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      <title>HISTÓRIAS INSPIRADORAS DE EMPREENDEDORISMO  by Atividades niceia</title>
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      <description>Criado coDESAFIO DA SEMANA 4 DO CURSO EMPREENDENDO. NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR O SEU NOME PARA IDENTIFICAR</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-05 12:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Neste mural da Semana 4 você deverá inserir uma história inspiradora de empreendedorismo. Pode ser em vídeo, em imagem, em áudio, em texto. pesquise e compartilhe aqui para podermos conhecer mais sobre experiências empreendedoras.Coloque seu nome para identificação da postagem</title>
         <author>atividadesniceia</author>
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         <pubDate>2021-10-05 12:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Esta é a  história de Seu Valdir. Um pipoqueiro empreendedor que inspira muitos de nós com seu carisma e vontade de inovar sempre. </title>
         <author>atividadesniceia</author>
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         <pubDate>2021-10-05 12:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>Taiane Damasceno dos Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para iniciar essa sequência de histórias inspiradoras, nada melhor do que contar a nossa!<br><br></div><div>A <a href="https://www.printi.com.br/">Printi </a>surgiu em 2012 a partir do sonho de dois empreendedores – <strong>Mate Pencz e Florian Hagenbuch</strong> – que após se sentirem insatisfeitos com o mercado financeiro no qual estavam inseridos decidiram mudar suas carreiras.<br><br></div><div>Vamos te contar como isso tudo aconteceu, continue a leitura!<br><br></div><div><strong>O sonho e início<br></strong><br></div><div>Em 2010, formados, <strong>Mate e Florian</strong> partiram para a capital inglesa, onde conseguiram empregos em grandes instituições do mercado financeiro e resolveram montar uma república.<br><br></div><div>Mesmo trabalhando a maior parte do tempo, ainda compartilhavam suas experiências – quase sempre desanimadas – sobre a vida profissional que iniciavam. “A gente se sentia subaproveitado”, conta Mate.<br><br></div><div>Mesmo sabendo que existia a possibilidade de serem promovidos e até chegarem a sócios da empresa, isso não trazia emoção alguma para ambos.<br><br></div><blockquote><em>“Saber quais eram os próximos passos era desconfortável, e </em><strong><em>foi naquela época que começamos a experimentar com essa ideia de empreender</em></strong><em>”, diz Mate.</em></blockquote><div>Florian compartilhava do desejo de aventuras de Mate e também sonhava com desafios maiores. Esse sentimento de inconformismo foi o pontapé inicial deles – e é assim para muito empreendedor. &nbsp;<br>Muito legal a história  deles, deixaram sua zona de conforto para ir atrás de mais oportunidades, mesmo  sabendo que isso poderia não  dar certo , isso é um espelho para as pessoas que querem tentar algo mais , porém não tem muita confiança em si .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 13:13:59 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Helena Trajano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Luiza Helena Trajano</strong><br><br>
</div><div>A história de Luiza Helena Trajano começou em Franca, após sua tia comprar uma loja da região. Ela começou a trabalhar na empresa da família — e daí nasceu a paixão (e aptidão) pelo comércio. Anos depois, chegou à presidência da rede de lojas Magazine Luiza e é um <a href="https://www.rimaq.com.br/blog/afinal-como-ser-um-empreendedor-de-sucesso/">exemplo, de </a>sucesso para muitos empreendedores.<br><br>
</div><div>Além da consolidação da rede, fazendo com que a Magazine Luiza competisse de igual para igual com outros players do mercado, sua gestão foi marcada por importantes feitos no quesito inovação. O empreendimento tem a primeira loja virtual do mundo e um dos comerciais mais sólidos.<br><br>Essa história é inspiradora pois Luiza começou de baixo, trabalhando na empresa da família, e através do seus esforços e dedicação ela chegou na presidência da empresa.<br><br><strong>Aluna: Joana Lisa Cerqueira Vieira<br>Empreendedorismo 1</strong>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 20:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Gizelle Souza Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Jan Koum</strong> é o criador do <strong>WhatsApp </strong>e mais um dos empreendedores de sucesso que começaram do zero. Por trás do sucesso do aplicativo que facilita a comunicação de mais de <strong>1,5 bilhão de usuários</strong>, existe uma história de grande superação.<br><br>
</div><div>Koum nasceu em um vilarejo pobre em uma área rural próxima a Kiev, na Ucrânia (na antiga União Soviética). Cresceu em uma sociedade totalmente fechada, onde seus pais tinham <strong>medo de falar ao telefone</strong> com receio de que o governo soviético pudesse estar escutando.<br><br>
</div><div>Aos 16 anos, em 1992, ele, sua mãe e sua avó conseguiram se mudar para a Califórnia, mas as dificuldades não terminaram. Nos Estados Unidos, os três moraram em instituições cedidas pelo governo, dependendo de assistência para se alimentar e viver e sem o patriarca, que ficou na Ucrânia.<br><br>
</div><div>Jan Koum conta que chegou a estudar matemática e ciência, mas era “ruim em ambos”. Mesmo sem faculdade, foi se aproximando do mundo da tecnologia e crescendo nessa área.<br><br>
</div><div>Teve uma série de empregos até chegar ao Yahoo!, onde conheceu <strong>Brian Acton</strong>, que seria o cofundador do WhatsApp. Os dois deixaram a empresa no mesmo dia, em 2007, em busca de se tornarem empreendedores de sucesso.<br><br>
</div><div>A ideia virou realidade<br><br>
</div><div>Em 2009, lançaram seu <strong>aplicativo</strong>, que inicialmente servia apenas para indicar o status quando o usuário não podia atender a uma ligação: “estou em reunião” e coisas do tipo… Mas não deu em nada.<br><br>
</div><div>Curiosidade: naquela época, os dois fizeram entrevistas para trabalhar no Facebook, mas foram rejeitados.<br><br>
</div><div>Depois que aprimoraram o WhatsApp e mudaram seu foco para mensagens instantâneas, o negócio decolou. Mesmo alterando bastante o projeto inicial, continuaram fiéis aos seus lemas do início: sem propagandas, sem armazenamento de mensagens.<br><br>
</div><div>Devido à história de sua infância e adolescência, fazia todo o sentido que <strong>Jan Koum</strong> trabalhasse na democratização das comunicações por telefone.<br><br>
</div><div>Em 2014, ele e Brian Acton venderam o WhatsApp para o Facebook (empresa que os havia rejeitado poucos anos antes) e <strong>se tornaram bilionários</strong>.<br><br><br><br>"A história de Jan koum min chamou muito atenção, pois ele era de uma família pobre. Mas diante de toda essa humildade ele nunca desistiu e realizou o sonho da mãe independente de toda essa distância. Como sabemos e vimos que&nbsp; a maioria das pessoas que são de baixa renda tem sonhos, só&nbsp; que elas decide esquecer esse sonho por ser pobre e não ter condições de seguir em frente, por serem regeitados ou até mesmo por sofrerem bullying. E essa histórias nos faz perceber e entender que se agente realmente quer , nos conseguimos. Mesmo diante de todos os desafios , não podemos desistir, temos que lutar e seguir."<br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 21:11:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriele Gonçalves Braga.</title>
         <author>gabrielegoncalvesbraga7</author>
         <link>https://padlet.com/atividadesniceia/cc70uog1t8q7qe23/wish/1800509855</link>
         <description><![CDATA[<div>
<br>Zica Assis<br><br>
</div><div>O primeiro exemplo de mulher empreendedora é <a href="https://www.belezanatural.com.br/quem-somos">Heloísa Helena Assis</a>, conhecida como Zica. Ela trabalhou como babá e doméstica e teve nos fios cacheados a inspiração que transformou a vida dela.<br><br>
</div><div>Com a intenção de desenvolver produtos de qualidade voltados para os cabelos crespos, cacheados e ondulados, Zica fez um curso de cabeleireira e usava esse espaço para testar os produtos que mais geravam resultados nesses tipos de cabelo.<br><br>
</div><div>Percebendo a falta de produtos adequados no mercado e interesse das conhecidas, Zica se uniu com mais 3 amigas para abrir o salão especializado em cabelos crespos e ondulados em 1993, o Instituto Beleza Natural.<br><br>
