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      <title>SAÚDE DA MULHER by amaro carpenter</title>
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      <description>FASE 1/2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-16 16:19:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gênero, Sexo e Sexualidade, o que è?</title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3330358184</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>São conceitos diferenciados que ajudam a compreender as características de uma pessoa:</mark></p><p><br/></p><p><strong><em><mark> GÊNERO:</mark> </em></strong>construção social, comportamentos atribuídos a cada sexo;</p><p>São influenciados por fatores como a educação , a mídia social e a cultura;</p><p>A identidade de gênero é a experiência de cada um, em relação ao gênero, correspondendo ou não ao sexo biológico.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>SEXO:</mark> </em></strong><em>características biológicas que a pessoa possui ao nascer, como cromossomos , genitália e composição hormonal.</em></p><p><em>Podendo o sexo ser masculino, feminino ou intersexual.</em></p><p><br/></p><p><strong><em><mark>SEXUALIDADE:</mark></em></strong><em> relacionado a desejos, sensações, práticas sexuais, emoções e experiências.</em></p><p><em>Podemos dizer que a orientação sexual fala a respeito a quem buscamos para uma relação afetiva ou sexual.</em></p><p><br/></p><p><em><mark>PODEMOS ENTÃO DIZER, QUE GÊNERO E SEXUALIDADE SÃO CONCEITOS IMPORTANTES DA SOCIOLOGIA , ONDE UTILIZAMOS ESTES PARA COMPREENDER AS RELAÇÕES AFETIVAS, AS DOENÇAS E A VIOLÊNCIA ASSOCIADA A ESCOLHA SEXUAL.</mark></em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-16 16:43:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 21:12:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>PANORAMA BRASILEIRO  DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO E FEMINICÍDIO</mark></strong></p><p><br/></p><p>A violência de Gênero pode ser definida como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém devido  a sua orientação sexual, onde podemos aproveitar para citar que historicamente as mulheres são as mais atingidas pela violência de gênero.</p><p><br/></p><p>Podemos então dizer que o feminicídio é todo homicídio praticado contra mulher por razões de gênero feminino  e em decorrência da violência doméstica e familiar , podendo dizer que os fatores também podem ser menosprezos  ou discriminação à condição de mulher.</p><p><br/></p><p><mark>O feminicídio pode ser dividido em:</mark></p><ul><li><p>Feminicídio intimo</p></li><li><p>Feminicídio não intimo</p></li><li><p>Feminicídio por conexão</p></li></ul><p><br/></p><p>Os dados do Sinesp evidenciaram de forma contundente o absurdo estatísticamente falando de de pelo menos 1.387 mulheres  foram assassinadas em 2024 por razões relacionadas ao gênero , uma média de quatro feminicídios por dia.</p><p>Cabe salientar que houve uma diminuição de 5,1% em relação a 2023.</p><p>A lei do n° 13.104/2015 define o feminicídio como o assassinato de mulheres por serem mulheres. A lei considera feminicídio quando o crime envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 22:08:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>SAÚDE X SAÚDE DA MULHER. </mark></strong></p><p><br/></p><p>Políticas públicas de saúde da mulher estão relacionadas sim com a promoção da saúde e de prevenção de doenças e redução da mortalidade da mulher, tendo como foco também o a garantia dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, combatendo a violência de gênero.</p><p><br/></p><p>PNAISM - Política nacional de atenção integral a saúde da mulher, é uma política voltada a orientar e cuidar integralmente da saúde das mulheres no Brasil. Esta política foi criada, elaborada em parceria com vários setores da sociedade, tendo como exemplo o movimento de mulheres, trabalhadoras rurais e movimento negro.</p><p><br/></p><p>Podemos citar como algumas ações do PNAISM:</p><ul><li><p>Melhoria da saúde e condições das mulheres;</p></li><li><p>Promover os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres;</p></li><li><p>Promover prevenção e controle da violência doméstica e sexual;</p></li><li><p>Ampliar o acesso aos serviços de saúde;</p></li><li><p>Entre outros.....</p></li></ul><p><br/></p><p>O SUS GARANTE O ACESSO A VÁRIOS SERVIÇOS DE SAÚDE PARA AS MULHERES , COMO POR EXEMPLO:</p><ul><li><p>Vacinação</p></li><li><p>Exames</p></li><li><p>Pré-natal</p></li><li><p>Aleitamento materno</p></li><li><p>Planejamento familiar</p></li><li><p>Entre outros....</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 22:34:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3354984818</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>SISTEMA REPRODUTOR FEMININO COMPOSTO POR:</mark></strong></p><p><br/></p><p><mark>O </mark><strong><mark>sistema reprodutor feminino</mark></strong>, também chamado de aparelho reprodutor feminino ou sistema genital feminino, é o sistema do corpo da mulher responsável por, entre outras funções, garantir a produção dos gametas femininos e fornecer um local adequado para o desenvolvimento de um novo ser. </p><p>O sistema reprodutor feminino é formado por dois ovários, duas tubas uterinas, útero, vagina e genitália externa, conhecida como vulva.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Ovários:</mark>&nbsp;</strong>são estruturas que apresentam uma forma de amêndoa e estão sustentados em sua posição por meio de ligamentos. Os ovários são as gônadas femininas, sendo, portanto, responsáveis pela&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/ovogenese.htm"><strong>produção dos&nbsp;ovócitos</strong></a>. </p><p>Além da produção dos gametas femininos, o ovário é responsável pela produção dos&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/hormonios-.htm">hormônios</a>&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/estrogenio.htm"><strong>estrogênio</strong></a><strong>&nbsp;e progesterona</strong>. </p><p>O estrogênio está relacionado com o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários femininos e com o&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sexualidade/ciclo-menstrual.htm">ciclo menstrual</a>. A progesterona, por sua vez, também atua na regulação do ciclo menstrual e é fundamental para a manutenção da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/gravidez.htm">gravidez</a>.&nbsp;</p><p><strong><mark>Tubas uterinas:</mark>&nbsp;</strong>chamadas anteriormente de trompas de Falópio, são dois tubos musculares, com cerca de 12 cm cada, que apresentam uma extremidade que atravessa a parede uterina e abre-se no interior desse órgão e outra extremidade que se abre próximo do ovário. Essa última extremidade é chamada de&nbsp;<strong>infundíbulo</strong>&nbsp;e possui uma série de prolongamentos em forma de franja (<strong>fimbrias</strong>). Na parede desse órgão, observa-se a presença de&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/tecido-muscular-liso.htm">tecido muscular liso</a>, o qual realiza movimentos ativos. Esses movimentos, em conjunto com o movimento de células ciliadas do&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/tecido-epitelial.htm">tecido epitelial</a>&nbsp;presentes nesse órgão, garantem que o ovócito ou então o zigoto, caso tenha ocorrido a&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/fecundacao-humana.htm">fecundação</a>, movimente-se em direção ao útero.