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      <title>O Rei Midas by Manuel António Pereira Dinis Brandão</title>
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      <description>Projeto Interdisciplinar da Turma 12D CLH do Agrupamento de Escolas de Vizela</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-31 12:41:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-07 10:25:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Antes do plástico</title>
         <author>dianafernandes9</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes do plástico inundar as nossas casas, os materiais mais utilizados eram a borracha e o vidro. Também eram utilizados outros materiais, como o barro e a argila, mas eram produzidos artesanalmente e com menos frequência, o que dificultava o seu acesso.&nbsp;</div><div><br>Nas mercearias antigas, o sal, a farinha, o arroz e os restantes alimentos e condimentos eram entregues à população em cartuchos de papel ou em sacos de pano ou algodão levados pelos próprios. Os enlatados eram levados em grandes caixas de fósforos, já o bacalhau, era embrulhado em papel de jornal, e o fiambre e o queijo em papel vegetal. Os líquidos estavam dispostos em bidões nas lojas, os merceeiros passavam os mesmo para garrafas ou garrafões de vidro que os clientes traziam de casa. Os clientes recorriam a sacos reutilizáveis, de pano ou de serapilheira, para levar as compras para casa. O setor da restauração também não utilizava a quantidade de que é hoje responsável. No campo da higiene pessoal, por exemplo, os homens faziam barba com a navalha e com tratamentos de água quente.&nbsp;</div><div><br>Muitos ainda perguntam se é possível voltar ao mundo sem plástico e a resposta é sim. Pois, se houve um tempo que vivemos sem ele, conseguimos viver hoje também. Basta recuarmos no tempo, recuarmos até às técnicas utilizadas antes do plástico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:01:47 UTC</pubDate>
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         <title>Soluções para a sustentabilidade demográfica. </title>
         <author>a188573</author>
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         <description><![CDATA[<div>A queda abrupta da taxa de natalidade e o rápido envelhecimento da população portuguesa não são problemas novos.&nbsp;<br>Mas como podemos reverter a tendência estrutural da redução da taxa de natalidade?&nbsp;<br>Basicamente, é necessário que os portugueses tenham confiança no futuro. E para que haja confiança, é necessário ter emprego estável e perspectivas.&nbsp;<br>Contudo, alguns incentivos como a descida do IRS em função do número de filhos, subsídios à natalidade, criação de condições à fixação de casais jovens no interior do país, comparticipações nos primeiros 3 a 5 anos de vida (leite, fraldas, apoio médico, infantário), entre outros, poderão ser equacionados ou reforçados. Mas, acima de tudo, o que é necessário é colocar a economia a crescer, para que seja possível que os jovens ou pelo menos as pessoas até aos 35/40 anos tenham a tal estabilidade económica, social e psicológica que lhes permita aumentar o agregado familiar.&nbsp;<br>Se as decisões dos governantes forem no sentido de criar condições favoráveis a um crescimento económico equilibrado, teremos certamente o problema minimizado. Se não forem, vai ser extremamente difícil reverter este processo e resolver os efeitos negativos do mesmo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>A Importância Estratégica do Mar para Portugal </title>
         <author>pedro7274656</author>
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         <description><![CDATA[<div>O mar é um dos mais importantes pontos estratégicos para Portugal, à luz do seu posicionamento geoestratégico. O mar português é não só um ativo crítico com vastas potencialidades económicas como também espaço de cultura, turismo e lazer. Referindo-se ao relatório elaborado pela Comissão Estratégica dos Oceanos, destaca as três áreas em que o posicionamento estratégico referido tem maior impacto: Defesa, Economia, e Relações Internacionais, Diplomacia e Cooperação. Na área da Defesa salienta o valor estratégico que o território nacional, continental e insular, tem para a União Europeia e para a NATO. No que respeita à Economia recomenda uma exploração criteriosa dos recursos marinhos e, por outro lado, que os portos nacionais, em particular Sines, devem ser um terminal das ligações transoceânicas, para penetração não só na Península Ibérica, como ligação ao Norte da Europa, e à costa ocidental africana. Nas Relações Internacionais, diplomacia e Cooperação, Portugal como membro empenhado da União Europeia deve utilizar a experiência adquirida ao longo da sua história ao cruzar-se com outras culturas. A participação nas Nações Unidas na negociação da agenda internacional dos oceanos e do direito do mar, confere-lhe abertura a “alianças estratégicas e táticas” com outros países de vocação marítima, e o estabelecimento de parcerias público-privadas multilaterais ou bilaterais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sustentabilidade demográfica - História</title>
         <author>a187541</author>
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         <description><![CDATA[<div>No período anterior a 1950 a população portuguesa registou um grande crescimento (elevada taxa crescimento), à exceção do período entre 1911 e 1920 devido à 1ª Guerra Mundial, à gripe pneumónica e a alterações políticas na sequência da implantação da República.&nbsp;<br><br>Entre 1950 e 1960 a revolução demográfica portuguesa começa a processar-se, ainda &nbsp;</div><div>que Portugal tenha sido até à década de 60, um dos poucos países da Europa que não sofreu o processo de envelhecimento da população, apresentando uma população jovem.&nbsp;<br><br>Entre 1960 e 1970 começou a registar-se pela primeira vez neste século uma diminuição da população.<br><br>Entre 1970 e 1981 regista-se um grande crescimento demográfico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:16:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Sustentabilidade Demográfica</title>
