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      <title>Tendências em Educação Matemática by Victor Azevedo</title>
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      <description>Ministrado pela Prof. Dra. Zionice Garbeline Martos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-10 22:44:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-20 18:01:32 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula - 10/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3359643563</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou através da apresentação dos alunos motivada pela professora, que logo menos, introduziu o conceito das "Tendências em Educação Matemática" começando com o movimento da matemática moderna, que se iniciou através do grupo Bourbaki e perpassou pela modelagem matemática, resolução de problemas, e outras tendências evidenciadas através dos livros que a professora trouxe.</p><p><br></p><p>Dando continuidade para o estudo das Tendências em Educação Matemática, nos foi apresentado termos que são pesquisados acerca do tema Design Thinking e FOFA, termos estes presentes na Revista do Programa de Pós - Graduação em Ensino (REPPE) com o trabalho intitulado "A Metodologia Ativa Design Thinking na Formação Continuada de Profissionais da Educação, baseado no trabalho feito por Rosana Cardoso Trindade.</p><p><br></p><p>No final da aula os alunos se organizaram para criar o padlet, compartilhando o aprendizado decorrido da aula, encerrando assim, a apresentação da matéria de Tendências em Educação Matemática, com novos termos e temas à serem pesquisados durante o semestre.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 23:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aula - 12/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3363556853</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou com o término da leitura do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Maria Luiza Santos Rezende intitulado: "<em>A Metodologia Ativa Design Thinking Associada às Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação na Formação de Futuros Professores de Matemática</em>".</p><p><br></p><p>Após a leitura, fomos instruídos pela professora a buscar pelo tema o qual a metodologia ativa "Design Thinking" deverá ser aplicada através das Tendências em Educação Matemática presentes no site da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), temas estes alvos de pesquisas em todo o Brasil.</p><p><br></p><p>Fomos motivados a iniciar pelas cinco etapas presentes:</p><p><br></p><p>1 - Definir e Mapear;</p><p>2 - Empatizar e Interpretar;</p><p>3 - Idear;</p><p>4 - Prototipar;</p><p>5 - Visualizar;</p><p><br></p><p>Atrelando estas questões à Matriz F.O.F.A referente as seguintes questões:</p><p><br></p><p>F: Forças;</p><p>O: Oportunidades;</p><p>F: Fraquezas;</p><p>A: Ameaças;</p><p><br></p><p>Ao final da aula, após as considerações da professora, os grupos iniciaram as leituras e organizações do relatório e da apresentação acerca dos temas escolhidos  por cada grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 23:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3365349784</link>
         <description><![CDATA[<p><em>MATRIZ F.O.F.A</em></p><p><br></p><p>Nesta etapa, por meio da “Matriz F.O.F.A.” – Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, os envolvidos validam a ideia escolhida na etapa anterior, por meio de alguns questionamentos e reflexões. O objetivo principal de cada grupo é analisar se a ideia escolhida é viável, aplicável e tangível para se chegar à solução do desafio proposto de forma inovadora</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 22:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 17/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3370083037</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou com a professora nos apresentando a educação matemática como linha de pesquisa, nos mostrando sua tese de doutorado e expondo uma apresentação que mostrava a linha histórica onde a educação matemática foi consolidada como tema de pesquisa em diversas universidades, como por exemplo, a criação do programa de Pós - Graduação em Educação Matemática do IMECC/Unicamp  e da Unesp de Rio Claro. </p><p><br></p><p>Logo em seguida, a professora nos apresentou o documento "Um panorama da Pesquisa em Educação Matemática Brasileira", cuja autora é Maria Ângela Miorim, sua orientadora de Mestrado. A professora então expos o crescimento da linha de pesquisa em Educação Matemática no Brasil desde a criação da Associação Brasileira de Educação em 1924, e perpassou pelos movimentos Escola Nova, as reformas nas primeiras séries do ensino fundamental, até as criações de  diversos grupos de pesquisa, como por exemplo a SBEM (Sociedade Brasileira de Educação Matemática) onde a professora Zionice atua como pesquisadora.</p><p><br></p><p>Logo após a introdução sobre o panorama histórico da Educação Matemática, os alunos se reorganizaram para continuar o trabalho acerca das Tendências em Educação Matemática alinhadas ao Design Thinking.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 23:34:23 UTC</pubDate>
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         <title>19/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3379446621</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou com a apresentação da professora Adriana Bortoli, Docente do Ensino Superior da Faculdade de Tecnologia Professor Antônio Seabara - FATEC de Lins - SP, e alguns de seus alunos sobre os processos históricos da Quadratura do Círculo e a Cubatura da Esfera. Para entendermos a representação geométrica destes dois processos, utilizamos o software Geogebra para representarmos o passo a passo que a professora e seus alunos foram nos orientando.</p><p><br></p><p>Desta forma, conseguimos compreender os processos e a impossibilidade de conseguirmos construir um quadrado de mesma área de um círculo, pelo fato de pi ser um número transcendental, ou seja, não pode ser raiz de nenhuma equação algébrica.</p><p><br></p><p>Desta forma, é impossível construir geometricamente a equação que associa a área do quadrado à área do círculo e, de mesmo modo, a área do cubo relacionado a área da esfera.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 12:19:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>24/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3383912175</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora nos trouxe um livro intitulado "Por trás da porta, que matemática acontece?" escrito pelos docentes Armando Marchesi, Dario Fiorentini (org.), Dora Megid, Edméa Ap. Rocha S. Raboni, Eliane Matesco Cristovão, Giovana D. de Moraes Salles e Maria Ângela Miorim.</p><p><br></p><p>Após uma breve discussão sobre o assunto central do livro, a professora disponibilizou o restante da aula para continuarmos a confecção dos trabalhos, disponibilizando artigos, livros e outras referências das quais podemos utilizar nos nossos trabalhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 22:53:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3393373740</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao chegar na aula a professora Zionice estava conversando com sua orientanda de TCC Lara, dando um direcionamento sobre o tema "Ansiedade Matemática", então ela pediu para darmos continuidade nas atividades enquanto isso.</p><p><br></p><p>Após a conversa com sua orientanda, a professora pediu os padlets organizados pela turma, e apenas eu e Emily estavam com eles em dia. </p><p><br></p><p>No decorrer da aula eu e a Emily ajustamos o que havíamos feito e demos prosseguimento ao trabalho, agora, trabalhando no novo tópico relacionado a Formação Docente, utilizando o livro "Formação matemática do professor: Licenciatura e prática docente escolar, A - 3. ed./2021". Com isso, encerramos a aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 22:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>31/03/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste dia, a minha parceira de atividade Emily tirou dúvidas com a professora acerca das atividades que estamos dando sequência, esclarecendo dúvidas acerca do tema "Formação de professores", onde conseguimos terminar a sua primeira parte, na qual compreendemos o que sabíamos e o que não sabíamos sobre o tema, e assim, seguimos para a próxima parte, denominada "Empatizar e Interpretar".</p><p><br></p><p>Seguimos então afim de aprofundar o tema e conseguir construir o mapa da empatia a partir das conclusões tiradas do aprofundamento, suas dificuldades de desenvolvimento, nossas impressões a partir do que ouvimos e sentimos.</p><p><br></p><p>Finalizamos assim, mais um dia de trabalho a partir da leitura de nossas referências bibliográficas sugeridas pela professora Zionice acerca dos temas "Formação de professores" e "Modelagem Matemática".</p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 23:18:00 UTC</pubDate>
