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      <title>TDE 2: Farmacologia dos Antiparasitários e Anti-helmínticos by Giovana Mattiello</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-16 12:52:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ivermectina: química</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/giovanaajnhorn/cbd5clsn571fzzjy/wish/3457377192</link>
         <description><![CDATA[<p>A ivermectina é um pó esbranquiçado inodoro com alta lipossolubilidade, mas pouca solubilidade em solução aquosa. Esse composto consiste em uma mistura de no mínimo 80% da forma B1a e não mais que 20% da forma B1b, e sabe-se que elas têm atividades antiparasitárias praticamente idênticas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 13:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Metronidazol</title>
         <author>5gk4zhwz59</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Classificação:</strong></p><ul><li><p>Antibiótico nitroimidazol</p></li><li><p>Antiparasitário e antibacteriano (anaeróbios)</p></li></ul><p><strong>Mecanismo de ação:</strong></p><ul><li><p>Penetra nas células dos microrganismos.</p></li><li><p>O grupo nitro é reduzido em ambiente anaeróbio.</p></li><li><p>Forma radicais livres que danificam o DNA, levando à morte celular.</p></li></ul><p><strong>Indicações principais:</strong></p><ul><li><p>Infecções por protozoários:</p><ul><li><p><em>Entamoeba histolytica</em> (amebíase)</p></li><li><p><em>Giardia lamblia</em> (giardíase)</p></li><li><p><em>Trichomonas vaginalis</em> (tricomoníase)</p></li></ul></li><li><p>Infecções bacterianas anaeróbias: Abscessos, infecções intra-abdominais, vaginoses bacterianas</p></li></ul><p><strong>Administração: </strong>Oral, intravenosa, tópica (gel para infecções vaginais)</p><p><strong>Efeitos colaterais mais comuns:</strong></p><ul><li><p>Náuseas e vômitos</p></li><li><p>Sabor metálico na boca</p></li><li><p>Cefaleia</p></li><li><p>Reações alérgicas</p></li><li><p>Efeito antabuse: provoca mal-estar se usado com álcool</p></li></ul><p><strong>Precauções:</strong></p><ul><li><p>Evitar álcool durante o tratamento e por 48 horas após o fim (risco de reação tipo antabuse)</p></li><li><p>Não usar na gravidez no primeiro trimestre (risco relativo)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 13:51:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianavccastello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 17:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>Ivermectina</title>
         <author>marianavccastello</author>
         <link>https://padlet.com/giovanaajnhorn/cbd5clsn571fzzjy/wish/3457663716</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Classificação</strong> </p><ul><li><p>Antiparasitário (ou anti-helmíntico e ectoparasiticida)</p></li><li><p>Subclasse: Lactona macrocíclica (derivado das avermectinas)</p></li></ul><p><strong>Parasitos Alvos: </strong></p><p><strong>Filarias (Wuchereria e Onchocerca)</strong></p><ul><li><p>Wuchereria bancrofti – filariose linfática</p></li><li><p>Onchocerca volvulus – oncocercose (cegueira dos rios)</p></li></ul><p><strong>Strongyloides</strong></p><ul><li><p>Strongyloides stercoralis – estrongiloidíase</p></li></ul><p><strong>Ascaris</strong></p><p>Ascaris lumbricoides – ascaridíase (lombriga)</p><p><strong>Enterobius</strong></p><ul><li><p>Enterobius vermicularis – oxiuríase</p></li></ul><p><strong>Trichuris</strong></p><ul><li><p>Trichuris trichiura – tricuríase (verme chicote)</p></li></ul><p><strong>Ancylostoma e Necator</strong></p><ul><li><p>Ancylostoma duodenale e Necator americanus – ancilostomíase (amarelão)</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Mecanismo de ação</strong>: A ivermectina imobiliza os parasitos expostos induzindo paralisia tônica de sua musculatura. Estudos indicam que essa paralisia causada pelas avermectinas vem da ativação dos canais de Cl– controlados por glutamato, que estão presentes apenas nos invertebrados e se localizam nas células nervosas ou musculares dos nematódeos. Dessa forma, a ligação ao canal causa um aumento da concentração intracelular do cloreto, resultando em hiperpolarização e paralisia.</p><p><br/></p><p><strong>Indicações clínicas:</strong></p><ul><li><p>Oncocercose: A ivermectina administrada em dose oral única durante 6-12 meses é o fármaco preferido para o tratamento da oncocercose. O tratamento com esse fármaco reverte as alterações inflamatórias dos tecidos oculares e evita o desenvolvimento de danos oculares adicionais causados pelas microfilárias, o que proporciona alívio importante do prurido intenso, que é uma das manifestações clínicas da oncocercose. Embora a ivermectina tenha reduzido de forma eficaz a endemia de oncocercose, o fármaco não cura essa doença e depois de 6-12 meses a dose precisa ser repetida.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Filariose linfática:&nbsp; doses únicas anuais de ivermectina foram eficazes e seguras como quimioterapia em massa para o tratamento dessa doença. Contudo, sabe-se que, atualmente, o uso de uma única dose anual de ivermectina combinada com uma única dose anual de albendazol é mais eficaz para controlar a filariose linfática em comparação com o uso isolado deles. A duração mínima do tratamento é de cinco anos.