</div><div>Além do atendimento, o empreendimento também focou a formulação de produtos próprios para esse <a href="https://rockcontent.com/br/blog/nicho-de-mercado/">nicho de mercado</a>. Atualmente, já são mais de 40 unidades do Instituto em todo o Brasil e<strong> Zica foi reconhecida como uma das 10 empresárias mais poderosas do país, </strong><a href="https://www.forbes.com/pictures/eifl45ekgd/no-10-heloisa-helena-assis/#7dc806e213b0"><strong>de acordo com a Forbes</strong></a><strong>.<br></strong><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que me chamou atenção foi a de Jan koum porque mesmo com a rejeição e renda baixa ele não desistiu ultrapassou barreiras  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/atividadesniceia/cc70uog1t8q7qe23/wish/1803042947</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 17:30:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luciano Hangluciano hangLuciano Hang é um empresário proprietário e cofundador da Havan, conhecida como uma das maiores redes de lojas de departamentos do Brasil. Filho de operários que costumavam trabalhar na indústria têxtil, Luciano foi acostumado com esse setor desde criança.Durante a juventude, com 17 anos, Hang foi contratado para trabalhar na mesma empresa na qual os pais eram funcionários. Ao mesmo tempo em que trabalhava, o empresário fez um curso de Tecnólogo em Processamento de Dados em Santa Catarina.Nos anos 1980, Luciano percebeu o crescimento do número de turistas que procuravam por tecidos e roupas e, junto ao seu sócio Vanderlei de Limas, decidiu abrir uma loja voltada para esse setor. Logo, em 1986, foi criada a Havan, que é uma mistura dos nomes dos dois fundadores.A venda de novos produtos e o crescimento da empresa fizeram com que, em 1989, o negócio mudasse para uma sede maior. Devido à grande expansão da empresa, foi inaugurada, em 1995, a primeira filial da Havan em Curitiba.Em 2017, a Havan alcançou a marca de 100 lojas pelo Brasil, o que reforça a sua posição como a marca do segmento principal no país</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna&nbsp;: Beatriz Silva Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 22:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aluna: Luana Oliveira Teixeira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A mudança na vida da <a href="https://mazedoces.com.br/#quem-somos">Maria José de Lima Freitas</a>, conhecida como Mazé, veio por meio dos doces e aos 44 anos de idade. Após perder o emprego de faxineira e passar mais de um ano desempregada, ela decidiu começar a vender doces para gerar renda e sustentar os dois filhos.<br><br>
</div><div>O primeiro tacho de doce de amendoim rendeu R$ 20 em 1999 e, a partir disso, o negócio cresceu com a corajosa doceira à frente dele. <strong>Atualmente, a Mazé Doces produz mais de 100 toneladas de doces anualmente, com mais de 25 funcionários e </strong><a href="https://rockcontent.com/br/blog/faturamento/"><strong>faturamento</strong></a><strong> anual de R$ 1 milhão.<br><br></strong>A força de vontade dela e persistência pode ser incentivo para todos. Mesmo recebendo críticas de que doces não daria dinheiro, ela seguiu com seu sonho e além de conseguir sustentar sua família fundou um grande negócio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 23:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>Andriele Lima Gomes turma 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>STEVE JOBS ( 1955-2011).<br><br>Empreendedor de Sucesso : Steve Jobs |<br>O empresário norte-americano, natural de São Francisco na Califórnia, é fundador da gigante Apple. Criou o iPhone, iPad e o iPod, revolucionando a indústria de computadores pessoais, telefones celulares e animações. Grande parte da consistente história da Apple se deve ao perfil empreendedor de Steve Jobs. Graças à parceria com Steve Wozniak, em 1976, os dois jovens deram os primeiros passos para entrar em um mercado dominado por gigantes como Atari e IBM.<br>Steve Jobs, falecido em 5 de outubro de 2011, nos deixou valiosas lições que são inspiração para empreendedores de todos os setores da economia — exemplos para uma carreira de sucesso. Pensar com a cabeça do cliente talvez seja um dos mais importantes pontos da carreira de Steve Jobs que, ao elaborar um produto sempre imaginava como o usuário seria beneficiado. Apesar das diversas dificuldades encontradas, Jobs sempre surpreendia com uma inovação.<br><br>_________________________________________<br><strong>INSPIRAÇÃO: O que me chamou atenção sobre o Steve Jobs foi a inovação, e o marketing para conquistar o cliente, pensar sempre no bem estar do cliente.<br>Liderança,comunicação e influência, inteligência estratégica&nbsp; e aprendizagem contínua.✨</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 18:15:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ralph Lauren Quem nunca viu uma camisa com o famoso logotipo de um homem jogando polo? A marca é tão famosa que se tornou o próprio nome desse estilo de camisa, de manga curta e gola com botões.O que nem todo mundo sabe é que o homem por trás da grife, o famoso estilista Ralph Lauren, cujo nome é sinônimo de moda em todo o mundo, cresceu como um filho de imigrantes pobres no bairro do Bronx, em Nova York.Ele nasceu chamado Ralph Lifshitz, em uma família de judeus que havia fugido da guerra na Bielorrússia. Conseguiu trocar de nome no final da adolescência, depois de sofrer muito bullying por sua origem.Para se distrair das condições difíceis em que vivia, seu escape era o cinema. Passava quase todo o tempo livre imerso nas diferentes realidades mostradas na tela.Fascinado pelos filmes, revelaria anos depois que as suas conquistas, improváveis para um menino pobre do Bronx, foram inspiradas na ficção.Ainda jovem, conseguiu um emprego vendendo gravatas em uma loja chamada Brooks Brothers. Em seu trabalho, ficava imaginando se os homens americanos não estavam dispostos a um estilo um pouco mais ousado.Desenhou sua própria linha de gravatas, com um corte diferente, mais largo do que se usava na época (anos 1960). O sucesso não foi instantâneo.Mas, aos 28 anos, quando trabalhava para a fabricante Beau Brummell, conseguiu convencer a companhia a fabricar a sua linha própria de gravatas. A partir daí, fundou sua própria empresa e expandiu para outras peças de vestuário, isso sem nunca ter frequentado uma escola de moda.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Bruna Santos de Sousa</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-10 17:47:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bianca Santos Corrêa de Sousa - turma 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Alberto Saraiva (criador do Habib’s)<br><br></div><div>As histórias de gente que venceu começando do zero não são exclusividade dos Estados Unidos. Você sabia que uma das maiores redes de <em>fast food</em> do Brasil tem uma tragédia por trás?<br><br></div><div>O pai de Alberto Saraiva trouxe a família de Portugal para o Brasil em busca de novas oportunidades e quando Alberto tinha 17 anos a família se mudou do interior do Paraná para São Paulo para que ele pudesse perseguir seu sonho de ser médico.<br><br></div><div>Para pagar as contas, seu pai comprou uma padaria, porém o negócio não era tão bom. A situação ficaria pior: em um assalto ao estabelecimento, o pai de Alberto foi assassinado.<br><br></div><div>Mesmo abalado e traumatizado, Alberto trancou o curso de medicina e assumiu o empreendimento do pai, mas a situação não era nada boa, pois a padaria tinha equipamentos velhos, pouca mão de obra e muita concorrência.<br><br></div><div>Assim, sua estratégia foi vender pão 30% mais barato que os concorrentes. Pouco mais de um ano depois, vendeu a padaria, agora faturando, para outro português. Em seguida, voltou a estudar.<br><br></div><div>Durante o restante do curso de medicina, porém, sempre dividiu suas atenções com outras empreitadas. Criou a Casa do Pastel, sempre vendendo baratinho, e fez sucesso. Depois a do nhoque, a da fogazza, a da pizza.<br><br></div><div>Quando se formou, Alberto guardou o diploma e voltou para trás do balcão e no fim nunca exerceu a medicina, até que um dia conheceu um cozinheiro que pedia emprego e era especialista em comida árabe.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 19:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno: Lucas Abade Souza  Turma 1</title>
         <author>lucassouza548</author>
         <link>https://padlet.com/atividadesniceia/cc70uog1t8q7qe23/wish/1808807608</link>
         <description><![CDATA[<div>Mark Zuckerberg se tornou mundialmente conhecido por causa do sucesso de sua rede social: o Facebook. Apesar de ter certa fama e possuir uma das marcas mais bem-sucedidas e valiosas da atualidade, pode ser que poucos realmente conheçam sua história.&nbsp;<br><br>Considerado um grande empresário, principalmente por quem atua na área de internet e tecnologia, Zuckerberg pode ser visto como exemplo para novos empreendedores do ramo. &nbsp;<br><br>Mark Zuckerberg é conhecido por ser o CEO e um dos fundadores do Facebook, que é atualmente a maior rede social do planeta. Além disso, o empresário adquiriu o Instagram e o WhatsApp, duas mídias muito populares mundialmente. &nbsp;<br><br>Conforme dados da Forbes de 2020, Mark Zuckerberg tem uma fortuna estimada em US$107,6 bilhões. Sendo assim, ele pode ser considerado o sétimo maior bilionário do mundo na atualidade. Confira agora um pouco sobre Mark Zuckerberg e sua biografia. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 21:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno Dheyllon Rone Pereira Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Silvio Santos&nbsp;<br><br>Durante as eleições de 1946, Silvio, então com 14 anos, viu um homem que vendia capinhas de plástico para guardar títulos de eleitor nas ruas do Rio de Janeiro, e teve seu primeiro gesto como empreendedor ao decidir fazer o mesmo. Como a repressão da polícia ao comércio ambulante era grande, ele e Leon vendiam seus produtos na rua por apenas 45 minutos por dia, que era o tempo de almoço dos guardas. O potencial da voz de Silvio logo chamou a atenção nas ruas do Rio, e ele foi convidado para fazer um teste na Rádio Guanabara. Passou em primeiro lugar, superando nomes como Chico Anysio, mas logo voltou a trabalhar como ambulante, onde faturava mais. Algum tempo depois ele resolveu tentar a vida em São Paulo onde virou sócio de uma empresa do seu amigo e colega radialista Manoel de Nobrega. O negócio expandiu e assim iniciou o&nbsp; grupo Silvio Santos. Em 1975 já conhecido como apresentador de tv o Senhor Abravanel comprou a emissora TVS que passou a se chamar Sistema Brasileiro de Televisão, SBT.