</p><p><strong><mark>Útero:</mark></strong>&nbsp;apresenta o formato de uma pera, sendo possível distinguir três porções:&nbsp;<strong>o corpo do útero, o fundo do útero e o colo do útero</strong>, também chamado de cérvice. O corpo do útero é a porção dilatada do órgão; a região superior é chamada de fundo do útero; e a porção que se abre na vagina é denominada colo uterino. A parede do útero é formada por três camadas. A camada mais externa é o revestimento epitelial do útero. A camada intermediária é chamada de miométrio e é constituída por tecido muscular liso. A camada interna é denominada endométrio<strong>&nbsp;</strong>e pode ser subdividida em: camada basal e camada funcional. A primeira é mais profunda e não sofre mudanças durante o ciclo menstrual, diferentemente da segunda. Esta será eliminada na&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sexualidade/menstruacao.htm">fase menstrual</a>&nbsp;do ciclo e depois reconstituída. O útero apresenta um papel extremamente importante para a reprodução humana, sendo o local onde o embrião implanta-se (<strong>nidação</strong>) e o bebê desenvolve-se.</p><p><strong><mark>Vagina:&nbsp;</mark></strong>é um canal tubular muscular e elástico que possui entre 10 e 15 centímetros de comprimento. Ela está localizada entre a bexiga e o reto, e atua como órgão feminino para a cópula sendo o local onde o sêmen é depositado. A vagina é também o canal pelo qual o bebê passa durante o parto normal.</p><p>&nbsp;</p><p><strong><mark>A genitália externa é conhecida como vulva:</mark></strong> Ela é formada por clítoris, pequenos lábios, grandes lábios e pela abertura vaginal e da uretra. As aberturas da vagina e da uretra estão em uma região chamada de vestíbulo.</p><p><strong><mark>Clitóris:</mark>&nbsp;</strong>é formado por tecido erétil e destaca-se por ser uma região altamente sensível à estimulação devido à grande presença de terminações nervosas.</p><p><strong><mark>Pequenos lábios:</mark></strong>&nbsp;também chamados de lábios menores, são duas dobras sem pelos que apresentam um revestimento intermediário entre pele e mucosa. Eles delimitam a região onde está localizada a abertura da vagina e da uretra.</p><p><strong><mark>Vestíbulo:</mark></strong>&nbsp;é a fenda localizada entre os pequenos lábios, onde está a abertura da vagina e da uretra<strong>.&nbsp;</strong>No vestíbulo é possível observar as chamadas glândulas vestibulares, que secretam muco.</p><p><strong><mark>Grandes lábios:</mark></strong>&nbsp;também chamados de lábios maiores, são duas dobras de pele que recobrem uma grande quantidade de tecido adiposo. A superfície externa apresenta pelos. Eles circundam e garantem proteção ao restante da vulva.</p><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>   </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 23:30:11 UTC</pubDate>
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         <title>BIBIOGRAFIAS:</title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www.mpdft.mp.br</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www.defensoria.rs.def.br</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www. tjpr.jus.br</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">https://pepsic.bvsalud.org</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www.mpmt.mp.br</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www.gov.br</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mpdft.mp.br">http://www.dossies.agenciapatriciagalvao.org.br</a></p></li><li><p>fotos ( google )</p></li><li><p>Videos ( youtube )</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 23:40:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3407937479</link>
         <description><![CDATA[<p>O papel do enfermeiro como educador é fundamental na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Os enfermeiros atuam como mediadores do conhecimento, ajudando os pacientes a entenderem suas condições de saúde e a importância do auto cuidado.</p><p> Além disso, eles são responsáveis por educar os pacientes e suas famílias sobre a adesão a tratamentos e a prevenção de complicações, contribuindo para uma melhor adaptação à doença. </p><p>A competência dos enfermeiros em atuar como educadores é essencial para melhorar a qualidade do atendimento e a saúde da população.</p><p>Educação em Saúde está inserida dentro de um conjunto construtivo de conhecimentos contínuos, e o enfermeiro tem grande importância nesse contexto. A importância do enfermeiro como educador em saúde frente ao processo de cuidado ao paciente e descrever a importância da contribuição da enfermagem nas atividades de educação como medidas preventivas para diminuição dos agravos a saúde.  </p><p>A educação para a saúde é importante para o cuidado de enfermagem, uma vez que ela pode determinar como os indivíduos e as famílias são capazes de ter comportamentos que conduzam a um ótimo auto cuidado.<br>Chamamos atenção para o fato de a educação em saúde não ser de competência exclusiva de uma única categoria profissional; ela deve contar com uma participação multiprofissional. "O papel educativo do profissional de saúde, como um dos componentes das ações básicas de saúde, é tarefa de toda a equipe em uma unidade de saúde" (Vargas e Soares, 1997:58-59) apud Figueiredo, 2005. "O Educar envolve afeto, persistência, desejo, relações humanas e contato corpo a corpo. A doença leva o sujeito a procurar novas maneiras de lidar com a vida e leva os (as) enfermeiros (as) a procurar novas maneiras de cuidar. Pensar na vida e no desejo, quando só se pensa na doença e na morte" (Magalhães 2004). Todo cuidado de enfermagem é dirigido à promoção, manutenção e restauração da saúde; prevenção de doenças; assistência às pessoas no sentido de se adaptarem aos efeitos residuais da doença. Espera-se que todo contato que a enfermeira tem com o usuário do serviço de saúde, estando à pessoa doente ou não, deveria ser considerado uma oportunidade de ensino de saúde. Apesar de a pessoa ter o direito de decidir se aprende ou não, a enfermeira tem a responsabilidade de apresentar a informação que irá motivar a pessoa quanto à necessidade de aprender. Os ambientes educacionais podem incluir domicílios, hospitais, centros de saúde comunitários, locais de trabalho, organizações de serviços, abrigos, ação do usuário ou grupos de apoio. Espera-se que a enfermeira funcione como "professora" para os outros membros da equipe, assim como para os pacientes. Talvez esteja inserido no "Ser-Enfermeira" o interesse em ajudar os pacientes e suas famílias a aprender como manter e/ou restaurar a saúde e (re) adaptar-se às novas condições de seu estado (Figueiredo, 2005).</p><p>O profissional em enfermagem atua orientando o paciente, promovendo a saúde bem como a prevenção e a recuperação da mesma, por meio de palestras, programas dinâmicos e educando diretamente o paciente. (Oliveira, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://et.al">et.al</a> )<br>Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar a possibilidade para a sua produção ou sua construção e quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina a aprender.