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      <title>Saúde mental  by CAROLINA OLIVEIRA</title>
      <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia</link>
      <description>Mural do grupo Saúde mental e seus devidos subtemas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-22 13:51:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os dois transtornos que mais afetam a saúde mental no mundo inteiro.</title>
         <author>gatinha25487</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Segundo o estudo, o <strong>Brasil</strong> é o país que mais tem casos de <strong>ansiedade</strong> (63%) e <strong>depressão</strong> (59%)."<br>No <strong>Brasil</strong>, dos 69 milhões de pessoas com 0 a 19 anos, há registro de 10,3 milhões de casos de transtornos. Conforme o psiquiatra, a saúde mental de crianças e adolescentes é altamente negligenciada. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 16:13:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gatinha25487</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1788435104</link>
         <description><![CDATA[<div>Para profissionais da psiquiatria, a solidão é reconhecida como um gatilho - um impulsor - de transtornos de humor, os jovens e idosos são os mais afetados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 03:25:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ansiedade é causada por preocupacao em excesso, estresse, traumas... Os sintomas que merecem atenção  ter medo que não tinha, ver perigo em tudo, alteração no sono, tensão muscular mas a ansiedade só se torna um mau quando em excesso. Por isso pratique exercícios, se alimente bem com comidas saudáveis e meditação ajudam a combater a ansiedade.</title>
         <author>gatinha25487</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1788441381</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 03:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gatinha25487</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1788452962</link>
         <description><![CDATA[<div>A depressão se desencadeia quando a pessoa já é suscetível a doença com histórico familiar, deficiência nos neurotransmissores de noradrenalina, serotonina e dopamina que são reguladores do sono, do apetite e do humor. Atividades estressantes mudanças brusca como desemprego e financeiro desencadea a depressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 03:36:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A depressão é diagnosticado pelo médico depois de uma conversa com o paciente, ele determina o melhor tratamento de acordo com o subtipo da doença.</title>
         <author>gatinha25487</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1788455782</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 03:38:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na pandemia teve aumento nos casos de ansiedade e depressão. Pessoas que trabalhavam e ganhavam um salário; tiveram que aceitar a trabalhar em redução causando preocupação, pois tinham um estilo de vida e tiveram que mudar drasticamente.</title>
         <author>gatinha25487</author>
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         <description><![CDATA[<div>As que já tinham depressão e gostavam  de ter momentos silenciosos acabaram se vendo agitados, pois com todos dentro de casa acabou á tranquilidade nesses momentos em que precisavam estar em silêncio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 18:03:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alguns sintomas relacionados com a depressão. </title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790899975</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Desânimo</li><li>Tristeza</li><li>Desinteresse</li><li>Choro fácil</li><li>Ideias de morte/tendencias suicidas</li><li>Dores generalizadas ou até localizadas que não se explicam por outras causas</li><li>Cansaço</li><li>Insônia ou sonolência excessiva</li><li>Mudanças de apetite</li><li>Incapacidade para fazer as tarefas que antes você considerava simples</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:25:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ao contrario do que se pensa, não existe apenas um tipo de depressão. Esta se dá em varias formas.</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790911483</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Depressão clássica ou maior, transtorno depressivo maior<br>Esta é a que apresenta os sintomas classicos,&nbsp;</strong>(tristeza, desânimo e pensamentos negativos, falta de vontade para realizar tarefas simples como levantar da cama etc...)<br><br><strong>Transtorno depressivo persistente ou distimia</strong><br><strong><em>No meu caso particular se dá por um mal funcionamento do neurotransmissor serotonina e do hormônio melatonina.</em></strong> A <strong>distimia</strong>, por sua vez, é uma forma crônica de <strong>depressão</strong>, porém menos grave e mais longa do que a <strong>depressão</strong> maior, ou seja, ela é mais branda mas tem uma duração muito maior.<br><strong><br>Transtorno afetivo sazonal<br></strong>As mudanças de humor resultam de alterações nos ritmos diários naturais do corpo, da sensibilidade dos olhos à luz ou do funcionamento do neurotransmissor serotonina e do hormônio melatonina.<br><br><strong><br>Depressão psicótica<br></strong>Por fim, pessoas que sofrem com formas extremas de depressão também podem apresentar episódios psicóticos, como ter falsas crenças, ilusões, alucinações, delírios de culpa, pobreza ou doença <br><br>Dentre outros muitos tipos de depressão. Atenta-se de que não é necessario uma pré-disposição para que ocorra um caso, deve-se consultar um medico especializado na area (psicologos e psiquiatras) para que possa haver uma melhor avaliação de cada caso.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:32:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alguns mitos e verdade de comportamentos suicidas</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790916242</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Mitos</strong><br>•&nbsp; Quem quer se matar não avisa!<br>•&nbsp; Um suicida quer realmente morrer?<br>•&nbsp; Suicídio é covardia ou coragem?<br>•&nbsp; O suicida tem que estar deprimido?<br><br></div><div><strong><br>Verdades</strong><br>•&nbsp; 80% avisam que vão se matar!<br>•&nbsp; O suicida não quer morrer e sim parar de sofrer!<br>•&nbsp; O suicídio é visto como uma solução!</div><div><br>(Fonte: Lee Fu-I - TR. Bipolar na Infância e Adolescência, pg. 74, 2007)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:36:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de risco</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790918597</link>