&nbsp;<br>Essa história chamou a minha atenção por mostrar a força e a dedicação que devemos ter como exemplo em nossas vidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 21:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna : Lorena Chaves Nunes Pereira / Turma : 1 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anielle Guedes – Empreendedora, inventora, palestrante e consultora<br><br>Anielle foi eleita pelas revistas Forbes, MIT Technology Review e Bloomberg como uma das jovens mais influentes e inovadoras do mundo, entre outras premiações.<br>Ela estudou Física e Economia na USP e fez um curso na Singularity University, na NASA.<br>Lá, teve a ideia de uma startup que desenvolve tecnologia de impressão 3D para construir moradias de baixo custo – a Urban 3D.<br>Essa startup é apenas uma entre outras empresas que ela fundou.<br>Também palestrou na ONU pelo menos duas vezes, colaborou com um documentário sobre educação.<br>Além da experiência como fundadora de empresas, inventora, palestrante, conselheira de startups.<br>É também especialista em tecnologias emergentes, governança global e desenvolvimento econômico social.<br>Atualmente ela estuda Ciência Política e Econômica na Universidade de Londres.<br>É também colunista no UOL, conselheira no departamento de desenvolvimento econômico e social do Estado de São Paulo e gerente geral na Next Consulting.<br><br></div><blockquote>Essa história me inspirou porque Anielle teve força de vontade , criatividade e não desistiu , sempre buscando saber mais , hoje ela e uma super mulher empreendedora , uma das minha metas e ser assim se possível melhor do que ela .</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Alexandre Lopes p da Silva turma 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Stan Lee-criador da Marvel<br>Stan Lee, ou melhor, <strong>Stanley Martin Lieber</strong>; nasceu no dia 28 de dezembro de 1922, em Nova York, EUA. Ele e seu irmão, Larry Lieber, são americanos, embora seus pais, Celia e Jack Lieber; fossem imigrantes romenos.<br>Basicamente, tudo iniciou quando Stan Lee se formou no ensino médio, em 1939. Na época ele entrou como assistente na empresa Timely Comics. Inclusive, essa empresa era uma divisão de Martin Goodman, voltada para revistas pulp e quadrinhos&nbsp;<br>Após algum tempo, ele foi contratado formalmente pelo editor da Timely, Joe Simon. Inclusive, seu primeiro trabalho publicado foi em maio de 1941, a história “Captain America Foils the Traitor’s Revenge”. Esse conto foi ilustrado por Jack Kirby e lançado na edição nº3 da Captain America Comics.<br><br></div><div>Aliás, esse não só foi o início do Capitão América, como também foi o início de todo legado de Stan Lee. Até porque, ainda no ano de 1941, quando Stan Lee ainda tinha seus 19 anos, ele se tornou o editor interino da Timely Comics. Isso, claro, após a saída de Joe Simon e Jack Kirby da companhia.<br><br></div><div>Já, em 1950, a DC Comics lançou o seu grande sucesso, que foi a criação da Liga da Justiça. Por isso, a Timely, ou melhor, Atlas Comics; decidiu correr atrás de um apogeu. Para isso, ficou a cargo de Stan Lee a missão de criar um time de super-heróis novos, revolucionários e cativantes.<br>Após a criação do Quarteto Fantástico, as vendas aumentaram consideravelmente. Portanto, a popularidade da empresa também cresceu. Logo, eles mudaram o nome da empresa para Marvel Comics.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 02:32:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aluna: Laysa Sampaio Lemos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Alexandre Costa é fundador e CEO da maior rede de chocolates finos do mundo, a Cacau Show. A empresa que Alexandre começou aos 17 anos, possui um faturamento anual na casa dos bilhões.<br><br>Alexandre Costa defende que os valores da empresa devem ser construídos com objetivo de trazer satisfação ao seu cliente, por isto existe uma vasta gama de produtos disponíveis, buscando atender os mais diversos gostos.<br><br>O império de Costa começou graças a uma grande casualidade.<br><br>Alexandre Tadeu da Costa e família viviam na Casa Verde, bairro da cidade de São Paulo. Seus pais eram envolvidos com comércio.<br><br>Graças a isso, desde cedo, Alexandre já possuía uma rede de contatos.<br><br>Em 1988, ele quis ganhar um dinheiro a mais, para isso decidiu aproveitar a páscoa como oportunidade. Aceitou uma grande encomenda de ovos de páscoa.<br><br>Um fabricante havia lhe deixado na mão em relação a sua encomenda, referente a 2000 ovos de chocolate.<br>Para que não perdesse os clientes, Alexandre produziu os chocolates e conseguiu completar os pedidos com o sucesso.<br><br>O principal retorno que o jovem teve dessa experiência foi perceber que existia uma lacuna no mercado da sobremesa, especialmente entre a grande indústria e o pequeno artesão.<br><br>Com o lucro obtido na venda dos ovos, Alexandre Costa criou a Cacau Show.<br><br>Seu esforço e dedicação fizeram como que um negócio que começou sendo apresentado de loja em loja, crescesse de forma acelerada, principalmente após abrir seu primeiro ponto físico em 2001.<br><br>O modelo de padronização das lojas e o entendimento de mercado de Costa fizeram com que em 2006, cerca de cinco anos após abrir sua primeira loja, a Cacau Show fosse a maior do ramo no Brasil.<br><br>Dois anos mais tarde a rede alcançou o posto de número um do mundo no ramo, ultrapassando a estadunidense Rock Mountain.<br><br>Na década seguinte o grupo passou do número de 1000 lojas, todas espalhadas pelo Brasil.<br><br>O sucesso do negócio fez com que Alexandre ficasse cada vez mais conhecido e respeitado no universo empresarial. Não à toa é um dos empresários de maior renome do Brasil na última década.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:09:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu&nbsp;Achei Interessante A Idea De Mark Zuckerberg Pois Através De Uma Idea Surgiu Uma Forma De Comunicação Onde Podemos Fala Com Pessoas De Vários Quantos Do Mundo No Caso Nos Comunicar Com Mais Facilidade </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:17:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/atividadesniceia/cc70uog1t8q7qe23/wish/1815283777</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Filho de Romeu do Amaral Gurgel e Maria H. Conrado, foi casado com Carolina Barbosa e teve três filhos: Fernando Barbosa do Amaral Gurgel, Maria Cristina Barbosa do Amaral Gurgel e Maria.<br><br></div><div><strong>O empresário</strong></div><div><br>Desde sua juventude, sonhava em fazer um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Autom%C3%B3vel">carro</a> brasileiro, tanto que em sua formatura da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Escola_Polit%C3%A9cnica_da_Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Escola Politécnica da Universidade de São Paulo</a>, apresentou um pequeno veículo de dois cilindros, batizado <em>Tião.</em><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Augusto_Amaral_Gurgel#cite_note-re1-1"><sup>[1]</sup></a> Como projeto pedido foi um guindaste, quase é reprovado. Ouviu então de seu professor: "<em>carro não se fabrica, Gurgel, se compra</em>".<br><br></div><div><br>Pós-graduado nos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a>, trabalhou na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Buick">Buick Motor Corporation</a> e na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/General_Motors">General Motors Truck and Coach Corporation</a>.<br><br></div><div><br>Em 1958, criou a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Moplast_Moldagem_de_Pl%C3%A1sticos&amp;action=edit&amp;redlink=1">Moplast Moldagem de Plásticos</a> e começou a desenvolver projetos próprios, tornando-se fornecedor de luminosos para diversas empresas brasileiras.<br><br></div><div><br>Em 1964 João Augusto se desligou da Moplast e abriu, ainda em São Paulo, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Macan">Macan Indústria e Comércio Ltda.</a>, revenda Volkswagen que também fabricava karts, mini-carros infantis e um transportador industrial para movimentação de cargas em fábricas e aeroportos, denominado <em>Mocar.</em><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Augusto_Amaral_Gurgel#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> Pouco depois, em 1 de setembro de 1969, fundou a Gurgel Indústria e Comércio de Veículos Ltda., ainda em São Paulo.<br><br></div><div><br>Sua carreira foi marcada pela busca do desenvolvimento de tecnologias automotivas nacionais, utilizando capital igualmente nacional. Característica marcante nos veículos fabricados por sua empresa eram as suas <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Carro%C3%A7aria">carrocerias</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fibra_de_vidro">fibra de vidro</a>.