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      <title>Trabalho de Grupo &quot;Ribeira das Jardas&quot; by gina</title>
      <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg</link>
      <description>Feito com um piscada de olho e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-22 17:41:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-25 06:42:33 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 1 (Dia 23/11)</title>
         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307084807</link>
         <description><![CDATA[<div>1.1. Pesquisar na internet informação sobre a Ribeira das Jardas.<br>1.2. Partilhar neste mural essa informação.<br>Nota: Terão que publicar pelo menos 2 documentos escritos e 2 fotos</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 17:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307198713</link>
         <description><![CDATA[<div>Em termos etimológicos, a ribeira existente na cidade de Agualva-Cacém está relacionada com o termo “Agualva”, cujo local era conhecido pela qualidade da água da sua ribeira. No que diz respeito ao topónimo “Ribeira da (s) Jarda (s)” (ou “Ribeira de Água Alva”) conta a lenda que, após a conquista de Lisboa aos Mouros, D. Afonso Henriques agraciou um cruzado inglês pela sua participação nas lutas, atribuindo-lhe como recompensa umas terras atravessadas pela ribeira.<br><br>O inglês decidiu medi-las, utilizando a jarda, podendo advir daí a origem da sua denominação.<br><br></div><div>Esta ribeira nasce na Serra da Piedade em Almornos e desagua em Oeiras, mudando de nome ao longo do seu percurso.<br>Texto 1                             <br> Marta Matos</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:44:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author>yoongidanny</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307200078</link>
         <description><![CDATA[<div>A <mark>Ribeira das Jardas</mark> é um curso de água com 310 metros de altitude que passa desde Sul de<strong> Almornos</strong>  passando por <strong>Agualva-Cacém</strong> e desaguando em <strong>Caxias</strong>. <br><br></div><div>Desde o <strong>século XII</strong> o curso de água demarcava os limites paraquiais e administrativos pertencendo a <strong>Agualva</strong>  e outros lugares da <strong>margem esquerda da ribeira</strong> ao termo de <strong>Lisboa</strong> e à<strong> freguesia de Belas</strong>, <strong>São Marcos</strong> e demais lugares da margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de <strong>Rio de Mouro</strong>. <br><br>A vila do Cacém, há uns anos atrás, era conhecida pelas suas quintas  e pelas suas águas límpidas, que corriam na Ribeira das Jardas e que, de acordo com documentos da época, terá sido a origem do nome <strong>Agualva.<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:50:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307200232</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>Em termos etimológicos, a ribeira existente na cidade de Agualva-Cacém está intrinsecamente relacionada com o termo “Agualva”, cujo local era conhecido pela qualidade da água da sua ribeira. Conta a lenda que, após a conquista de Lisboa aos Mouros, D. Afonso Henriques agraciou um cruzado inglês pela sua participação nas lutas, atribuindo-lhe como recompensa umas terras atravessadas pela ribeira. <br><br> </div><div>Esta ribeira nasce na Serra da Piedade em Almornos e desagua em Oeiras, mudando de nome ao longo do seu percurso. <br><br></div><div>É Ribeira das Jardas em Agualva-Cacém, mas toma outros nomes no seu percurso. Nasce Ribeira de Vale de Lobos e desagua aqui no Tejo como Ribeira dos Ossos. <br><br></div><div>Para nós é a Ribeira das Jardas a Ribeira de Agualva ou Aqua Alva, que significa água pura. Talvez um dia volte a ser...já a vi bem pior!... afinal, moro aqui há trinta anos...já é muito tempo... <br><br></div><div>Depois de ter estado encanada durante muitos anos, na actualidade a ribeira atravessa novamente despoluída e a céu aberto a cidade de Agualva-Cacém, desenvolvendo-se nas suas margens o Parque Linear da Ribeira das Jardas. <br><br><br>Luana Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:50:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ribeira das jardas/texto 2/Marta   Matos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307200315</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>A Ribeira das Jardas é um curso de água da freguesia de Agualva, concelho de Sintra, Portugal. A Ribeira das