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      <title>Projeto Bimestral - TURMA (1A) - Arthur Pires de Assis by Arthur Pires de Assis</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-20 16:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Reescrita do Conto</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A Ascensão e Decadência de MC Adriano Batidão</strong></p><p><br></p><p>Adriano era um jovem negro de 16 anos que morava na perifería de Belford Roxo no Rio de Janeiro. Ele e sua família, desde que Adriano nasceu, viviam em condições relativamente precárias e apertadas financeiramente. O emprego de sua mãe e de seu pai providenciaram o mínimo para sustentar 2 filhos, tornando compras para lazer quase impossíveis. Entretanto, Adriano e sua família eram felizes, visto que já tinham se adaptado ao estilo de vida. Porém, tudo mudou quando a mãe de Adriano foi demitida de seu trabalho por não estar fazendo um bom serviço. Devastada, a&nbsp; mãe de Adriano contou a notícia para a família, e que até conseguir um novo emprego, não iria ter dinheiro para se sustentar.</p><p>Desse modo, a situação da família, que já era precária, ficou pior ainda. Empréstimos tiveram que ser feitos para pagar as contas, o que deixou a família endividada, mesmo sem saberem sequer que iam conseguir pagar estas dívidas, visto que a mãe de Adriano estava tendo dificuldades para conseguir outro emprego. Adriano, no meio disso tudo, tentou de tudo para conseguir dinheiro para ajudar. Tentou daytrading, revenda de cursos digitais e até mesmo dropshipping, mas sempre falhava, custando mais grana da sua família, endividando os mais. Porém, quando Adriano conversava com um amigo sobre sua situação, ele sugeriu uma ideia duvidosa: tentar virar um rapper. Adriano, com a conclusão das outras coisas que tinha tentado, achou que não daria certo, mas como não perderia nenhuma grana, decidiu pelo menos tentar. Baixou o Bandlab em seu celular velho e um beat livre de direitos autorais, e fez uma música falando sobre sua situação. Após publicar ela no Soundcloud com o nome de MC Adriano Batidão, para sua surpresa, a música ganhou muita popularidade e teve 100 mil reproduções. No entanto, por ter publicado a música no Soundcloud, Adriano não ganhava nada com a música. Precisava de uma distribuidora para coloar ela em lugares como o Spotify, então Adriano mandou diversos e-mails para várias distribuidoras, mas não viam sucesso nele, pelo simples fato de morar na perifería e ser um negro. No entanto, seu amigo, que sabia de sua popularidade, o informou que conhecia outro amigo que estava abrindo uma distribuidora chamada Opium. Ele também era negro que saiu de perifería, então Adriano falou com ele e teve seu peddo aceito. Assim, Adriano fez uma nova música e lançou pela Opium, e conseguiu mais de 1 milhão de reproduções. Com o dinheiro que conseguiu, pagou as dívidas de sua família. Adriano e a Opium estavam fazendo sucesso, até que a Interspace, distribuidora que tinha recusado o pedido de Adriano,ficou furiosa com o seu sucesso e com o dinheiro perdido. Ela era a publicadora do beat da primeira música de Adriano, então, mudou a licença do beat para ser protegida por direitos autorais, e processou Adriano e a Opium por uso indevido de seu material. Interspace, sendo uma das principais distribuidoras, ganhou o caso com facilidade e multou a Opium e Adriano por um valor altíssimo, levando a Opium a falência e endividando Adriano extremamente. Com toda esperança perdida e sua saúde mental destruída, Adriano se suicidou aos 17 anos e sua família posteriormente morreu de uma doença que não pode ser curada devido a falta de dinheiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 16:14:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 21:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Roteiro da Aula Estrutural</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>De modo geral, defina o que é uma estrutura.</strong><br>Uma estrutura é como as partes de alguma coisa foram organizadas para funcionar.</p><p><strong>O que você entende por “estrutura de uma sociedade”?</strong><br>Uma estrutura de uma sociedade fala do seu funcionamento. Isso engloba regras e regulamentos, costumes e tradições, economia e interação entre pessoas. Uma organização fornece a distribuição de oportunidades e direitos entre as pessoas.</p><p><strong>Quais são os componentes mais marcantes da estrutura social do Brasil?