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      <title>Literatura Africana de Língua Portuguesa by BRUNA LORIA GARCIA CORTEZ</title>
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      <description>Explorando a independência, literatura e diversidade linguística nos países africanos de língua portuguesa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-31 19:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cabo Verde</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>BIOGRAFIA</strong> </p><p>  Vera Valentina Benrós de Melo Duarte Lobo de Pina, nasceu no Mindelo, Cabo Verde. Poeta, e ministra da Educação e do Ensino Superior</p><p>Depois esteve em Portugal para fazer o curso de Direito na Universidade Clássica de Lisboa e posteriormente para fazer formação na Magistratura Judicial, pelo Centro de Estudos Judiciários de Lisboa, tendo voltado a cidade da Praia, Cabo Verde, no sentido de trabalhar na justiça e como Juíza Conselheira do Supremo Tribunal da Justiça. Após se ter afastado do referido cargo assumiu a responsabilidade e honra de exercer as funções de Conselheira do Presidente da República.</p><p>Orgulha-se de ter sido galardoada em 1995 em Portugal pelo então presidente português Dr.Mário Soares com o Prémio Norte-Sul de Lisboa do Conselho da Europa, pelas suas actividades em prol dos Direitos Humanos. Sobretudo enquanto membro da Comissão Africana dos Direitos do Homem e dos Povos e da Comissão Internacional de Juristas.</p><p>Atualmente é Presidente da Associação Cabo-verdiana de Mulheres Juristas (AMJ), membro do Comité Executivo da Comissão Internacional de Juristas, além de ser membro de várias associações oriundas da sociedade civil cabo-verdiana, nomeadamente a Associação de Escritores Cabo-verdianos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>INDEPENDÊNCIA</strong> </p><p>Cabo Verde conquistou sua independência de Portugal em 5 de julho de 1975, após mais de cinco séculos de colonização. O processo de independência foi influenciado por movimentos nacionalistas que surgiram na década de 1950, em meio à luta contra o colonialismo português na África. Em 1956, Amílcar Cabral e Aristides Pereira fundaram o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que desempenhou um papel crucial na luta pela independência de ambos os países. Após a Revolução dos Cravos em Portugal, em 1974, que pôs fim à ditadura, o Acordo de Argel foi assinado em 25 de agosto de 1974, estabelecendo a independência de Cabo Verde para 5 de julho de 1975. Desde a independência, Cabo Verde tem sido reconhecido por sua estabilidade política e democrática, com eleições regulares e transições pacíficas de poder. Atualmente, o país é considerado um modelo de democracia na África.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>OBRA PRINCIPAL</strong> </p><p>A Candidata (2004) é um romance da escritora cabo-verdiana Vera Duarte que aborda a participação das mulheres na política e os desafios enfrentados em uma sociedade patriarcal. A obra se destaca por trazer uma protagonista forte e determinada, que luta contra as dificuldades impostas pelo machismo, pela corrupção e pelo preconceito dentro do sistema político de Cabo Verde. A protagonista do romance é uma mulher inteligente e ambiciosa que decide concorrer a um cargo político em Cabo Verde. Desde o início, sua candidatura é vista com desconfiança e resistência por grande parte da sociedade, que ainda acredita que a política é um espaço dominado por homens. Ela enfrenta ataques públicos, questionamentos sobre sua capacidade e até traições dentro do próprio meio político.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>São Tomé e Príncipe</title>
         <author>brunalgcortez</author>