         <description><![CDATA[<div><br>90% dos jovens apresentam algum transtorno mental no momento do suicídio (e em 50% destes o transtorno mental já estava presente havia pelo menos 2 anos).<br><br>Agressividade e desesperança são os fatores mais comuns (Shaffer, 1996).<br><br><strong>Comportamentos de risco:</strong> envolvimento em esportes radicais sem técnica e equipamentos adequados, dirigir embriagado, uso abusivo de drogas ilícitas, atividade sexual promíscua, brigas constantes e de gangues.<br><br></div><div><br>Fatores Cognitivos que indicam risco para uma primeira tentativa ou recorrência do comportamento suicido nesta população (Kuczynsky, 2003):<br>1 - Desesperança<br>2 - Menor potencial para geração de soluções alternativas para situações problemáticas interpessoais e menor flexibilidade para enfrentar situações problemáticas<br>3 - Estilo de atribuição disfuncional (considerar eventos negativos como de sua responsabilidade, duradouros ou de impacto sobre todos os aspectos de sua vida) - frequente associação com quadros depressivos de longa evolução<br>4 - Impulsividade.<br>Violência Física e Sexual (Shaffer, 2001)<br><br>Fatores Sócio-Culturais: <strong>sucesso escolar (cobrança dos pais)</strong>, mudanças sociais abruptas, acesso fácil a armas de fogo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:38:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alguns fatos sobre o Suicídio:</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790921069</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O suicídio é hoje a terceira causa de morte na adolescência e a tentativa de auto-extermínio a principal causa de emergência psiquiátrica em hospitais gerais.</strong><br><br>Nos últimos 10 anos, têm aumentado as taxas de tentativa de suicídio e suicídio consumado em jovens.<br><br><strong>98% das pessoas que cometem suicídio apresentam algum transtorno mental à época do Suicídio</strong> (Flesmann, 2002), especialmente transtorno do humor <strong>(depressão, bipolar, etc).</strong><br><br><strong><em>Mais de 70% das crianças e adolescentes com transtornos de humor grave não apresentam sequer diagnóstico, que dirá tratamento adequado.</em></strong><br><br><strong>Muitas vezes o suicídio é omitido pela família, que apresenta dificuldade e preconceito para lidar com esta difícil questão (Bertolote, 2004).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:39:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CCV</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790921486</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.cvv.org.br/<br>O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cvv.org.br/" />
         <pubDate>2021-10-04 21:40:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pequeno relato sobre minha exp. com depressão.</title>
         <author>guilhermefuhrsouzaz</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1790936896</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou desde os 14 anos de idade (Logo creio que seja o tema desta cadeira) convivendo com o diagnostico de distimia, como citado anteriormente um tipo cronico de depressão que apesar de ser mais branda é mais duradoura. Eu como alguem que tem a doença posso falar que <strong>com o devido tratamento medio, apoio de familiares/amigos, e se o SEU caso mostrar necessario medicação</strong>, <strong>é possivel conviver com a doença.</strong> Claro, tem dias que não são faceis e da vontade de dormir 24hrs mas como diria meu pai<strong> não ta morto quem peleia.</strong> Devido a minha má prudução e recepção de alguns hormonios meu diagnostico é que (com uma grande % de certeza) terei que usar remedios para fazer o que meu corpo não faz, sendo assim, irei provavelmente usar remédios por toda a vida.<br>Por sorte minha familia já tinha historico o que facilitou a aceitação, <strong>porém ainda&nbsp; existe muito taboo sobre a doença, tanto para pessoas que a tem falarem que estão sobre tal condição, quanto para pessoas que estão em volta (Familiares) aceitarem que algum parente ou amigo tem tal doença,</strong> gerando mais problemas do que soluções para tal pessoa<strong>. Penso que relatos como esse ajudem vocês a verem que a doença é igual qualquer outra, se você esta mal, procura um medico, se necessario toma remedios ou faz algum procedimento para ficar melhor.</strong><br> Fica então minha mensagem a quem leia, <strong>PROCURE AJUDA, facilita a sua vida e a dos que estão ao seu redor.</strong><br>Abraços :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 21:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório Mundial sobre Drogas 2021 avalia que pandemia potencializou riscos de dependência</title>
         <author>yonarhan</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815217555</link>
         <description><![CDATA[<div>Cerca de 275 milhões de pessoas usaram drogas no mundo no último ano, enquanto mais de 36 milhões sofreram de transtornos associados ao uso de drogas, de acordo com o Relatório Mundial sobre Drogas 2021. O documento foi divulgado hoje (24/6) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).<br><br>A COVID-19 desencadeou inovação e adaptação em serviços de prevenção e tratamento de drogas por meio de modelos mais flexíveis de prestação de serviços. Muitos países introduziram ou expandiram os serviços de telemedicina devido à pandemia, o que para os usuários de drogas significa que os profissionais de saúde podem agora oferecer aconselhamento ou avaliações iniciais por telefone e usar sistemas eletrônicos para prescrever substâncias controladas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.un.org/pt-br/133058-relatorio-mundial-sobre-drogas-2021-avalia-que-pandemia-potencializou-riscos-de-dependencia" />
         <pubDate>2021-10-13 21:48:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professora de Ciências Sociais da Universidade Federal do Vale do São Francisco discute sobre o aumento do consumo de substâncias psicoativas durante a pandemia.</title>
         <author>yonarhan</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815248842</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/0YC_cKB4-Jg" />
         <pubDate>2021-10-13 22:11:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Sager Rodrigues          Trailer do Filme: &quot;As Vantagens de Ser Invisível&quot;        </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815348389</link>