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Estrongiloidíase: a ivermectina administrada em dose única de é o fármaco preferido para o tratamento da estrongiloidíase humana. Esse fármaco é no mínimo tão eficaz quanto o tiabendazol utilizado no passado, mas a tolerância ao tratamento é significativamente maior. Com a síndrome de hiperinfecção potencialmente fatal por Strongyloides, na qual a absorção GI da dose oral pode ser insatisfatória, a ivermectina parenteral (uso veterinário) tem sido administrada “fora das indicações da bula” nos seres humanos por via subcutânea.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Infecções por outros nematódeos intestinais, principalmente ascaridíase e enterobíase. Também pode ser usada para larva migrans cutânea, escabiose e pediculose de couro cabeludo.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Efeitos adversos comuns:</strong></p><p>Em pessoas saudáveis (não infectadas): ela é geralmente bem tolerada, mas podem ocorrer efeitos leves e transitórios, como: tontura, náusea, diarreia, cefaleia e fadiga.</p><p>Em pacientes com infecção parasitária (especialmente filarioses), podem acontecer reações semelhantes à de Mazzotti pela morte das microfilárias. Sintomas: prurido, linfadenopatia dolorosa, febre leve, mialgia e artralgia.</p><p><br/></p><p><strong>Mecanismos de resistência </strong></p><p>Podem ocorrer mutações nos genes que codificam os canais de glutamato cloreto dependentes, reduzindo a afinidade da ivermectina e tornando o fármaco ineficaz. Também pode ocorrer uma superexpressão de transportadores que expulsam a ivermectina da célula do parasito, reduzindo sua concentração intracelular. Além disso, a exposição repetida à ivermectina pode selecionar parasitos resistentes que também apresentam resistência a outros anti-helmínticos.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade clínica</strong>: A ivermectina foi inicialmente estudada como tratamento para a COVID-19 devido a resultados in vitro que mostraram efeito antiviral. No entanto, <em>não há evidência científica suficiente para indicar ivermectina no tratamento ou prevenção da COVID-19.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 17:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Nitazoxanida (Anti-parasitário)</title>
         <author>julialimadacruz</author>
         <link>https://padlet.com/giovanaajnhorn/cbd5clsn571fzzjy/wish/3457686677</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong><mark>Classificação</mark></strong></p><ul><li><p><strong>Classe terapêutica:</strong> Antiparasitário</p></li><li><p><strong>Subclasse:</strong> Derivado da tiazolida</p></li></ul></li><li><p><strong><mark>Parasitas-alvo</mark></strong></p><ul><li><p><em>Giardia lamblia</em> (giardíase) -&gt; principal aplicação! </p></li><li><p><em>Cryptosporidium parvum</em> (criptosporidiose)</p></li><li><p><em>Entamoeba histolytica</em></p></li><li><p><em>Trichomonas vaginalis</em></p></li><li><p><em>Helmintos intestinais</em> como <em>Ascaris lumbricoides</em>, <em>Trichuris trichiura</em> e <em>Hymenolepis nana</em></p></li></ul></li><li><p><strong><mark>Mecanismo de Ação  </mark></strong></p><p><br></p><p>A nitazoxanida inibe a <strong>enzima piruvato-ferredoxina oxidorredutase (PFOR)</strong>, bloquando a conversão de piruvato em acetil-CoA, que é uma transformação  essencial para o metabolismo anaeróbico dos protozoários e alguns helmintos. A interferência nessa via metabólica gera no microorganismo-alvo:</p><ul><li><p>Falência na produção de energia</p></li><li><p>Acúmulo de intermediários metabólicos tóxicos</p></li><li><p>Morte celular</p></li></ul><p><br></p></li><li><p><strong><mark>Indicações Clínicas</mark></strong> -&gt; Tratamento geralmente é administrado com duração de 3 dias por via oral.</p><ul><li><p><strong>Giardíase</strong></p></li><li><p><strong>Criptosporidiose</strong> (incluindo em pacientes imunocompetentes e imunocomprometidos)</p></li><li><p><strong>Infecções por helmintos intestinais</strong></p></li><li><p>Off-label: investigações em infecções virais como <strong>rotavírus</strong>, <strong>influenza</strong> e <strong>COVID-19</strong>. -&gt; Aumenta a expressão de Interferon tipo I ao mesmo tempo em que inibe a maturação de proteínas virais. </p></li></ul><p><br></p></li><li><p><strong><mark>Efeitos Adversos </mark></strong></p></li></ol><ul><li><p><strong>Desconforto gastrointestinal</strong> (náuseas, dor abdominal, diarreia) -&gt; pois causa alteração da microbiota intestinal! </p></li><li><p><strong>Cefaleia </strong>-&gt; não se sabe ao certo o mecanismo que gera cefaleia, mas estima-se que seja ocasionada pela liberação de citocinas ou pela reação do sistema imun sistêmico. </p></li><li><p><strong>Urina colorida (amarelo-esverdeada)</strong> – inofensiva -&gt; metabólitos da nitazoxanida (principalmente a <strong>tizoxanida</strong>) são eliminados <strong>pelos rins</strong> e têm <strong>coloração naturalmente intensa</strong>.