         <author>a18848</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207330585</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>sustentabilidade demográfica</strong> – envelhecimento da população e de baixos índices de natalidade –&nbsp; é um dos desafios estratégicos do futuro, que se enfrenta garantindo aos jovens as condições de trabalho, habitação, e de apoio às famílias, que lhes devolvam a liberdade de se autonomizarem e poderem ter os filhos que desejam.<br><br>O <strong>envelhecimento populacional</strong> é um fenómeno mundial. Corresponde ao aumento do peso relativo de pessoas idosas no total da população, resultante da conjugação de duas tendências: o progressivo aumento da esperança de vida e o declínio da fecundidade.<br><br>Sobre a <strong>diminuição na natalidade</strong> em Portugal - que atingiu no primeiro semestre deste ano <strong>o valor mais baixo dos últimos 30 anos</strong>, o trabalho do Governo deverá passar por medidas de <strong>promoção da natalidade</strong>, para que «as pessoas possam ter os filhos que desejam (fecundidade esperada é de 1,69, enquanto a desejada é de 2,15)»; de combate à «precariedade no emprego e na habitação»; de conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional e na área das migrações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:19:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formas de combater a poluição dos plásticos na costa portuguesa </title>
         <author>RafaelMacedo12</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207333920</link>
         <description><![CDATA[<div>Em maio de 2018, a Comissão Europeia apresentou uma proposta para lidar com a questão dos resíduos de plástico no lixo marinho, a qual prevê uma proibição à escala europeia da produção dos 10 principais plásticos descartáveis encontrados nas praias europeias, a partir de 3 de julho de 2021.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ao abrigo do Pacto Ecológico Europeu, 55% dos resíduos de embalagens plásticas devem ser reciclados até 2030. Tal iniciativa implicaria uma melhor confeção dos plásticos com vista à reciclagem, mas os eurodeputados acreditam que são ainda necessárias outras medidas no sentido de estimular o mercado dos plásticos reciclados.&nbsp;<br><br>Essas medidas incluiriam: &nbsp;</div><div>‌-A criação de padrões de qualidade para plásticos secundários;&nbsp;</div><div>‌-Estimular a certificação para aumentar a confiança da indústria e dos consumidores;&nbsp;</div><div>‌-A introdução de normas obrigatórias sobre o conteúdo mínimo reciclado em determinados produtos;&nbsp;</div><div>‌-Incentivar os Estados-Membros a considerar a redução do IVA sobre produtos reciclados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:23:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A relação histórica entre Portugal e o Mar</title>
         <author>AngeloAraujo12</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207334895</link>
         <description><![CDATA[<div>A história de Portugal está ligada indelevelmente ao mar, pela nossa história e costumes ligados ao mar. É impossível pensar em Portugal e não pensar na sua história marítima.&nbsp;<br>A nossa cultura, a nossa gastronomia, as nossas gentes não seriam os mesmos sem a influência trazida pelos marinheiros das terras de mares longínquos. O mar trouxe-nos o sabor das especiarias, mas também o olhar triste de um povo acostumado a despedir-se dos seus entes queridos no porto.&nbsp;<br>Hoje, muitos recantos da geografia portuguesa recordam estes homens, que pelos seus feitos valorosos se foram da lei da morte libertando. Portos, cidades, monumentos, rendem homenagem aos homens do mar da história de Portugal e à prosperidade que trouxeram à sua terra natal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O uso excessivo de plástico </title>
         <author>a188134</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207335181</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>7 R’s do consumo sustentável - repensar, respeitar, responsabilizar-se, recusar, reduzir, reaproveitar e reciclar:</strong> &nbsp;</div><ul><li><strong>Repensar os hábitos de consumo;</strong>&nbsp;</li><li><strong>Respeitar o meio ambiente e respectivas legislações vigentes;</strong>&nbsp;</li><li><strong>Responsabilizar-se pelos impactos ambientais gerados decorrentes de suas ações/atividades. Orientamos, também, a perguntar e pesquisar sobre a origem dos produtos que você adquire, verifique se os fabricantes não estão envolvidos com desmatamento ilegal e trabalho escravo, por exemplo; </strong>&nbsp;</li><li><strong>Recusar produtos que causam impactos ambientais negativos;</strong>&nbsp;</li><li><strong>Reduzir o uso e o desperdício de recursos naturais, como água e luz no processamento de seus produtos e, propomos, também, reduzir o uso de produtos de higiene e limpeza convencionais, que são altamente poluentes;</strong>&nbsp;</li><li><strong>Reutilizar coisas que iriam para o lixo;</strong>&nbsp;</li><li><strong>Reciclar tudo o que for possível; </strong>&nbsp;</li><li><strong><em>Oitavo “R”: </em></strong>&nbsp;</li><li>•<strong>Replicar esta ideia. O objetivo é produzir o mínimo possível de resíduos e dar o destino adequado ao que for gerado nos eventos da FMUSP.</strong>&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:25:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é  o plástico?</title>
         <author>Caldas2</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207336380</link>
         <description><![CDATA[<div>Plásticos são polímeros sintéticos orgânicos, que são produzidos através de reações de polimerização de químicos extraídos do <strong>petróleo </strong>ou do gás natural e que se moldam a partir da pressão e do calor.&nbsp;<br>O polímero é uma macromolécula formada pela união de pequenas unidades – monómeros, criando uma molécula de cadeia muito longa.&nbsp;<br><br></div><div>Não existem vários tipos, mas estão divididos em 2 grupos: os <strong>Termoplásticos </strong>e <strong>Termofixos</strong>. O que os distingue é o comportamento quando aquecido, pois os termoplásticos tornam-se moles e podem ser moldados, após o arrefecimento ficam novamente sólidos. Os Termofixos não derretem quando são aquecidos. Ex.: baquelite, poliuretano rígido.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A invenção do plástico</title>