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         <title>02/04/2025</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3399549350</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou com a professora propondo um sorteio para definirmos, após várias aulas disponibilizadas para a preparação, a data de apresentação dos grupos.</p><p><br/></p><p>Para ser justo, eu projetei, após definir números para cada grupo, um sorteador de números online. Foi definido que, a dupla Sophia e Guilherme irão apresentar no dia 09/04/2025, os alunos Allyson, Matheus e Renan irão e apresentar no dia 14/04/2025, enquanto eu e Emily apresentaremos no dia 16/04/2025.</p><p><br/></p><p>Logo após definirmos as datas, voltamos para a realização do trabalho, trabalhando na finalização do tópico "Formação de Professores" com a metodologia Design Thinks.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 23:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>07/04</title>
         <author>azevevictor</author>
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         <description><![CDATA[<p>No início da aula a professora deu um parecer sobre a data da apresentação dos trabalhos que estão sendo realizados pela turma. Logo depois eu e minha dupla Emily finalizamos o documento que será utilizado como referência na apresentação.</p><p><br></p><p>Na segunda parte da aula começamos a montar os slides da apresentação no Canva, começamos pela parte de "Modelagem Matemática" utilizando um design que faz referência aos passos do Design Thinking.</p><p><br></p><p>No final da aula, finalizamos a primeira parte dos slides, nos encaminhando para finalizar a apresentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 23:33:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>09/04</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3437078886</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje iniciaram-se as apresentações da disciplina, com os colegas Sophia e Guilherme sendo os primeiros a se apresentar. Cheguei mais cedo à escola, então peguei a chave da sala e aguardei a chegada dos demais. Logo depois, Sophia chegou e aproveitamos o momento para conversar sobre a apresentação. Ela compartilhou comigo seus slides e algumas anotações que utilizaria durante sua fala.</p><p>Com a chegada da professora, tivemos uma breve discussão sobre alguns pontos de um artigo que estou revisando, o qual trata do GCEMC e sua trajetória na formação de professores que ensinam matemática.</p><p>Antes do início da apresentação, definimos os papéis: Victor seria o coordenador, eu atuaria como secretária e Mateus ficaria responsável pela observação. No entanto, como Victor precisou se ausentar, assumi a tarefa de realizar a abertura da apresentação.</p><p>Durante a apresentação, anotei alguns pontos que considero relevantes:</p><p>Os colegas começaram abordando a história da educação especial. Três aspectos se destacaram: o fato de que os movimentos em defesa dos direitos das pessoas com deficiência só surgiram no século XX; a importância da Declaração de Salamanca; e a observação de que, no Instituto Federal, apenas em 2023 o edital passou a contemplar aulas de LIBRAS e educação especial.</p><p>Em seguida, eles contextualizaram a trajetória da educação especial no Brasil, enfatizando que, inicialmente, os alunos com deficiência eram segregados dos demais. Destacaram ainda a escassez de formação dos professores e a falta de materiais acessíveis que garantissem a aprendizagem desses estudantes.</p><p>Na segunda etapa, os colegas apresentaram um mapa da empatia, organizado da seguinte maneira:</p><ul><li><p><strong>O que pensa e sente?</strong> Considera fundamental e necessário adaptar o ensino, embora isso represente um desafio.</p></li><li><p><strong>O que ouve?</strong> Relatos sobre a ausência de recursos e apoio.</p></li><li><p><strong>O que vê?</strong> Um cenário de avanços na inclusão.</p></li><li><p><strong>O que fala e faz?</strong> Defendem a promoção da equidade, embora reconheçam a distância entre o discurso e a prática.</p></li><li><p><strong>Quais são as dores?</strong> Preconceito, exclusão e desigualdade de oportunidades.</p></li><li><p><strong>Quais são as necessidades?</strong> Apoio pedagógico e emocional para os estudantes.</p></li></ul><p>Na terceira etapa, destacaram a importância do uso de jogos, materiais concretos, tecnologias assistivas e da garantia da participação ativa de todos os alunos nas aulas.</p><p>A quarta etapa consistiu na construção da matriz FOFA. Como <strong>forças</strong>, citaram o comprometimento dos professores. Como <strong>oportunidade</strong>, destacaram a formação continuada. Entre as <strong>fraquezas</strong>, apontaram a falta de formação adequada e a sobrecarga docente. Já como <strong>ameaças</strong>, mencionaram a ausência de acessibilidade e a resistência por parte da gestão escolar.</p><p>Por fim, na quinta etapa, reforçaram a importância de manter o foco em uma aprendizagem verdadeiramente inclusiva.</p><p>No momento de avaliação da apresentação, considerei que:</p><ul><li><p>Os slides estavam bem organizados e com uma estrutura dinâmica.</p></li><li><p>A introdução do contexto histórico foi pertinente e contribuiu para a compreensão do tema.</p></li><li><p>O conteúdo foi bem explorado, com os principais pontos sendo abordados com clareza.</p></li><li><p>Em relação à oratória, os apresentadores se expressaram de maneira clara, porém, em alguns momentos, falaram baixo e recorreram com frequência à leitura direta dos slides — aspectos que podem ser aprimorados.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:25:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>14/04</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3437080910</link>
         <description><![CDATA[<p>A apresentação do grupo formado por Allyson, Matheus e Renan teve como tema <strong>“Resolução de Problemas por meio do Design Thinking”</strong>. Durante a atividade, Sophia atuou como secretária, Victor como coordenador e eu como observadora.</p><p>A apresentação foi iniciada por Victor, que fez a abertura. Em seguida, Renan abordou a <strong>primeira etapa do Design Thinking: Definir e Mapear</strong>. Ele explicou que essa fase consiste na formulação de estratégias para resolver problemas matemáticos. Destacou-se a importância de analisar cuidadosamente o problema antes de partir para a solução, o que contribui significativamente para o desenvolvimento do raciocínio lógico e ajuda a enfrentar a ansiedade matemática.</p><p>Na <strong>segunda etapa, Empatizar e Interpretar</strong>, o grupo iniciou a discussão com uma pergunta, incentivando a participação da turma. Essa fase tem como objetivo estimular o pensamento matemático, mas também pode revelar a falta de interesse por parte dos estudantes. No entanto, foi observado que o grupo não apresentou o <strong>Mapa da Empatia</strong>, um recurso essencial nessa etapa da metodologia, o que comprometeu a abordagem esperada.</p><p>A <strong>terceira etapa, Idear</strong>, foi fundamentada em autores como <strong>George Polya</strong>, <strong>Lourdes de La Rosa Onuchic</strong> e <strong>Jonathan Steinberg</strong>. Polya propõe quatro etapas: compreender o problema, planejar uma solução, executar o plano e revisar os resultados. Onuchic reforça a importância de identificar informações relevantes no enunciado e verificar os resultados obtidos. Steinberg, por sua vez, destaca a compreensão conceitual, a abordagem construtivista e a resolução colaborativa, em que os alunos compartilham estratégias e discutem ideias em grupo.