<br><br></div><div><br>Gurgel era contrário ao uso do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81lcool_combust%C3%ADvel">álcool</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar">cana-de-açúcar</a> como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Combust%C3%ADvel">combustível</a>. Ainda assim, produziu alguns (poucos) carros com <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Motor_a_%C3%A1lcool">motor a álcool</a>. Na grande maioria os veículos da sua marca eram movidos a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gasolina">gasolina</a>. Segundo ele, a terra deve produzir alimentos e não combustíveis.<br><br></div><div><strong>Morte</strong></div><div><br>Sofrendo do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mal_de_Alzheimer">mal de Alzheimer</a> havia oito anos, João Gurgel morreu no dia 30 de janeiro de 2009, aos 82 anos, na sua casa, na cidade de São Paulo<br><br></div><div><br>Filho de Romeu do Amaral Gurgel e Maria H. Conrado, foi casado com Carolina Barbosa e teve três filhos: Fernando Barbosa do Amaral Gurgel, Maria Cristina Barbosa do Amaral Gurgel e Maria.<br><br></div><div><strong>O empresário</strong></div><div><br>Desde sua juventude, sonhava em fazer um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Autom%C3%B3vel">carro</a> brasileiro, tanto que em sua formatura da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Escola_Polit%C3%A9cnica_da_Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Escola Politécnica da Universidade de São Paulo</a>, apresentou um pequeno veículo de dois cilindros, batizado <em>Tião.</em><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Augusto_Amaral_Gurgel#cite_note-re1-1"><sup>[1]</sup></a> Como projeto pedido foi um guindaste, quase é reprovado. Ouviu então de seu professor: "<em>carro não se fabrica, Gurgel, se compra</em>".<br><br></div><div><br>Pós-graduado nos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a>, trabalhou na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Buick">Buick Motor Corporation</a> e na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/General_Motors">General Motors Truck and Coach Corporation</a>.<br><br></div><div><br>Em 1958, criou a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Moplast_Moldagem_de_Pl%C3%A1sticos&amp;action=edit&amp;redlink=1">Moplast Moldagem de Plásticos</a> e começou a desenvolver projetos próprios, tornando-se fornecedor de luminosos para diversas empresas brasileiras.<br><br></div><div><br>Em 1964 João Augusto se desligou da Moplast e abriu, ainda em São Paulo, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Macan">Macan Indústria e Comércio Ltda.</a>, revenda Volkswagen que também fabricava karts, mini-carros infantis e um transportador industrial para movimentação de cargas em fábricas e aeroportos, denominado <em>Mocar.</em><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Augusto_Amaral_Gurgel#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> Pouco depois, em 1 de setembro de 1969, fundou a Gurgel Indústria e Comércio de Veículos Ltda., ainda em São Paulo.<br><br></div><div><br>Sua carreira foi marcada pela busca do desenvolvimento de tecnologias automotivas nacionais, utilizando capital igualmente nacional. Característica marcante nos veículos fabricados por sua empresa eram as suas <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Carro%C3%A7aria">carrocerias</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fibra_de_vidro">fibra de vidro</a>.<br><br></div><div><br>Gurgel era contrário ao uso do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81lcool_combust%C3%ADvel">álcool</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar">cana-de-açúcar</a> como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Combust%C3%ADvel">combustível</a>. Ainda assim, produziu alguns (poucos) carros com <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Motor_a_%C3%A1lcool">motor a álcool</a>. Na grande maioria os veículos da sua marca eram movidos a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gasolina">gasolina</a>. Segundo ele, a terra deve produzir alimentos e não combustíveis.<br><br></div><div><strong>Morte</strong></div><div><br>Sofrendo do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mal_de_Alzheimer">mal de Alzheimer</a> havia oito anos, João Gurgel morreu no dia 30 de janeiro de 2009, aos 82 anos, na sua casa, na cidade de São Paulo<br><br><br>O que faz com que eu admire gurgel foi que ele confiou e dedicou sua vida pela indústria nacional e tbm sempre faz produtos que era de boa qualidade considerado a frente do seu tempo pela sua capacidadede desenvolver automóveis bons.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 22:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Mark Zuckerberg se tornou mundialmente conhecido por causa do sucesso de sua rede social: o Facebook. Apesar de ter certa fama e possuir uma das marcas mais bem-sucedidas e valiosas da atualidade, pode ser que poucos realmente conheçam sua história. Considerado um grande empresário, principalmente por quem atua na área de internet e tecnologia, Zuckerberg pode ser visto como exemplo para novos empreendedores do ramo.  QUEM É MARK ZUCKERBERG? Mark Zuckerberg é conhecido por ser o CEO e um dos fundadores do Facebook, que é atualmente a maior rede social do planeta. Além disso, o empresário adquiriu o Instagram e o WhatsApp, duas mídias muito populares mundialmente.  Conforme dados da Forbes de 2020, Mark Zuckerberg tem uma fortuna estimada em US$107,6 bilhões. Sendo assim, ele pode ser considerado o sétimo maior bilionário do mundo na atualidade. Confira agora um pouco sobre Mark Zuckerberg e sua biografia.  VIDA PESSOAL:Mark Elliot Zuckerberg nasceu em maio de 1984 na cidade de White Plains, no estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos. É filho de uma psiquiatra e de um dentista. Era o único filho menino e tinha três irmãs.  Durante sua vida escolar, estudou na Ardsley High School, onde se destacou em arte e cultura clássica. Quando estudou na Phillips Exeter Academy, chegou a ganhar diversos prêmios estudantis em ciências da astronomia, física e matemática.  Mark também demonstrava ter facilidade com idiomas. Ele aprendeu a ler e escrever em idiomas clássicos, como latim, grego antigo e hebraico, além de francês. Ainda no ensino médio, Zuckerberg começou a trabalhar com programas de computador. Seu pai chegou a lhe ensinar programação básica e anos depois, contratou um professor particular para Mark aprender desenvolvimento de softwares.  Nessa época, todos o consideravam um prodígio nessa área. Tanto que, ainda no colégio, realizou uma pós-graduação no ramo. Zuckerberg sempre gostou de criar programas de computador, tendo elaborado alguns jogos e softwares de comunicação.  Zuckerberg também é amante de poesia clássica e era muito conhecido por recitar versos de poemas épicos. Foi durante a faculdade que ele conheceu sua atual esposa, Priscilla Chan.  O empreendedor sempre atuou com programação e já trabalhou em empresas do ramo, como a Intelligent Media Group, onde criou um leitor de música que utilizava inteligência artificial para aprender hábitos de escuta do usuário.  A Microsoft e a AOL tentaram comprar essa criação, então chamada de Synapse Media Player. Também queriam contratar Zuckerberg. Contudo, ele recusou os convites e se matriculou em Harvard.  SURGIMENTO DO FACEBOOK:Mark entrou em Harvard para se graduar em Psicologia e Ciências da Computação. Foi durante sua vida acadêmica que o Facebook foi elaborado. Naquela época, havia a necessidade de que fosse criado um programa para facilitar a comunicação entre alunos e para a universidade passar informações para todos os estudantes.  Sendo assim, Mark resolveu desenvolver seu próprio site para esse objetivo. Dessa forma, ele e alguns amigos começaram a pensar em um projeto. Dentre os que planejavam a ideia, estava o brasileiro Eduardo Saverin.  Em 2004, foi ao ar a rede, chamada inicialmente de Thefacebook. Após ser lançada, Mark passou a convidar amigos para se inscrever a indicar outras pessoas.  Nesse tempo, o site era bem diferente da rede social que é acessada hoje em dia. Era muito mais simples e não tinha determinadas ferramentas, como o feed de notícias.  Tratava-se apenas de um local online para o usuário inserir informações pessoais e se conectar com outros alunos de Harvard. Ou seja, para poder fazer parte, era essencial ser aluno da universidade, pois o acesso era feito por um e-mail próprio que os alunos recebiam da instituição educacional.  Apesar de simples, a rede se tornou popular rapidamente. O sucesso fez com que os idealizadores do Thefacebook buscassem ajuda para melhorar o projeto. Assim, foram chamados outros colegas, os quais também são considerados fundadores do Facebook. QUANDO O FACEBOOK SE TORNOU UMA REDE SOCIAL MUNDIALMENTE CONHECIDA? Apenas dois meses depois do lançamento, os fundadores decidiram abrir inscrições para estudantes de outras universidades. A rede cresceu ainda mais e isso fez com que Zuckerberg interrompesse os estudos para se dedicar ao negócio.  Zuckerberg mudou-se para Palo Alto, na Califórnia com seus sócios e alugou uma casa para ser o escritório. Foi nesse momento que resolveram tirar o The do nome da empresa, passando a chamá-la apenas de Facebook.  Antes de se tornar uma rede aberta para todos, o Facebook passou primeiro a admitir o acesso de universitários de outros países, jovens do ensino médio dos Estados Unidos e funcionários de grandes organizações, como Apple e Microsoft.  