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      <title>José Brás - E1T4053 by </title>
      <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053</link>
      <description>Professor de Educação Visual e Tecnológica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-17 10:03:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-18 18:36:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>M1|Tarefa Tutoria</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/131077077</link>
         <description><![CDATA[<div><em>«Nem toda a tentativa de realizar um processo de tutoria é automaticamente eficaz em qualquer situação. Para o ser, a tutoria necessita de ser planificada, estruturada e cuidadosamente monitorizada. Os tutores têm que saber como podem ajudar e quando não o estão a fazer (Topping 2000, p. 3)»<br></em><br></div><div>Na prática tutorial, o fator preponderante é o professor tutor e nas suas capacidades de estimular processos de pensamento, tomada de decisões e resolução de problemas do tutelado. </div><div>A aptidão na resolução de problemas dependerá da assertividade do tutor e da sua habilidade de transmitir mensagens de incentivo e confiança ao tutorando. Aqui, os aspetos relacionais de natureza ambiental, emocional, sociais, físicos ou psicológicos, permitirão ao tutorando desenvolver aptidões para acolher, organizar e usar as suas habilidades para ultrapassar as dificuldades.</div><div>Uma vez que o perfil do tutorando é individualizado, o professor tutor terá que traçar para cada um as estratégias, os materiais e o eventual envolvimento de outros recursos humanos, num procedimento devidamente planificado e estruturado. Porém, com a flexibilidade suficiente para se reorientar as estratégias em função da necessidade.</div><div>A eficácia do processo de tutoria, pela minha experiência, depende essencialmente da forma como conseguimos comprometer o tutorando no processo. Para isso é fundamental, logo de início acolhermos/recebermos o tutorando e com informalidade e sem juízo, abordarmos as suas inquietações, frustrações, ambições. Quando se consegue que um tutorando aborde estas situações sem constrangimento e de livre vontade, conseguimos atingir esse compromisso.</div><div>No ano letivo passado, fui tutor de quatro alunos vítimas de violência doméstica continuada (acompanhados pelo tribunal), um aluno vítima de maus tratos físicos e psicológicos (retirado à família após as diligências por mim tomadas junto da CPCJ), um transferido de outra escola por agressão a um professor, um acompanhado pelos serviços prisionais por envolvimento em crime violento e agressão a um agente da PSP, uma aluna institucionalizada desde os 6 anos, abandonada à porta da instituição, entre outros consumidores de estupefacientes. Todos estes foram capazes de abordar as suas inquietudes, após algumas sessões de tutoria. Para os mesmos foram elaborados planos individuais, diversas vezes alterados para reorientação de estratégias.</div><div>O professor tutor terá que abordar cada caso com muita cautela e acompanhar o tutorando, envolvendo-se de tal modo que permita ser o suporte deste quando o mesmo precisar.</div><div>O acompanhamento tutorial, só deve ser assegurado por pessoas devidamente preparadas e como tal disponíveis para se envolverem num processo que exige constantes adaptações. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 10:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>M1 Tarefa 2</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/131656705</link>
         <description><![CDATA[<div>Dos três objetivos do processo de tutoria, aquele que julgo mais difícil é a «compreensão e envolvimento do tutorando». Nesta fase, é suposto já se ter conseguido diagnosticar as dificuldades do tutorando. Estaremos aqui na fase da elaboração do Plano de Ação Tutorial, adaptado às particularidades do aluno, de modo a mobilizá-lo para as aprendizagens que se pretende, conduzindo-o a uma alteração das situações geradoras de instabilidade, seja no domínio académico, pessoal ou social, auxiliando-o no seu processo de aprendizagem autónomo. A eficácia deste plano só se verifica se for conseguido o seu compromisso. O tutorando deverá sentir-se capaz de iniciar um processo de transformação, sendo aqui bastante importante a assertividade do professor tutor e da sua aptidão para transmitir mensagens de incentivo e confiança. O envolvimento relacional tutor-tutorando, torna-se fundamental. Compreender, refletir, ponderar e apresentar soluções mobilizando o aluno, são fatores que dependem muito da habilidade do tutor pois o tutorando é único e os casos que se irão encontrar nas escolas variam desde a idade, ao tipo de problema.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-18 23:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>TIPOS DE CONHECIMENTO NO PROCESSO METACOGNITIVO</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/133163448</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Tarefa 1.7 – OPÇÃO A</div><div><br></div><div><em>Na conversa com o tutorando, surge o tema «projeto de vida. Importância de construir um projeto de vida… Como poderia introduzir os três tipos de conhecimento na conversa a propósito deste tema?