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      <title>Abelhas by Karoline Dantas</title>
      <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k</link>
      <description>Tudo sobre as abelhas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-08-19 20:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Abelhas entram para a lista de espécies em extinçãoEventual fim das abelhas não nos deixaria só sem mel: dois terços do que comemos dependem do trabalho delas como polinizadoras.</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925374</link>
         <description><![CDATA[<div>São Paulo – Já faz tempo que as <a href="http://www.exame.com.br/topicos/animais"><strong>abelhas</strong></a> <a href="http://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-estao-sumindo">estão, lentamente, sumindo</a>. O mundo está preocupado com o que pode acontecer se as pequenas polinizadoras forem varridas da Terra – tanto que até apareceram algumas soluções pouco ortodoxas, como uma <a href="http://super.abril.com.br/tecnologia/abelha-robo-pode-ajudar-a-salvar-o-planeta">abelha-robô</a>.<br><br></div><div>E, pelo jeito, é melhor corrermos, porque esses insetos acabam de ser <a href="http://dlnr.hawaii.gov/ecosystems/hip/projects/yellow-faced-bee/">colocados na lista de espécies em extinção</a> pelo US Fish and Wildlife Service (FWS) – o Ibama dos EUA.<br><br></div><div>Sem abelhas, não vai faltar só mel. É que elas funcionam como se fossem órgãos sexuais de plantas. Uma parte considerável do Reino Vegetal conta com abelhas para espalhar seu pólen.<br><br></div><div>Sem abelhas, você castra essas plantas. E elas deixam de existir também, o que é um péssimo negócio, mesmo para quem tem alergia a abelhas: pelo menos dois terços da nossa comida vem direta ou indiretamente de vegertais que precisam de abelhas para se reproduzir.<br><br></div><div>Ainda não se trata de um apocalipse. Existem 25 mil espécies de abelha. Para a lista, entraram sete: Hylaeus anthracinus, Hylaeus longiceps, Hylaeus assimulans, Hylaeus facilis, Hylaeus hilaris, Hylaeus kuakea, e Hylaeus mana – todas abelhas de cara amarela, parecidas com a abelhinha comum aqui do Brasil.<br><br></div><div>As abelhas em perigo são todas nativas do Havaí, e a hipótese do FWS é que a razão principal tenha sido a inclusão de espécies de plantas e animais invasores, que desequilibraram a fauna local.<br><br></div><div>Outro problema é a urbanização cada vez maior das ilhas, o que favorece o turismo descuidado e a destruição do habitat natural dos insetos.<br><br></div><div>Mas o problema não se restringe ao Havaí, claro: desde 2006, apicultores do mundo inteiro têm reclamado que as populações do inseto caíram. De 2012 para 2013, 31% das abelhas dos EUA tinham desaparecido; na Europa, naquele período, o número chegou a 53%, e no Brasil, a quase 30%.<br><br></div><div>O pior é que ninguém sabe exatamente o que está causando essa catástrofe. Alguns cientistas acham que é a poluição; outros apostam nos pesticidas.<br><br></div><div>Existe, também, uma doença chamada Síndrome do Colapso da Colônia, na qual as abelhas simplesmente abandonam suas colmeias sem que nada de errado aconteça, mas a síndrome ainda é um mistério, o que deixa os cientistas de mãos atadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>O que está acontecendo com as abelhas?Os dados sobre a crise dos insetos polinizadores são inconsistentes ou não existem, lamentam especialistas europeus. Extinção das abelhas ameaça a reprodução de muitas espécies vegetais</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925650</link>