</strong><br>Desigualdade social, a divisão de classes, o racismo estrutural, a cultura, as leis e as instituições, incluindo as do governo, empresas e escolas.</p><p><strong>Explique as raízes históricas do racismo no Brasil.</strong><br>O racismo no Brasil começa naqueles tempos quando o território foi colonizado. Nesse período, milhões de cidadãos africanos foram trazidos à força como escravidão. Até 1888, quando a abolição foi introduzida, os negros não tinham direitos básicos, não tinham boas condições de trabalho e apoio do governo. Depois de desvendar, a discriminação continuava. Como resultado, desigualdades começaram a se formar nesses anos, no século XXI elas são evidentes.</p><p><strong>Leia o trecho e responda ao que se pede:</strong></p><p><strong>a) Identifique e explique o estranhamento do cronista argentino.</strong><br>Ele considerou a escravidão um evento que o Brasil, depois de um quarto de milênio de existência, tinha que ter “enterrado nas páginas da história antiga”. No entanto, em 1930, ele foi surpreendido ao descobrir que muitas pessoas que tinham vivido usandos como “bestas de fardo” ainda estavam vivas.</p><p><strong>b) Aponte e explique duas características do processo de abolição da escravidão no Brasil.</strong></p><p>Foi um processo longo e sem apoio aos ex-escravizados. A escravidão não acabou de uma vez e os negros libertos não foram entregues às terras, empregos ou educação, o que os deixou em muita dificuldade. Também teve a influência de movimentos sociais e pressões externas. A abolição ocorreu por causa da luta dos negros, dos abolicionistas e da pressão de países que já haviam encerrado a escravidão.</p><p><strong>Liste e explique duas consequências do racismo estrutural no Brasil.</strong></p><p>As desigualdades no mercado de trabalho e o acesso desigual à educação e saúde. Muitas pessoas negras têm mais dificuldade em conseguir bons empregos porque ainda enfrentam preconceito e falta de oportunidades. Isso chega a ser mais recorrente, porque nas escolas de regiões mais pobres, onde tem mais negros, quase sempre os recursos são menores e a qualidade ainda mais baixa, o que causa escassez do crescimento profissional e na melhoria da qualidade de vida destas pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 21:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Playlist (Minha Parte)</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <pubDate>2025-03-20 22:16:23 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese - ENEM 2022 e 2024</title>
         <author>arguluemail</author>
         <link>https://padlet.com/arguluemail/c60vlej48w05fufy/wish/3375798545</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas redações do ENEM 2022 e 2024, mostrei o papel fundamental dos povos tradicionais e da cultura africana para a formação do Brasil. As duas são questões que correspondem à identidade de mais de 56% da população brasileira, de acordo com o IBGE, e que têm sido assunto de vários estudos e pesquisas realizados por universidades, institutos de pesquisa, por profissionais do campo e por milhares de pessoas ao longo de décadas. Além disso, de acordo com o IPHAN, cerca de 60% do patrimônio cultural brasileiro tem origem no povo indígena, ou é de inspiração africana. E todas essas contribuições por eles deixadas como herança para as gerações futuras continuam marcando a história, a cultura e a formação do povo brasileiro. São desafios que não escapam ao nosso país e que confirmam ser necessário avançar na concretização das ações que envolvam o respeito à diversidade cultural para diminuir a violência e o preconceito que acontecem nestas comunidades. Com isso seria possível enfrentar desafios de estabelecer a igualdade de direitos, observando a nossa sociedade como sendo um território para que se inovem políticas que busquem diminuir a cor da pele, especialmente das mulheres pretas e pardas, que são um dos principais alvos deste ódio disseminado pela sociedade, além de homens, mulheres e lésbicas e travestis e trans, cuja condição diversa leva a que a cor da pele e a classe social convertam-se em dados concretos que influenciam sobre o modo pelo qual a vida é levada por essas pessoas no Brasil. Incluindo as contribuições dos povos indígenas e do povo preto, será possível contribuir para a construção de um país melhor, de igualdade e de futuro melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 01:10:10 UTC</pubDate>