<br></em><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conhecimento declarativo;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conhecimento procedimental;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conhecimento condicional.<br><br></div><div>A primeira abordagem com o tutorando é bastante sensível. Ainda que se disponha de um conhecimento prévio das dificuldades do aluno e das suas inquietações, há que criar um ambiente informal de modo a facilitar a alavancagem do processo tutorial. A informação sobre o seu dia-a-dia, permite recolher elementos sobre as suas atitudes e rotinas, os seus <em>hobbies,</em> bem como a sua envolvente social, cultural e económica. Ao se abordar o seu envolvimento escolar, com especial ênfase para os momentos de sucesso (geralmente encontram-se no 1.º Ciclo), temos caracterizado todo o <em>ser</em> do tutorando. Nesta primeira fase é crucial que se escute o tutorando, sem julgar ou criticar. O mesmo, passa a tomar consciência do que é, estando aqui o ponto de partida para o tutor trabalhar o processo de transformação.<br><br></div><div>Caso real de um aluno meu (situação relatada pelo mesmo):<br><br></div><div><em>O João (nome fictício), teve um percurso normal até o 3.º ano do 1.º Ciclo, sem dificuldades em Português ou a Matemática. Era uma criança que brincava com os seus pares, em tudo idêntica a estes. No quarto ano, após a separação dos pais e do processo litigioso da tutela, o João deixou de ter um ambiente favorável, passando viver com a mãe. Pouco tempo mais tarde, a mesma junta-se com um homem, que mais tarde soube que era alcoólico, que a agride frequentemente à frente da criança (João).O caso começa a ser falado na escola e o João revolta-se e refugia-se na vergonha e no medo. Repete o 4.º ano e os problemas em casa persistem (a mãe não consegue deixar o companheiro pois precisa do dinheiro que este vai deixando). O João desmotiva-se, pois não brinca (os seus amigos já estão na escola dos grandes) e não estuda porque em casa não consegue. No dia seguinte, o professor repreende-o porque não fez o trabalho de casa, criticando-o porque não trabalha, não estuda, etc. A incapacidade de obter resultados, de ter sucesso levou a uma degradação da sua autoestima. Considera-se um marginalizado e encontra refúgio entre outros (mais velhos), que passaram por situações similares. Apesar de ter passado depois para o 5.º ano, a escola deixou de fazer sentido. Torna-se agressivo, envolve-se na pequena criminalidade e considera-se poderoso (sabe que é menor, considerando-se assim impune) e encontra aqui outro sucesso, sente-se líder. Não pensou voltar à escola, pois os da sua idade já estavam muito mais à frente. Considerou não ter necessidade e pensava que seria muito difícil aprender a matéria. Porém, viu-se obrigado pois estava a ter problemas com a CPCJ e com a própria polícia. O João entende que algo está mal, pois compreende que começa a ter problemas e que entretanto surgiram outros líderes.&nbsp;<br></em><br></div><div>Conhecendo o perfil (os pontos forte e fracos), o tutor tenta iniciar o processo de transformação. Como proceder à mudança? Fará sentido? Para o tutorando a mudança tem que ser significativa e conduzir a uma melhoria da sua condição. A partir dos seus pontos fortes, quando tinha sucesso em criança, reflete-se sobre aquilo que tencionava alcançar e como o poderia conseguir. Nesta fase de reflexão, o tutorando compreende que nesta transformação é o <em>«ator principal»</em>, e sente-se envolvido no processo. O tutor começa a traçar objetivos a atingir, atendo em conta as competências e as experiências do tutorando, ainda que obtidas em contexto extraescola.&nbsp;<br><br></div><div>Continuação do caso do João:<br><br></div><div><em>O João elaborou um texto para o jornal da escola, sobre uma das suas experiências relacionadas com o consumo de estupefacientes. Foi a um locais que habitualmente frequentava e entrevistou um amigo. O texto foi redigido no âmbito de uma das disciplinas de Jornalismo, sendo a mesma enriquecida com reportagem fotográfica elaborada pelo João.<br></em><br></div><div>Ao se encontrar comprometido no processo, pois encontra sentido no mesmo, o tutorando sente que os objetivos traçados poderão ser alcançáveis. Aqui, é fundamental o tutor orientar cada fase: para se atingir o sucesso o caminho é… (como, quando e porquê). O procedimento pode ser alterado, aperfeiçoado.&nbsp;<br><br></div><div><em>O João passou a ter notas melhores a todas as disciplinas e em particular à de Português, Jornalismo e Fotografia Digital. </em>�����<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 20:15:56 UTC</pubDate>
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         <title>MOTIVAÇÃO</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/134585525</link>