</p><p>Na <strong>quarta etapa, Construir a Matriz FOFA</strong>, o grupo apresentou a seguinte análise:</p><ul><li><p><strong>Forças</strong>: raciocínio lógico e conhecimento prévio dos alunos;</p></li><li><p><strong>Fraquezas</strong>: falta de prática, ansiedade matemática, dificuldades em áreas específicas e ausência de métodos eficientes;</p></li><li><p><strong>Oportunidades</strong>: cursos e tutoriais online, grupos de estudo e práticas interdisciplinares;</p></li><li><p><strong>Ameaças</strong>: desigualdade no acesso à educação, conteúdos defasados, desvalorização da matemática e o uso indiscriminado de soluções prontas.</p></li></ul><p>Por fim, na <strong>quinta etapa, Visualizar</strong>, o grupo apresentou um exemplo de problema e tentou demonstrar um passo a passo para sua resolução. No entanto, essa parte gerou certa confusão, pois esperava-se um planejamento mais claro e detalhado da solução. A professora considerou que a abordagem foi adequada, mas, pessoalmente, senti falta de maior clareza e organização nessa etapa.</p><p><strong>Minhas observações finais</strong> apontam que os slides apresentavam algumas limitações: o texto estava desalinhado (sem justificação), o tamanho da fonte era pequeno e houve excesso de leitura por parte dos apresentadores, o que comprometeu a fluidez e o dinamismo da apresentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:29:04 UTC</pubDate>
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         <title>16/04</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3437084680</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia, nossa apresentação começou com um pequeno atraso, pois tanto eu quanto a Emily enfrentamos imprevistos. No meu caso, tive dificuldades para chegar a tempo, e a Emily ficou presa no trânsito devido a um acidente na pista. Assim que conseguimos chegar, nos organizamos rapidamente e demos início à apresentação.</p><p>O Allyson foi o coordenador da nossa equipe, o Mateus atuou como secretário e o Guilherme ficou responsável pela observação. O Allyson fez a abertura, e em seguida eu dei continuidade, explicando brevemente o que é o <strong>Design Thinking</strong>. Ressaltei que se trata de uma abordagem essencial para entender necessidades e propor soluções criativas para desafios complexos.</p><p>Começamos pela <strong>primeira etapa: Definir e mapear</strong>, com foco na <strong>modelagem matemática</strong>. A partir da leitura de diversos autores, buscamos compreender e sintetizar as principais ideias. Chegamos ao entendimento de que a modelagem é um processo que permite representar ou interpretar um objeto de estudo por meio de conceitos matemáticos. É uma forma de refletir sobre a realidade com o objetivo de compreendê-la melhor ou agir sobre ela. Segundo Bassanezi, modelar é agir sobre o mundo real por meio de objetos concretos ou conceitos abstratos.</p><p>Fui eu quem apresentou o <strong>histórico da modelagem matemática</strong>, destacando sua origem como uma resposta à matemática moderna. Também abordei os desafios que ainda dificultam sua implementação nas escolas: a formação inadequada dos professores, a desmotivação dos alunos, preconceitos em relação à matemática, a pressão para cumprir o currículo e a falta de tempo em sala de aula.</p><p>Na <strong>segunda etapa: Empatizar</strong>, refletimos sobre os desafios atuais da implementação da modelagem matemática nas escolas. Discutimos sua importância como abordagem pedagógica, já que ela conecta a matemática à realidade dos alunos, tornando-a mais compreensível e significativa. Porém, identificamos vários obstáculos, como a formação docente insuficiente, a ausência de apoio da gestão (financeiro ou pedagógico), a carga horária apertada e a falta de motivação dos estudantes — muitos ainda veem a matemática apenas como um conjunto de fórmulas sem sentido.</p><p>A Emily elaborou o <strong>Mapa da Empatia</strong>, e juntos refletimos sobre:</p><ul><li><p>O que pensamos e sentimos diante do desafio;</p></li><li><p>O que ouvimos de outros professores e colegas;</p></li><li><p>O que vemos no ambiente escolar;</p></li><li><p>O que falamos e fazemos no dia a dia;</p></li><li><p>As dores enfrentadas;</p></li><li><p>E as necessidades que surgem nesse contexto.</p></li></ul><p>Reconhecemos que a modelagem matemática é uma abordagem poderosa para tornar a matemática mais interessante e próxima da realidade dos alunos. No entanto, sua aplicação ainda encontra muitos desafios. A sobrecarga dos professores, a rigidez do currículo, a falta de recursos e o desinteresse de algumas turmas dificultam sua inserção. Embora muitos docentes reconheçam sua importância, acabam recorrendo a métodos tradicionais, pressionados por prazos e resultados. Além disso, a dificuldade dos alunos em perceber a utilidade da matemática também interfere no processo. Acreditamos que, para a modelagem funcionar de fato, é essencial conhecer o perfil dos alunos — seus interesses, dificuldades e conhecimentos prévios —, além de garantir que o professor tenha domínio do conteúdo e entusiasmo ao propor as atividades.</p><p>Na <strong>terceira etapa: Idear</strong>, propusemos ideias para tornar a modelagem mais eficaz nas escolas. Sugerimos o uso de situações reais relacionadas ao cotidiano dos estudantes — como finanças pessoais, esportes, tecnologia e questões sociais —, além do uso de jogos, trabalhos em grupo e a possibilidade de os próprios alunos escolherem os temas a serem abordados. Essas estratégias tornam o aprendizado mais significativo e aproximam a matemática da vivência dos alunos.</p><p>Na <strong>quarta etapa: Prototipar</strong>, utilizamos a <strong>matriz FOFA</strong> para analisar a viabilidade das nossas ideias. Identificamos:</p><ul><li><p><strong>Forças</strong>: estímulo ao pensamento crítico, incentivo à autonomia e à aprendizagem significativa;</p></li><li><p><strong>Oportunidades</strong>: possibilidade de parcerias externas, uso de materiais diversos e mudanças no currículo;</p></li><li><p><strong>Fraquezas</strong>: limitações orçamentárias, falta de formação adequada, receios quanto à carga de trabalho e pressão por resultados imediatos;</p></li><li><p><strong>Ameaças</strong>: resistência dos alunos, falta de tempo e recursos, infraestrutura deficiente e, em alguns casos, ausência de apoio da gestão.</p></li></ul><p>Na <strong>quinta e última etapa: Visualizar</strong>, elaboramos um <strong>plano de ação</strong> para colocar as ideias em prática:</p><ul><li><p>Realizar um diagnóstico para conhecer melhor o perfil dos estudantes;</p></li><li><p>Investir na formação e capacitação docente;</p></li><li><p>Planejar atividades que façam sentido para os alunos e estejam conectadas ao seu cotidiano.</p></li></ul><p>Encerramos nossa apresentação com uma troca rica de ideias. Recebemos algumas críticas construtivas, como a existência de erros ortográficos, o tempo de exposição e a escolha das cores dos slides — pontos que discutimos em grupo logo após a apresentação.</p><p>Para finalizar, a professora exibiu um vídeo que mostrava dois perfis de alunos: uma aluna dedicada, que se envolve nas aulas e vai além do conteúdo, e um aluno desinteressado, que chega atrasado e só se preocupa com o diploma. O vídeo também trouxe diferentes perfis de professores e suas metodologias. Após a exibição, participamos de uma discussão coletiva sobre o conteúdo e, em seguida, fomos liberados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>21/04 (Feriado)</title>
         <author>azevevictor</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, foi enforcado por sua participação como líder da Inconfidência Mineira — um movimento que defendia a criação de uma república federalista no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:39:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>23/04</title>