         <description><![CDATA[<div><br>https://www.youtube.com/watch?v=mZyNG6O7apg<br><br><br><br><br>Com um elenco maravilhoso composto por Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller, As vantagens de ser invisível é um filme que aborda a depressão na adolescência com muita sensibilidade.<br><br></div><div>Embarcamos na história de Charlie, interpretado por Logan, um jovem solitário e traumatizado, que vive com o peso da morte do melhor amigo que se suicidou, e as lembranças da tia, falecida em um acidente de carro.<br><br>A vida de Charlie muda quando ele conhece Patrick e Sam, interpretados por Ezra e Ema, que viram seus melhores amigos.<br><br></div><div>Ao longo de cenas emocionantes, acompanhadas de uma trilha sonora sensacional, o drama mostra o quão é importante se sentir parte de um grupo e um lugar.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mZyNG6O7apg" />
         <pubDate>2021-10-13 23:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Live: Augusto Cury - https://www.youtube.com/watch?v=XD0G301bE4o </title>
         <author>bielsager</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815354619</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=XD0G301bE4o" />
         <pubDate>2021-10-13 23:34:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815354619</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Sager Rodrigues </title>
         <author>bielsager</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815361673</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ansiedade: o pensamento ligado 24 horas por dia</strong></div><div>Seria impensável deixarmos nosso carro ligado 24 horas por dia, tanto pelo dano que faria a si mesmo quanto pelos danos que isso causaria ao mundo. Entretanto, é basicamente isso que fazemos com a nossa mente: deixamos que os <strong>pensamentos fiquem ‘ligados’ o tempo todo</strong>, sem espaço para o <strong>diálogo próprio</strong> e criando problemas onde eles inexistem.&nbsp;</div><div>Segundo Cury, é necessário dar um<strong> ‘choque de lucidez’ às nossas angústias,</strong> para que não entremos em um looping eterno de pensamentos angustiantes. E isso é no mínimo curioso, pois temos interesse e acesso a milhares de dados do mundo externo, mas não dedicamos a devida atenção e cuidado ao <strong>olhar interno</strong> sobre as nossas próprias ideias.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>Uma geração que deveria ser próspera emocionalmente</strong></div><div>Ao contrário de todos os avanços da medicina e de um mundo moderno mais fácil, em que deveríamos ser mais satisfeitos e seguros, somos a <strong>geração com mais problemas emocionais </strong>e que mais enfrenta transtornos mentais como a depressão e a ansiedade. Estima-se que 1 em cada 2 pessoas enfrentarão um transtorno mental. Isto é assustador e tem muita relação com a <strong>Síndrome do Pensamento Acelerado</strong>, que nos transforma em máquinas de pensar, mas sem propósito.</div><div><em>“</em><strong><em>Pensar é bom. Pensar com consciência crítica é ótimo. Mas pensar demais, sem gerenciamento, é uma bomba contra a saúde emocional.”</em></strong></div><div>Ele ainda ressalta sobre o impacto desse pensamento acelerado sobre o nosso sono, fazendo com que sonhemos sonhos ansiosos, gerando ainda mais confusão do que lucidez, e que acordemos cansados, justamente por esse <strong>“gasto de energia emocional inútil”</strong>, fruto do pensamento descontrolado, que esgota o cérebro.&nbsp;</div><div>Como resultado disso, existe um excesso de sintomas de ansiedade, como dores de cabeça, tensão muscular e até mesmo queda de cabelo, que servem como um <strong>pedido de socorro do nosso cérebro</strong> em virtude da exaustão emocional.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>Quantidade de dados Versus Qualidade do pensamento</strong></div><div>Augusto Cury ainda traz uma provocação interessante acerca da quantidade de dados que temos disponível na atualidade versus a nossa capacidade de fazer algo novo com eles.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo ele, nos acostumamos a ter um <strong>padrão de pensamentos que são tão viciantes quanto drogas </strong>e que nos tira do brilhantismo da vida humana, quando não nos permitimos mais ousar por medo do fracasso e da frustração, transformando-nos em seres opacos. <strong>É preciso ter a capacidade de apostar em si e reconstruir a sua própria história.</strong></div><div>A singularidade humana não estaria na quantidade de dados e informações que consegue processar, <strong>mas o que se consegue fazer com esses dados</strong> e como o faz.&nbsp;</div><div>Uma quantidade enorme de tijolos seria somente uma quantidade enorme de tijolos, o que os diferencia de outras pilhas é a capacidade de um arquiteto de organizar esses tijolos e fazer uma bela obra. Nesta metáfora, ele comparou dados e informações aos tijolos.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>A era de mendigos emocionais sem higiene mental</strong></div><div>Estamos vivendo em uma<strong> era de mendigos emocionais</strong>, que imploram por mais estímulo para conseguirem se nutrir de prazer. Isso afeta diretamente as crianças e adolescentes, muitas vezes diagnosticadas erroneamente com déficit de atenção, sendo que, na realidade, estão viciadas em estímulos que não permitem a visualização do simples e do fracasso como aprendizado.</div><div>Segundo Cury, é preciso fazer uma <strong>higiene mental</strong>, através da <strong>arte da dúvida</strong>, da crítica de suas próprias verdades, do seu sentimento de incapacidade, de seus pensamentos perturbadores e mórbidos e da passividade do eu, que nos torna meros espectadores de nós mesmos e de nossas frustrações. Somente assim é possível realizar a<strong> viagem para dentro de si mesmo</strong>, o que nos ajuda demais com o controle das emoções. Entretanto, não conseguimos realizar essa viagem, pois estamos ocupados demais perdidos em pensamentos acelerados e apenas reagindo abruptamente aos estímulos externos. E isso deve ser um trabalho diário.</div><div>&nbsp;<strong>Os gatilhos e as janelas light e killer: o método para o controle da ansiedade<br></strong><br></div><div>Augusto Cury traz a noção de <strong>gatilhos, janelas light e killer, âncora e autofluxo para a gestão emocional</strong> e controle da ansiedade.</div><div>De acordo com essa metodologia, a ansiedade surge através de<strong> gatilhos</strong>, que são situações que despertam emoções. Essas emoções estão presentes nas<strong> janelas light</strong>, que são benéficas e trazem sentimentos bons e afetuosos e nas<strong> janelas killer</strong>, que podem ser traumáticas e liberam raiva, angústia e frustração. Quando uma dessas janelas é aberta, pode ocorrer o <strong>ancoramento</strong> da consciência no que foi aberto ali, colocando a mente em um <strong>autofluxo</strong> de pensamento.