         <description><![CDATA[<div>OPÇÃO B:&nbsp;<br><br></div><div><em>Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem? Responda, brevemente, a esta pergunta elaborada por um tutor que está a iniciar-se neste processo.<br></em><br></div><div>O professor tutor deverá considerar-se como alguém que acredita ser capaz de conduzir o tutorando a uma transformação das situações geradoras de instabilidade, seja no domínio académico, pessoal ou social, conduzindo-o e auxiliando-o no seu processo de aprendizagem autónomo. A partir do momento em que consegue comprometer-se com o tutorando no processo, deverá focar-se nos momentos em que este alcançou o sucesso, explorando aqui os sentimentos orgulho e satisfação pelas metas alcançadas (motivação intrínseca). Ao perceber que foi eficaz em momentos que foi colocado à prova, sente que poderá alcançar outros objetivos.</div><div>&nbsp;</div><div><em>Exemplo: após a análise do Registo Biográfico de um aluno com 13 anos e duas retenções no 2.º Ciclo, percebe-se que academicamente o 1.º Ciclo foi onde obteve melhores resultados. Convida-se o tutorando a </em><strong><em>descreve</em></strong><em>r a criança que era na escola nessa circunstância (O Tiago com 9 anos). Irá com certeza recordar os seus colegas de turma a sua/seu professor(a) e os momentos de felicidade quando transitava de ano. Continuando a atividade sugere-se que </em><strong><em>reflita</em></strong><em> sobre o que será com 16 anos. O foco estará essencialmente na sua condição escolar e é normal que já consiga identificar o ano de escolaridade, associando a sua progressão na idade com a sua aprovação escolar em cada ano (segundo o Tiago diz que estará a acabar o 9.º ano).</em></div><div><em>Novo cenário, o Tiago com 20 anos. Inevitavelmente, a resposta irá estar focada na conclusão do nível secundário e/ou outro.</em></div><div>Ao se conseguir este nível de reflexão, o professor tutor poderá explorar os objetivos e as metas a alcançar, encorajando sempre o tutorando a realizar as tarefas por interesse e por prazer. É normal que numa primeira fase não se sinta autónomo para realizar as tarefas. Porém deve-se trabalhar a persistência, sem pressão, ajustando estratégias para alcançar essa autonomia.</div><div><em>Exemplo de uma aluna minha com NEE, baixa autoestima… (não é acompanhada em tutoria): elogiei-a pelo excelente trabalho de geometria em Educação Visual e registei na Caderneta do Aluno O envolvimento da aluna nas aulas, passou a ser bastante melhor. Ainda assim, vai perguntando: «o meu trabalho estava mesmo bom?! » <br>Há que trabalhar a autoconfiança.</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 18:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 4 - MODELOS DE AUTOREGULAÇÃO DA APRENDIZAGEM</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/135930777</link>
         <description><![CDATA[<div>Modelo PLEA<br><br></div><div>Tarefa: OPÇÃO A<br><br></div><div>O envolvimento dos alunos em atividades extra currículo, podem potenciar uma maior participação em questões que dizem respeito à escola. O contributo para a conceção do jornal escolar pode criar as sinergias que mobilizem as suas competências.<br><br></div><div>A pretexto da elaboração de um artigo de reportagem, convida-se o aluno a conceber um artigo partindo de um assunto que domine. A partir da informação que dispõe, elabora-se um <strong>plano</strong> que passa pelas questões a apresentar, as eventuais entrevistas a efetuar e os locais onde poderá recolher elementos adicionais (fotografias…), bem como dos materiais que irá utilizar. <strong>Agenda-se</strong> com o aluno o dia e a hora para tal a execução dos trabalhos no terreno e parte-se para a <strong>execução</strong>. Uma vez recolhida a informação necessária, os registos fotográficos…, o aluno <strong>elabora o artigo</strong> de reportagem e apresenta-o ao diretor do jornal (professor), que poderá propor ajustes. O artigo é paginado e editado de acordo com a sua importância face a outras notícias e é publicado.<br><br></div><div>Finalmente, faz-se uma <strong>avaliação</strong> do impacte que a notícia teve na comunidade escolar, por exemplo através de um inquérito (que notícia ou reportagem o leitor gostou mais? Que tipo de reflexão poderá causar? Conseguiu-se alertar para o problema?)<br><br></div><div>A título de exemplo, está a edição do jornal «É Semanal!», cuja conceção esteve a cargo dos alunos (a maioria tutorandos) dos Cursos Vocacionais de 2.º e 3.º Ciclos. As reportagens e as notícias foram obtidas pelos alunos quer no interior ao espaço escolar quer no exterior, tendo sido publicadas sete edições. Estas <strong>tiveram o acompanhamento de jornalistas do Diário de Notícias</strong> o que representou sempre um <strong>grande estímulo para os alunos</strong>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 20:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal É Semanal!