<br>A educação em enfermagem deve oferecer caminhos que visem à construção do saber e que possibilitem a formação de pessoas críticas, criativas e preparadas para atuarem de forma efetiva nas diferentes comunidades, pautando-se na busca de soluções efetivas para os problemas de saúde da população. Além disso, deve oferecer subsídios para que o futuro profissional possa atuar na educação permanente da equipe de enfermagem. <br>O profissional de Saúde precisa compreender a educação como um processo social, histórico e que se dá ao longo da vida, os processos educativos que permeiam as práticas sociais de saúde, institucionalizadas ou não, considerar as especificidades dos diferentes grupos sociais, dos distintos processos de vida, trabalho e adoecimento e colocar-se de forma ética e humanizada na relação educativa, buscando a troca de saberes e práticas; Assim também utilizar metodologias participativas que propiciem a autonomia e cidadania das pessoas, compreender a educação em saúde como parte integrante do processo de cuidar, e atuar no processo de qualificação dos trabalhadores da saúde em atividades de educação permanente, assim, entende-se que o processo educativo envolve respeito à individualidade dos sujeitos envolvidos e mútua colaboração. O enfermeiro, como educador para a saúde, atua no intuito de preparar o indivíduo para o auto-cuidado e não para a dependência, sendo, portanto, um facilitador nas tomadas de decisões.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 20:54:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3409564627</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que aproximadamente 25% das mulheres brasileiras têm entre 40 e 50 anos, faixa etária onde geralmente ocorre a transição menopáusica. </p><p>A menopausa e o climatério são fases naturais na vida da mulher, marcadas por importantes mudanças físicas e emocionais, que já citamos na fase anterior e, por isso, devemos discutir sobre como atender essa população.</p><p>A consulta de enfermagem durante esse período desempenha um papel crucial na promoção da saúde, na prevenção de complicações e no suporte emocional. E, tem como objetivo:</p><ul><li><p>Definir o climatério e os sintomas da menopausa</p></li><li><p>Identificar e rastrear doenças crônicas</p></li><li><p>Avaliar os riscos e benefícios da terapia hormonal</p></li><li><p>Prevenir doenças</p></li><li><p>Considerar as particularidades do quadro clínico e a condição emocional da mulher</p><p><br></p></li></ul><p>Entre os procedimentos da consulta podemos citar:</p><ul><li><p>Anamnese</p></li><li><p>Exame físico geral e ginecológico</p></li><li><p>Exames de sangue, como hemograma, glicemia em jejum e perfil lipídico</p></li><li><p>Ultrassonografia transvaginal</p><p><br></p></li></ul><p>Os temas abordados na consulta podemos citar como:</p><ul><li><p>Mudanças que podem ocorrer no ciclo menstrual, como aumento de peso, sudorese e ondas de calor&nbsp;</p></li><li><p>Risco aumentado de doenças cardiovasculares&nbsp;</p></li><li><p>Terapia de reposição hormonal, seus riscos, benefícios e indicações&nbsp;</p></li><li><p>Evidências sobre o uso de terapias hormonais e sua relação com outras doenças&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p>Devemos ainda salientar que a abordagem da mulher no climatério deve ser humanizada, personalizada e holística, e cabe salientar que é importante manter o acompanhamento ginecológico regularmente, mesmo com a chegada da menopausa.&nbsp;</p><p><br></p><ul><li><p>O climatério é a fase que compreende 2 anos antes da última menstruação, sendo menopausa a última menstruação. O período que precede essa fase é denominado irregularidade menstrual. Nessa fase a menstruação pode vir esporadicamente até cessar definitivamente. O diagnóstico da menopausa é retrospectivo e é feito quando a mulher está um ano sem menstruar.&nbsp;</p></li><li><p>A última menstruação costuma ocorrer por volta dos 50-52 anos de idade e o período pós-menopausa se estende até aproximadamente 65 anos.&nbsp;</p></li><li><p>Nessa faixa etária é importante orientar as mulheres sobre práticas saudáveis como: combater o sobrepeso, manter o índice de massa corporal adequado para fins de prevenção de doenças, realizar atividade física, não fumar, não consumir álcool em excesso e realizar o rastreio das doenças rastreáveis, como câncer.</p></li><li><p>menopausa está relacionada ao esgotamento folicular que ocorre após o envelhecimento dos folículos. Isso causa queda na fertilidade da mulher a partir dos 35 anos.&nbsp;</p></li><li><p>Considera-se normal o início da menopausa a partir dos 40 anos. Antes dos 40 anos ela é considerada precoce. Os sintomas da diminuição de produção de estrogênio geralmente se iniciam a partir dos 45 anos.&nbsp;</p></li><li><p>Inicialmente há uma diminuição da progesterona, ocasionando os ciclos irregulares: ciclos mais curtos, ciclos longos, longos atrasados, hiperplasia, sangramentos uterinos disfuncionais e afins. </p></li><li><p>O profissional deve estar atento para investigar os sangramentos uterinos disfuncionais, como nos casos onde há sangramento excessivo por longos períodos. Isso pode ocasionar anemia bem como hiperplasia do endométrio que pode ser precursora de um câncer de endométrio.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 20:31:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3409596975</link>
         <description><![CDATA[<p>Testes rápidos imunocromatográficos são aqueles cuja execução, leitura e interpretação dos resultados são feitas em no máximo 30 minutos. Eles são de fácil realização e não necessitam de estrutura laboratorial. Essa opção de testagem permite aumentar a agilidade de resposta aos usuários, encaminhar com brevidade para assistência médica e início de tratamento, além de ampliar o acesso ao diagnóstico para pessoas que vivem em locais remotos.&nbsp;</p><p>O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza testes rápidos imunocromatográficos para a detecção de infecções como HIV, sífilis, hepatites B e C. </p><p>Esses testes são, primariamente, recomendados para testagens presenciais. Podem ser feitos com amostra de sangue total obtida por punção venosa, da polpa digital ou com amostras de fluido oral. Dependendo do fabricante, podem também ser realizados com soro e/ou plasma. O processo é simples, rápido e sigiloso em todas as etapas.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong><mark>HIV&nbsp;</mark></strong></p><p><br></p><p>HIV é a sigla em inglês para o vírus da imunodeficiência humana. Causador da Aids, ele ataca as células do sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. O vírus altera o DNA da célula, transformando-a em uma cópia dele mesmo.</p><p>Ter HIV não é a mesma coisa que ter Aids: HIV é o vírus e Aids é a doença. Muitas pessoas vivem com HIV por anos ou durante toda a vida, sem apresentar qualquer sintoma, ou seja, sem desenvolver a doença. Mesmo sem sinais, o vírus pode ser transmitido por meio de relação sexual desprotegida, compartilhamento de seringas contaminadas, da mãe para o filho durante a gravidez ou aleitamento se não forem tomadas as medidas de prevenção.&nbsp;</p><p>Todas as pessoas diagnosticadas com HIV devem iniciar o tratamento com antirretrovirais imediatamente, e, assim, poupar o seu sistema imunológico. Esses medicamentos impedem que o vírus se replique dentro das células T-CD4+, evitam que a imunidade caia e que a Aids apareça.</p><p>No caso do surgimento de sinais, é importante ficar atento a febre, dor de cabeça, fraqueza, aumento dos gânglios linfáticos ou linfonodos aumentados, faringite, erupção cutânea e dor muscular. Também pode acontecer o aumento do tamanho do baço, fadiga, anorexia, depressão, náuseas, vômitos, diarreia, perda de peso e úlceras orais.