         <author>azevevictor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Resenha: <em>A Educação Proibida</em> – Uma reflexão sobre os caminhos da escola</strong></p><p>Na aula de hoje, iniciamos a exibição do filme <em>A Educação Proibida</em> (2012), uma produção argentina que propõe uma crítica contundente ao modelo tradicional de escolarização. Ao longo da exibição, fomos anotando observações e discutindo em grupo, o que enriqueceu ainda mais a experiência.</p><p>O documentário apresenta a escola tradicional como um espaço fechado, muitas vezes comparado a fábricas ou prisões — com seus muros altos e portões pesados —, refletindo práticas autoritárias herdadas de sistemas opressores. A principal crítica é que a escola, em vez de promover o desenvolvimento integral dos estudantes, acaba por moldá-los segundo padrões rígidos, ignorando suas individualidades e liberdade de escolha. Uma das falas mais marcantes afirma: “Todos falam sobre a paz, mas ninguém educa para a paz” — uma reflexão profunda sobre a incoerência entre o discurso e a prática pedagógica.</p><p>Durante as discussões em sala, surgiram conexões com a teoria da caverna de Platão, em que os indivíduos presos às sombras representam alunos submetidos a uma educação limitada, que não os permite enxergar o mundo com autonomia. Também debatemos as críticas feitas pelos próprios estudantes no filme, que expressam frustração diante da falta de escuta por parte de pais e professores — como se a verdadeira educação estivesse, de fato, “proibida”.</p><p>Um dos aspectos que mais me chamou atenção foi a analogia entre a escola e a prisão, especialmente a imagem do professor como figura central no palco, enquanto os alunos são meros espectadores passivos. Essa metáfora reforça a urgência de transformar o papel do educador: ele não deve ser o protagonista, mas sim o mediador de uma aprendizagem que tenha como centro a criança, sua curiosidade e seus interesses.</p><p>Ao refletir sobre minha própria vivência, percebo duas realidades bastante distintas. Leciono tanto na escola pública Regina Valarini Vieira quanto no colégio particular Criando Asas. Neste último, observo práticas pedagógicas que se afastam das críticas feitas no filme — há uma valorização da afetividade, respeito à individualidade dos alunos e incentivo à autonomia. Isso torna o ambiente escolar mais leve, acolhedor e distante da ideia de “prisão” que o documentário denuncia.</p><p>Finalizamos a exibição no minuto 56:36 e continuaremos na próxima semana. Estou bastante curiosa para ver como o filme aprofundará suas propostas de alternativas educacionais e, mais ainda, refletir sobre como podemos, enquanto futuros professores, transformar a escola em um espaço verdadeiramente libertador e significativo para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:41:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>28/04</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3437090667</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de Tendências da Educação Matemática, tivemos uma roda de conversa com o pesquisador e educador Denival Biotto Filho, que compartilhou aspectos de sua formação e trajetória, além de reflexões sobre a matemática crítica, área com a qual está profundamente envolvido.</p><p>Biotto destacou que a matemática crítica não deve ser entendida como um método ou uma área da Educação Matemática, mas sim como um conjunto de preocupações. Essas preocupações dizem respeito principalmente ao papel social e político da matemática: “Qual o papel da matemática na sociedade? A quem ela serve? Como ela pode ser usada para questionar e transformar realidades?”</p><p>Nesse sentido, ele ressaltou a importância de considerar os sujeitos da educação em sua totalidade — suas histórias, vivências e contextos. Trouxe à tona, por exemplo, a necessidade de se olhar para as crianças negras e seus passados, reconhecendo que a matemática que chega até elas muitas vezes ignora suas realidades e saberes.</p><p>Durante a conversa, eu, Victor, levantei uma questão sobre a tensão entre o poder normativo da matemática e sua estética. Em resposta, Biotto provocou reflexões sobre como, na matemática crítica, há espaço para múltiplas formas de aprender e aplicar o conhecimento matemático, inclusive fora dos espaços formais. Ele citou experiências com pessoas idosas, mostrando que a matemática pode estar presente em diferentes contextos sociais e culturais.</p><p>Durante nossa roda de conversa, Denival mencionou algo que foi muito marcante, que foi o uso da expressão “matematicamente falando”, que, segundo ele, revela o poder da matemática como ferramenta de argumentação e de legitimação de discursos. Quando alguém diz “matematicamente falando”, está evocando uma autoridade — muitas vezes inquestionável — que a matemática possui em nossa sociedade.</p><p>Após esse momento, a aluna Sophia perguntou se Biotto guarda memórias das crianças com quem trabalhou. Emocionado, ele respondeu que sim e que são muitas. Ele compartilhou que mantém frases ditas por essas crianças como uma forma de preservar essas experiências e os impactos das trocas pedagógicas.</p><p>Biotto também mencionou um momento marcante em sua pesquisa de doutorado, durante a pandemia. Apesar do isolamento, continuou entrevistando pessoas e teve uma espécie de “luz” quando percebeu que muitos estavam fazendo hortas em casa, aprendendo a plantar, cuidar e colher. A partir disso, provocou uma reflexão, questionando a ausência de narrativas negras no discurso dominante sobre o aprender e o viver, mesmo em atividades aparentemente simples como cultivar uma horta.</p><p>A aula foi encerrada com um breve fechamento realizado pela professora, que retomou os principais pontos discutidos durante a roda de conversa com Denival Biotto Filho, reforçando a importância de refletirmos sobre o papel social da matemática na educação. Após esse momento de síntese e partilha final entre os colegas, nos despedimos e encerramos o encontro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:48:51 UTC</pubDate>
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         <title>30/04</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3437092576</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje, Emily chegou com um pouco de atraso devido a um problema com o carro. Ao chegar, a roda de conversa já havia começado e duas convidadas estavam compartilhando suas experiências e reflexões sobre os desafios da docência.</p><p>Um dos pontos discutidos foi o julgamento que muitas professoras enfrentam ao escolherem essa profissão. Elas comentaram sobre como frequentemente são questionadas por não terem escolhido uma carreira mais bem remunerada. Apesar disso, enfatizaram a importância de seguir estudando e pesquisando constantemente, destacando que concluir a graduação deve ser apenas o começo. Incentivaram o engajamento em programas de pós-graduação como uma forma de crescimento pessoal e profissional.</p><p>Nesse contexto, também surgiu a pergunta: "por que não há mestrado no IF?" A resposta envolveu questões estruturais, como a necessidade de planejamento e a presença de professores com doutorado. Apesar disso, ressaltaram que, na área da Matemática, já há diversos projetos em andamento.</p><p>As convidadas se apresentaram:</p><p>Kenia é formada em Matemática, trabalha atualmente na Diretoria de Ensino e atuou na rede estadual por 21 anos.</p><p>Gisele é formada em Pedagogia e Educação Especial. Atuou como professora da Educação Infantil, ficou 17 anos na rede estadual e também está hoje na Diretoria de Ensino.</p><p>Elas comentaram sobre o aumento anual das matrículas de alunos com deficiência — 382 somente neste ano — e ressaltaram a importância de usar a linguagem correta, evitando expressões como “aluno laudado” e preferindo termos como “elegível à educação especial”. O grupo também refletiu sobre o capacitismo em expressões cotidianas e sobre a importância de enxergar a pessoa antes da deficiência.</p><p>Ficou claro que não há uma receita pronta para a inclusão. É necessário um olhar sensível e acolhedor, com atenção às adaptações pedagógicas: uso de letras grandes, estímulo constante, e valorização das tentativas do aluno, mesmo que incorretas. Alertaram sobre práticas que, embora bem-intencionadas, acabam por excluir ainda mais os estudantes — como aplicar atividades simplificadas em vez de adaptadas.