Então, em 2006, dois anos e meio depois da fundação, o Facebook foi finalmente aberto para todas as pessoas do mundo que tenham um e-mail válido e tivessem mais de 13 anos de idade.  Em pouco tempo, o crescimento do número de usuários foi surpreendente. Em julho de 2010, havia cerca de 500 milhões de perfis ativos. Foi em 2012 que a rede social alcançou 1 bilhão de usuários, dobrando a quantidade em 2017.  O QUE MAIS MARK ZUCKERBERG FEZ? O Facebook se tornou um fenômeno mundial. Depois disso, o empreendedor e investidor passou a aumentar sua influência no mundo das mídias sociais. Em 2012, comprou o Instagram por US$1 bilhão. Em 2014, o WhatsApp foi adquirido por US$19 bilhões.   Além dessas compras significantes, a multinacional adquiriu a companhia de análises Onavo por US$120 milhões, dentre diversas outras aquisições.  Em 2018, o Facebook era a quinta empresa mais valiosa dos Estados Unidos. Ainda, é uma das companhias com maior valor de mercado do mundo.  Além de empreendedor, Zuckerberg também é adepto à filantropia. Em 2010, ele se tornou um dos signatários do The Giving Pledge, criada por Bill Gates e Warren Buffett. Mark Zuckerberg é um empreendedor que não mede esforços para deixar sua companhia cada vez mais forte e influente. Por esse motivo – e apesar de algumas polêmicas ligadas aos seus negócios, ele acaba se tornando uma referência para diversos empreendedores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Flávia Barreto Pinheiro dos Santos <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 00:45:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/atividadesniceia/cc70uog1t8q7qe23/wish/1817969532</link>
         <description><![CDATA[<h1>Luiza Helena Trajano: a empresária que fez o Magazine Luiza virar referência em inovação e diversidade</h1><div>Conheça a trajetória da rainha do varejo do Brasil que se afastou do dia a dia do Magazine Luiza para se dedicar a causas como empreendedorismo<br><br></div><div>Nome completo: | Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues<br>Ocupação: | Advogada e empresária<br>Local de nascimento: | Franca, São Paulo<br>Data de nascimento: | 9 de outubro de 1948<br>Fortuna: | US$ 4,9 bi*</div><div><em>*Estimativa da Forbes em agosto de 2020</em></div><div>Quem é Luiza Trajano?</div><div>A história de vida de Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues, maior acionista e atual presidente do Conselho de Administração da Magazine Luiza, se confunde com a história da própria rede varejista – muito embora o nome da rede não venha especificamente de Luiza Helena, mas de sua tia, xará e primeira dona daquela que viria a ser uma das maiores empresas do Brasil.<br><br></div><div>Formada em Direito em 1972, Luiza começou a trabalhar na loja e passou por diversos departamentos antes de assumir a liderança na organização, em 1991. <a href="https://www.infomoney.com.br/especiais/ed04/saga-magalu-episodio-02-gestao-luiza-helena/">Sob sua direção, a empresa criou as primeiras lojas virtuais</a>, com vendas pela televisão, a Liquidação Fantástica, que arrastava consumidores em busca de grandes descontos no mês de janeiro, e começou sua expansão para o Paraná e o Mato Grosso do Sul.<br><br></div><div>Em 2000, foi lançado o site de comércio eletrônico da companhia, que começou um processo de aquisição de outras redes como as Lojas Líder, Lojas Base, Kilar e Madol. Em 2008, a empresa inaugurou 46 lojas no mesmo dia em São Paulo. Dois anos depois, chegou ao Nordeste.<br><br></div><div>A chegada à bolsa ocorreu em 2011, com o IPO da companhia. Capitalizada, ela manteve o ciclo de aquisições nos anos seguintes, com a compra do Baú da Felicidade, a startup de logística Logbee, <a href="https://www.infomoney.com.br/negocios/magazine-luiza-compra-netshoes-por-us-62-milhoes/">o maior e-commerce esportivo do Brasil, Netshoes</a>, <a href="https://www.infomoney.com.br/negocios/por-r-31-milhoes-magalu-compra-estante-virtual-da-livraria-cultura/">e o marketplace de livros Estante Virtual</a>.<br><br></div><div>Embora Luiza Helena tenha cedido a presidência da companhia para Marcelo Silva, até então diretor superintendente da empresa, seu filho, <a href="https://www.infomoney.com.br/perfil/frederico-trajano/">Frederico Trajano</a>, responsável pela guinada digital da empresa, estava sendo preparado para assumir a liderança. Ele já havia implementado importantes mudanças, como a criação do LuizaLabs, um laboratório de tecnologia e inovação focado em desenvolver projetos, e foi o responsável pelo lançamento da Lu, o avatar com mais de 4 milhões de seguidores no Instagram que foi criado para dar assistência às vendas online e se transformou em uma “influenciadora digital”.<br><br></div><div>Frederico assumiu o comando da varejista em 2016. Nos primeiros 23 meses de sua gestão, multiplicou o valor de mercado da empresa por 30. Luiza segue norteando os rumos da varejista, como presidente do Conselho de Administração.<br><br></div><div>Com o negócio da família em boas mãos, Luiza dedica-se ao grupo que formou com outras empresárias, o Mulheres do Brasil, e empreende esforços para apoiar os micro e pequenos empresários.<br><br></div><ul><li><a href="https://www.infomoney.com.br/especiais/ed04/">SAGA Magalu: podcast conta em detalhes como a Magazine Luiza se tornou uma empresa de mais de R$ 140 bilhões de valor de mercado.</a></li></ul><div>Família e formação</div><div>Luiza Helena é a única filha de Clarismundo lnácio e Jacira Trajano Inácio. Nascida e criada em Franca, no interior de São Paulo, ela teve duas grandes influências femininas na sua criação: sua mãe e sua tia.<br><br></div><div>A mãe dava liberdade para a filha tomar suas decisões, estimulando-a a pensar em soluções para seus próprios problemas. Com a tia, compartilhava a veia empreendedora e o primeiro nome: Luiza.<br><br></div><div>Sua tia passou boa parte da vida trabalhando como vendedora, mas, depois de se casar com Pelegrino José Donato, deixou de lado a profissão para seguir o marido. Porém, a vontade de ter um negócio próprio a fez comprar uma pequena loja. Luiza fez um concurso na rádio local para escolher o novo nome da loja (em troca de um colchão novo). Com a fama de boa vendedora, foi natural que o nome escolhido fosse uma espécie de homenagem. Nascia, assim, o Magazine Luiza.<br><br></div><div>Luiza, a sobrinha, teve a oportunidade de experimentar desde pequena o que é trabalhar com o varejo. Filha – e sobrinha – única, era muito paparicada. Mas gostava de mimar os outros também. Quando tinha 12 anos, ele decidiu que iria dar presentes de Natal para todos os familiares. Em vez de dizer que não tinha dinheiro, sua mãe a encorajou a encontrar sua própria solução: “trabalhe, junte seu dinheiro e compre seus presentes.”<br><br></div><div>Luiza abriu mão das férias escolares, trabalhando como balconista na loja da tia. A experiência foi tão enriquecedora que Luiza decidiu repetir a dose nos anos seguintes, durante as férias escolares. Ela se tornaria oficialmente funcionária do Magazine Luiza aos 17 anos, depois de concluir o ensino médio.<br><br></div><div>Chegara a hora de decidir qual curso de ensino superior fazer. Luiza Helena queria estudar Psicologia, mas a graduação não estava disponível em Franca naquela época. O jeito foi estudar Direito e Administração. Ela se formou no primeiro curso em 1972, mas não chegou a concluir o segundo. Também não chegou a praticar o Direito um dia sequer: já estava imersa na rotina do Magazine Luiza, enquanto a rede se expandia com a compra de lojas regionais.<br><br></div><div>Luiza foi vendedora, gerente de loja, encarregada e compradora até receber, em 1991, um bilhete da tia com um chamado: era o momento de assumir a liderança da empresa. E ela não poderia estar mais preparada.<br><br></div><div>O Magazine da Luiza</div><div>Assim que assumiu a direção, Luiza Helena decidiu modernizar a empresa, criando uma loja virtual de eletrodomésticos em uma época na qual as pessoas mal acessavam a internet. Com a novidade, os clientes podiam ir até uma loja física e comprar um produto que estivesse indisponível.<br><br></div><div>Outra medida foi a criação de uma grande liquidação nos meses de janeiro, com as lojas abrindo às 5h da manhã. A primeira coisa que ouviu – inclusive da tia – foi que a ideia não daria certo, que ninguém apareceria. Preocupada com essa possibilidade, Luiza pediu que parte dos funcionários deixassem o uniforme de lado e viessem vestidos como pessoas comuns.<br><br></div><div>Mas o toque de teatralidade nem foi necessário. Antes de a loja abrir, já havia pessoas do lado de fora, esperando pela oportunidade de comprar produtos com descontos de até 70%. O passo ousado fez com que a loja faturasse R$ 100 milhões em cinco horas e serviu de exemplo para todas as grandes varejistas do Brasil, que passaram a fazer o mesmo.<br><br></div><div>Naquela época, seu principal concorrente, a Casas Bahia, veiculava tantas propagandas na televisão que, como a própria Luiza costuma brincar, “no intervalo dos anúncios, passava o Jornal Nacional”. Como o caixa do Magazine não poderia fazer frente aos gastos publicitários do concorrente, a estratégia de Luiza foi se aliar ao Domingão do Faustão, oferecendo os produtos do Caminhão do Faustão. A estratégia deu tão certo que, por muito tempo, muita gente achava que Fausto Silva era sócio da rede varejista – ou até marido de Luiza.