Jardas é única numa zona densamente povoada! Este curso de água, demarcava desde o século XII os limites administrativos e paroquiais na região, pertencendo Agualva e outros lugares da margem esquerda da ribeira aos termos de Lisboa. Depois de estar encanada durante muitos anos, actualmente a ribeira atravessa novamente despoluída e a céu aberto a cidade de Agualva-Cacém desenvolvendo-se nas suas margens o Parque Linear da Ribeira das Jardas. <br><br></div><div>É Ribeira das Jardas em Agualva-Cacém, mas toma outros nomes no seu percurso. Nasce Ribeira de Vale de Lobos e desagua aqui no Tejo como Ribeira dos Ossos. <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:51:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Onde a ribeira começa </title>
         <author>Camfred</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307201190</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Assim começa a Ribeira das Jardas. Pelo menos, de forma oficial. E digo forma oficial porque a fonte recolhe as águas da encosta a montante, incluindo as que vêm do que parece ser uma mina <strong><em>(visível no canto superior esquerdo da primeira <br>fotografia)</em></strong>. A partir daqui é possível seguir a água num percurso contínuo até entrar no Tejo, em Caxias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:53:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307201783</link>
         <description><![CDATA[<div>Luana</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:55:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/307201967</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 08:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Texto Final</title>
         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/309674483</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>A turma P73 decidiu conhecer um pouco melhor a cidade onde se localiza a nossa escola: Agualva-Cacém. (1 ou 2 imagens do google maps - Fred; foto 1 e 2 - Bairro da Estação - Daniela e Luana), focando-se essencialmente na Ribeira das Jardas.( Foto 3 e 4 - geral da ribeira - ponte junto ao jardim - saida). <br>Sabemos que o lugar onde hoje se localiza a nossa cidade é habitada desde tempos muito antigos  (Anta -fotos - Irina ; gravura da Anta), e terá nascido  junto de uma pequena ribeira de águas límpidas e fresca, à qual os romanos, há mais de mil anos, terão chamado </mark><em><mark>Aqua Alba. (procurar gravuras: ribeira - Fausto ; romanos - feito)</mark></em><mark><br>Existe, no entanto, outra explicação para   o nome de </mark><strong><mark>Agualva </mark></strong><mark>que consiste numa muito antiga lenda, segunda a qual «Em tempos muito remotos, quando as águas ainda corriam límpidas pelos verdejantes campos, chegou a estes lugares, um rei de que ninguém já sabe o nome, ou uma rainha, a fazer fé noutra versão. A real personagem, que iria possivelmente em viagem para o seu palácio em Sintra vinha deveras sequiosa e pediu de beber a uma velha camponesa que morava perto da clara e fresca ribeira. Ao beber, o monarca, ou a rainha exclamou: “Que água alva!” (</mark><em><mark>procurar na net ilustrações/gravuras - Fausto)</mark></em><mark><br> E desde então se começou a chamar Agualva a este lugar.</mark>»<br><mark>Também uma lenda do tempo dos cruzados explica a designação de  "Jardas". De acordo com a mesma, o rei D. Afonso Henriques, para agradecer a um cruzado inglês que o terá ajudado nas suas batalhas, atribuiu-lhe terras junto da ribeira. O soldado pegou numa jarda, que é uma medida de comprimento, e terá percorrido com ela os limites das suas terras, para assim os medir. (</mark><em><mark>gravuras: rei Afonso Henriques; cruzados, jarda - feito)</mark></em><mark><br></mark><br></div><div><mark>A Ribeira das Jardas nasce na Serra da Piedade em Almornos ( </mark><em><mark>pesquisar foto na net - feito)</mark></em><mark> e desagua em Caxias - Gina</mark><em><mark>)</mark></em><mark>, mudando de nome ao longo do seu percurso. <br>Assim, aquela que é a Ribeira das Jardas (ver de há placa com o nome da ribeira - Luana; saída) em Agualva-Cacém,  nasce como Ribeira de Vale de Lobos e desagua  no Tejo como Ribeira dos Ossos (Gina).<br><br>Durante muitos anos, e até há pouco tempo,  </mark></div><div><mark>encontrava-se  encanada e muito poluída (pesquisar na net foto - Alícia). Poluição essa resultante sobretudo  de esgotos industriais, mas também domésticos, para além do lixo acumulado nas suas margens.