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      <title>Padlet de Marcos by marcos candido</title>
      <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw</link>
      <description>PIBID- HISTÓRIA 2024-2026</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-23 16:13:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aula inaugural do PIBID 20/03/2025</p><p><br/></p><p>A aula inaugural ocorreu no auditório do cahl na cidade de cachoeira-ba. Tivemos uma bela palestra da professora Doutora Jamille Macedo Oliveira Santos, que teve como temática abordagens sobre povos indígenas, suas produções audiovisuais, livros e cultura. Uma palestra de suma importância diante de um cenário histórico que faz um apagamento da história e cultura indígena, para resgatar todas essas informações e levar a diante o conhecimento para que seja preservado pelas gerações futuras. Nós como historiadores temos o papel de levar a diante o conhecimento, levando para a sala de aula assuntos como a cultura afro-brasileira e indígena dentro das diversas formas didáticas.  Ao fim da palestra foi falado um pouco sobre as divisões de núcleos e programações para o pibid, o professor Juvenal, professora Martha Rosa por exemplo estavam presentes e farão parte do núcleo de governador mangabeira.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aula pibid 27/03/2025 </p><p><br/></p><p>Não pude comparecer por conta do trabalho. </p><p><br/></p><p>Aula pibid 03/04/2025</p><p><br/></p><p>Foi realizada uma aula Expositiva com o cronograma do residenci pedagógica. O professor Henrique Senna fez um bate papo com a turma onde mostrou pontos importantes a fazer em campo, como observação, inserção na escola campo, participação nas atividades da escola campo para que possa sentir e vivenciar as experiências dentro do âmbito escolar, o que é muito bom para nós como pibidianos, uma vez que podemos observar a vida acadêmica antes mesmo do estágio ou para aqueles que já passaram pelo estágio, possam também aprimorar suas técnicas de ensino vendo o professor dominando a sala de aula com a sua didática.  A aula foi bem divertida, embora os alunos não tivessem interagindo com o professor, deu para captar as ideias e o diálogo proposto em aula.</p><p><br/></p><p>Aula do pibid 10/04/2025 </p><p><br/></p><p>Tivemos uma aula Expositiva com o professor Luis Carlos Borges, que nos mostrou a sua tese de mestrado. Professor Borges como conhecemos trabalha na cidade de governador mangabeira no colégio Edgar Santos (cepes), onde desempenha um papel importantíssimo diante das temáticas afro-brasileiras. A realização de eventos como o consciência negra que impressiona a cada ano com inovacoes e tematicas cativantes e que tem ligação direta com o cotidiano dos alunos, a insistência e luta por uma aula de História de qualidade é uma das principais características da aula do professor Borges, que também dialoga com a tecnologia para oferecer uma aula mais dinamica e interressante para os alunos. Após apresentação de Borges, a professora Jusciana (pró Juci) deu uma palestra mostrando atividades realizadas no romulo Galvão, colégio de São Félix onde trabalha, ela desempenha um trabalho lindo com bonecas pretas, inclusive barbeis, mostrando a resistência negra e luta pela ocupação de espaços dentro da sociedade. </p><p>A aula foi muito produtiva, os professores Juvenal de Carvalho e Martha Rosa abriram um espaço para que fizéssemos perguntas e assim contribuir ainda mais com os convidados. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 16:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Registros atrasados </title>
         <author>juvenal1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá Marcos,  como está você? Espero que esteja bem. </p><p><br></p><p>Vejo que seus  registros aqui neste diário de bordo estão atrasados.  Deu o primeiro passo e parou!! Lembro que eles devem ser feitos,  no mínimo,  semanalmente. </p><p><br></p><p>Atualize seus registros, certo? </p><p><br></p><p>Um abraço </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 14:23:14 UTC</pubDate>
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         <title>Aula pibid  24/04/2025 </title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p>Prof. André Rego </p><p>A aula teve como objetivo principal relatar acontecimentos de guerras no recôncavo baiano, mostrando a exploração e conquista de terras indígenas na Bahia.  </p><p>A guerra dos bárbaros foi uma guerra que teve como principais agentes, povos indígenas e colonizadores, e perdurou principalmente na região do sertão nordestino. O sertão que era visto como uma grande região produtora de açúcar e gado, o que era as suas principais atividades na época, os colonizadores se apropriavam da terra, colonizando povos nativos e explorando a mão de obra para o cultivo de cana de açúcar.  Esses nativos eram categorizados como aldeados que eram os mansos, os obedientes, os selvagens que eram os hostis, bárbaros.  </p><p>Gaspar Rodrigues Adorno, capitão mor organiza a preparação para a guerra de "conquista" dos gentios. </p><p>Ao final da aula o professor André sugeriu que nós pibidianos fizéssemos uma atividade onde criariamos um slide onde abordassemos intervenções sobre história indígena em sala de aula. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 14:58:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aula 15/05/2025</p><p>Ensino de História e Tecnologias.</p><p>Palestra formativa no auditório do cahl, ministrada pela profa. Joselita Mesquita, professora SEC-BA.