2 aulas. Além disso, a grande pressão acerca do vestibular fez com que esse momento se tornasse muito mais difícil.<br><br>Leonardo Dourado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:05:23 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha aprovação veio um pouco diferente da grande maioria.<br>Fiz o vestibular no final do meu 3º ano, depois de muito estudo e esforço. Tive minha formatura do colégio no dia 11/12 e no dia após saiu o resultado e eu não havia sido aprovada. Um dos piores dias da minha vida.<br>Mas, pela minha colocação, existia a chance de passar nas próximas listas.<br>Eu sou uma pessoa muito prática, então botei logo na cabeça que não iria passar e me matriculei num cursinho. Foi uma época muito difícil! Cheguei a fazer 1 semana de cursinho e quando ia começar a segunda semana saiu uma lista só com meu nome.<br><br>Foi um dia inesquecível!<br><br>Clara Nunes Pamponet</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Peripécias para entrada no curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante o ensino médio, apesar de surgir curiosidades em outros cursos, a Medicina sempre foi minha principal escolha, no que eu mais me identificava e queria. Sabia que o processo não ia ser fácil, mas era aquilo que eu queria então vamos. No meu primeiro ano de cursinho entrei super empolgada, foi bem puxado, ficava o dia todo no cursinho, muitas horas de aula, abdiquei de muita coisa, colocava muita pressão, estudava bastante, fiquei muito cansada e ansiosa, e aquilo me fez muito mal, antes das provas ficava muito nervosa, nesse mesmo ano, um dia antes do Enem, cheguei a ficar com febre e a vomitar, mas conseguir fazer a prova no dia seguinte. No final desse ano passei na 1 fase da bahiana, mas mesmo não passando na 2, fiquei feliz e confiante comigo mesma para continuar. Já no 2 ano, mudei de cursinho, e no 2 semestre fiz diferente, mais cansada que no início, decidir seguir meu ritmo de estudo, não me cobrando tanto, de forma mais tranquila, eu e minhas amigas do cursinho faziamos intervalos e saíamos para comer e conversar, sair mais também com meus amigos, e mesmo chegando a pressão da época de prova, &nbsp; acho que as coisas conseguiram seguir de forma mais leve e no final de 2019 fiquei radiante ao ver meu nome lá na lista de aprovados da Bahiana de 2020.1. Foi bastante difícil, mas hoje sei que tudo foi muito importante e essencial para mim e na minha trajetória, além de ter conhecido pessoas maravilhosas nesse caminho : )<br><br>Julia Melo&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 13:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para entrada no curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Até a metade do meu terceiro ano, eu ainda tinha dúvida de que curso escolher, tanto pela influência da profissão dos meus pais, e também pela vivência de meu irmão no curso de medicina. No final do terceiro ano, após passar em direito e não passar em medicina, eu fiquei em uma dúvida enorme se cursava logo direito ou se me esforçava mais e continuava tentando medicina, e após muitas conversas com amigos e familiares, resolvi continuar tentando até que 1 ano depois eu consegui passar, e estou muito feliz com a minha escolha, fora que nesse 1 ano de cursinho eu tive muitos aprendizados que vou levar para a vida.<br><br> Thiago Pinho Cordeiro Araújo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando terminei o 3º ano tinha decidido que queria cursar Medicina, mesmo sabendo que enfrentaria uma alta concorrência, mentalizava que ia dar tudo certo. No entanto, foi quando entrei no cursinho que me dei conta da dimensão que é o pré-vestibular para Medicina, senti na pele essa concorrência enorme e entendi que precisaria abdicar de algumas coisas para conseguir atingir meu objetivo. No início do cursinho, achava que não estava rendendo o que gostaria, então comecei a sair, cada vez menos, nos finais de semana, deixei de me encontrar, muitas vezes, com meus amigos, de ir para eventos e outras coisas para estudar. E, claro que o ritmo dessa rotina daria ruim, e foi o que aconteceu – não passei e só desgastei meu psicológico e meu emocional ao focar muito nos estudos e abrir mão da minha vida social, que eu precisava tanto. Então, virei essa chave e decidi que minha saúde mental seria sempre a minha prioridade, comecei a encarar os estudos de uma maneira mais leve, focando durante a semana para ter um bom rendimento, mas sem deixar de ver amigos, de fazer meus rolês e saídas aos finais de semana, que funcionavam como uma válvula de escape e me faziam muito bem. Não foi fácil esse período, confesso que errei várias vezes e surgiam muitas dúvidas em mim, mas à medida que os resultados vinham tinha a sensação de que estava no caminho certo, que estava progredindo, e foi preciso passar por tudo isso. Acredito que aconteceu do jeito que tinha que ser, nesse período não só aprendi conteúdo para passar vestibular, mas aprendi coisa mais valiosas que pretendo levar para minha vida: ter mais paciência, a me cobrar menos, a mudar a rota quando não está dando certo, a fazer alguns ajustes, e assim vai. Hoje, vejo que valeu a pena e me sinto realizado com a escolha.