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         <description><![CDATA[<p>Independência de São Tomé </p><p><sup>Foi conquistada em </sup><strong><sup>12 de julho de 1975</sup></strong><sup>. Ela foi impulsionada pelo Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP). A Revolução dos Cravos em Portugal, em 1974, foi crucial, pois abriu espaço para negociações entre Portugal e as colônias. A transição foi negociada sem conflitos armados significativos, resultando na proclamação da independência e no início de novos desafios para o jovem país. A independência de São Tomé e Príncipe foi um marco no processo de descolonização dos territórios portugueses na África.</sup></p><p><br></p><p>Biografia de Conceição Lima</p><p><strong><em><sup>Conceição Lima</sup></em></strong><sup>&nbsp;(Maria da Conceição de Deus Lima), de São Tomé e Príncipe, nasceu em 8 de dezembro de 1961.&nbsp;Jornalista, poeta e cronista, é membro-fundadora da União Nacional dos Escritores e Artistas São-tomenses, UNEAS. Fez os estudos primários e secundários em São Tomé, onde reside e trabalha como jornalista da TVS, Televisão São-tomense. Foi durante longos anos jornalista e produtora dos Serviços em Língua Portuguesa da BBC, em Londres. É licenciada&nbsp;(com distinção) em Estudos Africanos, Portugueses e Brasileiros pelo King's College of London e possui o grau de Mestre em Estudos Africanos, com especialização em Governos e Políticas na África sub-saariana, pela School of Oriental and African Studies (SOAS) de Londres.&nbsp;</sup></p><p><br></p><p>Principal Obra (enredo)</p><p><sup>O Útero da Casa é uma obra de Conceição Lima que analisa a relação da casa com a identidade e a afetividade. A casa é o centro do mundo, o útero, e a busca por ela é uma busca por si mesmo.&nbsp;</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>Luanda, Angola</title>
         <author>isacodoega</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia: </strong>Ondjaki, mais conhecidoo como Ndalu de Almeida, nasceu em 1977, em Luanda, Angola. Escritor, poeta, cineasta e artista plástico, ele se destacou na literatura de língua portuguesa com seu olhar sensível sobre a realidade angolana. Após se graduar em Sociologia, iniciou sua trajetória literária no início dos anos 2000, conquistando reconhecimento internacional.</p><p>Sua obra principal, Os da Minha Rua (2007), é o seu livro de contos que retrata memórias de infância em Luanda, mesclando lirismo e crítica social. Além dessa, escreveu romances como Bom Dia Camaradas (2001) e AvóDezanove e o Segredo do Soviético (2008). Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas, consolidando Ondjaki como um dos grandes nomes da literatura contemporânea africana.</p><p><br/></p><p><strong>Independência: </strong>A independência de Angola foi proclamada em 11 de novembro de 1975, após 14 anos de luta contra o colonialismo português. O MPLA (O Movimento Popular de Libertação de Angola), liderado por Agostinho Neto, foi o principal responsável por essa conquista, mas também houve a participação de outros movimentos, como a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) e o FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola). A independência aconteceu após a Revolução dos Cravos em Portugal, que levou à descolonização das colônias africanas.</p><p>&nbsp;</p><p>A independência de Angola é retratada em diversas obras literárias que mostram a luta e os desafios enfrentados pelo povo angolano. Livros como "Luuanda", de José Luandino Vieira, retratam o período colonial e as tensões sociais, enquanto "A Geração da Utopia", de Pepetela, aborda a luta armada e os ideais dos jovens que se envolveram no processo de libertação. Essas obras são importantes para entender a história da independência e como o povo angolano enfrentou as dificuldades do colonialismo e da guerra para conquistar sua liberdade.</p><p><br/></p><p><strong>Enredo de sua obra principal: </strong><em>"Os da Minha Rua"</em>, de <strong>Ondjaki</strong>, é um mergulho nostálgico na infância do autor em Luanda, Angola. A obra reúne contos que capturam momentos simples, mas profundamente significativos, das brincadeiras na rua, das amizades inseparáveis e dos laços familiares que moldam a vida de uma criança.</p><p>A narrativa nos transporta para um bairro popular de Luanda, onde o protagonista e seus amigos vivem aventuras inesquecíveis, entre risadas, descobertas e até os primeiros encontros com o amor. Tudo isso acontece em meio a um país que carrega as marcas da guerra civil, um tema que surge de forma sutil, como um eco distante na infância dos personagens.