</p><p>Esses são sintomas inespecíficos, que podem estar associados a outras condições de saúde. Por isso, a importância de ser avaliado por um profissional. Sempre que uma pessoa apresentar histórico de exposição de risco para o HIV, mesmo sem sintomas, é indicada a realização do teste.&nbsp;</p><p>Para prevenir a transmissão vertical de HIV, toda gestante deve ser testada na primeira consulta do pré-natal (idealmente, no 1º trimestre da gestação); no início do 3º trimestre (28ª semana); no momento do parto, ou em caso de aborto/natimorto, independentemente de exames anteriores.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong><mark>Sífilis primária</mark></strong></p><p><br></p><p>É uma ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio. Essa lesão é chamada de “cancro duro”. Normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha. Essa ferida desaparece sozinha, independentemente de tratamento.</p><p><br></p><p><strong> <mark>Sífilis secundária</mark></strong></p><p><br></p><p>Os sintomas se manifestam entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial. Podem surgir manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias. Além disso, pode ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. As manchas desaparecem em algumas semanas, independentemente de tratamento, trazendo falsa impressão de cura.</p><p><br></p><p><strong> <mark>Sífilis latente (fase assintomática)&nbsp;</mark></strong></p><p><br></p><p>A pessoa não apresenta sinais e a duração dessa fase é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sintomas.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong><mark>Sífilis terciária</mark>&nbsp;</strong></p><p><br></p><p>Pode surgir entre 1 e 40 anos após o início da infecção. Aqui aparecem, principalmente, lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte. A testagem deve ocorrer sempre que houver manifestações clínicas sugestivas de sífilis e nos casos de exposição de risco, mesmo na ausência de sinais ou sintomas.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong> <mark>Sífilis congênita</mark></strong></p><p><br></p><p>A sífilis também pode ser transmitida da mãe para a criança durante a gestação, quando não for diagnosticada e tratada adequadamente no pré-natal, causando a sífilis congênita. A sífilis congênita pode gerar consequências graves ao bebê, podendo levar a morte.&nbsp;</p><p>Portanto, para prevenção da transmissão vertical de sífilis, toda gestante deve ser testada na primeira consulta do pré-natal (idealmente, no 1º trimestre da gestação), no início do 3º trimestre (28ª semana), no momento do parto, ou em caso de aborto/natimorto, independentemente de exames anteriores.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong><mark>HEPATITES B e C&nbsp;</mark></strong></p><p><br></p><p>As hepatites B e C são causadas pelos vírus tipo B (HBV) e tipo C (HCV) e são transmitidos, sobretudo, por meio do sangue. Ambas as doenças acometem o fígado, causando inflamação do órgão. Os vírus podem ser passados pelo contato sexual, via sanguínea, por meio de seringas contaminadas, alicates de unha contaminados, materiais de tatuagem contaminados, entre outros.&nbsp;</p><p>Os sintomas mais comuns são febre, pele e olhos amarelados, náusea e vômitos, mal-estar, desconforto abdominal, falta de apetite, urina com cor de refrigerante de cola e fezes esbranquiçadas.&nbsp;</p><p>Frequentemente, os sinais das hepatites B e C não aparecem. Grande parte dos infectados só acaba descobrindo que tem a doença após anos e, muitas vezes, por acaso, em testes para esses vírus. Quando não tratadas, as hepatites B e C podem evoluir para um quadro crônico e, então, para cirrose ou até câncer de fígado.&nbsp;</p><p>Toda gestante deve ser testada para Hepatite B e C na primeira consulta do pré-natal, idealmente no primeiro trimestre. Além da identificação de doenças, os testes rápidos também possuem grande eficácia na detecção da gravidez.&nbsp;</p><p><br></p><p><mark>ONDE FAZER:</mark></p><p>Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e farmácias autorizadas</p><p><br></p><p><mark>QUEM PODE FAZER:</mark></p><p>Profissional de saúde capacitado</p><p><br></p><p><mark>TIPO DE MATERIAL COLETADO:</mark></p><p>Gota de sangue da ponta do dedo, fluido oral ou soro e/ou plasma</p><p><br></p><p><mark>COMO SE DÁ O RESULTADO?</mark></p><p>Positivo ou negativo</p><p>O que acontece se o resultado for positivo?</p><p>Encaminhamento para tratamento e orientações</p><p><br></p><p>OBS: É importante saber que, mesmo se a pessoa estiver infectada, o resultado do teste pode dar negativo se ela estiver no período de janela, esses testes são disponibilizados pelo SUS gratuitamente.</p><p><br></p><p>Para realizar os testes é necessário: Apresentar documento de identificação ou cartão do SUS, Não estar em jejum</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 21:18:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p>O exame citopatológico pode ser realizado por médico ou enfermeiros.</p><p>Cabe salientar que antes do exame devemos:</p><ul><li><p>Questionar quanto ao uso de medicamentos vaginais, espermicidas e/ou lubrificantes (incluindo preservativos) e exames intravaginais (ultrassonografia) nas últimas 48h. Essas substâncias prejudicam a qualidade da amostra. Faça o reagendamento da coleta, se possível;</p></li><li><p>Orientar a mulher sobre o procedimento;</p></li><li><p>Preencher a requisição de exame citopatológico do colo do útero (ficha);</p></li><li><p>O local de coleta deve ser reservado e equipado adequadamente para a realização do exame ginecológico;</p></li><li><p>Recomenda-se não estar com a bexiga cheia, para a realização do exame.</p></li></ul><p><strong><mark>Atenção:</mark></strong> preferencialmente realizar a coleta após 5 dias do término da menstruação. </p><p>Se no reagendamento, a mulher permanecer com sangramento, realizar a coleta. </p><p>No caso de sangramento vaginal anormal (menstrual), a coleta pode ser realizada e o exame ginecológico é mandatório.</p><p><br></p><p><strong><mark>Etapas do procedimento de Coleta:</mark></strong></p><p>1 -<strong> </strong>Preparar o material (lâmina com extremidade fosca, espátula de Ayre, escova cervical e frasco com fixador);</p><p><br></p><p>2 - Identificar a lâmina e a etiqueta do frasco;</p><p><br></p><p>3 - Realizar a higiene das mãos;</p><p><br></p><p>4 - A mulher deve ser colocada na posição ginecológica adequada, o mais confortável possível. Cubra-a com o lençol, posicione o foco de luz;</p><p><br></p><p>5 - Colocar as luvas descartáveis;</p><p><br></p><p>6 - Inspecionar atentamente os órgãos genitais externos, prestando atenção à:</p><ul><li><p>distribuição dos pelos</p></li><li><p>integralidade do clitóris, do meato uretral, dos grandes e pequenos lábios</p></li><li><p>presença de secreções vaginais</p></li><li><p>sinais de inflamação, de veias varicosas e outras lesões como úlceras, fissuras, verrugas e tumorações</p></li></ul><p><br></p><p>7 - Introduzir o espéculo suavemente, em posição vertical e ligeiramente inclinado de maneira que o colo do útero fique exposto completamente, cabe salientar que a escolha do tamanho do Etapas do procedimento de Coleta é de acordo com as características perineais e vaginais da mulher a ser examinada;</p><p><br></p><p>8 - Uma vez introduzido totalmente na vagina, abrir lentamente e com delicadeza. Caso tenha dificuldade de visualização do colo sugira que a mulher tussa. Não deve ser usado lubrificante para a introdução do espéculo, mas em