</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/135931218</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 20:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 5 - ESTRATÉGIAS DE AUTORREGULAÇÃO</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/137772691</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>OPÇÃO B:</strong> <br>“Não percebo o meu filho... Tem os melhores resumos da turma seguramente. Fiz-lhe a papinha toda e mesmo assim não chega à positiva”.<br> <br> O principal ator no processo de aprendizagem é o aluno. Os resumos realizados pelo pai, não envolveram o aluno. Não houve participação deste na tarefa. Se o aluno não for implicado no processo, não compreenderá nem valorizará o trabalho realizado. O aluno continua "sem saber" o que fazer com toda a informação e material que lhe é fornecido. Quanto muito, este tipo de (não)estratégia, serviria apenas, e na melhor das hipóteses para a memorização (conhecimento declarativo). Provavelmente não haverá uma planificação, ou uma planificação estruturada, com objetivos concretizáveis... Não haverá uma agenda de fichas de avaliação e de outras tarefas a realizar, que sirva de roteiro para o aluno se organizar. Provavelmente não estará num ambiente tranquilo para estudar; o próprio horário de estudo pode não ser adequado. Mais importante,os resumos foram elaborados para uma determinada "estrutura mental" (a do pai), o aluno não foi envolvido. O seu conhecimento não passa do declarativo, não foi ajudado a "pensar" sobre o assunto. Seria necessário que o aluno fosse ajudado a ser ele a realizar os resumos, apontamentos, esquemas conceptuais. O aluno tem que participar de modo a que se coloque ele próprio no lugar do professor, (o falar as ideias, as mesmas "encaixa-se" melhor... seria necessário dar–lhe pequenas "dicas" de estudo e exemplificar com eles).<br> Não deve ter sido realizada nenhuma avaliação intermédia, nunca nada foi discutido.<br> Resumindo, todo  processo de aprendizagem, de aprofundamento para os diferentes tipos de conhecimento, de acompanhamento, de motivação, de empatia... tudo falhou! Não existiu qualquer ajuda a uma autorregulação da aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 15:48:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MÓDULO 6 - ENVOLVIMENTO ESCOLAR &amp;amp; POSSIBLE SELVES</title>
         <author>costa_bras2</author>
         <link>https://padlet.com/costa_bras2/JoseBrasE1T4053/wish/139235426</link>
         <description><![CDATA[<div>1.7 – TAREFA - OPÇÃO A</div><div><br></div><div>Cerca de 75% da população cigana não completou o ensino básico…<br><br></div><div>COMENTÁRIO:<br><br></div><div>O baixo envolvimento escolar da população de etnia cigana, está intrinsecamente ligado a fatores de origem social e cultural. De uma forma geral, as crianças não frequentam o Jardim de Infância e iniciam o seu percurso escolar apenas no 1.º Ciclo. A passividade perante a escola, associado a fatores comportamentais que se refletem na dificuldade no cumprimento de regras elementares e de inexistência compromisso s, limitam as eventuais conceções em relação ao futuro. Por ser um grupo bastante fechado, a população de etnia cigana vive num regime socialmente dissociado, manifestado na atitude de pais, encarregados de educação e filhos perante a escola, conduzindo a um sentimento de resignação. Os baixos resultados escolares e as elevadas taxas de insucesso são disso uma consequência.<br><br></div><div>No âmbito do Programa Escolhas, foram criadas soluções abrangentes de formação pessoal, social e profissional e também de inclusão escolar e de educação não formal, abrangendo que crianças, jovens e adultos. Alguns resultados, começam a ser visíveis. As gerações mais novas já se vão envolvendo socialmente e são já visíveis algumas alterações na dimensão comportamental do envolvimento escolar. Explorar os aspetos emocionais, valorizando a sua aprendizagem em contexto informal, pode conduzir a um maior sentimento de pertença à escola e aos seus projetos. Como exemplo, a Maria Domingas, jovem com 16 anos de idade, casada com outro jovem de 18 anos de idade, já tinha uma filha com 1 ano. Era aluna do Curso Vocacional de Jornalismo e foi convidada a realizar artigo para o jornal escolar sobre a responsabilidade de ser mãe adolescente. Redigiu sobre as fases da gravidez, as idas ao hospital, o registo civil da criança, vacinação, etc. Num contexto de competências e conhecimentos sociais desenvolvidas, estaria acima de qualquer adolescente da sua idade na turma em que estava inserida. O artigo redigido, foi avaliado na disciplina de Português, Cidadania e Jornalismo. Falar sobre si própria, com a valorização de todos e o facto de ver publicado o seu artigo no jornal escolar foi para si uma recompensa. O reconhecimento e valorização das competências e aprendizagens dos alunos em contextos informais, pode conduzir a um maior envolvimento escolar. Encontrando soluções nos domínios emocional e comportamental, pode-se explorar o desenvolvimento de competências do domínio cognitivo através das estratégias de autorregulação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-21 23:47:58 UTC</pubDate>
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