         <description><![CDATA[<div>Para muitas plantas, as <a href="https://brasil.elpais.com/tag/abejas/a/">abelhas</a> são o equivalente ao sexo animal. Graças a seu corpo coberto de pelos, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/07/ciencia/1436292524_856375.html">transportam facilmente o pólen</a> das partes masculinas de uma flor para as partes femininas, sejam da mesma planta ou de outras, afastadas. É assim que acontece a reprodução de muitas espécies vegetais, como o morango, cujo fruto exige pelo menos 21 visitas de abelhas para ser grande e saboroso, segundo os cálculos das <a href="https://brasil.elpais.com/tag/onu_organizacion_naciones_unidas/a">Nações Unidas</a>. As abelhas não são os únicos insetos polinizadores, mas são vitais em culturas como alfafa, amêndoas, pepinos e morangos.</div><div>A <a href="https://brasil.elpais.com/tag/ue_union_europea/a">União Europeia</a> está preocupada. Nos últimos anos, diferentes estudos científicos afirmaram o declínio das abelhas, assediadas por uma multidão de ameaças: a destruição de seu habitat, o uso abusivo de alguns pesticidas hoje proibidos temporariamente na UE, a invasora vespa asiática que ataca as colmeias, o ácaro <em>Varroa</em> que chupa seus líquidos internos, o parasita <em>Nosema apis</em> que afeta seu aparelho digestivo, a mudança climática. E o principal problema é que se desconhece o que realmente está ocorrendo. Faltam dados.<br><br></div><div>“Nosso objetivo é reunir os apicultores, os agricultores, a indústria, os cientistas, os especialistas em avaliação de riscos, os cidadãos e os políticos para estudar como melhorar a coleta de dados para avaliar de forma mais realista o estado de saúde das abelhas na Europa”, declarou ontem o veterinário Simon More, do University College de Dublin, na Irlanda.</div><div><strong>A mensagem é clara: é preciso compilar muito mais dados sobre o que está acontecendo e, sobretudo, compartilhá-los<br></strong><br></div><div>More inaugurou o simpósio científico <a href="http://www.efsa.europa.eu/en/events/event/170626"><em>Towards a European bee partnership</em></a>(rumo a uma parceria europeia para as abelhas), coorganizado em Bruxelas pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), que convidou o EL PAÍS para o evento. A reunião representa uma tentativa de iluminar um setor frequentemente obscuro em função do conflito de interesses. A mensagem é clara: é preciso coletar muito mais dados sobre o que se está coletando e, sobretudo, compartilhá-los.<br><br></div><div>O alemão <a href="http://www.professional-beekeepers.eu/index.php/board-of-directors">Walter Haefeker</a>, presidente da Associação Europeia de Apicultores Profissionais, ficou encarregado de colocar os pés dos espectadores no chão. “Os apicultores precisam de privacidade”, defendeu. Sua organização defende oferecer “dados anônimos” ou “cifrados, com o código nas mãos do apicultor”. Divulgar um problema nas colmeias de uma empresa pode arruinar seu negócio.<br><br></div><div>O zoólogo <a href="http://www.uib.es/es/personal/AAzk4NA/">Miguel Angel Miranda</a>, da Universidade das Ilhas Baleares, destaca outro problema: a abundância de “apicultores de fim de semana”. Na Espanha, há 24.755 apicultores, dos quais apenas 19% são profissionais, segundo as cifras do Ministério da Agricultura. Isso pode fazer com que, segundo Miranda, os tratamentos das abelhas sejam mal aplicados em muitas colmeias, gerando resistência contra as doenças.</div><div><strong>Na Espanha, há 24.755 apicultores, dos quais apenas 19% são profissionais</strong></div><div>Laszlo Kuster, da Direção Geral de Segurança Alimentar da Comissão Europeia, detalhou a magnitude do desafio. Kuster recordou os recentes resultados do primeiro programa de vigilância da mortalidade de colônias de abelhas melíferas em 17 países da UE. O projeto, batizado <a href="http://ec.europa.eu/food/sites/food/files/animals/docs/la_bees_epilobee-report_2012-2014.pdf">Epilobee</a>, analisou 176.860 colônias com uma metodologia estabelecida, mas inclusive nessas condições muitos dos dados não foram registrados de maneira harmônica. “Inclusive com a melhor preparação, os dados são insuficientes”, lamentou Kuster.