<br><br>Para além da poluição, aconteceram nas margens da ribeira várias situações de cheias, a última das quais teve lugar em 1983 (Alícia). Cheias estas provocadas não só pela concentração de precipitação num curto espaço de tempo, mas também pela construção em leito de cheias. Para além deste facto, o túnel por baixo da IC19, junto à antiga fábrica da Melka, impediu o escoamento das águas. (algumas fotos das cheias - Gina).<br></mark><br><mark><br>Na actualidade a ribeira atravessa novamente despoluída e a céu aberto a cidade de Agualva-Cacém, desenvolvendo-se nas suas margens o Parque Linear da Ribeira das Jardas. (saída; tirar fotos/várias)<br>O Parque Linear da Ribeira das Jardas é um projeto integrado no </mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_Polis"><mark>Programa Polis</mark></a><mark> (pesquisar imagem do programa Polis - Fred) do </mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Agualva-Cac%C3%A9m"><mark>Cacém</mark></a><mark>, programa  este que funcionou como</mark> instrumento de apoio financeiro a programas de revitalização urbanística custeado pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europeia">União Europeia</a> e gerido pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_de_Portugal">Governo de Portugal</a>. <br><mark> Deste modo foi construído um </mark><a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Corredor_Verde&amp;action=edit&amp;redlink=1"><mark>Corredor Verde</mark></a><mark>, de aproximadamente 4 hectares, que se estende desde a entrada da cidade, via IC 19, até ao já existente Parque Urbano de Agualva Cacém, ao longo da </mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ribeira_das_Jardas"><mark>Ribeira das Jardas</mark></a><mark>.(saída)<br>Atualmente, este parque desempenha um importante papel na vida da cidade de </mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Agualva_Cac%C3%A9m"><strong><mark>Agualva Cacém</mark></strong></a><strong><mark>: Por um lado </mark></strong><mark>disponibiliza aos habitantes locais, áreas extensas de lazer  (saída - f</mark><em><mark>otos aos jardins</mark></em><mark>)  e vários equipamentos públicos, nomeadamente circuitos de condição física. (saída - </mark><em><mark>fotos aos equipamentos)</mark></em><mark>. Por outro, desempenha ainda um papel fundamental no controlo de cheias, bem como na recuperação de </mark><em><mark>habitats</mark></em><mark> ripícolas ( saída).<br>O Parque Linear da Ribeira das Jardas constituiu, deste modo, um espaço de lazer fundamental para os habitantes da cidade de Agualva-Cacém, localizada na periferia de Lisboa, com uma  população de cerca de 81 000 habitantes.<br></mark><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 08:40:37 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Linear da Ribeira das Jardas</title>
         <author>Camfred</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/309676678</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>Parque Linear da Ribeira das Jardas</strong> é um projeto integrado no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_Polis"><strong>Programa Polis</strong></a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Agualva-Cac%C3%A9m"><strong>Cacém</strong></a>. Consiste num <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Corredor_Verde&amp;action=edit&amp;redlink=1"><strong>Corredor Verde</strong></a>, de aproximadamente 4 hectares, que se estende desde a entrada da cidade, via IC 19, até ao já existente Parque Urbano de Agualva Cacém, ao longo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ribeira_das_Jardas"><strong>Ribeira das Jardas</strong></a>.<br><br></div><div><br></div><div>Atualmente, o parque desempenha um importante papel de centralidade na cidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Agualva_Cac%C3%A9m"><strong>Agualva Cacém</strong></a>, conferindo não só uma nova organização do espaço público, bem como disponibilizando aos habitantes locais, áreas extensas de lazer e vários equipamentos públicos (circuitos de condição fisíca, etc...). Desempenha ainda um papel fulcral no controlo de cheias, bem como na recuperação de <em>habitats</em> ripícolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 08:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/309677767</link>
         <description><![CDATA[<div>Luana</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 08:54:03 UTC</pubDate>
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         <title>Ribeira das Jardas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/309678596</link>