</div><div><strong>No caso das janelas light</strong>, esse autofluxo vai ser de reações prazerosas com bom sentimentos e tranquilidade. Já se uma<strong> janela killer</strong> se abre e ocorre seu ancoramento, o autofluxo vai desencadear uma série de pensamentos negativos sobre aquele evento específico, fruto de frustrações passadas que ficaram registradas em nossa memória no passado.</div><div><br><br>&nbsp;<br><br><br></div><div><strong>Tratando as janelas killer e a ansiedade com a higiene mental: um trabalho constante</strong></div><div>Para Cury, <strong>realizar a higiene mental e ser autocrítico </strong>quanto aos pensamentos que invadem a nossa cabeça, principalmente em relação às janelas killer, é fundamental para que<strong> controlemos a ansiedade</strong> e mudemos os padrões de pensamento, ressignificando as emoções e reações geradas por determinados gatilhos.<br>Portanto, exercitar os pensamentos, a <strong>auto-observação, autocuidado e a afetuosidade consigo mesmo</strong> é um trabalho necessário para que sejamos menos ansiosos, bem como contar com a ajuda de um profissional de saúde mental que é a pessoa mais indicada para ajudar você nessa missão.</div><div><br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 23:40:00 UTC</pubDate>
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         <title>https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/depressao-ansiedade-e-estresse-aumentam-durante-a-pandemia/</title>
         <author>bielsager</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1815366332</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Dado foi apresentado durante evento online com pesquisadores da Fiocruz, que abordaram as necessidades de cuidados com a saúde mental durante o teletrabalho<br></em><br></div><div><em><br></em><br>&nbsp;<br><br><br></div><div>A mudança brusca de rotina que a pandemia causou na vida e no trabalho das pessoas trouxe impactos também para a saúde mental. É o que mostra um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet. De acordo com o artigo, os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril deste ano. &nbsp;<br><br></div><div>Preocupada com a saúde mental dos colaboradores, a Fiocruz promoveu, nesta quarta-feira (12/8), o evento <em>Diálogos com os trabalhadores da Fiocruz: Saúde mental e trabalho na pandemia. </em>Risco de contaminação, medo de contaminar a família e colegas de trabalho, redução significativa de postos de trabalho e desemprego foram algumas situações citadas pelos especialistas como desencadeadoras de depressão, ansiedade e outros danos psicológicos.<br><br></div><div>Os problemas de saúde mental no trabalho estão ligados a três pilares: tempo, espaço e condições. A afirmação foi feita pela diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio. Para ela, ao analisar o tempo, percebe-se uma ausência de limites entre trabalho e vida pessoal e o entrecruzamento do trabalho com as atividades domésticas. A psicóloga lembrou que as questões das desigualdades sociais eclodem neste momento quando nos deparamos com a pandemia, em que os espaços físicos foram transferidos para redes comunicacionais como mídias sociais, plataformas virtuais e tecnologias para garantir que essas redes permaneçam.<br><br></div><div>O terceiro pilar é a condição de trabalho remoto que, para Damásio, tem sido um grande desafio, assim como a retomada das atividades presenciais e a garantia da convivência segura. Ela destacou que é preciso estar atento à regulação social do trabalho, pois pode causar interferências nas redes colaborativas que se formam como caminho de proteção social e funcionam como redes de apoio e contribuem para estratégias dos problemas de saúde mental que surgem.<br><br></div><div>“Precisamos pensar nos problemas de saúde mental como problema de saúde pública, assim como o luto. Cada categoria profissional é acometida por um conjunto de eventos que depende da natureza do seu trabalho”, disse. A pandemia aumentou a intensidade das atividades de colaboradores das unidades de assistência e reorganizou os espaços de colaboradores da educação, gestão e pesquisa com o teletrabalho e de equipes e espaços de laboratórios, transformou salas de aula em plataformas com a educação remota e emergencial e os espaços de gestão passaram a ocupar todo o espaço das nossas casas – salas, quartos e cozinhas. “Há uma porosidade da membrana que separa a casa do trabalho. Este é um dos eventos que podem trazer consequências para o trabalhador, que acaba sendo integralmente ocupado pelo seu tempo de trabalho, pela quantidade de tarefas, e vive na ausência de sociabilidade. Precisamos reconhecer que as categorias estão expostas a eventos que levam à exaustão e impactam diretamente no modo de levar a vida e na capacidade de dar respostas”, disse.<br><br></div><div>A pesquisadora mencionou que a OMS (Organização Mundial da Saúde) já aponta aumento dos índices de suicídio, depressão, preocupação, medo, ansiedade, da violência doméstica, fragilidade das redes de proteção e uso abusivo de álcool e outras drogas. “É a constatação de que há uma dor presente em todas essas situações que vêm sendo presenciadas, até mesmo a ausência de sociabilidade”, completou. &nbsp;<br><br></div><div>Para Damásio, as ações internas e externas da Fiocruz refletem que o tema é uma prioridade da instituição, a partir da tese 11, que reafirma a saúde como um direito, além do reconhecimento da diversidade e a necessidade de garantir a equidade nos serviços prestados ao público e no cotidiano das ações dos trabalhadores em todas as unidades. De acordo com ela, as pautas foram ampliadas, colocando como premissa básica o cuidado, a convivência segura e ações no enfrentamento à Covid-19.<br><br></div><div>A psicóloga citou as estratégias de cuidado com os trabalhadores da saúde desenvolvidas pela Fiocruz Brasília, como o suporte aos trabalhadores que atuam na linha de frente do novo coronavírus, as <a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/coronavirus/saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/">20 cartilhas de saúde mental</a> com orientações aos trabalhadores sobre como agir em determinados temas e que contou com o trabalho de 145 pesquisadores e técnicos da Fiocruz, as <a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/depressao-ansiedade-e-estresse-aumentam-durante-a-pandemia/bit.ly/conexaofiocruzbrasilia">oito edições do programa Conexão Fiocruz Brasília</a>, o teleatendimento psicológico que está sendo organizado com a OPAS/OMS para trabalhadores e população, além do <em>Curso Nacional de Atenção Psicossocial e Saúde Mental na Pandemia covid-19</em>, com mais de 70 mil inscritos.<br><br></div><div>“É o reconhecimento do coletivo como uma unidade que precisa ser permanentemente ressignificado com a participação dos gestores e trabalhadores para discutir as questões sanitárias, sociais, econômicas e ecológicas. O novo sujeito trabalhador é um sujeito de direito, reflexão e de ação colaborativa. O que é necessário construir para garantir a dignidade no trabalho?”, questionou.