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      <title>Meu padlet ousado by Miguel Rosa</title>
      <link>https://padlet.com/miguel86461/cd35xchjn01272xt</link>
      <description>Criado com uma piscada e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-19 21:56:41 UTC</pubDate>
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         <title>Barão do Rio Branco</title>
         <author>miguel86461</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sua gestão à frente do Ministério das Relações Exteriores, no início da República (entre 1902 e 1912), é marcada por grandes feitos, como a negociação para o estabelecimento das fronteiras territoriais e uma arquitetura política relativamente estável e mais amistosa com os países vizinhos da América do Sul.<br>Barão é também reconhecido por iniciar uma aproximação estratégica com os Estados Unidos e a inserção internacional do Brasil moderno de modo geral, quebrando com a política externa voltada para a Europa, que marcou época no Império.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 21:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Getúlio Vargas</title>
         <author>miguel86461</author>
         <link>https://padlet.com/miguel86461/cd35xchjn01272xt/wish/1435344286</link>
         <description><![CDATA[<div>N<strong>acional-desenvolvimentismo: </strong>Plano de industrialização e modernização inaugurado por Getúlio Vargas, que trouxe impactos importantes para a PEB, a partir de 1930. A atuação internacional do Brasil se voltou para esses objetivos de modernizar e industrializar , prezando por relações com países que ajudassem na industrialização e desenvolvimento do país.<br><strong>Equidistância pragmática: </strong>processo aconteceria a partir de apoio financeiro dos Estados Unidos ou da Alemanha; significava manter uma distância igual entre os dois países, a fim de alcançar o objetivo principal: recursos para industrialização.<br><br><strong>Segunda Guerra Mundial<br></strong>Em 1942, o Brasil declarou apoio aos países aliados (Estados Unidos, Império Britânico, China e União Soviética). A decisão se deu por uma série de fatores, dentre eles o ataque japonês a Pearl Harbor e o torpedeamento de navios brasileiros por submarinos alemães.<br>Além de contribuir com o fornecimento de materiais estratégicos, militares brasileiros foram enviados para combater as forças do Eixo na Itália.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 21:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>Política Externa da Nova República: Alinhamento x Autonomia</title>
         <author>miguel86461</author>
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         <description><![CDATA[<div>É marcada por movimentos ora de alinhamento, ora de distanciamento e maior autonomia em relação aos Estados Unidos.<br>A política externa brasileira do pós-guerra, por exemplo, é um dos principais momentos de aproximação, considerado como um “<strong>alinhamento automático</strong>” em relação à grande potência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 21:58:59 UTC</pubDate>
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         <title>Política Externa Independente</title>
         <author>miguel86461</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento de maior autonomia do Brasil em relação aos EUA ocorreu durante os governos de <strong>Jânio Quadros</strong> (1961) e <strong>João Goulart</strong> (1961-1964), com a chamada <strong>Política Externa Independente</strong>: uma estratégia de ação externa do governo brasileiro para ampliar seu poder de barganha no cenário internacional, por meio da ampliação de parcerias econômicas e políticas para além das grandes potências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 21:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>Política Externa na Ditadura Militar</title>
         <author>miguel86461</author>
         <link>https://padlet.com/miguel86461/cd35xchjn01272xt/wish/1435347455</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é possível dizer que houve uma política externa própria da ditadura militar, no sentido de que as diretrizes da PEB não foram contínuas durante os vinte e um anos de regime (1964-1985). Inclusive, talvez esse seja o período em que seja mais visível o movimento pendular de aproximação-distanciamento em relação aos EUA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 21:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Política Externa Nos Anos Do Neoliberalismo</title>
         <author>miguel86461</author>
         <link>https://padlet.com/miguel86461/cd35xchjn01272xt/wish/1435348224</link>
