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      <title>Meu padlet inteligente by Herena Maués Correa de Melo</title>
      <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt</link>
      <description>Criado com uma piscada e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-19 02:40:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-06 13:32:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Questões Agrárias e Mineração</title>
         <author>herena1983</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1615181805</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 02:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>João Aparecido </title>
         <author>joaoquilombola4</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto é bem interessante para a gente refletir sobre a exploração de minérios, como mais uma iniciativa/força contrária as demarcações e titulações de terras dos povos e comunidades tradicionais. Independentemente de quais sejam os recursos naturais que levem o grande capital a se interessar pelas áreas ocupadas (ou de interesse) por/desses povos, o fato é que se trata de grande opositor da democratização do uso da terra e da forma tradicional (coletiva) que vivem e se relacionam com a terra esses povos e comunidades. O interesse lucrativo sobre tais áreas é a real explicação da grande força que atua contra os direitos constitucionalmente reconhecidos &nbsp;a esses povos e comunidades, que muito precisam somar forças em luta para que tais direitos sejam efetivados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 22:06:57 UTC</pubDate>
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         <title>Excelente resumo querida, parabéns.</title>
         <author>delmafloresta23</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1616458441</link>
         <description><![CDATA[<div>Os direitos dos povos da floresta são leiloados diariamente, enquanto os guardiões dos recursos naturais se preocupam em manter este meio com o mínimo de impactos, estes recursos são saqueados por projetos gerenciados por empresas estatais e privadas, movidos pelo poder e ganância capitalista, que pregam a “desenvolvimento sustentável” destes recursos, que apesar do art. 225, CF/88 garantir a proteção dessas áreas, pouco se tem considerando neste sentindo para que a integridades destes sejam de fato assegurados, nossos espaços/territórios são invadidos, o cerne de nossas terras escavadas para extrair até os últimos recursos minerais, nossas aguas são poluídas, nossas matas devastadas, sendo que “a natureza não é uma fonte inesgotável”&nbsp; (Krenak, 2016), por tanto os efeitos deletérios são explícitos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 22:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>ComentáriosDisciplina:Populações Tradicionais: Identidade e direitos tradicionais Titulo:Mineração e questão agrária: as reconfigurações da luta pela terra quando a disputa pelo solo se dá a partir do subsolo.Docente:Professores Dr. Girolamo Domenico Treccani e José Heder BenattiDiscente:Herena Neves Maués Corrêa de Melo</title>
         <author>yssotruka</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1618769912</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 02:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Parabéns pelo resumo, Herena. Os grandes empreendimentos encarnam o modo capitalista de produção e este desconsidera por completo o que não reverte em dinheiro. Assim, a exploração em si se torna um valor mais &quot;importante&quot; que qualquer outro, ainda que estejamos vendo perfeitamente que o progresso e desenvolvimento prometidos não chegaram para todas as pessos. O compromisso de minimizar impactos decorrentes da mineração não é diferente. Até a ideia de reduzir, invés de eliminar os impactos, traduz esse pensamento em que o lucro é colocado acima de tudo</title>
         <author>andreaferreirabispo</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1619445803</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 11:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parabéns pelo resumo!</title>
         <author>lucinegaac</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1619831414</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>A busca constante pelo lucro tem feito dos territórios tradicionais alvos da política neoliberal. A mineração desde o processo de colonização do território que mais tarde seria chamado Brasil vem destruindo mananciais aquáticos úteis à sobrevivência humana e animal.<br><br></div><div>Hoje, mesmo as políticas de ordenamento territorial e conservação ambiental prevendo restrições à atividade mineral, há interpretações jurídicas em favor da exploração de minérios em áreas destinadas à reforma agrária. Demonstra que além do jurista, em sua maioria, ser um sujeito do seu tempo ele se mantém em favor do conservadorismo de estruturas de exploração dos bens materiais em detrimento da natureza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 14:59:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conflito de usos da terra na Amazônia mineral</title>