<br><br></div><div>Os resultados da Epilobee no inverno de 2013-2014 demonstraram mortalidades de 5% na Espanha, 14% na França e 15% na <a href="https://brasil.elpais.com/tag/suecia/a">Suécia</a>. Um ano antes, com um inverno mais longo e frio, a mortalidade chegou a 10%, 14% e 29%, respectivamente. De qualquer forma, são porcentagens distantes dos números alarmantes apresentados por algumas organizações ecológicas, apesar da enorme quantidade de dados continuar sendo estudada.<br><br></div><div>Os inspetores da Epilobee registraram as práticas apícolas em cada colmeia, anotaram as manifestações clínicas de doenças infecciosas e parasitárias e coletaram amostras para análise, mas se concentraram nas abelhas domésticas. Na Europa há apenas uma espécie de abelha doméstica, mas existem 1.884 espécies silvestres.<br><br></div><div>O biólogo e cientista da computação <a href="https://www.oii.ox.ac.uk/people/arthur-thomas/">Arthur Thomas</a> chegou ao mundo das abelhas há alguns meses. Thomas, do Instituto de Internet de Oxford, é um especialista em elaborar modelos preditivos sobre o comportamento futuro de diferentes populações de seres vivos. Não tinha “a menor ideia” da complexidade dos problemas enfrentados pelas abelhas, mas sua surpresa veio de outro lado. “A disponibilidade de dados é surpreendentemente escassa. Inclusive no âmbito nacional é complicado acompanhar dados. Ou são inconsistentes ou não existem”, afirma.<br><br></div><div>A maior parte dos estudos científicos existentes são de alcance geográfico muito limitado e examinam apenas uma ou duas variáveis, mas não as interações entre todas as ameaças. O setor sabe que a situação não vai mudar da noite para o dia. A veterinária portuguesa Ana Afonso, líder da equipe de riscos emergentes da EFSA, resume em uma frase: “Não vai nascer um Google Abelhas no ano que vem, com informação em tempo real”. Mas esse, reconhece, seria seu objetivo ideal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925730</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:</strong> </div><div>Reino: Animalia <br>Filo: Arthropoda <br>Classe: Insecta <br>Ordem: Hymenoptera <br>Super-família: Apoidea </div><div><strong>INFORMAÇÕES IMPORTANTES:</strong></div><div>- Toda colmeia possui uma abelha rainha. Ela é muito fértil e chega a botar mais de mil ovos por dia. A abelha rainha é a responsável pela reprodução. Ela vive entre 2 e 5 anos, enquanto uma abelha operária vive apenas dois meses, em média<br>- As abelhas são responsáveis pela polinização das plantas. Ao buscar seu alimento nas <a href="https://www.suapesquisa.com/pesquisa/flores.htm">flores</a>, levam junto ao corpo o pólen para outras plantas, possibilitando assim a reprodução das mesmas.<br>- Numa colmeia, as abelhas possuem uma hierarquia: as operárias trabalham para trazer o alimento (pólen e néctar), vigiar, limpar e cuidar das larvas. Os zangões (em pouca quantidade) tem a função exclusiva de fazer o acasalamento com a rainha e garantir a reprodução. Já a abelha rainha é a responsável exclusivamente pela reprodução.<br>- Quando nascem duas abelhas rainhas, em uma única colmeia, elas lutam até a morte para ver quem assumirá a exclusiva missão de garantir a reprodução da colônia.<br>- O principal alimento das abelhas é o néctar produzido pelas plantas e encontrado em diversas espécies de flores.<br>- As abelhas possuem cinco olhos: dois maiores na frente e três menores no topo da cabeça. Possuem também antenas sensíveis, dois pares de asas e uma língua para sugar o néctar das flores.<br>- Uma colmeia de tamanho médio pode abrigar até 60 mil abelhas.<br>- As abelhas produzem o mel dentro da colmeia para servir de alimento. A geleia real também é produzida e serve de alimento para a abelha rainha<br>- Quando se sentem ameaçadas, as abelhas podem picar o animal utilizando o seu ferrão. A ferroada é dolorida e é injetado veneno. Embora este veneno seja inofensivo a grande parte dos seres humanos, pode levar a morte se uma pessoa for alérgica ou se uma pessoa não-alérgica receber ferroadas de grande quantidade deste <a href="https://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/insetos">inseto</a>.