         <author>vanamarqueshjd</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207336545</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1870, John Vesley ficou registado na história como o primeiro fabricante de material de plástico, que foi descoberto através de um material à base de nitrato de celulose que se tornava num filme sólido e flexível.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1907 foi detetado o aparecimento do primeiro polímetro sintético, o baquelite passando a ser utilizado em eletrodomésticos. Em 1931, iniciou-se a produção de poliestireno na Alemanha. Em 1934, o nylon, caracterizado como fibra, foi desenvolvido na empresa Dupont por Wellace H.Carothers, começando a sua produção industrial em 1939: o desenvolvimento da produção industrial de diversos tipos de plástico resultou na sua produção em excesso – devido a esta produção barata e ao seu uso exaustivo, trouxe impacto económicos positivos, produzindo também efeitos negativos para o ambiente.&nbsp;<br><br></div><div>A partir de 1945, os plásticos já faziam parte do dia a dia das pessoas, independente da sua condição social. Existe uma grande variedade de plástico.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Depois do plástico</title>
         <author>brunapereira45</author>
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         <description><![CDATA[<div>Planeta terra, um ecossistema complexo onde milhões de seres vivos coabitam em “quase” perfeita harmonia. Quase, porque existe um que para viver necessita de explorar recursos naturais e criar subprodutos derivados, como o plástico. Estaremos, sem perceber, a plastificar o nosso planeta?&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>O plástico é um componente orgânico de polímeros sintéticos, produzido com base no petróleo, que serve de matéria-prima para o fabrico dos mais variados objetos e com uma durabilidade elevada, mas também com elevados riscos ambientais, sendo os oceanos uma das potenciais vítimas deste produto. Cerca de 70 por cento da superfície do nosso planeta é coberta por oceanos - um ecossistema que suporta grande variedade de habitats e biodiversidade. Porém, com a evolução da indústria ao longo da história da humanidade, o meio marinho é utilizado extensivamente como um local onde os despojos de lixo doméstico e industrial são canalizados através dos rios ou mesmo de forma direta, provocando fortes impactos negativos nos ecossistemas e na economia. Segundo estudos realizados pela comunidade científica que analisa este fenómeno global, são lançados anualmente nos oceanos cerca de oito milhões de toneladas de lixo plástico e seus derivados. Uma quantidade que daria para cobrir 34 vezes toda a área da ilha norte americana de Manhattan, com uma camada de lixo à altura dos joelhos de uma pessoa. O estudo apresentado recentemente é considerado um dos melhores esforços para quantificar o plástico despejado, queimado ou arrastado para o mar. Estima-se que grandes quantidades de resíduos plásticos, cerca de 70 por cento, podem estar depositadas no fundo dos oceanos, muitos deles fragmentados em pedaços tão pequenos que não são captados pelas análises.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>O problema agrava-se quando se lhe associa a questão das cadeias alimentares marinhas, que depois entram no sistema de consumo humano. Estamos a plastificar o mar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:27:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os plásticos são um problema na costa Portuguesa? </title>
         <author>Henrique1346</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em Portugal, os microplásticos predominam nas areias das praias, cerca de 72% do lixo encontrado em zonas industriais.&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>A poluição marinha por resíduos plásticos constitui um enorme desafio à integridade dos oceanos, a uma escala global. A elevada persistência do material plástico, bem como as medíocres estratégias de gestão do ciclo de vida e consequente elevado volume de resíduos descartados que entra nas massas de água, promove a acumulação ao longo dos rios, mares e oceanos e linhas de costa.&nbsp;<br><br>Os&nbsp; resíduos&nbsp; plásticos&nbsp; na&nbsp; costa&nbsp; portuguesa&nbsp; são&nbsp; um&nbsp; problema particularmente&nbsp; nas&nbsp; dimensões&nbsp; mais&nbsp; pequenas,&nbsp; considerado&nbsp; o&nbsp; facto&nbsp; de 72 %&nbsp; do&nbsp; plástico amostrado &nbsp; nas &nbsp; praias &nbsp; (identificado &nbsp; visualmente) &nbsp; ter &nbsp; dimensões &nbsp; correspondentes &nbsp; às &nbsp; de microplásticos, para além da grande quantidade detetada ao microscópio. Contudo, não é um microproblema na&nbsp; perspetiva&nbsp; de&nbsp; ser&nbsp; um&nbsp; problema&nbsp; pequeno,&nbsp; mas&nbsp; ser&nbsp; sim&nbsp; um&nbsp; problema&nbsp; de grande dimensão disseminado pela costa portuguesa.&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>O Mediterrâneo pode transformar-se num mar de plástico. O alerta é da World Wide Fund (WWF). Um relatório da organização ambientalista internacional explica que o impacto da poluição plástica no Mediterrâneo tem repercussões em todo o mundo e Portugal é o primeiro país a sofrer as consequências porque está na rota de saída deste mar.&nbsp;</div><div>A associação alerta para o perigo dos microplásticos, esferas minúsculas de plástico muitas vezes presentes em produtos de higiene e cosmética como os exfoliantes corporais, o gel de banho ou a pasta de dentes.&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>Para concluir, só temos um planeta, e são os pequenos gestos que contam, se todos contribuirmos podemos salvar o planeta!</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>A proliferação do plástico</title>
         <author>leofp90</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1957 eram utilizados na pesca de arrasto pedaços de rede , mais tarde em 1965 eram utilizados sacos de plástico.&nbsp;</div><div>Há mais de 60 anos que os cientistas do Reino Unido&nbsp; recolhem dados sobre o plástico marinho, reunindo bases de dados detalhadas sobre a quantidade de plástico infiltrada no Atlântico Norte, ou seja, desde que o plástico se tornou num item doméstico omnipresente.&nbsp;<br><br></div><div>O caminho mais comum que o plástico utiliza para chegar aos oceanos são<strong> </strong>através dos rios, como sabemos a maioria dos rios desaguam nos oceanos e o caminho que passam possuem cidades e áreas urbanas. Nesses locais em muitos casos por conta da chuva o lixo plástico chega aos rios e através dos rios chegam aos oceanos.&nbsp;</div><div>Para além disso a poluição do plástico começa no nosso lixo , e com base em dados da empresa McKinsey &amp; Company , dos 260 milhões de toneladas anuais de plástico que nos desfazemos no mundo, apenas reaproveitamos 12%, enquanto a imensa maioria termina incinerada ou disseminada nos aterros e locais mais inconcebíveis do planeta, como é o caso do abismo Challenger no fundo do oceano.&nbsp;<br><br>A maior parte destes resíduos abandonados termina nos mares, onde as ondas e o vento os descompõem até convertê-los em fragmentos diminutos conhecidos como microplásticos. Estas partículas de menos de 5 mm ficam presas dentro dos giros oceânicos, formando grandes manchas de lixo flutuante como a do Pacífico Norte.&nbsp;<br><br></div><div>A maior porção dos poluentes plásticos tem origem na Turquia e em Espanha e seguem-se a Itália, o Egito e a França.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>Plástico e Infertilidade</title>