casos selecionados, principalmente em mulheres idosas com vaginas extremamente atróficas, recomenda-se molhar o espéculo com soro fisiológico;</p><p><br></p><p>9 - Para coleta na ectocérvice utiliza-se espátula de Ayre, do lado que apresenta reentrância. Encaixar a ponta mais longa da espátula no orifício externo do colo, apoiando-a firmemente, fazendo uma raspagem em movimento rotativo de 360° em torno de todo o orifício cervical, para que toda superfície do colo seja raspada e representada na lâmina, procurando exercer uma pressão firme, mas delicada;</p><p><br></p><p>10 - Para coleta na endocérvice, utilizar a escova endocervical. Recolher o material introduzindo a escova endocervical e fazer um movimento giratório de 360°;</p><p><br></p><p>11 - A amostra ectocervical deve ser disposta no sentido transversal, na metade superior da lâmina, próximo da região fosca, previamente identificada com as iniciais da mulher. O material retirado da endocérvice deve ser colocado na metade inferior da lâmina, no sentido longitudinal. Estender o material sobre a lâmina de maneira delicada para a obtenção de um esfregaço uniformemente distribuído, fino e sem destruição celular;</p><p><br></p><p>12 - Fixar imediatamente o material colhido e distendido na lâmina para evitar o dessecamento, com o spray fixador. Borrifa-se a lâmina com fixador com aproximadamente 20 cm de distância;</p><p><br></p><p>13 - Acondicione cuidadosamente a lâmina, no recipiente adequado para o transporte ao laboratório;</p><p><br></p><p>14 - Diminua a abertura do espéculo lenta e cuidadosamente, certificando-se de não pinçar o colo do útero ou as paredes vaginais;</p><p><br></p><p>15 - Avise a mulher que a coleta está concluída;</p><p><br></p><p>16 - Descarte o espéculo no lugar adequado, retire as luvas, ajude a paciente a descer da maca ginecológica e dê privacidade para que ela coloque a roupa;</p><p><br></p><p><mark>OBS: AO TÉRMINO DO EXAME:</mark></p><p><br></p><ul><li><p>Informe sobre a possibilidade de sangramento discreto após a coleta, com cessação espontânea;</p></li><li><p>Oriente sobre a importância de buscar o resultado do exame;</p></li><li><p>Agende o retorno na Unidade de Atenção Primária;</p></li></ul><p>A Atenção Primária deve encaminhar o material para análise, o mais breve possível e aguardar o resultado do exame. Em unidades não informatizadas, o cadastro manual dos exames deve ser realizado, para acompanhar o retorno dos laudos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 21:43:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>                    CONVITE</strong></p><p><br/></p><p> <strong>    COLETA DE EXAME PAPANICOLAU</strong> </p><p><br/></p><p>     <strong>DATA: 31.04.2025</strong></p><p><br/></p><p><strong>      PÚBLICO ALVO: MULHERES DE 25 A  64 ANOS</strong></p><p><br/></p><p><strong>     HORÁRIO: 08 AS 12:00 HS</strong></p><p><br/></p><p><strong>      LOCAL: CENTRO DE SAÚDE VASCO  BARCELOS</strong></p><p><br/></p><p><strong>      ENDEREÇO: R. Cel. Bernardino de Melo, 1895 -                          Centro, Nova Iguaçu - RJ.</strong></p><p><br/></p><p><strong>       TELEFONE: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com.br/search?q=VASCO+BARCELOS&amp;sca_esv=51ee083cf20858f1&amp;sxsrf=AHTn8zpqXB0PBq8Cx7davKcgiH1Ti0jQ6g%3A1744669036223&amp;source=hp&amp;ei=bIn9Z9rfCu7P1sQPx8O22A8&amp;iflsig=ACkRmUkAAAAAZ_2XfGtHTKMiLlE5NbjSjx_Hb5lKWwE6&amp;ved=0ahUKEwjaxZvRxtiMAxXup5UCHcehDfsQ4dUDCBk&amp;uact=5&amp;oq=VASCO+BARCELOS&amp;gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Ig5WQVNDTyBCQVJDRUxPUzIOEC4YgAQYxwEYjgUYrwEyBRAAGIAEMgUQABiABDIFEAAYgAQyBRAAGIAESMUUUABYkBFwAHgAkAEAmAGcAaABkw6qAQQwLjE0uAEDyAEA-AEBmAIOoAKuD8ICChAjGIAEGCcYigXCAgQQIxgnwgILEC4YgAQYsQMYgwHCAgsQABiABBixAxiDAcICDhAuGIAEGLEDGNEDGMcBwgIKEAAYgAQYQxiKBcICEBAuGIAEGLEDGEMYgwEYigXCAg4QLhiABBixAxiDARjUAsICCBAAGIAEGLEDwgINEAAYgAQYsQMYQxiKBcICCBAuGIAEGLEDwgIOEAAYgAQYsQMYgwEYigXCAgUQLhiABMICBBAAGAPCAgsQLhiABBjHARivAZgDAJIHBDAuMTSgB9CFAbIHBDAuMTS4B64P&amp;sclient=gws-wiz#"><strong>(21) 11111 1111</strong></a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>       O EXAME PREVINE O CÂNCER NO COLO DO ÚTERO</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 22:20:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3409642440</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), após o câncer de pele, o câncer de mama é o tipo mais frequente entre as mulheres. Para 2024, foram estimados mais de 73 mil novos casos da doença em todo Brasil. Já o câncer de colo do útero é o terceiro tipo de tumor que mais atinge a população feminina.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Prevenção do câncer de colo do útero:</mark></strong></p><p><br/></p><p>Vacinar-se contra o HPV, principalmente entre os 9 e 14 anos</p><p>Realizar exames periódicos, como o Papanicolau, a partir dos 30 anos</p><p>Adotar práticas sexuais seguras, como o uso de preservativos</p><p>Evitar o tabagismo</p><p>Evitar o uso prolongado de pílulas anticoncepcionais</p><ul><li><p><br/></p></li></ul><p><mark>Prevenção do câncer de mama:</mark></p><p> </p><p>Realizar autoexame das mamas mensalmente após a menstruação;</p><p> Realizar mamografia anualmente a partir dos 40 anos;</p><p> Ter uma alimentação saudável e equilibrada; </p><p>Praticar atividades físicas, Não fumar.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A vacina contra o HPV é mais eficaz se administrada antes do início da vida sexual. </p><p>O câncer de mama, quando diagnosticado precocemente, tem chance de cura em 95% dos casos.&nbsp;</p><p><br/></p><p>É importante procurar um serviço de saúde caso observe alguma alteração nas mamas ou no colo do útero.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A campanha Outubro Rosa é uma iniciativa de mobilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que é colo do útero?</mark></strong></p><p><br/></p><p>É a parte do útero localizada no final da vagina. Por localizar-se entre os órgãos externos e internos, fica mais exposto ao risco de contrais doenças.</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que é câncer do colo do útero?</mark></strong></p><p><br/></p><p>É um tipo de câncer que demora muitos anos para se desenvolver. As alterações das células que dão origem ao câncer do colo do útero são facilmente descobertas no exame preventivo. Conforme a doença avança, os principais sintomas são sangramento vaginal, corrimento e dor.</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que pode levar ao câncer do colo do útero?</mark></strong></p><p><br/></p><p>A principal causa é a infecção por alguns tipos de vírus chamados de HPV - Papiloma Vírus Humano. Fatores como o início precoce da atividade sexual, a diversidade de parceiros, o fumo e a má higiene íntima podem facilitar a infecção.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Como evitar?</mark></strong></p><p><br/></p><p>Fazendo o exame preventivo (Papanicolaou). As lesões que precedem o câncer do colo do útero não têm sintomas, mas podem ser descobertas por meio do Papanicolaou. </p><p>Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura são de 100%.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Câncer de Mama:</mark></strong></p><p><br/></p><p>É o tipo de câncer mais freqüente na mulher brasileira. Nesta doença, ocorre um desenvolvimento anormal das células da mama, que multiplicam-se repetidamente até formarem um tumor maligno.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Como a mulher pode perceber a doença?