<br><br></div><div><strong>Saúde mental antes da pandemia<br></strong><br></div><div>A coordenadora de Saúde do Trabalhador da Fiocruz, Sônia Gertner, afirmou que a saúde mental já aparecia em destaque antes da pandemia, e agora o tema eclodiu. “Estamos o tempo todo perguntando como o trabalhador vai lidar com o trabalho e as questões relacionadas ao medo, riscos e aumento de possibilidade de contrair adoença”, afirmou. Para ela, todos estão se reinventando a cada dia, seja na forma de trabalhar ou de lidar com os sentimentos e as situações em casa, são todos aprendizes. Sônia destacou que a pesquisa vem sendo cada vez mais valorizada, e que o momento exige mais atenção às questões que impactam a maior parte do Brasil, especialmente as questões sociais.<br><br></div><div>Como estávamos antes da pandemia? Este foi o questionamento feito pelo psicólogo Marcello Rezende, do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NUST) da Fiocruz. Ele fez o resgate histórico da saúde mental no trabalho antes da pandemia, apontando que a OMS e organismos internacionais já apresentavam, há duas décadas, o crescimento de distúrbios psicológicos, assim como o Fórum Econômico Mundial, que no último ano abordou a solidão, ansiedade e depressão como riscos para a economia.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Para ele, as mudanças começaram com a Revolução Industrial. O contrato de trabalho ficou mais flexível, passamos a viver de forma mais acelerada, o que afetou nossos modos de agir, pensar e nossas experiências cotidianas. “Cada vez mais é valorizado o instantâneo, transitório e a superficialidade. Aliado a isso, principalmente na última década, as mídias sociais na palma da mão têm gerado uma sobrecarga sensorial que dificulta nossa reflexão sobre questões fundamentais da vida”, explicou. Marcello citou ainda a busca incessante da felicidade em ações que muitas vezes nos distanciam dela e das outras pessoas, associando felicidade ao consumo instantâneo.<br><br></div><div>O psicólogo citou ainda que, nas últimas duas décadas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) vem chamando atenção para os riscos psicossociais no trabalho, que, em função das mudanças globais e econômicas, tem cada vez mais reduzido os empregos estáveis e aumentado os empregos temporários e informais. Segundo Rezende, a consequência dessa realidade é um trabalho competitivo com diminuição do apoio social e tensões dentro do emprego, dificuldade maior entre o equilíbrio da vida pessoal e o trabalho, e um número grande de afastamentos por saúde mental. &nbsp;<br><br></div><div>Para atender as demandas de saúde mental dos colaboradores da instituição, independente do vínculo e incluindo as unidades regionais, a Coordenação de Saúde do Trabalhador (CST) criou uma rede de psicólogos voluntários da equipe, para dar suporte psicológico contínuo para os trabalhadores e familiares durante a pandemia e atendimento psiquiátrico. O pico de atendimentos foi atingido em maio. As principais questões foram as dificuldades com a mudança de rotina e isolamento, além do luto na família. Após cinco meses de distanciamento social, Marcello acredita que o cansaço tem sido o sentimento mais comum neste momento.<br><br></div><div>“É difícil saber exatamente como o trabalho está afetando nossas vidas agora porque estamos vivenciando uma situação excepcional, com questões pessoais e familiares devido ao isolamento social. É um momento passageiro e não tenho dúvida que não voltaremos ao que éramos antes, no trabalho”, afirmou.<br><br></div><div><strong>E o depois?<br></strong><br></div><div>Um nevoeiro ou uma neblina densa e longa no meio da estrada, que se estende mais do que o previsto. Foi assim que a psicóloga do Nust Luciana Cavanellas definiu o momento que estamos enfrentando. “É quando você perde a visão instantaneamente e deixa de enxergar um pouco à frente, mas você precisa continuar. Como agimos? A primeira coisa é testar nossos recursos e usar outros sentidos para ampliar a percepção. Ao mesmo tempo, você se sente conectado com os outros porque todo mundo está vivendo a mesma coisa. Não saber o que vem a frente é muito ruim e angustiante, mas não estamos sós”, descreve.&nbsp;<br><br></div><div>Luciana disse que nesses momentos a fronteira individualista é rompida e passamos a nos abrir a algo que afeta a todos. Para ela, o que faz as pessoas continuarem é a confiança de que vai passar. “É hora de abrir olhos, nariz e ouvidos, mesmo que protegidos, e descobrir novos modos de seguir, até porque no modo antigo já estávamos cansados, tristes, medicados e adoecidos. Podíamos nos dizer saudáveis antes da pandemia, como indivíduos e como sociedade?”, questionou. Para ela, este é o momento que precisamos pensar em como queremos no mundo, revalorizando a vida e o trabalho e buscando transformar perdas e dores em mudanças, com novos olhares e construção conjunta.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 23:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/06/52-usam-psicoativos-para-lidar-com-a-pandemia-no-brasil-diz-estudo.htm</title>
         <author>luconsum</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1818164462</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/06/52-usam-psicoativos-para-lidar-com-a-pandemia-no-brasil-diz-estudo.htm" />
         <pubDate>2021-10-14 21:20:55 UTC</pubDate>
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         <title>Arteterapia e as potências da arte na saúde mental</title>
         <author>lucasbottegaleivas</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1821540161</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto apresenta a arteterapia como uma possibilidade de tratamento para condições como a ansiedade e a depressão em crianças, podendo ser aplicada também para adolescentes e adultos. A arte é apresentada pelas autoras como um possível veículo de expressão de sentimentos das crianças e dos adolescentes, cujos sofrimentos são muitas vezes silenciados por estigmas que os adultos manifestam a respeito dos sentimentos que as pessoas mais jovens encaram ("é fantasia", "é bobagem", "é só uma fase"). A matéria ressalta a capacidade de ressignificação de sofrimentos que as artes possuem, dado que elas permitem a reinvenção de um mundo e a transformação de histórias. Outras potências da arte mencionadas no texto são: a possibilidade de construir o autoconhecimento, de aumentar a autoestima e a autonomia, de expor as próprias histórias, sentimentos e ideias em interação com outras pessoas, criando um sentimento de pertencimento a um grupo e de despreocupação com o julgamento alheio. </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.agenciadenoticias.uniceub.br/?p=27421" />