<br><br></div><div>Além de procurar novas formas de atrair clientes, Luiza também voltou as atenções para seus funcionários. Durante uma conversa com os colaboradores, perguntou sobre seus sonhos e descobriu que ninguém ali sonhava em ser vendedor. Entendendo que existia um preconceito com a função, como se um vendedor fosse alguém que só quer tirar vantagem do cliente, Luiza aboliu o uso de cargos nos cartões de visita da companhia: todos os funcionários do Magazine Luiza seriam chamados de “vendedores”.<br><br></div><div>Em 1993, ela criou um programa de bonificação que permitia aos funcionários participarem da distribuição dos lucros da empresa. Luiza também incentivou que todos participassem de reuniões de equipe e fortaleceu a cultura da empresa, pautando-se na transparência e no sentimento de pertencimento. Dez anos depois, a companhia seria a primeira varejista a receber o prêmio de Great Place to Work e, até hoje, se mantém no topo desse ranking – em 2020, por exemplo, figurou no 5º lugar da lista da América Latina.<br><br></div><div>Algumas tradições criadas nessa época perduram até hoje, como as reuniões semanais às segundas-feiras em todas as lojas da rede e que são guiadas por uma espécie de rito de comunhão. Durante esses encontros (com direito a hino nacional e o da empresa, além de uma oração), os colaboradores recebem dados sobre as metas e as informações relevantes sobre a empresa. “Mas aqueles que não se sentem confortáveis com qualquer parte deste rito, não precisam acompanhar”, afirmou Luiza.<br><br></div><div>No início dos anos 2000, o Magazine Luiza lançou seu site de comércio eletrônico. No ano seguinte, criou o Luizacred, em parceria com o Itaú Unibanco e, em 2005, a Luizaseg, em sociedade com a Cardif, empresa do grupo BNP Paribas.<br><br></div><div>Nesse período, a empresa também comprou outras redes como as Lojas Líder, Lojas Base, Kilar e Madol em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. E, com o crescimento da rede, 46 lojas foram inauguradas em São Paulo em um único dia de 2008. Dois anos depois, a rede chegou ao Nordeste com a compra das 136 unidades das Lojas Maia em 2010.<br><br></div><div><br></div><div>O ano seguinte seria muito importante para a companhia: era a hora do <a href="https://www.infomoney.com.br/guias/ipo/">IPO</a>. O Magazine Luiza estreou captando R$ 925 milhões, com suas ações sendo negociadas a R$ 16. Pouco depois, os papéis chegaram a cair abaixo de R$ 1. Uma solução ventilada para recuperar o desempenho foi a separação das operações digitais das lojas físicas. Luiza não aceitou. Desde então, as ações da empresa se valorizaram mais de 5.000% – já foram feitos dois desdobramentos dos papeis, o último deles, em outubro de 2020.<br><br></div><div>A estratégia de manter a empresa unificada baseou-se na premissa de que o cliente também é um só. Ou seja, ele poderia comprar tanto no digital quanto na loja física. Manter os pontos físicos, que foram transformados em pequenos centros de distribuição, foi essencial para que a companhia desse gás a sua logística.<br><br></div><div>Legado vencedor</div><div>Em 2009, Luiza já havia passado o controle do dia a dia da companhia para Marcelo Silva, executivo com passagens por Pernambucanas e Bompreço. Ela assumiu a presidência do Conselho de Administração do Magazine Luiza enquanto seu primogênito, Frederico Trajano, era preparado para assumir o comando.<br><br></div><div>À frente das iniciativas digitais da companhia, como a criação do LuizaLabs, laboratório de tecnologia da empresa, e o avatar Lu do Magalu, que tinha o papel de auxiliar os clientes nas compras online, Fred assumiria a presidência do Magazine Luiza em 2016.<br><br></div><div>Atualmente, com mais de 35 mil colaboradores e marcas tão distintas quanto Netshoes, Zattini, LogBee, Época Cosméticos e Estante Virtual, a empresa opera 1.113 lojas físicas distribuídas em 819 cidades de 21 estados e abriu, só em 2019, cinco novos centros de distribuição – totalizando 17 –, em diferentes regiões do país.<br><br></div><div>Sendo política sem ser política</div><div>Embora tenha recebido (e negado) um convite para ser ministra no primeiro governo Dilma, Luiza Helena nunca considerou ser política. Ao menos não nos moldes tradicionais.<br><br></div><div>Em 2004, ela foi uma das fundadoras do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), junto com Flávio Rocha, da Riachuelo, Marcos Gouvêa de Souza, da consultoria GS&amp;MD, Artur Grynbaum, de O Boticário, José Galló, da Lojas Renner, entre outros executivos, atuando primeiro como vice-presidente e, depois, como presidente da entidade.<br><br></div><div>Em 2013, Luiza Helena foi uma das 40 criadoras do grupo apartidário Mulheres do Brasil, que surgiu durante um almoço entre empresárias.<br><br></div><div>Com mais de 68 mil participantes, o grupo é presidido por Luiza Helena e conta com 22 comitês e 110 núcleos de trabalho (inclusive fora do Brasil), atuando em parceria com diferentes esferas de poder para fomentar a adoção de políticas afirmativas como a inserção de refugiados no mercado de trabalho, a capacitação de empreendedoras e a projeção de mulheres candidatas a cargos políticos.<br><br></div><div>O grupo também faz parte de iniciativas como a Rede Brasil do Pacto Global da ONU e defende publicamente temas como o Marco Legal do Saneamento.<br><br></div><div>Embora Luiza não esteja mais à frente da direção do Magazine Luiza, coube a ela defender publicamente o programa de trainees exclusivo para negros lançado pela varejista. Atacado em redes sociais como “racismo reverso”, o programa foi lançado em 2020 para corrigir um problema no quadro de funcionários da rede: embora 53% dos colaboradores sejam negros, apenas 16% dessa liderança é ocupada por pretos e pardos.<br><br></div><div>Para Luiza, “cota é um processo transitório para acertar uma desigualdade”. Essa é a mesma resposta que ela dá sempre que perguntada sobre sua opinião acerca de cotas para mulheres em conselhos de empresas. O Magazine Luiza procura, nesta causa, liderar pelo exemplo, sendo uma das nove empresas listadas na B3 com três mulheres no conselho.<br><br></div><div>Luiza também foi vice-presidente do Comitê Olímpico da Rio 2016 durante quatro anos. Por essa razão, foi uma das convidadas a fazer parte do revezamento da tocha olímpica, quando o símbolo dos Jogos Olímpicos foi passar por sua cidade natal, Franca. Durante o percurso de 200 metros, correndo em um trecho de subida, Luiza se desequilibrou e caiu. Da queda, fez piada (postou no Instagram que “receber a tocha na minha cidade, ter a minha acesa pela minha filha querida foi uma emoção tão grande, que até cai!”) e ação de marketing (com a campanha “A Dona Luiza caiu, mas está bem. Agora, o que caiu foram os preços. #CairFazParte”).<br><br></div><div>O tombo deu lucro. Mas outro meme rendeu a etiqueta de “comunista”, quando ela<a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/blog-da-redacao/a-resposta-de-luiza-trajano-contagiou-as-acoes-da-magazine-luiza-na-bolsa/"> rebateu o jornalista Diogo Mainardi no programa Manhattan Connection</a>, da GloboNews, discutindo dados que ele apresentou sobre o crescimento da inadimplência no Brasil.<br><br></div><div>Longe dos holofotes, Luiza também abraçou causas importantes, como o combate à violência contra a mulher. Em julho de 2017, a gerente de uma unidade da rede foi assassinada pelo marido. O caso de feminicídio impactou a empresária, que criou um canal de denúncias e um comitê interno, além de uma organização para orientar todas as empresas que quisessem fazer o mesmo.<br><br></div><div>Em pouco mais de três anos, a rede interna recebeu mais de 300 denúncias. Com o sucesso do programa, o Magazine Luiza levou o projeto para fora da empresa, fazendo campanhas para o Disque 180, a Central de Atendimento à Mulher. A nova versão do app da empresa, possui, inclusive, um botão “Denuncie violência contra a mulher”, conectado ao sistema do Disque 180, facilitando que a mulher agredida possa pedir ajuda de maneira discreta.<br><br></div><div>Outra causa abraçada pela empresária foi a do papel dos donos de empresas em relação à sociedade durante a pandemia. Luiza foi uma das empresárias a encabeçar um movimento pedindo que as companhias mantivessem empregos, o “Não demita!”, assinado por mais de 4 mil organizações.<br><br></div><div>Estilo de vida</div><div>Luiza conheceu seu marido, Erasmo, na Universidade Federal de Franca, quando tinha 18 anos. Os dois namoraram por seis anos até se casarem. Em três anos e meio, nasceram o primogênito, Frederico Trajano, a filha Ana Luiza e a caçula Luciana. Os três seguiram, de certa forma, os passos da mãe: trabalhando durante as férias para ganhar algum dinheiro.<br><br></div><div>Erasmo, por sua vez, nunca trabalhou no Magazine Luiza – essa é uma regra para os cônjuges de todos os membros da família. Ele tinha seus próprios negócios: era dono de postos de gasolina e coordenava a ONG Franca Viva, mantida pelo Magazine Luiza. Erasmo morreu em 2009, aos 62 anos, de infarto, em um sítio da família no interior de São Paulo.<br><br></div><div>Embora resida oficialmente em São Paulo, Luiza nunca abandonou o interior paulista – nem seu sotaque. Costuma voltar todos os finais de semana para Franca, onde sempre se encontra com sua tia e mentora. Seus filhos também nasceram lá, embora tenham se mudado para a capital ainda jovens, para completar o ensino superior.