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      <title>Países de Industrialização Recente 1 (Amer. Latina) by Jenny</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-04 12:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>Industrialização da America latina </title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 12:22:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div> O Brasil, o México e a Argentina são as maiores, mais industrializadas e mais diversificadas economias da América Latina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 12:28:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os três se tornaram países independentes no início do século XIX e, no final dele, iniciaram lentamente seus respectivos processos de industrialização, que se intensificaram somente a partir da década de 1930.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 12:31:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a crise de 1929 e a depressão econômica que se seguiu, os países industrializados passaram a comprar menos mercadorias vendidas pelos países exportadores de produtos minerais e agrícolas. Nessa época, o Brasil, o México e a Argentina tiveram seus níveis de exportação drasticamente reduzidos, o que lhes dificultou importar diversos produtos industrializados. Por outro lado, a queda no ingresso de produtos importados acelerou a industrialização voltada a substituir muitos bens de consumo, principalmente da Europa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 12:33:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Algumas das primeiras fábricas pertenciam à aristocracia latifundiária, que tinha acumulado capital com as exportações de produtos agropecuários e passou a investi-los na indústria, no comércio e no sistema financeiro. Os <em>estancieros</em> argentinos (donos de estâncias, grandes propriedades rurais), ganharam muito dinheiro exportando carne e trigo; no Brasil, destacavam-se, principalmente, os fazendeiros de café, conhecidos como barões do café; e, no México, os proprietários das <em>haciendas</em> (fazendas). Todos eram grandes latifundiários, com forte influência econômica e política em seus países.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 12:36:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>No entanto, esse início efetivo do processo de industrialização não foi acompanhado de políticas sociais e econômicas voltadas à distribuição de renda e maior inserção da população pobre no mercado interno de consumo: parte da aristocracia latifundiária gradativamente se transformou em burguesia industrial e financeira e diversificou suas fontes de lucro, o que explica como muitos latifúndios, mesmo improdutivos, continuavam nas mãos de seus antigos proprietários. A inexistência de uma efetiva reforma agrária, como ocorreu nos países desenvolvidos enquanto se industrializavam, é um dos fatores que explicam a urbanização acelerada e desordenada, a acentuada desigualdade social e a consequente fraqueza do mercado interno dos países de industrialização recente da América Latina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 13:11:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o término da Segunda Guerra Mundial, os grandes grupos empresariais oriundos de países industrializados da Europa, assim como Estados Unidos e Japão, buscaram uma nova forma de expansão comercial, com a dispersão de empresas multinacionais em direção a países da América Latina, África e Ásia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 13:18:51 UTC</pubDate>
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         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A nova configuração internacional de produção foi promovida por diversos fatores, dentre os principais estão: mão de obra abundante e com baixo custo, fragilidade sindical, riquezas em matérias-primas, imenso mercado consumidor, disponibilidade de infraestutura oferecida pelos países que recebem as empresas, leis ambientais frágeis, além de outros fatores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 13:19:55 UTC</pubDate>
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         <author>jeniferfernandes</author>
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         <pubDate>2018-09-04 13:23:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeniferfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div> O modelo de substituição de importações incentivou a produção interna de muitos bens de consumo, que deixaram de ser comprados no exterior, como roupas, calçados, eletrodomésticos, carros, entre muitos outros. Ao mesmo tempo, requeria a importação de outros bens que não eram produzidos internamente, como máquinas e equipamentos, e exigia a constituição de uma infraestrutura de transportes, energia e comunicações, demandando cada vez mais investimento. Como a poupança interna era limitada, esse modelo de industrialização foi muito dependente de capital estrangeiro e os recursos externos entravam nesses países como investimento produtivo, por meio da instalação de filiais de multinacionais, ou por empréstimos contraídos pelos governos e por empresas privadas nacionais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-04 13:24:53 UTC</pubDate>
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