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      <title>Alta Idade Média by Tallyta Diandra</title>
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      <description>trabalho de história</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-01 16:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto (pág 252-255) 1</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Alta Idade Média é um termo utilizado pelos historiadores para referir-se a um período específico da Idade Média que se estendeu do século V até o século X. Durante a Idade Média, a Europa viu a estruturação do feudalismo, o surgimento do Império Carolíngio, a expansão do cristianismo e o fortalecimento da Igreja Católica. Devido à desgregação do império, a Europa enfrentou um intenso processo de ruralização. Os sobreviventes do fim do Império Romano passaram a reunir-se majoritariamente nas zonas rurais, onde ficavam as grandes propriedades de antigos patrícios. Lá eles tinham proteção e comida, mas eram obrigados a pagar isso com trabalho. Com o tempo, esses locais converteram-se nos feudos. Naquele período, os romanos tinham o costume de chamar esses invasores estrangeiros de “bárbaros”. As invasões bárbaras foram responsáveis diretas por um intenso intercâmbio cultural que modificou profundamente a formação étnica, política, econômica, linguística e religiosa do mundo ocidental. Progressivamente, o contato com os bárbaros permitiu a entrada de estrangeiros na própria estrutura de poder romana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 16:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>O Império Bizantino 2</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>foi a continuação do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano">Império Romano</a> na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiguidade_Tardia">Antiguidade Tardia</a> e Idade Média. Sua capital, Constantinopla originalmente era conhecida como Bizâncio. Inicialmente parte oriental do Império Romano (comumente chamada de <strong>Império Romano do Oriente) </strong>o Império Romano do Oriente passou para a história como Império Bizantino, Enquanto no Ocidente, o Império Romano desapareceu por conta das invasões de diversos povos germânicos, o Império Bizantino conseguiu manter sua unidade e seus habitantes chamavam a si mesmos de romanos. Após o auge do governo Justiniano, no século VI, o Império Bizantino não expandiu mais seu território.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 16:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>O reinado de Justiniano 3</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos principais imperadores bizantinos foi Justiniano, que comandou o Império entre 527 e 565. Em seu governo, o Império Bizantino atingiu o máximo esplendor. Justiniano foi também o responsável pela reconquista de territórios que antes haviam pertencido ao Império Romano do Ocidente, Justiniano procurou usar a religião cristã para unir o mundo oriental e ocidental. Entre 532 e 537 procedeu à construção da igreja de Santa Sofia. <strong><em>Corpus Iuris Civilis</em></strong> <strong><em>Romanii</em></strong> é obra <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito">jurídica</a> fundamental publicada em meados do século VI, a partir de Edito, especial por determinação imperial, o que na ocasião viera do imperador bizantino <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Justiniano_I">Justiniano, </a>Ele procurou usar a religião cristã para unir o mundo oriental e ocidental. Entre 532 e 537 procedeu à construção da igreja de Santa Sofia</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 17:04:35 UTC</pubDate>
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         <title>O cisma do Oriente 4</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>foi o episódio que dividiu o mundo cristão em duas igrejas: A Igreja Católica Apostólica Romana e a Igreja Ortodoxa Grega. Surgiu porque , o então imperador convocou o <strong>Concílio de Niceia,</strong> evento que buscava definir as crenças e práticas oficiais da Igreja Cristã. Apesar desses esforços, a divisão do Império Romano em partes Oriental e Ocidental favoreceu o surgimento de dois centros cristãos diferentes: Constantinopla, a capital do Império Romano do Oriente, e Roma, a capital da parte ocidental do Império. Entre as diferenças dogmáticas, destaca-se o fato de os ortodoxos seguirem os ideais do "Cesaropapismo Bizantino" (subordinação da Igreja ao Estado). Isso desagradava os católicos do Ocidente, que atribuíam todo o poder e autoridade à figura do Papa.</p><p>Uma segunda diferença importante está na prática de cultuar imagens. Enquanto as Igrejas Católicas possuem diversas imagens de santos, as Igrejas Ortodoxas são iconoclastas, ou seja, rejeitam o uso de imagens.</p><p>Uma terceira divergência entre as vertentes era a visão sobre a natureza de Deus. Houve a negação da natureza humana de Deus em detrimento da natureza divina, conhecida como Monofisismo.