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      <title>Psicofarmacologia by </title>
      <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a</link>
      <description>Mapa mental que visa elucidar o papel da psicofarmacogenômica nos processos de farmacocinética e farmacodinâmica.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-30 13:59:33 UTC</pubDate>
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         <title>Conceituação breve:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146324292</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>farmacocinética </strong>envolve a análise do trajeto de um medicamento dentro de um organismo vivo, abrangendo o estudo dos processos de absorção, distribuição, metabolização e excreção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:01:10 UTC</pubDate>
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         <title>Metabolização/Biotransformação:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146335969</link>
         <description><![CDATA[<p>Refere-se ao processo pelo qual as substâncias são <strong>metabolizadas </strong>no organismo humano, resultando na sua conversão em produtos químicos diferente. Os principais órgãos que desempenham essa função são o <strong>fígado </strong>e os rins. </p><p>As enzimas metabolizadoras presentes no fígado são codificadas pelos genes da família <strong>CYP</strong> (ou citocromo P450). No entanto, por esses genes serem altamente polimórficos, ou seja, apresentarem um <strong>alto grau de variabilidade de pessoa para pessoa</strong>, temos em uma mesma população indivíduos que apresentam diferentes <strong>velocidades de metabolização</strong> para um mesmo fármaco. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conceituação breve: </title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146340499</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>farmacodinâmica</strong> é o estudo dos efeitos bioquímicos, fisiológicos e moleculares dos fármacos no corpo e diz respeito à ligação ao receptor (incluindo a sensibilidade do receptor), aos efeitos pós-receptor e às interações químicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:07:02 UTC</pubDate>
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         <title>Farmacodinâmica dos psicofármacos:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146366266</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.genera.com.br/blog/farmacogenetica-como-o-conhecimento-sobre-farmacocinetica-e-farmacodinamica-pode-auxiliar-no-seu-tratamento/?srsltid=AfmBOopLVfXGIXD3XpQa1TqY3zmrcHvDTrldQ-btYNcw8AMWO__vrG8a">Vamos tomar como exemplo a classe mais popular de antidepressivos da atualidade: os <strong>inibidores seletivos da recaptura de serotonina (ISRS’s)</strong>. Estes medicamentos têm como alvo terapêutico a enzima conhecida como “transportador de serotonina” – abreviada como <strong>SERT</strong>. Esta enzima tem como finalidade transportar a serotonina da <strong>fenda sináptica</strong> – onde ela atua como neurotransmissor – para dentro do neurônio – onde a molécula é degradada em pedaços menores, sendo posteriormente reaproveitada. O medicamento atua através do bloqueio desta enzima, o que impede que ela transporte a serotonina de volta para dentro da célula, aumentando sua biodisponibilidade na fenda sináptica. O resultado disso é um rearranjo celular que envolve, após certo tempo, maior secreção de serotonina pelos neurônios, o que, em termos práticos, significaria a remissão do quadro depressivo.</a></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conceituação breve:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146372629</link>
         <description><![CDATA[<p>A psicofarmacogenômica (ou psicofarmacogenética) baseia-se na ideia de que as<strong> variações genéticas individuais </strong>podem influenciar a resposta de um paciente a medicamentos psicotrópicos, permitindo uma abordagem personalizada no tratamento de transtornos mentais. A interação entre os genes e os medicamentos psicotrópicos pode afetar a eficácia, a segurança e a tolerabilidade desses medicamentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146409023</link>
         <description><![CDATA[<p>Como citado anteriormente em "metabolização/biotransformação" na seção farmacocinética, as enzimas hepáticas, a família do citocromo P450 (CYP), estão associadas ao metabolismo de substâncias que chegam ao fígado através da veia porta-hepática após serem absorvidas no intestino delgado. É comprovado que certos genes geram reações adversas associadas a <strong>alelos</strong> <strong>variantes </strong>das enzimas P450, como o CIP1A2 que ao metabolizar antipsicóticos pode resultar em dicinesia tardia, e CIP2C19 causando sedação prolongada após o uso de Diazepam, um sedativo da classe dos benzodiazepínicos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>Possíveis relações entre os conceitos:</title>
         <author>joaopedropaula1</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedropaula1/c5rhixscvy7pkn9a/wish/3146434258</link>
         <description><![CDATA[<p>Para que uma substância gere seu efeito, ela precisa passar por todos os processos citados anteriormente, abarcando a farmacocinética (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) e a farmacodinâmica. No entanto, devido à variabilidade genética, elas podem sofrer efeitos adversos ou até mesmo não exercerem seu efeito já que uma certa dose não é o "suficiente" para o indivíduo. </p><p>Aproveitando o exemplo utilizado no tópico "Farmacodinâmica dos psicofármacos":</p><blockquote><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.genera.com.br/blog/farmacogenetica-como-o-conhecimento-sobre-farmacocinetica-e-farmacodinamica-pode-auxiliar-no-seu-tratamento/?srsltid=AfmBOopLVfXGIXD3XpQa1TqY3zmrcHvDTrldQ-btYNcw8AMWO__vrG8a">"Acontece que o bloqueio desta enzima (SERT) depende de um encaixe muito delicado entre o fármaco e seu alvo. Variações no gene <strong>SLC6A4 </strong>– responsável pela codificação da proteína <strong>SERT </strong>– podem fazer com que este encaixe não seja tão eficiente, o que acabaria por resultar em ineficiência do tratamento. E este é apenas um dos casos em que variações farmacodinâmicas podem interferir na terapia.</a></p></blockquote><p>Portanto, todas as pessoas compartilham dos processos de <strong>farmacocinética</strong> (o que o corpo faz com o fármaco) e <strong>farmacodinâmica </strong>(o que o fármaco faz com o corpo), entretanto variações genéticas podem modificá-los de alguma maneira. Por esse motivo, a psicofarmacogenômica se mostra como uma alternativa, pois oferece uma abordagem promissora e individualizada para o tratamento de transtornos mentais.</p><blockquote><p>Ao considerar as informações genéticas de um paciente, os médicos podem tomar decisões mais precisas sobre a escolha do medicamento e a dosagem, visando melhorar os resultados obtidos. </p></blockquote><p>Contudo, essa abordagem ainda é muito pouco difundida devido seu alto valor, sendo inviável no Brasil devido à realidade social vigente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 14:41:46 UTC</pubDate>
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