         <author>acapolinarioscardoso</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1619912005</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudo do Prof. Palheta et al se soma ao texto e ao excelente resumo da Herena. Os professores apontam os conflitos gerados pelos grandes projetos de mineração, em especial, sobre populações tradicionais. Igualmente, a partir da experiência da região de Carajás, alertam para o fato de que&nbsp; acaso se desenvolvam condições logísticas, exemplo da construção da ferrovia paraense, tais conflitos se multiplicarão pelo território do estado.<br><br>Importa também destacar que o momento que vivemos é o de uma valorização enorme dos metais explorados em solo paraense, com destaque para o ferro (cujo maior teor de pureza encontra-se em Carajás) e cobre (83% da reserva nacional está localizada em solo paraense - SIMINERAL, 2013)&nbsp;<br><br>A referida valorização é impulsionada, entre outros fatores, pela retomada da econômica chinesa e, ironicamente, pelos planos de transição para uma economia "verde" que tem como um dos seus alicerces a opção por veículos elétricos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 15:43:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Muito bom Herena, quanto ao texto destaco a quantidade de energia consumida pela Albrás durante o processo de mineração, corresponde a 1,5% de toda a energia elétrica do país. Isso justifica a necessidade de criação de novas hidrelétricas na nossa região, que visa atender a expansão da indústria mineradora especialmente no Norte do país, tal expansão gera deslocamento de populações tradicionais de seus territórios originários, assim como disputas por terras gerando uma infinidades de conflitos.   </title>
         <author>dauanasf</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1620650688</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-23 01:01:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>santosflavia2305</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1621599776</link>
         <description><![CDATA[<div>Importante o debate trazido.&nbsp;<br>As tentativas de não demarcar os territórios para que deles sejam extraídos minérios, visando tão somente o lucro, têm se intensificado, assim como é exponencial o aumento da pressão para não garantir o direito à titulação, à exemplo temos a possibilidade latente de denúncia da CONVENÇÃO 169 da OIT pelo estado brasileiro.<br>Os povos e comunidades tradicionais têm seguido em resistência mesmo sem a devida proteção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-23 12:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>Queila Couto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1630562125</link>
         <description><![CDATA[<div>Parabéns pelo resumo Herena!<br>infelizmente os grandes empreendimentos visam somente a exploração da natureza e de forma desenfreada com o objetivo sempre de se obter mais e mais lucro, não importando que isso cause grandes consequências as populações que vivem nessas áreas&nbsp;e que precisam dela para sobreviver.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 20:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>A recente expansão da mineração e dos setores extrativistas em vários países da América Latina, sobretudo neste início de século, abriu um novo plexo de problemas fundiários, sociais e ambientais no continente. Dentro de uma concepção que privilegiou as exportações e a implantação de grandes projetos extrativos e logísticos esta expansão impôs um novo ciclo de apropriação e financeirização da terra e um conjunto complexo de contradições no espaço agrário e nas formas de controle do território. O boom mineral que se impôs neste período recente parece ter reforçado a questão da propriedade da terra como elemento central na viabilização dos capitais produtivos e financeiros e, deste modo, a importância do espaço agrário não somente na reprodução do capital, como também nas políticas de estado.  Assim, a agenda da mineração mostrou-se uma verdadeira agenda fundiária: uma corrida por terras. O aumento do porte dos projetos, exigindo cada vez mais áreas para a instalação das estruturas necessárias e a expansão de projetos para novos territórios considerados anteriormente “improdutivos” provocou distintos jogos de diferenciação e divisões espaciais, gerando novos modos de partilha da terra e processos conflitivos em diferentes territórios. Por isso mesmo, a atividade mineral se tornou uma atividade cada vez mais intensiva em área, ou seja, demanda grandes extensões territoriais para viabilizar não só as minas e usinas, as estruturas e equipamentos, mas também para conter, isolar e excluir fluxos locais e a população.  Esta expansão desenvolvimentista sempre ocorre em detrimento das populações tradicionais afetadas, as quais permanecem de certa forma esquecidas pelo Poder Público. </title>
         <author>renatavpc80</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1631654717</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 12:31:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os grandes empreendimentos dizimam os povos tradicionais. Além de genocídio, ocorre também o epistemicídio e o nutricídio, como forma de, além de acabar com os povos e tudo o que fora produzidos por eles, extrair nossas riquezas visando o lucro. Parabéns pelo resumo!</title>
         <author>carmemalfaiap</author>
         <link>https://padlet.com/herena1983/cftam63bfcmrmqmt/wish/1632226060</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 19:51:27 UTC</pubDate>
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