</p><p>Uma ótima palestra a fim de nos situarmos para os meios digitais de ensino, uso da tecnologia no âmbito escolar. A professora fez abordagens com tema de tecnologias, que nos faz olhar para o nosso método de ensino e fazer uma comparação para as aulas futuras, diante de um cenário que vem crescendo e desenvolvendo mais e mais a cada dia que é a tecnologia, e cada vez mais podemos perceber que os alunos vivênciam em seu cotidiano, como as mídias sociais, como televisão, computadores, celulares, jogos. A professora destaca também a inovação pedagógica a partir dessas tecnologias, uma vez que nos como professores temos o papel de passar conhecimento e cabe a nós escolher a melhor forma de transmitir esse conhecimento, e visto que a tecnologia hoje está em tudo, por que não utilizá-la de forma consciente para a educação? A palestra nos mostra a todo momento que podemos sim ter uma aula mais dinâmica com novas possibilidades a partir do uso da tecnologia em sala de aula. </p><p>A importância de fazer uma mediação entre o assunto e o modo de utilização, seja em jogos ou utilizando algum material para que os alunos não percam o foco para o objetivo, portanto a mediação vai fazer com que os alunos observem e utilizem da forma correta, aprendendo e absorvendo os conteúdos a partir do que for proposto e ensinado pelo professor. </p><p>A professora mostra também a criação de um jogo, um RPG sobre o 2 de julho. Onde os alunos criam seus personagens e interagem com npcs e vão descobrindo através do jogo sobre a História, através da simulação.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 15:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 22/05/2025</title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Tivemos uma palestra com as professoras e supervisoras do pibid, Gleysa Teixeira e Katia Maria dos Santos Barbosa. </p><p>A professora Gleysa inicia sua palestra com uma fala sobre seus trabalhos no pibid, que completam 4 edições neste ano de 2025, mostrando sua capacidade e empenho neste trabalho importantíssimo que o pibid desenvolve em vários colégios, ajudando nos graduandos a vivenciar experiências únicas dentro do âmbito escolar. </p><p>Em seguida ela conta um pouco sobre a História do colégio Edwaldo Brandão Correia, principais ações dentro do colégio, projetos desenvolvidos com os alunos. A professora destaca um fato ocorrido que foi o afastamento dela da escola durante um Sarau que tinha como destaque em 2022 o Genocídio e resistência do povo negro. Onde ela realizou um projeto com uns alunos sobre a execução do jovem Davi, residente da cidade de São felix que ao retornar do trabalho de barbeiro, foi alvejado pela polícia e a justificativa era que o material de trabalho foi confundido com uma arma, o fato gerou revolta em todos os moradores das cidades de cachoeira e São felix que conheciam o trabalho do rapaz, e saíram em sua defesa protestando pelas ruas das cidade em nome de Davi, chegando até a interromper o trânsito da ponte Dom Pedro II, que liga uma cidade a outra. A professora Gleysa foi afastada do colégio por que as autoridades acharam que ela estava de alguma forma influênciando os alunos a levantar essa história e realizar algum tipo de alvoroço no âmbito escolar. </p><p>A escola Edwaldo Brandão foi municipalizada no ano de 2016, e em 2017 passou por um processo de implementação de parceria com o regime militar de ensino. </p><p><br></p><p>A professora KátiaMaria traz em sua fala a História do Centro Educacional Prof. Angelita Gesteira, uma escola onde tive a honra de estudar e ser aluno de professora Kátia, que inclusive é uma das minhas inspirações dentro da profissão da licenciatura em História e ensino escolar. </p><p>O CEAG é um colégio que é referência na cidade de governador Mangabeira, um escola bem estruturada e com um excelente corpo docente, e proporciona educação de qualidade a uma boa parte dos jovens do município. O colégio também passou pelo professor de implementação de parceria com regime militar de ensino, e dentro deste mesmo diálogo com o militarismo, resgato um fato dito pela professora Kátia, vivenciado dentro da escola, a professora Kátia Maria tem um belo trabalho sobre impoderamento feminino, trazendo para suas alunas uma visão ampla sobre negritude e empoderamento feminino, e dentro da escola com a implementação do militarismo, as se tornou obrigatório o uso de bonés por parte dos meninos e meninas, ou o cabelo preso com coque militar, o que tira a beleza dos cabelos afro, com suas tranças, black power e outros penteados que trazem a essência negra, em um momento em que a professora faz esse trabalho de Ascenção de autoestima com suas alunas, influenciado de forma positiva a se aceitarem com seus cabelos, passar pelo processo de transição capilar, deixar seus cachos naturais e além de tudo mostrar que isso é natural, e que é belo e que ninguém precisa seguir padrões de beleza para ser aceito, o cabelo da mulher negra pode ser de qualquer jeito, alisado, Black, tranças nagô,  fibras. Ela fala também sobre seu livro "cabelo ruim? que mau ele te fez?", livro onde ela conta sua trajetória em torno da transição e também sua história como mulher negra. Ao longo da palestra professora Kátia nos encantou com seu diálogo, história de vida e uma força que é muito importante para nós, povo negro que precisa olhar para frente e seguir firme nessa luta antirracista. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 01:44:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3520655594</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula do dia 29/05/2025</p><p><br></p><p>Palestra com o professor DR. Kabengele Munanga (USP) </p><p><br></p><p>Kabengele Munanga e o papel da educação na valorização da história africana</p><p><br></p><p>No dia 29 de maio de 2025, durante a Semana da África na UFRB, o antropólogo Kabengele Munanga fez uma palestra inspiradora no Auditório Leite Alves, no CAHL, em Cachoeira. Com o tema “A História da África e a Educação Básica”, ele trouxe reflexões profundas sobre como a escola pode — e deve — atuar na construção de uma sociedade mais justa e plural.</p><p><br></p><p>Munanga, que é congolês naturalizado brasileiro e professor emérito da USP, reforçou a importância de tratar a história africana para além da escravidão. Segundo ele, o currículo escolar precisa incluir as grandes civilizações africanas, seus saberes, filosofias e conquistas. Isso é essencial para combater o eurocentrismo presente na educação e valorizar as identidades negras.</p><p><br></p><p>Durante a fala, ele também criticou o modo como o racismo se perpetua através da educação formal, e defendeu uma abordagem que promova o reconhecimento da diversidade cultural brasileira desde a base escolar. Foi um convite à construção de uma educação antirracista, mais conectada com a realidade e história do nosso povo.