</p><p>Com uma linguagem leve, poética e cheia de oralidade, Ondjaki nos convida a enxergar o mundo pelos olhos de uma criança curiosa, que se encanta com a vida, mas também começa a perceber suas durezas. O livro é uma homenagem à infância e à identidade angolana, trazendo humor, emoção e uma boa dose de saudade de um tempo que, embora tenha passado, segue vivo na memória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>Beira, Moçambique</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Independência:</strong></p><p>Após anos de conflito e negociações, Moçambique finalmente conquistou sua independência em 25 de junho de 1975. A proclamação marcou o fim do domínio colonial português e o estabelecimento de um governo soberano. Samora Machel tornou-se o primeiro presidente do país recém independente, assumindo a liderança na reconstrução da nação e na busca pela igualdade, justiça social e desenvolvimento econômico.</p><p><strong>Biografia do autor:</strong></p><p>Mia Couto (Antônio Emílio Leite Couto) nasceu em 5 de julho de 1955, em Beira, cidade moçambicana.<br>Aos 14 anos, o escritor publicou seus primeiros textos literários no jornal Notícias da Beira. Desse modo, iniciou seu processo de escrita literária por meio da poesia. Em 1972, ingressou na Faculdade de Medicina em Maputo, onde estudou por dois anos. Assim, em 1974, abandonou o curso para trabalhar como jornalista.<br>Seu primeiro livro de poesias foi RAIZ DE ORVALHO, publicada em 1983. <br>Em 1992, publicou o seu primeiro romance Terra sonâmbula &nbsp;eleito como um dos melhores livros africanos do século XX.</p><p><strong>Obra do autor:</strong></p><p>Primeiro romance de Mia Couto, Terra Sonâmbula é uma verdadeira aula sobre a velha arte de contar histórias. No Moçambique pós-independência, mergulhado em uma devastadora guerra civil, um velho e um menino empreendem uma viagem recheada de fantasias míticas.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Guiné-Bissau</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Odete Semedo é uma personalidade conhecida por sua carreira politica, acadêmica e literária. Ela ocupou cargos como Ministra da Educação e da Saúde, foi reitora da universidade Amílcar Cabral e é uma respeitada escritora, tendo lançado seu mais recente livro “in(confidência)”, em 2023</p><p><br/></p><p>Um de seus principais poemas que Odete escreveu foi (Entre o ser e o amar) link abaixo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agostinhoneto.org/wp-content/uploads/2020/09/Entre-o-ser-e-o-amar.pdf">https://agostinhoneto.org/wp-content/uploads/2020/09/Entre-o-ser-e-o-amar.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Guine Bissau teve sua dependência declarada dia 24/09/1973 mas só foi reconhecida por Portugal (seu colonizador) em 10/09/1974. Guiné Bissau foi a primeira colônia no continente africano a ser reconhecida por Portugal.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 17:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>Catió, Guiné-Bissau</title>
         <author>isabellalimaaveiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Independencia: Guiné-Bissau foi uma colônia de Portugal, anteriormente conhecida como Guiné Portuguesa, desde o século XV. Durante esse período, Portugal explorava o comércio de escravos e produtos agrícolas. A população guineense enfrentava pobreza, desigualdade social e falta de acesso à educação e à saúde.</p><p>A luta pela independência começou em 1963 e durou 11 anos, sendo liderada pelo PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde). Em 24 de setembro de 1973, Guiné-Bissau declarou sua independência, que foi oficialmente reconhecida por Portugal apenas em 10 de setembro de 1974, após a Revolução dos escravos. Assim, Guiné-Bissau tornou-se a primeira colônia portuguesa na África a ter sua independência reconhecida por Portugal.</p><p><br/></p><p>Biografia : Abdulai Silla</p><p>Idade: 66 </p><p>Nasceu: 1 de abril  de 1958</p><p><br/></p><p>Abdulai nasceu e cresceu em Catió, uma pequena cidade no sul da Guiné-Bissau, onde frequentou a escola primária. Em 1970 mudou-se para Bissau a fim de freqüentar o então Liceu Honório Barreto.