         <author>a189302</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das principais consequências da industrialização é a produção, utilização e descarga de vários poluentes ambientais que podem resultar como prejudiciais para a saúde animal, humana e ambiental. Muitos poluentes ambientais podem atuar como químicos endócrinos que perturbam os produtos químicos (disruptores endócrinos), imitando a atividade das hormonas endógenas de esteróides e interferindo nas funções endócrinas com diferentes mecanismos. &nbsp; Nos últimos anos, foi dada especial ênfase aos plastificantes, aditivos plásticos e contaminantes de preocupação emergente que incluem produtos farmacêuticos, produtos de cuidados pessoais, aditivos alimentares, hormonas naturais e sintéticas e detritos de plástico na gama micro e nano, entre outros que são descarregados direta ou indiretamente para o ambiente. A este respeito, os produtos químicos como os ftalatos, as substâncias alquilas polifenóis e perfluoradas, entre outras, são geralmente utilizados para a produção de bens de uso diário e são frequentemente libertados para o ambiente como resíduos. Por exemplo, o bisfenol A (BPA), um plastificante utilizado para a síntese de resinas de fenol, poliacatos, poliésteres, resinas epóxi e plásticos policarbonatos, é utilizado para a produção de bebidas e embalagens de alimentos, e em caso de elevada exposição a temperaturas ou variação de pH (por exemplo, lavagem em máquinas de lavar roupa, aquecimento de alimentos em micro-ondas, contacto com alimentos ácidos) contamina alimentos e bebidas, representando assim riscos ecotoxicológicos para a saúde. Danos nos tecidos induzidos pelo stress oxidativo e consequente apoptose, má qualidade do cátodo, anomalias de desenvolvimento, neurotoxicidade, distúrbios metabólicos ou alterações epigenéticas são alguns dos efeitos diretos e de exposição útero dos disruptores endócrinos. &nbsp;<br><br></div><div>Nos últimos anos, a taxa crescente de infertilidade tem deslocado a atenção à gametogénese e à qualidade das células sexuais. Outrora considerado um "problema da mulher", a infertilidade está a aumentar no sexo masculino e a qualidade do esperma diminuiu nas últimas décadas. Em cerca de 40% dos homens com espermatogénese deficiente, a etiologia permanece desconhecida após um exame completo de diagnóstico. Os espermatozoides não são apenas portadores de um núcleo haploide em células de óvulos, mas evidências emergentes revelaram que o espermatozoide contribui para o desenvolvimento precoce do embrião e para a saúde da prole com uma assinatura epigenética altamente sensível tanto aos fatores ambientais, como aos disruptores endócrinos, e ao estilo de vida paterno. A diminuição da qualidade do esperma foi reportada em indivíduos expostos a poluentes ambientais, sugerindo que a avaliação da qualidade do esperma pode representar um biomarcador para a saúde geral.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>Atualmente, é dada especial atenção aos efeitos dos microplásticos no meio aquático; no entanto, os riscos para a saúde destes poluentes ambientais - especialmente no que diz respeito à reprodução de mamíferos – são pouco conhecidos. Todavia, nos últimos três anos, surgiram avaliações preliminares dos efeitos da exposição dos microplásticos à reprodução de mamíferos com a publicação de artigos de revisão por pares que revelavam os efeitos sobre a espermatogénese e a qualidade do esperma nos modelos animais expostos e os efeitos indiretos sobre a descendência que ocorre através da exposição gestacional.&nbsp;<br><br></div><div>Este manuscrito resume o principal risco ecotoxicológico e sanitário dos microplásticos em mamíferos, a principal ameaça para a qualidade do esperma ao longo do tempo de vida e os próximos estudos sobre os efeitos dos microplásticos na fertilidade masculina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Plástico na cadeia alimentar- animais</title>
         <author>a199514</author>
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         <description><![CDATA[<div>O número de animais individuais afetados pelo plástico seria muito difícil de estimar, mas chegaria aos bilhões. Tentativas foram feitas para determinar o número de espécies afetadas. Em 2015, pesquisadores holandeses descobriram que o número de espécies marinhas que engolem ou ficam presas em plástico dobrou desde 1997: de 267 para 557. Esse número está agora acima de 2000, com a ressalva de que apenas um número muito limitado&nbsp;</div><div>de espécies animais foi investigado. É ainda mais difícil determinar se o plástico ameaça a sobrevivência de uma determinada espécie, quanto mais a influência do plástico na cadeia&nbsp;</div><div>Alimentar.&nbsp;</div><div><strong>Qual o efeito que o consumo de plástico pode causar nos animais?</strong>&nbsp;</div><div>O risco pode ser fatal. Os aparelhos digestivos desses animais começam a ficar cheios de resíduos de lixo e tornam-se incapazes de assimilar os nutrientes provenientes de alimentos verdadeiros. O efeito, a longo prazo, pode incluir o colapso de determinadas populações, tais&nbsp;</div><div>como, tartarugas marinhas, golfinhos, focas, entre outros.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Efeitos do mar na vida marinha&nbsp; </strong>&nbsp;</div><div>Os animais frequentemente sufocam-se com o lixo flutuante e muitos ingerem esses resíduos, confundindo-os com alimentos. Ao ingerir o plástico, os animais sofrem falsa saciedade. Um outro aspeto que tem sido estudado é que diversas partículas de microplásticos podem absorver contaminantes químicos, como compostos de petróleo, produtos farmacêuticos ou pesticidas presentes na água. Uma vez engolido, os efeitos prejudiciais deste microplástico contaminado tornam-se ainda maiores que a ingestão em si. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>Formas de combater o plástico</title>