         <pubDate>2021-10-17 01:23:06 UTC</pubDate>
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         <title>Episódio do programa &quot;Conexão&quot; do Canal Futura sobre o tema &quot;Arte terapia no tratamento de doenças mentais&quot; (ou &quot;Arte do inconsciente&quot;)</title>
         <author>lucasbottegaleivas</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1821541584</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostaria de destacar a fala do pesquisador Paulo Amarante sobre a importância da arte para as pessoas que possuem sofrimentos e para as pessoas no geral (a fala inicia aos 17 minutos e 15 segundos, com pergunta da apresentadora Eliane Benício)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=s5X6GiBfQkI&amp;t=17m15s" />
         <pubDate>2021-10-17 01:26:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estudo sobre uma das variáveis do &quot;Efeito Werther&quot;</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823673834</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é o Efeito Werther?<br></strong><br>Nome dado à onda de suicídios por imitação que costuma se verificar após a repercussão midiática de um caso, seja real ou fictício - assim nomeado e tratado como questão científica a partir de 1974, com os trabalhos do sociólogo David Phillips.<br><br>A origem do nome provém do caso famoso, quando, em 1774, os jornais da época relataram o suicídio de muitos jovens, supostamente influenciados pela publicação do romance "Os sofrimentos do jovem Werther" (<em>Die Leiden des Jungen Werther</em>), o qual acaba com o suicídio de seu protagonista, por questões amorosas.<br><br><strong>Hipótese do artigo<br></strong><br>H1 - "Os adolescentes que têm amigos que tentaram o suicídio apresentam uma maior ideação suicida do que os adolescentes que não têm amigos que tentaram o suicídio." (p. 43).<br><br><strong>Metodologia<br><br></strong>Aplicação do <em>Suicidal Ideation Questionnaire</em> (SIQ) - um questionário que avalia a ideação suicida - para dois grupos de adolescentes entre 15 e 18 anos. Um grupo experimental, de 50 amigos de jovens que já tentaram o suicídio, e um grupo de controle, com 50 sujeitos cujos amigos nunca tentaram o suicídio.<br><br><strong>Resultados da pesquisa<br><br></strong>Enquanto no grupo experimental a percentagem de adolescentes que pontuaram acima do score que representa a zona de risco para suicídio foi de 26%, no grupo de controle apenas 6% demonstraram apresentar ideação suicida preocupante.<br><br><strong>Conclusão<br><br></strong>Confirmação da hipótese. Ainda que existam provas da correlação do Efeito Werther, em muitos casos uma onda de suicídios não se segue de eventos que poderíamos antecipar como sendo de risco, dado o grande número de variáveis envolvidas. Mas focando apenas uma, é possível dizer que a amizade e proximidade com a pessoa que tenta cometer suicídio é (no contexto de adolescentes) um fator de risco para possíveis suicídios por imitação, uma vez que é possível demonstrar que os amigos da vítima apresentam maior ideação suicida. Esse resultado reforça a ideia de que poderia ser produtivo um atendimento pós-evento para a prevenção de suicídios por imitação e tratamento de casos patológicos, especialmente para os amigos da pessoa que tenta o suicídio.<br><br>Fonte:&nbsp; ALMEIDA, Ana Filipa. Efeito de Werther. Análise Psicológica, [S.L.], v. 18, n. 1, p. 37-51, 7 dez. 2012. Disponível em: https://doi.org/10.14417/ap.420. Acesso em: 17 out. 2021.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://tshop.r10s.com/378/c44/9ef3/027a/80df/00be/e0ed/11b9e88dc654ab3a295add.jpg" />
         <pubDate>2021-10-18 09:42:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A arte como função terapêutica vs.  o caso Werther</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823688307</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Problema<br><br></strong>Como defender uma suposta função terapêutica da arte para todos (artista e público), como remédio para o mal-estar, frente à análise do caso Werther, de Goethe?<br><br><strong>"Os sofrimentos do jovem Werther" causou efeitos paradoxais:<br><br></strong><mark>Função terapêutica para o autor (Goethe)</mark></div><div><mark><br></mark>Segundo Freud e Lacan, o artista, ao mover a fantasia e transformar suas pulsões em construções artísticas partilháveis, possibilita uma expiação das pulsões que lhe perturbam e assim a preservação da saúde psíquica e do bem-estar, evitando uma neurose.<br><br>No caso de Goethe, a escrita do romance de Werther teria cumprido uma função de trabalhar o desligamento do autor com o objeto amado e idealizado (Charlotte von Stein). <br><br><em>"eu me libertara de um elemento tempestuoso sobre o qual fora agitado com extrema violência pela minha culpa e pelas alheias [...]. Como depois de uma confissão geral, eu me sentia de novo na posse de minha liberdade e minha alegria, e com direito de começar uma vida nova." (GOETHE apud ALMEIDA; KOSOVSKI, 2019, p. 232).<br><br></em><mark>Função trágica para o público (onda de suicídios de jovens)</mark></div><div><mark><br></mark>A publicação da obra ocasionou entre os jovens uma onda de suicídios, muitos dos quais usavam o mesmo figurino da personagem Werther no romance: casaca azul, calça amarela, livro na mão e um disparo na cabeça. Fato que fez o bispo Lorde Bristol declarar que essa era uma obra imoral que levavam os jovens a se suicidarem.<br><br><em>"assim como eu me sentia aliviado e esclarecido porque transformara a realidade em poesia, meus amigos caíram no erro de pensar que se devia transformar poesia em realidade, imitar o romance e, sendo necessário, dar um tiro nos miolos. O que se passou inicialmente num pequeno círculo aconteceu depois entre o grande público, e esse livrinho que me prestara tão grande serviço foi atacado como extremamente pernicioso" (GOETHE apud ALMEIDA; KOSOVSKI, 2019, p. 232).<br><br></em><strong>Solução<br><br></strong>A psicanálise de Lacan nos possibilita compreender o paradoxo do caso Werther a partir de uma ressignificação da arte e de sua função: não como aquilo que tem um valor terapêutico e que promove sempre a tranquilidade e o bem-estar, mas como aquilo que produz o novo, a originalidade (novas formas de sentir e de pensar), na posição do <em>das Ding</em>, o que poderia tanto resultar em bem-estar como em mal-estar, dado seu impacto perturbador e desestabilizador; ser recebido tanto de forma renovadora como de forma resistente, dentro de uma cultura e de um contexto social-histórico, até ser absorvido pelas redes significantes.