         <description><![CDATA[<div><br> </div><div>A ribeira que nasce a 310 m de altitude, na serra da Piedade, freguesia de Almargem do Bispo, a sul da povoação de Almornos, toma diversos nomes: Ribeira de Vale de Lobos depois ao passar por Meleças e Rinchoa, Ribeira das Jardas ou Ribeira da Jarda, após Agualva-Cacém, Ribeira do Papel, depois Ribeira dos Ossos e finalmente em Barcarena toma o nome de Ribeira de Barcarena e desagua na praia de Caxias.</div><div>No sitio de Agualva, o curso da Ribeira das Jardas ou da Água Alva demarcava, desde o século XII, os limites administrativos e paroquiais, pertencendo Agualva e outros lugares da margem esquerda da ribeira ao termo de Lisboa e à freguesia de Belas, enquanto Cacém, São Marcos e demais lugares da margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de Rio de Mouro. <br>Luana</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 08:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>Azenha</title>
         <author>Camfred</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/311273638</link>
         <description><![CDATA[<div>Algures na Quinta dos Lóios, entre a Barroca e o Casal da Pedra, existiu uma azenha de que foi proprietário D. Domingos Jardo, o célebre bispo de Lisboa e chanceler-mor, natural desta freguesia. Conhece-se uma carta de D. Dinis, datada de 29 de Agosto de 1286, em que o monarca concede ao Jardo autorização para construir uma azenha, na sua propriedade situada na lugar de “agua alva” e junto à ribeira com o mesmo nome, se não que fosse obrigado a pagar ao rei o quarto do rendimento, como era costume no Termo de Sintra, cujo limite oriental e separação do Termo de Lisboa era precisamente essa ribeira de “agua alva”. Actualmente, se não há vestígios da azenha que pertenceu ao Jardo muito menos há da agua alva da ribeira…    <em>(CONTINUA)<br><br><br></em><strong>Fonte</strong>:<em><br>AQUA ALBA Julho 83 Nº3</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-05 09:41:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RIBEIRA DA JARDA:                                                                                                                           EX-LIBRIS DA POLUIÇÃO EM AGUALVA-CACÉM</title>
         <author>Camfred</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/311282049</link>
         <description><![CDATA[<div>O curso de água que desce dos cerros da Piedade, em Vale de Lobos, para Laveiras, perto de Caxias, é conhecido, ao atravessar a área da nossa freguesia por Ribeira da Jarda. Longe vão os tempos em que esta ribeira constituía uma fonte de vida, trabalho e lazer. Nessa altura, a sua água mantinha todas as características naturais: ínsipida, incolor e inodora. A miudagem banhava-se livremente; os amantes da pesca deliciavam-se com a prática do seu desporto favorito; os agricultores davam de beber às suas hortas e pomares, tornando-os férteis e verdejantes. Porém, nos últimos decénios, com o romper das florestas de cimento, esta realidade modificou-se e as águas límpidas de outrora estão pestilentas e nauseabundas. A poluição instalou-se definitivamente na ribeira, pondo em perigo a saúde das populações.                             <br><br></div><div><strong>De quem é a culpa?<br><br><br>Fonte</strong>:<strong><br></strong><em>AQUA ALBA  OUTUBRO Nº6</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-05 10:13:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESGOTOS INDUSTRIAIS, DOMÉSTICOS E LIXO APODRECEM AS ÁGUAS DE RIBEIRA</title>
         <author>Camfred</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/311288773</link>
         <description><![CDATA[<div>Para sensibilizar a juventude para estes problemas, a Junta de Freguesia promoveu com os jovens que participaram no programa O.T.L./83, uma jornada de trabalho com vista ao estudo e referenciação dos agentes poluentes da Ribeira da Jarda, dentro dos limites da freguesia. Com base no relatório desse trabalho pode afirmar-se que os <strong>esgotos industriais,</strong> nomeadamente os da Centralcer, Curtumes Bela Vista e Tinturaria Cambournac, os <strong>esgotos domésticos </strong>das urbanizações da Quinta dos Missionários, Bairro Alegre e Quinta da Fidalga e o <strong>lixo </strong>acumulado ao longo das margens, são as principais fontes de poluição da Ribeira. No entanto, se quisermos hierarquizar esses agente de acordo com a sua responsabilidade, seremos forçados a colocar em primeiro lugar os esgotos industriais dada a sua abundância e conteúdo. De facto, os resíduos químicos que algumas unidades lançam na Ribeira da Jarda não só pelo seu cheiro activo como pelo poder corresivo que comportam e que impede a ligação  dos esgotos domésticos ao emissário geral, são actualmente os principais culpados da poluição da ribeira.<br><br><br><strong>Fonte</strong>:<br><em>AQUA ALBA  OUTUBRO Nº6</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-05 10:41:18 UTC</pubDate>