<br><br>Lucas Lopes Gordiano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:39:38 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo do meu ensino médio, sempre tive um desejo de cursar medicina. Contudo, no terceiro ano, acabei refletindo muito sobre as minhas possibilidades e acabei optando por cursar engenharia elétrica. Desde o primeiro semestre, não sentia prazer em estudar aqueles assuntos, porém acreditava que ao abordar de maneira mais prática, sentiria mais interessado com a faculdade. Contudo, o oposto aconteceu, e me vi sem perspectiva dentro do curso de engenharia. Então, depois de muita reflexão, decidi abandonar um caminho já encaminhado para recomeçar. Então, voltei para o cursinho, onde passei 1 semestre e conheci muitos amigos que levo até hoje. No fim do semestre, alcancei meu objetivo de ser aprovado em medicina.<br><br>Dan Perdiz Fucs Machado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Fiz a prova de 2020.1 no final do meu terceiro ano. No final de semana anterior a segunda fase, foi aniversario de minha irmã em uma casa de camas elásticas. Eu, que sou completamente apaixonado por "estripulia", resolvi me dar essa tarde de descanso dos estudos e pular bastante para desestressar. O que aconteceu? Dei um jeito serio na minha cervical e passei a ultima semana antes do vestibular com uma dor absurda no pescoço e no braço direito. Durante essa ultima semana, passei muitas horas sentado estudando e a dor nessa posição era muito grande. Meu desespero era gigante, estava prestes a fazer a prova aberta sentindo uma dor constante no braço direito, ombro e pescoço. Mas fui lá, fiz a prova sentindo dor mas com a cabeça focada no conteúdo, quase que anestesiado a base da adrenalina.&nbsp;<br>Passei o ano inteiro falando para todos que me perguntavam sobre colocação que meu desejo era ficar em ultimo, pois, significaria que eu havia estudado o mínimo possível rsrsrsrs. Foi exatamente o que aconteceu, fiquei na colocação 169 e tinha certeza que nunca seria chamado, entrei no cursinho e passei 3 meses indo para a aula e estudando. Até que, de repente, a Bahiana chama uma lista com 4 pessoas mesmo depois de clara (nossa colega que contou a historia dela, também nesse padlet) ter sido convocada numa lista com apenas seu nome. A partir desse momento eu estava por 1 pessoa, então liguei para a Bahiana para saber se existia a possibilidade de me chamarem e me disseram que mesmo que alguém saísse não iriam convocar pois eu já teria perdido 3 semanas de aula.&nbsp;<br>Na semana seguinte, numa terça de manhã, estava fazendo questões de química, já conformado com ser "O cara que ficou por 1". Recebi uma ligação da Bahiana falado que surgiu uma vaga e perguntando se eu poderia ir me matricular daqui a uma hora. No espaço de uma hora, eu estava cabisbaixo estudando para talvez entrar na Bahiana e uma hora depois eu estava com meu crachá andando no campus do cabula, foi uma mudança muito surreal e inesperada que literalmente mudou tudo.<br><br>Guilherme Gaudenzi Novais Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 15:08:14 UTC</pubDate>
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         <title>fim turma C</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 21:58:33 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:09 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:12 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:14 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:22 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-27 17:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>As peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</title>
         <author>matheusflores201</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/cgmf8jmxkfp5rket/wish/1627200345</link>
         <description><![CDATA[<div>A fase mais desafiadora que tive até então foi esse período de definição e preparação para entrada no curso. Diversos são os motivos para que essa fase seja delicada: pressão social para uma definição rápida e definitiva, cobranças internas e os próprios desgastes dessa fase (vestibular, escolha da faculdade, 3º ano). No entanto, tudo se iniciou no 3º ano, ano complicado, pois além de uma carga horária extensa, ainda existiam as incertezas quanto ao curso que iria escolher. Mas, sem dúvidas, a parte mais desgastante de todas foi o Cursinho (logo após a saída do 3º ano e o qual permaneci por 1 ano), por mais que o mesmo tenha me ajudado muito no que se refere ao amadurecimento e também ao convívio com pessoas de idades diferentes, ele foi muito tortuoso, porque me fazia lembrar a todo momento a necessidade de ser aprovado no vestibular e, além disso, o cansaço físico e mental, fruto das cargas horárias gigantes e horas de estudo enquanto em casa. Mas foi graças a ele que, ao final de tudo, alcancei meu objetivo, com muita dedicação e força de vontade,&nbsp; a aprovação no vestibular na faculdade qual desejava foi alcançada, e hoje olho para trás com muito orgulho e, às vezes, com até um pouco de saudade/nostalgia. Esse período foi para mim o momento o qual tive a autonomia para decidir meu futuro, mas consigo a responsabilidade de arcar com os frutos da minha decisão.<br><br>(Matheus Silva Flores)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 19:06:27 UTC</pubDate>
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