</p><p><br></p><p>A palestra foi organizada por professores como Denize Ribeiro e Juvenal Carvalho, com apoio do PIBID e da PROPAAE. A presença de Munanga foi mais do que simbólica: foi um chamado à ação para que docentes, estudantes e instituições repensem seu papel na luta por igualdade racial.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 01:55:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula do dia 05/06/2015</title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3520734785</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula com professor Juvenal de Carvalho</p><p><br/></p><p>O professor trás para esta aula expositiva uma grande reflexão sobre África e sua importância. </p><p><br/></p><p>África como fonte: repensando o ensino da história no Brasil</p><p><br/></p><p>O trabalho do professor Juvenal de Carvalho traz uma reflexão potente sobre como a África é tratada nas escolas brasileiras. Ele mostra que, por muito tempo, a história africana foi reduzida a estereótipos ligados à escravidão, apagando culturas, saberes e civilizações que existiam muito antes da colonização. </p><p><br/></p><p>Juvenal critica esse modelo de ensino eurocentrado, que ainda domina os currículos e silencia a diversidade. Ele defende que é hora de mudar esse olhar — de parar de ver a África como um "problema" e começar a reconhecê-la como fonte de conhecimento, resistência e identidade.</p><p><br/></p><p>Mais do que apontar erros, o texto convida educadores, estudantes e instituições a construir um ensino mais plural e antirracista. Não basta ter leis que falem da história afro-brasileira — é preciso transformar a prática pedagógica, dar espaço à memória negra e valorizar os saberes que vêm do continente africano.</p><p><br/></p><p>Em resumo, é um chamado à ação: rever conteúdos, quebrar padrões e dar protagonismo a quem sempre foi deixado à margem. É sobre recontar a história — do jeito que ela realmente é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 02:38:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3520807780</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula dia 12/06/2025 </p><p><br></p><p>Palestra com a professora Diana Souza e professor Alfredo Junior, uma tarde enriquecedora, onde pudemos conhecer um pouco da trajetória profissional desses grandes professores.</p><p><br></p><p>Tive a oportunidade de assistir a uma palestra da professora Diana, uma mulher negra, firme em sua trajetória como educadora no Colégio Estadual Professor Edgard Santos, aqui em Governador Mangabeira, BA. Suas palavras foram potentes e provocadoras, e trouxeram uma visão crítica sobre os desafios que enfrentamos no campo da educação hoje.</p><p>Ela começou falando sobre <strong>como a educação vem sendo tratada como mercadoria</strong>, algo que se mede por metas e resultados, ignorando o fator humano do processo de ensino-aprendizagem. Isso, segundo ela, gera esgotamento nos professores e reforça uma lógica em que o afeto, a escuta e a experiência de cada estudante são deixados de lado.</p><p>Outro ponto forte que ela trouxe foi a <strong>dificuldade de atrair os jovens no contexto digital</strong>. Diana falou com clareza sobre como os estudantes estão imersos em ambientes tecnológicos rápidos e interativos, e como a escola precisa se reinventar para dialogar com esse universo, sem perder a profundidade e o olhar pedagógico.</p><p>Sobre as <strong>relações étnico-raciais no currículo</strong>, ela fez uma defesa firme: não é papel exclusivo da disciplina de História tratar dessas questões. Todos os profissionais da educação precisam se comprometer com uma prática antirracista. Ela falou da urgência de incorporar essas discussões em diferentes áreas do conhecimento para garantir uma educação mais justa e representativa.</p><p>Por fim, destacou a <strong>sobrecarga que os docentes enfrentam</strong>. Muitos professores lidam com diversas turmas e conteúdos, sem tempo adequado para preparar aulas ou cuidar da própria saúde. Isso, segundo ela, afeta diretamente a qualidade do ensino e o bem-estar dos profissionais.</p><p>A fala da professora Diana me fez pensar muito sobre os caminhos que queremos seguir na educação. Mais do que apontar problemas, ela convida à transformação. E eu saí da palestra com a certeza de que ouvir quem está na linha de frente da sala de aula é essencial para qualquer mudança que desejamos construir.</p><p><br></p><p>O professor Alfredo Pinto da Silva Júnior, conduziu sua palestra com bastante intusiasmo, ele que é historiador formado pelo CAHL/UFRB e mestre pela UFBA. Desde os primeiros minutos, percebi que não seria apenas uma aula de História, mas uma conversa viva sobre memória, identidade e compromisso com a educação.</p><p>Alfredo falou com paixão sobre sua pesquisa sobre o Seminário de Belém de Cachoeira, e como os jesuítas moldaram estruturas sociais e culturais no Recôncavo Baiano. Ele não se limitou aos dados: trouxe reflexões sobre os "santos e honestos costumes" e como essa lógica ainda reverbera em discursos e práticas atuais.</p><p>Mas o que mais me tocou foi a forma como ele se conecta com o presente. Contou sobre sua atuação como professor no Colégio Santíssimo Sacramento, e o cuidado que tem em aproximar os jovens das suas raízes, seja pela religiosidade popular, seja pelas narrativas afro-brasileiras que muitos nunca ouviram na escola. Ele acredita que a História está em tudo — nas ruas de Cachoeira, nas festas de santo, nas palavras dos mais velhos.</p><p>Durante a palestra, ele também mencionou sua participação em eventos, bancas de TCC e projetos voltados à juventude. Falou com carinho dos alunos, da escuta como ferramenta pedagógica e da importância de reconhecer os saberes que vêm de fora da academia.</p><p>Foi inspirador perceber que o professor Alfredo não é apenas alguém que ensina História, mas que vive e compartilha história com afeto, criticidade e propósito. Saí dali com a certeza de que professores como ele são fundamentais para que a educação faça sentido — não só no papel, mas na vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 03:19:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3520846566</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula do dia 10/07/2025</p><p><br></p><p>Palestra com a Professora Dra. Eliane Cavalleiro.