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         <title>Agualva- Cacém</title>
         <author>yoongidanny</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/311296071</link>
         <description><![CDATA[<div>Recuando alguns séculos, podemos saber que o lugar onde hoje existe a nossa freguesia teria sido designado pela excelente qualidade da água da ribeira. Localizava-se perto duma pequena ribeira onde nasciam águas límpidas e frescas que, infelizmente, hoje já não existe assim. <br><br></div><div>Os romanos, há mais de dois mil anos, ter-lhe-ão chamado, com toda a sua justiça, de <strong>Aqua Alba</strong>. Os séculos assim se passaram, aos romanos vieram juntar-se outras gentes que por aqui foram ficando e fixando a sua residência. <br><br></div><div>Há também uma outra explicação para o nome de <strong>Agualva </strong>que consiste numa muito antiga lenda, segunda a qual «<em>Em tempos muito remotos, quando as águas ainda corriam límpidas pelos verdejantes campos chegou a estes lugares, um rei de que ninguém já sabe o nome, ou uma rainha a fazer fé noutra versão. A real personagem, que iria possivelmente em viagem para o seu palácio em Sintra vinha deveras sequiosa e pediu de beber a uma velha camponesa que morava perto da clara e fresca ribeira. Ao beber, o monarca, ou a rainha exclamou: “Que água alva!” <br> E desde então se começou a chamar Agualva a este lugar.»<br></em><br></div><div>A razão pela qual a ribeira era designada por Jarda, segundo o padre António Ambrósio, foi por uma lenda que nos remonta ao tempo das cruzadas. Após a conquista de Lisboa aos Mouros, teria acontecido que, o rei D. Afonso Henriques, querendo agradar um cruzado Inglês que tinha participado nas lutas, atribuiu-lhe como recompensa umas terras junto da nossa ribeira. O soldado assim pegou numa jarda, que é uma medida de comprimento, e com ela percorrer os limites das suas terras, medindo-as assim meticulosamente. Esses terrenos eram pois atravessados pela ribeira, foi aí que lhe atribuíram o nome de Ribeira das Jardas, atribuído pelo povo perante o Inglês. <br>Livro ???<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-05 11:08:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2 (7/12)</title>
         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pesquisar:<br>1 - História de Agualva Cacém;<br>2 - Programa Polis;<br>3 - Programa Polis Cacém.<br>4 - Publicar neste Padlet essa informação, referido a fonte ( jornal, site, livro, ...)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 08:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Polis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/312145262</link>
         <description><![CDATA[<div> O <strong>Programa Polis</strong>, também grafado "Pólis"   é um instrumento de apoio financeiro a programas de revitalização urbanística custeado pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europeia">União Europeia</a> e gerido pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_de_Portugal">Governo de Portugal</a>. <br><br>fonte:<br> <br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_Polis">https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_Polis<br></a><br></div><div><br>Luana Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 08:48:33 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Polis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/312145524</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é o programa Polis?<br><br>O Programa Polis provém de uma sociedade entre o Estado (Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente) e as Camâras Municipais das várias cidades.<br><br>Para que serve esse programa?<br><br> Com o objectivo de intervir as vertentes urbanísticas e ambientais das cidades aumentando a atractividade das cidades. <br><br>Programa Polis no Cacem<br><br> PÓLIS GARANTE OBRAS NO CACÉM<br><br><br>Preciosa Airosa</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 08:50:16 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Polis Cacém</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/312145619</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><mark>A Nemus conduziu um conjunto de estudos para estimar o balanço ambiental das intervenções realizadas pelo programa Polis na cidade de Agualva-Cacém e monitorizar a qualidade do ar, da água e acústica do ambiente.