         <author>a18859</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cada produto que consumimos tem o seu ciclo de vida. É importante repensar o nosso consumo, como reduzi-lo e como minimizar o seu impacto, por isso, para que se consiga diminuir a quantidade de plástico que consumimos todos os dias é necessário que se promovam medidas de forma a promover um consumo sustentável. Consumir de forma sustentável é criar uma sociedade mais justa, mais equilibrada, mais consciente. É garantir um futuro melhor!&nbsp; Para o fazer é preciso tomar medidas como:&nbsp;</div><div>1. Fazer a separação correta dos resíduos.&nbsp;</div><div>2. Utilizar sacos reutilizáveis sempre que formos às compras.&nbsp;</div><div>3. Optar por produtos reutilizáveis.&nbsp;</div><div>4. Evitar o uso de produtos que contenham mioplásticos.&nbsp;</div><div>5. Evitar os plásticos de uso único.&nbsp;</div><div>6. Adotar um estilo de vida circular.&nbsp;</div><div>7. É necessário que as empresas informem os seus consumidores sobre o impacto real dos seus produtos na sustentabilidade.&nbsp;</div><div>8. É fundamental estimular e capacitar os consumidores para os processos de sustentabilidade, através da informação, comunicação e participação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>Como combater o uso excessivo de plástico</title>
         <author>a224883</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2207360344</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>5 Formas de diminuir o consumo de plástico</strong>&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>Recuse descartáveis em pedidos de entrega ao domicilio</strong>&nbsp;</li></ul><div>Com a recente pandemia, covid-19, surgiu um enorme aumento nos pedidos de comida de entrega ao domicilio, ou seja, entrega em casa e com esse aumento gerou simultaneamente o aumento de uso de plásticos descartáveis e por esse mesmo motivo, no dia 8 de dezembro, o Programa das Nações Unidas lançou a campanha #DeLivreDePlástico que fez com que as empresas de entrega em casa, como a UberEats, Glovo, etc. não utilizassem plásticos ao fazer entregas, mas sim outros materiais como o papel.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Prefira utilizar sacos reutilizáveis </strong>&nbsp;</li></ul><div>Infelizmente, ainda é comum ver sacos de plástico na rua, este são um dos piores "inimigos" da natureza visto que demoram décadas a se decompor e poluem rios, mares e oceanos, prejudicando assim a vida de milhares de animais. Estudos dizem que um bilhão e meio de sacos plásticos são consumidos no mundo todos os dias. Acho que não seria um problema se toda a gente quando fosse as compras levasse um saquinho reutilizável e contribuir para a resolução deste problema.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Leve uma garrafa reutilizável consigo</strong>&nbsp;</li></ul><div>Toda a gente sabe que é importante o ser humano se hidratar durante o dia, mas o que muitos não sabem é que as garrafas de plástico representam uma grande percentagem do lixo plástico que não é reciclado. Existem duas resoluções para este problema, a primeira é as pessoas que andam sempre com estas garrafas de plástico começarem a reciclar essas mesmas. A outra resolução, e a mais saudável para o planeta, é comprar uma garrafa de vidro ou outro material que não seja plástico e reutilizar dia após dia. Desta forma podemos garantir o consumo de água recomendado sem comprometer o meio ambiente.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Diga não às palhinhas de plástico</strong>&nbsp;</li></ul><div>A simples e pequena palhinha que aparenta ser inofensiva pode gerar muitos problemas ambientais. Todos os anos milhares de tartarugas-marinhas, que estão em vias de extinção, morrem devido a palhinhas de plástico que acabam por chegar aos oceanos e elas, inocentes, acabam por confundir com comida e acabam por ingerir e mais tarde falecer. Se gostarem de beber sumos, milk-shakes, refrigerantes ou qualquer coisa do tipo optem por uma palhinha de papel ou metal.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Use um saco de pano ou coloque as frutas, legumes e vegetais direto na cesta de compras</strong>&nbsp;</li></ul><div>Um hábito muito comum em quem costuma comprar frutas, legumes ou vegetais é usar embalagens plásticas transparentes que se localizam perto desses alimentos. Esses sacos são muito frágeis e normalmente são logo descartados mal chegam a casa. Uma boa ideia para evitar o consumo desses sacos de plástico que acabam por poluir o ambiente é colocar os alimentos direto na cesta das compras ou levar um saco de pano para facilitar a pesagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 10:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>Plástico na cadeia alimentar </title>
         <author>a185383</author>
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         <description><![CDATA[<div>O plástico já entrou na cadeia alimentar. Os animais carregam microplásticos no corpo. Quando ingeridos microplásticos, esse processo é chamado de transferência trófica de microplásticos. Como um animal come outro, os microplásticos podem se mover pela cadeia alimentar. A questão principal é o que acontece com as toxinas e produtos químicos associados a esses plásticos.<br>&nbsp;</div><div><strong>Plástico na cadeia alimentar e bioacumulação de poluentes</strong>&nbsp;<br>Quando o plástico acaba no meio ambiente, ele tende a ligar-se aos poluentes ambientais. Com o plástico que se move pela cadeia alimentar, as toxinas anexadas também podem se mover e se acumular na gordura e tecido animal por meio de um processo chamado bioacumulação. Além disso, os produtos químicos são frequentemente adicionados ao plástico durante o processo de produção, para dar-lhes algumas propriedades desejadas. Esses produtos químicos podem vazar do plástico, mesmo quando esse plástico está dentro do corpo de um animal.<br>&nbsp;</div><div><strong>Toxinas compartilhadas na cadeia alimentar</strong>&nbsp;<br>O plástico não é a única maneira de toxinas, como PCBs e dioxinas, acabarem na cadeia alimentar. O papel do plástico na bioacumulação de toxinas é bastante pequeno em comparação com a exposição através da alimentação normal dos animais. Os animais que eliminam plástico engolido podem realmente limpar os próprios corpos, porque as toxinas presentes no corpo prendem-se ao plástico.&nbsp;</div><div>&nbsp;É uma história diferente para plásticos aditivos. Ao contrário dos PCBs e das dioxinas, essas substâncias não se acumularam na cadeia alimentar ao longo das décadas. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>A reciclagem do plástico</title>