</p><p><br></p><p>No dia 10 de julho, acompanhei uma palestra com a professora Eliane Cavalleiro, realizada no prédio Hansen, em Cachoeira. O tema abordado foi “Racismo, Preconceito e Discriminação na Educação Básica” — um assunto importante para pensar os desafios que persistem no ambiente escolar.</p><p>Com formação sólida (mestrado e doutorado pela Faculdade de Educação da USP), Eliane tem uma trajetória acadêmica e institucional marcada por atuação em órgãos como o MEC e a UNESCO. Ela trouxe análises sobre como práticas racistas ainda se reproduzem nas escolas, tanto nos currículos quanto nas relações interpessoais.</p><p>Durante a fala, apresentou exemplos de suas pesquisas e também contou episódios pessoais que ajudam a ilustrar como o racismo atua de maneira estrutural. Um dos relatos foi sobre sua mãe, que trabalhou como doméstica para mulheres brancas. Ela explicou como esses ambientes influenciavam não só a rotina da mãe, mas também sua forma de se ver e de educar os filhos — mostrando como o racismo pode atravessar gerações de maneira silenciosa.</p><p>Eliane destacou que essas dinâmicas se refletem na sala de aula, com crianças negras muitas vezes sendo tratadas de forma diferente por educadores. Ela defende que enfrentar esse problema exige revisão de práticas e formação de professores com consciência racial.</p><p>A palestra foi direta, bem fundamentada e levantou pontos que contribuem para uma reflexão necessária sobre o papel da escola na superação das desigualdades.</p><p>Sai da palestra com um sentimento de que nos como educadores devemos nos atentar e nos atualizar a contextos raciais para poder combater de forma efetiva situações em que o racismo é presente dentro da sala de aula, no âmbito escolar e também além dos muros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 03:50:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oficina no colégio ceag no dia 30/05/2025 </p><p><br></p><p>Contribuições Afro para a ciência e tecnologia no Brasil</p><p>No dia 30 de maio, realizei uma atividade de estágio com a turma do 9° ano V3 no Centro Educacional Profa. Angelita Gesteira (CEAG), escola onde estudei durante todo o Ensino Fundamental II, do 5° à 8° série na época. Essa escola sempre foi reconhecida pela sua qualidade pedagógica e pelo corpo docente comprometido, sendo vista como referência em ensino no município. Em 2012, passou por uma reforma estrutural significativa, que incluiu a ampliação de salas e a construção de um novo andar, possibilitando a recepção de mais alunos e consolidando-se como um colégio modelo. Mais recentemente, o CEAG passou também por um processo de militarização do ensino, contando com a presença de militares no cotidiano escolar.</p><p><br></p><p>Durante a visita, ministrei uma oficina que teve como eixo central o vídeo “Contribuições afro para a ciência e tecnologia no Brasil”. O conteúdo apresentado buscava evidenciar o protagonismo africano em diversas áreas do conhecimento, como matemática, lâmpada artificial, metalurgia, astronomia, pecuária, pesca, tecelagem, sistemas de escrita, idiomas, filosofia, espiritualidade e até mesmo as primeiras estradas construídas. O objetivo da atividade era desconstruir a imagem estereotipada que a mídia costuma difundir sobre o continente africano — associando-o apenas à fome, pobreza e animais selvagens — e revelar sua riqueza cultural, científica e histórica.</p><p><br></p><p>Logo no início, propus à turma uma provocação: “O que vocês pensam quando se fala de África?”. As respostas foram unânimes, refletindo a visão distorcida amplamente disseminada — fome, pobreza, falta de água, animais selvagens. Após a exibição do vídeo e discussão coletiva, retomei a pergunta. Os alunos, então, expressaram uma mudança significativa de percepção: reconheceram a África como um território de saberes, reinos poderosos, tecnologias avançadas e práticas sofisticadas ligadas à metalurgia, à espiritualidade e à organização civilizatória.</p><p><br></p><p>Além do conteúdo teórico, trouxe para a oficina um pouco da minha própria trajetória, compartilhando com os estudantes a experiência de ser o primeiro da minha família a ingressar em uma universidade. Desde muito jovem trabalhei com meu pai na feira livre, vendendo produtos diversos como frutas, roupas e calçados. Já fui barbeiro, dono de restaurante e hoje gerencio uma sorveteria junto à minha companheira Erica e sua família. Apesar das responsabilidades e do trabalho desde cedo, sempre mantive um bom desempenho escolar e nunca precisei fazer recuperação. Essa história de vida gerou forte identificação entre os alunos, em sua maioria negros, que demonstraram grande interesse e curiosidade durante a conversa.</p><p><br></p><p>Ao final, compartilhei picolés com os presentes num momento de descontração . Apesar da oficina ter sido realizada com apenas 15 alunos, devido às faltas naquele dia, o impacto foi profundo. Percebi que conseguimos construir uma ponte entre o conhecimento escolar e a valorização das raízes africanas e da identidade negra, além de abrir espaço para que os alunos se vissem como protagonistas de suas próprias histórias. A atividade promoveu reflexão crítica, fortalecimento do pertencimento e incentivo ao sonho — reafirmando que a escola é o primeiro passo para qualquer caminho que desejem seguir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 14:56:18 UTC</pubDate>
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         <title>Atualização </title>
         <author>juvenal1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá Marcos, </p><p><br/></p><p>Tudo certo? </p><p><br/></p><p>Estou revisando as atividades e vejo que seu  padlet tem bons registros, mas não está completo. </p><p>Dê uma olhada nisso e atualize.  Lembre-se que tudo atividade desenvolvida deve ser registrada.</p><p><br/></p><p>Um abraço </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 00:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Observação</title>