<br></mark><br></div><div>A monitorização envolveu a colheita e análise de amostras de água, a medição de poluentes atmosféricos através da instalação local de um laboratório <del>móve</del>l, a medição de ruído ambiente e a elaboração de mapas de ruído para a situação pré e pós-intervenção. Os estudos de opinião basearam-se em entrevistas com residentes e representantes das atividades económicas locais. <br> </div><div>O êxito da abordagem e dos resultados obtidos levaram à realização de trabalho semelhante para a PolisAlbufeira e de um conjunto de outras intervenções para Sociedades Polis e para a ParqueEXPO, empresa pública promotora da Exposição Universal de Lisboa de 1998, posteriormente reconvertida para dinamizar projetos de planeamento e regeneração urbana.<br><br>Fonte:<br> </div><div><a href="http://www.nemus.pt/pt/projetos/desenvolvimento-sustentavel/monitorizacao-do-programa-polis-no-cacem/">http://www.nemus.pt/pt/projetos/desenvolvimento-sustentavel/monitorizacao-do-programa-polis-no-cacem/ <br></a><br></div><div><br> Luana Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 08:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>História de Algualva Cacém</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/312145938</link>
         <description><![CDATA[<div>O povoamento do território da freguesia remonta à conquista Cristã de Lisboa e Sintra aos Mouros, em 1147, por D. Afonso Henriques. A primeira referência conhecida surge nas inquirições Afonsinas de 1220.<br><br></div><div>No século XII, “Agualva” e Cacém já eram povoadas. O curso da ribeira das Jardas ou da Água Alva demarcavam então os limites administrativos e paroquiais. Agualva e outros lugares da margem esquerda da Ribeira faziam parte da freguesia de Belas, enquanto Cacém, São Marcos e outros lugares da margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de Rio de Mouro.<br><br></div><div><br></div><div>Nos séculos seguintes expandiu-se o povoamento e a ocupação do território com o aparecimento de várias quintas solarengas (Quinta da Barroca, Quinta da Fidalga, Quinta do Tojal, etc.). No final do séc. XVIII Agualva-Cacém teria cerca de 450 habitantes e em meados do séc. XIX cerca de 500. A 3 de Junho de 1709 é dado alvará à feira de Agualva, uma das mais antigas da região saloia, com o objetivo de manter a ermida de Nª. Sra. da Consolação.<br><br></div><div>Em abril de 1887 com o estabelecimento da ligação ferroviária entre Lisboa e Sintra veio o desenvolvimento económico e o aumento demográfico. A ligação por caminho-de-ferro marca a partir daí, o destino de Agualva-Cacém, deixando para trás tempos em que a ribeira das Jardas fertilizava as terras e movia as azenhas, oferecendo-se aos banhos da miudagem, aos amantes da pesca e aos piqueniques das famílias em férias.<br><br></div><div>Agualva e Cacém unem-se, a 15 de Maio 1953, através do Decreto-Lei n.º 39210 para formar a freguesia de Agualva-Cacém. Nas décadas seguintes a freguesia transforma-se numa das áreas suburbanas da grande Lisboa e conhece, então, uma explosão ao nível da construção civil, que se traduziu numa urbanização onde os níveis de qualidade de vida nem sempre foram tidos em conta.<br><br></div><div>A 20 de setembro de 1985 foi elevada a vila e em 12 de Julho de 2001, a vila foi elevada a cidade, tendo a antiga freguesia sido administrativamente desdobrada em quatro freguesias; Agualva, Cacém, Mira Sintra e São Marcos, no dia 3 do mesmo mês.<br><br></div><div>Após a elevação de Agualva-Cacém a cidade, esta passou por vários projetos de beneficiação por parte da Câmara Municipal de Sintra, mas principalmente por parte do Programa Polis (Projeto para a requalificação das cidades europeias) que teve por objetivo a valorização do património histórico ou natural e a sua reintegração na cidade. A sua concretização veio mudar radicalmente a estrutura central de Agualva-Cacém e melhorar substancialmente o estatuto de cidade que passou assim a dispor de um parque urbano (Parque linear da Ribeira das Jardas).<br><br></div><div>Atualmente a cidade é constituída por duas freguesias, Agualva e Mira Sintra e Cacém e São Marcos, e reflete um dos mais progressivos centros urbanos da área metropolitana de Lisboa, sendo um dos maiores centros populacionais do país.<br>Fonte:<br><a href="https://www.jf-agualvamirasintra.pt/a-freguesia/origemhistoria/">https://www.jf-agualvamirasintra.pt/a-freguesia/origemhistoria/</a><br><br>Luana Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 08:52:46 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Pólis</title>