</p><p>De 1979 a 85, frequentou a Universidade Técnica de Dresden (Alemanha), onde graduou-se em Engenharia Electrotécnica. De 1986 até à data, participou com sucesso em vários cursos de formação nos EUA e em outros lugares sobre redes de computadores e gestão de LAN, rede de Cisco, segurança na Internet, entre outros.</p><p>Além da paixão e compromisso para com o desenvolvimento das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), acumulou, desde sempre, o interesse pela literatura e escrita.</p><p><br/></p><p>Actualmente combina o trabalho de consultor no domínio das TIC e de editor com o apoio a organizações sem fins lucrativos (associações juvenis,associações de pessoas portadoras de deficiência).</p><p><br/></p><p>Obra principal: "A Última Tragédia" de Abdulai Sila conta a história de Ndani, uma jovem guineense que é forçada a deixar sua aldeia e trabalhar como empregada doméstica na casa de uma família branca em Lisboa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 01:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>Luanda, Angola</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia : </strong></p><p>João Melo (1958, Luanda) é um escritor, jornalista e intelectual angolano cuja obra explora identidade, memória histórica e as transformações sociais pós-independência de Angola. Seu romance O Mundo das Sombras aborda questões sociais e políticas do país. Além da literatura, Melo atua na promoção da cultura angolana e na gestão de projetos culturais, sendo uma figura relevante na literatura africana em língua portuguesa.</p><p> </p><p><strong>Independência:</strong></p><p><br/></p><p>A obra de João Melo reflete as complexidades da identidade nacional, das lutas sociais e dos efeitos da guerra em Angola. Sua escrita aborda temas como democracia, reconciliação pós-guerra e a construção de um país mais justo. Ao longo de sua carreira, explorou os impactos da independência, destacando tanto conquistas quanto desafios, tornando sua literatura um meio de compreender a Angola pós-independência.</p><p><br/></p><p><strong>Principal obra : Filhos da pátria </strong></p><p><br/></p><p>Filhos da Pátria é uma coletânea de contos de João Melo que faz uma crítica satírica à sociedade angolana pós-independência. A obra expõe as contradições do país, abordando temas como desigualdade, corrupção e desencanto com as promessas da libertação. Com ironia e provocação, Melo questiona o verdadeiro significado da pátria e do pertencimento na Angola contemporânea.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 01:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Olinda Beja</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A autora Olinda beja de 78 anos nascida em 8 dezembro de 1946 mora atualmente em Portugal mas nasceu e cresceu em São tomé e Princípe em Guadalupe sendo Filha única com pais são José de Bela Martins e Maria da Trindade Felipe. É formada em Língua portuguesa e cultura portuguesa na Universidade do porto.</p><p><br></p><p> Seus livros são muito famosos, mas o seu livro mais reconhecido é o Chá do príncipe. Chá do Príncipe é um livro que conta histórias sobre a cidade onde a autora nasceu. O enredo do livro é construído com base na tradição oral africana. Chá do Príncipe apresenta um cenário natural e humano exuberante, com cores, aromas e vidas. As histórias da autora são como um esconjuro redentor da desgraça, da pobreza, das agruras e dos descaminhos. Chá do Príncipe é uma obra que poetiza a desgraça, a pobreza, os traumas históricos e os descaminhos. A autora convida o leitor a retomar o velho hábito da fogueira ancestral para contar coisas antigas, mas sempre novas, renovadas e atuais. </p><p><br></p><p>A região onde Olinda cresceu (Guadalupe em São Tomé e Príncipe) conquistou a independência a apenas alguns anos. Foi no ano de 1975 no dia 12 de julho junto do desmanche do imperio colonial português na África, que esse país conquistou a independêncua e passou a fazer parte da comunidade dos países de língua oficial portuguesa, assim, tendo o português como base de sua língua local.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Por: Samira e Anny - T17</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 23:13:23 UTC</pubDate>