         <author>juvenal1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá Marcos, </p><p><br/></p><p>Tudo na paz? Espero que sim. </p><p><br/></p><p>Cadê seus registros aqui no padlet? Lembre-se que todas as atividades devem ser registradas.  As atualizações devem ser,  no mínimo,  semanais </p><p><br/></p><p>Veja isso</p><p><br/></p><p>Um abraço </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 22:52:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3567004309</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório da Aula de História – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 04/08/2025</p><p><br></p><p>Atividade Realizada</p><p><br></p><p>Minha primeira ação de observação das aulas no colégio, comecei a acompanhar as aulas da professora Kátia Maria no Centro Educacional Prof. Angelita Gesteita, a turma conta com a quantidade de 29 alunos, embora nem todos estarem presentes na aula.</p><p>A professora me cedeu um espaço para me apresentar aos alunos, onde fiz um bate papo falando sobre minha historia de vida, como ex aluno do CEAG, agora retornando como graduando em Historia, tentei incentivar os alunos a pensar mais a respeito da universidade e umconquista de melhoria de vida através da educação.</p><p>Inicialmente, foi feita uma atividade de diagnóstico e avaliação parcial referente ao 2º trimestre, com o objetivo de verificar o nível de compreensão da turma sobre os conteúdos já trabalhados.</p><p><br></p><p>Após o diagnóstico, a professora retomou os seguintes temas:</p><p><br></p><p>Revolta da Vacina;</p><p><br></p><p>Revolta da Chibata;</p><p><br></p><p>Greve Geral de 1917.</p><p><br></p><p><br></p><p>Esses conteúdos foram revisados de forma a destacar os fatores sociais, políticos e econômicos que motivaram os movimentos, além de suas consequências para a história do Brasil.</p><p><br></p><p>Observações</p><p><br></p><p>A maioria dos alunos acompanhou a explicação com atenção e demonstrou conhecimento prévio sobre os temas.</p><p><br></p><p>Houve momentos de participação ativa, com perguntas e comentários que relacionaram os movimentos estudados às questões sociais atuais.</p><p><br></p><p>Alguns alunos apresentaram dificuldades em articular causas e consequências históricas, o que será trabalhado em atividades posteriores.</p><p><br></p><p><br></p><p>Encaminhamentos</p><p><br></p><p>Os alunos deverão complementar o diagnóstico com atividades de fixação que serão propostas nas próximas aulas.</p><p><br></p><p>Foi solicitada atenção especial aos estudantes que apresentaram maior dificuldade de compreensão, a fim de garantir a aprendizagem histórica.</p><p><br></p><p>A equipe do PIBID acompanhará a evolução da turma no decorrer das aulas seguintes.</p><p><br></p><p><br></p><p>Considerações Finais</p><p><br></p><p>A aula cumpriu o objetivo de diagnosticar a aprendizagem dos estudantes e revisar conteúdos centrais do período republicano brasileiro. A participação da turma foi considerada positiva, e a retomada dos temas históricos permitiu consolidar conhecimentos importantes para a sequência do trimestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 13:51:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3567008105</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório da Aula de História – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 25/08/2025</p><p>Turma: Ensino Médio</p><p>Tema: Primeira Guerra Mundial</p><p><br></p><p>Atividade Desenvolvida</p><p><br></p><p>A professora Kátia Mônica solicitou auxílio para pegar o diário na secretaria, enquanto se dirigia à sala de aula. A turma encontrava-se em atividade quando a professora chegou.</p><p><br></p><p>No início da aula, os alunos estavam dispersos, alguns em conversas paralelas e outros jogando bolinhas de papel. Foi necessário reorganizar a turma para a retomada da disciplina.</p><p><br></p><p>A professora iniciou a aula com uma conversa aberta sobre os desafios de ingressar na faculdade. Nesse momento, alguns alunos relataram suas dificuldades e expectativas em relação ao ENEM, o que possibilitou desmistificar a ideia de que seria impossível alcançar o ensino superior. Aproveitou-se a ocasião para apresentar brevemente o PIBID, explicando o papel do programa e sua importância para a formação docente.</p><p><br></p><p>Em seguida, foi iniciado o estudo introdutório sobre a Primeira Guerra Mundial, abordando os seguintes pontos:</p><p><br></p><p>Período: 1914 a 1918;</p><p><br></p><p>Causa imediata: morte do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro, em Sarajevo;</p><p><br></p><p>Antecedentes: nacionalismo, imperialismo e pan-eslavismo;</p><p><br></p><p>Disputa por colônias: principalmente entre potências europeias, voltadas para África e Ásia;</p><p><br></p><p>Industrialização: primeiro país a se industrializar – Inglaterra; seguido por França, Alemanha e demais potências;</p><p><br></p><p>Política de alianças: países firmavam tratados para se defenderem mutuamente, o que ampliou o conflito;</p><p><br></p><p>Corrida armamentista;</p><p><br></p><p>Paz Armada: países em estado de tensão constante, embora não estivessem ainda em guerra;</p><p><br></p><p>Conflitos coloniais e rivalidade entre França e Alemanha;</p><p><br></p><p>Relações diplomáticas: alianças entre países europeus, destacando Inglaterra, França, Alemanha, Rússia e posteriormente os Estados Unidos, que emergiram como superpotência ao final da guerra.</p><p><br></p><p><br></p><p>Observações</p><p><br></p><p>Alguns alunos estavam dispersos no início da aula, mas com a condução da professora o grupo conseguiu retomar o foco.</p><p><br></p><p>O tema gerou interesse quando relacionado ao ENEM e às possibilidades de ingresso no ensino superior.</p><p><br></p><p>Foi perceptível a dificuldade de parte da turma em acompanhar as anotações, embora demonstrassem curiosidade pelo tema.</p><p><br></p><p><br></p><p>Encaminhamentos</p><p><br></p><p>Reforçar atividades de fixação sobre os antecedentes da Primeira Guerra Mundial, para garantir maior compreensão.</p><p><br></p><p>Incentivar os alunos a relacionarem os conteúdos com questões de vestibulares e provas externas.</p><p><br></p><p>Continuar apresentando o PIBID como espaço de aproximação entre universidade e escola.