         <author>joaoneto18762</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2211407197</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como reutilizar plástico </strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Reciclagem</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Devido a degradação ambiental provocada pelo plástico, a sociedade atual demostrou uma maior preocupação e viu-se na necessidade de efetuar um maior número de processos de produção, utilização e disposição final mais sustentáveis em relação aos produtos que são compostos por plástico. &nbsp;</div><div>A realização da reciclagem de produtos é uma estratégia bastante eficiente para evitar a poluição e proteger a qualidade ambiental.&nbsp;</div><div>A partir do processo da reciclagem, é possível transformar um resíduo sólido e na matéria-prima de outro produto, evitando que seja descartado no meio ambiente e reduzindo assim a extração de recursos naturais.&nbsp;</div><div>Os consumidores mais conscientes nesta forma de reutilização do plástico reciclam em casa ou estabelecimentos públicos através da separação dos produtos e embalagens de plástico para posteriormente ocorrer uma recolha seletiva. &nbsp;</div><div>O plástico pode ser então recolhido e levado para centros de triagem, onde os materiais constituídos por diferentes tipos de plásticos são separados e encaminhados para a reciclagem.&nbsp;</div><div>Quando o plástico chega a reciclagem, os rótulos são removidos das embalagens selecionadas e todos os resíduos plásticos válidos são lavados para remover a sujidade e os restos de alimentos, por exemplo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Métodos de reciclagem de plástico mais comuns</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Reciclagem Mecânica </strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><ul><li>O plástico é separado, lavado e cortado em pequenos pedaços, pronto para ser processado. A extrusão é o passo seguinte. Basicamente todas aquelas pequenas peças de plástico são fundidas e arrefecidas para criar as chamadas pellets: pequenas esferas de plástico reciclado. Estas pellets mágicas, resultantes da mistura de várias embalagens plásticas antigas, estão agora prontas para ser aquecidas, moldadas e transformadas em novos produtos.&nbsp;</li><li>Para criar peças ocas, como garrafas de água, as pellets são derretidas e “sopradas” através de ar comprimido contra as paredes de um molde, para tomar a forma do objeto desejado. O que antes era uma garrafa de água pode agora ser um um agrafador.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>Reciclagem Química</strong>&nbsp;</div><div>As moléculas complexas presentes nos plásticos (chamados polímeros) são decompostas em moléculas mais simples (os monómeros) através de químicos, forçando a decomposição dos plásticos em produtos gasosos, líquidos ou sólidos, que depois são usados para produzir combustíveis.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>O que acontece aos plásticos que não podem ser reciclados?</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O plástico que não pode ser reciclado passa por um processo de recuperação energética, que o transforma em energia térmica e elétrica. Por outras palavras, o plástico é incinerado, decompondo-se em três possíveis subprodutos: energia, resíduos sólidos e gases.&nbsp;</div><div>Este método é utilizado principalmente para os plásticos que estão demasiado danificados, sujos ou são difíceis de separar dos outros tipos de plástico, o que gera alguma controvérsia devido à potencial natureza tóxica das emissões de gases que decorrem deste processo.&nbsp;</div><div>No entanto, fique descansado que a recuperação de energia proveniente da queima do plástico segue regras muito rigorosas, com o objetivo de assegurar que o equipamento utilizado evita a libertação de toxinas para a atmosfera.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Reutilização</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>É possível reutilizar produtos constituídos de plástico de diferentes formas, principalmente tendo em conta que é um material de difícil degradação, mesmo sob o efeito direto da radiação solar e da chuva, é flexível e moldável. A reutilização pode diminuir a extração de recursos naturais e a quantidade de material poluente presente na natureza.&nbsp;</div><div>Como exemplo, garrafas de refrigerante podem ser utilizadas como recipientes de água, alimento ou ração de animais, ou ainda cortadas para serem usadas como vasos de plantas, utilizadas para a confeção de artesanatos ou até mesmo brinquedos. &nbsp;</div><div>Até mesmo os plásticas podem ser reutilizadas, usando-as novamente nos supermercados ao invés de comprar novas.&nbsp;</div><div>Existem materiais de recursos naturais renováveis e menos poluentes que podem substituir o plástico. Vários produtos criados com plástico podem também ser produzidos com bambu, assim como as escovas de dente e os cotonetes. &nbsp;</div><div>O plástico é bastante usado como um recipiente para líquidos e alimentos, mas tais recipientes também podem ser constituídos de vidro. Além desses e de outros materiais, o inox pode substituir o plástico como matéria-prima de tubos para várias finalidades.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 16:03:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Microplásticos: Uma ameaça urgente para a saúde</title>
         <author>a205211</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2212061585</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre 1950 e 2015 foram geradas cerca de 6300 milhões de toneladas de resíduos plásticos. A maior parte destes resíduos, cerca de 4900 milhões de toneladas, acabaram em aterros e no ambiente. Com base nas tendências desse período, os investigadores estimaram que até 2050 a quantidade de resíduos de plástico em aterros e ambiente atingiria os 12.000 milhões de toneladas. Todavia, os potenciais perigos da poluição por plásticos, nomeadamente a poluição dos microplásticos, têm sido largamente ignorados pelos governos e pelos decisores políticos. &nbsp;<br><br></div><div>A utilização de plásticos em itens do quotidiano e nos processos de fabrico resultou num dilúvio de materiais lentamente degradáveis que entram no nosso ambiente e na nossa cadeia alimentar. À medida que os plásticos se desagradem em partículas minúsculas, as consequências para a saúde humana, animal e para o ecossistema precisam de ser estudadas. &nbsp;<br><br></div><div>Os plásticos são polímeros orgânicos sintéticos. A sua durabilidade a longo prazo, a escala crescente de produção, os usos insustentáveis