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         <title>Comparação do racismo nos EUA com no Brasil</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[<p>Both Brazil and the United States have racism long history. It shows the difference in styles. Racism was clearly enforced through laws like Jim Crow, which kept blacks apart from whites in the U.S. Brazil people are able to distinguish race in an area of the country even though it's not a big area. Individuals with lighter skin are usually better able to find work than people with darker skin. Amongst these individuals, more often than not, individuals with darker skin get beaten up by the police. Black people in both countries suffer from poverty, violence, and fewer opportunities. Racism sometimes looks different but creates disadvantages for it.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 01:11:48 UTC</pubDate>
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         <title>Verificação de leitura - Racismo Estrutural</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse fenômeno se manifesta de diversas maneiras no Brasil contemporâneo, como ainda existe trabalho escravo, que usa ameaãs de vida para manter os trabalhadores trabalhando, os quais são 50% pardos, ou a violência excessiva e até mesmo sentenças de prisão inválicas exclusivamente com pessoas negras, em que tal pensamento se dá ao feto do preconceito de qe negros tem mais tendência a cometer crimes do que outras raças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 01:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão Autoral</title>
         <author>arguluemail</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Racismo social é um problema crítico no Brasil e se reflete em muitas maneiras, desde o desrespeito e exclusão até a perda de algumas oportunidades. Nesse bimestre analisamos tal tema varias vezes. Ele marcou bastante em nossa turma, permitindo que a gente pense de uma outra forma sobre isso.</p><p>Uma das vezes que tocamos nesse assunto foi no dia que escutamos e analisamos a música "Minotauro de Borges" do rapper Baco Exu do Blues. É um rap que reflete sobre a experiência negra no Brasil, a luta contra o racismo e a busca por reconhecimento nesse quesito. Escutando a música e a letra, entendemos que muitas vezes que a população negra cria regras de convivência na favela e na quebrada, muitas vezes do nosso país, e acabam ficando longe de qualquer oportunidade de garantir sua sobrevivência e de fazer sucesso. Isso porque a sociedade não enxerga que merecemos estar em qualquer lugar não se limitando a única escolha que foi dada.</p><p>Outra atividade que ampliou minha compreensão sobre o tema foram as redações que fizemos ao longo do bimestre.&nbsp; Discutimos, por exemplo, os desafios para a valorização das comunidades tradicionais e da herança africana no Brasil, temas que são diretamente ligados ao racismo estrutural. Escrevendo essas redações, vi como a falta de representação e o apagamento histórico contribuem para a permanência do preconceito.</p><p>Também lemos a letra do álbum dos Racionais MC's, "Sobrevivendo no Inferno". Quando lemos ela, vimos que a letra relembra uma variedade de coisas que acontcem nas favelas, e para quem vive na quebrada, o que acham e enxergam na maior parte do tempo. Essa leitura foi muito divertida para mim, pois ja escutava Racionais MC's, mas nunca parei para analisar a letra, e me mostrou que não é apenas coisa da história, e que tem muitas pessoas que sofrem muito com esses absurdos.</p><p>Com essas atividades, comecei a refletir sobre o meu papel diante dessas questões. Acredito que, como estudante, é fundamental buscar informações e compartilhar conhecimentos para combater estereótipos e preconceitos. É preciso, também, valorizar práticas que lutam pela igualdade racial e questionar determinados valores que promovem a discriminação. Os trabalhos propostos que realizamos nesses últimos dois meses me fez acreditar mais ainda que a luta contra o racismo estrutural vem das ações e da reflexão, seja ela individual ou coletiva.</p><p>Por isso, entendo que a educação é um fator crucial na superação do racismo estrutural. Discutindo esse tema das mais diferentes maneiras, deu para entender melhor as várias implicações em relação a esse tipo de preconceito e a seriedade de combater tais questões de verdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 01:33:24 UTC</pubDate>
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