</p></li><li><p>Em casos raros: rash cutâneo e elevação de enzimas hepáticas.</p></li></ul><p><br></p><ol start="6"><li><p><strong><mark>Mecanismos de resistência</mark></strong> - não é muito comum! </p></li></ol><ul><li><p><strong>Mutações na enzima PFOR</strong> ou em proteínas de transporte associadas à ativação da droga</p></li><li><p>Expressão aumentada de <strong>bombas de efluxo</strong></p></li><li><p>Redução de sensibilidade ao fármaco quando há exposição crônica por período prolongada. </p></li></ul><p><br></p><ol start="7"><li><p><strong><mark>Curiosidade clínica </mark></strong></p><p>Uma curiosidade clínica marcante sobre a nitazoxanida é sua capacidade de <strong>induzir a perda do antígeno de superfície do vírus da hepatite B </strong>(HBsAg), considerada um indicativo de cura funcional. No estudo clínico <em>“Nitazoxanide is active against hepatitis B virus in vitro and in patients with chronic hepatitis B infection” </em>(Korba et al., <em>Antiviral Research</em>, 2008), pacientes tratados por 48 semanas apresentaram taxas significativas de negativação do DNA viral e, em alguns casos, perda do HBsAg — um efeito raro com os tratamentos convencionais. Essa ação está relacionada à modulação da resposta imune antiviral pelo fármaco, o que tem impulsionado novas pesquisas sobre seu uso em infecções virais.<br></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 17:47:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julialimadacruz</author>
         <link>https://padlet.com/giovanaajnhorn/cbd5clsn571fzzjy/wish/3457711005</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 18:09:21 UTC</pubDate>
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         <title>Albendazol</title>
         <author>giovanaajnhorn</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Classificação:</strong></p><ul><li><p>Classe farmacológica: <strong>Anti-helmíntico</strong> (anti-parasitário)</p></li><li><p>Subclasse: <strong>Benzimidazólico</strong></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Tratamento: </strong></p><ul><li><p>Uso primário em infestações por cestoideos - <strong>cisticercose e hidatidose</strong> (<em>Taenia solium</em> e <em>Echinococcus granulosos</em>, respectivamente)</p></li><li><p>Também é uma opção de tratamento para <strong>infecções fúngicas </strong>de microsporidiose </p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Mecanismo de ação:</strong></p><ul><li><p>Ação primária: <strong>inibe a polimerização da tubulina em microtúbulos </strong>(essenciais para a absorção de glicose!)</p></li><li><p>Ação secundária: <strong>redução dos estoques de glicogênio</strong>, diminuição da produção de ATP e morte do parasita por falta de energia</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Indicações clínicas:</strong></p><ul><li><p>Geo-helmintíases (lombriga, oxiúros, ancilostomíase, tricuríase)</p></li><li><p>Neurocisticercose (<em>Taenia solium</em>)</p></li><li><p>Hidatidose (equinococose)</p></li><li><p>Larva migrans cutânea</p></li><li><p>Giardíase (em casos selecionados)</p></li><li><p>Esquistossomose </p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Efeitos adversos comuns:</strong></p><ul><li><p><strong>Tratamento curto (1-3 dias):</strong> cefaleia e náusea - efeitos curtos e transitórios!</p></li><li><p><strong>Tratamento longo (por 3 meses): </strong>risco de hepatotoxicidade, agranulocitose ou pancitopenia</p></li><li><p><strong>Tratamento para neurocisticercose: </strong>cefaleia, êmese, hipertemia e convulsão (efeitos relacionados à resposta inflamatória por causa da morte dos parasitas no SNC)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Mecanismo de resistência:</strong></p><ul><li><p>Alterações na <strong>tubulina β</strong> (redução da afinidade)</p></li><li><p><strong>Proteínas de efluxo</strong> </p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Curiosidade clínica:</strong></p><p>A absorção do albendazol no trato gastrointestinal é significativamente aumentada quando o medicamento é <strong>administrado junto com alimentos ricos em gordura</strong>. Durante a digestão de gorduras, a bile liberada pelo fígado emulsifica os lipídios e facilita a formação de micelas, estruturas que envolvem o fármaco e promovem sua absorção pela mucosa intestinal. Como resultado, a <strong>biodisponibilidade oral</strong> do albendazol pode<strong> aumentar em até cinco vezes!</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 18:12:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>5gk4zhwz59</author>
         <link>https://padlet.com/giovanaajnhorn/cbd5clsn571fzzjy/wish/3457727427</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>Albendazol</title>
         <author>giovanaajnhorn</author>
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         <pubDate>2025-05-20 00:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo</title>
         <author>giovanaajnhorn</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriela Porto, Giovana Mattiello, Júlia Cruz e Mariana Castello</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 01:46:56 UTC</pubDate>
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