<br><br>Fonte: ALMEIDA, Carla Jeucken; KOSOVSKI, Giselle Falbo. Paratodos? Paradoxos da obra como solução e o efeito Werther. Ecos: estudos contemporâneos da subjetividade, [S. I.], v. 2, n. 9, p. 227-236, 2019. Semestral. Disponível em: http://www.periodicoshumanas.uff.br/ecos/article/view/2983. Acesso em: 17 out. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 09:52:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alguns dados sobre o suicídio em 2019, segundo o último relatório da OMS, de junho de 2021 (1)</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823901257</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2019, cerca de 703.000 pessoas morreram por suicídio: uma em cada 100 mortes. A taxa global de suicídio padronizada por idade foi de 9,0 por 100.000 habitantes em 2019. As taxas variaram entre os países de menos de duas mortes por suicídio por 100.000 a mais de 80 por 100.000.&nbsp;<br><br>Relatório disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240026643</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 12:09:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(2)</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823906770</link>
         <description><![CDATA[<div>As taxas de suicídio caíram nos 20 anos entre 2000 e 2019, com a taxa global diminuindo 36%, diminuições variando de 17% na região do Mediterrâneo Oriental a 47% na região europeia e 49% no Pacífico Ocidental. Mas na Região das Américas, as taxas aumentaram 17% no mesmo período.<br><br>Relatório disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240026643</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 12:12:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(3)</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823908492</link>
         <description><![CDATA[<div>Globalmente, a maioria das mortes por suicídio ocorreu em países de baixa e média renda (77%), onde vive a maior parte da população mundial. Mais da metade dos suicídios globais (58%) ocorreram antes dos 50 anos. A maioria dos adolescentes que morreram por suicídio (88%) eram de países de baixa e média renda, onde vivem quase 90% dos adolescentes do mundo.&nbsp;<br><br>Relatório disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240026643</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1365704126/5e3369b38b0ef8147c2c9e732420b177/Captura_de_tela_2021_10_18_054724.png" />
         <pubDate>2021-10-18 12:12:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823908492</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(4)</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823910704</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2019, entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal.<br><br>Relatório disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240026643</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1365704126/9ee5f1c8a02718ef76603795a03ac462/Captura_de_tela_2021_10_18_054933.png" />
         <pubDate>2021-10-18 12:13:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1823910704</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quatro estratégias indicadas pela OMS para a prevenção do suicídio:</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1824174238</link>
         <description><![CDATA[<div><em>1. A limitação do acesso aos métodos de suicídio, como pesticidas e armas de fogo altamente perigosos.<br></em><br><em>2. A educação da mídia sobre a cobertura responsável do suicídio.<br></em><br><em>3. A promoção de habilidades socioemocionais para a vida em adolescentes.</em><em><mark><br></mark></em><br><em>4. A identificação precoce, a avaliação, a gestão e o acompanhamento de qualquer pessoa afetada por pensamentos e comportamentos suicidas.<br></em><br>Dessas estratégias, duas nos interessam mais, por lidar mais diretamente com as questões alvo de nossa pesquisa (o Efeito Werther e o suicídio na adolescência). São elas as estratégias 2 e 3.<br><br><strong>2.&nbsp; A educação da mídia sobre a cobertura responsável do suicídio.<br><br></strong>Dado que a cobertura da imprensa sobre suicídio pode levar a um aumento nos casos devido à imitação (ou suicídios por imitação), provocando o fenômeno do "Efeito Werther" - especialmente se for sobre uma celebridade ou descrever métodos de suicídio, a OMS faz as seguintes recomendações:<br><br>Sugere o trabalho com a mídia e a criação de diretrizes para que esta cubra casos de suicídio com responsabilidade, sem incorrer em sensacionalismos ou glamurização, neutralizando relatos de suicídio com histórias de recuperação bem-sucedidas de problemas de saúde mental ou pensamentos suicidas, incluindo informações de onde procurar ajuda.<br><br>Recomenda o trabalho com empresas de mídia social para o aumento de sua conscientização e para a melhora de seus protocolos de identificação e de remoção de conteúdo prejudicial.<br><br><strong>3. A promoção de habilidades socioemocionais para a vida em adolescentes.</strong><strong><mark><br></mark></strong><strong><br></strong>Dado que a adolescência (10-19 anos) é um período crítico para a aquisição de habilidades socioemocionais que têm implicações para a vida adulta, principalmente porque metade dos problemas de saúde mental aparecem antes dos 14 anos, a OMS faz as seguintes recomendações:<br><br>Preconiza o incentivo a ações, incluindo a promoção da saúde mental e programas anti-bullying, links para serviços de apoio, educação para uso saudável da internet e das mídias sociais, envolvimento dos pais para o aumento da consciência sobre saúde mental e protocolos claros para pessoas que trabalham em escolas e universidades quando o risco de suicídio é identificado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.who.int/publications/i/item/9789240026629" />
         <pubDate>2021-10-18 13:45:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esthella de Castro</title>
         <author>castroesthella</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1825451606</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dados indicam que álcool e drogas estão sendo possíveis válvulas de escape para as situações decorrentes da pandemia de coronavírus. Entre os entrevistados que sinalizaram aumento na ingestão de álcool, 42% dizem ter mais tempo livre, 41% afirmam beber por estarem chateados e 27% por estarem mais estressados ou ansiosos.</div><div>Também é importante ressaltar o perfil das substâncias: calmantes e anestésicos como álcool e maconha são os mais procurados em comparação aos estimulantes, uma vez que estimulantes são associados à festas.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 22:50:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1825451606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esthella de Castro</title>