associados aos sistemas inadequados de gestão de resíduos levaram à acumulação de plásticos nos ecossistemas em todo o mundo. &nbsp;<br><br></div><div>O plástico é o tipo mais predominante de detritos marinhos encontrados nos nossos oceanos. Os detritos de plástico podem vir de todas as formas e tamanhos. No entanto, a ameaça mais importante e emergente causada pela poluição por plásticos é o desmembramento do plástico em pedaços menores chamados microplásticos. &nbsp;<br><br></div><div>Os microplásticos foram identificados em muitas substâncias alimentares como o sal (50-280 micropartículas/kg de sal), leite de marca (6,5 ± 2,3 partículas/L), peixe e outros frutos do mar, e saquinhos de chá (11,6 × 109 s/saco de chá de plástico). &nbsp;<br><br></div><div>De acordo com um estudo recente, três cafés em copos de papel descartáveis são suficientes para nos fazer ingerir cerca de 75 mil partículas de microplásticos. Os copos de papel normalmente usados têm uma fina camada de plástico que, em contacto com o líquido quente, liberta microplásticos. Os investigadores despejaram água fervente em alguns copos. Após 15 minutos, procederam à análise da água com base na possível presença de microplásticos e iões adicionais. Observaram que cerca de 25.000 partículas microplásticos são libertadas em 100 ml de líquido quente (85 a 90 °C). Simplificando, a pessoa que bebe três chávenas de café por dia, em copos de papel, ingere cerca de 75.000 pequenas partículas microplásticos. &nbsp;<br><br></div><div>Os microplásticos atuam como portadores de contaminantes, tais como iões, metais pesados tóxicos e compostos orgânicos hidrofóbicos que, se ingeridos regularmente, podem ter graves implicações para a saúde. Os microplásticos perigosos não são um tipo específico de plástico, mas sim qualquer tipo de fragmento de plástico com menos de 5 mm de comprimento, de acordo com a Agência Europeia de Produtos Químicos e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA); entram em ecossistemas naturais de uma variedade de fontes, incluindo cosméticos, vestuário e processos industriais. &nbsp;<br><br></div><div>A poluição dos microplásticos é uma das ameaças ecológicas mais desafiantes que a próxima geração enfrentará. Estes dividem-se em dois tipos: primário e secundário. Exemplos de microplásticos primários incluem micróbios encontrados em produtos de cuidados pessoais, pellets de plásticos (ou nurdles) usados no fabrico industrial, e fibras plásticas usadas em têxteis sintéticos (por exemplo, nylon). Os microplásticos primários entram no ambiente diretamente através de quaisquer canais diferentes — por exemplo, a utilização do produto (os produtos de cuidados pessoais que são lavados em sistemas de águas residuais das famílias), a perda não intencional de derrames durante o fabrico ou transporte, ou a abrasão durante a lavagem (por exemplo, branqueamento de roupa feita com têxteis sintéticos). Os microplásticos secundários formam-se a partir da desagregação de plásticos maiores; isto acontece tipicamente quando os plásticos maiores são submetidos a intempéries, através da exposição, por exemplo, à ação das ondas, à abrasão do vento e à radiação ultravioleta da luz solar. Os microplásticos não são biodegradáveis. Assim, uma vez no ambiente, os microplásticos primários e secundários acumulam-se e persistem.&nbsp;<br><br></div><div>Para além dos ecossistemas aquáticos que são direta e diariamente expostos a detritos plásticos com diferentes resultados na saúde dos microrganismos aquáticos, plantas e animais, também surgiu o risco de exposição para espécies terrestres. &nbsp;<br><br></div><div>Recentemente, os microplásticos têm sido observados em precipitação atmosférica e também em água potável, bem como em fontes de água potável. Em particular, as fibras são a forma dominante dos microplásticos na atmosfera e os têxteis sintéticos são a principal fonte de microplásticos aéreos que se distribuem amplamente no ambiente em consequência das condições atmosféricas e das atividades humanas. Além disso, os microplásticos aéreos contribuem ainda para a poluição do meio aquático. Consequentemente, as rotas de exposição foram expandidas da cadeia alimentar para alimentos e bebidas contaminados e inalação. &nbsp;<br><br></div><div>Evidências emergentes revelaram a presença de microplásticos através da ingestão. A figura 1 resume a principal rota de exposição dos microplásticos para o ser humano.&nbsp;<br><br></div><div>A cinética de acumulação de tecidos e o padrão de distribuição dependem fortemente do tamanho das partículas. Por isso, estudos sobre os microplásticos foram recentemente traduzidos em mamíferos e linhas celulares, revelando efeitos de toxicidade em diferentes linhas celulares e o principal efeito da microbiota intestinal (isto é, disbacteriose e inflamação), fígado e rim em modelos animais, com stress oxidativo induzido pela exposição, inflamação e interferência no metabolismo energético e lipídico, biomarcadores sanguíneos alterados e neurotoxicidade. A fibrose do ovário, a apoptose e a piroptose das células granulosas são as principais consequências do stress oxidativo induzido pelos microplásticos nas ratazanas.&nbsp;<br><br></div><div>A este respeito, os microplásticos representam um problema ecotoxicológico que se avizinha e um risco para a saúde; o seu impacto merece atenção para preservar a saúde reprodutiva, a gravidez e a carga da doença de indivíduos expostos e descendentes. No parágrafo seguinte, focamo-nos na preservação da fertilidade masculina ao longo do tempo de vida e analisamos os próximos relatórios sobre os efeitos dos microplásticos na reprodução masculina dos mamíferos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 10:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Plástico e Infertilidade</title>
         <author>a214331</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2212064489</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 10:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Plástico e Infertilidade</title>
