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      <title>Personalidades do Antes e Pós 25 de Abril by Fernanda Freitas</title>
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      <description>Mural da História - 6º2- Matilde</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-04-24 09:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Francisco Craveiro Lopes</title>
         <author>ferfreitasrbe</author>
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         <description><![CDATA[<div>Francisco Craveiro Lopes foi um político e militar português, tendo sido o décimo segundo presidente da República Portuguesa (terceiro do Estado Novo), entre 1951 e 1958.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Francisco Craveiro Lopes nasceu a 12 de Abril de 1894, em Lisboa.<br>&nbsp; Mandato presidencial: 21 de julho de 1951 – 9 de agosto de 1958.<br>&nbsp; Filho de João Carlos Craveiro Lopes e de Júlia Clotilde Cristiano Craveiro Lopes.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;Frequentou e concluiu o Colégio Militar a 23 de Julho de 1911, após o que ingressou na Escola Politécnica de Lisboa. Alistou-se como voluntário no Regimento de Cavalaria n.º 2, também em 1911. Como primeiro sargento-cadete tira o curso de Cavalaria na antiga Escola do Exército, ingressando posteriormente na Aeronáutica Militar.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1915 é mobilizado para a fronteira Norte de Moçambique, onde em Novembro de 1916, defrontando tropas alemãs durante a Primeira Guerra Mundial.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Casou em 1917 com Berta da Costa Ribeiro Arthur de quem teve 4 filhos: João Carlos Craveiro Lopes, coronel de cavalaria; Nuno Craveiro Lopes, alferes miliciano piloto aviador, e arquiteto; Maria João Craveiro Lopes; Manuel Craveiro Lopes, tenente-coronel da Força Aérea, e comandante de aviação comercial.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Tira em 1918 o curso de piloto militar, na Escola de Aviação francesa, em Chartres, sendo na altura promovido a tenente.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Dirige-se de novo a Moçambique em 1918. Em Março de 1922, exerce as funções de instrutor de pilotagem, como capitão piloto aviador.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1925 sofre um desastre tripulando um avião Fairey, ficando ferido. Em 1926, colocado na Aeronáutica Militar, é nomeado diretor da Divisão de Instrução da Escola Militar, cargo que exerce até 1929, voltando a exercer a mesma função em 1932, e também em 1939, por curtos períodos. Faz o levantamento aéreo de Goa, Damão e Diu (1929) e ainda o 1.º voo de correio aéreo Goa-Bombaim-Goa num avião monomotor De Havilland DH-80A "Puss Moth" (em 1930) que fora oferecido por Francisco Sarmento Pimentel que nele voara desde Lisboa a Mormugão em Novembro de 1930.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Nesse mesmo ano, como major, exerce as funções de chefe da Repartição do Gabinete do governador-geral da Índia.<br>&nbsp;<br>&nbsp;De 1933 a 1934 ocupa a chefia do Gabinete do governador-geral da Índia, cargo que volta a exercer alguns meses em finais de 1936. É, em 1934, governador interino do distrito de Damão, cargo mais tarde confirmado com as atribuições de intendente, sendo mesmo encarregado do governo-geral da Índia em 1936, a título interino, cargo que desempenha até 1938.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1939, como tenente-coronel, comanda a Base Aérea de Tancos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Comandante-geral da Aeronáutica em 1941, negocia as condições de utilização da Base Aérea dos Açores pelos Estados Unidos, após o que é designado comandante da Base Aérea dos Açores.<br>&nbsp;<br>&nbsp; Em 1943, tira o curso de Altos Comandos e é chamado para o Instituto de Altos Estudos Militares com funções docentes.<br>&nbsp;<br>&nbsp;De 1944 a 1950, exerce as funções de comandante-geral da Legião Portuguesa.<br>&nbsp;Em 1947 é promovido a brigadeiro e em 1949 a general.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Por duas legislaturas, IV e V, é eleito pelo distrito de Coimbra, como deputado à Assembleia Nacional, cargo que ocupa entre 1945 a 1951 e que acumula com o de comandante da Base Aérea da Terceira.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Ainda em 1951 é nomeado comandante da terceira Região Militar, em Tomar, cargo que acumula com as funções docentes no Instituto de Altos Estudos Militares.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Ainda em 1951, pouco após a morte de Carmona, é indigitado pela União Nacional como candidato às eleições presidenciais, sendo eleito a 21 de Julho de 1951.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Apesar de ter sido julgado um candidato capaz de suscitar consensos, cedo viria a revelar a sua frieza nas relações com o Presidente do Conselho e a demonstrar até, uma certa simpatia pelos oposicionistas. Por isso mesmo, não foi proposto para um segundo mandato presidencial.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Depois de retirado da política ativa, foi feito Marechal da Força Aérea; ao mesmo tempo, manteve sempre os contactos com os líderes da Oposição, e esteve associado ao golpe Botelho Moniz, em Abril de 1961.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1947 é promovido a brigadeiro e em 1949 a general.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Por duas legislaturas é eleito pelo distrito de Coimbra, como deputado à Assembleia Nacional, cargo que ocupa entre 1945 a 1951 e que acumula com o de comandante da Base Aérea da Terceira.<br>&nbsp;Ainda em 1951 é nomeado comandante da terceira Região Militar, em Tomar, cargo que acumula com as funções docentes no Instituto de Altos Estudos Militares.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Ainda em 1951, pouco após a morte de Carmona, é indigitado pela União Nacional como candidato às eleições presidenciais, sendo eleito a 21 de Julho de 1951.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Apesar de ter sido julgado um candidato capaz de suscitar consensos, cedo viria a revelar a sua frieza nas relações com o Presidente do Conselho e a demonstrar até, uma certa simpatia pelos oposicionistas. Por isso mesmo, não foi proposto para um segundo mandato presidencial.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Depois de retirado da política ativa, foi feito Marechal da Força Aérea; ao mesmo tempo, manteve sempre os contactos com os líderes da Oposição, e esteve associado ao golpe Botelho Moniz, em Abril de 1961.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Francisco Craveiro Lopes morreu a 2 de Setembro de 1964, aos 70 anos, em Lisboa.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Fonte: wikipedia<br>Matilde Machado Pereira, 6º2, nº21<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-24 09:46:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ferfreitasrbe</author>
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