</p><p>Além disso, os ortodoxos e católicos apresentavam diferenças interpretativas sobre as manifestações do Espírito Santo e sobre o tipo de culto à Virgem Maria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 17:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>O reino Franco 5</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os povos francos eram constituídos por um grupo de tribos germânicas que habitavam o baixo e o médio Rio Reno por volta do século III d.C. Os francos foram a organização política mais poderosa da Europa Ocidental após a queda de Roma.Os francos são mencionados a partir de 257, como poderosos inimigos de Roma, ao norte da região da Gália.Foi sob o comando Clóvis I (466 - 511), que os francos passaram a viver mais um momento de expansão. Clóvis, que era filho de Childerico, ascendeu ao trono em 481, quando tinha 15 anos, Foi o rei Clóvis I o responsável pela conversão dos francos ao cristianismo, sua estratégia  era, contudo, facilitar a aceitação dos galeses e romanos após a conquista do Império Romano do Oriente, Os francos mantiveram a indústria e a manufatura dos romanos e dos germânicos, bem como a arte e a arquitetura. Após a morte de Clóvis, o reino foi dividido entre seus quatro filhos. O mais velho, Teodorico I, controlou a margem oeste do Mar do Norte até a região dos Alpes. Os francos tomaram o controle de Provence dos ostrogodos em 539, e pesquisadores apontam sua maneira cruel na guerra, embora já estivessem sob influência cristã. A despeito dos métodos, não lucraram êxito e Theudebert cedeu o controle do norte da Itália em 548.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 21:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Império Carolíngio 6</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>foi uma importante potência política e cultural na Europa medieval, estabelecendo as bases para o desenvolvimento subsequente da Europa Ocidental. tem seu nome derivado de <em>Carolus </em>do latim, Carlos e designa o Reino Franco que ocupou a região da Europa Central. Política administrativa do Império Carolíngio foi a distribuição de terras entre os oficiais e soldados mais leais à realeza. Após a morte de Carlos Magno em 814, o império foi dividido entre seus netos de acordo com o Tratado de Verdun em 843. Isso marcou o início do declínio do império, com a fragmentação gradual do poder e a ascensão de estados independentes.<br>A cultura do Império Carolíngio foi uma mistura de elementos germânicos, romanos e cristãos. Carlos Magno promoveu a educação e a aprendizagem, incentivando a criação de escolas e bibliotecas em todo o império.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 23:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>A Civilisação Islâmica 7</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>A civilização islâmica refere-se ao conjunto de sociedades que adotaram o Islã como sua religião dominante e cujas culturas, governos, ciência, arte e economia foram influenciadas pela fé islâmica. A civilização islâmica teve suas raízes na Arábia do século VII, quando o Profeta Maomé começou a pregar a mensagem do Islã. Após a morte de Maomé em 632, seus seguidores, conhecidos como muçulmanos, expandiram rapidamente o domínio islâmico, conquistando territórios que se estendiam do Oriente Médio à África do Norte e além. O Islã desempenhou um papel central na formação da civilização islâmica, influenciando todos os aspectos da vida, floresceu durante a Idade de Ouro Islâmica, que ocorreu principalmente entre os séculos VIII e XIII. A civilização islâmica foi um importante centro de comércio e intercâmbio cultural entre o Oriente e o Ocidente. As rotas comerciais como a Rota da Seda ligavam o mundo islâmico à Ásia Central, China, Índia, Europa e África, facilitando o comércio de bens, ideias e tecnologias,  a civilização islâmica foi uma das mais influentes e vibrantes da história, deixando um legado duradouro em muitas áreas do conhecimento humano e moldando a história e a cultura de vastas regiões ao longo dos séculos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 23:14:30 UTC</pubDate>
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         <title>Os Reinos de Sahel 8</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>os Reinos de Sahel, também conhecidos como os Reinos do Sudão, foram uma série de reinos e estados que floresceram na região do Sahel, uma faixa de terra semiárida que se estende da África Ocidental até o Corno de África, entre os séculos VIII e XVI. Estes reinos ocuparam uma posição estratégica nas rotas de comércio transaarianas, ligando o norte da África ao sul da África e à África Ocidental. A economia do Reino de Sahel era baseada principalmente na agricultura, com destaque para a produção de cereais, como milho, sorgo e arroz, além da pecuária. sociedade do Reino de Sahel era organizada em torno de uma estrutura monárquica, com um rei no topo da hierarquia. teve uma história rica e