</p><p><br></p><p><br></p><p>Considerações Finais</p><p><br></p><p>A aula cumpriu seu objetivo de introduzir o estudo da Primeira Guerra Mundial, ao mesmo tempo em que abriu espaço para reflexões sobre o futuro acadêmico dos alunos. Apesar da dispersão inicial, houve participação e interesse ao longo da explicação, especialmente nos momentos em que o conteúdo foi relacionado com a realidade dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 13:53:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3567025330</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório da Aula de História – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 01/09/2025</p><p>Turma: Ensino Médio</p><p>Tema: Revolução Russa</p><p><br></p><p>Atividade Desenvolvida</p><p><br></p><p>No início da aula, alguns alunos solicitaram para ir ao banheiro e, em seguida, se dispersaram. Apesar disso, a professora Kátia conseguiu reorganizar a turma e conduzir a atividade planejada.</p><p><br></p><p>A professora iniciou a exposição sobre as origens da Revolução Russa, destacando:</p><p><br></p><p>Grandes mudanças e transformações;</p><p><br></p><p>Território russo e sua imensidão;</p><p><br></p><p>As influências externas (ex.: China e Índia);</p><p><br></p><p>Estrutura social da Rússia;</p><p><br></p><p>Economia russa;</p><p><br></p><p>Governo e organização política;</p><p><br></p><p>Religião;</p><p><br></p><p>Questões militares.</p><p><br></p><p><br></p><p>Durante a explicação, a professora incentivou a participação dos alunos, que puderam fazer relações com o conteúdo.</p><p><br></p><p>Metodologia</p><p><br></p><p>Foi realizada a leitura de trechos do material didático, seguida de comentários e explicações complementares. Os alunos foram orientados a realizar anotações e associações diretas com os conteúdos trabalhados.</p><p><br></p><p>Encaminhamentos</p><p><br></p><p>Atividade escrita em sala: anotações e exercícios referentes às páginas 93, 92 e 91 do livro didático.</p><p><br></p><p>Correção e organização dos cadernos, com vistas ao fechamento das atividades do trimestre.</p><p><br></p><p><br></p><p>Observações</p><p><br></p><p>Apesar de algumas dispersões iniciais, a maioria da turma conseguiu acompanhar a explicação.</p><p><br></p><p>A participação se intensificou quando a professora relacionou os aspectos sociais e políticos da Rússia com outras regiões do mundo.</p><p><br></p><p><br></p><p>Considerações Finais</p><p><br></p><p>A aula possibilitou a introdução do estudo da Revolução Russa, abordando seus fatores estruturais. O uso da leitura guiada contribuiu para a fixação do conteúdo, ao mesmo tempo em que reforçou a importância da organização dos cadernos e do cumprimento das atividades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 14:02:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3609243659</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório de Observação – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 08 de setembro de 2025</p><p>Local: Escola CEAG</p><p>Curso: Licenciatura em História – UFRB</p><p>Disciplina observada: História</p><p>Professora responsável: Kátia Maria</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>1. Contextualização da observação</p><p><br></p><p>No dia 08 de setembro de 2025, foi realizada a aplicação de um simulado escolar com os alunos da turma. A atividade teve como objetivo oferecer aos estudantes uma experiência prática de avaliação semelhante a exames externos, aproximando-os de dinâmicas avaliativas como vestibulares e o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>2. Organização da atividade</p><p><br></p><p>A professora Kátia Maria organizou previamente o espaço da sala, promovendo:</p><p><br></p><p>O distanciamento entre os alunos e as carteiras, para facilitar a visualização durante a prova.</p><p><br></p><p>A prevenção de conversas paralelas, favorecendo a concentração.</p><p><br></p><p><br></p><p>O simulado foi estruturado em etapas interdisciplinares, contemplando:</p><p><br></p><p>Questões de Exatas.</p><p><br></p><p>Questões de Ciências.</p><p><br></p><p>Questões de Humanas.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>3. Desenvolvimento</p><p><br></p><p>O tempo estimado para realização da avaliação foi de aproximadamente uma hora e meia.</p><p><br></p><p>A atividade transcorreu de forma tranquila, sem ocorrências de indisciplina.</p><p><br></p><p>A maioria dos estudantes concluiu a prova antes do tempo limite estipulado, demonstrando bom engajamento com a proposta.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>4. Considerações finais</p><p><br></p><p>A aplicação do simulado proporcionou aos alunos um contato inicial com avaliações de caráter preparatório, aproximando-os da realidade de exames externos. Ainda que não tenha seguido integralmente os moldes do ENEM ou de vestibulares, a atividade contribuiu para familiarizar os estudantes com a estrutura de provas de maior duração e diferentes áreas do conhecimento.</p><p><br></p><p>Do ponto de vista pedagógico, a organização do espaço físico e a divisão clara das etapas do simulado favoreceram a concentração dos discentes e a boa condução da atividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:06:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3609246431</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório de Observação – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 15 de setembro de 2025</p><p>Local: Escola CEAG</p><p>Curso: Licenciatura em História – UFRB</p><p>Disciplina observada: História</p><p>Professora responsável: Kátia</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>1. Contextualização da observação</p><p><br></p><p>O encontro teve início com a chamada dos estudantes e, paralelamente, uma aluna realizava uma prova pendente solicitada pela professora de Ciências. A pedido da professora Kátia, foi realizada a tentativa de buscar cópias de simulados de Humanas, porém, no momento, não havia material disponível no arquivo.</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>2. Conteúdo trabalhado</p><p><br></p><p>O tema central da aula foi a Revolução Russa (1917), com retomada de pontos introdutórios e antecedentes:</p><p><br></p><p>Estrutura social agrária e elevado índice de analfabetismo.</p><p><br></p><p>Economia atrasada, ainda vinculada a práticas feudais.</p><p><br></p><p>Regime absolutista sob o czar Nicolau II.</p><p><br></p><p>Oposição política dividida entre mencheviques e bolcheviques.</p><p><br></p><p>Guerra Russo-Japonesa (1904–1905) e derrota russa.</p><p><br></p><p>Consequências da guerra: crise econômica, social e política.