</mark></strong></p><p><br/></p><p>O sintoma do câncer de mama mais fácil de ser percebido pela mulher é um caroço no seio, acompanhado ou não de dor. A pela da mama pode ficar parecida com uma casca de laranja; também podem aparecer pequenos caroços embaixo do braço. Deve-se lembrar que nem todo caroço é um câncer de mama, por isso é importante consultar um profissional de saúde.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Como descobrir a doença mais cedo?</mark></strong></p><p><br/></p><p>Toda mulher com 40 anos ou mais de idade deve procurar um ambulatório, centro ou posto de saúde para realizar o exame clínico das mamas anualmente, além disso, toda mulher, entre 50 e 69 anos deve fazer pelo menos uma mamografia a cada dois anos. O serviço de saúde deve ser procurado mesmo que não tenha sintomas!</p><p><br/></p><p><strong>O que é o exame clínico das mamas?</strong></p><p><br/></p><p>É o exame das mamas realizado por médico ou enfermeiro treinado para essa atividade. Neste exame poderão ser identificadas alterações nas mesmas. Se for necessário, será indicado um exame mais específico, como a mamografia.</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que é mamografia?</mark></strong></p><p><br/></p><p>È um exame muito simples que consiste em um raio-X da mama e permite descobrir o câncer quando o tumor ainda é bem pequeno.</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que pode aumentar o risco de ter câncer de mama?</mark></strong></p><p><br/></p><p>Se uma pessoa da família - principalmente a mãe, irmã ou filha - teve essa doença antes dos 50 anos de idade, a mulher tem mais chances de ter um câncer de mama. Quem já teve câncer em uma das mamas ou câncer de ovário, em qualquer idade, também deve ficar atenta. As mulheres com maior risco de ter o câncer de mama devem tomar cuidados especiais, fazendo, a partir dos 35 anos de idade, o exame clínico das mamas e a mamografia, uma vez por ano.</p><p><br/></p><p><strong><mark>O que mais a mulher pode fazer para se cuidar?</mark></strong></p><p><br/></p><p>Ter uma alimentação saudável e equilibrada (com frutas, legumes e verduras), praticar atividades físicas (qualquer atividade que movimente seu corpo) e não fumar. Essas são algumas dicas que podem ajudar na prevenção de várias doenças, inclusive do câncer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 22:44:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Saúde Brasil 2008: 20 anos de Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Brasília, DF, p.416, 2009. Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://encurtador.com.br/fjvwx">encurtador.com.br/fjvwx</a>&gt;. Acesso em 15 fev 2018.</p><p><br>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Brasília, DF, p 60, 2010. Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://encurtador.com.br/abwO8">encurtador.com.br/abwO8</a>&gt;. Acesso em: 15 fev 2018.</p><p><br>Gonçalves JR, Soares RA, Troll T, Cyrino EG. Ser médico no PSF: Formação acadêmica, perspectivas e trabalho cotidiano. Rev. Brasileira de Medicina. 2009; 33 (3):290-5.</p><p><br>Cortez EA, Valente GSC, Assis MM, Almeida VC, Chagas FS, Tórnio RA. O Enfermeiro no gerenciamento da educação em saúde da Estratégia Saúde da Família. Rev. de Enfermagem UFPE. abr./jun. 2010; 4 (2):149-57.</p><p><br>Costa GD, Cotta RMM, Ferreira MLSM, Reis JR, Franceschini SCC. Saúde da Família: Desafios no processo de reorientação do modelo assistencial. Rev. Brasileira de Enfermagem. Jan /fev 2009; 62 (1): 113-8.</p><p><br>Alves GG, Aertes D. As práticas educativas em saúde e a Estratégia Saúde da Família. Rev. Cienc. Saúde Coletiva. Jan 2011;16 (1): 319-25. Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://encurtador.com.br/fhopH">encurtador.com.br/fhopH</a>&gt;. Acesso em 21 fev 2018.</p><p><br>Silva KL. Educação em enfermagem e os desafios para a promoção de saúde. Rev. Brasileira Enferm. jan/fev 2009; 62 (1): 86-9.</p><p><br></p><p> Fonseca JJS. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Apostila.</p><p><br>Brasil. Resolução, n° 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 13 de jun. 2013. Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://goo.gl/Y53TMw">https://goo.gl/Y53TMw</a>&gt;. Acesso em 27 de mar 2018.</p><p><br>Brasil. Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://fev.de">fev.de</a> 1998. Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://encurtador.com.br/fsO08">encurtador.com.br/fsO08</a>&gt;. Acesso em: 20 mar 2018.</p><p><br>Gonçalves GG, Soares M. A atuação do enfermeiro em educação em saúde: uma perspectiva para a atenção básica. 72f. Monografia (Graduação de Enfermagem) – Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium – UNISALESIANO, Lins-São Paulo, 2010.</p><p><br>Oliveira RL, Santos MEA. Educação em saúde na Estratégia Saúde da Família: conhecimentos e práticas do enfermeiro. Rev. Enfermagem Integrada. nov./dez. 2011; 4 (2): 833-44.</p><p><br>Mendes ALTM, Aperibense PGGS, Almeida Filho AJ, Peres MAA. Singularidades da formação e desafios na implantação. Escola Anna Nery Rev. de Enfermagem. Jan./Mar. 2015;19 (1): 11-17</p><p><br></p><p>[pdf-embedder url=”<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.souenfermagem.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Revista-Sou-Enfermagem-S%C3%A3o-Lu%C3%ADs-023-20-31-julho-dezembro-2018.pdf%E2%80%9D">https://revista.souenfermagem.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Revista-Sou-Enfermagem-São-Luís-023-20-31-julho-dezembro-2018.pdf”</a> title=”Revista-Sou-Enfermagem-São-Luís-02(3)-20-31-julho-dezembro-2018″]</p><p><br></p><p>Brasil . Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde . Câmara de Regulação do Trabalho em Saúde. Brasília: MS; 2006.</p><p><br></p><p>Tratado de Ginecologia FEBRASGO (2019) – 4 Fundamentos: A consulta Ginecológica (pg 150-174)</p><p><br></p><p>Tratado de Ginecologia FEBRASGO (2019) – 80 Mastologia: Rastreamento do Câncer de Mama e Propedêutica Mamária (pg 2465-2486)</p><p><br></p><p> Fotos ( google ) </p><p><br></p><p> Videos ( youtube )</p><p><br></p><p>Site:&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aps.saude.gov.br">https://aps.saude.gov.br</a>&nbsp;</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.gov.br/pt-br/@@search?origem=keyword&amp;SearchableText=Minist%C3%A9rio">www.gov.br/pt-br/@@search?origem=keyword&amp;SearchableText=Ministério</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/pt-br/@@search?origem=keyword&amp;SearchableText=Minist%C3%A9rio%20da%20Sa%C3%BAde"> da Saúde</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2022/10/testes-rapidos-no-sus-permitem-diagnosticos-em-ate-30-minutos">Testes rápidos no SUS permitem diagnósticos em até 30 minutos =- GOV.BR</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://saude.portal.ap.gov.br/conteudo/programas/controle-do-cancer-de-colo-de-utero-e-mama">SESA - Secretaria da Saúde</a></p><p><br></p><p>MARQUES, B. R. G. .; SANTOS, J. S. .; SILVA, L. P. da .; SOUZA, M. F. de .; MAIA, L. F. dos S. O papel do enfermeiro como educador em saúde nos tempos atuais.&nbsp;<strong>Revista Remecs - Revista Multidisciplinar de Estudos Cientí­ficos em Saúde</strong>,&nbsp;<em>[S. l.]</em>, p. 15, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaremecs.com.br/index.php/remecs/article/view/1153">https://revistaremecs.com.br/index.php/remecs/article/view/1153</a>. Acesso em: 15 abr. