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      <title>Mural vitual  compartilhando  leituras. by Pablo Queiroz</title>
      <link>https://padlet.com/pabloqueiroz15/ceq14sar8fd8</link>
      <description>Atividade  de  comunicação  e  expressão</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-22 12:45:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-05-22 13:29:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>pabloqueiroz15</author>
         <link>https://padlet.com/pabloqueiroz15/ceq14sar8fd8/wish/262675111</link>
         <description><![CDATA[Nesta obra, Thalita Rebouças procura apresentar os dois lados da moeda de ser mãe. Ao longo do livro são descritas as queixas e alegrias da mãe coruja, e um tantinho estressada, Ângela Cristina, em relação à filha primogênita Maria de Lourdes, a Malu, assim como as teimosias e o sentimento de opressão desta em função dos cuidados, muitas vezes excessivos, de sua genitora. Para retratar os dois pontos de vista, a autora lança mão do seguinte expediente - a primeira parte do livro, da gestação de Maria de Lourdes até seus treze anos, é narrada pela mãe, que, então, passa a palavra à filha. Nesse momento entra em cena a segunda narradora, a própria Maria de Lourdes, contando, de acordo com sua ótica, a relação de amor e ódio com a figura materna. Sua narração se estende até o fim da história, quando ela está com 21 anos.]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 13:13:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pabloqueiroz15</author>
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         <description><![CDATA[Português
3
são  obrigadas  a  sair  todos  os  dias  do  final  de  semana.  Se  eu  estou  a  fim  de  ficar  em  
casa, com meus DVDs, meus livros ou simplesmente fazendo nada, a minha família já 
pergunta se eu estou doente. Pior do que isso. Passam-se cinco minutos e as minhas 
amigas começam a aparecer ou telefonar, como se o fato de eu ter dito que queria ficar 
em casa tivesse sido uma espécie de brincadeira.
Eu me pergunto: sair para quê? Para ver sempre as mesmas caras? Para brincar 
de espelho, já que todas as pessoas que se vestem absolutamente iguais, como se fosse 
uma espécie de uniforme social? Engraçado é que essas mesmas pessoas fazem abaixo-
assinado na escola para que possamos ir com roupas informais... se eu fosse a diretora, 
eu concordaria. Pelo menos, as meninas não depredariam mais o uniforme cortando 
as mangas para ficarem com as “asinhas de fora” (ha, ha, ha, essa foi a minha mãe que 
falou,  tive  que  concordar  com  ela!),  e  os  meninos  parariam  de  levar  suspensão  por  
aparecerem na aula de chinelo.
Oh, oh. Tenho que atender ao telefone. Minha mãe está berrando daquele jeito 
dela que separa e prolonga sílaba por sílaba do meu nome: “Eeees-teee-fââââââ-niaaaaa...”.
Argh.  Como  se  não  bastasse  esse  nome  esquisito  que  me  colocaram,  ainda  
tenho que ouvir ele gritado! Quantas vezes tenho que repetir? Meu nome é FANI! F-A-
N-I. E eu finjo que não é comigo quando me chamam de Estefânia. Eu só vou atender 
dessa vez para que o resto do mundo que ainda não ouviu o berro da minha mãe não 
descubra que por trás da Fani existe um nome estranho desses...
PIMENTA, Paula. 
Fazendo meu filme 1
: a estreia de Fani.]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 13:23:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pabloqueiroz15</author>
         <link>https://padlet.com/pabloqueiroz15/ceq14sar8fd8/wish/262679741</link>
         <description><![CDATA[Português
3
são  obrigadas  a  sair  todos  os  dias  do  final  de  semana.  Se  eu  estou  a  fim  de  ficar  em  
casa, com meus DVDs, meus livros ou simplesmente fazendo nada, a minha família já 
pergunta se eu estou doente. Pior do que isso. Passam-se cinco minutos e as minhas 
amigas começam a aparecer ou telefonar, como se o fato de eu ter dito que queria ficar 
em casa tivesse sido uma espécie de brincadeira.
Eu me pergunto: sair para quê? Para ver sempre as mesmas caras? Para brincar 
de espelho, já que todas as pessoas que se vestem absolutamente iguais, como se fosse 
uma espécie de uniforme social? Engraçado é que essas mesmas pessoas fazem abaixo-
assinado na escola para que possamos ir com roupas informais... se eu fosse a diretora, 
eu concordaria. Pelo menos, as meninas não depredariam mais o uniforme cortando 
as mangas para ficarem com as “asinhas de fora” (ha, ha, ha, essa foi a minha mãe que 
falou,  tive  que  concordar  com  ela!),  e  os  meninos  parariam  de  levar  suspensão  por  
aparecerem na aula de chinelo.
Oh, oh. Tenho que atender ao telefone. Minha mãe está berrando daquele jeito 
dela que separa e prolonga sílaba por sílaba do meu nome: “Eeees-teee-fââââââ-niaaaaa...”.
Argh.  Como  se  não  bastasse  esse  nome  esquisito  que  me  colocaram,  ainda  
tenho que ouvir ele gritado! Quantas vezes tenho que repetir? Meu nome é FANI! F-A-
N-I. E eu finjo que não é comigo quando me chamam de Estefânia. Eu só vou atender 
dessa vez para que o resto do mundo que ainda não ouviu o berro da minha mãe não 
descubra que por trás da Fani existe um nome estranho desses...
PIMENTA, Paula. 
Fazendo meu filme 1
: a estreia de Fani.]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 13:23:51 UTC</pubDate>
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