</p><p><br></p><p>Domingo Sangrento (1905) e reivindicações populares:</p><p><br></p><p>direitos sociais,</p><p><br></p><p>reforma agrária,</p><p><br></p><p>tolerância religiosa,</p><p><br></p><p>fim da censura,</p><p><br></p><p>participação popular no poder.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Desdobramentos:</p><p><br></p><p>Repressão pela guarda imperial.</p><p><br></p><p>Enfraquecimento do apoio popular ao czarismo.</p><p><br></p><p>Manutenção da censura.</p><p><br></p><p>Manifesto Parlamentarista.</p><p><br></p><p>Criação dos Soviets (conselhos de trabalhadores).</p><p><br></p><p>Formação do Parlamento Duma, fechado diversas vezes.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>3. Estratégias pedagógicas observadas</p><p><br></p><p>A professora utilizou uma metodologia de recapitulação do conteúdo já trabalhado em aula anterior. Para tanto:</p><p><br></p><p>Fez perguntas aos alunos de forma sorteada, promovendo a participação ativa.</p><p><br></p><p>Estimulou que os estudantes relacionassem os tópicos registrados no caderno com as explicações orais.</p><p><br></p><p>Houve valorização da leitura e da escrita como formas de fixar o conteúdo.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>4. Considerações finais</p><p><br></p><p>A aula observada possibilitou compreender como a professora organiza a revisão de conteúdos históricos, promovendo a participação da turma de maneira dinâmica. A utilização de sorteios para responder perguntas mostrou-se uma estratégia interessante para manter o engajamento dos alunos. Além disso, o conteúdo da Revolução Russa foi abordado de forma contextualizada, relacionando fatores econômicos, sociais e políticos, o que contribuiu para uma compreensão mais ampla do tema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:07:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3609340242</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório de Observação – PIBID</p><p>Data: 29 de setembro de 2025</p><p>Local: Escola CEAG</p><p>Curso: Licenciatura em História – UFRB</p><p>Disciplina observada: História</p><p>Professora responsável: Kátia Maria</p><p>---</p><p>1. Contextualização da observação</p><p>A observação ocorreu durante a aula de História, em que a professora Kátia Maria deu continuidade ao estudo da Revolução Russa, aprofundando os acontecimentos posteriores à Revolução de 1905 e ao início da Primeira Guerra Mundial. Além disso, trabalhou com os alunos a diferenciação entre os sistemas políticos e econômicos (capitalismo, socialismo e comunismo), conforme o livro didático.</p><p>---</p><p>2. Conteúdo trabalhado</p><p>Revolução Russa</p><p>Revolução de Fevereiro (Mencheviques):</p><p>Revolta contra o governo da Duma.</p><p>Queda do czar Nicolau II.</p><p>Início da República da Duma.</p><p>Caráter burguês da revolução.</p><p>Manutenção da Rússia na Primeira Guerra Mundial.</p><p>Descontentamento popular.</p><p>Aliança entre bolcheviques e parte do povo.</p><p>Revolução de Outubro (Bolcheviques):</p><p>Teses de Abril e o lema “Paz, Pão e Terra”.</p><p>Liderança de Trotsky.</p><p>Formação do Exército Vermelho.</p><p>Palavra de ordem: “Todo poder aos sovietes”.</p><p>Tomada do poder pelos bolcheviques.</p><p>Duma perde o comando político.</p><p>Fim da política liberal da Duma.</p><p>Ascensão de Trotsky e Stálin.</p><p>Início do governo socialista.</p><p>Criação da URSS.</p><p>Conflitos internos:</p><p>Disputa entre mencheviques (Exército Branco) e bolcheviques (Exército Vermelho).</p><p>Política Econômica:</p><p>Implantação da Nova Política Econômica (NEP).</p><p>Medidas de caráter capitalista para recuperar a economia.</p><p>Síntese: “Dar um passo para trás, para dar dois passos para a frente.”</p><p>Sistemas Políticos e Econômicos</p><p>Capitalismo: baseado na propriedade privada, no trabalho assalariado e na liberdade de mercado.</p><p>Socialismo: inspirado em Marx e Engels; defende os meios de produção sob controle do Estado e distribuição coletiva do fruto do trabalho.</p><p>Comunismo: sistema sem classes sociais; abolição da propriedade privada; controle estatal dos meios de produção visando ao bem comum.</p><p>---</p><p>3. Estratégias pedagógicas observadas</p><p>A professora utilizou aula expositiva, com anotações no quadro, para sistematizar a linha do tempo da Revolução Russa.</p><p>Houve revisão comparativa entre mencheviques e bolcheviques.</p><p>A diferenciação entre sistemas econômicos foi conduzida por meio de leitura coletiva do livro didático (p. 163), seguida de explicações e debates.</p><p>O conteúdo foi organizado de forma clara, favorecendo a participação dos estudantes e a fixação das ideias principais.</p><p>---</p><p>4. Considerações finais</p><p>A aula de hoje proporcionou aos alunos uma compreensão mais ampla tanto sobre os acontecimentos da Revolução Russa quanto sobre os sistemas políticos e econômicos que dialogam com esse contexto histórico.</p><p>A metodologia adotada pela professora Kátia Maria — mesclando exposição teórica, anotações e leitura compartilhada — possibilitou uma aprendizagem significativa, permitindo aos estudantes relacionar os eventos históricos às concepções ideológicas que marcaram o século XX.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:51:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula formativa do PIBID 29/09/2025</title>
         <author>mcandido19970</author>
         <link>https://padlet.com/mcandido19970/cdwsaeydd4sbctuw/wish/3610285948</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 29 de setembro de 2025 aconteceu uma aula formativa transmitida pela TVUFRB com a participação da professora doutora Eliane Cavalleiro, que é referência nacional nos estudos sobre relações étnico-raciais na educação. A mediação foi feita pela professora doutora Martha Rosa Figueira Queiroz, da UFRB.</p><p>Durante a atividade, a professora Eliane trouxe uma reflexão sobre a importância da educação antirracista na escola. Ela explicou que não basta colocar conteúdos afro-brasileiros ou indígenas no currículo, mas que é preciso mudar a postura pedagógica e institucional para que o combate ao racismo esteja presente no dia a dia. A escola deve ser um espaço de desconstrução de estereótipos, de respeito às identidades negras, indígenas e quilombolas, e de valorização da diversidade.