         <author>a20519Beatriz</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2212073066</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Não conseguimos, e agora?</strong><br><br>A infertilidade é considerada uma doença do sistema reprodutivo que se traduz na incapacidade de obter uma gravidez após 12 meses, ou mais, de relações sexuais regulares e sem recurso a contraceção. ~<br><br></div><div>A fertilidade é influenciada por fatores como: &nbsp;</div><ul><li>Idade da mulher, mais significativa acima dos 35 anos;&nbsp;</li><li>Tipo e frequência das relações sexuais;&nbsp;</li><li>Consumo de álcool, tabaco ou drogas ilícitas;&nbsp;</li><li>Utilização de medicamentos;&nbsp;</li><li>Hábitos alimentares e estilos de vida;&nbsp;</li><li>Certos tipos de trabalho e/ou lazer;&nbsp;</li><li>Alterações significativas de peso.&nbsp;</li></ul><div><br>Nestes casos, poder-se-á considerar, então, recorrer a tratamentos de fertilidade. Em Portugal existem as seguintes opções:&nbsp;</div><ul><li>Inseminação Intrauterina;&nbsp;</li><li>Fertilização in vitro;&nbsp;</li><li>Injeção intracitoplasmática de espermatozoides;&nbsp;</li><li>Transferência de embriões, gâmetas ou zigotos;</li><li>Diagnóstico genético pré-implantação&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 11:03:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Plástico e Infertilidade - Conclusão</title>
         <author>a205211</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2212084625</link>
         <description><![CDATA[<div>Estão a surgir provas relativas à toxicidade e epidemiologia dos microplásticos. Os dados ainda são preliminares, mas sugerem que estas substâncias quando ingeridas bioacumulam em tecido de mamíferos, incluindo o testículo, com resultados sobre a qualidade do esperma em roedores, como consequência do estado inflamatório e dos danos por stress oxidativo. Os efeitos dependem do tamanho e da estrutura molecular dos microplásticos, pelo que deve ser dada atenção à avaliação dos seus riscos para os seres humanos e para o ambiente. Além disso, as características morfológicas dos microplásticos podem torná-los um veículo ideal para poluentes ambientais adicionais com atividade endócrina, e estes efeitos aditivos ainda são mal compreendidos. As PM foram detetadas em fezes humanas, espécies de cancro e placenta, destacando o possível risco de carga de doença, gravidez bem-sucedida e transmissão in útero para a descendência. Além disso, a elevada suscetibilidade de SPZ a ROS ao longo da vida, a produção dependente de MPs de baixa qualidade de SPZ e as perturbações metabólicas detetadas na descendência de MPs F1/F2 indicam que em roedores, pelo menos, a possível transmissão epigenética parental de assinatura epigenética desregulada pode ocorrer. A espermatogénese é altamente sensível aos poluentes ambientais e a qualidade do esperma é afetada pela exposição a MPs, pelo menos em modelos animais. A este respeito, os possíveis riscos para a saúde reprodutiva das MPs não devem ser ignorados.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 11:14:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evidências sobre os efeitos dos microplásticos na espermatogénese e qualidade do esperma em modelos animais de mamíferos</title>
         <author>a187611</author>
         <link>https://padlet.com/Manuel_Brandao/c5pcy4h5ixiqn5m5/wish/2212108318</link>
         <description><![CDATA[<div>Os efeitos dos microplásticos foram estudados na fisiologia dos testículos, revelando o aparecimento de estados inflamatórios e de diminuição da produção de espermatozoides.&nbsp;<br><br></div><div>Hou e o seu colega de trabalho administraram oralmente 5µm de poliestireno (PS)-MPs em água potável durante 35 dias a ratos jovens machos (animais de 1-5 semanas, doses 100 µg/L, 1000 µg/L, e 10 mg/L em água potável; para cada dose, uma dose média diária estimada foi de 0,6-0,7 μg/dia, 6-7 μg/dia, e 60-70 μg/dia, respetivamente). Após exposição a microplásticos, a proporção de esperma vivo no epidídimo para o número total de espermatozoides foi significativamente mais baixa nos animais expostos, com a formação de esperma morfologicamente aberrante (ou seja, duas caudas, sem gancho, ou deformidades do pescoço inchadas). Paralelamente, a análise morfológica do epitélio germinal dentro do testículo revelou danos celulares, um número reduzido de espermatozoides, células descoladas do epitélio germinal, picnose e rutura do núcleo.&nbsp;<br><br></div><div>Uma possível intervenção dietética pode ser útil para proteger a fisiologia dos testículos contra os microplásticos. &nbsp;<br><br></div><div>Uma questão intrigante diz respeito aos possíveis efeitos aditivos dos disruptores endócrinos em doses consideradas "seguras" para a saúde. Os dados ainda são limitados, mas as hipóteses atuais sugerem que as PM podem atuar como "esponjas" e vetores de transporte de produtos químicos perigosos, como metais pesados ou poluentes. Desta forma, devido à sua hidrofobicidade e área de superfície relativamente grande, as PM podem concentrar os poluentes ambientais absorvidos e transportá-los para o ambiente e organismos vivos, em concentrações que são muitas ordens de magnitude superiores às normalmente detetadas no ambiente. Como consequência, os produtos químicos microplásticos absorvidos podem exibir mais toxicidade do que os produtos químicos puros por si só. Por exemplo, os microplásticos podem transportar ésteres de ftalato e a toxicidade combinada de microplásticos contaminadas com ésteres de ftalato foi recentemente investigada em tecidos de ratos após uma exposição de 30 dias. Em comparação com a exposição aos ésteres de ftalato ou apenas aos microplásticos, a exposição aos ésteres de ftalato microplásticos causa maior toxicidade reprodutiva e alterações mais pesadas na espermatogénese e na fisiologia do espermatozoide, com uma maior taxa de stress oxidativo, e alterações no transcritoma. &nbsp;<br><br></div><div>As observações acima mencionadas sugerem que os microplásticos podem ter efeitos diferentes na saúde reprodutiva. Em primeiro lugar, podem estabelecer as condições para o desenvolvimento de estados inflamatórios e danos por stress oxidativo, comprometendo assim a espermatogénese e a qualidade do espermatozoide; em segundo lugar, podem tornar os organismos vivos mais sensíveis à grande pletora de fatores ambientais que afetam a fertilidade masculina durante a vida, intensificando e agravando os efeitos tóxicos dos disruptores endócrinos na reprodução. Por último, a possível geração de nano plásticos (ou seja, 100 nm de partículas de plástico) a partir da digestão de microplásticos de polietileno foi investigada nos ecossistemas do solo utilizando a minhoca Eisenia andrei como modelo experimental. &nbsp;<br><br></div><div>No seu conjunto, embora os estudos em mamíferos ainda sejam limitados, as observações preliminares apontam para um possível risco para a fertilidade masculina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 11:42:11 UTC</pubDate>
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