</p><p>Foi discutida a diferença entre “boa intenção” e “intencionalidade”, ou seja, a necessidade de planejar ações realmente eficazes, e não apenas bem-intencionadas. A imagem da equidade foi usada como referência e discutimos que cada pessoa recebe um número de caixas necessário para conseguir algo por cima do muro. Isso representa a equidade, portanto, há um ponto importante: o muro ainda está lá. Isso nos levou a uma reflexão mais profunda: e se o muro fosse quebrado? Não seria necessário distribuir caixas. Todos poderiam ver o jogo sem precisar de ajuda extra.</p><p>Essa ideia representa a justiça social: mudar as estruturas que causam a desigualdade, e não apenas tentar corrigi-las depois que elas já foram criadas. É preciso “quebrar o muro” — uma metáfora para remover as barreiras que impedem o acesso real à educação.</p><p>Outros pontos abordados incluíram:</p><ul><li><p>A postura adequada diante de alunos que enfrentam surtos, evitando confronto direto.</p></li><li><p>O desafio de lidar com pais que ainda não aceitam a condição do filho, sugerindo acolhimento e construção conjunta de estratégias antes de recorrer a medidas mais formais, como o Conselho Tutelar.</p></li><li><p>As oficinas promovidas pelas convidadas, como experiências sensoriais (tampar os olhos, usar fones de ouvido etc.), com o objetivo de sensibilizar professores e gestores.</p></li></ul><p>Foi enfatizado também que o maior desafio para pessoas com deficiência, na atualidade, ainda está na área da saúde, principalmente em relação a laudos, encaminhamentos e parcerias com instituições.</p><p>A aula foi finalizada com um fechamento conduzido pela professora, que reforçou a importância das reflexões trazidas pelas convidadas e destacou a necessidade de mantermos o compromisso com uma educação verdadeiramente inclusiva e transformadora. Emily registrou esse momento e, após o fechamento, se despediu e seguiu com a certeza de que o caminho da inclusão exige sensibilidade, estudo e ação intencional.</p><p>4o mini</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 22:52:36 UTC</pubDate>
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         <title>05/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476631761</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula teve início de forma tranquila, com os alunos chegando aos poucos. A professora, antes de avançar com o conteúdo, retomou um momento anterior: pediu que compartilhássemos nossas percepções sobre a roda de conversa realizada com Gisele e Kênia, incentivando uma reflexão coletiva. Após esse momento, ela anunciou que daríamos sequência ao documentário <em>A Educação Proibida</em>, iniciado anteriormente. Contudo, um imprevisto técnico acabou adiando um pouco o começo da exibição.</p><p>O documentário trouxe reflexões profundas sobre o modelo tradicional de ensino, destacando a importância de uma aprendizagem que faça sentido para os alunos, ao invés de se restringir à simples memorização de conteúdos. Uma das mensagens mais fortes abordava como a curiosidade e a capacidade de questionar são ferramentas essenciais no processo educativo. Estimular os alunos a perguntar, investigar e buscar respostas os torna sujeitos ativos na construção do próprio conhecimento.</p><p>Outro ponto relevante apresentado foi a necessidade de proporcionar aos estudantes liberdade para explorar, experimentar e vivenciar o processo de aprendizagem, ao invés de colocá-los apenas como ouvintes passivos. O filme utilizou uma metáfora bastante significativa, comparando o desenvolvimento de um estudante ao crescimento de uma planta: assim como a planta depende de cuidados como água, luz e nutrientes, os alunos também precisam de um ambiente que favoreça seu desenvolvimento intelectual, emocional e social. Nesse cenário, o papel do educador se transforma — ele deixa de ser aquele que apenas transmite informações e passa a ser alguém que cria condições para que o aluno floresça.</p><p>Entre as falas mais impactantes, houve uma cena em que um adulto questiona uma adolescente: “Você não quer um diploma? Não quer ser alguém na vida?”, e ela prontamente responde: “E eu já não sou alguém?”. Esse trecho provocou uma reflexão sobre como a sociedade, muitas vezes, atrela o valor do indivíduo a títulos, cargos e certificações, ignorando sua essência, seus saberes e sua trajetória pessoal.</p><p>Ao longo da atividade, foi feita uma pausa estratégica na exibição, permitindo que a turma compartilhasse percepções, críticas e interpretações sobre os pontos levantados até ali. Esse espaço de diálogo foi fundamental para ampliar a compreensão dos temas e promover uma reflexão coletiva sobre a prática educacional atual e suas possíveis transformações. Finalizada a conversa, retomamos o filme e assistimos até por volta de 1 hora e 47 minutos, encerrando o encontro com muitas reflexões em andamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:24:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>07/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476633178</link>
         <description><![CDATA[<p>No início da aula, a professora conversava com uma visitante e pediu que os estudantes adiantassem a organização do equipamento necessário para a exibição, como o computador e o projetor. Após resolverem pequenos contratempos técnicos, conseguiram iniciar a reprodução do filme e, nesta aula, assistiram ao documentário até sua conclusão.</p><p>Ao longo da exibição, determinados trechos despertaram maior atenção dos alunos, sobretudo aqueles que abordavam o papel essencial do educador no desenvolvimento da curiosidade, do pensamento crítico e da autonomia dos estudantes. O filme reforça como o professor deve atuar como alguém que propõe desafios, instiga perguntas e favorece a descoberta, e não apenas como transmissor de conteúdos prontos. Entretanto, também ficou evidente no documentário como os alunos são frequentemente pressionados por cobranças excessivas impostas tanto pela escola quanto pela própria sociedade.</p><p>Um exemplo claro dessa reflexão surge em uma cena em que uma mãe questiona seu filho se ele conseguiu passar nas disciplinas, demonstrando como as recompensas e momentos de lazer, como as férias na praia, estão condicionados ao bom desempenho acadêmico. Isso revela como, desde cedo, os estudantes são ensinados a vincular seu valor pessoal aos resultados escolares.</p><p>Ao término do filme, a turma se reuniu em uma roda de conversa para discutir os principais pontos abordados. O debate foi enriquecedor e se concentrou nas críticas feitas ao modelo tradicional de ensino, que muitas vezes prioriza a padronização, o controle e a cobrança, em detrimento de uma formação mais humanizada. Foram destacados, também, a necessidade de repensar as práticas pedagógicas e a importância de construir uma educação que valorize a singularidade de cada estudante, promovendo um ambiente onde aprender seja um processo prazeroso, significativo e transformador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>12/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476633920</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula teve início com a professora acolhendo os estudantes e organizando na lousa a formação dos grupos de trabalho. O foco da atividade estava na utilização do Design Thinking como ferramenta para construção de propostas educacionais alinhadas às tendências da Educação Matemática. Cada grupo ficou responsável por desenvolver uma ideia que priorizasse soluções criativas, práticas e que atendessem às reais demandas dos alunos no processo de aprendizagem.</p><p>Paralelamente à continuidade desse trabalho, a professora propôs que a turma elaborasse uma análise crítica sobre o documentário <em>A Educação Proibida</em>, produção argentina lançada em 2012 e dirigida por Germán Doin. O filme traz uma reflexão provocativa sobre os limites do modelo tradicional de ensino e apresenta alternativas pedagógicas que valorizam uma educação mais participativa, libertadora e centrada no estudante.