</p><p>Outro ponto muito destacado foi a formação docente. Os professores precisam estar preparados para lidar com a diversidade, reconhecer seus próprios preconceitos e buscar uma formação crítica que dialogue com as diferentes culturas presentes no espaço escolar. Nesse sentido, a aplicação das leis é fundamental, como a Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, e a Lei 11.645/2008, que amplia para a História e Cultura Indígena. Também foram lembradas a LDB de 2007 e as políticas de cotas como formas de garantir o acesso e a permanência dos estudantes negros e indígenas no ensino.</p><p>A professora ressaltou ainda o papel das militâncias, que ajudam a reafirmar e cobrar a efetivação dessas políticas, e também a importância de olhar para a educação indígena e quilombola, garantindo inclusão e qualidade para todos os povos. Foram apresentados dados do IBGE que mostram como ainda existem desigualdades: a taxa de analfabetismo é maior entre a população negra, há mais evasão escolar e dificuldades na conclusão do ensino médio quando comparado com os brancos. Isso evidencia que o direito à educação ainda não está igualmente distribuído.</p><p>Por fim, foram compartilhadas experiências práticas que podem inspirar os professores, como projetos com literatura negra, rodas de conversa e atividades artísticas, que ajudam a trabalhar a consciência crítica e a valorização da cultura afro-brasileira e indígena na escola.</p><p>Essa aula formativa deixou claro que a educação antirracista é um compromisso coletivo e que a transformação só acontece quando escola, professores, estudantes e militâncias se unem para garantir que todos tenham acesso a uma educação justa, inclusiva e de qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 01:15:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcandido19970</author>
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         <description><![CDATA[<p>Relatório de Observação – PIBID</p><p><br></p><p>Data: 20 de outubro de 2025</p><p>Local: Escola CEAG</p><p>Curso: Licenciatura em História – UFRB</p><p>Disciplina observada: História</p><p>Professora responsável: Kátia Maria</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>1. Contextualização da observação</p><p><br></p><p>A aula observada foi ministrada pela professora Kátia Maria e teve como tema os regimes totalitários do século XX, dando continuidade aos conteúdos trabalhados nas aulas anteriores sobre a Revolução Russa e os sistemas políticos e econômicos.</p><p><br></p><p>A professora iniciou a aula com uma breve conversa de acolhimento, oferecendo palavras de apoio aos alunos diante de situações pessoais difíceis que alguns estavam enfrentando. Esse momento inicial foi marcado por empatia e sensibilidade, criando um ambiente de confiança e respeito mútuo. Uma das frases marcantes utilizadas foi: “Confie nas dificuldades da sua vida, tudo o que acontece tem um propósito, não cai uma folha de uma árvore sem que Deus permita.”</p><p><br></p><p>Após esse momento, a professora retomou o conteúdo anterior e iniciou o estudo dos regimes totalitários, introduzindo conceitos e diferenças entre autoridade e autoritarismo, com exemplos práticos para facilitar a compreensão.</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>2. Conteúdo trabalhado</p><p><br></p><p>Totalitarismo</p><p><br></p><p>A professora explicou que o totalitarismo é um regime político em que o Estado controla todos os aspectos da vida social, política, econômica e cultural. O governo é centralizado, autoritário e não admite oposição.</p><p><br></p><p>O contexto histórico apresentado foi o do período pós-Primeira Guerra Mundial, quando a Europa enfrentava forte crise econômica, desemprego e descrédito nas democracias liberais, o que levou à busca por líderes fortes.</p><p><br></p><p>Características dos regimes totalitários:</p><p><br></p><p>Poder autoritário e concentrado;</p><p><br></p><p>Existência de um partido único;</p><p><br></p><p>Uso intenso de propaganda;</p><p><br></p><p>Controle da imprensa e da cultura;</p><p><br></p><p>Supressão das liberdades individuais;</p><p><br></p><p>Culto à personalidade do líder.</p><p><br></p><p><br></p><p>Principais regimes totalitários estudados:</p><p><br></p><p>Fascismo – Itália – Benito Mussolini;</p><p><br></p><p>Nazismo – Alemanha – Adolf Hitler;</p><p><br></p><p>Stalinismo – URSS – Josef Stálin.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>3. Estratégias pedagógicas observadas</p><p><br></p><p>A professora organizou a aula de forma expositiva e dialogada, fazendo uso constante do quadro e do livro didático. Durante a explicação, ela convidou os alunos a participarem, questionando-os sobre suas opiniões e percepções.</p><p><br></p><p>Houve momentos em que a professora realizou perguntas reflexivas, incentivando a turma a pensar criticamente sobre o tema. Entre as perguntas lançadas para discussão estavam:</p><p><br></p><p>1. O que acontece quando uma pessoa só decide tudo por um país?</p><p><br></p><p><br></p><p>2. Vocês acham que a liberdade de expressão é importante? Por quê?</p><p><br></p><p><br></p><p>3. Existem situações hoje que possam ser consideradas atitudes totalitárias?</p><p><br></p><p><br></p><p>4. Na Europa, os regimes totalitários foram uma ameaça para a democracia e os direitos humanos? Justifiquem.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Após o debate, a professora pediu que os alunos respondessem às questões no caderno, consolidando o aprendizado do conteúdo.</p><p><br></p><p><br></p><p>---</p><p><br></p><p>4. Considerações finais</p><p><br></p><p>A aula foi conduzida de maneira didática, reflexiva e com sensibilidade. A professora Kátia conseguiu integrar o conteúdo histórico com situações do cotidiano e exemplos atuais, favorecendo o entendimento dos alunos sobre os impactos dos regimes totalitários e a importância da democracia.</p><p><br></p><p>O uso de exemplos práticos e o diálogo constante tornaram a aula dinâmica e participativa. A abordagem acolhedora da professora também foi essencial para manter o envolvimento e o interesse da turma, transformando o momento de ensino em um espaço de aprendizado e empatia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 11:17:55 UTC</pubDate>
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