<br>- Uma abelha pode produzir, em média, cinco gramas de mel por dia.<br>- A criação de abelha, atividade lucrativa, para produção de mel é chamada de apicultura.</div><div><strong>CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS</strong>:</div><div>Comprimento: 2 cm (inseto adulto)</div><div>Cor: listrada em preto e amarelo</div><div>Habitat: fazem as colmeias no topo de árvores, cavernas, parte interna de telhados, etc.</div><div>Nome do som emitido pelas abelhas: zumbir</div><div><strong>Curiosidades:</strong></div><div>- Em 17 de outubro de cada ano é comemorado o Dia da Apicultura.</div><div>- Dia 22 de maio é comemorado o Dia Apicultor, o criador de abelhas.</div><div>- As abelhas são muito rápidas. A procura de néctar e pólen, uma abelha pode ir a dez flores a cada minuto.</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Funções</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925794</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Rainha<br></strong><br></div><div>A função da rainha na colmeia é reprodutiva, ela passa a vida na colmeia colocando ovos que se transformarão nas futuras abelhas operárias, zangões ou novas rainhas. A abelha que é escolhida para ser rainha é alimentada a vida toda com geleia real, um tipo especial de alimento produzido na colmeia que nutre e possibilita a rainha a fertilidade para produzir óvulos e colocar os ovos. Quando a futura rainha atinge a “adolescência” sai para o voo nupcial, encontra-se com o zangão e copula. Após a cópula retorna à colmeia e começa a postura de ovos.</div><div>Abelha rainha, no centro, é maior que as outras abelhas</div><div><strong>Zangão</strong></div><div>Assim como a abelha rainha, a função do zangão (que é o macho) é reprodutiva. Ele realiza o voo nupcial, fecunda a abelha rainha e em algumas espécies, morre após a cópula ou é abandonado pela colônia de abelhas por não ter mais “utilidade”.</div><div><strong>Operárias</strong></div><div>São abelhas estéreis que executam funções diversas dentro da colmeia. Algumas são responsáveis pela alimentação da rainha, larvas e zangão. Outras cuidam para que a estrutura da colmeia seja mantida fazendo reparos nas células, limpando a colmeia e construindo novas células para guardar mel ou abrigar os ovos postos pela rainha. Além das funções internas, as operárias guardam a entrada da colmeia e outras saem para visitar as flores de plantas onde procuram néctar e pólen.</div><div><strong>O que produzem as abelhas?</strong></div><div>Com o néctar e o <a href="https://www.infoescola.com/plantas/polen/">pólen</a> coletado nas flores, as abelhas operárias produzem o mel, cera, própolis e geleia real.</div><div>O mel é um tipo de açúcar com alto valor energético que serve de alimento para as abelhas. Dependendo da espécie de néctar coletado nas flores, o mel apresentará uma constituição diferente, assim, temos mel de flor de laranjeira, silvestre, etc. Algumas abelhas tem capacidade de produzir grande quantidade de mel como a abelha <em>Apis melífera</em>, conhecida como abelha africana. Outras produzem pequenas quantidades, como a abelha jataí (<em>Tetragonista angustula</em>), porém seu mel é muito valorizado pelo sabor.</div><div>Outro produto das abelhas é a cera. Ela é produzida com a mistura do pólen com néctar ou pólen e mel e utilizada na construção das células da colmeia. Tem propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes, por isso é utilizada na medicina natural pelo homem.</div><div>O própolis é produzido a partir da ação de <a href="https://www.infoescola.com/bioquimica/enzimas/">enzimas</a> das abelhas operárias com a modificação de ceras e também a partir de resinas das plantas. Sua função é de proteger a colmeia de micro-organismos como vírus, bactérias e também insetos invasores. Ele está presente geralmente na entrada da colmeia e tem uma função desinfetante. Quando as abelhas operárias passam pela entrada da colmeia são desinfetadas pela ação do própolis.