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         <title>Benguela, Angola</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p>Pepetela (pseudônimo de Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) é um escritor angolano nascido em 1941, em Benguela. Participou da luta pela independência de Angola como membro do MPLA, experiência que influenciou sua literatura.</p><p><br/></p><p>Após a independência, atuou como vice-ministro da Educação e professor universitário. Suas obras exploram a colonização, a guerra de libertação e os desafios pós-independência. Entre seus livros mais conhecidos estão <em>Mayombe</em>, <em>Yaka</em> e <em>A Geração da Utopia</em>. Em 1997, tornou-se o primeiro angolano a receber o Prêmio Camões, consolidando-se como um dos maiores escritores de língua portuguesa.</p><p><br/></p><p><strong>INDEPENDÊNCIA</strong></p><p>Angola tornou-se independente em 11 de novembro de 1975,&nbsp; após uma luta armada iniciada em 1961 contra Portugal. Com a Revolução dos Cravos em 1974, Portugal aceitou negociar, levando ao Acordo de Alvor (1975). Porém, conflitos entre MPLA, FNLA e UNITA impediram a união. O MPLA, liderado por Agostinho Neto, tomou Luanda e proclamou a independência, iniciando uma guerra civil que durou até 2002.</p><p><br/></p><p><strong>OBRA PRINCIPAL</strong></p><p><em>Mayombe"</em>, de Pepetela, é um romance publicado em <strong>1980</strong> que narra a luta pela independência de Angola, focando nos guerrilheiros do <strong>MPLA</strong> na selva de Mayombe. A obra explora os dilemas pessoais e coletivos dos combatentes, abordando temas como nacionalismo, identidade e moralidade. Com uma narrativa introspectiva, Pepetela destaca o sofrimento, os sacrifícios e a desilusão da guerra, retratando tanto os conflitos externos quanto os internos. Considerado um marco da literatura angolana, o livro reflete as complexas realidades políticas e sociais da independência do país.</p><p><br/></p><p>feito por: <strong>Beatriz S, Enzo e João Lucas</strong>.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 03:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>Noémia de Sousa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia:</strong></p><p>Noémia de Sousa, nascida em Moçambique em 1926 e falecida em Portugal em 2002, foi uma importante poeta moçambicana. Exilou-se em Lisboa em 1951 devido a perseguições políticas. Sua obra poética, de teor nacionalista e com forte voz feminina e negra, destaca a cultura africana e os problemas sociais de Moçambique. Seus poemas, em versos livres, foram publicados em 2001 no livro "Sangue negro".</p><p><br></p><p><strong>Livro "Sangue negro":</strong></p><p>Sangue negro, único livro de Noémia de Sousa, chamada “Mãe dos poetas moçambicanos”, é composto por 46 poemas, escritos entre 1948 e 1951, que representam a resistência da mulher africana e dos povos da África.</p><p><br></p><p><strong>Independência de Moçambique:</strong></p><p>Moçambique alcançou a independência de Portugal no dia 25 de junho de 1975. </p><p>A luta armada pela independência começou em 1964, com o ataque ao posto administrativo de Chai, em Cabo Delgado. A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) foi a organização política que negociou a independência com Portugal. A guerra colonial terminou com o golpe militar de 25 de Abril em Portugal. </p><p>Em setembro de 1974, foram assinados os “Acordos de Lusaka”, que estabeleceram um governo provisório composto por representantes da FRELIMO e do governo português.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 04:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>Angola</title>