complexa, com uma sucessão de governantes que governaram a região ao longo dos séculos. Entre os governantes mais conhecidos está o rei Dyabe Cissé, que é celebrado na tradição oral como um líder visionário e guerreiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 23:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>O reino de Gana 9</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p><br>Embora não esteja diretamente localizado no Sahel, o Reino de Gana, também conhecido como Império de Gana, foi um antigo reino que exerceu influência sobre partes da região do Sahel, especialmente durante os séculos VIII ao XI. Gana era um importante centro comercial e controlava rotas comerciais que cruzavam o deserto do Saara. O Reino de Gana prosperou principalmente devido ao seu papel central no comércio transaariano de ouro, sal e outros bens valiosos. Gana controlava as minas de ouro na região de Akan, ao sul, e trocava esse ouro por sal, tecidos e bens de luxo do norte da África e do Mediterrâneo. A sociedade de Gana era diversificada, com uma mistura de diferentes grupos étnicos e culturais. A religião predominante era o Islã, que foi introduzido na região por comerciantes muçulmanos do norte da África. O Reino de Gana entrou em declínio gradualmente devido a uma variedade de fatores, incluindo pressões externas, como invasões de povos nômades berberes e árabes, bem como mudanças climáticas que afetaram a disponibilidade de recursos naturais, como água e pastagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 23:51:10 UTC</pubDate>
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         <title>O império de Mali 10</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Império do Mali foi fundado por Sundiata Keita, também conhecido como Sundjata, que é muitas vezes considerado seu primeiro governante. Ele unificou várias comunidades e reinos da região do Sahel para formar o império por volta do século XIII. O Império do Mali prosperou com o comércio transaariano, especialmente o comércio de ouro. O Mali era rico em ouro e controlava as rotas comerciais que ligavam as minas de ouro do sul ao norte da África e ao Mediterrâneo. O declínio do Império do Mali começou no final do século XIV, devido a uma combinação de fatores, incluindo conflitos internos, pressões externas, como invasões de estados vizinhos e disputas sobre rotas comerciais, e mudanças ambientais, como secas e desertificação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 23:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>Feudalismo 11</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>O feudalismo foi um sistema político, econômico e social que predominou na Europa Ocidental durante a Idade Média, aproximadamente do século IX ao século XV. surgiu na Europa Ocidental após o colapso do Império Romano do Ocidente, por volta do século V. Era baseado em um sistema de relações de suserania e vassalagem. Os senhores feudais, também conhecidos como senhores, concediam terras os feudos a seus vassalos em troca de serviços militares e outros tipos de apoio. No topo da hierarquia estava o rei, que era o soberano absoluto do reino. Abaixo do rei estavam os nobres, como duques, condes e barões, que controlavam grandes extensões de terras e exerciam autoridade sobre os vassalos. O feudalismo começou a declinar gradualmente a partir do final da Idade Média, devido a uma série de fatores, incluindo o crescimento do comércio e das cidades, as mudanças na agricultura e na tecnologia, e a ascensão do poder centralizado dos monarcas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 00:10:08 UTC</pubDate>
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         <title>organização 11</title>
         <author>tallytadiandraofc</author>
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         <description><![CDATA[<p>A organização da sociedade feudal na Europa medieval era estratificada e hierárquica, com diferentes grupos ocupando posições distintas na sociedade.</p><p>No topo da hierarquia estava o rei, que detinha o poder supremo sobre o reino. Ele era considerado o soberano absoluto e governava com autoridade divina, muitas vezes apoiado pela Igreja.</p><p>O clero era composto por membros da igreja, incluindo padres, monges, freiras e bispos. A Igreja Católica desempenhava um papel significativo na vida medieval, exercendo influência espiritual e política sobre a sociedade. </p><p>Os nobres menores e os cavaleiros compunham uma camada intermediária na sociedade feudal. Eles serviam como vassalos dos nobres mais poderosos, prestando juramento de fidelidade em troca de terras (feudos) e proteção.</p><p>Na base da sociedade feudal estavam os camponeses e servos, que compunham a grande maioria da população. Eles trabalhavam nas terras dos senhores feudais em troca de proteção e do direito de usar a terra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 00:15:42 UTC</pubDate>
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