</p><p>Ao longo do documentário, diferentes educadores de países da América Latina compartilham relatos e experiências, expondo como o modelo escolar convencional muitas vezes desestimula a criatividade, impede o desenvolvimento da autonomia e reforça uma cultura de obediência, em vez de promover a construção do pensamento crítico. As críticas feitas no filme dialogam diretamente com abordagens modernas da Educação Matemática, como a Etnomatemática e a Modelagem, que defendem uma aprendizagem contextualizada, conectada com a realidade dos alunos e distante de práticas puramente expositivas e conteudistas.</p><p>Esse exercício de reflexão, a partir das questões levantadas pelo documentário, foi essencial para que os grupos pudessem repensar suas propostas. As discussões reforçaram a importância de uma educação que incentive o protagonismo dos estudantes, valorize suas vivências e estimule ambientes de aprendizado baseados no respeito, na escuta e na construção colaborativa do conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>14/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476634940</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, a professora deixou livre a continuidade da atividade de aplicação da metodologia Design Thinking. Foi possível finalizar a etapa do <strong>Mapa da Empatia</strong>, cujo objetivo é compreender a realidade dos futuros docentes a partir de suas percepções, sentimentos e experiências. Dentre os questionamentos levantados, destacaram-se perguntas como: “O que pensa e sente?” e “O que ouve?”. A partir das respostas, ficou evidente que muitos ingressam na licenciatura movidos pelo desejo de ensinar, mas, ao longo da formação, surgem inseguranças relacionadas à escolha profissional. Medos como não se sentirem devidamente preparados, dúvidas sobre a prática pedagógica e preocupações com a estabilidade financeira são recorrentes entre os licenciandos.</p><p>No campo do que ouvem, percebe-se que são comuns os relatos de docentes em atuação sobre os desafios enfrentados no ambiente escolar, como a falta de recursos, os baixos salários, a sobrecarga de trabalho e, muitas vezes, a escassez de apoio institucional. Embora a formação enfatize a importância da prática pedagógica, nem sempre os estudantes encontram suporte adequado para desenvolvê-la de maneira significativa.</p><p>Além disso, foi concluída a terceira etapa do processo, denominada <strong>Idear</strong>, que consiste na geração de ideias para resolver o problema identificado. Entre as propostas surgidas estão: a criação de núcleos de prática docente dentro das universidades; o fortalecimento das parcerias entre instituições de ensino superior e escolas de educação básica; a implantação de programas de suporte psicopedagógico e emocional voltados aos licenciandos; o desenvolvimento de plataformas digitais interativas para formação continuada; e o incentivo à participação em projetos de iniciação à docência e pesquisa desde os primeiros semestres do curso.</p><p>Na próxima etapa, será iniciada a fase de <strong>Prototipagem</strong>, na qual as ideias serão analisadas quanto à sua viabilidade, utilizando a matriz FOFA — que avalia os pontos fortes, fracos, as oportunidades e as ameaças de cada proposta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>19/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476635593</link>
         <description><![CDATA[<p>Dando continuidade às atividades do projeto, o desenvolvimento das etapas seguiu normalmente, mesmo diante de algumas ausências no grupo. Foi finalizada a seção <strong>2.4 – Quarta etapa: Prototipar</strong>, na qual se realizou uma análise detalhada da viabilidade da proposta utilizando a matriz FOFA. Os principais pontos levantados foram os seguintes:</p><ul><li><p><strong>Forças:</strong> A criação dos Núcleos de Prática Docente oferece vivências reais e simuladas, promovendo uma conexão efetiva entre teoria e prática. O fortalecimento das parcerias com escolas da rede básica contribui para a construção de estágios mais qualificados e significativos. O uso de plataformas digitais permite ampliar o acesso à formação continuada e personalizar os processos de aprendizagem. Além disso, estimular a participação em projetos de iniciação científica e à docência desde os primeiros períodos fortalece o vínculo dos estudantes com a profissão. Ressalta-se também o incentivo às metodologias ativas, às tecnologias educacionais e à prática da escuta ativa no ambiente formativo.</p></li><li><p><strong>Oportunidades:</strong> Programas e políticas públicas, como PIBID e Residência Pedagógica, favorecem o fortalecimento da formação docente. O avanço tecnológico e a consolidação do ensino híbrido ampliam as possibilidades de utilização de plataformas digitais. Há ainda uma crescente possibilidade de articulação entre universidades e escolas, o que favorece uma formação mais contextualizada e alinhada às demandas reais da prática docente. Soma-se a isso o aumento da busca por práticas pedagógicas mais humanas e acolhedoras.</p></li><li><p><strong>Fraquezas:</strong> Persistem resistências institucionais que dificultam a superação de modelos tradicionais nas licenciaturas. A falta de infraestrutura adequada e de recursos financeiros compromete a criação e manutenção dos Núcleos de Prática. Outro desafio identificado é a carência de professores mentores capacitados nas escolas parceiras, além da baixa adesão dos licenciandos às plataformas digitais quando não há acompanhamento pedagógico efetivo.</p></li><li><p><strong>Ameaças:</strong> Cortes nos investimentos públicos podem afetar diretamente programas essenciais, como PIBID e os serviços de apoio psicopedagógico. A desvalorização da carreira docente desmotiva futuros professores, mesmo diante de propostas de melhorias na formação. A burocracia existente nas instituições dificulta parcerias entre universidades e escolas. Existe ainda o risco de que as propostas sejam implementadas de forma superficial, sem continuidade, e as desigualdades no acesso às tecnologias representam uma barreira para que todos os estudantes possam usufruir igualmente dos recursos oferecidos.</p></li></ul><p>Concluída essa etapa, foi dado início à elaboração da seção <strong>2.5 – Quinta etapa: Visualizar</strong>, voltada para o planejamento detalhado das ações necessárias à implementação da proposta. Entre as estratégias definidas estão:</p><ul><li><p>Realizar um diagnóstico inicial, ouvindo licenciandos e docentes, a fim de identificar desafios e mapear recursos já existentes, como laboratórios, parcerias, programas e plataformas digitais.</p></li><li><p>Apresentar o projeto às coordenações dos cursos e setores responsáveis, como estágio, extensão e apoio estudantil, formando um grupo de trabalho composto por professores, estudantes e gestores.</p></li><li><p>Estruturar os Núcleos de Prática Docente, selecionando docentes com experiência para atuar como orientadores. Também será necessário planejar a organização de um espaço físico e pedagógico para oficinas, simulações e atividades formativas, abordando temas como gestão de sala de aula, metodologias ativas, uso de tecnologias, mediação de conflitos, entre outros.</p></li><li><p>Fortalecer parcerias com escolas da educação básica, formalizando acordos institucionais e construindo planos de estágio colaborativos, nos quais os licenciandos participem de forma efetiva das rotinas escolares, como planejamentos, reuniões, observações e intervenções.</p></li><li><p>Estabelecer conexões com os setores de psicologia e pedagogia da universidade, criando espaços de escuta, rodas de conversa e atendimentos focados no acolhimento emocional e no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento para os desafios da formação docente.</p></li><li><p>Expandir a divulgação de programas como o PIBID e incentivar que os licenciandos desenvolvam projetos autorais desde o início da graduação, acompanhados por orientadores comprometidos com uma educação crítica, reflexiva e criativa.</p></li><li><p>Implantar um sistema contínuo de avaliação e monitoramento, utilizando instrumentos de avaliação formativa, coleta de feedbacks periódicos e ajustes constantes, sempre baseados na análise dos dados e das experiências vivenciadas.</p></li></ul><p>Paralelamente, foi iniciado o desenvolvimento dos materiais visuais da apresentação, utilizando a plataforma Canva. Ao longo da aula, a professora também disponibilizou dois textos que servirão de base para a discussão da próxima semana. Após o sorteio dos grupos, ficou definido que aquele que já se encontra mais avançado fará a primeira apresentação.