         <author>annapicassoo1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A independência de Angola foi proclamada em 11 de novembro de 1975, após uma longa luta contra o colonialismo português. Movimentos de resistência como o MPLA, FNLA e UNITA combateram a presença portuguesa. Em 1974, a Revolução dos Cravos em Portugal resultou em um governo mais disposto a negociar a independência. O Acordo de Alvor, assinado em janeiro de 1975, estabeleceu a transição, mas a rivalidade entre os grupos angolanos levou à guerra civil. O MPLA, com apoio de Cuba e da União Soviética, venceu e se consolidou no poder após a independência. Portanto, a independência de Angola foi um processo complexo que envolveu lutas internas e externas, culminando na retirada do colonialismo português e no início de um período de intensos conflitos internos.</p><p><br/></p><p>Biografia da Ana: Escritora e Historiadora nascida em Lubango, no Norte de Angola, iniciou o curso de História na Faculdade de Letras de Lubango (hoje ISCED, Instituto Superior de Ciências da Educação do Lubango). No qual, em 1976, foi nomeada para o Conselho Nacional de Cultura, ficando destacada em Cuanza Norte. </p><p>Em 1992 passou a estudar em Portugal, concluindo o curso de História em Lisboa, o Mestrado em Literaturas Africanas e o Doutoramento em Antropologia na Universidade Nova de Lisboa, com o tema História e memória. Estudo sobre as sociedades de Lunda e Cokwe de Angola (1996). </p><p>Tendo se estabelecido em Lisboa, desenvolveu atividades nas áreas de história, literatura e da promoção do patrimônio histórico angolano, sobretudo de suas tradições orais. Como poetisa, Ana Paula Tavares enfatiza a simplicidade e as experiências líricas da ancestralidade, mas condena as tradições que perpetuam o patriarcado e oprimem a mulher. </p><p><br/></p><p>Principal Obra: Uma das principais obras de Ana Paula Tavares, poetisa e escritora angolana, é Manual para Amantes Desesperados de 2007. O livro reúne poemas que exploram temas como amor, desejo e a condição feminina em Angola. Com uma escrita sensível e intensa, ela mistura tradição oral e modernidade, sobre memórias pessoais e coletivas. A obra reflete sobre relações humanas e identidade, utilizando uma linguagem poética rica em imagens e simbolismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 11:07:34 UTC</pubDate>
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         <title>Maputo, Moçambique</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Luis Bernaro Howana, "Nós Matamos o Cão-Tinhoso!" - O conto retrata um grupo de meninos pobres que decide matar um cachorro doente, simbolizando a opressão e a miséria da aldeia. Narrado pela perspectiva de um dos garotos, o conto expõe o impacto da colonização e das desigualdades sociais. A obra como um todo aborda críticas sociais profundas sobre o racismo, o abuso de poder colonial e a resistência silenciosa dos moçambicanos, com uma linguagem simples e simbólica.</p><p><br></p><p>Independência de Moçambique - A luta pela independência de Moçambique foi liderada pela FRELIMO, fundada em 1962 e liderada por figuras como Samora Machel. O conflito armado contra o domínio colonial português ocorreu de 1964 a 1974, integrando as Guerras Coloniais Portuguesas. A Revolução dos Cravos em Portugal, em 1974, acelerou o fim do colonialismo, resultando na independência de Moçambique em 1975, como parte do movimento de descolonização africana pós-Segunda Guerra.</p><p><br></p><p>Biografia do Autor - </p><p>Luís Bernardo Honwana nasceu em 1942, em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. Criado na Moamba, ele se destacou no jornalismo com o apoio de poetas como José Craveirinha e Rui Knopfli. Em 1964, tornou-se militante da FRELIMO e foi preso por três anos devido às suas atividades políticas. Após a independência de Moçambique, ocupou altos cargos no governo, sendo diretor do gabinete do presidente Samora Machel, Secretário de Estado da Cultura (1982) e Ministro da Cultura (1986). Também foi eleito membro do Conselho Executivo da UNESCO em 1987.</p><p>&nbsp;</p><p>Em 1991, fundou o Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa e, em 1994, foi nomeado Diretor do escritório regional da UNESCO na África do Sul. Ele é membro fundador de várias organizações culturais e atualmente atua na Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>Maputo, Moçambique</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Independência de Moçambique (1975)</p><p><br/></p><p>Moçambique foi uma colônia de Portugal por séculos, e a luta pela independência ganhou força a partir da década de 1960, liderada pela Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO). Após uma guerra de libertação (1964-1974), Portugal passou pela Revolução dos Cravos (1974), que resultou no fim do regime colonial. Isso levou à assinatura do Acordo de Lusaka e, finalmente, à independência em 25 de junho de 1975. O primeiro presidente do país foi Samora Machel, que estabeleceu um governo socialista.