<br><br></div><div>Frederico foi o primeiro a deixar o interior, quando entrou na Fundação Getúlio Vargas, aos 16 anos, para estudar Administração de Empresas. Depois, fez uma especialização em Stanford, mesma universidade por onde passaram Larry Page e Sergey Brin, criadores do Google. Quando conseguiu seu primeiro emprego, em 1996, como analista de investimentos do Deutsche Bank, Luiza lhe entregou uma carta de conselhos que passou a distribuir a todos os novos funcionários da empresa:<br><br></div><div>“Acredite sempre em você mesmo e sua fé; procure não mitificar coisas nem pessoas; tenha sempre uma atitude de troca: de dar e receber; não abra mão da sua ética, moral e crença na evolução; saiba que tem uma missão. Descubra-a e lute por ela; tenha tempo para tudo. Por isso, se organize, crie ritmo e rotina; tenha paixão pelo que faz, pois só assim fará melhor e mais fácil; e seja sempre você mesmo. Nunca omita a verdade.”<br><br></div><div>Pouco tempo depois, Fred retornaria definitivamente para o Magazine Luiza, liderando a evolução digital pela qual a companhia passou. Ana Luiza não poderia ter ficado mais longe: é chef de cozinha, pesquisadora da cozinha brasileira e presidente do Instituto Brasil a Gosto. Luciana, a caçula, é pedagoga e filósofa, e mora em Portugal com a família.<br><br></div><div>Para saber mais</div><div><strong>Podcast<br></strong><br></div><ul><li><a href="https://www.infomoney.com.br/especiais/ed04/saga-magalu-episodio-02-gestao-luiza-helena/">SAGA MAGALU: Entenda a revolução que Luiza Helena fez ao assumir o Magazine Luiza</a></li></ul><div><strong>Livros<br></strong><br></div><ul><li>Empreendedoras.coaching. Dicas de Mulheres Inspiradoras que Estão no Comando de Sua (Luiza Helena Trajano, Chieko Aoki, Costanza Pascolato e Sonia Hess)</li></ul><div><strong>Entrevistas<br></strong><br></div><ul><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Qs_imcPM7uA">Roda Viva com Luiza Helena Trajano</a></li><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bew5KzrV-7w">Endeavor Day 1 | Luiza Trajano</a></li><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tlPv66ls6rg">Livre na Live: Marcelo Tas conversa com Luiza Trajano</a></li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 19:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Printi                                                                                             </title>
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         <description><![CDATA[<div>A <a href="https://www.printi.com.br/">Printi </a>surgiu em 2012 a partir do sonho de dois empreendedores –<strong> </strong>Mate Pencz e Florian Hagenbuch – que após se sentirem insatisfeitos com o mercado financeiro no qual estavam inseridos decidiram mudar suas carreiras. Em 2010, formados, Mate e Florian partiram para a capital inglesa, onde conseguiram empregos em grandes instituições do mercado financeiro e resolveram montar uma república. Mesmo trabalhando a maior parte do tempo, ainda compartilhavam suas experiências e quase sempre desanimadas sobre a vida profissional que iniciavam. “A gente se sentia subaproveitado”, conta Mate. Mesmo sabendo que existia a possibilidade de serem promovidos e até chegarem a sócios da empresa, isso não trazia emoção alguma para ambos. Surgiu uma oportunidade e Mate veio para o Brasil junto com outros gringos, ficou em uma casa bem grande mas nem dormia em um quarto, dormia no chão, então, Mate não perdeu tempo e montou um arquivo de <em>Powerpoint</em> com oito páginas e, após uma rodada de investimentos que durou só uma semana, levantou cerca de 1,5 milhão de dólares. Tudo aconteceu com base na rede de contatos e nas reputações exemplares de Mate e Florian. E com uma condição, que os dois se dedicassem integralmente ao empreendedorismo.&nbsp; Nada disso seria possível se Mate e Florian tivessem desistido de empreender, e é por isso que essa historia me inspira.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <mark>Aluna: Ana Clara Pimentel</mark>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 18:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>EMPREENDENDO 2 - CICLO 3 (Aluno: Tiago Miranda de Oliveira)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eloi D'Avila (FlyTour)</div><div>Aos 9 anos de idade, Eloi D’Avila fugiu da casa da irmã que o criava, escapando de um cunhado alcoólatra e violento, em Rio Negro, interior do Rio Grande do Sul. Foi até São Paulo de carona e viveu nas ruas trabalhando como engraxate e vendedor de jornal, entre outras profissões.</div><div>Chegou ao Rio de Janeiro e, depois de trabalhar lavando e guardando carros, virou office boy na agência de turismo Stella Barros. Esse foi o seu primeiro contato com o ramo que o deixaria milionário.</div><div>A dona deixava que ele dormisse no sofá da loja, o que o permitiu sair da rua depois de muitos anos. Casou-se, teve filhos, chegou a acumular três empregos simultâneos e depois ficou desempregado.</div><div>Tornou-se representante no Brasil da rede de hotéis Pan-Americana, trabalho que o levou a criar a EDO Representações.</div><div>A EDO foi o embrião da FlyTour, empresa líder em emissões de bilhetes aéreos na América Latina e a maior agência do Brasil de “<em>business travel</em>”, viagens para empresas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-16 15:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Silvio Santos</title>
         <author>cauanasantos14</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div><strong>Ele nasceu no Rio de Janeiro e seu nome de batismo é Senor Abravanel, mas foi como Silvio Santos que ficou conhecido e tornou-se o ídolo de muitos brasileiros. O empresário começou a trabalhar aos 14 anos, como vendedor ambulante, e suas habilidades de comunicação já despertavam a atenção das pessoas.<br></strong><br></div><div><strong>Sua carreira como apresentador começou na TV Paulista, em 1962. Depois, trabalhou na Rede Tupi e na Rede Record. Em 1981, Silvio Santos comprou sua própria emissora, o SBT. Com forte apelo popular, a empresa cresceu rapidamente e fez de Silvio uma figura célebre da comunicação no país.<br></strong><br></div><div><strong>Hoje, além do Sistema Brasileiro de Televisão, o Grupo comandado por ele ainda detém marcas como a Jequiti Cosméticos, a TeleSena e o complexo hoteleiro Jequitimar.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 16:17:56 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda Anjos Braga-Turma 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alexandre Costa<br><br>A&nbsp;trajetória empreendedora do Alexandre Costa começou aos 17 anos, quando começou a vender ovos de páscoa e trufas de chocolate artesanais pelas ruas do bairro em que morava.<br><br></div><div>Mas, antes disso, ele já havia trabalhado em um posto de gasolina e ajudava sua mãe a vender cosméticos. Com o faro empreendedor e a paixão por chocolates, o caminho natural do Alexandre foi criar a Cacau Show.<br><br></div><div>A empresa se tornou a maior rede de chocolates finos do mundo, e seu fundador também alcançou o status de celebridade por aparecer em programas bem-conceituados de gastronomia, como o Masterchef Brasil<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 22:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Thainara Santos Braga - turma 1</title>
         <author>thainarabraga2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Márcia Tozo<br><br>Márcia Tozo é um exemplo de <strong>como o empreendedorismo pode ajudar mulheres a superarem as adversidades</strong>. Ao ser mãe aos 16 anos, ela teve que se afastar dos estudos para dedicar-se à maternidade.<br><br></div><div>Anos mais tarde, ela retomou os estudos e se formou no curso de <a href="https://rockcontent.com/br/blog/publicidade/">publicidade</a>. A partir daí, ela usou os conhecimentos da graduação para desenvolver um curso online para ensinar pessoas a fazerem brigadeiros gourmet, principalmente, o público feminino.<br><br></div><div>O curso foi um sucesso e deu início a outros conteúdos digitais — <a href="https://tudodecake.com.br/blog/">como o seu próprio blog</a> — que tornaram Márcia uma referência da área e uma empreendedora nacionalmente reconhecida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 04:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Priscila Novaes Gomes- turma 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ralph Lauren<br><br>Ele nasceu chamado Ralph Lifshitz, em uma família de judeus que havia fugido da guerra na Bielorrússia. Conseguiu trocar de nome no final da adolescência, depois de sofrer muito bullying por sua origem.<br><br>Para se distrair das condições difíceis em que vivia, seu escape era o cinema. Passava quase todo o tempo livre imerso nas diferentes realidades mostradas na tela.<br><br>Fascinado pelos filmes, revelaria anos depois que as suas conquistas, improváveis para um menino pobre do Bronx, foram inspiradas na ficção.<br><br>Ainda jovem, conseguiu um emprego vendendo gravatas em uma loja chamada Brooks Brothers. Em seu trabalho, ficava imaginando se os homens americanos não estavam dispostos a um estilo um pouco mais ousado.<br><br>Desenhou sua própria linha de gravatas, com um corte diferente, mais largo do que se usava na época (anos 1960). O sucesso não foi instantâneo.<br><br>Mas, aos 28 anos, quando trabalhava para a fabricante Beau Brummell, conseguiu convencer a companhia a fabricar a sua linha própria de gravatas. A partir daí, fundou sua própria empresa e expandiu para outras peças de vestuário, isso sem nunca ter frequentado uma escola de moda.