         <author>yoongidanny</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/312147922</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>O “Programa Pólis” tem como objectivo intervir nas vertentes urbanísticas e ambientais das cidades aumentando a atractividade das cidades. O Programa Polis elabora Planos de Pormenor que servem de instrumentos de gestão territorial e definem o que se pode fazer numa determinada área. <br><br></div><div>Os principais objectivos do Programa Polis são: <br><br></div><div>·       A requalificação urbana tendo sempre em conta a <strong>valorização ambiental</strong>; </div><div>·       Promover a multifuncionalidade, revitalizar e requalificar as cidades desenvolvendo ações que contribuam para tal; </div><div>·       Melhorar a <strong>qualidade do ambiente urbano</strong> e valorizar a presença de elementos ambientais tais como frentes de rio apoiando acções de requalificação; </div><div>·       Aumentar os espaços verdes, as áreas pedonais e diminuir o tráfego automóvel no interior das cidades apoiando iniciativas que contribuam para tal. <br><br><strong>Fontes: </strong><a href="https://inoviseu.blogs.sapo.pt/1848.html"><strong>https://inoviseu.blogs.sapo.pt/1848.html</strong></a><strong><br></strong><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 09:03:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/317385855</link>
         <description><![CDATA[c]]></description>
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         <pubDate>2019-01-04 08:51:35 UTC</pubDate>
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         <title>Imagens/gravuras</title>
         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/319956597</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-12 15:56:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/345425310</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa iniciativa da Casa da Cultura Lívio de Morais, em Mira Sintra, realiza durante o mês de abril, um Ciclo de Caminhadas Culturais em comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Assim, esta sexta-feira, dia 28 de abril, realiza-se acontece mais uma visita, desta vez à Ribeira das Jardas.</div><div><br></div><div>Recorde-se que a ação destina-se ao público em geral e conta com a realização de três roteiros: “Caminhada e visita ao Moinho de Mira Sintra”, “Caminhada e visita à Anta de Agualva” e “Caminhada e visita à Ribeira das Jardas”, com concentração dos participantes às 10h00 na Casa da Cultura Lívio de Morais.</div><div><br></div><div>A iniciativa, promovida pela Câmara de Sintra e pela União das Freguesias de Agualva e Mira Sintra, conta com a participação de Rui Oliveira, Investigador e divulgador da História de Sintra.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 18:56:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/345426465</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa iniciativa da Casa da Cultura Lívio de Morais, em Mira Sintra, realiza durante o mês de abril, um Ciclo de Caminhadas Culturais em comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Assim, esta sexta-feira, dia 28 de abril, realiza-se acontece mais uma visita, desta vez à Ribeira das Jardas.</div><div>Recorde-se que a ação destina-se ao público em geral e conta com a realização de três roteiros: “Caminhada e visita ao Moinho de Mira Sintra”, “Caminhada e visita à Anta de Agualva” e “Caminhada e visita à Ribeira das Jardas”, com concentração dos participantes às 10h00 na Casa da Cultura Lívio de Morais.</div><div>A iniciativa, promovida pela Câmara de Sintra e pela União das Freguesias de Agualva e Mira Sintra, conta com a participação de Rui Oliveira, Investigador e divulgador da História de Sintra.<br><br></div><div><em>Irina Raquel<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 18:59:17 UTC</pubDate>
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         <author>tecnicasaplicadasp71</author>
         <link>https://padlet.com/tecnicasaplicadasp71/c5dgrxovk2vg/wish/775029957</link>
         <description><![CDATA[<div>wertyisssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 08:27:57 UTC</pubDate>
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