</p><p>Por fim, houve uma breve conversa sobre a realização do <strong>Dia Mundial do Brincar</strong>, que tradicionalmente ocorre no Colégio Criando Asas, mas que, este ano, será sediado no IFSP, resultado de uma parceria estabelecida entre as instituições participantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>26/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3476636787</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula se iniciou com a leitura do texto <strong>“As Tendências em Educação Matemática na Percepção de Professores de Matemática”</strong>, de autoria de Lucas Rocha Santos, Mariana Lima Matos e Irani Parolin Sant’Ana.</p><p>Para otimizar o estudo, o material foi dividido por trechos, ficando sob responsabilidade a análise das páginas 3 e 4. Apesar da divisão, será essencial que todos realizem uma leitura integral do artigo, pois na aula seguinte está prevista uma discussão coletiva, na qual serão compartilhadas as principais ideias, reflexões e interpretações trazidas pelos autores.</p><p>Durante o decorrer da aula, a professora também solicitou auxílio na elaboração de um documento online, no qual foram registradas algumas orientações e informações que ela estava organizando. Esse material servirá como base para uma atividade que será aplicada aos estudantes no dia 23 de junho, data em que ela estará ausente por motivos pessoais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:36:37 UTC</pubDate>
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         <title>21/05</title>
         <author>azevevictor</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dando continuidade às atividades do projeto, Emily avançou nas etapas previstas, finalizando a seção 2.4 – <strong>Quarta etapa: Prototipar</strong>, por meio da análise da viabilidade da proposta com a matriz FOFA.</p><p><strong>Forças</strong> destacadas incluíram: a criação de Núcleos de Prática Docente que integram teoria e prática com experiências reais e simuladas; fortalecimento das parcerias com escolas; uso de plataformas digitais para formação continuada; incentivo à iniciação científica e valorização das metodologias ativas.</p><p><strong>Oportunidades</strong> identificadas foram: políticas públicas como PIBID e Residência Pedagógica; expansão do ensino híbrido; maior articulação entre universidade e escolas; e a demanda crescente por uma formação mais humanizada.</p><p>Entre as <strong>fraquezas</strong>, constam: resistência institucional a mudanças, limitações de infraestrutura, escassez de professores mentores nas escolas-parceiras e baixa adesão dos licenciandos às plataformas digitais.</p><p>As <strong>ameaças</strong> englobam: cortes orçamentários, desvalorização da carreira docente, burocracias institucionais e desigualdade de acesso às tecnologias.</p><p>Em seguida, Emily iniciou a seção 2.5 – <strong>Quinta etapa: Visualizar</strong>, dedicada ao planejamento das ações. O plano inclui: diagnóstico inicial com escuta ativa, apresentação das propostas às coordenações, criação dos núcleos com professores orientadores, fortalecimento de parcerias com escolas, articulação com setores de apoio psicopedagógico, ampliação da divulgação do PIBID e implantação de um sistema de avaliação contínua.</p><p>Além disso, ela começou a montar os slides da apresentação no Canva. A professora também compartilhou dois textos para leitura, que serão discutidos na próxima aula. Como seu grupo está mais adiantado, Emily se ofereceu para apresentar primeiro.</p><p>Ao final da aula, conversaram sobre o <strong>Dia Mundial do Brincar</strong>, tradicionalmente realizado pelo Colégio Criando Asas, onde Emily trabalha. Neste ano, o evento será sediado no IFSP, em parceria com outras instituições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 14:47:19 UTC</pubDate>
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         <title>26/05</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3497269327</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao chegar na sala, Emily encontrou apenas a professora Zionice e o aluno Mateus. Após conversarem brevemente sobre como conduziriam o momento, a professora propôs que aproveitassem o tempo para dar continuidade a atividades pendentes. Como Emily já havia finalizado suas tarefas anteriores, optou por iniciar a leitura de um artigo acadêmico.</p><p>O texto selecionado foi <em>“As Tendências em Educação Matemática na Percepção de Professores de Matemática”</em>, escrito por Lucas Rocha Santos, Mariana Lima Matos e Irani Parolin Sant’Ana. Para facilitar a leitura, o grupo dividiu o material entre si, ficando Emily encarregada das páginas 3 e 4. A proposta é que, na aula seguinte, os participantes compartilhem suas impressões e promovam uma troca de ideias sobre os principais conceitos abordados.</p><p>Além disso, a professora solicitou que Emily registrasse em um documento digital algumas informações que estavam sendo organizadas por ela. Esse material servirá de base para uma atividade que será aplicada aos alunos no dia 23 de junho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 14:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>02/06</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3497276100</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia reservado para nossa apresentação, enquanto aguardávamos a chegada de alguns colegas, iniciou-se uma conversa a respeito de um episódio recente: havíamos solicitado à professora a possibilidade de trocar uma aula com o professor Régis para que pudéssemos realizar um momento de revisão antes da avaliação de Cálculo 3. A situação gerou certo mal-estar, e aproveitamos aquele momento para refletir sobre as diferentes interpretações que esse tipo de pedido pode provocar. Reconhecemos que mudanças na organização das aulas são questões delicadas e que a reação da professora foi compreensível diante do contexto.</p><p>Superada essa conversa inicial, demos prosseguimento à apresentação do nosso grupo, que teve como foco o <strong>Design Thinking na formação docente</strong>. Explicamos que essa abordagem tem como base a empatia, a colaboração e a criatividade na busca por soluções, sendo cada vez mais adotada na educação por seu potencial de promover práticas inovadoras e centradas nas necessidades reais dos estudantes.</p><p>Apresentamos as cinco etapas do Design Thinking, relacionando cada uma delas aos obstáculos enfrentados pelos professores, desde a formação inicial até o exercício da profissão em sala de aula. A partir dessas etapas, propusemos caminhos e estratégias que podem auxiliar na superação desses desafios, com foco em práticas mais significativas e contextualizadas.</p><p>A exposição ocorreu de maneira leve e participativa, com momentos de partilha sobre as vivências nas escolas públicas, o que enriqueceu ainda mais a discussão. As falas foram marcadas por escuta atenta, reflexões honestas e troca de experiências.</p><p>Ao término, recebemos comentários dos colegas e observações da professora. As contribuições foram pertinentes e acrescentaram ao debate. A principal crítica foi quanto à necessidade de estreitar o vínculo entre o tema apresentado e o ensino da Matemática, que acabou sendo tratado de forma um pouco ampla. Apesar disso, o retorno geral foi bastante positivo, evidenciando o valor da apresentação para pensar a formação de professores de forma mais crítica e sensível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 15:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>04/06</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3497343816</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, Sophia e Guilherme apresentaram o tema “Tecnologias Digitais e Educação a Distância (EaD)”, com o acompanhamento do professor Getúlio. <strong>Emily</strong> atuou como coordenadora e Allyson como secretário da atividade.</p><p>A dupla iniciou com um panorama histórico da EaD, desde os cursos por correspondência, passando pelo uso do rádio e da TV educativa, até a transformação trazida pela internet, que possibilitou uma educação mais acessível e interativa.