</div><div>Como informado, as abelhas que se tornarão rainhas da colmeia e as larvas, recebem um tipo especial de alimentação, a geleia real. É uma substancia gelatinosa, com propriedades regenerativas, produzida por glândulas hipofaríngeas que as abelhas jovens produzem.</div><div><strong>Ecologia</strong></div><div>As abelhas tem uma função importante na reprodução das plantas realizando a <a href="https://www.infoescola.com/plantas/polinizacao/">polinização</a>. No momento em que visitam as flores à procura de néctar e pólen, o mesmo gruda em seus pelos e quando elas visitam novas flores esse pólen acaba caindo na entrada do gineceu (órgão reprodutivo feminino da flor) e encontra o óvulo, promovendo a fecundação. Muitas espécies de plantas simplesmente não existiriam sem a presença das abelhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925917</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 –</strong> São os únicos insetos que produzem um alimento que é consumido pelo homem;<br><br></div><div><strong>2 –</strong> Durante o voo, as asinhas das abelhas batem aproximadamente 11,4 mil vezes por minuto, produzindo o típico zumbido que ouvimos quando elas estão por perto;<br><br></div><div><strong>3 –</strong> As abelhas se comunicam entre si através de uma espécie de dança, durante a qual transmitem informações sobre a localização e distância das flores de determinada área;<br><br></div><div><strong>4 –</strong> Em média, uma abelha é capaz de produzir uma quantidade equivalente a 1/12 de uma colher de chá de mel em toda a sua vida;<br><br></div><div><strong>5 –</strong> As abelhas mais experientes ensinam as abelhinhas mais jovens a produzir mel;<br><br></div><div><strong>6 –</strong> São as fêmeas que possuem ferrões, e não os zangões;<br><br></div><div><strong>7 –</strong> A quantidade estimada de picadas capaz de provocar a morte de um humano é de 1,1 mil;<br><br></div><div><strong>8 –</strong> Os zangões são improdutivos e inativos. Sua única função é a de fertilizar a rainha;<br><br></div><div><strong>9 –</strong> Uma abelha rainha pode pôr cerca de 200 mil ovos ao ano;<br><br></div><div><strong>10 –</strong> As abelhas operárias sobrevivem durante quatro semanas durante o verão ou a primavera, e até seis semanas no inverno;<br><br></div><div><strong>11 –</strong> Uma colônia consiste em um número entre 20 e 60 mil abelhas e uma única rainha;<br><br></div><div><strong>12 –</strong> Cada colônia possui um odor específico para que as abelhas possam identificá-lo e não errar de “endereço”;<br><br></div><div><strong>13 –</strong> As abelhas rainhas vivem entre dois e três anos;<br><br></div><div><strong>14 –</strong> A única abelha sexualmente desenvolvida da colmeia é a rainha;<br><br></div><div><strong>15 –</strong> O mel é o único alimento que inclui todas as substâncias necessárias para a sustentação da vida, como vitaminas, minerais, água e enzimas, por exemplo, além de conter um importante antioxidante — a pinocembrina —, associado ao bom funcionamento cerebral;<br><br></div><div><strong>16 –</strong> Durante o inverno, as abelhas se concentram em um grande grupo na colmeia para se manter aquecidas e proteger a rainha e se alimentam do mel que produziram nos meses mais cálidos;<br><br></div><div><strong>17 –</strong> As abelhas podem voar a velocidades de mais de 20 quilômetros por hora;<br><br></div><div><strong>18 –</strong> Uma abelha operária “empenhada” pode chegar a visitar 2 mil flores em um único dia;<br><br></div><div><strong>19 –</strong> Apesar de o cérebro das abelhas ser do tamanho de sementes de gergelim, esses insetos possuem memórias incríveis e são capazes de realizar cálculos complexos relacionados a distâncias percorridas e à disponibilidade de alimento de determinada área;<br><br></div><div><strong>20 –</strong> A rainha acasala com aproximadamente 17 zangões durante um período de 1 ou dois dias, armazenando todo o esperma em uma estrutura chamada “espermateca”. Depois disso, ela não volta a acasalar novamente e usa o material desse reservatório para produzir novas abelhinhas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:22:57 UTC</pubDate>