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 22:49:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vacinas Recomendadas</p><ul><li><p><strong>dTpa (difteria, tétano e coqueluche)</strong>: uma dose a partir da 20ª semana de gestação.</p></li><li><p><strong>dT (difteria e tétano)</strong>: caso a gestante não tenha recebido anteriormente.</p></li><li><p><strong>Hepatite B</strong>: caso a gestante não tenha sido vacinada previamente.</p></li><li><p><strong>Influenza (gripe)</strong>: recomendada durante a campanha de vacinação.</p></li><li><p><strong>COVID-19</strong>: gestantes devem ser vacinadas, preferencialmente com vacinas de RNA mensageiro ou inativadas.</p><p><br/></p></li><li><p>Exames Essenciais</p><ul><li><p><strong>Hemograma completo</strong>: identifica anemia e outras condições hematológicas.</p></li><li><p><strong>Tipagem sanguínea e fator Rh</strong>: importante para prevenir complicações como a doença hemolítica perinatal.</p></li><li><p><strong>Glicemia em jejum</strong>: detecta diabetes mellitus gestacional.</p></li><li><p><strong>Testes rápidos para HIV, sífilis e hepatite B</strong>: fundamentais para prevenção de transmissão vertical.</p></li><li><p><strong>Ultrassonografia obstétrica</strong>: avalia o desenvolvimento fetal e a saúde uterina.</p></li><li><p><strong>Cultura de urina com antibiograma</strong>: detecta infecções urinárias assintomáticas.</p></li><li><p><strong>Eletroforese de hemoglobina</strong>: identifica hemoglobinopatias como anemia falciforme.</p></li></ul><p><br/></p></li><li><p>Orientações Gerais</p><ul><li><p><strong>Suplementação de ferro e ácido fólico</strong>: prevenção de anemia e defeitos do tubo neural.</p></li><li><p><strong>Acompanhamento nutricional</strong>: garante ganho de peso adequado e saúde materno-fetal.</p></li><li><p><strong>Atividade física moderada</strong>: contribui para o bem-estar e controle de complicações.</p></li><li><p><strong>Evitar substâncias nocivas</strong>: como álcool, tabaco e drogas ilícitas.</p></li><li><p><strong>Atenção à saúde mental</strong>: monitoramento de sinais de depressão e ansiedade.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 10:52:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esquema de um Plano de Parto</p><ol><li><p><strong>Preferências de Ambiente</strong></p><ul><li><p>Escolha do local (hospital, casa de parto, domiciliar).</p></li><li><p>Ambiente acolhedor e tranquilo.<a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[0.5625em] font-medium text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]! transition-colors duration-150 ease-in-out" href="https://www.scielo.br/j/reben/a/RzQR7PgjP4JxdZ98RLs8PfC?utm_source=chatgpt.com">ISTOÉ Independente+4SciELO Brasil+4Faculdade Florence+4</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Apoio Durante o Trabalho de Parto</strong></p><ul><li><p>Presença de acompanhante(s).</p></li><li><p>Uso de técnicas de alívio da dor (massagens, banhos mornos, posições alternativas).</p></li></ul></li><li><p><strong>Intervenções Médicas</strong></p><ul><li><p>Consentimento informado para procedimentos como episiotomia, uso de medicamentos e monitoramento fetal.</p></li><li><p>Preferência por parto vaginal, evitando cesárea sem indicação.</p></li></ul></li><li><p><strong>Após o Nascimento</strong></p><ul><li><p>Contato pele a pele imediato.</p></li><li><p>Início precoce da amamentação.</p></li><li><p>Alojamento conjunto mãe-bebê.</p></li></ul></li><li><p><strong>Pós-Parto</strong></p><ul><li><p>Orientações sobre cuidados com o recém-nascido e com a mãe.</p></li><li><p>Acompanhamento psicológico, se necessário.</p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 10:56:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p>O planejamento familiar é o direito que as pessoas têm de decidir <strong>se querem ou não ter filhos, quantos filhos querem ter e quando desejam tê-los</strong>. Envolve acesso à informação, atendimento de saúde, métodos contraceptivos e apoio psicológico.</p><p>Ele promove a <strong>autonomia da mulher e do casal</strong>, ajudando a prevenir gestações indesejadas e a proteger a saúde reprodutiva.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Métodos Contraceptivos</strong></p><p>Os métodos contraceptivos são formas de evitar a gravidez. Eles podem ser <strong>temporários ou permanentes</strong>, e alguns também protegem contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).</p><p>1. <strong>Métodos de Barreira</strong></p><ul><li><p><strong>Preservativo masculino (camisinha)</strong></p><ul><li><p>Previne gravidez e DSTs.</p></li><li><p>Fácil acesso, gratuito no SUS.</p></li></ul></li><li><p><strong>Preservativo feminino</strong></p><ul><li><p>Funciona de forma semelhante ao masculino.</p></li><li><p>Menos usado, mas também eficaz.</p></li></ul></li></ul><p>2. <strong>Métodos Hormonais</strong></p><ul><li><p><strong>Pílula anticoncepcional</strong></p><ul><li><p>Tomada diariamente. Evita a ovulação.</p></li><li><p>Requer receita e acompanhamento médico.</p></li></ul></li><li><p><strong>Injeção anticoncepcional</strong></p><ul><li><p>Mensal ou trimestral.</p></li><li><p>Mesma função da pílula, mas aplicada por profissional.</p></li></ul></li><li><p><strong>Implante subcutâneo</strong></p><ul><li><p>Pequena haste colocada sob a pele do braço.</p></li><li><p>Dura até 3 anos.</p></li></ul></li><li><p><strong>Adesivo anticoncepcional</strong></p><ul><li><p>Colado na pele. Troca semanal.</p></li><li><p>Libera hormônios continuamente.</p></li></ul></li><li><p><strong>Anel vaginal</strong></p><ul><li><p>Colocado dentro da vagina por 3 semanas.</p></li><li><p>Libera hormônios localmente.</p></li></ul></li></ul><p>3. <strong>Dispositivos Intrauterinos (DIU)</strong></p><ul><li><p><strong>DIU de cobre</strong></p><ul><li><p>Sem hormônios. Pode durar até 10 anos.</p></li><li><p>Provoca mudanças no útero que impedem a fecundação.</p></li></ul></li><li><p><strong>DIU hormonal (Mirena, Kyleena)</strong></p><ul><li><p>Libera hormônio localmente. Dura 5 anos.</p></li><li><p>Também pode reduzir o fluxo menstrual.</p></li></ul></li></ul><p>4. <strong>Métodos Naturais</strong> (menos eficazes)</p><ul><li><p><strong>Tabelinha</strong></p><ul><li><p>Baseia-se no ciclo menstrual.</p></li><li><p>Exige controle rigoroso e pode falhar.</p></li></ul></li><li><p><strong>Coito interrompido</strong></p><ul><li><p>Retirada do pênis antes da ejaculação.</p></li><li><p>Alto risco de falha.</p></li></ul></li></ul><p>5. <strong>Métodos Definitivos (Cirúrgicos)</strong></p><ul><li><p><strong>Laqueadura tubária (esterilização feminina)</strong></p><ul><li><p>Cirurgia que impede a passagem dos óvulos.</p></li><li><p>Requer autorização e consentimento.</p></li></ul></li><li><p><strong>Vasectomia (esterilização masculina)</strong></p><ul><li><p>Corte dos canais que levam os espermatozoides.</p></li><li><p>Procedimento simples e eficaz.</p></li></ul></li></ul><p><br/></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 11:02:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Durante o Parto</strong></p><p>Apoio Emocional e Físico:</p><ul><li><p>O enfermeiro tem um papel vital em <strong>oferecer apoio emocional e psicológico</strong> à gestante, auxiliando na redução da ansiedade e no enfrentamento da dor. Isso é feito por meio de escuta ativa, tranquilização e estímulo à comunicação com a equipe médica.</p></li><li><p><strong>Orientações sobre o processo do parto</strong>, como o momento de realização de exercícios respiratórios e técnicas de relaxamento, também são responsabilidade do enfermeiro.