</p><p><br/></p><p>Paulina Chiziane</p><p><br/></p><p>Paulina Chiziane é uma escritora moçambicana nascida em 4 de junho de 1955, na província de Gaza. Foi a primeira mulher a publicar um romance em Moçambique e é uma das escritoras mais importantes da literatura africana contemporânea. Suas obras abordam temas como a condição da mulher, tradições culturais, poligamia e política em Moçambique. Em 2021, recebeu o Prêmio Camões, a maior distinção da literatura em língua portuguesa.</p><p><br/></p><p>Obra principal: "Niketche: Uma História de Poligamia"</p><p><br/></p><p>Publicado em 2002, Niketche é seu romance mais conhecido. A obra narra a história de Rami, uma mulher casada que descobre que seu marido tem várias esposas. Em vez de se revoltar, ela decide conhecer as outras mulheres e cria laços com elas. O livro discute o papel da mulher na sociedade moçambicana, o impacto da poligamia e a luta pela liberdade feminina.</p><p><br/></p><p>Nomes: ícaro, Lara e Matheus </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>Guiné-Bissau</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Tony Tcheka</em></strong></p><p>&nbsp;</p><p>Independência de Guiné Bissau</p><p>A <strong>Guerra de Independência da Guiné-Bissau</strong> foi um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra">conflito armado</a> entre o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Africano_para_a_Independ%C3%AAncia_da_Guin%C3%A9_e_Cabo_Verde">Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde</a> (PAIGC) e as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_de_Portugal">Forças Armadas de Portugal</a>. Com ataques subversivos desde 1961, a guerra teve início efetivo a 23 de Janeiro de 1963,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Independ%C3%AAncia_da_Guin%C3%A9-Bissau#cite_note-Sampaio_2013-4"><sup>[4]</sup></a> com um ataque do PAIGC ao quartel de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tite_(setor)">Tite</a>, no sul da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guin%C3%A9-Bissau">Guiné-Bissau</a>, e terminou em 10 de Setembro de 1974 com o reconhecimento da independência do país.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Independ%C3%AAncia_da_Guin%C3%A9-Bissau#cite_note-citi-5"><sup>[5]</sup></a> Tal como em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angola">Angola</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mo%C3%A7ambique">Moçambique</a>, este conflito foi considerado como uma guerra subversiva para as autoridades portuguesas, e uma guerra de libertação ou revolucionária, para os movimentos de libertação.</p><p>&nbsp;</p><p>Biografia</p><p>Tony Tcheka é um jornalista e poeta guineense nascido em 1951. A visão crítica sobre a história, política e sociedade do seu país tem sido o tema essencial da sua obra poética, como também do seu trabalho como jornalista. Tem colaborado com diversas organizações internacionais, entre as quais, a Unesco, enquanto membro da Comissão Nacional da Guiné-Bissau. Hoje trabalha na RTP África e é editor da revista “África Lusófona”.</p><p>Publicou pela primeira vez em 1996 a obra “Noites de Insónia na Terra Adormecida”. Os seus poemas integram diversas antologias internacionais. Sob o título “Guinea”, a sua poesia foi recentemente publicada na Alemanha pela hochroth, na tradução de Niki Graça.</p><p><strong>Enredo</strong></p><p>Lendo “Noites de Insónia na Terra Adormecida”, era como estivesse vivendo a história da Guiné-Bissau. Os poemas me transportaram para a realidade da luta pela independência e a busca contínua por um lugar no mundo, mesmo após a conquista da liberdade.&nbsp; A escrita de Tony Tcheka me fez refletir sobre a importância da esperança e da persistência na construção de um futuro melhor a complexidade da história guineense ficou clara e me tocou profundamente</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 18:38:51 UTC</pubDate>
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