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         <title>Como é a vida das abelhas?</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273925978</link>
         <description><![CDATA[<div>As abelhas (Apis mellifera) fazem parte do grupo dos chamados “insetos sociais”. A organização de uma colmeia é exemplar e as operárias contam com o que pode ser considerado um “plano de carreira”. De acordo com a sua idade, vão mudando de função dentro do grupo, que se comporta quase como um só organismo.<br><br></div><div>Em cada colmeia, existe uma rainha, que vive entre quatro e oito anos e, quando bem alimentada, põe de 2 mil a 3 mil ovos por dia. Além dela, há cerca de 400 mil zangões, que têm a função de fecundar a rainha. Eles morrem após a fecundação ou são mortos pelas operárias ao final da florada. E, finalmente, as grande responsáveis pelo funcionamento da sociedade, as operárias, em um número que varia de 60 a 100 mil indivíduos, que vivem de 30 a 50 dias e que se dividem em:<br><br></div><div>a) Faxineiras: idade de um a três dias. Fazem limpeza de alvéolos. Após o 3º dia de vida, tornam-se cozinheiras.<br>b) Cozinheiras: idade de três a sete dias. Alimentam as larvas com mais de três dias com mel e pólen. Após o 7º dia de vida, se tornam nutrizes.<br>c) Nutrizes: idade de sete a 14 dias. Alimentam as larvas, com idade inferior a três dias, com geléia real. Após o 14º dia de vida, se tornam engenheiras.<br>d) Engenheiras: idade de 14 a 18 dias. Segregam cera e constroem favos. Após o 18º dia de vida, tornam-se guardiãs.<br>e) Guardiãs: idade de 18 a 20 dias. Defendem a colmeia e tornam-se campineiras no 21º dia.<br>f) Campineiras: idade de 21 dias até a morte. Trazem resina, néctar, pólen e água.<br><br></div><div>Uma abelha pode percorrer até 12 quilômetros em busca de alimento e água. Um indivíduo visita dez flores por minuto e faz em média 40 voos por dia, tocando cerca de 240 mil flores. Com a língua, recolhe o néctar do fundo de cada flor e guarda numa bolsa localizada na garganta. Na colmeia, o néctar passa de abelha em abelha, de modo que a água que ele contém evapore, engrossando e se transformando em mel.<br><br></div><div>Cada abelha produz aproximadamente cinco gramas de mel por ano. Para produzir um quilo de mel,  precisam visitar 5 milhões de flores e, para produzir um grama de cera, consomem cerca de seis a sete gramas de mel.<br><br></div><div>Apenas abelhas fêmeas trabalham. O zangão morre após fecundar a rainha, que armazena os espermatozóides em um reservatório de sêmen em seu próprio organismo.<br><br></div><div><br>História<br><br></div><div>Muxfeldt, em seu livro sobre abelhas e mel, descreve que as mais antigas referências sobre colheita e extração de mel foram encontradas com data de 5 mil anos, no Antigo Egito. <br><br></div><div>A apicultura tem uma longa existência, de aproximadamente 2.400 a.C. Os egípcios e gregos desenvolveram técnicas de manejo. Sua introdução no Brasil foi atribuída aos jesuítas no século XVIII, nos territórios que hoje fazem fronteira com Brasil e o Uruguai, no noroeste do Rio Grande do Sul. Em 1839, o padre Antônio Carneiro Aureliano mandou vir colmeias de Portugal e as instalou no Rio de Janeiro. Em 1841, já havia mais de 200 colmeias na Quinta Imperial. Em 1845, colonizadores alemães trouxeram abelhas da Alemanha (Nigra, Apis melífera melífera) e iniciaram apicultura no sul do Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 20:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa conceitual das abelhas</title>
         <author>karolinegdantas</author>
         <link>https://padlet.com/karolinegdantas/ce5vb0ukwn5k/wish/273928529</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-08-19 21:14:35 UTC</pubDate>
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