         <author>castroesthella</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1825483832</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.na.org.br/" />
         <pubDate>2021-10-18 23:18:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1825483832</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luconsum</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1828673960</link>
         <description><![CDATA[<div>Infografico produzido pro mim através de pesquisa e entrevistas!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377077292/cd0a3b032a2857dea60d5fa10a07faa5/Adolescentes__drogas_e_pandemia.pdf" />
         <pubDate>2021-10-19 23:12:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1828673960</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Um estudo de caso recente, na Coreia do Sul</title>
         <author>schonhofen123</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1837199730</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo postado (o qual, infelizmente, está sem legendas para o português) menciona um recente estudo, na Coreia do Sul, que aponta um considerável declínio nos casos de suicídio por imitação (efeito Werther) após o decreto de uma lei, de 2013, que regula a forma com que casos de suicídios são reportados pela mídia, orientando sobre as diretrizes. Modificações nos termos e no tom da mensagem permitiram, de acordo com o Ministério da Saúde e Bem-Estar, que houvesse em 2020 uma queda de 13,2% no número total de suicídios em relação a 2011, revertendo uma tendência de alta que se produzia desde 2005. Essas mudanças incluíram: a substituição do termo “suicídio” por termos como “encontrado morto” ou “fez uma escolha extrema”; o ocultamento de detalhes do “como”, do “porquê” e do “onde”; e o respeito à privacidade dos familiares enlutados.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lobLBTvvU3E" />
         <pubDate>2021-10-22 20:56:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esthella de Castro</title>
         <author>castroesthella</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1837497539</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autocuidado na Pandemia<br><br>Autocuidado - </strong>Conjunto de ações que os indivíduos realizam a fim de prevenir e/ou lidar com doença.&nbsp;<br>Na pandemia de Coronavírus, a população tem sido afetada diariamente pelo estresse decorrente da reorganização de suas vidas. São reações diversas como: medo do desemprego, medo de contrair o vírus, contaminar pessoas do convívio, estresse por ciclo social limitado, sentimentos de desesperança, sono desregulado, apetite alterado, e etc.&nbsp;</div><div>Dentro deste momento, é importante mantermos uma rotina saudável e equilibrada, não abandonar tratamentos em andamento, estarmos atentos ao que de fato acontece- se informar somente em fontes confiáveis e evitar acesso à notícias de casos&nbsp;e óbitos várias vezes ao dia, manter contato com amigos e pessoas próximas mesmo que por mensagens e vídeochamadas. Fazer de seu ambiente um lugar agradável: cuide de seu espaço, manter um ambiente organizado pode mudar nossa percepção.&nbsp;</div><div>Não hesitar em procurar ajuda profissional, nem sempre podemos cuidar da nossa saúde sozinhos, né? <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1363493485/ed30a447b93df0177c28a8b988050361/Autocuidado_na_Pandemia_de_Coronav_rus__2_.pdf" />
         <pubDate>2021-10-23 02:36:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1837497539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esthella de Castro</title>
         <author>castroesthella</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1843432731</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto de Lei prevê a promoção de saúde mental nas escolas:<br>https://www.camara.leg.br/noticias/812701-projeto-preve-a-promocao-da-saude-mental-da-comunidade-escolar-afetada-pela-pandemia-de-covid-19/<br><br>&nbsp;"O Projeto de Lei 3408/21 institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, com o objetivo de promover a saúde mental da comunidade escolar. Trata-se de uma estratégia para a integração e articulação das áreas de educação e saúde no desenvolvimento de ações de promoção, prevenção e atenção psicossocial no âmbito das escolas.</div><div>Fonte: Agência Câmara de Notícias"<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.camara.leg.br/noticias/812701-projeto-preve-a-promocao-da-saude-mental-da-comunidade-escolar-afetada-pela-pandemia-de-covid-19/" />
         <pubDate>2021-10-26 01:14:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arte, Saúde mental e Atravessamentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1846384459</link>
         <description><![CDATA[<div>Nise da Silveira foi uma psiquiatra, psicoterapeuta, que trabalhou com artistas como Bispo do Rosário, um artista que foi internado diagnosticado com esquizofrenia, que a partir do contato com Nise começa a mostrar e desenvolver seu trabalho artístico. Nise traz um olhar humanizado para as condições humanas, com o acompanhamento artístico, assistindo uma melhora significativa em pacientes que viviam em centros psiquiátricos, que historicamente são conhecidos por suas perversidades. As artes visuais, assim como trabalhos manuais, da mesma forma artísticos [gastronomia, literatura, cinema...] nos dão a oportunidade de desenvolvermos nossos processos mentais e sentimentais, são momentos em que nos comprometemos com o agora, o fazer. A terapia ou psicoterapia somente gera frutos se o profissional e o paciente trabalharem juntos, a arte também se faz assim, criar ritmos que nos permitam estar nesse mundo sem grandes motivos, mas com miudezas da vida, parar e trabalhar em um desenho, quase como um contra tempo do tempo que vivemos hoje, fazer e não somente consumir. Todos temos ansiedade, estresse, tristeza, euforia, olhar para os sentimentos não é só bom, tendemos a reprimir nossos sentimentos ruins, não expor, e a arte vem de desencontro a essas repressões, olhar para os nossos sentimentos, trabalhar esses sentimentos, isso acaba aparecendo nos trabalhos, entendemos quando assistimos uma pintura o sentimento que transparece, transborda.  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=EDg0zjMe4nA" />
         <pubDate>2021-10-26 22:08:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luconsum</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/saudementalnapandemia/wish/1846533153</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1377077292/e61a0ce9a2b94a9675c455e3e5353ef7/Drogas_na_Pandemia.rpp" />
         <pubDate>2021-10-26 23:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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