<br><br>Hoje o valor da Ralph Lauren Corporation é estimado em 7,3 bilhões de dólares, segundo a Forbes, sendo uma referência entre os negócios de sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 11:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Cleissiane - Turma 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>Alexandre Costa é CEO e fundador de uma das maiores redes de chocolates finos do mundo, a Cacau Show. O empreendedorismo de sucesso começou em decorrência de uma casualidade.<br><br>Quando tinha 17 anos, Alexandre resolveu revender chocolates e conseguiu uma encomenda de 2 mil ovos de chocolate de 50 gramas. Quando chegou com o pedido na fábrica, foi informado de que não teria possibilidade de fazer os produtos com esse peso. Para conseguir fabricar os ovos, Alexandre começou a produzi-los por conta própria.<br><br>Ele comprou a matéria-prima e contratou uma senhora que fabricava o chocolate caseiro para auxiliá-lo com o desafio. Logo, depois de três dias com uma jornada de trabalho de 18 horas, os pedidos foram entregues conforme o prometido. O lucro dessa encomenda foi o capital inicial para que o empresário brasileiro criasse a Cacau Show.<br><br>Além de ser um empreendedor de sucesso, Alexandre Costa é um dos membros da Academia Brasileira de Marketing. Ele representa uma equipe de mais de 7 mil pessoas pelo Brasil, incluindo vendedores das lojas, fraqueados, área administrativa, colaboradores da fábrica e todos os envolvidos na cadeia de produção da Cacau Show.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-02 20:46:22 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Santos 1 turma</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ralph Lauren<br>Quem nunca viu uma camisa com o famoso logotipo de um homem jogando polo? A marca é tão famosa que se tornou o próprio nome desse estilo de camisa, de manga curta e gola com botões.<br><br>O que nem todo mundo sabe é que o homem por trás da grife, o famoso estilista Ralph Lauren, cujo nome é sinônimo de moda em todo o mundo, cresceu como um filho de imigrantes pobres no bairro do Bronx, em Nova York.<br><br>Ele nasceu chamado Ralph Lifshitz, em uma família de judeus que havia fugido da guerra na Bielorrússia. Conseguiu trocar de nome no final da adolescência, depois de sofrer muito bullying por sua origem.<br><br>Para se distrair das condições difíceis em que vivia, seu escape era o cinema. Passava quase todo o tempo livre imerso nas diferentes realidades mostradas na tela.<br><br>Fascinado pelos filmes, revelaria anos depois que as suas conquistas, improváveis para um menino pobre do Bronx, foram inspiradas na ficção.<br><br>Ainda jovem, conseguiu um emprego vendendo gravatas em uma loja chamada Brooks Brothers. Em seu trabalho, ficava imaginando se os homens americanos não estavam dispostos a um estilo um pouco mais ousado.<br><br>Desenhou sua própria linha de gravatas, com um corte diferente, mais largo do que se usava na época (anos 1960). O sucesso não foi instantâneo.<br><br>Mas, aos 28 anos, quando trabalhava para a fabricante Beau Brummell, conseguiu convencer a companhia a fabricar a sua linha própria de gravatas. A partir daí, fundou sua própria empresa e expandiu para outras peças de vestuário, isso sem nunca ter frequentado uma escola de moda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 23:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>Karine Dias ,turma 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>Geraldo Rufino (JR Diesel)</div><div>Após a morte da mãe, Geraldo Rufino abandonou a escola na segunda série, aos sete anos. Ainda criança, recolhia latinhas para vender no ferro-velho e morava na favela do Sapé, em São Paulo.</div><div>Voltou a estudar aos 13, por exigência do gerente do Playcenter, que o contratou como office boy. Foi conquistando seu espaço aos poucos, até que, por volta dos 25 anos, tinha dois caminhões, que usava para transportar adubo.</div><div>Em um acidente, em 1985, seus dois caminhões ficaram inutilizáveis. Sem seguro, se viu obrigado a desmontá-los e vender as peças. Foi um golpe fatal para o seu negócio, mas, em meio à adversidade, ele percebeu que havia espaço para esse trabalho no mercado.</div><div>Nascia assim a JR Diesel, que hoje é a maior empresa da América Latina em reciclagem e desmontagem de veículos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 00:04:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Santos 1 turma</title>
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         <description><![CDATA[<div>Cleusa Maria da Silva<br>Proprietária da rede de franquias Sodiê Doces, Cleusa Maria da Silva é um grande exemplo de empreendedorismo. Aos 9 anos, já era cortadora de cana e, com o passar do tempo, trabalhou como empregada doméstica.<br><br>A relação com a confeitaria veio graças a uma antiga chefe, que a pedia para fazer bolos. Esse foi o impulso para Cleusa conciliar uma jornada dupla de trabalho e dar início ao sonho do próprio negócio.<br><br>A primeira loja foi inaugurada em 1997, no interior de São Paulo. Mesmo ainda encontrando dificuldades, Cleusa persistiu — até que, dez anos depois, com a marca já consolidada, iniciou o processo de franquias da Sodiê.<br><br>Com mais de 250 lojas espalhadas por 13 estados do país, sua história é um verdadeiro exemplo de superação, determinação e muito trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 00:05:37 UTC</pubDate>
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         <title>Pâmela Drudi.  </title>
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         <description><![CDATA[<div>Mulher, Youtuber, blogueira e empresária. Essa é a Pâmela Drudi, de 24 anos de idade.&nbsp;<br><br>Ela desde nova tem uma mente empreendedora, nunca teve medo de trabalho, aos 16 anos trabalhava em um fórum, recebia 400 R$ por mês, com esse dinheiro investiu em sua loja online de acessórios e foi um sucesso, depois começou a gravar vídeos para o YouTube, o canal começou a viralizar quando as irmãs começou a participar também, apesar das críticas ela nunca deixou de ir atrás de seus sonhos.&nbsp;<br>&nbsp; Hoje ela é uma empreendedora de sucesso, tem apartamentos alugados, terrenos para quando estiver mais valorizado ela vender, tem studio de dança, salão de festas, loja de maquiagem (online e física), ou seja, como ela mesmo diz, ela primeiro está investindo nas rendas ativas - que vão da retorno ao longo prazo, para depois comprar as vontades passivas.&nbsp;<br>&nbsp; Ela também está construindo a sua casa/mansão, isso tudo aos seus 24 anos, e é por isso que ela me inspira, o empreendedorismo sempre esteve presente na vida dela, e não foi por causa de críticas que ela desistiu, hoje pode se dizer que ELA CONSEGUIU!!&nbsp;<br>&nbsp;Ela é minha inspiração!&nbsp;<br><br>JÉSSICA SOUSA OLIVEIRA, TURMA 2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 20:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>Silvio ele foi um grande guerreiro. Silvio  Santos Ele nasceu no Rio de Janeiro e seu nome de batismo é Senor Abravanel, mas foi como Silvio Santos que ficou conhecido e tornou-se o ídolo de muitos brasileiros. O empresário começou a trabalhar aos 14 anos, como vendedor ambulante, e suas habilidades de comunicação já despertavam a atenção das pessoas.Sua carreira como apresentador começou na TV Paulista, em 1962. Depois, trabalhou na Rede Tupi e na Rede Record. Em 1981, Silvio Santos comprou sua própria emissora, o SBT. Com forte apelo popular, a empresa cresceu rapidamente e fez de Silvio uma figura célebre da comunicação no país.Hoje, além do Sistema Brasileiro de Televisão, o Grupo comandado por ele ainda detém marcas como a Jequiti Cosméticos, a TeleSena e o complexo hoteleiro Jequitimar.</title>
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         <description><![CDATA[<div>(Gustavo Alves Silva.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 23:48:23 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Samuel Klein (fundador da Casas Bahia) talvez nem possa ser classificado como um empreendedor que começou do zero. Na verdade, ele começou do <strong>negativo</strong>.<br><br></div><div>Ele nasceu na Polônia em 1923 e sobreviveu a um <strong>campo de concentração</strong> nazista na Segunda Guerra Mundial antes de se naturalizar brasileiro.<br><br></div><div>Já seria vitória suficiente para uma vida, mas Samuel ainda realizou mais. Em São Paulo, começou a <strong>vender de porta em porta </strong>produtos de cama, mesa e banho.<br><br></div><div>Foi o primeiro <strong>empreendedor brasileiro</strong> a focar nas classes C e D. Criou um sistema baseado em confiança e valorização do cliente, vendendo a prazo no carnê.<br><br></div><div>Morreu em 2014, aos 91 anos, deixando um império chamado <strong>Casas Bahia</strong> e uma filosofia que transformou a venda em varejo e o comércio em geral no Brasil.<br><br></div><blockquote><em>“</em><strong><em>Acredito no ser humano</em></strong><em>. Caso contrário, não abriria minhas lojas todos os dias”, </em><a href="https://exame.abril.com.br/negocios/15-frases-marcantes-de-samuel-klein-fundador-da-casas-bahia/#14"><em>dizia</em></a><em> Klein.</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 18:43:02 UTC</pubDate>
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