</p></li></ul><p>Monitoramento da Gestante:</p><ul><li><p>O enfermeiro realiza o <strong>monitoramento contínuo</strong> dos sinais vitais da mãe e do bebê (como pressão arterial, frequência cardíaca e contrações uterinas), garantindo a detecção precoce de complicações.</p></li><li><p><strong>Administração de medicamentos</strong> quando necessário (como analgésicos ou ocitocina), sempre com a supervisão da equipe médica.</p></li></ul><p>Práticas Humanizadas:</p><ul><li><p>Incentiva o uso de <strong>posições alternativas e técnicas não farmacológicas</strong> para alívio da dor, como massagens, banhos mornos, e o uso de bolas de parto, respeitando as preferências da gestante.</p></li><li><p>A <strong>presença de acompanhante</strong> também pode ser organizada e apoiada pelo enfermeiro, promovendo um ambiente mais acolhedor e confortável.</p></li></ul><p>2. <strong>No Nascimento</strong></p><p>Assistência ao Recém-Nascido:</p><ul><li><p>O enfermeiro é responsável pelos <strong>cuidados imediatos com o recém-nascido</strong>, como a realização do teste de Apgar, avaliação da vitalidade (respiração, batimentos cardíacos e coloração), e a estimulação inicial para garantir a adaptação do bebê ao ambiente externo.</p></li><li><p><strong>Corte do cordão umbilical</strong>: O enfermeiro realiza esse procedimento, sempre seguindo as normas de segurança e higiene.</p></li></ul><p>Estabelecimento do Vínculo:</p><ul><li><p><strong>Início precoce da amamentação</strong>: O enfermeiro orienta e ajuda a mãe e o bebê a se ajustarem à amamentação, incentivando o <strong>contacto pele a pele</strong>, essencial para o estabelecimento do vínculo afetivo e para o sucesso da amamentação.</p></li></ul><p>Orientações sobre os Cuidados com o Bebê:</p><ul><li><p>O enfermeiro também fornece informações valiosas sobre <strong>cuidados básicos com o recém-nascido</strong>, como higiene, cuidados com o coto umbilical, e sinais de alerta para possíveis complicações.</p></li></ul><p>3. <strong>No Puerpério (Período Pós-Parto)</strong></p><p>Cuidados Pós-Parto da Mãe:</p><ul><li><p>O enfermeiro monitora a recuperação <strong>física e emocional da mãe</strong>, identificando sinais de complicações, como hemorragias, infecções ou sinais de depressão pós-parto.</p></li><li><p><strong>Orientações sobre cuidados com o corpo</strong> após o parto, como a higiene adequada, cuidados com os pontos da episiotomia (caso realizada), e o uso de métodos contraceptivos.</p></li></ul><p>Apoio à Amamentação:</p><ul><li><p>O enfermeiro continua a <strong>orientar a mãe sobre a amamentação</strong>, esclarecendo dúvidas sobre como pegar corretamente o bebê no seio, prevenindo rachaduras nos mamilos e promovendo o aleitamento materno exclusivo, que é essencial para o desenvolvimento saudável do bebê.</p></li></ul><p>Acompanhamento Psicológico:</p><ul><li><p>O enfermeiro tem um papel importante em <strong>monitorar a saúde mental da mãe</strong> durante o puerpério, realizando uma abordagem preventiva e identificando sinais de <strong>depressão pós-parto</strong> ou outras condições emocionais, oferecendo o suporte necessário ou encaminhando para profissionais especializados.</p></li></ul><p>Orientações sobre Planejamento Familiar:</p><ul><li><p>Após o parto, o enfermeiro fornece informações sobre <strong>métodos contraceptivos</strong> adequados ao momento da mulher, promovendo a escolha informada e o respeito ao desejo da paciente em relação à maternidade futura.</p></li></ul><p>4. <strong>Importância na Equipe Multidisciplinar</strong></p><ul><li><p>O enfermeiro faz parte de uma <strong>equipe multidisciplinar</strong>, atuando junto com médicos obstetras, pediatras, psicólogos e outros profissionais da saúde. Essa <strong>interação</strong> é fundamental para oferecer um atendimento completo e integral, garantindo o bem-</p></li><li><p>estar da mãe e do bebê.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A presença do enfermeiro durante o <strong>parto</strong>, o <strong>nascimento</strong> e o <strong>puerpério</strong> é essencial para <strong>garantir cuidados de alta qualidade</strong> e promover a <strong>saúde física e emocional</strong> da mulher e do recém-nascido. Ele exerce um papel de <strong>cuidador, educador e facilitador</strong>, proporcionando um atendimento acolhedor, seguro e humanizado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 11:13:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amarodiretor</author>
         <link>https://padlet.com/amarodiretor/c8c013orvoe6bqh2/wish/3452382701</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong></p><ul><li><p>A OMS oferece diretrizes e recomendações globais sobre cuidados maternos e infantis, incluindo informações detalhadas sobre o <strong>planejamento familiar</strong>, <strong>cuidados no parto</strong> e <strong>puerpério</strong>.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.who.int">https://www.who.int</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Ministério da Saúde do Brasil</strong></p><ul><li><p>O Ministério da Saúde fornece informações sobre <strong>assistência ao parto</strong>, <strong>cuidados com o recém-nascido</strong> e <strong>orientações sobre o puerpério</strong>. O SUS oferece materiais educativos voltados para a atuação do enfermeiro nesses contextos.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.saude.gov.br">http://www.saude.gov.br</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)</strong></p><ul><li><p>A SBP possui documentos e publicações sobre o cuidado ao recém-nascido e ao puerperal, com ênfase no papel de profissionais de saúde, incluindo enfermeiros.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sbp.com.br">https://www.sbp.com.br</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Biblioteca Cochrane</strong></p><ul><li><p>Para evidências baseadas em pesquisa sobre <strong>práticas obstétricas</strong>, <strong>cuidados no pós-parto</strong> e <strong>intervenções no nascimento</strong>, a Cochrane fornece revisões sistemáticas.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cochranelibrary.com">https://www.cochranelibrary.com</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Revistas Acadêmicas e Científicas</strong></p><ul><li><p><strong>Revista Brasileira de Enfermagem (REBEN)</strong> e <strong>Enfermería Global</strong> são periódicos que frequentemente publicam artigos sobre a atuação do enfermeiro em diversas fases do ciclo gestacional e puerperal.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net">https://www.researchgate.net</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</strong></p><ul><li><p>A Fiocruz é uma importante instituição de pesquisa em saúde pública e pode fornecer materiais educativos sobre <strong>saúde materno-infantil</strong> e <strong>enfermagem obstétrica</strong>.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.fiocruz.br">https://portal.fiocruz.br</a></p></li></ul></li><li><p><strong>Instituto Nacional de Saúde (NIH)</strong></p><ul><li><p>O NIH possui estudos sobre cuidados <strong>maternidade e saúde reprodutiva</strong>, com foco no impacto dos cuidados de enfermagem durante o parto e no pós-parto.</p></li><li><p>Acesse: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nih.gov">https://www.nih.gov</a></p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 11:15:57 UTC</pubDate>
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