         <description><![CDATA[<div>Os anos 1990 marcam um novo momento da PEB. Enquanto na década de 1980 a política externa esteve em segundo plano na agenda política brasileira, por causa da crise econômica e social que atingiu o país, na década seguinte a agenda externa foi marcada pela busca de credibilidade no cenário internacional, principalmente no que diz respeito à questão econômica e financeira.<br>As ações do Brasil no exterior são marcadas pela <strong>ampliação da participação em organizações internacionais</strong> e outros foros multilaterais, além da <strong>adesão aos mais variados tipos de tratados</strong> e acordos internacionais, a fim de garantir uma boa imagem do país em nível global. É nesse sentido, por exemplo, que podemos compreender o Brasil ter assinado o <strong>Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares</strong> (TNP), após trinta anos de recusa em assiná-lo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 22:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Política Externa Nos Anos 2000</title>
         <author>miguel86461</author>
         <link>https://padlet.com/miguel86461/cd35xchjn01272xt/wish/1435351372</link>
         <description><![CDATA[<div>A política externa brasileira nos anos 2000 é marcada pelo retorno de alguns princípios da Política Externa Independente. O crescente descontentamento com o projeto neoliberal e a ascensão de movimentos de esquerda não só no Brasil, mas na América do Sul em geral, permitiu que alguns aspectos do projeto desenvolvimentista fossem retomados, impactando consideravelmente a atuação brasileira no exterior.<br>De modo semelhante à Política Externa Independente, a PEB dos anos 2000 esteve voltada para a <strong>diversificação de parcerias comerciais e políticas</strong>. Grande prioridade foi dada aos países vizinhos e à <strong>integração regional</strong>, além de ser ampliada a aproximação com os países do Sul político – sob a ideia de Cooperação Sul-Sul – e com países em desenvolvimento, como China, Rússia, Índia e África do Sul. É nesse contexto que arranjos políticos como os <strong>BRICS</strong>, o <strong>IBAS</strong> e a <strong>Unasul</strong> são criados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 22:01:52 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Temer</title>
         <author>miguel86461</author>
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         <description><![CDATA[<div>Decorridos nove meses do governo Temer, cabe fazer um primeiro balanço das políticas e das medidas adotadas pelo Itamaraty desde maio de 2016. A partir das diretrizes anunciadas pelo ministro José Serra, quando assumiu a pasta, algumas decisões impactaram o Itamaraty e recolocaram o ministério como principal formulador da política externa e articulador das ações externas dentro do governo. As prioridades externas dos governos anteriores foram mantidas pelo governo Temer, mas com acentuadas mudanças de ênfase e de orientação. A mais importante foi a eliminação da influência da ideologia na formulação e execução dessas ações. Essa mudança fez a política externa voltar ao seu leito tradicional de defesa dos interesses permanentes do Brasil, e não de plataforma de um partido político no poder&nbsp;<br>Fonte:cccrj.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 22:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Bolsonaro</title>
         <author>miguel86461</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde o início do governo Jair Bolsonaro em 1.º de janeiro de 2019 até a atualidade. Esta é centrada no alinhamento automático com os Estados Unidos e com países governados por líderes de direita e um distanciamento de países governados por líderes moderados e de esquerda, além de promover a abertura do Brasil ao comércio internacional, este governo vêm apoiando o liberalismo econômico no Mercado Comum do Sul com o objetivo de assinar tratados de livre-comércio por meio deste. Sob muitos aspectos, a política externa do governo Bolsonaro é vista como uma ruptura da tradição diplomática construída nos governos anteriores, inclusive em relação a diplomacia do período ditatorial (1964-1985).<br><br></div><div>O plano de governo do então candidato à presidência Jair Bolsonaro, denominado "O Caminho da Prosperidade", diz que sob seu governo "deixaremos de louvar ditaduras assassinas e desprezar ou mesmo atacar democracias importantes como EUA, Israel e Itália", continua dizendo que "além de aprofundar nossa integração com todos os irmãos latino-americanos que estejam livres de ditaduras, precisamos redirecionar nosso eixo de parcerias" e termina falando que o país dará ênfase nas relações e acordos bilaterais<br><br></div><div>Fonte: Wikipédia<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 22:20:28 UTC</pubDate>
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