</p><p>A apresentação foi estruturada com base no <strong>Design Thinking</strong>, iniciando pela <strong>primeira etapa</strong>, em que discutiram o papel da EaD na democratização do ensino. Embora a EaD amplie o acesso, desafios como inclusão digital, formação docente e qualidade do ensino remoto ainda persistem.</p><p>Na <strong>segunda etapa</strong>, utilizaram o <strong>Mapa da Empatia</strong> para compreender as percepções de professores sobre o uso de tecnologias. Identificaram sentimentos de sobrecarga, insegurança técnica e a necessidade de formação continuada, apoio institucional e infraestrutura adequada.</p><p>Na <strong>terceira etapa</strong>, destacaram o uso criativo de ferramentas digitais (vídeos, jogos e recursos interativos) e reforçaram que o ensino online pode e deve promover participação, diálogo e aprendizagem significativa.</p><p>Na <strong>quarta etapa</strong>, aplicaram a <strong>matriz FOFA</strong>:</p><ul><li><p><strong>Forças</strong>: professores comprometidos e uso de recursos atrativos;</p></li><li><p><strong>Oportunidades</strong>: acesso ampliado à educação e personalização do ensino;</p></li><li><p><strong>Fraquezas</strong>: falta de preparo técnico e infraestrutura deficiente;</p></li><li><p><strong>Ameaças</strong>: resistência às mudanças e falta de suporte e investimentos.</p></li></ul><p>Na <strong>última etapa</strong>, visualizaram soluções práticas para fortalecer a EaD, como simplificação das plataformas, suporte técnico acessível, metodologias ativas e avaliações mais flexíveis.</p><p>A apresentação foi encerrada com a menção à <strong>startup brasileira F123</strong>, que criou um sintetizador de voz gratuito em árabe para pessoas com deficiência visual, promovendo inclusão digital. O projeto recebeu apoio internacional e demonstra como a tecnologia pode ser transformadora.</p><p>A exposição foi bem conduzida, rica em reflexões e exemplos práticos, promovendo debates significativos sobre o presente e o futuro da educação mediada por tecnologias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 17:33:40 UTC</pubDate>
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         <title>09/06</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3497345130</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, iniciamos com uma conversa sobre a ementa do curso e os temas que ainda vamos trabalhar, como estágio supervisionado, ODS na educação e investigações matemáticas. Depois, o coordenador Guilherme apresentou Allyson e Matheus, que conduziram a aula sobre <strong>Etnomatemática</strong>.</p><p>Eles explicaram que a etnomatemática, proposta por Ubiratan D’Ambrosio, valoriza os conhecimentos matemáticos presentes em diferentes culturas, como nas práticas indígenas, nos saberes populares (como os de pedreiros), e na vivência dos próprios estudantes. A proposta rompe com a visão eurocêntrica da matemática tradicional.</p><p>Durante a apresentação, usamos o <strong>mapa da empatia</strong> para refletir sobre a realidade de alunos que não se sentem representados na escola e cujos saberes culturais não são valorizados. As necessidades apontadas incluíram metodologias contextualizadas e maior reconhecimento da diversidade cultural.</p><p>Eles também sugeriram práticas como oficinas com comunidades tradicionais, uso de materiais interculturais e projetos escolares baseados em saberes locais. Na matriz FOFA, destacaram como forças a diversidade e inclusão, mas também citaram fraquezas como a falta de formação docente e materiais adaptados.</p><p>Como sugestões, a dupla propôs:</p><ul><li><p>Atividades pedagógicas baseadas em saberes tradicionais;</p></li><li><p>Materiais didáticos interculturais;</p></li><li><p>Oficinas com membros de comunidades tradicionais;</p></li><li><p>Projetos escolares para mapear saberes matemáticos locais.</p></li></ul><p>Na <strong>matriz FOFA</strong>, destacaram como:</p><ul><li><p><strong>Forças:</strong> reconhecimento multicultural, diversidade metodológica, interdisciplinaridade;</p></li><li><p><strong>Oportunidades:</strong> valorização da cultura local, inclusão social;</p></li><li><p><strong>Fraquezas:</strong> falta de formação docente, carência de materiais adaptados;</p></li><li><p><strong>Ameaças:</strong> desinteresse dos alunos, pressão por resultados padronizados.</p></li></ul><p>Um destaque foi a demonstração do <strong>método japonês de multiplicação</strong>, que mostrou como diferentes culturas constroem saberes matemáticos de forma criativa.</p><p>Ao final, fiz algumas observações, como a dificuldade de leitura das referências no slide e o nervosismo de Matheus. Apesar disso, os slides estavam bem elaborados. A aula foi encerrada com comentários da professora e seguimos para o intervalo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 17:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>16/06</title>
         <author>azevevictor</author>
         <link>https://padlet.com/azevevictor/cea0zpfkwbysadvj/wish/3497353272</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia, cheguei à sala de aula juntamente com Sophia. Entramos e nos dirigimos à professora, que conversava com Guilherme. Em seguida, iniciamos a leitura e reflexão dos relatos sobre aulas ministradas e/ou presenciadas. Começamos pelos relatos de Guilherme e Sophia, elaborados em conjunto, considerando que Guilherme ainda não havia tido experiência em sala de aula.</p><p>Sophia relatou que, durante a observação, constatou uma significativa heterogeneidade no comportamento e no engajamento dos estudantes. Um grupo de alunos demonstrava atenção e certa facilidade com o conteúdo, acompanhando a explicação da docente, resolvendo os exercícios propostos e participando ativamente da aula. Em contrapartida, outro grupo apresentava sinais claros de desinteresse e dispersão, com conversas paralelas e pouca atenção à atividade proposta.</p><p>Ela também observou alunos com dificuldades de aprendizagem que, no entanto, não verbalizavam essas dificuldades e resistiam à ajuda. Por outro lado, um grupo de alunos que demonstrava interesse por desenhos japoneses (animes) foi atraído pela camiseta de Sophia, que exibia uma estampa relacionada ao tema. Esse elemento visual serviu como ponto de aproximação, possibilitando um vínculo que facilitou a abertura dos alunos para o apoio pedagógico oferecido por ela.</p><p>Sophia finalizou seu relato destacando que a elaboração do diário de bordo contribuiu significativamente para que ela compreendesse melhor o dinamismo da sala de aula e refletisse de forma mais estruturada sobre a prática docente.</p><p>Em seguida, relatei minha experiência no primeiro dia de regência na Escola Estadual Antonio Kassawara Katutok, localizada em Gabriel Monteiro, atuando como professor de Matemática em uma turma do 8º ano. Comentei que, por ser jovem e ter um linguajar próximo ao dos estudantes, senti que tive certa facilidade inicial em estabelecer conexão e lidar com os diferentes comportamentos da turma.</p><p>Observei, no entanto, que, embora o conteúdo trabalhado estivesse relacionado a unidades anteriores do livro didático — com o intuito de promover uma retomada —, alguns alunos apresentavam lacunas significativas nos conhecimentos básicos. Diante disso, optei por trazê-los à frente da sala, oferecendo um atendimento mais individualizado. Enquanto isso, os demais, com maior autonomia, conseguiam prosseguir com as atividades propostas com pouca intervenção.</p><p>Refleti, então, sobre a importância do diário de bordo como ferramenta pedagógica tanto para professores em formação quanto para aqueles em exercício, principalmente no que se refere ao planejamento e à reestruturação das aulas de forma mais consciente e eficaz.</p><p>Por fim, realizamos a leitura de uma carta escrita por uma professora da UFF (Universidade Federal Fluminense), que abordava a relevância da Educação Matemática e a importância de se educar por meio da matemática, destacando seu potencial como instrumento de formação crítica, cidadã e sensível à realidade dos estudantes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 18:01:30 UTC</pubDate>
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